Morte Súbita

Morte Súbita J.K. Rowling




Resenhas - Morte Súbita


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Jaina 11/12/2017

De tirar o fôlego.
Simplesmente li os últimos capítulos prendendo a respiração. Muito bom!
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Lys 07/12/2017

Um livro maravilhoso!
No inicio achei um pouco chato e confesso que só comprei porque estava muito barato e tinha sido escrito pela Rowling (não que eu esperasse nenhum Harry Potter ou algo do tipo, sabia que era algo totalmente diferente, e foi isso que me deixou um pouco receosa, com medo que de alguma forma isso fosse uma tentativa "fracassada" de tentar desvincular sua imagem dos livros infanto-juvenis). Já havia começado uma vez e acabei abandonando nas primeiras paginas Então esse ano, como estava decidida a ler os livros que eu já tinha e estavam a muito guardados, ao invés de emprestar livros de outros lugares ou pessoas, esse chamou a minha atenção e decidi tentar de novo.
Depois de ler as duas primeiras paginas meu impulso foi largá-lo outra vez no armário, pois o inicio não me empolgou e achei um pouco chato, mas sabia que se o fizesse era bem provável que não voltasse a pega-lo novamente, decidi insistir e foi a melhor coisa que eu fiz. A história aos poucos foi me cativando e os seus personagens foram se tornando cada vez mais interessantes, esse recorte da vida real dos habitantes de Pagford, que bem poderia ser de qualquer cidade do mundo, me deixou fascinada. Fascinada por descobrir que essas pessoas, essas relações, esse problemas de comunicação entre seres humanos não são uma exclusividade deste ou naquele lugar especifico, mas da humanidade no geral e isso me fez repensar sobre a vida, sobre as atitudes das pessoas, as minhas atitudes e como podemos e devemos ser melhores e buscar evoluir e parar de seguir um tipo de relacionamento social que já está antigo e ultrapassado e cujo resultado já sabemos onde vai dar, e procurar novas formas de nos relacionarmos, deixando certas atitudes antiquadas para trás e adotar novas posturas mais assertivas com relação a nos mesmos e aos outros, sermos mais autênticos, não como Bola Wall acreditava na sua autenticidade, mas sendo verdadeiro consigo mesmo e com o outro, sem dissimular seus verdadeiros sentimentos com Samantha e Shirley Mollison.
Enfim, o livro nos faz mais empáticos ao passar por uma avalanche de sentimentos, nos mostrando os motivos que levam cada um a tomar o rumo que tomou e nos mostra que muitas vezes a muito mais escondido embaixo das águas do que nos mostra a ponta de um iceberg.
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Leticia.Liberato 05/12/2017

Quase...
Não sei, esse não me desce, regular.
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Crisna 04/12/2017

Nem terminei
Em resumo não teve nada a ver com expectativas de leitora de Harry Potter. Na verdade eu queria ver uma obra mais adulta da J.K. mas essa não deu. Creio que ela trata de temas interessantes e importantes, mas a maneira que ela escolheu abordar não funcionou para mim. Os personagens não me atraíram, me pareceram até bem caricatos, e a história demora a andar, na verdade não anda.
Eu abandonei o livro lá pela página 100 e parti para uma leitura muito mais fluída e rica que é a série do Cormoran Strike. Nessa sim ela consegue trabalhar os personagens muito bem, e mesmo o livro sendo longo flui de uma maneira que você nem sente.
Portanto ela errou a mão nesse, mas nos outros acertou direitinho, recomendo.
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Andrea 01/12/2017

Com ou sem Harry Potter, J. K. Rowling é uma excelente escritora
Acredito que a única razão pra este livro não ter uma nota maior no Skoob seja um detalhe que alguns podem ter deixado passar: Este é um livro para ADULTOS. Adultos mesmo. Se você acha que discussões sobre como melhorar nossa sociedade são chatas, dificilmente compreenderá a beleza deste livro (a não ser, claro, que mude de ideia durante a leitura, o que eu espero que ocorra!).

Fico triste que as pessoas não reflitam nisso. Gente, a sociedade somos nós! Cabe a nós mudá-la!

Enfim, voltando ao livro.

Ele é muito mais que política. Os personagens são muitos e maravilhosamente construídos e variados. Temos crianças, jovens, adultos e idosos; cada qual com sua esplêndida bagagem emocional. As interações também são críveis (e incríveis!): temos amores não-correspondidos, casamentos complicados (mas nem por isso infelizes), amor de irmãos (sem incesto, gente), de pai ou mãe pra filho, amores que estão só começando, relacionamentos à distância que ficam mais perto...

É impossível não se identificar com nenhum personagem. A esposa entediada que detesta o interior, a pessoa alheia à políticas que tem medo de se envolver emocionalmente, a adolescente que acabou de se mudar e odeia a mãe por isso, o amigo que quer honrar o amigo falecido ainda que não saiba ser forte o suficiente pra isso, a garota que sofre bullying e o garoto que o causa...

Apesar disso, o livro foi chato no começo. Não me lembro ao certo quando isso começou a mudar, acho que lá pra página 100 ou até mais. Mas isso ocorre justamente porque os personagens são bem construídos demais, e essa primeira centena de páginas serve como introdução para a vida deles. Depois que compreendemos quem eles são e como se envolvem entre si, fica cada vez mais difícil largar o livro. Quando o final se aproximava, comecei a sentir o luto: o livro ia acabar. Que pena! E já fazia tempo que eu não me sentia assim com nenhum livro.

Eu li apenas três livros da série Harry Potter, e isso foi no começo dos anos 2000. Lembro-me muito pouco do que li, de modo que eu não me considerava fã da J.K. e não tinha nenhuma expectativa em especial ao abrir este livro. Mas ela, que já tinha minha admiração como pessoa, certamente tem agora minha admiração como escritora. Este livro não é apenas bom e bem escrito, não é apenas envolvente e intrigante. Ele é fantástico, espetacular, obra de um ser humano que compreende os outros e que pensou em cada pequeno detalhe de sua criação.

Obrigada, J.K. Rowling. Escreva outros livros adultos, que eu quero ler mais!
Crisna 03/12/2017minha estante
Olha eu tenho que discordar de você, sou fã de Harry Potter mas eu não esperava nada parecido, todo mundo tem consciência que é um livro para adultos. A questão para mim é que realmente achei o livro mal escrito, pelo menos até a página cento e alguma coisa que foi o que eu consegui ler. Ao contrário de ti não me identifiquei com nenhum personagem. Na verdade achei todos meio forçados e caricatos. Eu desisti porque não gostei do estilo que ela escolheu para escrever e não suportaria mais 400 páginas daquilo. E não tem nada a ver com se apegar ao estilo de HP, até porque eu li o primeiro livro da série do Cormoran Strike e amei. Acho que nesse livro ela estava tentando se encontrar em um estilo diferente, mas ainda não acertou a mão. Agora está indo muito melhor.


Andrea 04/12/2017minha estante
Pra mim foi sem dúvidas o melhor livro que li esse ano, talvez até nos últimos dois anos. Os personagens não são caricatos de forma alguma. Mas como disse na resenha, realmente as primeiras 100 páginas (não lembro exatamente, talvez 150) não são tão legais. Nessas eu realmente não estava vendo a profundidade dos personagens, estava ainda entediada com o livro. Foi depois, à medida que a situação se aprofunda, que o livro ficou fantástico e os personagens realmente foram revelados.




Claris Ribeiro 01/11/2017

Que livro!
Antes de tudo eu tenho que falar, se você é fã de Harry Potter e acha que vai encontrar nesse livro algo relacionado aos outros livros da autora, ou espera encontrar alguma mágica, ou qualquer relação a HP, desista. Mas pensando bem, não desista, só não espere por isso, pois não é uma coisa que irá encontrar, de verdade. Não desista porque o livro é muito bom, e merece a sua chance.

Assim que fiquei sabendo do livro eu já fiquei louca, acompanhei as notícias, os lançamentos, cheguei até a comprar a versão em inglês (por um preço bem em conta, até), mas li apenas as primeiras páginas, pois não tenho o costume de ler livros em outra língua e acho muito enjoativo ler fases sem abreviações (tipo, “You are my friend”, e não “You’re my friend”). No natal minha mãe me deu o livro em português, mas ainda estava lendo outro, assim que acabei eu peguei pra ler.

O livro tem 501 páginas, e eu sou meio lerda para ler livros (maioria das vezes porque eu fico com dó de acabar muito rápido a história, mesmo morrendo de curiosidade para saber o que vem por ai). Ele é dividido por partes, e cada parte é dividida por capítulos. Como em seus outros livros, a narrativa de J.K. é muito boa, tranquila de acompanhar e bem cheia de detalhes, sem cansar.

Gostei muito da história, principalmente por ter crescido em uma cidade pequena, cercada por fofocas, então eu consegui identificar cada personagem e acompanhar muito bem a realidade que eu vivi com o livro.

A história roda em torno da morte de Barry Fairbrother, mas não possui um personagem principal. Você é apresentado a várias famílias da cidade que tem algum tipo de relação a Barry e ao conselho.

Mesmo não me identificado em nada com a história de Krystal Weedon, desde a primeira vez que ela foi citada no livro, eu já senti um carinho especial. Ela e Andrew Price são de longe meus personagens favoritos.

Rola muita fofoca, muitas brigas, muitos amores e loucuras. O livro é muito real, mostra bem a realidade de muitas famílias, as perdas, casamentos mal resolvidos, problemas na escola, problemas com drogas, e eu acho que isso é o ponto alto que Morte Súbita tem a oferecer.

O final me chocou muito, não esperava o que aconteceu, e eu ainda estou em choque! Forte e emocionante, ainda não sei como descrever!

Não se influencie por qualquer comentário, dê uma chance ao livro, e tire suas próprias conclusões. J.K. é de verdade uma grande autora, e de novo ela conseguiu me provar isso.

"Mas quem pode suportar que algumas estrelas já morreram, pensou ela, piscando os olhos para o céu; quem pode suportar saber que todas elas já morreram?"

site: http://www.plasticodelic.com/2013/01/resenha-morte-subita_27.html
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Álefe 26/10/2017

J.K. é J.K.!
J.K. é J.K.! Um livro totalmente diferente do gênero que a consagrou. Esse livro não me pegou na época de seu lançamento justamente por isso. Sinto que tentei lê-lo na época errada, e dito e feito. Eu não consegui largar esse livro dessa vez, como sempre acontece comigo ao ler seus livros. Eu tive que entrar no YouTube e ouvir Umbrella enquanto lia a última página desse livro (quem leu sabe porquê). Essa leitura pedia esse momento pra fechar a história e me transpor para suas páginas. Sua escrita é hipnotizante e maravilhosa e nos leva até o fim da história com gosto! Como sou fã dessa mulher!!
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simone 26/10/2017

sempre soube que este livro em nada parecia com o estilo de Harry Potter, porem fiquei batante decepcionada com a trama que gira em torno de Barry Fairbrother, amor platonico, fofofcas, vidas vazias,
sinceramente não recomendaria.
Isabele.Martins 18/11/2017minha estante
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Tháh Martins 27/09/2017

Fofocas de uma pequena cidade...
J.K Rowling nos transporta para o trama de uma pequena cidade chamada Pagford, que vive um choque após a morte súbita de Barry Fairbrother - um importante membro do Conselho Municipal da cidade - , um exemplar pai de família, treinador do time de remo da escola, aquele tipo de pessoa cujo o nome todos conhecem.
Pagford é aparentemente uma cidade pacata comum e bem organizada, mais tem aquele velho ditado "as aparências enganam", por trás dessa fachada bonita há uma guerra - uma guerra de classes, gerações e interesses. Ricos em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com seus maridos, professores em guerra com seus pupilos -, ela não é o que aparenta ser.
E toda a confusão começa após o falecimento de Fairbrother, pois o assento que ele ocupava no Conselho Municipal está vazio, e logo se torna o estopim para a maior guerra que está cidade ja viu.

- Quem triunfará em uma eleição repleta de duplicidade, paixão e revelações inesperadas?
- Arrisca um palpite?

Com o desenrolar da trama, vamos conhecendo intimamente alguns personagens, como o casal Howard e sua esposa Shirley Mollison - maiores rivais de Barry - que se preparam para eleger seus filho para substituir Fairbrother, decisão que acaba levando a sua esposa, Samantha a se afasta cada vez mais da relação. Gavin Hughes, sócio de Miles, que vive um relacionamento meio conturbado com sua namorada Kay Bawden, que vive um relacionamento de conviniência por não ter coragem de terminar, além de lidar com a rebeldia de sua filha, Gaia - que não a perdoa por ter mudando de Londres para esse fim de mundo - e que tem que conciliar com suas dificuldades de emprego como assistente social, no qual ajuda a família Wheedon. Agora vamos falar de uma das personagens que mais me cativou Krystal Wheedon, uma garota super problemática, que tenta manter a mãe longe do vício das drogas enquanto cuida do seu pequeno irmão de apenas três anos.Não podemos esquecer de outros personagens, Andrew Price, que vive uma paixão reprimida por Gia, e que sofre com a violência de um pai totalmente abusivo. O casal Colin - mais conhecido pelo apelido de Pombinho - e Tessa Wall, que tentam lidar com o filho rebelde Stuar - Bola para os mais íntimos - ao mesmo tempo em que Colin se candidata ao Conselho. Parminder Jawanda, médica e membro do Conselho, que lida com a tristeza pela morte de seu amigo Barry, mas que não percebe que sua filha Sukhvinder Jawanda, sofre bullying e é maltratada por Bola, mas que não tem coragem de contar a situação a ninguém… e por aí vai, não dá para citar todos os nomes, só lendo para saber todos os pequenos detalhes dessa confusão.
Apesar do livro ser uma leitura leve do cotidiano de uma cidade, confesso que o final, me deixou meio revoltada, foi literalmente um soco no estômago, algo que realmente não esperava no desfecho da história.

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Dri 26/09/2017

Não foi.
Não sei se fui pensando em Harry Potter, mas não consegui ir até o final.
Detestooo quando isso acontece, me sinto fracassando, mas tenho tantos desejos literarios na minha lista de metas do ano, que não me permito mais ficar empacada em algum livro que considero mais ou menos.
Acho que o grande lance aqui, é desvincular mesmo a autora dos livros da série Harry Potter, achei esse livro em alguns momentos cansativo, repetitivo até.
Mas JK Rowling ainda tem toda minha admiração, e agora vou para O chamado do cuco para ver qual é.
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Priih 26/09/2017

Resenha: Morte Súbita – J. K. Rowling
"Morte Súbita tem seu start com a morte de Barry Fairbrother, um importante membro da cidade fictícia de Pagford. [...] Morte Súbita é um livro que fala sobre as relações pessoais em uma cidadezinha interiorana com valores conservadores. E esses valores caem por terra quando começam a invadir o site do Conselho Distrital para postar verdades sujas sobre diversos membros daquela comunidade. Esse gatilho coloca tudo em movimento, e vemos as máscaras de vários personagens caindo. [...] Morte Súbita é uma obra excelente, bem construída e com críticas extremamente importantes. J. K. Rowling não decepciona!"

Leia a resenha completa no link! =)

site: https://infinitasvidas.wordpress.com/2017/06/18/resenha-morte-subita-j-k-rowling/
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andressa.shinok 23/09/2017

Morte súbita
Demorei para ler porque sabia que era diferente de Harry Potter e queria me desvencilhar... e valeu muito a pena!
No começo, o livro é um pouco confuso, por causa da quantidade de personagens. No entanto, conforme a leitura flui, a estória dos habitantes da cidade começam a te envolver.
Duas coisas que me chamaram à atenção são a fluidez com que a Rowling passa da cabeça de uma personagem para a outra e a acidez na narrativa. No que se refere à imersão nos pensamentos, é interessante como ela "pula" de um para o outro durante a narrativa (diferente do Martin, que abre capítulos para cada uma). Já a acidez, que era esporádica nos livros do Harry Potter, aqui são uma constante. É quase como se Rowling estivesse extravasando, o que é delicioso.
As intrigas e mesquinharias das personagens vão conduzindo a estória e afunila como um redemoinho, para trazer um final inesperado e, ao mesmo tempo, encerrar perfeitamente os ciclos da maioria das personagens principais.
Não esperava muita coisa do livro e fiquei impressionada.
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Will 20/09/2017

Surpreendedor
Claramente, por ser tratar da J.K, eu esperava algo bem estilo Harry Potter, mas não foi. Morte Súbita é uma história bem intrigante, mas que tem muito a expressar. J.K construiu os personagens para nos apegarmos a eles, e é o que acontece.
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