Morte Súbita

Morte Súbita J.K. Rowling




Resenhas - Morte Súbita


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Marianne.Becker 13/09/2019

Tá mais pra uma opinião do que uma resenha rss
Me decepcionou a qualidade da escrira da JK... até fui olhar se Morte Súbita foi lançado antes de Harry Potter pra ver se justificava... achei impecável a escrita da série e esta achei mt ruim...(bom, opinião minha ne?) Juro q até por volta do 4/5 de livro eu tava dando nota 1. Ai quando acabou a nota melhorou pq fui me envolvendo com os personagens. Mas td isso só no final. Eu diria que é um livro muito mais sobre comportamento humano, como temos defeitos, segredos, fazemos merdas e mesmo assim tbm somos bons, fazemos acertos.... sobre várias realidades sociais, culturais, emocionais... Porque analisando em questão de enredo de história, se é que posso dizer assim pq nao sei nomes técnicos, trama mesmo... na minha opinião praticamente não teve, bem "nheh, é isso?" Rsrsrs Começo mt lento.. putaria sem necessidade... ai acho desnecessário, apelativo, citar putaria sem ter motivo, envolvimento. Então quando penso na parte do comportamento humano... ai ok... ai vira um livro de mais qualidade... mas como achei mal escrito e mt lento... não achei digno de uma nota maior que 3. Sinto mt... até eu estou triste com essa nota. Queria há mt tempo ler outra coisa da JK pq amei a escrita dela em HP... mas ai...decepcionou e vou continuar desejando um livro adulto e tão bem escritinho
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Fátima Lopes 12/09/2019

Se você pretende ler "Morte Súbita" prepare-se para páginas e páginas com descrições de personagens e aspectos da vida de uma cidade pequena ... A trama só começou a melhorar após a metade da obra e mesmo assim continuou pouco empolgante.
O final foi abrupto, até cruel e deixou várias pontas soltas .
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Ela 06/08/2019

?É impossível viver sem fracassar. A menos que você viva tão cautelosamente que, de certo modo, você não viva plenamente ? o que é, por definição, um fracasso.? ? J. K. ROWLING
Morte Súbita tem seu start com a morte repentina de Barry Fairbrother, um importante Membro do Conselho Distrital da cidade fictícia de Pagford, localizada no interior da Inglaterra. A princípio, o pequeno vilarejo se apresenta como uma cidade pacata e comum, com habitantes de valores conservadores e um sistema organizacional perfeito. Com o avanço da trama essa fachada desmorona, e nos deparamos com uma insensível guerra de classes sociais alimenta por interesses mesquinhos. Em famílias aparentemente funcionais vivem adolescentes com intensos conflitos com seus pais, vemos esposas que no fundo detestam seus maridos, e professores que perseguem alunos, - Pagford não é o que parece ser.
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A morte de Barry é o gatilho das reviravoltas na vida dos habitantes da cidade. Longe de ser um pai, marido e cidadão exemplar, Barry estava mergulhado em conflitos por defender o bairro Fields ? uma zona da cidade bastante pobre e com altos índices de criminalidade, essa é peça chave que impulsiona os acontecimentos da história. A vida em Filds e a necessidade de proteger o bairro, é ilustrada pela vida da jovem Krystal Wheedon, uma garota problemática, que tenta a todo custo manter a mãe longe das drogas enquanto cuida do irmão de apenas três anos.
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Li esse livro na época de seu lançamento, e apesar das muitas críticas que estavam sendo feitas, minha opinião é extremamente positiva. Entre tragédias que acontecem e cenas engraçadíssimas protagonizadas pelo fantasma de Barry Fairbrother, o enredo é bem construído através criticas sociais inteligentes. A obra de J. K. Rowling me lembra da afirmação Jane Austen: ?com três ou quatro famílias em uma aldeia se constrói todo um mundo?, foi nessa fórmula que Austen deu vida a bailes, personagens incríveis e as relações sociais de sua época, e hoje vemos uma autora contemporânea reproduzir essa mesma fórmula com sucesso.
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Eliane 02/08/2019

Para quem está acostumado ao estilo literário de Rowling nos livros de Harry Potter, com certeza, neste livro, vai ficar desconcertado! Absolutamente diferente!
A pequena cidade de Pagford, localizada no interior da Inglaterra é o palco desta história , com a morte súbita de Barry Fairbrother, membro do Conselho Distrital.
Uma história de costumes, uma obra impecável, deixando o leitor ao mesmo tempo surpreso e encantado com a capacidade da autora em escrever uma história onde seus, nada menos que ,vinte personagens são importantíssimos para o desenrolar e conclusão do livro.
É uma obra de questionamento: será que eu sei o que acontece em minha própria casa? Na de meu melhor amigo? Na do meu vizinho? No meu bairro? Na minha cidade?
O leitor, espreitando por todas as páginas, se defronta com problemas :íntimos, familiares, sociais, e temas polêmicos como: bullying, homossexualismo, traição conjugal, pedofilia, estupro, drogas, preconceito e política.
Como espectadores de tudo o que se desenrola em Pagford nós, leitores, não sairemos ilesos a tantos problemas, somos, praticamente, arremessados a confrontar e conhecer todos os pensamentos, as angústias, as expectativas, as ilusões dos moradores bem como a miséria e a podridão existentes na doce e bucólica cidadezinha de Pagford.
História escrita com maestria e inteligência , onde Rowling retrata artisticamente realidades diversas de pessoas e lugares.

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Zumi 23/05/2019

Um livro meio ?????
Gente, sinceramente... estou até sem palavras para resenhar sobre esse livro. Não sou capaz de dizer se amei ou odiei, porque termino Morte Súbita sem sentir absolutamente nada, nem bom e nem ruim.

Tudo gira em torno de Pagford e Yarvil, duas "cidades" vizinhas, e o bairro periférico de Fields, que nenhum dos municípios quer considerar como seu. Barry Fairbrother, membro do Conselho Distrital, morre inesperadamente no primeiro capítulo da trama, e sua vaga fica livre para dar início a guerra entre as pessoas que querem ocupá-la. Dentre elas, estão:

1. Os amantes de Pagford, os quais se posicionam contra Fields e a Clínica de Reabilitação Bellchapel, que funciona num edifício considerado patrimônio de Pagford.
1.1. Miles Mollison, que nada mais é que a personificação de tudo que seu pai, Howard, representa. Apesar de achar que Miles até é uma pessoa que beira a sensatez, o mesmo se deixa levar pelas idealizações do pai, um Pagfordiano nato, e fala varias merdas durante o livro.

2. As pessoas que tomam partido a favor de Fields pertencer a Pagford e, assim, o distrito ter o dever de zelar pelas vidas que ali estão, por mais miseráveis que sejam.
2.1. Colin Wall, o melhor amigo de Barry, que acredita que deveria se candidatar a fim de dar continuidade nas intervenções do mesmo. Embora um pouco dramático e "perigoso" (o que é possível entender com a leitura), Colin até que não é um personagem que desperta ranço como os outros.

3. Aqueles cujo o posicionamento não importa, apenas querem assumir a vaga pelo prazer de fazerem parte e gozarem das regalias do Conselho.
3.1. Simon Price. Um lixo de pessoa, e só.

Além dos candidatos à vaga do falecido conselheiro, há os personagens secundários, mas não tão secundários assim. São tantas figuras, que só é possível assimilar quem é quem por volta da metade do livro. Ademais, ao meu ver, nenhum personagem é realmente cativante, embora todos sejam muito bem descritos e caracterizados. Talvez a intenção de J.K. fosse mostrar que todos tem seus defeitos e lados ruins, mesmo que sejam boas pessoas, mas eu particularmente só consegui me afeiçoar por 4 personagens: Samantha, Andrew, Kay e Sukhvinder. Todos, exceto Krystal e Terri (é possível compreender suas atitudes, visto o contexto em que estavam inseridas), os demais me irritaram tão intensamente de diferentes formas, que se fosse para detalhar aqui, esta resenha seria quase um outro livro.

No geral, achei a história muito linear e absurdamente detalhada, o que a torna muito maior do que precisaria ser. Além disso, apesar da existência do Fantasma de Barry Fairbrother, codinome utilizado para postar revelações sobre os membros oficiais e potenciais na página oficial do Conselho Distrital, não existem grandes movimentações nem surpresas no livro, além, óbvio, da perceptível crítica social. No entanto, de alguma forma que não consegui explicar, ainda assim Morte Súbita me prendeu de verdade.

Da primeira vez que tentei ler, 5 anos atrás, fiquei presa na apresentação dos personagens e não consegui sair da página 60. Dessa vez, apesar de ter demorado mais de um mês, consegui finalizar a leitura. Contudo, não recomendo. Não por ser um livro ruim, mas sim por ser ligeramente sem sentido e não despertar nenhum tipo de reação no leitor, parecendo uma simples história qualquer. É, talvez essa seja a melhor forma de definir Morte Súbita.
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Henrie 28/04/2019

Que venha o meteoro
Com ares de novela das 8 com luta por poder, diferenças sociais e cheio de personagens com caráter duvidoso escondido atrás de cara de bom moço, quando acabei o livro tive a sensação pessimista que o ser humano é podre e não presta. Pagford é uma cidade fictícia mas sua inspiração pode ter sido em qualquer lugar, até mesmo em alguns prédios por aí.
Tive a mesma sensação ao ler 'o sol é para todos', um dos melhores livros que já li, apesar de achar que nunca acharei em Barry o que Atticus me proporcionou, mas entendo que Barry é o personagem mais decente de toda história ( mortos tem essa tendência de serem bons)
Apesar de todo o sentimento negativo que o livro proporciona, vale muito a pena ler. ( e não se surpreenda se ao final vc desejar que o meteoro acabe com essa p* toda)
@ketstrapazzon 29/04/2019minha estante
Eu AMO esse livro!


Aohna 21/05/2019minha estante
Gente pelo amor de Deus, esse livro é sobre o Brasil. Essa mulher é obcecada pelo nosso país. Parem de ler qualquer coisa dela.




Oswaldo 10/04/2019

Bom livro
Primeiro livro para adultos da autora de Harry Potter. Confesso que li com um pé atrás. Harry Potter, sua história e seu mundo, é exemplo da criatividade da autora, mas não escapa do maniqueísmo presente em boa parte dos livros voltados para crianças e jovens. A velha luta do bem contra o mal. Li os 7 livros da saga Harry Potter. J. K. Rolling é uma grande contadora de histórias. Neste livro, Morte súbita, essa sua habilidade também está presente. Uma pequena comunidade: os relacionamentos dos que nela vivem, os modos de pensar diferentes, os conflitos interiores, etc., e, principalmente, os pequenos problemas que se transformam em “quase” razões de vida. Gostei do livro por esse motivo. A história é lenta, no início, como a vida dos habitantes daquela comunidade. A morte de um dos seus destacados habitantes, enseja conflitos de toda ordem. Mas, são conflitos dos que vivem um mesmo, pequeno e quase inalterado cotidiano. Li críticas nos jornais contrárias ao livro. Para mim, o final não agradou muito, mas, de maneira geral, acho que é um bom livro.
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Ju | apequenabiblioteca 27/03/2019

Esquerda vs. Direita e tudo o que há no meio | @apequenabiblioteca
“Bem, política é assim mesmo. É um negócio sujo.”

Pagford é o berço de uma guerra fria que ocorre por conta de um bairro periférico que abriga dependentes químicos, prostitutas e traficantes, a clínica de reabilitação que, segundo alguns membros do Conselho Distrital cujas famílias estão na cidade desde sua fundação, está sugando todo o dinheiro da população com tratamentos para viciados e benefícios para vagabundos e, por conta disso, o bairro deverá ser desmembrado do município. Em oposição, alguns conselheiros e cidadãos defendem o direito dessas pessoas cujas vidas foram arrancadas pela falta de oportunidades e meios fáceis de sobrevivência. O Conselheiro Barry Fairbrother era uma dessas pessoas. Sua morte repentina deu a brecha para que a guerra esquentasse e muitas pessoas tiveram suas vidas interligadas por um laço cada vez mais forte e invisível.

O livro aborda e confronta sim a briga entre a democratização e o conservadorismo, mas Rowling conseguiu ir ainda mais longe, debatendo sobre assuntos tão diversos como as primeiras experiências da adolescência e as sujeiras e mentiras que muitas pessoas se submetem para alcançar um patamar elevado, sem deixar nada de lado. Mesmo iniciando com a morte de Barry, o enredo navega pelo cotidiano de diversas personagens simultaneamente e a autora decidiu que a narrativa fosse feita em terceira pessoa, mantendo a imparcialidade.

Foi difícil ser conquistada e demorou para a leitura fluir de verdade, principalmente porque esse livro apresenta uma linguagem e cenas mais vulgares e a escrita da Jo é bem detalhista, mas quando dei por mim, já estava imersa nas páginas. Não há grandes mudanças nas personalidades e talvez o óbvio seja evidente, mas finalizei o livro com a certeza de que a leitura valeu à pena e Rowling merece ser reconhecida como uma excelente escritora, e não apenas pelo sucesso de Harry Potter.


site: https://www.instagram.com/p/BvE6hnfhtsg/
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Lumi 23/03/2019

Fui surpreendida!
A essa altura todos os fãs da autora devem saber que essa não é uma história de fantasia, nada que se assemelhe ao mundo mágico de Harry Potter, muito pelo contrário. É um livro que trás a essência humana de forma crua, cruel e egoísta, mas que de alguma forma me arrebatou e me vi ávida pelo desenvolvimento da história e de seus personagens que, diga-se de passagem, são todos intragáveis.
J. K. se prova uma exímia autora mesmo num gênero literário completamente diferente do qual construiu seu sucesso, e não é o que mais me surpreende. A grande façanha pra mim foi a maneira com a qual ela nos entrega uma trama bem simples, de uma comunidade com intrigas como outra qualquer, personagens que só tem seus defeitos ressaltados e chegam a dar asco mas que de alguma forma você quer estar com eles e descobrir o que vai acontecer com cada um. É simplesmente genial! Super recomendo.

**Uma atualização após a euforia da leitura ter terminado

O começo é bem parado, até a metade do livro eu tive que insistir pra não larga-lo, grande parte do motivo porque são muitos personagens pra conhecer e tentar se lembrar (confesso que até o final eu me situava mais pelo contexto do que pelo nome de cada um) mas dali pra frente foi ficando mais fácil de entender o ritmo da autora e pra que lado as coisas estavam indo. Continuo achando que seja um livro que vale a leitura!
Kim 04/04/2019minha estante
Hahaha também me senti assim quanto aos personagens. São muitos e no começo me perdi demais.
Quanto ao começo, acho que é um defeito da JK Rowling em seus livros fora da saga Harry Potter, porque é o segundo livro fora essa série que leio e estou me esforçando pra continuar a leitura!


Lumi 05/04/2019minha estante
Foi o único que li! Ta nos planos ler o chamado do Cuco, você já leu esse?


Kim 06/04/2019minha estante
Estou lendo esse mesmo dela! Vi algumas criticas do livro e a maioria diz que o final é bom, mas não vou mentir que tô tendo que ter paciência e força de vontade pra continuar.
Apesar de não ter complicação com os nomes, a coisa tá maçante e meio parada, sabe. De vez em quando tem um diálogo interessante e uma pista nova, mas to indo mais pelo final rs


Kim 06/04/2019minha estante
Quando eu acabar volto aqui de novo pra te contar se vale a pena mesmo


Lumi 07/04/2019minha estante
Eba! Volte sim, por favor! ?


Kim 08/04/2019minha estante
Acabei de acabar hahahahah
Olha, o desfecho é bom, sim, porém com contrapontos.
A JK tem um jeito de escrever onde ela desenvolve bastante os personagens, suas personalidades e pensamentos. Isso é bom apenas no começo do livro, que é onde você tá conhecendo tudo, mas do meio pro fim isso fica super maçante e eu confesso que pulava direto esses textos em excesso e ia pros diálogos (e acredite, não atrapalhou em nada no entendimento). Outro ponto negativo no livro (sem spoiler, calma) foi que os dados todos iam sendo coletados e organizados, mas ela não te contava nem um pouco do raciocínio do detetive. Então você fica perdida e um pouco entediada com o tanto de interrogatórios e pistas até as últimas 100 páginas que é quando o negócio começa a andar e ele começa a expôr a linha de raciocínio.
Em suma, se você curte uma boa história e um bom desfecho, eu o recomendo, com o adendo de ser paciente (quando nem eu fui hahahah)




Na 14/03/2019

Monótono
Gosto muito de ler, e em geral não gosto de abandonar o livro, mas este realmente me desafiou, muito complicado, uma bagunça de personagens e não tem acontecimentos para te prender na trama, parece que nada acontece no livro, tentei lê-lo duas vezes e não consegui.
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Cyn 14/03/2019

Ótimo.
Comecei a leitura e o início foi muito tedioso. Mas J.K. me pegou bem ali na metade, mesmo sem muita ação os acontecimentos me prenderam e eu fiquei obcecada para saber o fim. E cara, chorei tanto com o fim, as 4h da manhã eu estava soluçando. Depois que terminei, fiquei sentindo o vazio que geralmente os livros bons me deixam.
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Cesar Lobo 24/02/2019

Merece ser lido.
Vi muitas críticas ao livro e a J.K, alegando que nem parece uma obra da mesma. Na verdade , o livro não é nenhuma obra prima. Acabamos criando expectativa demais por ser J.K. Mas é inegável que a autora acaba te fazendo mergulhar na história. O livro começa muito bom, depois fica um pouco arrastado e do meio pro fim ele te arrebata. E foi assim que aconteceu comigo. O livro tem temas fortes e reflexivos. Retrata de forma dura e cruel uma sociedade mesquinha , egoista e julgadora. As pessoas gostam de apontar e se vangloriar dos problemas dos vizinhos. A história de Krystal mexeu demais comigo. E gosto de livro assim... que tem aquele tom dramático e reflexivo. E esse livro me fez pensar em muitas coisas. Precisamos ter mais empatia ao próximo. Essa é mensagem central que o livro deixou para mim. É uma grande obra. Apesar de muitos terem achado o livro chato, eu fiquei satisfeito. Recomendo a leitura.
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julliana Araujo 11/02/2019

Ainda não sei o que sinto com essa leitura, tinha dado uma nota maior pois o livro me prendeu do início ao fim J.K. não decepciona na sua escrita, porém é um livro que me frustrou em relação aos poucos personagens que me afeiçoei, esperava alguma mudança pra eles. Mas é um livro mto bem construído onde conhecemos vários moradores de Pargford e como se sentem em relação a cidade e conhecemos um pouco da vida de cada um, tendo vários pontos de vista dos acontecimentos (o que eu adorei) e entendemos que o egoísmo tem o poder de mudar vidas e deixar marcas na alma que vc leva pro resto da vida.
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karol 19/01/2019

Comecei o livro sem ter lido nenhuma resenha, para não ter expectativa (mesmo tento muita expectativa por ser escrito pela rainha J.K.), por isso não sabia quase nada do que se tratava e isso não ajudou no início, pois a leitura não estava fluindo e era muitos personagens que eu ficava perdida. Demorei para conseguir entender quem era quem (porque realmente são muitos personagens).
Mas acabei criando sentimentos por eles e aí que a leitura foi indo pra frente.
Gostei muito da escrita detalhada (o que no início era chato e monótono, acabou virando o elemento principal do livro), porque você acaba conhecendo os personagens e acaba por prever certas ações feitas por eles.
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I. Andrade 05/01/2019

Parado, mas bem escrito.
Eu poderia dar muitos motivos para ter abandonado esse livro, mas creio que a maior parte da culpa por não ter gostado tenha sido exclusivamente minha. Quando se trata de J. K colocamos uma parcela enorme de "expectativa" sobre a obra que carrega seu nome e, infelizmente, no caso do Morte Súbita, nem uma dessas expectativas foram atendidas. Não se trata do pior livro do mundo, não é nem um pouco difícil achar livros que podemos classificar dessa forma, mas não é um livro que considero fácil de se gostar. Realmente admiro quem teve essa capacidade. O livro se inicia parado e é triste dizer que se mantém assim. Li até um pouco mais da metade e infelizmente não tive de onde tirar "vontade" para continuar. Como eu disse, pode ser que eu tenha criado muita expectativa, mas quando um livro inicia de uma forma e se mantem sem perspetiva de mudança é difícil achar algo para manter o interesse. Apesar de tudo, não deixa de ter uma escrita excelente (como é de se esperar), cheia de ironias e dono de uma linguagem fluida e bem realista.
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