O Doador de Memórias

O Doador de Memórias Lois Lowry




Resenhas - O Doador


222 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Andressa 07/06/2017

O Doador de Memórias
Nesse livro vemos um pouco de um mundo "perfeito" pelos olhos de um menino de 12 anos que não conhece dor, solidão, amor ou felicidade verdadeira. Sua comunidade se livrou de tudo o que fosse intenso demais, a fim de evitar quaisquer conflitos e problemas. Jonas acredita que é feliz, até que tem a oportunidade de conhecer sentimentos reais, e sua visão do mundo se altera completamente.
Esse livro definitivamente fará o leitor refletir sobre o que vale a pena. Se a dor compensa os sentimentos felizes, se fazer escolhas erradas é bom simplesmente por ter escolhas para fazer. Gostei muito da maneira como o autor traz essa sutil reflexão, porém gostaria que o início do livro tivesse sido muito maior, pois o mundo onde o protagonista vive não é descrito em muitos detalhes, o que torna a compreensão um pouco difícil. Além disso, é preciso ter uma mente aberta, pois o livro trata as memórias como algo abstrato que pode ser passado de pessoa para pessoa, e não traz nenhum tipo de explicação para tal.
Jonas é um garoto que vai se revelando aos poucos. Eu já gostei dele desde o início, e não teria me importado se a trama seguisse um rumo previsível e simplesmente contasse a história do garoto, porém o autor foi muito além disso. O protagonista foi muito bem utilizado, despertando os mais diversos sentimentos, e gostei muito de suas escolhas.
Gostei bastante da escrita da Lois Lowry, porém ela poderia ter descrito um pouco melhor as cenas, faltaram muitos detalhes importantes. Ainda assim, ela conseguiu criar algo incrível, principalmente em relação aos sentimentos.

site: youtube.com/bauliterario
comentários(0)comente



Lari 21/04/2017

O DOADOR DE MEMÓRIAS - LOIS LOWRY
"Se tudo é sempre o mesmo, então não há escolhas! Quero acordar de manhã e decidir coisas! Hoje vou vestir uma túnica azul ou uma vermelha. - Baixou os olhos para si, para o tecido sem cor de sua roupa. - Mas é tudo igual, sempre."

Ouvi muitos comentários sobre o livro, e quando o filme foi lançado só se falava nele. Nunca tive vontade ler ou comprar o livro, até que uma amiga minha comprou e pedi emprestado.

A história não me agradou muito - me julguem se vocês gostaram - tanto quanto a sinopse fala, a história é uma ocorrência de fatos, sem ação ou romance, esperava mais já que o livro foi um sucesso, mas cada um com sua opinião.

O mundo onde se passa o enredo é muito diferente do nosso, posso dizer que poderá ser o nosso futuro, mas muito distante do atual, uma sociedade sem dor, conflitos, desigualdades ou seja, as pessoas vivem uma vida monótoma, sem grandes mudanças de um dia para o outro.

Quando as crianças nascem, elas são cuidada pelos criadores e depois são doadas as famílias, assim com o tempo elas vão crescendo e cada estágio vão ganhando seus objetos, roupas novas para poderem se diferenciarem das outras crianças que são mais velhas ou mais novas, ganham bicicletas para se tornarem um pouco mais independentes. E quando completam 12 anos, o estágio se completa pois é ali que elas saberão qual será sua profissão e o que fará no seu futuro.

Nosso personagem principal, Jonas está muito apreensivo com a profissão que escolheram para ele. Quando chega a grande hora e lhe dizem que ele será o novo Recebedor de Memórias e no futuro será o Doador de Memórias,ele ficou com medo pois nunca tinha ouvido falar daquela profissão e é muito raro a escolha de um novo Recebedor pois o último escolhido desistiu da profissão, pois não aguentou.

No seu primeiro dia de treinamento, ele conhece seu professor e quando o vê, pensa que ele já é um idoso, mas não, ele ficou com a aparência mais velha por causa de todas as memórias que ele recebeu e convive com elas, pois elas são carregadas de alegria e ao mesmo tempo de muito sofrimento, pois são memórias de anos e anos atrás.

Com o tempo, Jonas vai recebendo todas essas memórias e sofre com cada uma, com dor e alegria e ele fica com raiva pois ele é apenas uma criança e não deveria aguentar todas essas memórias e lembranças. Contudo, ele tem uma ideia e aprimora com o Doador, mas ela pode mudar todo o sistema desse novo mundo e Jonas poderá ter seus dias contados.
comentários(0)comente



Eliomar Silva 07/04/2017

UM DOS MELHORES QUE JÁ LI
Me tornei fan do Jonas. Já assisti ao filme, mas lendo o livro pude conhece mais sobre o lado emotivo e amável do Jonas, sem deixar de lado a força e perseverança.
comentários(0)comente



Mais Clube 31/03/2017

Achei o livro extremamente engenhoso e de forma única!!! *-*
Nossa! A história nos leva a uma comunidade onde tudo parece ser perfeito e completamente organizado de forma que nada saia dos padrões estabelecidos pelos governantes do local, e tipo cada habitante tem sua função escolhida aos doze anos de idade em uma grande cerimonia (depois de muito ser observado e estudado por outras pessoas o que melhor se encaixa com seu perfil), quando de fato você se torna um adulto e deixa de lado as coisas que estava fazendo anteriormente e começa a aprender sua profissão na comunidade.
Jonas é um rapaz que não vê a hora da sua cerimonia de doze anos chegar, para saber o que ele irá desempenhar, porém o garoto não sabe que sua vida irá mudar completamente, pois nem tudo é o que parece ser .
Nessa comunidade todos dizem a verdade, ninguém pode se expressar de forma exagerada ou dizer coisas como “eu amo você”, porque certas coisas não fazem sentido segundo os lideres e todos que praticam tais coisas são ensinados desde crianças que elas são erradas. Além disso todos são castigados caso aconteça algum erro desse tipo, ou na melhor das hipóteses a pessoa é advertida para não cometer novamente o erro.
Nada do que acontece nessa comunidade fica oculto aos olhos dos governantes, e chega a ser um pouco assustador, pois você nunca sabe do que as pessoas são capazes de fazer!
Vamos vendo a vida de Jonas no decorrer do livro ser bem chata e sem muita novidade, ele parece ter uma família tranquila e apesar de nenhum ter um laço sanguíneo de fato eles são uma família, assim como todas as outras famílias na comunidade. Resumindo uma mulher especifica para essa função dá a luz a uma criança, depois a criança é cuidada no hospital e quando tem idade suficiente para ter uma família tem uma cerimonia na comunidade onde a criança recebe seu nome e é designada a uma família que havia feito um requerimento para “ter” um filho (são permitidos apenas dois filhos por família).
O livro é uma distopia bem interessante e Jonas começa a ver o mundo com outros olhos, descobre coisas que a muito tempo foram esquecidas pelo ser humano e acaba tendo que tomar decisões difíceis durante sua jornada.
O final me surpreendeu, mas eu queria muito ter algo mais concreto para firmar minhas esperanças, porém infelizmente ele nos deixa as cegas querendo saber o que aconteceu de fato, e ainda bem que tem continuação, porque caso fosse um livro único eu iria morrer de curiosidade. Espero que a editora publique em breve a continuação.
Recomendo a leitura, não achei nenhum erro no decorrer do mesmo e é uma leitura rápida, então dá para ler tranquilamente em um final de semana 😀

site: http://maisclube.com.br/2014/12/resenha-o-doador-de-memorias.html
comentários(0)comente



Ca Agulhari 10/03/2017

Uau
Que história maravilhosa! Preciso ler a continuação imediatamente!
comentários(0)comente



Attraverso le Pagine 06/03/2017

Imagina viver sem dor. Imagina um lugar onde a desigualdade não existe e ninguém nem sequer ouviu falar em guerra. Perfeito, não é mesmo? Nem tanto. Se por um lado, nesse mundo criado por Lois Lowry, não há nenhum tipo de conflito, nem fome, nem frio, ou seja, tudo que há de negativo no nosso mundo; por outro, também não existe o que há de melhor na nossa realidade como desejo, alegria, Liberdade, Amor. Talvez você, leitor, conheça essa realidade da qual descrevo, caso tenha lido o livro O Doador de Memórias ou até visto o filme.
Há séculos estava ansiosa para ler esta obra da Lowry: encantei-me pelo filme, fiquei curiosa para saber mais e cheguei ao livro (depois de séculos enrolando). E, claro, não me decepcionei com a história “distópica”.
Em apenas 192 páginas e uma linguagem extremamente cativante, relaxante (e gostosa), conhecemos a vida de Jonas. Ele é um menino entrando na adolescência que vive numa casa com seu pai, sua mãe e sua irmã. Até ai, tudo normal. Mas ele vive numa comunidade onde todos são tratados igualmente, desde o jeito até a roupa que vestem. São também extremamente regidos por regras. Aliás, eu já teria levado uma punição por usar a palavra “extremamente”, pois é forte, sem nenhuma precisão (o controle é grande até mesmo no modo de falar). Cada pessoa dessa comunidade de Jonas tem uma função, que muda a cada “idade”. E Jonas, já com 11 anos, passará por uma seleção, a mais importante – Cerimônia dos Doze – onde o Comitê de Anciãos indicarão uma atribuição para ele e outros jovens do novo grupo dos Doze. Essa “atribuição” seria a profissão que cada pessoa é indicada, sem poder escolher o que seguirá. Sem mencionar que crianças com 12 anos já são praticamente adultos. Estranho, não?! O personagem acaba sendo escolhido (mais precisão de palavras) para ser o novo Recebedor, a pessoa mais respeitada da comunidade e que raramente essa escolha ocorre.
Conforme a história se desenrola, vemos Jonas ser treinado pelo Doador, onde o mesmo fornece para o menino várias memórias de um tempo muito distante. É a partir daí que Jonas conhece o que é a Dor, Felicidade, Tristeza, Morte e Amor. Mas nessa sua função, o menino não pode revelar nada para seus amigos nem membros de sua unidade familiar (que ele descobre ser, na verdade, sua Família, incompleta). Então, ele começa a perceber o peso de carregar segredos tão grandes, sentimentos tão fortes como a Dor e não poder dividi-los com mais ninguém. Percebe também que o modo que a comunidade vive e como foi ensinado a viver não está certo e que isso precisa mudar.
O mais lindo dessa obra incrível são as analogias durante todo o livro. Podemos perceber o quanto a Memória é importante, pois é através dela que resgatamos pensamentos, sentimentos e sabedoria, podendo escolher o nosso caminho. (“As memórias não são apenas sobre o passado, elas determinam o nosso futuro.”) Por exemplo: o Doador – que detém todas as memórias da comunidade e do mundo no livro – diz que sempre que o Conselho se vê diante de uma situação desconhecida, ele é chamado para aconselhar já que é o único que detém o Conhecimento de fatos do passado; então pode “olhar para o passado” e tomar uma decisão que será boa para a comunidade, evitando guerras, fome e muitos outros males. E é o que vemos hoje em dia. Vamos pensar: diante de toda a crise política e econômica que o Brasil vem sofrendo, muitos “opinam” de forma errada e equivocada, estimulando até mesmo brigas entre grupos opostos; muitos se acham especialistas em História, sendo que nunca leu um livro decente referente ao assunto. Olha o caos!

(Resenha por Moony)

site: http://attraverso-le-pagine.blogspot.com.br/2016/07/recensione-livro-o-doador-de-memorias.html
comentários(0)comente



Silvio 02/03/2017

O livro descreve uma sociedade quase perfeita. Não há brigas, discussões, descortesias, doenças, desemprego, fome, guerras, problemas climáticos, enfim, nada de ruim das sociedades modernas.
Por outro lado, não há arte, informações, sentimentos, família biológica (existem as parideiras, escolhidas pelo Estado; não é uma função nobre ser mãe), amor, liberdade de escolha, nenhuma; tudo é controlado pelo Estado, até mesmo a linguística. Aqueles que, de alguma forma, não podem contribuir efetivamente para sociedade ou desobedecem pequenas regras mais de duas vezes são descartados de forma sutil e secreta.
Só não gostei do final, que não fica muito claro. Acho que a autora deveria ter trabalhado melhor a finalização.
comentários(0)comente



chayaleluia 21/02/2017

"As memórias não são apenas sobre o passado, elas determinam o nosso futuro."

Jonas vive em uma sociedade perfeita. Sem sentimentos intensos, sem desigualdade, sem cores e sem dor, não existem problemas, cada ser tem seu papel fundamental na sociedade.

Ao completar 12 anos, cada crianças é indicada, em uma grande cerimônia, ao posto que deverá assumir na vida adulta.

Jonas descobre que foi escolhido para ser o próximo Recebedor de Memórias. Ou seja ele agora será o responsável por manter dentro de si todo o conhecimento do passado que a comunidade não esclarece para os demais. O que ele não imaginava que seria tão difícil e doloroso lidar com tudo isso.

A escrita da autora é muito boa, e o livro tem uma crítica maravilhosa sobre a sociedade e nós mesmo. A premissa do livro é fenomenal, mas infelizmente comigo não funcionou. Acabei achando bem monótono em certas partes, e abandonei o livro no mês anterior.

Dando continuidade esse mês, acabei gostando de algumas coisas que no começo não me descia, porém mesmo assim ainda não fiquei tão presa na história.

Ainda assim quero assistir ao filme!

O livro acaba em um ponto que você precisa de continuação, ou seja, torcendo para o segundo ser melhor!
comentários(0)comente



Ju Porto 17/02/2017

Nada de mais!!!!
O livro e pequeno o que aguça a leitura rápida, porém já de inicio ele entra no assunto tão diretamente que fiquei perdida, mas fui firme continuei...E...Nada...
Fala sobre uma sociedade criada para que todos tenham as mesmas coisas, pensem a mesma coisa, sintam a mesma coisa.
E no momento em que as lembranças de uma outra época e apresentada o confronto interior começa, continuar inocente e deixar todos assim, ou mostrar ao mundo que nada daquilo que vivem e real?
O personagem principal decide viver sabendo mais e foge para viver esta realidade, porém o que não fica claro e qual o caminho ele segue... Ele se mata? Ele vive?
Não sei!!!
comentários(0)comente



Muni 30/01/2017

Resenha "O doador de memórias"
Lois Lowry é uma autora norte americana nascida em 1937, sua carreia é ampla, conta com uma boa quantia de prêmios literários e grande reconhecimento. The Giver foi publicado primeiramente no ano de 1993 e, ao longo dos anos, ganhou espaço em escolas como leitura obrigatória e acabou por se difundir por vários países.

O livro nos apresenta uma sociedade utópica e ideal, sem sofrimentos e totalmente planejada por um conselho de sábios, que acreditam ser capazes de decidir o que é melhor ou pior para o bom funcionamento da sociedade, já que a oportunidade de decisão é um perigo para o homem. Um mundo convenientemente blindado contra qualquer tipo de sofrimento, desigualdade, guerras, questionamento e até mesmo de beleza. Não há espaço para aquilo que pode levar as pessoas a um pensamento que fuja das bases já estabelecidas.

Famílias são formadas por combinações ideais, nas quais não há espaço para conflitos e desavenças. Profissões são escolhidas com base em treinamentos realizados por toda a fase da infância e adolescência. Não há ninguém igual, não há nenhum excesso. Todos ali tem suas funções muito bem estabelecidas. Os membros desta comunidade não tem nenhuma memória do passado antigo e estão muito confortáveis e satisfeitos com suas vidas pacatas e totalmente ordenadas.

Nesse ínterim, o narrador nos apresenta o jovem Jonas, personagem central da obra, prestes a completar doze anos e descobrir qual será a ‘profissão’ e função que desempenhará por toda a sua vida. Jonas tem uma família boa, pais e uma irmã que se dão muito bem, alguns amigos queridos e a estranha habilidade de “ver além”, que ele sequer entende. No ritual anual de atribuição das designações, Jonas se vê diante de um enigma que mudará sua vida. Ele é escolhido para ser o recebedor de memórias. Só há um doador e um recebedor. As duas únicas pessoas que tem a possibilidade de conhecer um mundo diferente daquele lugar idealizado em que vivem. Duas pessoas que são capazes de diferenciar cheiros, sabores, cores e sensações e que tem como única função aconselhar os governantes de tal sociedade em momentos que o plano precisa ser reajustado, ou em momentos nos quais se deparam com situações ainda desconhecidas.

...

Leia a resenha completa no blog Caminique.wordpress.com

site: caminique.wordpress.com
comentários(0)comente



Victor Muniz 14/01/2017

Quando o sentimento falta.
Através de uma narrativa envolvente e escrita fluida, O Doador de memórias arrebata o leitor, nos fazendo pensar em questões em como as surpresas da vida são vitais ao ser humano e tudo que é aparentemente perfeito incomoda. Um livro que nos faz refletir em como a verdade nos liberta, e a falta dela não nos traz a plenitude das coisas (isso ficou meio "gospel" rs). É um paranoico diálogo com os sistemas que nos cercam e nos manipulam hoje, (essa parte ficou meio illuminati). Só quero dizer que vale a pena a leitura, e nos faz descobrir junto com o personagem, o quão bom é o amor e até mesmo a dor.
comentários(0)comente



AmadosLivros 29/12/2016

Resenha do blog Amados Livros
Olá pessoal! Tudo bem com vocês? Eu sinceramente espero que sim. E estou falando isso com toda a minha precisão de linguagem! Se você não está entendendo o que eu estou falando, é sinal que nunca leu ou assistiu O Doador de Memórias. Eu, particularmente, nunca assisti a adaptação cinematográfica, mas eu li o livro, e, estou aqui hoje para contar para vocês o que eu achei.

A história se desenrola em um mundo ideal: ninguém passa fome, não há dor, não há desigualdade, guerra é um conceito totalmente desconhecido, mas, em contrapartida, também não existe amor. Como assim? Todo são criados da mesma forma, seguindo as mesmas regras e cumprindo aquilo que se é espero. Mas é uma sociedade mecânica, as pessoas não pensam além, não sabem o que é amar, não tem esse apreço verdadeiro por outros, pois não conhecem a real intensidade de sentimentos. Mas em uma analise geral? Estão todos satisfeitos. Quer dizer, quase todos.
Jonas está ansioso para a sua cerimonia de 12: é nela que ele vai receber sua designação e se transformará em um adulto! Ele não sabe qual será o cargo que os anciões separaram para ele, mas quando descobre, seu mundo perfeito, já não parece tão bom assim, e ele começa a questionar-se se as outras pessoas não deveriam sentir aquilo que ele está sentindo.

(Continue a ler no blog)

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2015/09/livro-o-doador-de-memorias.html
comentários(0)comente



Paloma13 19/12/2016

Leitura foi leve, rápida e proveitosa

Foi instigante. Devorei cada página com uma voracidade incrível. A história me envolveu naquela comunidade, na vida de Jonas, de sua unidade familiar, no Doador, em todo mundo, menos em Gabe (foi o personagem que menos me chamou atenção) e que no fim das contas foi mais importante do que imaginei.
Por ser um mundo utópico, sem fome, dor, desigualdade, enfim, perfeito, os personagens - e suas vidas - inicialmente parecem chatas e repetitivas. Sim, alguns personagens são bem chatinhos, fracos, mas tudo isso é compensado em Jonas e o Doador. A crítica presente no livro me levou a reflexões sobre nossas vidas. Queremos um mundo sem dor, igualitário, perfeito. Mas para isso algumas coisas deixam de existir, logo, precisamos de todos os nossos sentimentos para nos equilibrarmos.
Sempre achei que detestaria utopias, mas esse livro mudou minha opinião. A autora está de parabéns. Me apaixonei pela história. Só não vou dar cinco estrelas pelo final.

site: http://eleresenhou.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Eduardo 11/12/2016

Um dos piores livros que já li
Seguramente, um dos piores livros que já li. Personagens fraquíssimos. Não me convenci com a mudança de atitude do protagonista; foi muito repentina. Fraco, bem fraco.
comentários(0)comente



Marciel 03/12/2016

Vamos falar de um livro pequeno no tamanho, mas grandioso em sua essência.
Em O doador de memórias conhecemos um mundo futurista onde não há mais dor, a vida agora é perfeita e sem conflitos, sem sentimentos e sem memórias. Não há qualquer indício de lembranças de guerra, de ódio, nem de amizade nem amor.

Quando os Jovens completam doze anos são designados para exercer suas profissões, eles passam por uma cerimônia em que o Ancião decide o futuro deles de acordo com suas aptidões, mas Jonas sente que não se encaixa em nenhuma delas (impossível não abrir esse parênteses e comentar que, certamente, Veronica Roth usou esse livro como referência para Divergente). O garoto é surpreendido quando é escolhido para ser o novo guardião de memórias, o posto mais importante da comunidade que é exercido por um ancião e repassado ao escolhido de tempos em tempos.

Durante o treinamento, Jonas passa a receber as memórias do mundo todo, de todas as épocas. Memórias que causam alegria e dor. Então, o garoto não entende como a humanidade quis se livrar de suas memórias, dos sentimentos bons e até mesmo dos ruins. Ele acha que tudo está errado e quer achar uma forma de devolver as memórias às pessoas.

Em uma narrativa curta, a autora nos leva a uma longa viagem por nossas emoções e fala do valor de nossas experiências, mesmo que tenham sido ruins. É uma história pra refletir e sobre como o amor pode ser a salvação em situações mais diversas.

O Filme expande ainda mais o universo criado pela autora, achei a adaptação bem fiel, mesmo que tenham incluído umas coisas bem legais. Ficou excelente. Se você não tem interesse em ler o livro, assista ao filme, vale muito a pena. A série conta com quatro livros, porém as histórias são independentes e compartilham apenas o mesmo universo distópico.
comentários(0)comente



222 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |