Carcereiros

Carcereiros Drauzio Varella




Resenhas - Carcereiros


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nanarissa 06/12/2021

Em grande parte, segue a linha de Estação Carandiru, mas tem mais relatos e reflexões de ordem pessoal, além da defesa de alguns de seus pontos de vista. A leitura é fluida, os "contos" são também envolventes, mas gostei mais do Estação Carandiru.
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isa 05/12/2021

Em comparação ao livro estação carandiru, esse é bem inferior. As histórias não te cativam e te causam tanta curiosidade, é muito interessante saber sobre a realidade daqueles que convivem diariamente com os detentos, mas os relatos ficam um pouco "sem graça" quando colocados ao lados das histórias contadas no primeiro livro.
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Marriete 21/11/2021

Carcereiros ? Resenha
Autor: Dráuzio Varella
 
 
Dráuzio Varella trabalhou como médico voluntário em penitenciárias por treze anos, durante todo esse tempo ouviu e testemunhou histórias que o cidadão comum que jamais colocou os pés dentro de uma cadeia poderia imaginar. Fatos e relatos duros de pessoas marginalizadas pela sociedade, muitos que caíram por sua própria imprevidência, outros por puro gosto e crueldade.
 
Para guardar e manter uma certa disciplina entre todos os presos está o agente penitenciário, o carcereiro que muitas vezes despreparado precisa enfrentar o desafio de vida e morte dentro das cadeias sem uma arma.  
 
Neste livro, Dráuzio Varella nos conta um pouco sobre as agruras desses profissionais tão necessários quanto desvalorizados. O custo pessoal é muito alto para um salário tão baixo. O agente muitas vezes se perde no vício do álcool, do suborno, perde família, equilíbrio psicológico, quando não a própria vida. Fácil é julgar os atos de alguns poucos que se permitem desviar da lei, difícil é buscar compreender os fatos que os levam a esse fim. É muito importante que esse livro seja lido com cuidado e uma boa dose de estudo, já que muitos de nós não teremos essa experiência, mas, que através desse trabalho poderemos conhecer e julgar menos as pessoas e profissionais que dão ali o seu melhor sempre que podem e conseguem.
 
Recomendo a leitura.
 
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Gabi 09/11/2021

Olhos condenados pela desgraça.
Ninguém pode apagar as memórias de um detento e muito menos apagar as memórias dos funcionários públicos que atuam no sistema. O Brasil, por mais que se declare contra a tortura, possui seu próprio mecanismo aparelhado à necropolítica - o sistema carcerário. Drauzio Varella nesse livro, apropria-se de uma minuciosidade ao penetrar as memórias de seus companheiros de trabalho na Casa de Detenção de São Paulo, mais conhecida como Carandiru, só que, dessa vez, traz à baila os olhares de quem fecha os cadeados, conduz os prisioneiros, corrige e se impõe como autoridade do estado. De fina flor não se faz o cotidiano desses homens descritos em capítulos e são danos irreversíveis à própria paz. Também é um livro nostálgico, pessoalmente. Me senti novamente criança, assistindo a implosão do Carandiru pela TV, mas dessa vez no olhar da história trabalhista e prisioneira do complexo.
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Gabi 09/11/2021

Olhos condenados pela desgraça.
Ninguém pode apagar as memórias de um detento e muito menos apagar as memórias dos funcionários públicos que atuam no sistema. O Brasil, por mais que se declare contra a tortura, possui seu próprio mecanismo aparelhado à necropolítica - o sistema carcerário. Drauzio Varella nesse livro, apropria-se de uma minuciosidade ao penetrar as memórias de seus companheiros de trabalho na Casa de Detenção de São Paulo, mais conhecida como Carandiru, só que, dessa vez, traz à baila os olhares de quem fecha os cadeados, conduz os prisioneiros, corrige e se impõe como autoridade do estado. De fina flor não se faz o cotidiano desses homens descritos em capítulos e são danos irreversíveis à própria paz. Também é um livro nostálgico, pessoalmente. Me senti novamente criança, assistindo a implosão do Carandiru pela TV, mas dessa vez no olhar da história trabalhista e prisioneira do complexo.
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Bruno.Defaveri 03/11/2021

O outro lado dos presídios
Depois do livro que conta suas histórias com os presos que atendia mo sistema prisional, nesse livro dr drauzio mostra a realidade dos presídios pela perspectiva dos carcereiros e demais trabalhadores do sistema prisional, leitura densa mas recomendada.
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Cesar.Neto 27/10/2021

Drauzio Varella tem o dom de dar uma fluidez a leituras com temáticas densas. Suas experiências vividas nos presídios brasileiros traz consigo uma capacidade ímpar de se ter empatia.
Li o "Prisioneiras" e o "Estação Carandiru" nesse ano e não poderia deixar de ler o "Carcereiros". Confesso que, em se comparando com os outros dois, esse é o que possui um ritmo mais lento. Mas não menos chocante.
Vale muito a leitura.
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Maia 22/10/2021

Drauzio, como sempre, impecável e necessário.
Li esse livro meio com o nariz torto por ser o menos famoso da trilogia e com o "tema" que menos me interessava e me surpreendi! Foi o que li mais rápido dos três; a escrita de Drauzio, como sempre, é um deleite. Extremamente fluido e certeiro em mostrar "o outro lado da moeda", a obra segue o mesmo modelo dos outros livros, contendo relatos, violência (gatilho para abuso sexual e violência em geral) e personagens marcantes. Dando voz aos carcereiros, Drauzio é sensível e duro, trazendo várias temáticas polêmicas e necessárias tal como o encarceramento em massa no Brasil e o nascimento/ funcionamento das prisões. O relato se passa pós massacre de Carandiru e desligamento da casa de Detenção onde o feito se deu, porém os relatos são da época que a casa funcionava, incluindo alguns no pós massacre, trazendo inclusive as consequências fáticas do acontecido em 1992, tal qual o surgimento do PCC - primeiro comando da capital - que surge para tomar o controle das prisões paulistanas após o assassinato em massa acontecido.
Esse livro, cronologicamente falando, é o "do meio", porém, pode ser lido em qualquer momento - tal qual os outros (Prisioneiras e Estação Carandiru). Só recomendo ler após Carandiru, pois se passa no mesmo ambiente.
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Letícia 14/10/2021

Fascinante
Minha segunda leitura de Drauzio e, mais uma vez, fui levada pela fluidez, detalhes e imersão com que as histórias são relatadas.
Obrigada, Drauzio, por me fazer enxergar além de onde achava que eu via.
Enquanto futura médica, espero um dia ser 1/4 da sua grandeza.
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ana :) 12/10/2021

Do outro lado da grade
Dessa vez, a visão é de quem, teoricamente, põe ordem em local onde pessoas condenadas por assasinato, roubo, sequestro, estupro e esses só são apenas algumas das acusações.
Carcereiros, em sua esmagadora maioria, nunca sonharam em estar naquele ambiente e no início da carreira aquela singular frase: onde eu vim parar? Sob um olhar sincero e reflexivo, Varella expõe a vida humana que esses trabalhadores levam com a constante violência em suas vidas e o quão afetada fica seu entendimento do mundo.

"Funcionários com muitos anos de experiência, capazes de manter a paz em pavilhões com mais de mil reincidentes, sufocar rebeliões com as mãos desarmadas e enfrentar a bandidagem mais indócil apenas com o poder persuasivo da palavra, foram estigmatizados e afastados do contato com os presos, escalados para postos subalternos sob o comando de colegas despreparados nos Centros de Detenção Provisória ou em funções burocráticas atrás de escrivaninhas emperradas." (P. 17)

"Já a origem social é semelhante: praticamente todos pertencem a famílias em que os filhos começaram a trabalhar cedo. A motivação que os levou às cadeias foi muito mais a segurança do emprego público do que algum apelo vocacional. Até o primeiro dia de trabalho, a maioria deles jamais havia imaginado pôr os pés numa prisão." (p. 29)

"O aprisionamento não tinha outra finalidade senão a de retirar do convívio social e castigar os que cometeram crimes, não havendo preocupação alguma em oferecer-lhes condições dignas de vida nem interesse em reinseri-los na sociedade. Nesse contexto, a função do carcereiro se limitava a garantir a ordem interna e evitar fugas, tarefas para as quais eram designados homens sem preparo, que se sujeitavam a trabalhar em troca de salários aviltantes." (p. 38)

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Alexandre.Canal 21/08/2021

O outro lado da moeda.
No segundo livro da trilogia de Drauzio Varela, vemos o contraponto com o anterior. Desta vez o autor nos mostra como é a vida dos Carcereiros na prisão que foi a maior da America Latina. Histórias de vidas, experiencias vivenciadas pelo proprio autor e lembranças narradas pelos carcereiros ilustram a rotina daqueles que tem como profissão ficar entre as grades da prisão. Mais uma vez percebemos a imparcialidade e a escrita leve e fluida de Drauzio Varella, quem nos entrega um dossie sobre o decadente sistema carcerário, que na maioria das vezes ao invez de reabilitar, corrompe ainda mais aqueles que nela vivem.
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Lívia 10/08/2021

Ótimo livro!
"Estação Carandiru" ainda é meu preferido por afinidade ao tema e as histórias contadas, mas Carcereiros é imprescindível para que se entenda como um todo o funcionamento das prisões no Brasil e de quem as mantém funcionando, principalmente no capítulo "Fábrica de Ladrões"
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jaquelinecza 05/08/2021

10/10
sou muito fã do drauzio, que ser humano espetacular, que médico dedicado e que escritor fantástico. o livro contém detalhes angustiantes mas que é importante sabermos e os personagens são instigantes. gostei muito, mas é bem pesado!
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Debora.Cruz 03/08/2021

Extremamente forte, com descrições ricas e intrigantes, o livro Carcereiros fazendo parte de uma série de livros sobre o massacre do Carandiru traz uma ótica muito interessante, o ponto de vista dos carceireiros. Que também tem que representar seriedade e força 24 horas por dia. É um trabalho que é desvalorizado totalmente, com um sofrimento diário encoberto.
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Ray 30/07/2021

Mais um ótimo livro do Dr. Drauzio
Esse é o segundo livro de uma trilogia que começa com Estação Carandiru. Carcereiros continua na mesma linha só que dessa vez tendo como protagonistas os carcereiros das prisões brasileiras.
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