Os sete enforcados

Os sete enforcados Leonid Andreiev




Resenhas - Os Sete Enforcados


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Lydia P. 30/01/2021

Sobre a morte.
Essa história é sobre a morte e o que essas pessoas pensaram e sentiram diante da morte iminente.
O começo do livro de fisgou.! E logo de cara li a metade... porém em um determinado momento eu cancei da história... ficou massante e deixei o livro de lado. (mais especificamente no capítulo de Tanya)
Depois quando me senti mais a vontade voltei para o livro e terminei.
No livro temos 8 reações de pessoas à morte. Como elas se sentem, o que pensam... achei bem interessante apesar de, como falei, massante em alguns momentos.
Observei que todos em determinado momento ficam arrasados, nervosos, meio pirados, e por um momento felizes (no meio da loucura) o que é bem estranho e controverso! E depois tristes de novo.
Enfim, eu recomendo pra quem gosta do tema e de contos russos.
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Neidinhap 22/12/2020

Ode á morte
Reflexões sobre vida e morte, como as pessoas que encaram a morte, sabendo que seus dias estão contados. Como pessoas que dão a vida por um objetivo, uma missão sem receio de nada se acovarda com a morte sabendo que não tem alternativa..
Saber ou não saber quando vamos morrer...eis a questão..
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Jackson 27/09/2020

romantização de sete criminosos condenados à morte
Pior livro que li neste ano!
Narração prolixa, descrições desnecessárias e uma proposta ridícula! romantização de sete criminosos condenados à morte; só faltou falar que eles eram simples vítima da sociedade e que não mereciam estar na situação em que "foram" submetidos. Não tem ação, os crimes são completamente sem sentido narrativo qual era o objetivo para o desenvolvimento da trama?
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Carrara 14/06/2020

Uma pancada! História de 7 pessoas condenadas a forca e suas reações individuais e no coletivo nesse momento de espera pela morte.
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Ivone.Mariano 10/05/2020

A pena máxima, reflexões sobre morrer e viver e o cadafalso
A posposta é encarar a morte de frente. Todos sabemos que vamos encontrá-la, porém, para nossa tranquilidade, a maioria de nós somos ignorantes sobre o dia e a forma em que se dará esse encontro. Digo alguns porque, nesse conto, alguns personagens receberam essa informação. Cabe-nos, então, experienciar, junto a esses sentenciados, a agonia e reflexões sobre a vida e morte.
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Janaína Calmet 10/05/2020

Minha primeira experiência com o aplicativo do Kindle para celular, e meu primeiro contato com a obra do Leonid Andreiev.
Lido de "uma sentada só".
Excelente!!!

*
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"A Vida e a Morte moviam-se simultaneamente, e até o final a Vida permanecia vida, em seus detalhes mais insignificantes, ridículos e insípidos."
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Soraya.Utsumi 13/05/2019

O livro é sobre a angústia e o comportamento de sete condenados à pena de morte por enforcamento nos dias que precedem a aplicação da pena. Andreiev coloca muito bem em palavras o desespero ou o seu componente oposto em uma situação irreversível. Diferentemente de O estrangeiro, de Camus, em que paira no leitor um descontentamento ou indignação quanto à inevitabilidade da aplicação da pena de morte, neste livro a mesma parece até compreensível, considerando o contexto e o crime cometido no caso de Yanson, por exemplo, embora não o seja para o autor russo. Talvez porque o personagem de Camus tenha sido mais detidamente construído, enquanto esse livro é mais curto e com mais personagens. A princípio pensei que se tratava de pessoas inocentes sendo condenadas, mas os personagens praticaram crimes para os quais, nos dias de hoje, na maioria dos países, não teriam a pena que tiveram, e no início do século XX Andreiev aponta no prefácio sua intenção de provocar uma reflexão sobre a iniquidade da pena de morte.

- “Ergueu-se involuntariamente e endireitou-se, como se estivesse diante do Ser Supremo. E derrubando as muralhas, destruindo o espaço e o tempo com a impetuosidade do olhar que tudo penetrava, ele mergulhou a visão nas profundezas da vida que estava para abandonar”. -
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Aline Teodosio @leituras.da.aline 22/04/2019

Nessa novela, sete pessoas que cometeram algum tipo de crime imperdoável são condenadas à forca.

O brilho da narrativa, no entanto, não está em como se dará (e se se dará) esses enforcamentos e mortes trágicas, mas sim na maneira com que cada indivíduo reage à sua própria condenação.

Embora a trama se desenvolva de forma bastante rápida, o autor consegue nos transmitir de forma angustiante os momentos que antecedem a lamentosa e inevitável sentença.

Enquanto um indivíduo reage de maneira calma, outro entra em um colapso mental devastador. Enquanto um tenta abstrair a mente, outro embarca na loucura. Enquanto um chora, outro ri, outro demonstra apatia e indiferença. Todos, porém, a sua forma, experimentam o medo da sua forma mais crua e implacável - medo da morte, medo do desconhecido.

Um texto de pura agonia que nos mostra o quão ínfimo é o domínio que temos sobre a nossa mente.
Pedro 22/04/2019minha estante
Pareceu -me interessante


Gustavo.Romero 22/04/2019minha estante
Há ai alguma ressonância do "Muro" do Sartre, não?


Aline Teodosio @leituras.da.aline 23/04/2019minha estante
Gostei bastante, Pedro. Gustavo, ainda não li nada do Sartre, tô criando coragem.. rsrs




Israel 20/01/2017

Resenha no link:
https://selvapop.wordpress.com/2017/01/20/this-is-the-end-beautiful-friend/
Marcelo.Candeias 03/03/2017minha estante
Israel, você saberia me informar se esse texto foi traduzido diretamente do russo?




regifreitas 04/01/2014

ver resenha no blog abaixo.

site: http://vialittera.blogspot.com.br/2013/12/os-sete-enforcados-leon-andreiev-este.html
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MENINA LY 22/03/2013

Não funcionou pra mim!
Infelizmente este livro (que por sinal tem uma capa super linda, aliás toda coleção Novelas Imortais é lindíssima), porém a estoria não rolou pra mim. Talvez pq eu esperava um outro tipo de desenvolvimento. Aqui temos setes pessoas que cometeram crimes e que foram condenadas com a pena de morte que no caso é a forca. A partir dai vamos acompanhar cada um em seus últimos momentos de vida, e foi aí que falei - opa agora o negócio vai, só que...Não vi estoria, ficou enrolando e enrolando e quando vi o livro terminou. Me arrependi de não ter abandonado este livro e partido para algo mais bacaninha... pura perda de tempo.

PS: Essa é a minha opinião e gosto.
Shadai 16/06/2018minha estante
Também esperava muito mais. Entendo ter pouca ação, mas ainda assim não tem passagens psicológicas, filosóficas ou emocionais marcantes.




Rodrigo 22/11/2012

Morte e sua capacidade de mudar o pensamento humano
Inicialmente devo enfatizar a beleza desta edição que possuo, é um relançamento da Coleção Novelas Imortais do ano de 1987, que por sua vez, fora organizada e apresentada por Fernando Sabino com um breve discurso nas primeiras páginas de cada obra, pela editora Rocco. Esse relançamento traz o selo Rocco Jovens Leitores, que possui a proposta de trazer, de uma forma leve, barata e bonita, clássicos da literatura dos séculos passados. O trabalho feito pela retina78 está realmente primoroso.

Sou um tanto quanto suspeito ao se tratar de literatura russa, por esse motivo a novela do até então desconhecido Leonid Andreiev, obteve créditos extras logo no primeiro momento da leitura. Nesta edição contém a introdução à americana, com explicações basilares para o correto entendimento da obra e o que ela almeja nos mostrar: isso é fundamental ao se tratar da literatura do leste, que difere em tantos aspectos com a cultura ocidental.

Em termos de conteúdo, de maneira geral, a obra aborda somente aqueles relacionados às penas capitais, que não são poucos, mas que não exigem do leitor grandes bagagens bibliográficas, até por se tratar de uma Coleção para apresentar aos jovens o vasto mundo da literatura. Trata-se das sensações que permeiam o limite da sanidade (acredito que em muitas situações esse limite está quase imperceptível) com a iminente chegada da morte, que é certa. Em uma passagem, onde determinada personagem afirma “como podia não existir a imortalidade, se ela já era imortal? De que outra e intolerável, de que outra morte poder-se-ia tratar, se ela já estava morta e imortal, viva na morte, como estivera morta em vida?” mostra claramente a justificativa para afirmar que o protagonista da obra é a própria Morte, ou o que esta pode fazer com a mente humana.

Por não ser um romance, não há espaço para conhecer profundamente cada personagem, ou não explicitamente, já que é mostrado grandes traços de cada personalidade, suas diferenças e adaptações, ou não, em situações-problema. Ao todo é uma excelente leitura, que se analisada a fundo traz sérios questionamentos da história mundial do passado e do presente, e a relativização da vida humana em tempos difíceis, ou no auge da globalização fundamentalista do mundo ocidental.

Trecho marcante: "O que sentia não era o medo da morte; a morte agora lhe seria bem-vinda. A morte, com todo o seu mistério e sua eterna incompreensão, era mais aceitável à sua razão do que esse mundo fantasticamente distorcido. Além do mais, a morte parecia ter sido destruída nesse mundo louco de fantasma e fantoches, perdendo sua importância colossal e enigmática, tornando-se algo mecânico, e apenas por esta razão, terrível...".
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spooky buk 14/04/2010

Às vezes você acha um pensamento, uma descrição ou uma comparação pela qual vale a pena ler um livro. Esse livro tem pelo menos duas ocorrências desse tipo a cada 3 páginas. Realmente incrível a prosa desse cara.
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Biu.V 11/05/2009

Um grupo de jovens condenado a morte conversam sobre a própria morte. Um libelo contra a pena capital.Vale a pena ler.
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