Qual é a tua obra?

Qual é a tua obra? Mario Sergio Cortella




Resenhas - Qual é a tua obra?


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Dirce 31/08/2011

INSATISFATÓRIO
Eu, até o momento, não tinha lido nenhum livro do filósofo, escritor e professor Mario Sérgio Cortella, mas já o conhecia, havia um bom tempo, por meio de entrevistas( em vários programas de TV) e de palestras na TV Cultura ( Café Filosófico)
Quando me deparei com seus livros na prateleira de uma livraria, fui vítima de uma compulsão e voltei para casa com uma sacolinha nas mãos que continha 2 livros: Qual é a Tua Obra e Não Nascemos Prontos.
Assim que iniciei a leitura do Qual é a Tua Obra achei que tinha me dado mal, pois me pareceu que se tratava de um livro com endereço certo: para àqueles que estivessem no mercado de trabalho, uma vez que as questões levantadas eram relativas de Gestão, Liderança e Ética
Entretanto, à medida que eu virava as páginas ( apesar das colações carregadas de senso de humor), a leitura foi se tornando inquietante - fui levada a reflexões que me fizeram ver que, muitas vezes, a “carapuça” me serviu - me fizeram ver que meu pára-quedas está com avarias precisando de reparo ,e que devo começar temer o Mesmo.
Na medida em que eu avançava na leitura, a inquietação foi substituída por uma sensação reconfortante, pois apesar dos pesares, eu me reconheci na maternidade no meu trabalho e também como dona de casa e esposa.
Cheguei à óbvia conclusão que Qual é a Tua Obra traz questões inerentes ao cotidiano de qualquer cidadão, e longe de se tratar de um livro de auto-ajuda é um livro endereçado a qualquer pessoa preocupada em gerir sua vida de modo que lhe seja possível se reconhecer ( se ver naquilo que faz) .
Indagações me acompanharam durante toda a leitura ( como: fiz o possível, mas será que fiz o melhor?) e, até chegar ao seu final , senti que um broto foi plantado em mim ( como sugere a capa do livro: há um broto dentro da letra Q) que poderá dar bons frutos.
Qual é a Tua Obra é um livro levará 5 estrelas por ser um livro INSATISFATÓRIO.
Incoerente? Não pela explicação do Cortella. Segundo ele estar satisfeito é meio assustador, pois nada mais é esperado, em outras palavras, insatisfatório é tudo aquilo que deixa um gostinho de quero mais.
vera 27/01/2013minha estante
Dos livros que li dele, este foi o que menos gostei. Se você gostou deste, recomendo ler os outros dele, em especial "Não espere pelo epitáfio" e "Não nascemos prontos"...


Lea Lopes 22/02/2017minha estante
Parabéns pelas sensíveis colocações, principalmente por julgar "insatisfatório" o livro e pela observação da imagem da capa. Brilhante!


Fernanda 27/02/2017minha estante
Eu também fiquei insatisfeita e troquei o livro.


Viruga 20/12/2017minha estante
Também fiquei alegremente insatisfeito! kkk




Fernando Blanco 16/01/2009

Cortella é um craque. Demonstra com competência qual é o caminho que nossos líderes devem seguir, para que a sociedade reencontre uma trajetória humanista para a gestão das organizações, tornando, quiçá, sustentavel o capitalismo, hoje moribundo.
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Karla 17/03/2010minha estante
bem sucinto. Gostei!




Bia Machado 17/07/2009

Um livro inquietante, como seu subtítulo diz...
Título e subtítulo: "Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética" - Mario Sergio Cortella

Começo falando do autor: Mario Cortella é filósofo, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP, onde ainda atua como professor-titular desde 1977 (o ano em que eu nasci, ). Atua tanto na Filosofia como na Educação, acredito que de forma igualitária, não privilegiando apenas um dos lados. Em seus escritos, noto sempre sua profunda paixão pelos dois assuntos, uma paixão contagiante.

Não sei se podemos considerar "Qual é a tua obra?" um livro de filosofia. Porém, como livro escritor por um autor filósofo, é um livro inquietante. Muita gente tem medo de ler livros que evoquem a filosofia. Creio não ser esse o intuito dessa obra. Cortella escreve como se falasse diretamente a quem está lendo, como se estivesse ali, do lado do leitor e dessa forma ele lança questionamentos, que nos acampanham desde a "orelha" do livro:

"Qual é a tua obra? O que você sente ao ouvir esta pergunta, apresentada aqui, intencionalmente, com a força quase metafísica de uma convocação, da palavra que questiona e reconduz ao núcleo da existência? Você se sente confortável e satisfeito quando pensa na sua obra? Ou se sente inquieto e um tanto quanto desconfortável?
Se estiver no primeiro grupo, preocupe-se; mas se estiver no segundo grupo, anime-se, porque este livro lhe trará algumas inquietações acompanhadas de muitas proposições relacionadas à gestão, liderança e ética."

Também não se deve pensar que seja um livro [apenas] para pessoas que ocupam cargos gestores, como o subtítulo pode fazer-nos crer: essa "gestão" é a gestão dos nossos próprios atos, influentes em nosso presente e futuro, consequentemente.

Com capítulos nomeados muitas vezes de forma divertida (alguém aí já ouviu falar em "Síndrome de Rocky Balboa"?), o livro cumpre o que propõe e não, definitivamente, não é um livro de auto-ajuda. Cortella não está ali para ajudar ninguém. Na verdade, o que ele quer é causar, se possível, um terremoto interior e fazer com que você comece a pensar no valor dessa [aparentemente] simples perguntinha: "Qual é a tua obra?"
Regina 24/07/2011minha estante
excelente resenha




Bárbara 02/06/2010

Esse livro é para TODOS. Qualquer um deveria saber que "há coisas que quero, mas não devo. Outras que devo, mas não posso. E outras que posso, mas não quero", e saber escolher o que fazer é, finalmente, praticar a ética nesse mundo raivoso em que vivemos.

Texto completo: http://biscoitoebolo.blogspot.com/2010/05/qual-e-tua-obra-mario-sergio-cortella.html
Regina 24/07/2011minha estante
Valeu adorei o blog também




Virgínia 28/10/2010

Qual é a minha obra?
Esse foi o livro do 3º semestre da faculdade, portanto leitura obrigatória!!!Mas eu gostei dele, o Mario Sérgio Cortella é muito inteligente, fora os temas abordados como ética, gestão e liderança ele explica as origens de algumas palavras e fatos interessantes sobre história antiga, o que mostra o quão amplo é o seu conhecimento.
Eu adoro pessoas inteligentes, ler...ouvir...me faz querer ser melhor, me esforçar mais para chegar pelo menos em 10% do que eles são!
Em "Qual é a sua obra?" o autor nos fazer quebrar alguns paradigmas como "separar o pessoal do profissional" entre outros e também nos questionar, afinal qual a nossa obra?
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Lucio 29/06/2011

O autor fez juz à sua fama. Realmente é muito culto. Mostra-se inteirado com as mainstream da ciência (mesmo não tendo formação na área), e esbanja conhecimento nas análises morfológicas e etimológicas (daria um bom exegeta).

Porém, não me agradou o otimismo científico de Cortella. Algumas gafes bíblicas (cf o histórico que fiz) também descredibizam a obra. Por fim, é repugnante a ética relativista que ele apresenta.

Foi meu primeiro contato com o autor. Ele escreve muito bem, uma leitura fácil, prazerosa. Ele usa vários exemplos de sua vida, e perpassa grandes pensadores do Ocidente com facilidade.

Quanto ao conteúdo, Cortella trabalha a falta de significado no labor dos homens, e propõe uma mudança de postura em relação ao trabalho, deixando de vê-lo como castigo, e passando a vê-lo como poiesis. Ele enfatiza alguns valores que contribuem para a liderança; e algumas características inibidoras, que retardam (se não eliminam) o progresso.
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Fabio Ferreira 21/10/2014

Divino 3
O que eu posso falar de Mario Sergio Cortella???? Tudo de bom que este autor tem.
Mestre Jedi em filosofia e teologia este professor da PUC dá um show de ensinamentos filosóficos.
Uma leitura gostosa e engraçada, você vai ver como a filosofia se encaixa no nosso cotidiano e nos faz pensar em ser algo melhor.
Vale muito a pena ler todos os livros do autor.
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Paulinha 23/07/2016

Você é o que você faz.
"um poder que se serve em vez de servir, não serve." (página 96)

Há 5 anos me encantei com a obra Não nascemos prontos! Provocações filosóficas do Cortella e, agora, volto ao autor pra ler um pouco sobre gestão, liderança e ética e continuo encantada...

Ao falar sobre trabalho, ele levanta as origens da palavra e a forma como encaramos o nosso trabalho no cotidiano: ele é apenas meu ganha-pão ou pode ser o motivo de algo maior, que mostra a minha obra, a minha criação?

"Etimologicamente, a palavra trabalho em latim é labor. A ideia de tripalium aparecerá dentro do latim vulgar como sendo, de fato, forma de castigo. Mas a gente tem de substituir isso pela ideia de obra, que os gregos chamavam de poiesis, que significa minha obra, aquilo que faço, que construo, em que me vejo." (pág.21)

Depois, ele fala sobre Gestão (sabemos tudo? É possível ter dúvidas?), Liderança (o que é essencial? Ela é um dom? Quais as competências da arte de liderar?) e Ética (ela existe em todos? O que as nossas escolhas mostram sobre a ética que temos?).

"Eu me vejo naquilo que faço, não naquilo que penso." (pág.20)

"A gente não aprende com os erros. A gente aprende com a correção dos
erros." (pág. 30)

"Essencial é tudo aquilo que você não pode deixar de ter: felicidade, amorosidade, lealdade, amizade, sexualidade, religiosidade. Fundamental é tudo aquilo que o ajuda a chegar ao essencial." (pág. 64)

"Você não nasce líder, você se torna líder no processo de vida com os outros." (pág. 71)

"Ética é aquela perspectiva para olharmos os nossos princípios e os nossos valores para existirmos juntos. " (pág. 105)

E aí, deu vontade de se encontrar e ver significado naquilo que faz? De saber lidar com a mudança? De ter discernimento nas decisões? De inspirar outros? De distinguir o essencial do fundamental? Então, boa leitura!

site: http://cantinhodaleitura-paulinha.blogspot.com.br/2016/07/qual-e-tua-obra.html
Marta 23/07/2016minha estante
Não é favorito do autor para mim, mas gostei.




Edson Camara 11/02/2017

Este é um livro de reflexão que pode ou não causar ação
Comprei este livro pelo subtitulo "Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética" já conhecia o autor de vê-lo na TV mas não liguei o nome a pessoa até ler a orelha do livro com sua biografia. O que o autor nos entrega neste livro é exatamente isso, inquietações, mas suas reflexões nos fazem pensar sobre o assunto, nada aqui é novo, vemos isso diariamente, a questão é, quero aceitar? Devo aceitar? Posso aceitar? É complicado, mas nos alivia em saber que há oportunidades de, ao menos no âmbito pessoal, em cada um de nós, de acertarmos o passo, corrigirmos a rota e contribuirmos para um futuro melhor. Este é um livro de reflexão que pode ou não causar ação, depende de cada um.
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Jade 13/04/2018

A sua obra é muito mais ampla do que qualquer atividade que realize
Neste livro, Cortella faz provocações acerca da vida, trabalho e liderança.
Sempre contextualizando o presente com o passado, Cortella nos mostra porque devemos encontrar um propósito no que fazemos e amar a nossa "obra".
O trabalho não deve ser excluído de nossa vida pessoal, afinal, a maior parte da nossa vida passamos no trabalho - ou a caminho dele.
Pra mim, a maior lição é entender que o fundamental é chegar ao essencial:
"Essencial é tudo aquilo que você não pode deixar de ter: felicidade, amorosidade, lealdade, amizade, sexualidade, religiosidade. Fundamental é tudo aquilo que o ajuda a chegar ao essencial."
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loucoporleitura 03/04/2013

Mais uma obra lida de Mário Sérgio Cortella , já tem resenha aqui no blog de "Não nascemos prontos". Logo de cara a pergunta inquietante: Qual é a tua obra? O que passa pela sua cabeça ao ouvir essa pergunta? Se você é uma pessoa "normal" , como a maioria das pessoas a sensação é de inquietude e um certo desconforto. A boa notícia é: anime-se , pois isso é a coisa mais normal do mundo e a leitura desse livro vai ajudá-lo a iluminar sua jornada.
Trata-se de uma leitura muito prazerosa e através do estudo dos significados etmológicos das palavras, conseguimos ampliar o entendimento de alguns termos.
como por exemplo , trabalho que tem origem no vocábulo latino "tripalium", que era nada mais nada menos que um instrumento de tortura.

"Temos carência profunda e necessidade urgente de a vida ser muito mais a realização de uma obra do que de um fardo que se carrega no dia a dia"

Uma coisa muito bacana que ele fala é sobre a famosa frase: "sabe com quem você está falando?" , eu pessoalmente acho essa frase sem sentido , imagine se o ministro do supremo Joaquim Barbosa chegasse a algum lugar , não seria necessário a pergunta, por dois motivos: 1° por sua postura que não o permitiria fazer essa pergunta 2° Dificilmente ele não seria reconhecido, ainda mais devido a sua atuação recentemente no caso "Mensalão".

"Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem"

Ao longo do livro, vamos aprendendo coisas, que depois de lidas, percebemos como são simples , mas que antes da leitura nunca tínhamos passado pela nossa cabeça. Um livro de leitura fácil, útil e que pode mudar sua postura em relação a vida e principalmente ao trabalho.
Cada livro que eu leio tem um motivo diferente de eu escolher para ler, esse foi indicado pelo amigo Ricardo Maia, gerente da Vozes, e agradeço , pois trata-se de um livro bom e útil.

"Mudar é complicado, sem dúvida, mas acomodar é perecer"

Confiram essas e outras resenha em: www.loucoporleitura.com.br
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Alvaro 30/08/2010

Um livro que impressiona
Conheci Cortella através deste livro e o impacto foi tão grande que onversei com amigos e emprestei-o diversas vezes.

Ele é provocativo e nos faz refletir e pensar sobre a nossa vida, de como você tem feito com ela.

Ao mesmo tempo ele é muito espirituoso, uma leitura agravável e aculturante.
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Gustavo 03/01/2014

Mario Sergio Cortella é magnífico. Devorei o livro com enorme prazer e, ao final, me senti insatisfeito, o que é muito bom. Se isso lhe parece estranho, leia o livro e entenderá melhor. Se você é gerente, chefe, coordenador ou ocupa algum cargo análogo, a leitura é obrigatória. Se você busca auto conhecimento, desenvolvimento ou sabedoria, da mesma forma indico o livro. Como um teaser, procure no Youtube pelo vídeo "Você sabe com quem está falando?" do mesmo autor. Ele é um dos capítulos do livro.
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pribt 13/02/2019

Objetivo
Escrito de forma objetiva, mas rico em conteúdo, o autor trata de gestão, liderança e ética.
"Qual é a tua obra?" é um reflexão em cima do que produzimos, achei que a obra " Por que fazemos o que fazemos" complementa o conteúdo desta obra.
Livro para ser lido para quem é da área administrativa e para quem não é. Eu não sou, mesmo assim o livro me levou a diversas reflexões de qual é minha função, qual o meu papel na ordem das coisas, na vida, no mundo... etc...
Algo que me chamou a atenção foi a questão da escolha, sou fruto das minhas escolhas e minhas escolhas são fruto da moral, isto é, dos meus princípios e também da minha conduta, isso resultará no meu conceito de ética.
É o quarto livro que leio do professor Cortella, valeu a pena pelo conteúdo, pela escrita, pela abordagem simples e intensa.
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