Dragão Vermelho

Dragão Vermelho Thomas Harris




Resenhas - Dragão Vermelho


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Rafaela Leite 14/07/2015

Dragão Vermelho
O primeiro livro da Coleção de Hannibal e o segundo que eu li. Trata-se da história de Will Graham, um policial que havia se aposentado mais cedo e que a pedido de um amigo volta ao trabalho para ajudá-lo a capturar um criminoso conhecido como fada do dente. Ainda jovem, Will se aposentou após ter colocado atrás das grades seu último e estressante caso: Hannibal Lecter.
O Fada do Dente, posteriormente chamado de Dragão Vermelho por conta de um quadro de Willian Blake e que tal assassino acredita que esse dragão mora dentro dele e que o domina, levando-o a fazer o que ele faz é Francis Dolarhyde, o serial killer da obra.
O livro mergulha na mente de Dolarhyde mostrando seu presente e passado, com suas psicoses e delírios. Conforme ele vai atacando suas vítimas, Grahan vai seguindo com as investigações a respeito de seus métodos, onde se faz necessário que ele entre em contato com o seu principal caso, àquele responsável por sua aposentadoria precoce: ele mesmo, o Dr. Lecter. Ele é o único que pode ajudá-lo a entender a mente de um serial killer, pois, segundo o próprio Lecter, Grahan tinha uma mente parecida com a sua.
Dolarhyde é visto como um cidadão americano, que se aproveita de seu cargo num laboratório fotográfico para escolher suas vítimas através dos vídeos caseiros que passam pelo laboratório para serem revelados. Tais vítimas foram famílias completas com 3 filhos, um animal de estimação e que ambas possuiam mães atraentes.
Outro ponto interessante da história é a relação que acontece entre Dolarhyde e sua adorável colega de trabalho, Reba, que era cega. Essa relação vem nos mostrar que, apesar de tudo, os brutos também se apaixonam. E, por ela, Dolarhyde tenta não obedecer ao dragão que insiste que ele a mate. Mesmo lutando contra as ameaças do dragão, e tentando fugir com ela, acaba cometendo uma loucura. O desfecho é surpreendente e inesperado. Muito bom mesmo! Recomendado aos fãs do gênero...
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Paulo Silas 08/12/2019

No livro em que o notório personagem Hannibal Lecter é apresentado ao mundo, há uma excelente história psicológica de suspense que envolve por completo qualquer tipo de leitor. Ambientalizado num cenário de investigação policial, onde um serial killer segue ativo com seus planos enquanto a polícia busca por diversos meios para localizá-lo e capturá-lo, "Dragão Vermelho" é uma história que capta a atenção de quem lê do início ao fim, não possuindo momentos baixos. É o tipo de livro que não se larga, pois além de o enredo ser atrativo, a narrativa é enérgica e nem um pouco cansativa. Um excelente livro, portanto.

"Dragão Vermelho" conta a história de Will Graham, um ex-agente do FBI que se vê compelido por Crawford, seu antigo chefe, a voltar a trabalhar em um novo caso que vem incomodando a polícia. Por mais que tivesse se afastado de tudo após um episódio envolvendo Hannibal Lecter que quase lhe matou, Will não vê alternativa que não aceitar o encargo de auxiliar a polícia na busca do assassino em série que está a solta. O problema é que mesmo para Will, com seu método único e peculiar de análise de perfil criminoso, o desafio é grande demais, de modo que o que resta é consultar o famoso Hannibal Lecter para que se tenha uma espécie de auxílio que possibilite a captura da "Fada do Dente" - como fica conhecido o criminoso que está sendo procurado.

Thomas Harris constrói uma história de ponta em "Dragão Vermelho", justificando se tratar de um thriller psicológico referência que culminou em duas adaptações cinematográficas. Os personagens são trabalhados com esmero, principalmente no que tange a psique de cada um. Não é a toa que Hannibal Lecter e Will Graham possuem universos a serem explorados nesse âmbito, cativando os leitores ávidos por leituras desse tipo. O livro, como já pontuado, se situa num alto patamar do início ao fim: a história é boa, os personagens são bem construídos, o suspense permanece sempre presente de maneira não cansativa e as reviravoltas estão presentes no ponto ideal. Daí que os elementos da fórmula de um bom livro nesse estilo estão todos presentes, sendo "Dragão Vermelho" uma obra primorosa que merece leitura.




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P. 19/08/2009

O Primeiro!
Provavelmente o melhor livro da série! Will Graham (que merece um mérito especial por ter prendido Hannibal Lecter) está atrás do infame 'Fada dos Dentes' (vai entender o que o tradutor Brasileiro pensou quando traduziu 'Tooth Fairy' para 'Gay Dentuço')
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Bruna Fernández 21/05/2013

Resenha para o site www.LivrosEmSerie.com.br
“Diante de Mim, é uma lesma ao sol. Está diante de um grande Começo e nada reconhece. É uma formiga na placenta. Está na sua natureza fazer uma única coisa corretamente: tremer devidamente diante de Mim. O que Me deve não é o medo, o senhor e as outras formigas. O senhor Me deve o pavor.” – pág 175

Uma das minhas temáticas favoritas em livros é serial killers, então vocês podem imaginar a minha felicidade quando ganhei Dragão vermelho de Amigo Livro no fim do ano passado. O livro “cozinhou” um pouco na minha estante até que eu resolvi pegá-lo pra ler e… não foi exatamente o que eu esperava. Aliás, uma coisa que eu estranhei muito foi a quantidade de erros que encontrei no livro, afinal não se ouve falar de livros da Record com revisão falha; e não há nome de nenhum revisor no livro, o que me levou a pensar que apesar de ter sido republicado recentemente, o livro não passou por uma inspeção mais minuciosa. Uma pena. Mas vamos ao que interessa!

Em Dragão vermelho, Thomas Harris conta a história de um serial killer que aparentemente escolhe família aleatórias para assassinar durante os períodos de lua cheia. As primerias vítimas são os Jacobi, do Alabama; depois os Leeds, na Georgia. Depois da segunda família ser assassinada, o agente do FBI, Jack Crawford, procura Will Graham e pede a sua ajuda. Will é um brilhante agente que capturou Hannibal Lecter há três anos, mas está aposentado depois de quase ter sido morto por ele. Apesar de relutar muito, Will aceita ajudar e logo após visitar as cenas do crime ele percebe que terá que visitar Lecter para pedir sua ajuda para pegar esse novo serial killer.

O momento do grande reencontro entre Lecter e Will Graham é extremamente tenso. A conversa entre os dois é perturbadora e simples ao mesmo tempo, e de longe dá para perceber como o personagem de Lecter é bem estruturado. Me peguei imaginando a pesquisa que Harris teve que fazer para montar seu personagem que se tornou um dos personagens serial killers mais famosos do mundo. A forma como, em poucos minutos ele consegue entrar na cabeça de Graham e fazê-lo se questionar, duvidar de si mesmo.

Porém, entre essa aparição e uma “breve” comunicação de Lecter com o novo serial killer e uma ou outra cena é tudo o que temos de Lecter no livro. Isso me decepcionou um pouco, pois a capa do livro nacional leva a frase: “A origem do canibal Hannibal Lecter”, e por isso eu esperava ver mais de Lecter em ação.

O serial killer, apelidado cruelmente pela imprensa e pela polícia de “Gay-dentuço” (uma tradução não muito adequada para o original “Tooth Fairy” que na verdade significa ‘Fada do Dente’), é na verdade Francis Dolarhyde. Francis é obcecado pelo quadro The Great Red Dragon and the Woman Clothed in Sun”, de William Blake e acredita possuir não só a força física, mas também a força mental do dragão vermelho, dando então, o título ao livro. O personagem é muito bem delineado e a minha percepção quanto a ele, físicamente, mudou muito ao longo da minha leitura. O autor também nos mostra o motivo de Dolarhyde ser como é ao revisitarmos o seu passado. Aliás, esse foi um dos poucos, se não o único, serial killer que eu vi ter uma oportunidade de redenção e achei o desfecho muito interessante.

A narrativa divide-se entre o ponto de vista de Will Graham e Francis Dolarhyde, sempre em terceira pessoa, e isso funcionou muito bem nesse livro, enriquecendo e dando várias informações ao leitor, que ele não teria se não fosse por essa dinâmica. Apesar de ter achado o enredo um pouco confuso, não sei se por conta da tradução ou por conta da escrita original do autor, a história é envolvente. Prever os é acontecimentos do enredo praticamente impossível e dá pra realmente sentir desespero ao virar das páginas em alguns momentos mais fortes. Aliás, despertar os mais variados sentimentos ao longo da leitura me pareceu ser um dom de Thomas, é possível sentir medo, nojo, pena, compaixão, terror, alívio, desprezo, tudo ao mesmo tempo.

Com um desfecho inesperado, Dragão vermelho não foi exatamente o que eu esperava e nem entrou pra minha lista de livros favoritos, mas com certeza é uma leitura que vale a pena pra quem gosta do gênero. Lembrando que o livro foi adaptado duas vezes para o cinema: a primeira em 1986, Caçador de Assassinos, com Brian Cox interpretando Lecter. Devido ao estouro de Silêncio dos inocentes e Hannibal: a origem do mal e suas adaptações para o cinema, houve um remake em 2002, Dragão Vermelho, desta vez com Anthony Hopkins – que já está eternizado no papel de Lecter.
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Patty Pizarro 07/07/2015

Nem acredito que demorei tanto para ter/ler esse livro.
A edição que tenho é bem ruim, a capa não tem orelha e o material é de segunda, as páginas são brancas com letras pequenas, possui erros de digitação e falhas na impressão, mas o conteúdo consegue superar todos os contras.
Hannibal Lecter não está em evidência nesse livro, quase não aparece, mas seus diálogos e cartas são cheios de classe e sarcasmo como conheci nos filmes. O livro é sempre melhor porque nos mostra mais profundamente o que os personagens sentem, mas agora que terminei de ler posso dizer que o filme não deixou a desejar. Excelente leitura.
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Fernando Lima 04/03/2015

Ótima leitura! Recomendo!
Eu já conhecia a história (da quadrilogia) pelas versões cinematográficas. Dá pra perceber que a adaptação do cinema foi bastante fiel, levando em conta as devidas adaptações de tempo, tecnologias, e o ritmo do cinema que tem que ser mais intenso pelo tempo de duração do filme.
Mesmo assim o livro chama a atenção para as características dos personagens. Por permear a temática psicológica/psiquiátrica os personagens são muito realísticos, seus problemas, sofrimentos, desejos e frustações. As descrições do espaço são muito boas. O autor utiliza muitos informantes de ambientes. Tudo isso ajuda, com certeza na leitura. Os diálogos, na maioria das vezes, mimetizam a oralidade.
Senti falta do Hannibal. Ele aparece muito pouco, apesar disso suas aparições são a parte densa da leitura. A presença do Dr. Lecter deixa o ambiente pesado. Dessa forma Will Grahan fica em destaque durante a narrativa e, mesmo não sendo um mestre em deduções como Sherlock, a mente dele está sempre à frente dos melhores do bureau americano.
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Violetanne 16/11/2012

Dragão Vermelho - Thomas Harris
Dragão Vermelho é um livro que me prendeu, do começo ao fim. Thomas Harris é um autor excelente na minha opinião, pois nos trechos de perseguição, eu realmente senti o medo de Will Graham, senti a decepção do personagem por colocar sua família em perigo, e senti o ódio fulminante pelo assassino.
Em contraponto, quando é apresentada a infância do Dragão Vermelho, pude compreender um pouco mais suas atitudes, e reforçar a idéia de que o que faz um serial killer é sua infância, muitas vezes conturbada e repleta de traumas.
A história se desenvolve de uma forma progressiva, em que percebemos o processo de Transformação no Dragão Vermelho. Os assassinatos de forma alguma acontecem repentinamente, o leitor pode perceber os fatores por trás dos assassinatos e da paranóia constante que toma o "Fada dos Dentes", apelido inteiramente repudiado por mim e pelo próprio assassino, mas que uso aqui para caracterizá-lo sem dizer seu nome.

Em relação ao filme, acredito que a adaptação foi muitíssimo bem feita. Todos os atores foram excelentes, e em minha opinião demonstraram exatamente os sentimentos que o autor pretendia transmitir. Acredito que o filme foi tão bem feito que algumas pessoas dizem que superou o livro. Eu não acredito que seja assim, apenas acho que o diretor do filme colocou os fatos de uma forma mais coesa, e procurou dar um fim mais comercial à história.
Sim, pois o fim do livro é um tanto quanto aberto, diferente do filme, em que há um fim definido, sem rodeios.

Se você está procurando um livro envolvente, que prende o leitor do começo ao fim, e transmite as emoções de forma intensa, esse é o seu livro. Agora, se procura algo no estilo Agatha Christie, em que o mistério só é desvendado nas últimas páginas, saiba que esse não é o estilo de Thomas Harris. O livro é uma imersão na vida do Dragão Vermelho, e antes mesmo do meio do livro, já conhecemos o assassino e seu modo de pensar, o que faz com que o leitor crie "afinidade" com o mesmo, e o que tornou esse um de meus livros preferidos.
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Kakau 01/06/2019

Personagens:
Dr. Hannibal Lecter
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Natalia 14/11/2012

"Dragão Vermelho" Thomas Harris - Resenha
Livro que antecede o best seller "O Silencio dos Inocentes", ele conta o como um dos maiores vilões de todos os tempos, Hannibal Lecter foi preso e seu relacionamento com Will Grahan, o agente do FBI que o prendeu.
Depois de alguns anos do ataque de Lecter, Will ele não faz mais parte do FBI. Traumatizado, ele busca refugio em uma praia, onde ele não seja assombrado pelos fantasmas de seus casos antigos. Mas á um assassino á solta, o Dentuço, que mata familias inteiras e se alto initula o Dragão Vermelho. Ele não vai parar sozinho.
O FBI pede ajuda á Will, que tem um perturbador dom de se colocar mentalmente no lugar de assassinos psicopatas para entende-los, mas ele precisa de ajuda, de alguem mais louco do que ele, do que o Dragão, ele precisa da ajuda de Lecter, e assim como Clarice Starling, do silêncio, ele vai até a prisão psiquiatrica em que Lecter está preso para que ele o ajude á descobrir quem é o Dragão antes que outra familia seja dizimada.
Como ele vai manter a sanidade tendo que encarar esses dois assassinos mesmo quando isso significa que sua propria familia estará correndo perigo?

Impressões

Um thriller pscicológico intenso, que nos leva ao mais profundo da mente de um Serial killer muito inteligente e metódico. Seus traumas de infância que o moldaram convergem para a reveleção do que ele tem que fazer, uma força maior manda, o dragão.
"Dragão Vermelho" foi escrito antes de "O silêncio dos Inocentes", e teve sua adaptação para o cimema no começo dos anos oitenta, porem quando o silêncio recebeu sua versão para o cinema, acabou tendo mais notoriedade do que o primeiro. A interpretação de Anthony Hopkins como Haniball Lecter ajudou muito para isso. Situação corrigida na decada de 2000, quando "Dragão Vermelho" foi refilmado, dessa vez com Hopkins revivendo o personagen que lhe coube tão bem.

Porque você deve ler?

Vocês vão mesmo perder a oportunidade de tem Hannibal Lecter, um dos melhores vilões de todos os tempos, descrito em um livro em toda sua complexidade? A abordagem psicologica desses personagens sombrios é algo raro na literatura e deve receber sua atenção. Com certeza.
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Naty Fênix 24/08/2009

Muito bom
Apesar de achar o Thomas Harris machista recomendo o livro, é bastante misterioso e muito envolvente adorei....
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etsilvio 28/06/2019

Bem morno
A história é até interessante, já a escrita, nem tanto. Não consegui me envolver com os personagens, e a dupla de investigadores, nem se fala... Vou deixar pra ler Hannibal num futuro.
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Fernando.Rodrigues 10/08/2018

Ótima leitura, mas falta empolgação!
É um livro muito bom, mas carece de ação e achei que o autor deveria explicitar mais as poucas cenas de violência do livro. Parece até que evitou escrever do assunto...enfim, faltou algo para empolgar e me fazer devorar o livro.
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