Helena de Tróia

Helena de Tróia Margaret George




Resenhas - Helena de Tróia


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Marcia 26/09/2020

Maravilhoso!
O livro é narrado pela Helena de Tróia , e conta tanto sua história, desde a sua infância ,juventude, seu casamento , como de sua família .. Através de suas palavras viajamos no tempo entre Esparta e Tróia.. Imperdível..
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Luciane 15/01/2015

Fascinante!
Recebi o livro pelo Grupo Livro Viajante e fiquei encantada com a história contada pela própria Helena. Desde o nascimento até o fim de seus dias.
Depois dessa leitura, fica difícil acreditar que não há comprovações de que Helena ou Páris tenha existido.
É uma grande história. Um grande livro.
Fiquei com vontade de ler os outros livros da autora: Cleópatra e Maria Madalena.
Recomendo!!

site: http://www.skoob.com.br/topico/grupo/1284
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Carol Amaro 06/05/2014

Eu conheci a Margaret (ui, que intimidade!) em 2002 através da trilogia Memórias de Cleópatra. Mais uma das minhas descobertas nos passeios por livrarias que eu fazia em busca de Romances Históricos. Memórias de Cleópatra é uma delícia e me fez ficar fã da autora. Depois ainda li a série Autobiografia de Henrique VIII e o livro Maria Madalena da mesma autora.
Originalmente postado em: http://www.meunomenaoekerol.com/2014/04/ja-li-helena-de-troia/
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Quando soube do lançamento de Helena de Tróia não foi diferente, tratei de comprar meu exemplar e devorar essa reconstituição fascinante da lendária história da Guerra de Tróia. Contada sobre a perspectiva de Helena, a história é rica em detalhes e sentimentos. É possível imaginar perfeitamente as vestimentas, os costumes, os banquetes, os guerreiros, enfim, o mundo de Helena.

É um livro grande, por vezes arrastado, mas nada que deixe de agradar os amantes de romances históricos com mulheres fortes. ;)
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Cleson 28/03/2013

Helena de Tróia de Margaret George
A escritora Margaret George, autora de As memórias de Cleópatra, propõe uma releitura do mito da Ilíada de Homero em uma narrativa sob a ótica de um de seus principais personagens, a rainha de Esparta e princesa de Tróia, Helena. O livro, Helena de Tróia (Helen of Troy, tradução de William Lagos), publicado pela Geração Editorial, apesar de usar um tema já bem abordado em diversos filmes e inúmeros livros, consegue prender pela forma que é conduzida: pela formosura das palavras de uma mulher que apaixonada por um príncipe que a visitou, o amor que surgiu como resultado desse encontro e a tragédia que desencadeou. Através desses fios, a própria Helena narra seus sentimentos perante uma vida regida pelos deuses, por profecias, por mitos, sua beleza e a destruição de quase tudo que a rodeia.

Uma mulher que sabe que é culpada, mas que não podia evitar o destino. Helena era filha de Leda e Zeus, terrivelmente bela deste o nascimento. Escondida dos olhares dos estranhos, até mesmo proibida de olhar-se no espelho, ela permaneceu protegida de sua beleza até chegar a idade adulta. Quando Menelau, cunhado de sua irmã, competiu por sua mão e a conquistou em matrimônio, Helena iniciou uma nova fase de sua vida, feliz, com o marido sem sair de sua cidade natal, Esparta e sua filha, Hermíone. Tudo tranqüilo em um estado de harmonia doméstica, até que surgiu o príncipe troiano e tudo muda. Paris veio em uma missão diplomática de resgatar a irmã do seu pai, o rei Príamo, que fora raptada e agora residia em uma das cortes gregas. Helena ao vê-lo, tornou-se dolorosamente consciente da falta de paixão que existia em seu leito e, dentro de poucos dias, fogem amantes para Tróia. Entretanto, todos os antigos pretendentes tão ofendidos quanto o traído e abandonado Menelau, se reúnem e decidem irem a Ásia e resgatar e destruir a cidade das muralhas.

George tece uma teia mágica da literatura clássica ocidental com rigor, mostrando a idade do bronze em palavras de uma mulher, embora com toques modernos da escritora, mas fiel ao tempo antigo. Sempre gostei de história da Grécia Antiga, e logo, também, da mitologia grega. Conhecer seus mitos e sua estranha amalgama de história, lenda, superstição e sabedoria foi e é alvo de muitos estudos, inclusive durante minha graduação em história. Lendo Helena de Tróia podemos reencontrar com a história da Guerra de Tróia, do amor proibido entre o casal que provocou a destruição da civilização troiana e um sem fim de estudos, que nunca chegaram à conclusão de que alguma parte da história fosse realidade ou não… Entretanto é crível acreditar em alguns desses mitos. A história de Helena e Paris, de Menelau, Heitor, Agamenon, Leda, Clitemnestra… é magnífica e magnética. A mortal mais bela engendrada nunca por um deus levou ao desastre à raça troiana, a si mesma e a tudo quanto amou. George cria em sua Helena, uma mulher profunda, sentimental e mais humana, com sentimentos que muito provavelmente, pelo momento histórico e cultural, jamais teria pensado, mas que recebe um toque cativante que arrebata qualquer porém.

Em relação a edição brasileira, a editora acertou em colocar em um único volume, pois apesar de volumoso – mais de setecentas páginas – oferece a profundidade da mitologia grega. A arte da capa e das três partes que divide o livro utiliza de pinturas clássicas numa diagramação gráfica visualmente direta. A tradução do poeta gaúcho William Lagos é primorosa, pois segue o amálgama que a autora faz com a erudição e a modernidade da literatura e não vacila em verter para o português a história de Helena e sua guerra.

Uma leitura sedutora, daquelas que provoca curiosidade de conhecer mais sobre a história e de reler obras tão fundamentais como A Ilíada e A Odisséia…

Boa Leitura.

Cadorno Teles - Site Papiro Digital
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Paolla Norman 07/03/2012

O destino
Uma mulher: Helena. Um homem: Páris. Dois povos: Esparta e Tróia. Duas profecias, e um mesmo destino!
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Silvia 14/02/2012

Lindo lindo lindo è o que eu posso falar deste livro. o livro narra a tragetoria de helena desde o seu nascimento ate a velhice. li tão rapido, mas as sensações permeiam na minha mente ate este momento; um ano apos a minha leitura. Romance, aventura, dor, alegria e guerra.
Ana 20/04/2012minha estante
Parece ser muito bom! E deve ser diferente da imagem dela que nós vemos nos filmes.


Telma 10/06/2012minha estante
novamente me deixou aguçadíssima!
:)




Thay 11/06/2011

Acredito que a maioria das pessoas que tenha freqüentado às aulas de História sabe quem foi Helena de Tróia. Claro que não é comprovada sua existência, assim como acontece com vários outros personagens da Ilíada e da Odisséia de Homero (como Páris, Heitor, Aquiles). Mas nesse livro da Margaret George é como se Helena realmente tivesse existido e deixado para trás suas memórias em forma de escritos. Gosto particularmente da maneira como a história é contada sempre através do ponto de vista de Helena, com suas impressões sobre a guerra, sobre as pessoas de Esparta e Tróia. Adoro também a forma como os costumes da época foram tão cuidadosamente pesquisados e descritos no livro, atendo-se a detalhes de como eram servidos os banquetes, por exemplo, aos ritos funerários dos guerreiros.

A narrativa flui facilmente, e era difícil eu conseguir largar o livro antes de chegar ao final (mesmo fazendo ideia do que aconteceria quando lá chegasse). Enfim, quando o assunto é romance histórico com foco em personagens femininas, Margaret George é uma ótima pedida!

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Cíntia 24/03/2011

O melhor dessa obra é que ela inclui os relatos das obras de Homero e outras obras importantes sobre Tróia, mas por se tratar de uma obra mais recente, exclui possibilidades, que hj sabemos, não ser possível para a época. Para quem quer conhece mais dessa lenda, vale a pena ler esse livro. Mesmo não tendo provas da existência da lendária Tróia e seus muitos heróis, Margaret George conseguiu reunir o que ha de melhor na história de Helena, Páris, Aquiles, Heitor, Menelau, Agmmenon, Príamo e todos os demais ícones de Tróia. Mas lembre-se, esse livro é um romance, talvez não seja muito bem aceito pelo público masculino.
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uyara 05/02/2010

Gostei desde o início de ler algo que me fizesse entender melhor esse episódio tão grandioso da mitologia grega. Ter a história contada a partir do ponto de vista de Helena foi uma boa proposta, pois faz o leitor enxergar uma guerra através dos olhos de uma mulher.

Confesso que às vezes me cansei um pouco da narrativa, que é bem lenta e detalhada, mas isso acontece porque a escritora enfatiza que o tempo em Tróia se passa de uma forma bem diferente.

O amor de Helena e Páris me pareceu meio forçado e artificial no início, visto que aconteceu de uma forma tão abrupta, mas isso também se esclarece durante a história, pois o amor de Helena foi o suborno de uma deusa.

Em resumo, nada tão surpreendente, pois todos já sabem o final, mas muito legal para quem curte mitologia. Valeu a pena.

De resto, leiam e dêem suas próprias opiniões. Gostaria de saber a opinião de outros...
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Graci 10/10/2009

Estou lendo e recomendo a leitura e fascinante,para quem gosta de historias da mitologia grega,o livro descreve os deuses,as festas nos castelos enfim como era a vida de Helena de Tróia desde sua infância.Conforme você vai lendo vai sem envolvendo na história e cada vez quer saber mais.A escritora sabe nos prender a leitura os personagens são interessantes.Uma excelente leitura.
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PublishNews 11/05/2009

Helena retorna a Tróia
Em "Helena de Tróia" (Geração Editorial, 768 pp., R$ 59,90 – Trad. William Lagos) Margaret George reconstrói a história de amor adúltero entre ela e o troiano Paris, motivo da guerra que teria acontecido 1.200 anos antes de Cristo e que se transformou numa das maiores lendas do mundo grego. O romance resultou de uma pesquisa histórica que levou mais de cinco anos e várias visitas ao cenário da guerra, na Grécia, mar Mediterrâneo e onde se supõe ficava Tróia, no litoral de onde hoje é a Turquia. A autora explica que a guerra é um acontecimento que, por mais mitológico que seja, é atrelado a pessoas reais e funciona como um paradigma. Há séculos procura-se compreender esta passagem e são dos textos hititas e egípcios que foram retiradas as principais conclusões. Para escrever o livro, Margaret considerou importantes escritos como a Ilíada e a Odisséia, de Homero, poesias líricas gregas e romances como os de Chaucer, Shakespeare e Marlowe.
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