Morte Súbita

Morte Súbita J.K. Rowling




Resenhas - Morte Súbita


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Dianna 07/07/2016

Morte Súbita em minha opinião, é um tapa na cara da sociedade. Certamente todos deveriam ler.
Esperava outro final para o livro, como de costume; os finais típicos dos livros que leio, com seus finais felizes. Porém, este terminou como deveria ter terminado; de uma forma realista com a qual vivemos e às vezes tentamos fingir que não é bem assim ou simplesmente ignoramos.
O mundo parece não ter nada de lindo, mas o ser humano com seu egoísmo, sua hipocrisia e tantos outros defeitos é quem acaba com ele.
J.K Rowling me fez ver o mundo como ele realmente é com este exemplar, me fez refletir em como muitas vezes tentamos fugir dele ignorando tudo o que acontece à nossa volta.
Senti um misto de sentimentos dentro de mim que não há palavras que possam descrever tudo, mas em poucas palavras... Muita coisa tem que ser mudada em nossa forma de ver e lidar com diversas situações, para que enfim tudo que foi abordado no livro seja mudado na vida real.
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Jessica 28/06/2016

Eu amo a cristal!
Diferentemente do sucesso infanto-juvenil de Harry Potter, o livro “Morte Súbita” foi escrito para o público adulto e possui abordagens de sexo, drogas, conflitos familiares, etc… Deixo claro aqui que NUNCA li sequer uma página de Harry Potter (e nem pretendo ler), mas apreciei muito a escrita da autora e gostei bastante da história de “Morte Súbita”. Vamos à sinopse:

“ J.K.Rowling define “Morte Súbita” como “uma grande história sobre uma cidade pequena”.
Assim são as grandes e boas histórias. Elas nos envolvem com personagens que vivem, por exemplo, nos limites de um pequeno Vilarejo. Sem que possamos perceber, J.K.Rowling vai nos envolvendo com a história da cidade de Pagford e nos mostrando que ela nos reserva muitas e grandes surpresas.Num primeiro momento, Pagford nos parece apenas uma pequena cidade, como outra qualquer, mas ela pode ser comparada ao nosso bairro, ou à cidade de cada um de nós. Pagford é o nosso mundo urbano, repleto de contradições e violências, e ainda perplexo com o poder e as armadilhas da internet. Nos reconhecemos em Pagford, em seus conflitos e no seu dia a dia. No entanto, naquela pequena cidade, a morte súbita de Barry Fairbrother provoca um abalo sísmico na vida de todos e de cada um. J.K. Rowling nos mostra que a vida da cidade e a de seus habitantes se equilibrava como peças de um dominó, postas de pé a contragosto. Barry Fairbrother estava no cobiçado lugar da primeira peça, aquela que não podia tombar. J.K. Rowling constrói um personagem principal ausente, movimentando a trama exatamente por não estar mais lá.
RESENHA COMPLETA NO BLOG

site: https://relicariodepapel.wordpress.com/2015/02/20/resenha-morte-subita-j-k-rowling/
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Adri 12/06/2016

Morte Súbita - J.K. Rowling
Morte Súbita me enganou. Por algum motivo, desde sempre achei que ele fosse um livro policial. E não, não o confundi com O Chamado do Cuco, pois achava isso antes mesmo do outro ser escrito. Não sei porque, já que na sinopse realmente não deixa nada claro sobre ser um livro policial, mas eu tinha certeza de que era. Mas não é. Nem um pouco. Morte Súbita conta a história de uma cidadezinha, e o que acontece nela após a morte de uma pessoa importante para a comunidade.

Barry Fairbrother era uma pessoa importantíssima na pequena cidade de Pagford. Ele estava a frente da luta contra a transferência de uma parte da cidade, onde moram os pobres e problemáticos, para outra cidadezinha, de modo com que eles não fossem mais responsáveis por aquela área. Barry, nascido naquela parte da cidade, acreditava que não existiam apenas drogados lá, e que aquela parte da cidade merecia ser cuidada. Porém, ele era minoria no Conselho da cidade, de modo que sua morte impactou profundamente o futuro da cidade.

Isso é basicamente o que temos ao início do livro, e, a partir daí, a autora nos mostra como os cidadãos de Pagford reagirão a perda de Barry. Sua família, seus amigos, seus conhecidos, seus inimigos, pessoas que o admiravam, pessoas que não se importavam com ele, todos os que foram afetados. E veremos como eles seguirão suas vidas a partir daí. É incrível como a JK Rowling conseguiu escrever uma coisa tão diferente de Harry Potter, ao mesmo tempo em que conseguimos identificar tão bem traços da escrita dela.

Eu não gostei exatamente da história, para mim faltou o 'início e fim', só teve um 'meio', começou do nada, e terminou do nada. Porém, eu acredito que tenha sido de propósito, já que a história aconteceu nesse tempo. Só não deu muito certo para mim. Outro problema que eu tive foi com a grande quantidade de personagens, o que deixou a história meio confusa a princípio, me desanimando bastante, mas quando começamos a entender quem é quem a história começa a prender.

A edição da Nova Fronteira é boa, apesar da capa horrorosa (não adianta, não consigo gostar dela), que foi mantida a original. Achei a história bem dividida, não notei erros nem nada. No geral, o livro é bom. Mesmo não tendo me entendido muito bem com a história não consegui dar menos de quatro estrelas, ele é tão bem construído que não dá para dar menos. Esperava mais do livro, é claro, mas não posso dizer que ele é ruim, porque não é. Recomendo a leitura, mas não vão ler esperando algo como HP.

site: http://stolenights.blogspot.com.br/2016/01/resenha-morte-subita-jk-rowling.html
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Tha 04/06/2016

No começo de "Morte Súbita" somos logo apresentados à Pagford, um vilarejo tradicional e calmo. Porém, com a morte de Barry Fairbrother, um dos conselheiros do vilarejo, a aparente calmaria é abalada ou, melhor ainda, destruída.

A partir de então somos apresentados aos personagens e a trama começa a fluir. Afinal, num lugar pequeno uma morte súbita muda muito a vida de todos.

Conhecemos personagens como Andrew, Bola, Colin, Tessa, Sukhvinder, Samantha, Miles, Howard, Gaia e muito mais. Foi gostoso ver a evolução da trama e a história e amadurecimento dos personagens acontecendo.

Somos também apresentados à temas polêmicos, mas importantes, como estupro, cyberbullying, violência doméstica, vicio em drogas e pedofilia, por exemplo.

Em suma, é uma obra brilhante, apesar de pelo menos a minha pessoa não ter conseguido sentir muito apego aos personagens. Talvez seja só porque eram muitas pessoas e muitas histórias num só livro. De qualquer forma, é um ótimo livro, super recomendo a leitura.

site: http://asmeninasquesabiamler.blogspot.com.br/
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Beth 26/05/2016

It was hard
Acho que o final de um livro nunca teve um impacto tão grande em mim, foi tudo tão brusco, tão duro e real. É o tipo de livro que você termina de ler e precisa de um tempo pra colocar as ideias no lugar e se recuperar emocionalmente de toda a viagem que fez, o quanto se envolveu com os personagens e sobre suas estórias.
Apesar de já terem se passado anos desde que li o livro pela primeira vez, ele ainda volta na minha mente, me assombrando com sua estória.
Por mim Rowling deveria escrever mais livros desse gênero, ela é realmente uma escritora talentosa e versátil.
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Kellxinha 22/05/2016

Lado Negro
Não comecei lendo esse livro esperando que tivesse alguma coisa relacionada com Harry Potter além da forma de escrever de JK.
E estava certa sobre isso.
O livro demonstra um lado negro da autora, abordando de certa forma temas reais, mas não me agradou seu desfecho de forma alguma. Lendo o Chamado do Cuco que veio em seguida, do qual gostei profundamente. Acredito que esse foi para mim, dentre os que ela escreveu, o livro mais sombrio e decepcionante.
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Tipo Coelhos 18/05/2016

Se você pegou este livro para ler pensando em matar um pouco da saudade de Harry Potter – apenas pare.
Completamente diferente do mundo mágico em todos aspectos – na narrativa, nos personagens, na ambientação, Morte súbita mostra a rotina em um pequeno vilarejo inglês.
Não foge muito do que a gente conhece das nossas cidade pequenas – todo mundo se conhece, sabe de tudo sobre a vida de todos, julga quem foge dos padrões impostos.
A história gira em torno do conselho da cidade, o qual abre uma vaga depois de – veja só – uma morte súbita.
A narrativa do livro é um pouco diferente do que estou habituada : na mesma página muda o narrador se falando de um mesmo assunto. Qualquer distraída na leitura e você pode ficar completamente perdido sobre o que está acontecendo.
Esse é um dos motivos pelo qual foi um dos livros (nessa quantidade de páginas) que mais demorei a ler – de 02 a 20/11 – somando o marasmo.
Embora comece com algo impressionante, como a morte de um personagem, ela conta a rotina, bem comum, de cada um dos personagens. Como vivem, como é a família, quais são as reações ao dia a dia, e com o tempo você está confuso sobre quem é quem e entediado.
Depois você percebe que essa é uma tentativa de você se aproximas dos personagens e começar a tomar partidos, mas – me desculpe – realmente entediante.
Talvez porque retrate pessoas comuns, com problemas comuns – ou quase isso – sem grandes emoções
O livro começa a ficar realmente interessante la pela página 300, quando começa a ficar intrigado com algo e ações começam realmente a ter reações e sentidos, e é a hora que você pega para matar.
Meu marido costuma dizer que mesmo que o desenrolar inteiro de algo seja ruim, se o final for bom, compensa. Assim como um bom desenrolar com um final ruim, estraga tudo.
Confesso que este livro me deixou um tanto em dúvida.
O final é marcante, impressionante e compensa a leitura do livro. Mas isso só se você conseguir chegar no final, porque na maior parte do tempo, você acha que tudo não passa de uma perca de tempo.

site: www.tipocoelhos13.blogspot.com.br
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Ana Paula 06/05/2016

J.K. Rowling maravilhosa always
Estava muito reticente em ler Morte Súbita. Vi muitas críticas negativas. Meu único arrependimento é não ter lido antes. A princípio são realmente muitos personagens, e há uma certa dificuldade em acompanhar. Mas a partir de quando você se familiariza com eles, fica cada vez mais ansioso pra saber como os caminhos dele se cruzam, e a participação que cada um tem na vida de todos. Morte Súbita é sobre como várias pessoas podem reagir de forma tão diferente ao mesmo acontecimento. As pessoas são sensíveis, cruéis, indiferentes. É impossível ler e não se identificar com algum personagem, e não admirar a minha escrita crua, sincera e envolvente tão típica da Rowling.
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Fedora 28/04/2016

surpreendente
Uma história nua e crua sobre conflitos familiares, existenciais e sociais. Com certeza um dos melhores livros que li esse ano.
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Estante da Rai 18/04/2016

Um livro sobre as pessoas como elas são
O livro se passa em um vilarejo fictício da Inglaterra, chamado Pagford. Já no início do livro, Barry Fairbrother um integrante do conselho do vilarejo e uma pessoa muito querida por todos morre, essa "morte súbita" muda completamente o cotidiano dos cidadãos. Já que o falecido deixou vaga sua cadeira de conselheiro. Começa uma espécie de disputa interna entre alguns membros do vilarejo sobre quem deveria ocupar a vaga deixada pelo Barry.

A história não possui um personagem principal, a comunidade como um todo tem sua cota de espaço no desenrolar dos fatos, mas, claro, alguns deles se destacam, no infrográfico interativo abaixo vocês verão algumas descrições dos personagens, é só passar o mouse por cima de cada uma das imagens. ;)

Resenha completa em:

site: http://ilustrese.blogspot.com.br/2016/04/morte-subita.html
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Ryokobel 11/04/2016

Morte Súbita - Resenha Completa no Estante Diagonal
"Morte Súbita acerta ao ser verdadeiro, ao fazer com que o leitor pense e tire suas próprias conclusões. Admito que não se trata de um livro para qualquer um, ele é complexo, recheado de críticas e reflexões, é perfeito em sua realidade e magnífico por demonstrar de forma tão sincera as imperfeições da sociedade. Essa história acerta em tudo, utiliza um pequeno distrito como pano de fundo para mostrar (porquê não?!) um mundo inteiro. Definitivamente, é um livro que faz jus ao talento e criatividade da autora. Para todos aqueles que são fãs dessa mulher maravilhosa e buscam um livro maduro e complexo, esse livro merece um espaço no seu coração. Com toda certeza entrou para minha lista de favoritos!"

site: http://www.estantediagonal.com.br/2016/03/resenha-morte-subita.html
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Rafael 27/03/2016

Decepcionado
Sinceramente sofri uma grande decepção pelo livro, talvez por ter colocado estimativas demais diante de um escritora que me encantou com o incrível mundo de Harry Potter. Não posso dar uma opinião integra a respeito pois esse foi o primeiro livro que abandonei, talvez daqui a algum tempo volte a lê-lo e o termine. Em resumo conta a história de uma cidade com alguma famílias que atuam como protagonistas do enredo e como a morte de um cidadão modelo na cidade afeta a todas elas.
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Isadora Morozzo 25/03/2016

Que livro genial e perturbador
Quando comecei a ler o livro, só sabia o básico: contava a vida de uma ''cidade'' após a morte de um morador. Também sabia que não deveria esperar nada nem remotamente parecido com Harry Potter.
Pois bem, o livro tem um ritmo bem lento inicialmente. Não tem como saber todos os nomes no início -são muitos personagens-, e tem que saber ler com calma, e não pular nenhum parágrafo. Com o tempo você se acostuma com todos os personagens da pacata Pagford, e vai adentrando na vida de cada um.
Barry Fairbrother, morto por culpa de um aneurisma no dia do seu aniversário de casamento, deixa vago um lugar no conselho do vilarejo. E a partir daí vemos como cada família lida com isso. Ninguém é o que parece ser, e vários temas como estupro, violência doméstica,e auto-mutilação são apresentados por JK ao longo da história.
é um livro forte, surpreendente e maravihoso! Recomendo a todos que estão a procura de uma história um pouco mais envolvente. Sem falar que o final é chocante.
Se tornou fácil um dos meus livros preferidos.
Thiago Valença 26/03/2016minha estante
Livro maravilhoso! Muito legal!


Isadora Morozzo 26/03/2016minha estante
né não? e a maioria não gostou, não sei como




Marina.Rocha 16/03/2016

Uma grata surpresa!
Este livro foi uma grata surpresa. Vale a pena conferir!

Como sugere o título do livro, a trama principal se desenvolve a partir das consequências geradas pela morte súbita de uma personagem, o conselheiro Barry Fairbrother.
O cenário é Pagford, uma pequena cidade inglesa, distrito de Yarvil (conforme a divisão territorial inglesa). Por várias décadas uma disputa política por questões territoriais e sociais assola essas duas cidades, o que divide o Conselho de Pagford em dois grupos e, em consequência disso, uma crescente hostilidade toma conta das relações entre os conselheiros, como uma guerra silenciosa.
A morte súbita de Barry Fairbrother gera a vacância de uma vaga para o conselho distrital, o que tornou necessária a realização de uma eleição. O grupo que conseguir eleger um representante alcançará a chance de impor seu posicionamento.
Paralelamente à situação do conselho (que influencia toda a cidade), são contadas as histórias de várias personagens que retratam um padrão da realidade social (independente de nacionalidade). Famílias destruídas pela relação com as drogas, violência sexual e doméstica; pessoas que se importam com essa realidade e querem fazer a diferença, outros que não se importam com tal fato; desenvolvimento dos adolescentes e as influências do mundo externo sobre eles; bullying; crises matrimoniais; fofocas... Os sentimentos e caráter humanos (ou sua falta) são retratados sem pudor. A cortina das vidas de aparência perfeita é puxada.
A corrida eleitoral para o conselho e seus reflexos (utilizados no livro como ferramenta de exposição da realidade) dão vazão ao que há de pior e de melhor em cada um dos personagens e J.K. explora isso de forma brilhante e, na minha visão, esse é o ponto principal do livro: mostrar do que o ser humano é capaz (para o bem ou para o mal) e como as relações humanas podem ser desprezíveis e/ou admiráveis. A história nos leva a uma reflexão sobre os nossos próprios atos.
Os diálogos são bem dinâmicos e a linguagem é bastante simples, o que permite que a leitura flua bem, apesar de que pelo menos as primeiras duzentas páginas são um tanto chatas (foi assim comigo).

A obra é surpreendente, apesar de possuir também muitas críticas negativas. É o tipo de livro que ou você gosta muito, ou não gosta. Aliás, não é demais ressaltar que quem espera aqui algum resquício da linha “Potteriana” de escrita de J.K., não vai encontrar. Ela prova aqui que tem mil e uma qualidades e que se destaca além do mundo da fantasia. Esta história não é nenhum pouco romantizada. É mesmo um retrato da sociedade.

Se você está procurando uma experiência literária mais “humana” e realista, esse livro é perfeito para isso.
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bielboyster 29/02/2016

Somos todos babacas
É o tipo de livro que te deixa mal ao fim da leitura porque você percebe o quanto o ser humano é babaca e hipócrita, e como uma rede de mentiras e aparências pode acabar com a vida de muita gente de uma hora para outra. Não é o melhor livro do mundo (e nem tenta ser) e a leitura é um pouco lenta e até cansativa em determinados pontos, mas os personagens são tão bem construídos e explorados que me peguei diversas vezes odiando-os como poucas vezes odiei personagens de livros no geral. É uma leitura que definitivamente vale a pena, mas não é para todos. E nem pense em compará-lo com Harry Potter, claro.
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