O Jardim das Aflições

O Jardim das Aflições Olavo de Carvalho




Resenhas - O jardim das aflições


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pedrocipoli 14/08/2017

Perda de valores
"O jardim das aflições" não é um livro para ler rapidamente. O conteúdo fica mais pesado e sofisticado a cada página, em especial pela quantidade assombrosa de referências.
A ideia básica do livro é a substituição de valores judaico-cristãos para os outorgados pelo Estado. Este passa a regular cada aspecto da vida dos cidadãos, que perdem a ideia de valores tradicionais milenares para aceitar tudo o que o Estado diz que é bom.
Pouco importa se você é ateu ou religioso: a ideia básica faz todo o sentido. Pessoas comuns passam a tratar o Estado como o um Deus terreno, e isso leva a conclusões desastrosas.
Vale uma nota: este não é um livro fácil. É importante ter uma base intelectual mínima para entender a tese do livro. Recomendo a leitura dos livros de Theodore Dalrymple, "Pecar e Perdoar", de Leandro Karnal, assim como "A Nova Era e A Revolução Cultural", do mesmo autor, antes de ler "O Jardim das Aflições".
De fato, é um livro que muda a visão do leitor sobre o mundo.
Rubem.Santana 18/11/2017minha estante
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Daihane Cezar 09/07/2018

Recompensa Intelectual
Um livro com densidade, que deve ser lido pacientemente, principalmente quem ainda não tem intimidade com conceitos filosóficos, mas acessível a qualquer leitor que quer ter uma visão mais cristalina do que acontece ao nosso redor. Destrincha com muita base histórica como somos manipulados, persuadidos, induzidos, para uma mentalidade fraca a cada geração. Indico ler todas as notas de rodapé, desapegados de paixão religiosa, ou qualquer que seja, no final você será recompensado intelectualmente por ter se dedicado a essa leitura.
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Ronaldo Thomé 24/08/2018

Simplesmente um dos piores livros que já li. Olavo não consegue desgrudar por um momento de teorias conspiratórias e se contradiz o tempo todo. Já nos primeiros capítulos, sugere que há um "projeto de dominação" baseado nas escolhas de autores determinados pela mídia, como no caso da coletânea "Os Pensadores". Mas, recentemente, em um debate, declarou que "não há recentemente nenhum projeto de país". Ora, pois, custava ter desmentido ou reformulado o que ele mesmo escreveu?
Em outra situação, o autor diz que Wittgenstein seria um pensador menor, que deveria, por exemplo, ser excluído da coletânea "Os Pensadores". Sugere que, por exemplo, Jung fosse inserido. Bem... Mas a coletânea não era justamente destinada a filósofos? E o debate não era focado justamente nos filósofos?! Até onde se saiba, Jung jamais foi filósofo.
No final, a conclusão: Olavo de Carvalho é imensamente inadequado e pode ser substituído por diversos pensadores mais gabaritados, como John Locke, Thomas Hobbes, Milton Friedman, Mario Vargas Llosa. Livro ruim e sem propósito, não dá para recomendar para ninguém.

Nota: 0,5 de 10,0.
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Ale Nagado 25/03/2018

O Jardim Das Aflições: A monumental obra de Olavo de Carvalho
Em 1990, o Museu de Arte de São Paulo - MASP - foi o palco de uma conferência sobre ética, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura. A esquerda se projetava como uma tábua de salvação para a nação, representando tanto a honestidade como uma alternativa viável de poder.

Como parte do ciclo, o filósofo, professor e editor José Américo Motta Pessanha deu uma palestra para cerca de 500 pessoas - com muitos formadores de opinião - acerca do conjunto de pensamentos que envolve o senso ético. Para embasar suas teorias, buscou referência em um antigo pensador grego chamado Epicuro (341 a 270 a.C.).

(Texto completo no link indicado.)

site: https://reflexocultural.blogspot.com.br/2018/02/o-jardim-das-aflicoes-o-livro.html
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