Espíritos do Tâmisa

Espíritos do Tâmisa Ben Aaronovitch




Resenhas - Espíritos do Tâmisa


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Lisi 23/11/2013

Tinha tudo para ser um ótimo livro! Magia misturada com ação policial ambientada em Londres? Sim, tinha todos os elementos necessários. Mas alguma coisa saiu errada - talvez começando pelo título, que não transmite muito bem a narrativa do livro. Talvez pelo fato de que os personagens são INCRIVELMENTE rasos, sem nenhum aprofundamento psicológico - nenhum mesmo. Talvez pelo fato de ter vários erros de português e de tradução. Ou talvez simplesmente porque o autor esqueceu que isso é um livro e não um episódio de uma série: vamos ser francos, a história se desenrola de um modo tão rápido que às vezes nem dá pra entender o que estava acontecendo. Mas não me entenda mal: é um bom livro. Ainda quero ler os próximos :)
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Bruna Fernández 21/05/2013

Resenha para o site www.LivrosEmSerie.com.br
Não sei por quê demorei tanto para ler Espíritos do Tâmisa, já que ele algumas das coisas que eu mais gosto nessa vida: história policial, humor, magia, e claro, Londres. No primeiro volume da série do autor inglês, acompanhamos um jovem policial: Peter Grant, um herói fora do comum, com um senso de humor peculiar – cínico, sarcástico, no melhor estilo de humor britânico. Ele é o tipo de personagem que é tão real e palpável que a gente se apega e acaba vendo ele como um amigo. O livro é contado pelo ponto de vista dele e isso dá um toque todo pessoal e animado ao livro.

Grant estava protegendo uma cena de crime em Covent Garden enquanto sua amiga/parceira/interesse amoroso Lesley May foi buscar um café para ambos quando o evento que mudaria a vida do jovem policial de pernas para o ar acontece: um homem se aproxima e revela que viu toda a cena do assassinato que ocorreu de madrugada. O problema? A testemunha é um fantasma.

“- Aconteceu alguma coisa enquanto eu estava fora? – ela perguntou.
Eu bebi meu café. As palavras “acabei de conversar com um fantasma que viu a coisa toda” se recusaram a sair de minha boca.” – pág 16


A partir daí, Peter descobre que existe um ‘departamento’ meio-que-secreto na polícia que trata de casos que envolvem magia e acaba tornando-se o aprendiz do inspetor Nightingale – que é um dos últimos magos da Inglaterra. Paralelamente à investigações que ele deve fazer com seu inspetor, Peter precisa aprender tudo sobre esse novo mundo que se abre para ele: desde aprender a fazer magia e entender como ela funciona (e como ela é afetada pela tecnologia moderna) até aprender a ler e falar latim. Essa mistura do novo com o antigo, do conhecido pelo desconhecido, do real e do fantasioso é o que torna a história tão original e gostosa de ser lida. O autor soube balancear muito bem esses elementos e usá-los a favor da história.

Como toda boa história com um toque de sobrenatural, temos todo o tipo de criaturas presentes. Vampiros, trolls, deuses, orixás, espíritos… a comparação que vem na capa de que o livro seria como se o Harry Potter trabalhasse CSI quando fosse mais velho, pra mim, caiu como uma luva; apesar do universo bruxo que o autor criou ser completamente diferente do universo de J. K. Rowling. Não existe uma comunidade bruxa, e, algumas pessoas têm o dom da visão (têm habilidade de ver espíritos) e são mais sensíveis para sentir os traços de vestigium – um rastro sobrenatural que permanece no ambiente quando a magia é praticada. E como o personagem principal já é adulto, não temos nenhum pouco do drama adolescente vivido em Harry Potter.

Todos os personagens – tanto os principais como os secundários – são super bem delineados. Fazia um tempo que eu não lia um livro em que todos os personagem são bem construídos. Acredito que o fato do autor também ser roteirista do seriado Doctor Who ajudou na hora da criação. O inspetor Nightingale é um dos meus personagens favoritos, além do próprio Peter, com um jeito todo exuberante de ser. As personagens femininas de Lesley May e Beverly – ambas interesses amorosos do protagonista – também são muito interessantes, sem cair no clichê feminino ou feminista.

Para quem é de Londres ou já visitou a cidade, esse livro terá um atrativo a mais. A cidade, além de ser o ambiente da história, passa a ser quase que uma personagem de tanto que o autor descreve os locais em que os personagens passam. Nomes de ruas, estações de metrô, construções populares, rios que passam pela cidade (principalmente o Tâmisa) são citados a todo o momento. Mas se você nunca esteve na cidade, não se preocupe, isso não atrapalha a leitura. Eu mesma (infelizmente) nunca fui para lá.

O livro foi uma surpresa, o enredo é original e interessante e a capa é um charme a parte: o mapa da cidade de Londres, os respingos de sangue e os elementos (imagens) capturam muito bem a essência da história. Aguardo impacientemente pelo próximo volume da série para acompanhar as novas proezas da dupla dessa detetives magos!

“- Por que se mudou?
- Aparentemente queria morar no subúrbio.
Troll suburbano, pensei. Por que não?” – pág 104
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@igormedeiroz 29/01/2013

spíritos de Tâmisa é interessante, bem escrito. Creio que ele já tenha um pouco de prática para manusear as palavras, sim, é um livro bem escrito e inovador. Durante todo livro é inserido vários seres mitológicos. Com uma história bem construída selecionada de cenas cômicas — horas me pequei rindo, aliás morrendo de ir — , fantástico; o autor desenvolveu uma escrita que prende o leitor do primeiro capitulo até o ultimo.

Os personagens criado pelo roteirista é parecido com a série Doctor Who, já assistiram? Tanto a personagem principal, quando os secundários. São bem construídos e com personalidades exóticas, exuberantes. Com isso é transmitido as cenas parecidas com a da série de TV, o jeito irônico, o humor britânico, as cenas secas e engraçadas; Quando dei por mim já estava devorando o livro.

Um livro diferente do que estou acostumado a ler, achei diferente. O modo com ele interligou tudo. Sou fascinado por área criminal, perito, investigações. E de outro lado sou apaixonado por seres ficcionais. Então magine juntado tudo? Recomendo sim, para você que precisar ler algo engraçado. O modo expressado por ele é bastante, sério. Mas não deixa as velhas piadas, é um livro muito bom.

Quando comecei a ler o livro não sabia que se tratava de um trilogia, e não era de se esperar, que estou louco para ler o próximo. É uma leitura muito agradável e "deliciosa"
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Daniela Florênc 07/05/2014

[RESENHA SEM SPOILER]
-Então magia é real-eu disse - O que faz de você um... o quê?
-Um mago.
-Como Harry Potter?
Nightingale suspirou.
-Não,não como Harry Potter.
-Em qual sentido?
-Eu não sou um personagem de ficção-disse Nightingale.




Lá estava eu como de costume curtindo uma solidão procurando livros que tinha Londres como cenário principal. Quando li o titulo "Enigmas de Londres" como se isso já não bastasse para eu desejar este livro, li mais embaixo a seguinte frase "O que aconteceria se Harry Potter crescesse e se unisse ao CSI?" nessa hora eu pirei, me apaixonei pelo livro sem nem mesmo ter lido.
O livro se trata de uma trama onde um policial capaz de ver fantasmas é recrutado para trabalhar em uma força-tarefa contra crimes sobrenaturais.Eu fiquei tão animada para o ler que eu me decepcionei um pouco no modo de como a narrativa é rápida e fluida. as ideias não ficam completas. Deve ser pelo fato do autor também ser roteirista. Ben Aaronovitch tem um humor refinado,em vários pontos do livro me peguei dando gargalhadas.O mistério que o autor trás,realmente é muito intrigante e isso faz com que prenda o leitor ao livro o que eu acho muito bom.
De todas as maneiras o livro tem uma leitura gostosa e confortável de se ler . é o tipico livro para devorar em uma ou duas tardes.


site: http://ulookbooks.blogspot.com.br/
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Heliene.Maia 28/02/2017

Interessante, mas um tanto confuso...
...mesmo assim gostei bastante do enredo. Não tenho certeza se essa 'confusão ' se deu por erros de tradução. Mas terminei a leitura querendo ler mais livros do autor e isso, pra mim, é um bom sinal.
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Carpe Libri 24/02/2015

Ben Aaronovitch dá início à Série Enigmas de Londres com o livro "Espíritos do Tâmisa", lançado em 2012 pela Editora Fantasy - Casa da Palavra, narrando a história de Peter Grant, um policial metropolitano de Londres, prestes a terminar o tal do estágio probatório deles e com perspectivas pouco encorajadoras na polícia, já que é uma boa pessoa, mas um tanto quanto distraído demais. Assim, durante um turno de rotina, eis que acontece um assassinato, brutal [é um trem muito louco! De repente um cara arranca a cabeça de outro no meio da rua. WOW! Ganhou minha atenção!] e que tem como testemunha principal um fantasma.
É. Isso aí. Um fantasma. Como testemunha. Da Polícia de Londres. Aham, totalmente crível e verossímil. Mas é justamente esse encontro com o ser do além que muda toda a vida de Grant, incluindo suas perspectivas profissionais: o futuro se delineia junto do Inspetor Nightingale, o responsável pela área sobrenatural da Polícia e, vejam só, também era um mago. E é dessa forma que Peter se torna "Aprendiz de Mago". Começa a fazer magia e tudo. Mas não como Harry Potter. Como Nightingale chama a atenção, ele não é um personagem fictício [Há! Gostei desse Nightingale!]. E enquanto precisam investigar o assinato e outros casos que aparecem na grande metrópole, Grant e Nightingale também precisam resolver uma velha briga entre Mama Tâmisa e o Velho do Rio, deuses do rio, digamos assim, que separaram suas áreas de domínio por volta da época do Grande Fedor [que é processo de enfedidamento do Tâmisa]. Os grupos dominam cada um uma parte do Rio, da área, sendo que cada rio é uma pessoa. Isso. Vou deixar que vocês descubram o que acontece, é uma parte bem interessante.
Então, entre vampiros, entidades e fantasmas vingadores, a história se desenrola, misturando elementos sobrenaturais à paisagem londrina. Plausível? Sim. Todos aqui acreditamos em magia! Mas aí surge um detalhe que me incomodou ao longo da história: um policial do século XXI, da cidade grande, ligado à todo tipo de tecnologia, acredita realmente em um fantasma? Tudo bem que ele questiona um pouco sua sanidade, mas eu achei um tanto forçado, já que isso acontece somente no início, mas vamos relevar um pouco, é normal as pessoas aceitarem coisas inexplicáveis [mesmo que não tão facilmente assim]. Se fosse você ou eu [por mais que eu ainda espere minha carta de Hogwarts, achar um portal pra Nárnia e queira um dragão], pessoas contemporâneas e civilizadas, acharíamos difícil de acreditar nessa história, que estaria mais pra um episódio de Supernatural [Aí, delícia!]. Além disso, Ben Aaronovitch, o autor, também foi responsável por alguns roteiros da série Doctor Who, então, talvez por ter mais experiência como roteirista, o autor também tenha deixado algumas amarrações muito superficiais, com as descobertas acontecendo de maneira muito simples. E por tentar descrever lugares, coisas e situações que não aparecem em um roteiro, estas acabaram ficando um tanto confusas e não tão bem organizadas. Mas isso é algo que eu parei pra analisar depois, e quero deixar claro: o livro é bom, eu gostei.
Esse primeiro volume de sabe-se lá quantos livros, acabou sendo algo diferente e interessante de ler, especialmente para ver se seria só mais um livro, ou algo com grande potencial. Aaronovitch coloca magia onde a gente menos espera, relaciona diversos intelectuais como desenvolvedores e responsáveis pela ordem na magia. E isso é que me deixou mais empolgada. Nós, que já acreditamos em tantas coisas, mesmo com a grande ponta de ceticismo, acabamos por ver muito daquilo que a gente sempre pensou que poderia acontecer. Que eu sempre vi como possível. Mas eu tenho problemas, então relevem. Outros leitores talvez vejam como uma possibilidade de trama não pensada. Mas é um livro bacana, com cenas interessantes e algumas tiradas hilárias. Vale a leitura.
Só um detalhe: A Editora mudou a capa do primeiro volume ao lançar o segundo, então talvez essa capa nem seja mais encontrada por aí.
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Vitor 15/09/2013

Espíritos do Tâmisa
Se eu soubesse que era tão bom assim, eu teria lido ele há muito mais tempo. Eu terminei de ler o livro a algum tempo, mas não consegui postar aqui no blog porque meu notebook estava formatando. Gostei muito da história, magia e suspense junto, uma combinação excelente, Ben sabe muito bem o que faz. Duas passagens/frases que fizeram eu ler esse livro foram: "O que aconteceria se Harry Potter crescesse e se unisse ao CSI?", Diana Gabaldon (isso está escrito na capa) e a outra não foi bem uma passagem/frase, mas uma parte do livro, que vou colocar abaixo, mas antes tenho que falar que o livro em primeira pessoa:

- Então magia é real - eu disse. - O que faz de você um... o quê?
- Um mago.
- Como Harry Potter?
Nightingale suspirou.
- Não, não como Harry Potter.
- Em qual sentido?
- Eu não sou um personagem de ficção - disse Nightingale.

Com isso eu não podia deixar de ler esse livro. Peter cita o tempo todo alguma coisa da realidade, como Big Brother nessa passagem: "Uma grande investigação, assim que começa, é tão excitante quanto ver reprises de Big Brother, embora provavelmente envolvendo menos sexo e violência.". Eu não anotei em qual página isso acontece, e não consegui achar enquanto estava fazendo essa resenha, rs. Mas vamos aos personagens.
Peter Grant é mulato, uma vez que sua mãe é de Serra Leoa (o que eu achei diferente, porque sempre o personagem principal é branco), irônico e muito distraído, mas mesmo assim é um policial. Depois que ele encontra com o fantasma, sua vida muda drasticamente. Antes, Peter estava sendo enviado para trabalhar ma Unidade de Progressão de Casos da Policia Metropolitana de Londres (MET), ou seja, ele cuidaria da burocracia para o policial atarefado para que ele volta para às ruas para ser "agredido, cuspido e vomitado" como o próprio Peter diz. Depois do seu encontro, Thomas Nightingale o convida para trabalhar com ele na Folly, uma área da MET que cuida de assuntos sobrenaturais.
Thomas Nightingale é o chefe e único integrante da Folly. Ele é o último mago da Inglaterra, e que depois de ver Peter esperando um fantasma, o chama para trabalhar com ele e se tornar um mago também, e é óbvio que Peter, como qualquer outra pessoa em sã consciência, concordaria sem pensar duas vezes. Thomas é meio estilo Merlin, de O Rei do Inverno, de Bernard Cornwell. Ele é alto, magro e fala pouco, mais do que Merlin, mas mesmo assim pouco. Ele é chamado por Lesley de Voldemort, mas de Voldemort ele não tem nada.
Lesley é amiga de Peter e trabalha junto com ele na MET, mas não na Folly. Peter é apaixonado por Lesley, mas não fala nada com ela sobre isso com ela. Ela é companheira de trabalho de Peter no começo do livro, mas é "promovida temporariamente", porque precisa de pessoal, para a equipe de homicídios da MET. Lesley, segundo Peter é bonita, mas não podemos acreditar nele totalmente, porque o amor é cego.
Os personagens secundários não são tão interessantes quanto Peter, Lesley, Nightingale, Molly (um ser que é a empregada da Folly) e Toby, o cão caça-fantasma que Peter adotou sem querer, leiam para saber o porquê. Tem os deuses do rio Tâmisa que aparecem pouco, mas que mostram o seu poder para Peter. Não estou conseguindo lembrar de mais algum personagem coadjuvante que eu gostei, se eu gostar eu atualizo o post.
Estava esquecendo, as grandes mentes que nós conhecemos estão no livro como "patrocinadores" da magia, como Newton que foi o primeiro a sintetizar a prática de magia, o que achei interessante Ben usar pessoas que nós conhecemos para a construção do seu livro. A história passa em torno de 6 meses, de janeiro a junho/julho. Um livro que recomendo para todos os fãs de Harry Potter e para aqueles que gostam de suspense.

site: http://guardiaodamuralha.blogspot.com.br/2013/09/espiritos-do-tamisa-de-ben-aaronovitch.html
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SMiletic 15/04/2018

Primeiro livro da coleção Enigmas de Londres, é nele que conhecemos Peter Grant, rapaz recém saído da academia de polícia que acaba sendo designado para a unidade secreta que lida com fantasmas, vampiros e outros assuntos mágicos.

O primeiro aprendiz em muito tempo de Nightingale, o último mago da Inglaterra. Vamos dizer assim que o aprendizado a academia foi a parte mais fácil.

O autor, Ben Aaronovitch, escreveu roteiros de Doctor Who e a frase na capa define o livro como uma mistura de Harry Potter com CSI. Então é claro que eu daria uma chance (como se o título não tivesse me atraído o bastante), mas a verdade é que ele já estava há mais de dois anos no Kindle esperando por uma chance.

PG é um personagem bem interessante, assim como o mistério por trás das mortes violentas que começam a surgir na região de Londres próxima do antigo Cemitério dos Atores.

A leitura flui bem e é bem divertido, mas a coisa é um tanto confusa, provavelmente porque são muitos personagens sendo apresentados e ele usa bastante a cidade como "personagem", o que prejudica quem não conhece (poxa, serei obrigada a dar um pulinho lá). E a magia daqui é bem diferente dos livros de HP. Mas eu realmente gostei, o humor dele é delicioso e fiquei curiosa para ler os seguintes (infelizmente já vi que nem todos foram publicados por aqui).

#livros #livros2018 #euamolerkindle
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AmadosLivros 22/11/2014

Resenha no blog Amados Livros
Não deixe de conferir nossa opinião sobre este livro no nosso blog! E lá também tem muitos outros livros legais! Dê uma passadinha lá! ;D
Link no final da postagem! ;]

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2014/10/livro-espiritos-do-tamisa-enigmas-de.html
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Amanda 02/03/2013

Espíritos do Tâmisa - Enigmas de Londres; Livro 01 - Ben Aaronovitch
Antes de tudo, A EDIÇÃO É SIMPLESMENTE LINDA!!! Me apaixonei pela capa, muito inteligente colocar o mapa de Londres, sou suspeita a falar de capas foscas com relevo localizado, eu adoro, adoro sentir a capa fosca enquanto leio (e brincar com o relevo passando o dedo). Internamente o livro é um luxo. A parte interna da capa com ondas em dois tons de rosa, ficou incrível! O livro é super leve e gostoso de manusear, e as páginas grossas e gostosas de ler! Ainda tem a indicação na capa, falando de Harry Potter e CSI. Então eu não poderia deixar de ler esse livro!
Certo, depois da euforia inicial que esse livro causa assim que é visto a história em si é muito interessante. O Ben tem um quê de cômico, que torna o livro muito gostoso e surpreendente. A narrativa corre sem problemas até um auto ponto do livro. Ben consegue surpreender sempre. Porém a história enrola um pouco na metade, eu não consegui fazer muitas ligações entre as histórias e tornou o livro um tanto maçante, parecia que muita coisa acontecia e era apresentada e nada tinha muito haver com a historia principal, apesar de depois ele conseguir encaixar tudo, pareceu um tanto forçado. Mas o final vale a pena.
Dos personagens, devo dizer que a que mais me encantou foi Beverley! Ela tem um jeitinho todo forte e inteligente de ser. Algo nela me chamou muita atenção assim que ela entrou na história, devo dizer que ela tem uma construção bem legal, porém esperava algo mais majestoso para ela no final. Mãe Tâmisa também foi um encanto a parte. Adoro personagens femininos fortes e gentis ao mesmo tempo, e ela se encaixou bem nisso. Já o Peter, por vezes senti puro ódio dele. A raiva vinha principalmente do fato dele não se decidir de quem gostava. Mas também ri muito da sinceridade e do jeito desastrado dele, apesar de volta e meia querer matá-lo.
Tenho que dizer que encalhei em alguns pontos do livro, li outros dois livros que peguei depois dele enquanto o lia, porque parecia que a historia não ia para frente, mas o final me sequestrou completamente, os três últimos capítulos me transportaram para uma Londres incrível, cheia de magia, a imagens se formavam perfeitamente na minha mente e me prendi a história de uma maneira incrível.
Por fim, acho que o livro merece crédito e por isso dei cinco estrelas, já que há muitas qualidades nele que não podem ser deixadas de lado. Aguardo ansiosa o próximo titulo da trilogia.
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Daniel Both 14/05/2013

Vale a leitura - algumas ressalvas
Livro interessante, com potencial;

O plot, em geral, é interessante. Tanto a base da história quanto seu desenvolvimento são bastante 'promissores'. Digo promissores por faltar muito para o livro ser considerado "ótimo", mas o potencial está lá.

Somos inseridos no dia-a-dia de Peter Grant de uma forma direta, e o contato com o início da trama é imediato, assim como o surgimento dos demais personagens que virão a ser peças-chave para a história. No entanto, embora o andamento pareça bom, falta dimensionalidade nas pessoas e, as vezes, nos eventos. É difícil sair de um estado de indiferença quanto a maioria dos personagens até bem além da metade do livro, mesmo que a leitura seja divertida. Me parece que o autor tentou atacar em um estilo próximo a Neil Gaiman, mas sem alcançar profundidade ou mesmo um distanciamento deliberado, o que coloca a narrativa em um meio-termo pouco entusiástico.

A história se desenrola de forma interessante, e o uso da ciência para explicar muitas "coisas mágicas" é bastante interessante, mas dado o fato de que o livro é razoavelmente curto, fica muito a desejar (e suponho que possa ser explorado extensivamente na forma de uma série).

De qualquer forma, o livro tem valor de entretenimento, contanto que não se tenha expectativas exageradas. Poderia ser desdobrado facilmente para umas 600 páginas ou mais de um volume sem torná-lo chato.

A tradução parece ter sido feita as pressas, talvez com a falta de uma revisão textual detalhada, mas se saiu bem e não gera grandes "facepalms".

Visualmente, o livro é lindo: capa de qualidade, arte muito boa, papel de qualidade e impressão ótima.
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Cris Paiva 27/05/2015

Esses dias eu andava desesperada atras de um livro minimamente interessante, então lembrei que alguém tinha falado bem dessa série e resolvi fazer um teste-drive e ler as primeiras paginas. Bom, eu só parei de ler quando o livro acabou, então posso dizer que a história é boa!!
Mas não se deixe enganar por aquela frase de propaganda na capa onde diz "Harry Potter encontra CSI", não tem nada a ver com HP (a não ser a parte da magia) e CSI passa longe.
Peter Grant, começa a ver fantasmas durante uma abordagem policial e é encaminhado pelo seu superior a um departamento "especial" da policia londrina para casos estranhos, onde ele é apresentado ao oficial-mago Nightingale e descobre que aquela conversinha do Shakespeare sobre o céu e a terra não era só poesia.
Você pode achar que um livro sobre um policial que sai caçando fantasmas malucos em Londres é uma bela porcaria, e é mais um desses livros bestinhas para adolescentes. Mas o autor é também roteirista da série inglesa “Dr. Who”, então por ai você já percebe que a coisa muda ligeiramente de figura. O livro tem aquele típico humor sarcástico britânico, com de referências a Harry Potter (afinal o autor não podia perder a piada), Star Wars, e outras coisinhas de nerds.
Fiquei tão bem impressionada com o aprendiz de mago/policial de origem africana (maior jeitão de Barack Obama) que ja fui atras para ler o segundo livro. E também quero saber quando vai sair o terceiro, quando gosto da série quero ler tudo enfileiradinho.
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Leitora Viciada 06/03/2013

À primeira vista a capa pode parecer simples, com fundo fosco e letras brilhosas, porém olhando com atenção verificamos a complexidade que a compõe. Ao fundo, como uma marca d'água, está o detalhado mapa de Londres, cidade onde se passa a história. Existem pingos de sangue, já que assassinatos acontecem em Espíritos do Tâmisa, o primeiro livro da trilogia Enigmas de Londres. Vários símbolos estão espalhados não apenas pela capa, mas também contracapa, lombada e orelhas. Cada um possui relação com o enredo. A cada pausa na leitura eu ficava olhando para eles e descobrindo o que eram.
É um trabalho gráfico bem planejado e elaborado, um design que não se limita apenas à capa. Por dentro, atrás dela e da contracapa, o tom de cores muda radicalmente para uma malha ondulada com dois tons de rosa.
Cada um dos quatorze capítulos possui um título. O livro tem uma qualidade gráfica de primeira, como todos os livros publicados pela Fantasy - Casa da Palavra.

A opinião da autora Diana Gabaldon na capa atrai a atenção do leitor: "O que aconteceria se Harry Potter crescesse e se unisse ao CSI?"
Dificilmente gosto dessas recomendações impressas nos livros. Sinceramente, Enigmas de Londres - Espíritos do Tâmisa nada tem de semelhante com Harry Potter. O clima da narrativa é completamente diferente, os magos nada têm a ver com os de Harry Potter, a ambientação e o protagonista estão mais para uma história noir que de Fantasia. A única semelhança é que ambos aprendem magia.
Quanto à referência a CSI devo concordar. Nunca imaginei como seria uma investigação criminal voltada para crimes e mistérios sobrenaturais realizada por detetives magos! Esse é o ponto forte da história e a sua originalidade.
Poderia gerar uma série bem mais interessante que CSI e derivados.

O autor criou um protagonista instigante, maduro e muito sarcástico. Peter é o narrador da história, o que contribui bastante para o sucesso da narrativa. Com suas observações e opiniões, Peter fornece os acontecimentos e faz disso uma experiência única. Como citei anteriormente, o livro é de temática sobrenatural com elementos noir, embora seja moderna, é um tanto obscura. Eu classifico o livro como uma Fantasia Urbana rica e bem desenvolvida.
A cidade cria vida e participa do desenvolvimento da trama, por causa da importância que os locais possuem e porque o narrador não deixa escapar nenhum cenário ao descrever um acontecimento.
Interessante como o autor personifica entidades mitológicas e deuses de forma natural e diferente.
Ele encaixa o sobrenatural à uma misteriosa história basicamente policial. Crimes envolvendo seres mais que estranhos, assassinatos bizarros, magia pairando no ar, fantasmas depondo sobre o caso... Eu achei muito criativo!

O início do livro é dinâmico, agradável e inteligente. A introdução aos crimes, personagens e locais é bem efetuada, assim como a apresentação dos conflitos principais.
O protagonista possui humor negro e o autor cria uma ambientação fácil de ser montada na mente do leitor, tanto no visual de locais, pessoas, seres e acontecimentos como no clima da história em geral, que possui mistério, dúvidas, segredos escondidos, ação e um toque cômico especial.
O meio do livro é um pouco lento. Me desinteressei pela leitura, embora estivesse muito ligada ao protagonista e às personagens Beverley e Nightingale. Todos na trama causam curiosidade e possuem personalidades bem definidas. Além do tom sarcástico e cenas de ação, as personagens são o ponto forte.
Meu problema foi que na metade do livro a leitura tornou-se arrastada e não compreendi o motivo. Muitas coisas acontecem, o desenrolar da história fica longe da falta de acontecimentos. Mas me senti perdida e senti falta de alguma coisa. Talvez, pelo começo ter sido tão empolgante, meu interesse tenha diminuído conforme eu me acostumei com tudo. Creio que esperava ser mais surpreendida.
No final, no último um terço do livro, a qualidade melhora novamente e uma sequência de fatos frenéticos me fizeram voltar a desejar o andamento da leitura. Vários pontos importantes começam a ser interligados. O autor mostra um pouco mais do lado íntimo do protagonista e muitas páginas de descobertas, magia e viradas no enredo surgem.

O aprendizado de Peter como mago-detetive é curioso, principalmente a parte de perceber vestígios de magia e detritos de sobrenatural no ambiente. As descrições dos aromas sentidos por Peter são mais que criativos, são incríveis. O que achei entediante é a manipulação de magia fisicamente. Embora seja engraçado como um iniciante em magia estraga aparelhos eletrônicos, explode coisas, causa muita sujeira e prejuízos, foi um pouco frustrante esperar por poderes mágicos mais desenvolvidos.
Acredito que por ser uma trilogia o protagonista ainda cresça muito e desenvolva suas habilidades cada vez mais. E além de tudo, a história tenta convencer de que tudo poderia ser real, logo magos não fazem nada de tão fantástico, mesmo possuindo poderes, ainda são humanos. Gostei muito da união dos instintos do protagonista, à sua experiência como policial e ao seu aprendizado de mago. Uma mistura infalível.

Recomendo esse livro para quem gosta de ação, livros policiais e thrillers, mas está cansado do cotidiano dessas histórias e busca por algo a mais.
Em Espíritos do Tâmisa, o sobrenatural se mescla ao mistério de crimes exóticos e personagens inumanos misturados aos de carne e osso. Uma linha transparente que liga todos em uma rede sobrenatural.
Detetives que são magos treinados para tentar solucionar os casos bizarros. A magia existe, é verdadeira e não é nada bonita e harmoniosa; é perigosa e fatal!
Uma Fantasia Urbana passada na Londres atual, sem deixar de lado o passado fantasmagórico da cidade.
Espero muitas novidades e mais seres estranhos no segundo livro.

+ resenhas em www.leitoraviciada.com
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CooltureNews 23/03/2014

Coolture News
Esqueçam aquela frase da capa, foi usada apenas para vender o livro, mas sinceramente, nem precisava. Não tem a ver com Harry Potter a não ser por se passar no Reino Unido e ter bruxos, talvez tenha um pouco de CSI, mas não como aquele que passa na TV.

Espíritos do Tâmisa é o primeiro livro da série “Enigmas de Londres” do autor Bem Aaronovitch, que busca trazer as lendas, mitos e histórias da antiga Londres para uma Londres moderna. E ele faz isso muito bem.

A história desse primeiro livro gira em torno do tradicional show de fantoches “Punch e Judy”, referência de diversos livros e histórias, que aqui ganham sombras ainda mais macabras e um bom toque do sobrenatural.

Peter Grant, nosso admirável protagonista, é um rapaz comum que está prestes a iniciar sua carreira na Polícia Metropolitana e seu encontro com um fantasma em uma noite escura muda para sempre sua vida. Diante desse seu talento para o sobrenatural, ele acaba se tornando o aprendiz do último mago inglês, Nightingale. Juntos eles fazem parte de um departamento secreto que lida com os crimes sobrenaturais e que teve como um de seus fundamdore, Isaac Newton.

É uma história introdutória, e como tal, tem seus percalços. Muita coisa é apresentada e às vezes é difícil acompanhar ou pegar a ideia apresentada, além disso, há duas linhas de história sendo exploradas aqui, o que prejudica o entendimento do leitor e quebra o ritmo de leitura.

Mas tirando isso, temos um enredo fantástico escrito de maneira ágil e com bom humor. Ben constrói uma gama de intricadas relações entre os mitos e os seres, além de dar um mistério intrigante para ser desvendado.

Durante minha leitura me senti envolvida de um modo que não via a tempo, e não pude deixar o livro enquanto não chegasse ao final, pois, a cada momento o autor ia soltando pequenas iscas que me deixavam ainda mais curiosa. Ao longo do livro vemos a história evoluir juntamente com Grant e descobrindo que há muito mais nessa cidade ancestral que seus castelos e ônibus de dois andares.

Claro que os personagens têm sua cota nessa história, e eles são no mínimo originais. Os melhores deles são os deuses do Tâmisa, uma mistura única de diversas referências históricas e mitológicas, que revelam muito sobre a história do próprio rio e sua geografia. E Nightingale também não decepciona, sendo um daqueles personagens que deixam o gosto de quero mais a cada cena. Inteligente, sarcástico e um grande mago, ele possui o típico arquétipo do “mestre” e guia nosso protagonista pelos mistérios, dando a Grant as dicas necessárias para que possa entender esse antigo mundo novo.

Com personagens carismáticos, teorias mirabolantes e com muito sangue, “Espíritos do Tâmisa” é o típico livro de inicio de séries, cativante e com gostinho de quero mais. Estou muito ansiosa pelos próximos livros e novos mistérios que Grant deverá enfrentar, bem como as confusões do mundo sobrenatural de Londres.
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Laura 14/03/2016

Peter Grand é um jovem policia londrino que esta terminado seu período probatório. Uma noite após um crime violento ele encontra uma testemunha do assassinato, que por acaso é um fantasma. Isso mesmo, um fantasma. A partir dai toda a vida do policial Grant muda radicalmente e nem sempre para melhor (risos!)!

Na capa do livro a um comentário "O que aconteceria se Harry Potter crescesse e se unisse ao CIS? Diana Galbadon" Bom! Tirando o fato de ter magia no livro e se passar na Inglaterra não vi nada de Harry Potter (apenas uma piada com alusão ao mesmo) e muito menos de CIS. É um livro com uma base interessante, envolvente, de leitura rápida, mas que não posso considerar ótimo. Foram pequenas coisas, como a falta de profundidade no mago chefe de policia Thomas Nightingale, ou em alguns trechos que ficaram mal amarrados na minha opinião. Em contra partida O Policial Grant é um charme, começa que ele é negro, sexy, desligado (não podemos dizer que ele seja um típico policial da Rainha) e tem problemas com o pai. Em favor do livro há inúmeras informações sobre a cidade de Londres e sobre sua força policial e seus procedimentos, e outras coisas muito interessante. Vou ler o próximo livro e torcer para que estes pequenos detalhes sejam apenas por este livro ser o introdutório da série.
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