Paulo Leminski - O Bandido que Sabia Latim

Paulo Leminski - O Bandido que Sabia Latim Toninho Vaz




Resenhas - Paulo Leminski - O Bandido que Sabia Latim


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André Goeldner 28/02/2011

INTENSO
Um cara inquieto, incessante.
Uma daquelas raras pessoas que foi o que quis ser.
Vale muito a pena ler.
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eneida 19/11/2016

Antes de ler algum livro de sua autoria, li primeiro sua biografia. A genialidade e autenticidade são características marcantes, e como todo gênio, deve ter sido uma pessoa de difícil convivência, mas parece que também muito carismático, muito simples e nem um pouco materialista. ...."havia também uma grande e fundamental coerência: sua própria vida era o exemplo concreto de que sonhar era possível. Lutava bravamente para viver de poesia. Era um ser profundamente ideológico. Não planejava comprar um apartamento na praia, o carro do ano ou estabelecer convênio com o BNH para adquirir a casa própria - mas sim " brincar" com coisas sérias e aprender com as novas tendências da arte" . Pena que quase sempre junto com a genialidade vem junto a autodestruição. Agora quero ler alguns livros dele, posso até não gostar dos seus livros, mas já gosto dele.
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Alexandre 07/07/2017

O bandido que sabia latim
Gênio
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marinamelz 02/01/2014

Faz chover no piquenique
Leminski é um personagem incrível. Talvez por isso eu esperasse um pouco mais.

Mas O bandido que sabia latim surpreende pelas entrevistas. É denso e, ao mesmo tempo, um relato apaixonado.
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Ane 02/08/2016

um gênio da literatura
Eu sou paranaense e cresci sem saber muito sobre o Paulo Leminski, mesmo ele sendo um dos mais famosos poetas do Brasil e sem dúvida uma das figuras mais representativas do meu estado.
Comecei a ler essa biografia justamente para entender um pouco sobre esse gênio, fiquei encantada com tanta inteligência e a sua capacidade de expressar tudo em forma de poema. Senti a sua perda lendo cada pedaço da sua biografia e senti uma vontade enorme de ter vivido daquela época e ter tomado algumas doses com ele e filosofado sobre a vida.
"Só buscar o sentido faz, realmente, sentido. Tirando isso, não tem sentido".
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seufuviu 01/04/2009

O CACHORRO LOUCO
“o paulo leminski é um cachorro louco, que deve ser morto...” etc.... Em meio à confusão urbana, o próprio Leminski apareceria no cenário para gritar: “Parem, eu confesso, sou um poeta!”
“Alguém na platéia quis saber:
— Como é seu processo de criação? Existe inspiração?
— Disciplina profissional. Eu não sou poeta de fim de semana, nem faço por hobby, como quem faz poesia quando vai para a praia. Faço poesia 24 horas por dia. Montei a minha vida de tal forma que a produção textual me permite pagar o aluguel no fim do mês, a escola das minhas filhas, o meu cigarro, o vinho. Antigamente, eu trabalhava mais no sentido de adquirir aquela perícia artesanal que todo mundo tem que ter. Agora, acho que as coisas estão mais automatizadas em mim. Quer dizer, com dois toques eu estou chutando em gol”.
(PAULO LEMINSKI – O BANDIDO QUE SABIA LATIM PAG.154)

O livro do Martins (Toninho Vaz), assim como era chamado por seu amigo poeta Leminski, autor desta biografia fabulosa, do não menos fabuloso Paulo Leminski, nos levará a imaginar a importância nas letras, nas artes, na vida & na transgressão do artista com sua sociedade, Isto é, as manobras ou mesmo os golpes marciais, que o Paulo imprimiu ao seu corpo de homem & de cavalo de su’alma bandida.

Aconselho, se conselho for uma forma e não um conteúdo, que não deixem de ler este livro.

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