Malícia

Malícia Chris Wooding




Resenhas - Malícia


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Lidy Laís 21/02/2017

Não sou acostumada a ler histórias em quadrinhos, e Malícia é parte romance, parte quadrinhos.
A história fala a respeito de uma revista em quadrinhos que abriga um mundo paralelo, Malícia. Existem duas formas de se chegar até lá, a mais conhecida (e assustadora) é através de um ritual onde Jake Gigante é chamado para levar a pessoa para Malícia. Basta seguir os passos e esperar, ele vai te encontrar quando você estiver sozinho.
Nessa aventura embarcam Seth e Kady, em busca do amigo Luke. Em Malícia, eles descobrem diversos segredos e se deparam com perigos inexplicáveis.
É incrível como o autor consegue cativar o leitor. Impossível não querer saber o que vai acontecer no próximo capítulo.
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Inlectus 11/12/2016

Legal.
Bem psicológico.
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Raquel 25/01/2016

Uma mistura de quadrinhos e escrita temperada com terror
Verdade ou mito? Essa é a pergunta que alimenta o mistério sobre a existência de “Malícia”, uma revista em quadrinhos. A famosa frase, “Jake Gigante, me leve embora... associado ao ritual preconizado pela lenda e a estória em cada edição, vem despertando a curiosidade de muitos leitores, inclusive de Luke, que conseguiu um exemplar e decidiu realizar o ritual para desmistificar a lenda. De acordo com os boatos, as vitimas são transportadas para o mundo em quadrinhos da revista, e retratadas para o leitor nas próximas edições. Os prisioneiros são sujeitos às condições de sobrevivência no universo paralelo de Malícia: lutas para sobreviver aos inimigos robóticos e que se alimentam da vida das suas presas humanas; péssimas condições de nutrição e a inclusão de ambientes estressantes e caóticos para sobreviver, ou seja, o cenário perfeito para a construção de novas narrativas bizarras para alimentar o entusiasmo dos leitores nas próximas edições.
O desaparecimento de Luke é responsável por colocar Seth e Kady em contato com a revista para tentar solucionar o caso. Temos aqui dois personagens bem cativantes: Seth é movido pela adrenalina do desconhecido, pois acredita que a vida só vale a pena quando a emoção está presente e novas aventuras surgem diariamente. Seu maior medo é acabar com uma rotina sem alterações como a dos seus pais, que considera acomodados e mortos. A primeira vez que aparece no livro, apresenta-se em uma situação de perigo, quase caindo durante uma escalada por não usar o equipamento de segurança. Impulsivo e corajoso, geralmente se joga de cabeça quando o assunto é a segurança daqueles que ama.

Kady é sua melhor amiga, desde a primeira vez que a viu. Um pouco mais racional e com um senso de humor peculiar, conquista o leitor de cara. Esperta e metódica é responsável por encontrar as primeiras pistas para resolução do mistério. Durante a narrativa, o leitor se surpreende com algumas revelações sobre seu passado e sua ligação com a Malícia.
No desenvolvimento da aventura, Luke acaba tornado-se secundário, mas ainda assim o motivo pelo qual seus amigos decidem conhecer um pouco mais sobre a lenda. Temos um outro coadjuvante rude, calado, Justin ainda sim consegue cativar o leitor. Ele é um garoto que vive no universo de Malícia há algum tempo e ajudará Seth a sobreviver durante sua jornada no desconhecido. Há muitos elementos utilizados na construção desse universo bizarro e misterioso: a presença de túneis, lugares sombrios e mirabolantes, personagens dotados de certo poder como o Senhor do tempo, o próprio Jake Gigante que parece invencível e continua a transportar pessoas para esse mundo obscuro e a própria realidade dos desaparecidos, presos e indefesos nas páginas da revista contribui para a construção do clima aterrador.

Outra coisa que achei legal foi à forma como o livro foi construído: quadrinhos mesclados à escrita normal, bem inovador. É um livro de leitura rápida, pois a escrita e a diagramação contribui satisfatoriamente para isso. Três estrelinhas de cinco, pela criatividade e trabalho. Considerando que a narrativa é infantojuvenil, acredito ter alcançado o público com êxito. O livro termina por deixar o leitor aguardando pela próxima aventura; espero que haja uma conclusão desse relato macabro.
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Jéssica 16/11/2015

Malícia(Chris Wooding)
Malícia é uma revista em quadrinho que parecia ser só um mito, mas quando Luke mostra a Heather o exemplar que ele conseguiu prova que não era apenas um mito e vai além segundo o mito se você fizesse um ritual usado alguns itens, fogo e chamasse por Jake Gigante você seria levado para Malícia e entraria no mundo da revista. O mundo de Malícia era macabro e despertava um medo em todos que conheciam os mitos por trás dela, mas Luke faz o ritual e chama por Jake Gigante, acreditando que era só um mito, mas coisas estranhas aconteceram e ele desaparece de repente.

Seth seu melhor amigo tenta descobriu o que aconteceu e acaba sabendo que ele tinha feito o ritual por Heather e mesmo que não acreditasse nos mitos sobre a revista começo a investigar junto com Kady uma de sua melhores amigas. O boatos começam a se tornarem cada vez mais reais e quando Seth consegue colocar as mão no ultimo exemplar de Malícia e vê Luke nas página não tem duvida e faz o ritual para entrar em Malícia.

Seth tem um espirito aventureiro e livre e em Malícia ele encontra Justin que parece ter esse mesmo espirito, os dois se ajudam e se tornam logo amigos indo em busca de saber como acabar com aquele mundo e os diversos sequestro que aconteciam com os que faziam o ritual e chamavam por Jake Gigante. Simultaneamente Kady que descobre que Seth foi parar em Malícia continua sua investigação sobre a revista e acaba descobrindo coisas que a colocaram em risco.

Os personagens foram bem construídos e conseguem despertar a apatia do leitor, o enredo é cheio de aventura e ação e a historia é sem duvida original e bem escrita. A narrativa é me terceira pessoa intercalada com partes onde a historia é em quadrinhos, onde seria o que a revista mostra, e isso sem duvida é um grande charme do livro. Assim eu fui surpreendida pela leitura pois não esperava uma historia tão boa quanto a que encontrei.

Mas em contrapartida enquanto a historia e a diagramação com paginas amareladas e ilustrações estavam muito boas a tradução e revisão me decepcionaram totalmente peguei algumas partes onde tinha frases sem sentidos, palavras erradas, erros de digitação como um bem evidente que achei em começo de uma fala que foi "Voê", diálogos no Msn que pareciam escritos por crianças de 10 anos e não por adolescentes de 17/16, idade dos protagonistas, pela gírias e abreviações usadas fora um balão da parte de quadrinhos que estava em inglês, enfim parecia um trabalho amador e não profissional que esperamos de grandes editoras como a Geração Editorial a qual pertence o selo Geração Jovem que publicou o livro. Outra coisa que me decepcionou é que na ultima página faz aquela propaganda de em breve o próximo livro, Caos, porem Malícia já foi lançado a mais de 3 anos e o segundo livro no seus país de origem a mais de 5 e não temos uma previsão se ele será lançado por aqui.

Mesmo com essa decepção com a tradução e revisão do livro, o que me fez tirar uma estrela da nota, recomendo a leitura para quem queira se aventura em uma historia bem original e cheia de aventura.

site: http://meumundo-meuestilo.blogspot.com.br/2015/10/Resenha161.html
João 17/11/2015minha estante
foda




sentilivros 07/11/2015

resenha de Malícia
O livro é ótimo! Acredito que agradará ao público infanto-juvenil ao qual foi destinado.
Uma mistura de prosa e revista em quadrinhos com ilustrações "fodásticas" você mergulha nesse universo viciante, macabro, assustador e cheio de mistérios.
Sabe aquelas lendas urbanas ( tipo a loira do banheiro, a mulher de algodão, etc) que todos nós já escutamos e uns e outros já tentaram fazer o ritual para ver o que acontece?
É nessa vibe que a história é construída. Malícia é uma HQ cheia de mistérios e especulações.
A leitura é rápida e fluída. Uma linguagem simples para atender a seu público.
Não vou contar mais, vão ler, pois vale muito a pena.
Super recomendo!
Aprenda sobre este mundo. Para poder derrotá-lo. pg.149

site: http://sentimentonoslivros.blogspot.com.br/2015/10/ola-pessoal-to-de-volta-com-nova.html
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jackfowl 30/10/2015

Uma página puxa outra
Não há como parar de ler esta aventura que mistura um mundo fantasioso dentro do universo real. Cada situação tem um gancho que puxa outra e em raros momentos há calmaria no livro. Não vejo a hora da tradução do próximo livro chegar.
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Joy 30/09/2015

Incrivelmente bem escrito e surpreendente.
Comprei apenas para passar o tempo e me surpreendi, sem conseguir tirar os olhos das páginas. Ansiosíssima para a continuação.
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Tici 15/02/2015

Tudo começa quando Luke resolve mostrar à Heather um exemplar de Malícia, uma revista que dizem ter seus personagens tirados do mundo real. Logo o menino torna-se desaparecido após fazer um suposto ritual para que Jake Gigante venha buscá-lo e levá-lo a Malícia.
Seth percebe como o amigo parece preocupado e tenso, até que ele simplesmente desaparece e Heather decide contar o que acontecera. Seth e Kady então passam a investigar a revista e encontram seu amigo Luke em um novo exemplar.

Em Malícia, Seth descobre que os boatos não eram apenas boatos, Malícia realmente existe, e é um mundo enorme. Assim que ele chega, conhece Justin, um menino que já se encontra há muito tempo naquele lugar e não se mostra muito aberto a falar sobre si, o que é bastante tolerável, já que não parece ser muito importante falar sobre o passado no lugar onde estão, o maior objetivo é sobreviver. Há pessoas que conseguem escapar e voltar ao mundo real, porém voltam sem se lembrar do que aconteceu, o período em que passam em Malícia se torna desconhecido, é como se a pessoa perdesse as lembranças.

O ponto forte do livro são os personagens, que são tão bem construídos que não precisam de uma descrição com os mínimos detalhes para que entendamos como são. Somente por suas ações já é possível distingui-los e conhecê-los, além de que os quadrinhos também nos ajudam a imaginá-los melhor.

Malícia é aterrorizante, envolvente e faz você querer estar na história de uma forma inexplicável, faz você sentir como se o que leu não fosse o suficiente. Além das palavras contidas no livro, podemos contar também com as figuras.
Dividido em texto e quadrinhos, nos dando uma experiência nova de leitura, é possível viajar nesse mundo com muito mais facilidade. A capa é chamativa e bastante trabalhada, assim como a diagramação, que ficou estupenda, com as ilustrações muito bem feitas.
Indico Malícia sim, é uma leitura recheada de aventuras. Até o pequeno romance contido na história é bem desenvolvido e o autor não deixa de nos tirar algumas risadas. Uma leitura ótima para qualquer hora, que além de viciante, vai te fazer querer mais e ansiar pela continuação, assim como estou agora, esperando por Caos. Que tal se aventurar em Malícia? “Você não vai escapar”.

site: http://www.obsessionvalley.com/2013/05/livro-malicia-chris-wooding.html
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Beatriz B. 13/10/2013

Impossível não querer que Jake Gigante o leve embora.
A Trama: O livro me surpreendeu muito. Eu iniciei a leitura esperando algo bobo e infantil, mas me deparei com uma das melhores aventuras sinistras e macabras que já li!
Há um mito sobre uma revista chamada Malícia, dizendo se você fizer um ritual pedindo para Jake Gigante o levar embora, ele o fará. Suas presas são então encarceradas no mundo apresentado dentro da revista, a qual sempre julgaram ser escrita e desenhada por uma mente psicótica. Toda a alma presa lá passa a estar condenada à desnutrição e lutas constantes com seres mortais robóticos e sugadores de vida, tudo isso dentro dos cenários cada vez mais desgastantes e bizarros.

A história se inicia quando os amigos Seth e Kady descobrem um exemplar em branco da revista no quarto de seu companheiro recentemente desaparecido, Luke. Mesmo sendo um tanto previsíveis, somos apresentados a várias reviravoltas surpreendentes na trama, na vida dos personagens e na resposta sobre como o universo paralelo de Malícia está conectado ao real. O mais legal é que o problema maior não é as pessoas caírem na armadilha do ritual ou o horror em que nela vivem, e sim quem está por trás de tudo isso...

O Protagonista: Consegui conhecer Seth e Kady muito bem, não por meio de suas breves descrições, mas sim pelo modo como o autor realçou seus diferentes comportamentos, diálogos e atitudes. Seth é o tipo de jovem que procura momentos emocionantes para provar a si mesmo que realmente vale a pena viver. Ele não tem medo de escalar elevações sem equipamento de segurança e simplesmente não pensa duas vezes quando o assunto é proteger pessoas em perigo, mesmo que para isso seja necessário fazer uma loucura.
Kady foi impagável! Mesmo sendo um pouco mais "pé no chão", seu jeito sarcástico de não levar nada tão a sério me fez rir horrores. Seu vício em computadores foi a salvação que desvendou pistas fundamentais no enorme quebra-cabeça de Malícia. Além do mais, Kady possui um passado tão misterioso que ela própria o desconhece.

Os Personagens Secundários:Não há tantos personagens secundários e eles não precisaram de detalhes minuciosos para serem bem feitos a ponto de com um único diálogo, o conhecermos melhor do que certos livros não o fazem em todas as suas páginas.
Luke, o amigo esperto que decidiu fazer o ritual a fim de comprovar se era realmente verdadeiro, aparece muito pouco e graças a seu fatídico destino, deu forças para os protagonistas prosseguirem.
Justin, um garoto que os protagonistas encontram em meio ao caos de Malícia, foi a luz no fim do túnel para Seth. Já mal nutrido por estar na revista há muito tempo, Justin teve um jeito um tanto rude de interagir com as pessoas, preferindo quase nunca falar sobre si. Porém,eu compreendo que depois de passar a vida no mundo dentro da pior revista já publicada, é considerável que seja assim.
Ainda há os sinistros e secretos produtores de Malícia, pessoas que Kady desconfia nem serem humanos. E eu simplesmente adorei, por mais malvadas que algumas "essências" sejam, os inúmeros animais robôs que atormentavam mais ainda a vida de quem estava soterrado nas páginas de Malícia.

Capa, Diagramação e Escrita: Em termos de publicidade, essa capa nunca "venderia o peixe" (piadinha dos bastidores). A cor vermelha não combinou com nenhuma das ilustrações e sinceramente, o contorno de uma cidade em ruínas ao fundo mais parece um borrão. Porém, gostei muito do relevo envernizado em alguns detalhes da capa e no capricho que tiveram no interior das abas.
Adorei a diagramação. As letras são grandes com espaçamento duplo, perfeito para ler 100 páginas num estralar de dedos. Os capítulos possuem título próprio, o que acho um charme, e ainda são subdivididos em partes numeradas. Porém, o que faz o livro ser diferente são os quadrinhos. Eles ilustraram as partes de mais ação do livro, como se para o autor narrar não fosse suficiente. Isso me deu uma breve ideia de como os "leitores" realmente vêem a revista Malícia, e me deixou mais próxima de como o autor imaginou sua história.
Será que ainda sobrou algum elogio para a escrita? Chris tem um jeito dinâmico e divertido de conduzir os acontecimentos, em terceira pessoa alternando a narração entre Kady e Seth. Ele abriu mão de certos detalhes "opcionais" focando nas aventuras e emoções que seus personagens transmitem. Percebi que ele optou em eliminar aquelas partes monótonas de deixar o leitor se situar, indo direto a ação, e isso valorizou muito a trama original que criou.

Concluindo: Uma história sombria e assustadora em certos pontos pode ser sim muito cativante. A narrativa instiga mais ainda o leitor a querer descobrir a origem dos mistérios, tanto em Malícia quanto na vida dos personagens. Leitura mais que recomendada para jovens e adultos.
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Ana Luiza Silva 16/07/2013

Malícia – Chris Wooding #InsoniaNerd
O livro começa e já conhecemos um garoto, Luke, e a amiga, Heather, no quarto dele. Luke quer contar algo para ela e, de repente, saca um pacote, todo embrulhado. Mesmo sem trocarem uma palavra, Heather sabe o que está dentro daquilo: Malícia – uma revista em quadrinhos que, segundo boatos, se você fizer um certo ritual, o absorveria para o mundo retratado em suas páginas. Os dois começam a lê-la, nervosos. Heather, horrorizada com o realismo e o horror das páginas, para de ler. Luke, então, conta seus planos: quer fazer o ritual para provar para ela que tudo – o traço realista dos desenhos, o desaparecimento de quem faz o ritual – é mentira. Depois de feito, coisas extraordinárias começam a acontecer na casa do garoto, deixando os dois apavorados.

Somos apresentados, logo em seguida, a Seth e Kady. Os dois amigos, que há pouco estavam escalando um penhasco, encontram-se com Luke, que parece inquieto e muito distante. Enquanto iam para casa, Seth começa a conversar com o amigo, que lhe conta sobre a revista. Após se despedirem, Luke pede para Seth ligá-lo à noite, para conversarem sobre Malícia. Aquela foi a última vez que os dois se falaram: Luke desapareceu logo em seguida. Isso, junto de uma conversa bastante reveladora com Heather, fez Seth concluir que Luke tinha ido para Malícia, de alguma forma.

Começa então a ação, com Kady e Seth investigando o desaparecimento de Luke – e sua possível ligação com Malícia. Embora Kady não saiba completamente das suspeitas de Seth, ela o ajuda. Os dois acabam envolvendo-se em algo que nunca imaginariam possível…

O livro, que mistura quadrinhos e texto, tem um ritmo aceleradíssimo – ação atrás de ação atrás de ação. Além de ser completamente viciante. Os personagens são decididos e determinados a cumprirem seus objetivos, sejam eles quais forem. E há alguns contrastes entre os protagonistas; Seth, um jovem impulsivo, determinado a não se tornar um Morto – um adulto que vive a rotina de “trabalho-casa-televisão” -, e Kady, jovial e radiante, a solucionadora das confusões em que a dupla se mete.

Apesar de ser “apenas um boato” Malícia, de fato, existe. De acordo com as histórias, você faz um ritual e em seguida chama Jake Gigante – uma espécie de “guardião” desse mundo – e então é transportado para lá. Embora muitos garotos façam o tal ritual apenas para mostrarem-se corajosos, para pagar apostas, existem aqueles que fazem por desespero, para fugir de uma realidade que não os acolheu e acham que, entrando em outro mundo, talvez sua sorte possa mudar.


“ – Não. Prosseguimos com cautela. Deixe como um boato. Um boato é mais poderoso. Damos a eles algo em que acreditar. E temos a certeza de que seus pais não vão ficar sabendo de nada.”


Viajar por Malícia é uma experiência deliciosa, com a escrita viciante de Chris Wooding e as ilustrações de Dan Chernett – cujos desenhos fazem jus ao “terror” que os jovens sentiam ao ver o traço realista de Grendel – o misterioso desenhista da revista. É sensacional você ler sem parar e ainda ter a representação desenhada dos personagens.


“ – Os personagens nos quadrinhos, eles não são reais – Luke disse. – É apenas boato. Dizem que o cartunista olha na seção de desaparecidos dos jornais e usa garotos e garotas como modelos para os personagens nas histórias. Coisa perversa demais, se for isso.”


A mistura de quadrinhos e texto foi genial! Se você é fã de quadrinhos, livros de investigação, fantasia e ação do início ao fim, Malícia é O livro para se ter, ler, reler…! E se você gostou, a sequência do livro – Caos (ou Havoc) – será lançada no próximo ano. Aqui uma leitora ansiosíssima para o lançamento!

site: http://insonianerd.com/leitura/livros/resenha-malicia-chris-wooding/
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Lúúh 10/07/2013

Resenha "Malícia - Chris Wooding"
O livro "Malícia", tem 410 páginas, foi escrito pelo autor Chris Wooding (que nasceu na Inglaterra), traduzido por Lidia Luther e ilustrado por Dan Chernett .
Conta a história dos amigos Luke, Seth e Kady, que descobrem uma revista que conta QUASE tudo sobre uma lenda urbana, chamada Malícia, onde Jake Gigante é o "rei" daquele mundo horripilante. "Jake Gigante, me leve embora...".
Indico para quem gosta de ficção, aventura e terror romântico. Mas, lembrando: ele é infantil. Só levou 4 estrelas por ter frases meio complicadas de entender. Mas vale!
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Minha Velha Estante 29/04/2013

Segundo uma lenda urbana, existe uma revista secreta, Malícia, sobre um mundo macabro repleto de armadilhas e horrores, supervisionado por Jake Gigante, um sinistro mestre-de-cerimônias. Dizem ainda os boatos, que os adolescentes que aparecem na revista são pessoas reais, desaparecidas do nosso mundo e aprisionadas nos quadrinhos, vítimas das provações mortais de Jake Gigante.



Um dos lances mais interessantes do livro é o formato parte HQ, parte romance, acho que o valorizou ainda mais. Você está todo compenetrado no texto e, repentinamente é levado ao universo dos quadrinhos para vivermos o clima de terror de Malícia.



Malícia é uma revista em quadrinhos sobre lendas urbanas do tipo que todos já ouviram falar, mas não sabem ao certo se é verdade ou imaginação. E suas edições trazem histórias de jovens que sumiram inexplicavelmente, o mundo de Jake Gigante é o cenário por trás desses quadrinhos.

Esses jovens fizeram um ritual de invocação, onde Jake Gigante e convocado para levá-los.

A nossa história começa com alguém que quer provar que tudo não passa de imaginação, só que ele realmente desaparece, e os seus amigos vão em busca de respostas.



Com muitas idas e vindas, Malícia prende o leitor desde o início. É um livro de leitura fácil, que flui naturalmente. Apenas me decepcionei um pouco com o final... coisa minha, quando você ler, você vai entender. Recomendo para quem gosta de aventura, mistério, um terror sutil e, é claro, para os fãs de HQ's.



Ah, e terá continuação, viu?!

site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2013/02/resenha-malicia-voce-nao-vai-escapar.html
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Glaucia 25/02/2013

Malícia - Chris Wooding
O enredo é basicamente constituido em cima de uma lenda, sobre uma revista que é capaz de levar pessoas para o mundo dos quadrinhos, um lugar repleto de armadilhas macabras, e o responsável pela maldição é Jake Gigante.

Seth e Kady nunca acreditaram na tal maldição da revista, até que Luke desaparece. Eles ficam preocupados e começam uma caçada sobre a lenda de Jake Gigante, não sabendo que em breve, não apenas irão saber mais sobre ela, como irão vivê-la também.

É um bom livro, indicado para todas as idades, devido ao mistério e aventuras que envolve o próprio enredo, e a dinâmica de intercalar texto e HQ.

Só peca no excesso de descrição no ínicio do livro, mas depois disso até que história desenrola rapidamente.

O trabalho de diagramação do livro está fabuloso, desde a capa até a revisão do texto. Vale a pena!

Resenha escrita por Glaucia Matos – www.leitorait.com ©
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Mano 14/02/2013

Bem vindos à Malícia
Sem querer pagar uma de erudito e tal, devo dizer que consumo muita, muita literatura. E é de tudo um pouco, embora acabe tendendo mais para a fantasia e o horror. Por esses e outros motivos, sei muito bem quando um livro não tem nada de proveitoso ou, pelo contrário, vale cada segundo daquela experiência de leitura – às vezes, dá pra saber isso só pela sinopse… E, assim, posso dizer que Malícia foi uma das que mais me surpreendeu, este ano.


Essa obra do britânico – tinha que ser, haha – Chris Wooding é uma publicação da Geração Jovem, um selo da Geração Editorial, aqui. E posso dizer que foi uma aposta bem feita. Afinal, apesar de uma das orelhas do livro afirmar que Wooding já publicou 16 livros, mundialmente, não conhecia tanto o autor quanto sua obra – uma breve pesquisa, aliás, deixa a entender que apenas um outro livro dele foi publicado no Brasil -, o que se mostrou lamentável.

Para vocês entenderam o que se passa, devo começar dizendo que Malícia, na verdade, é uma revista em quadrinhos… E não é, também. A trama tem essa coisa de “metalinguagem morrosoniana” que tanto falo, por aqui, e mostra o que se dá do contato de adolescentes – alguns deles com situações de vida e familiares bem delicadas – com essa HQ extremamente bizarra e, aparentemente, sem nexo, mas com um mistério sinistro que gerou lendas urbanas e outros horrores. Nesse sentido, fãs de Jumanji e/ou de Deu a Louca nos Monstros, entre outros exemplos, sentir-se-ão muito contemplados, se é que me entendem…


Assim, dá para entender que Malícia é literatura infanto-juvenil… E, de fato, tem tudo que consiste em uma, mas posso garantir que, hoje, qualquer adulto que cresceu na década de 1980 ou assistiu muitos Arquivos X, Além da Imaginação e A Quinta Dimensão irá se identificar – e muito – com o que Seth, Kady e outras vítimas de Malícia vivenciam… E ainda simpatizar com criaturas que são algo do pior que caras como Stephen King, Neil Gaiman e Alan Moore poderiam criar! Na verdade, dá para sentir, claramente, que Wooding tentou criar algo seu e, ainda, prestar homenagem a esses e outros possíveis mestres – ora, Sandman é citada!

Assim, Wooding apresenta uma narrativa muito sólida e, mesmo que acessível, simples, usa de recursos narrativos que demonstram certo refinamento. Inclusive, como todo bom britânico, muitos desses recursos e situações remetem a críticas sociais e, até mesmo, interpessoais. Para resumir: há pessoas que vivem em “mundo próprio” e, aqui, há aquelas que optam por Malícia. Seria muito fácil, então, começar uma discussão social e psicológica sobre, por exemplo, a figura de Jake Gigante, mas isso seria enfadonho demais, haha!

Por fim, só falta elogiar e dar uns toques à edição nacional; Malícia me surpreendeu, logo, pelo aspecto da capa – “Tem algo aqui”, pensei. Embora, sinceramente, a arte de Dan Chernett não tenha me agradado, as páginas da HQ – sim, você verá Malícia como qualquer uma de suas vítimas! -, talvez sejam assim para representar a mente perturbada de seu desenhista… Ademais, a Geração teve um grande cuidado com esse conteúdo e algumas diagramações inventivas do texto. Apesar disso, tenho que dizer que, infelizmente, alguns erros de tradução ou, possivelmente, digitação passaram pela revisão; há verbos em tempos, claramente, errados e termos que, do inglês, foram adaptados incorretamente. Não são muitos e não chegam a ser frustrantes, mas são bem evidentes quando aparecem.


A despeito disso, não posso esperar para poder ler Caos, a continuação dessa “duologia” que, segundo os informes, pode estar prestes a aparecer nos cinemas – e chamem a Elle Fanning para ser a Kady, e estamos de boa! Enfim, é um livro que recomendo para qualquer que curta algo no estilo de, por exemplo, A Espinha do Diabo: crianças, eventos sinistros e um tom sombrio contínuo… E, quando começar, “você não vai escapar”.
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Moonlight Books 07/02/2013

Leia esta e outras resenhas no blog Moonlight Books, http://www.moonlightbooks.net
Livro de criança? Nem pensar.

Quando eu olhei a capa de Malícia eu logo comecei a imaginar que fosse uma história bem infantil, mesmo com o tom assustador da sinopse eu mantive esta ideia, mas ao começar a leitura percebi o quanto estava enganada. E adorei isso.

Malícia é uma revista em quadrinhos fora do comum. Vendida em um mercado negro, são poucos os que conseguem ter acesso ao seu conteúdo, e bem menor é o número dos que conseguem falar sobre o que leram em suas páginas. Suas histórias acontecem em um mundo perigoso e hostil, onde as pessoas são aterrorizadas e caçadas pelo vilão Jake Gigante. Não tem começo e nem fim, são todas compostas por partes de diferentes acontecimentos, como flashes.

O mais intrigante são os personagens, reproduções perfeitas de jovens que têm desaparecido no mundo real. Como se toda essa esquisitice não bastasse, gira ao redor desta revista a lenda de um ritual. Aquele que ousar executar certa cerimônia e repetir algumas vezes "Jake Gigante me leve embora", corre o risco de nunca mais ser visto.

Você pode achar que é apenas um mito criado para alavancar as vendas da revista, ou pode realizar o ritual e ver o que pode acontecer. O que escolhe?

O livro já começa com um clima assustador, dois jovens vão ler a revista, resolvem de brincadeira fazer o ritual e então o menino, Luke, passa a ser atormentado por algo ou alguém, sumindo a seguir.

Ao enfrentar o desparecimento de seu grande amigo Luke, o jovem Seth foi obrigado à arriscar. Ele precisou descobrir o quão verdadeira a lenda da revista poderia ser e assim com a ajuda de Kady, uma menina bem alto-astral, mergulha neste universo feito de fantasia e realidade.

Narrado em terceira pessoa, este livro traz uma história criativa, arrepiante e muito eletrizante. Embarcamos em uma viagem sensacional, cheia de armadilhas e perigos. Seguindo os passos de Seth e Kady em sua investigação, vamos percebendo o que a revista esconde.

Há um mundo paralelo por trás de tudo, onde a crueldade predomina. Lá jovens vivem refugiados em túneis e buracos na vã tentativa de sobreviver. Um lugar dividido em diversos domínios, como o Castelo da Morte, a Prisão Perpétua e o Labirinto. Governado por um tal de Senhor do Tempo e suas horripilantes criaturas mecânicas. Um lugar que mais parece um circo de horrores, extremamente bizarro.

Esta não é uma frase do livro, mas combina bem.
"Apenas uma guerra é permitida a espécie humana: a guerra contra a extinção." (Isaac Asimov)

Esta aventura não poderia ter companheiros mais cativantes e fortes. Kady é uma menina divertida e livre, criada por pais aventureiros, vê a vida como uma montanha a ser escalada, um grande desafio. Mas algo perturba a jovem, após passar um temporada em São Francisco e retornar à Inglaterra, sente que algo está fora do lugar. Em sua vida houve uma mudança, mas não sabe o que aconteceu. Ela trouxe desta viagem um estranho artefato e um dólar branco, que de um jeito ou de outro tem ligação com esta estranha sensação.

Seth é uma rapaz muito amigo e companheiro, vê em Kady e sua família tudo o que deseja para si, uma vida animada e nada rotineira. Seu maior temor é acabar no mesmo marasmo que seus pais vivem. Casa, trabalho, assistir tv...Casa, trabalho, ... Apenas um dia após o outro.

Esta dupla traz para as páginas deste livro aquele gostinho delicioso da juventude aventureira, cheia de coragem e que acredita que pode salvar o mundo de qualquer perigo.A amizade de ambos é muito linda, mesmo estando distantes, o laço que os une, é o que os leva adiante.

E no mundo de Malícia, Seth encontra o razão de sua vida, ele não quer apenas ir lá e voltar, ele quer desvendar o lugar. Lá ganha mais um companheiro de jornada, Justin, outra grande incógnita.
"O mundo de Malícia era aterrorizador, mas também extraordinário. Alguns olhariam e diriam que seria um pesadelo, mas Seth via a fronteira, o único Novo Mundo que poderia alcançar. A Terra tinha sido explorada, mapeada, domada. As chances de subir para o espaço durante sua existência eram virtualmente zero. Vivia em um tempo morto e odiava aquilo."
O cenário criado pelo autor é muito vivo, a energia que nos passa é pulsante. Em algumas cenas de perseguição eu senti na pele a ansiedade e o medo dos personagens, chegando a ter um aperto no coração. É maravilhoso você sentir isso ao ler um livro, é como se a aventura saltasse das páginas e te tomasse nos braços. Eu pensava que tinha alguém atrás de mim na maior parte do tempo.

O livro possui capítulos curtos, que terminam de forma instigante, deixando o leitor ávido pelas próximas páginas. Temos também ilustrações, melhor dizendo quadrinhos. A narrativa é alternada entre a aparte escrita e páginas da revista Malícia. Embora tenha alguns erros na revisão, o livro em si tem uma edição muito bonita.

É um volume introdutório, então nos deixa ainda com muitas perguntas sobre Malícia. Foi apenas um tour inicial por este lugar estranho. Intrigante e viciante. Gostei bastante e quero muito acompanhar estes jovens em sua próxima jornada, Caos.
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