Captive in The Dark

Captive in The Dark C.J. Roberts




Resenhas - Captive In The Dark


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Ruth 15/06/2019

Desenrolar fraco
A história é dark e desconfortável em alguns momentos.
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Vanessa Motaa 24/12/2016

Tenso
Woa! que livro é esse?
Termino essa leitura com um misto de sentimentos: chocada, triste, arrasada, na expectativa... caramba, todos sabemos como é ruim o tráfico de pessoas e o quanto o raptor tem que ser frio, isento de sentimentos. Mas esse Caleb me deixou TÃO dividida... não sei o que acho desse "mocinho". Estou tão confusa quanto a Livie [mocinha].
Quanto ao teor do livro, se prepare amiga - É forte, é brutal, é conflitante toda vida... - mas achei que valeu a pena. Não leria esse livro de novo nunca mas com certeza quero ler a continuação e saber o destino desses dois.
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GeL 13/01/2016

Resenha do blog Garotas entre Livros
AVISO: Este livro contém situações muito perturbadoras, duplo sentido, linguagem inapropriada e violência.



Preciso confessar que esta foi uma leitura completamente diferente de todas que eu já fiz na vida. Por várias vezes estes livros me levaram muito além da minha zona de conforto e, mais ainda, me fizeram sentir emoções tão conflitantes, de maneira tão maluca e intensa, como nenhuma outra história jamais conseguiu.

C.J. Roberts nos apresenta um universo sombrio, cheio de personagens marcantes e temas complexos como o mundo do sadomasoquismo (em sua forma real e não romantizada, como E.L. James apresentou) e da escravidão sexual e tráfico de pessoas no Oriente Médio. Originalmente, o plano da autora era fazer com que a série fosse apenas um livro, mas seu editor não concordou com a ideia e assim surgiram dois livros.

Os protagonistas são Caleb e Olivia (Livvie) e o livro já começa com uma cena chocante. Caleb é um treinador de escravos sexuais (Credo, ela curte esse tipo de coisa! Você leu o aviso lá em cima? Eu disse que não ia ser bonitinho e não coloque palavras na minha boca). Ele não sabe quantos anos tem; desconfia que esteja entre os 25 e os 30. Ele não sabe quem são seus pais e nem se ainda estão vivos. Não possui nenhuma memória de sua infância antes de ser raptado e vendido como escravo, quando tinha apenas 7 anos de idade. Caleb cresceu nesse meio e foi abusado, mas quando atingiu uma determinada idade jurou vingança aos responsáveis por torna-lo um monstro. Sim, é exatamente assim que ele se define: UM MONSTRO INCAPAZ DE AMAR. Ele é um sequestrador, assassino e está atrás de uma nova escrava, mas esta não é como as outras; esta é a peça chave para a execução de seu tão elaborado plano para se vingar daquele que destruiu sua vida.

É aqui que entra Livvie, uma garota de 18 anos, que vive tentando ser invisível para conquistar o amor da mãe. Caleb fica observando-a como um predador pronto para dar o bote e, mesmo tentando, Livvie não consegue passar despercebida aos olhos dele.

É então que tudo em sua vida se transforma, ou acaba (fica a seu critério). Um dia, Livvie se vê amarrada e vendada, em um lugar desconhecido. Sim, seu pior pesadelo aconteceu: ela havia sido sequestrada e pensava estar prestes a morrer uma morte lenta e cheia de torturas. Ainda vendada, ela escuta a voz de um homem, mas mesmo a voz sendo calma, ela não lhe transmite confiança.

Bom, é aqui que tudo fica BIZARRO. Caleb mantém Livvie presa dentro de um quarto escuro e sim, ele abusa dela e sim, ele bate nela e SIM, você fica pensando que ele é um monstro. Mas, será que isso é verdade?

A autora alterna as narrativas entre Caleb e Livvie e, conforme mostra mais sobre a história de Caleb, mais você se pega duvidando da monstruosidade deste homem. Em muitas cenas, as atitudes dele me confundiram, pois acredito que monstros não são capazes de dar carinho ou, até mesmo, de abraçar alguém e confortá-lo até que ele se acalme. Então o que eu senti por ele? Bom, no primeiro livro, até um pouco mais da metade eu senti repulsa e um ódio mortal, que chegava a escutar meu cérebro gritando: BLOODY MURDER! Rolaram alguns #DexterFeelings enquanto eu lia.

O que mais me preocupava era Livvie, que foi de revoltada com sua situação e criar planos para uma fuga, a pensar que amava seu sequestrador, o que a psicologia chama de Síndrome de Estocolmo. E realmente é isso que o livro passa, até um certo ponto em que você começa a duvidar se seria apenas o psicológico da menina ou se ela realmente estaria se apaixonando por uma pessoa como Caleb.

E quanto a Caleb? Bom, ele tinha um papel importante nessa vingança e deveria treinar Livvie, mas ele não o faz. O tempo todo ele deixa ela ter certas liberdades e, em uma determinada situação, em que a vida da menina corre perigo, Caleb se vê inundado de sentimentos que ele não sabe nem nomear e que nunca acreditou que realmente existissem. E o final deste livro, me deixou com tantas perguntas e mexeu demais comigo, pois ele deixou de ser um monstro merecedor dos mais horrendos tipos de morte que se possa imaginar (eu disse que rolava #dexterfeelings, não disse?) e passa a ser alguém que você não quer amar, mas também não quer odiar. WHAT THE HELL?! Exatamente assim que eu me senti.

site: http://livrosentregarotas.blogspot.com.br/2014/07/resenha-38-dark-duet.html
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MayLestat 24/12/2015

Surreal, pesado e também realista
É um daqueles livros com narrativa complicada de digerir, dependendo do leitor. Pense em um livro que te tire seriamente da zona de conforto e... Tcharam, aí está. Fiquei metade da leitura encarando um enredo perturbador e trágico. E de perturbador já basta a realidade. Quando a realidade dá as caras na ficção... Não espere romantismo, apesar da tentativa falha de romantizar da autora. Ela de alguma forma tentou construir uma conexão entre eles, uma conexão perigosa e destrutiva. O protagonista não é um poço de amabilidade ou qualquer outra coisa do gênero. A personagem Olivia ou "Livvie" se ilude durante seu cativeiro, imputando a Caleb atitudes de carinho. Ela fica atordoada com a volatilidade desse homem. Mas na maior parte prevalece o caráter inescrupuloso.

Não recomendo para quem planeja ler uma história leve, descomplicada, que não seja nem muito densa nem muito chocante. Porque, sim, contém cenas bastante descritivas e violência gratuita (que não chega a um ponto extremo, mas ainda assim podendo causar desconforto). Há livros que detalham a fundo cenas de tortura, violência sexual e sadismo, e esse não chega a tanto. Mas é fácil se envolver, imaginar o terror que a protagonista sente, é fácil pensar que isso realmente acontece em algum lugar do mundo real (o caso da austríaca Natascha Kampusch tá aí para provar e tem certas semelhanças).

Caleb é um homem com um propósito em mente: vingança. Ele foi sequestrado ainda jovem, levado longe da família (não se sabe a origem dele) e vendido como escravo por um mafioso. Durante doze anos, ele se infiltrou no mundo da escravidão sexual em busca de uma pessoa específica. Finalmente, há pistas do responsável por seu antigo sofrimento. Se Caleb quiser ter êxito num plano de ataque, ele deve se tornar a mesma coisa que abomina e raptar uma garota bonita a fim de treiná-la para ser tudo o que ele próprio já foi um dia. Até que um dia ele encontra uma menina por acaso e vê nela um alvo perfeito.

Olivia Ruiz, 18 anos, despertou em um lugar estranho. De olhos vendados e amarrada, ela apenas tinha uma voz desconhecida para recebê-la, sem ter ideia de que estava prestes a entrar em um pesadelo. O dono da voz é Caleb, que ordena que o chame de "Mestre". Olivia é ingênua, sonhadora e ignorante dessa realidade suja que Caleb conhece bem. Embora ela esteja assustada com o homem misterioso, sádico e arrogante que é seu algoz, também está sentindo uma forte atração por ele.

Eu fui assaltada por diversos sentimentos - desde raiva, pena, repulsa e também um sentimento de negação: houve momentos em que não aceitava que ele chegasse de um extremo a outro com ela. Daí passei a odiar esse cara num piscar de olhos. Caleb sofreu quando menino, foi vítima de abusos e vítima de um destino que não podia controlar, sendo forçado a aceitar o que foi imposto a ele. Tentei ver o lado dele. Só que aí há um problema: de jeito nenhum justifica fazer o mesmo com outra pessoa, infligir dor, degradar ou torturar psicologicamente.

A autora faz uma viagem ao passado de Caleb, cavando minuciosamente o trauma do horror sexual que foi o gatilho para torná-lo quem ele é como pessoa. E foi triste aquilo. Muito. Abuso infantil é um tema monstruoso que me deprime demais e acabo com uma sensação ruim na boca do estômago. E aqui fica claro que a marca é tão profunda que alguém é capaz de conhecer somente aquilo, ser uma casca vazia com as lembranças dolorosas e o auto-desprezo, ter a saúde psicológica ferrada. Não sei se com isso a autora tentou amenizar ou justificar as ações dele com a pobre garota, além de apresentar toda uma vida absorvendo a crueldade e decadência, formando assim o homem chamado Caleb. Caleb, que desde cedo teve a infância e adolescência roubadas, sente repugnância por esse submundo do sexo, mas mesmo assim tem sangue frio o suficiente para fazer seus "negócios". Ele não tem mais nada a perder e vai de cabeça, mesmo que dê a entender que tem algum resquício de compaixão pela vítima que ele planeja moldar.

Olivia é obrigada a se submeter a tudo, a fazer o que Caleb exige e suportar as humilhações, consciente de que ele é capaz de lhe causar dor e castigá-la por desobedecer. Sinceramente, esse tipo de coisa me deixa puta, fico muito mexida. Isso me atinge. Caleb, implacável e obstinado em seus desejos, não hesita e faz pedacinhos de sua aprendiz, fazendo-a sentir medo, confusão, dependência - e é claro, uma faísca de afeição. Obviamente acaba desenvolvendo um laço meio bizarro com o sequestrador, uma carência quase ingênua. Ela se sente irremediavelmente ligada a aquele homem frio e desprovido de emoções que a levou ao pior cenário possível. Aí começa a dúvida: é paixão/amor ou a famosa Síndrome de Estocolmo? Na minha opinião, ela foi afetada pela segunda alternativa. Não tem cabimento perdoar porque supostamente está apaixonada e no outro livro pode ficar com aquele ar de amor bandido. Ela se apega a ele de uma maneira que não é saudável, dadas as circunstâncias. E o perigo reside aí.

Sem dúvida nenhuma Caleb é um criminoso, um cara amargurado por seu passado desolador, que infelizmente se deixou levar pelo ódio e vingança. Ele usa Olivia como um instrumento para atingir um objetivo e foda-se os estragos. No início do segundo livro vemos o que resultou de seus "ensinamentos" a Olivia, que se tortura mentalmente devido a esse sentimento passional. E esse segundo livro é muito mais dramático que o primeiro.

Se for ler, leia sabendo que vai dar de cara com um romance distorcido, doentio e improvável. Não tem nada de bonito ou cor-de-rosa, é cru, brutal e desalentador. Pior é saber que existe gente que curte isso (estupro/tortura/violência) ou gente que acha que porque há as palavras "amor" e "atração" no meio então está tudo bem, podemos relevar o resto. Fico imaginando se a história fosse real, se Livvie fosse uma vítima relatando tudo o que sofreu... Assim como várias outras pessoas que vivenciaram e sobreviveram a experiências traumáticas, algumas com anos de cativeiro. A vida real é trocentas vezes mais complicada que uma mera história colocada num papel.
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Gabi Moreira 22/12/2015

O livro mais controverso que já li
Eu resolvi ler porque estava interessada sobre a síndrome de Estocolmo e quando vi muitas avaliações positivas aqui no Skoob, resolvi embarcar na leitura de Captive In The Dark.

Posso dizer que foi o livro mais intrigante que já li, sem sombra de dúvidas. Para se ter noção, quando o Skoob lançou a promoção da Bienal e, para participar dessa promoção, deveria avaliar todos seus livros lidos, fiquei muito tempo pensando em que nota daria para esse livro. Resolvi dar nota 2, pois não foi uma perda de tempo lê-lo, me fez refletir bastante sobre a síndrome.

Meus sentimentos em relação ao livro são altamente controversos, pois, ao mesmo tempo que a autora fez eu pensar como seria a cabeça de alguém que tem a síndrome, fez com que eu achasse que a situação entre Caleb e Olivia parecesse um romance erótico. Mas também penso que se essa impressão de ser algo sexy tenha a ver com a sensação que Olivia sentia, a autora é genial.

A história é pesada, envolve sequestro, abuso sexual, tráfico humano, eu me sentia cansada quando parava de ler e isso é mérito da autora, pois me envolvi de tal maneira com esses problemas que meu corpo reagia como se estivesse vivendo algo ruim. Mas essa questão de parecer um romance erótico me incomodou e por isso não consigo dar uma nota mais alta.

Não sei se continuarei a ler os outros livros, na verdade, eu comecei e parei, pois esse caldeirão de emoções controversas me instiga e me cansa ao mesmo tempo.



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Denise 27/11/2014

Não consigo ter uma opinião formada sobre esse livro. Estou totalmente em conflito.
Meu lado racional diz que Caleb é um monstro tem que pagar por toda crueldade que cometeu. Que mesmo El virando um príncipe encantado nunca Livvie vai ficar livre do trauma causado por ele.
Agora tem o lado que sofre de Estocolmo e acha que Livvie será a tábua de salvação de Cabeb, que um pode ajudar a curar a ferida do outro.

‘Isto não é um romance. Você não é uma donzela em perigo e eu não sou o príncipe que vem te resgata.’

Esse livro está longe de ser romântico, ele machuca, tem cenas tão pesada, Livvie sofreu muito.
O que Caleb não esperava é esse conflito de sentimentos em relação a sua ‘Gatinha’. Ele nunca pensou em ter nenhum sentimento em relação a ninguém, ele é leal ao homem que o ajudou e só. Com Livvie é diferente, existe a vontade de proteger, ficar perto.
Para Livvie ele é a tortura e consolo.

“Caleb era uma pessoa estranha, cruel e desumana, um monstro, e ainda, em outros momentos, ele parecia tão capaz de algo como o carinho. Ele me fez chorar e gritar e tremer de medo e quase uma fração de segundo mais tarde ele poderia me fazer acreditar que ele não era responsável por nada disso.Ele poderia me abraçar e me fazer sentir segura. Como isso foi possível?’

Agora vou pro segundo com um medo danado, uma curiosidade enorme.
Pra quem quer uma história diferente, forte, que te deixa em conflitos, super indico.
Gleyce 28/09/2015minha estante
Amei o comentário deste livro. Gostaria muito de ler!! Alguém teria ele traduzido?




Caroline 15/11/2014

Não...
O que você faz quando termina de ler um livro que todo mundo amou e você...hum...não curtiu tanto assim?! Bem, pensei e repensei, tentei achar algo que pudesse mudar um pouco minha opinião, mas não consegui. Talvez tenha sido o tal momento errado, quem sabe?!

Captive in the Dark nos traz temas fortes, como vingança, violência, abuso sexual, sequestro e tráfico humano. Já li livros com conteúdo parecido, em um deles, inclusive, dei nota máxima, então meu problema aqui não foi a temática, mas o modo como ela foi abordada.

O problema não é contar a história de um raptor que abusa de sua presa sem piedade, o problema é querer fazer com que isso seja normal, atraente ou até sexy. Para tudo existe um limite, e aqui eles são todos extrapolados.

Fazer com que a vítima se apaixone pelo seu raptor é uma constante em livros que abordam a Síndrome de Estocolmo, mas, novamente digo, até para uma síndrome maluca como essa deve haver um limite. Tem que haver um limite! A Síndrome não me pareceu plausível ou justificável nesse caso.

Ademais, o desenrolar da história é, de certa forma, monótono. Não lerei os outros livros, nem muito menos recomendo a leitura desse - mesmo que todos tenham amado! Quero pensar que ainda gosto de dark romances e que esse apenas foi uma escolha errada.
Fabiane 15/11/2014minha estante
Eu li e gostei dos dois primeiros livros na base das 3 estrelinhas (bom). O terceiro eu gostei bem mais. Mas na trilogia toda eu fui pesando 'isso sim', 'isso foi desnecessário', e assim por diante. Mas uma coisa que você comentou foi certíssimo: querer fazer com que isso seja normal, atraente ou até sexy. Pq não é mesmo.


Caroline 15/11/2014minha estante
Isso, Fabiane. A tentativa de fazer parecer sexy foi o que mais me incomodou.


Beatriz 29/11/2014minha estante
Não há justificativa no mundo pra o que a autora descreveu... Não era um livro de amor. Nem sexy. Nem maravilhoso. Foi tenebroso. Não é necessário ser mulher, ser feminista, e nem nada do gênero pra saber que: não se romantiza um abuso sexual! Lolita, um clássico, que eu adorei ler e reler com prazer, mas só pelo fato da história ser crua e imparcial. Cativa? E muito! Mas não há apologia e nem final feliz, e tudo complemente amanteigado. Ao contrário desse livro... Que realmente, realmente, foi o pior, sem dúvidas, que já li na vida!


Jane 31/01/2016minha estante
Livro que romantiza estupro é o cúmulo. Vou passar bem longe dessa história"
Aliás, ótima resenha.




ELB 16/05/2014

Resenha do leitor!
Gurias, me encorajei e li o livro que estava com medo.
Bem, vamos lá...

Eu comecei a historia muito apreensiva, achando que seria um desfile de brutalidade, aquela coisa meio só estupro e violência mas não é nada assim. Ele não é, nem de longe um livro leve, mas também não é nada ruim. O livro descreve um homem que nasceu escravo, ele não lembra o nome, ele foi chamado e tratado como cão a vida inteira, até que um oficial paquistanes o resgata e o ensina a ser um assassino.
Ele e esse oficial, que teve a mãe assassinada e a irmã sequestrada, arquitetam uma vingança contra o cara que sequestrou o Caleb, e a irmã do oficial. Então, de escravo, o Caleb passa a treinador de escravos, para investigar este homem misterioso.

(...) Leia mais no blog!

Resenha feita pela Niandra Melo, e postada no ELB!

site: http://www.everylittlebook.com.br/2013/08/resenha-captive-in-dark-cj-roberts.html
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P@ty 02/01/2014

Com uma trama bem fluida e interessante Cative In The Dark foi um dos livros mais polêmicos que li esse ano, que me deixou com sentimentos conflituosos durante toda a leitura.
Com um tema, um tanto controverso, sobre tráfico humano conhecemos a história de Olivia que foi sequestrada por Caleb, não por amor, como vemos em vários livros, e sim para transformá-la em uma escrava sexual.

Após vários dias em seu cativeiro, Olivia passa por todo tipo de humilhação que uma pessoa pode passar. Trancada, ela começa a criar uma dependência pelo seu captor. Caleb vê Olivia como uma arma para sua vingança, mas ao conhecê-la, seus sentimentos vão mudando, mas ele nunca abriria mão de sua retaliação, por ela.

Com cenas um tanto fortes e conflituosas, C.J.Roberts cria uma história de amor, com um clima um tanto negro, onde há momentos em que você odeia Caleb, e em outros momentos temos um vislumbre do que ele já passou quando conhecemos sua história. Olivia é uma personagem forte que não aceita a sua situação, e a todo o momento tenta fugir, dando certo ritmo a trama.

Adorei a história, e não consegui parar de ler, mal posso esperar pela continuação.
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Lane 23/12/2013

Captive in the Dark
Este livro é diferente de tudo que eu já li até o momento, ele se encontra como sendo um daqueles livros que ou você ama ou você odeia.

O sentimento de contradição é uma constante durante a leitura, a trama é complicada. Todo o tempo o lado psicológico é mantido sob-reflexão e eu muitas vezes me vi sendo uma completa bipolar.

Porque eu amava e odiava essa história.

No entanto, devo aconselhar que a leitura deste livro não seja para todos. A linguagem é crua, as cenas são violentas e sem nenhuma misericórdia, e comentando sobre a parte de BDSM, as cenas são bem gráficas – mas isso não me incomodou- entretanto devo alertar que não se trata apenas de BDSM, simplesmente é algo que vai mais além.

O livro todo poderia ser definido como escuridão, pois não é a toa que ele leva essa palavra no título.

A autora foi bastante ousada em se lançar num mundo tão em moda atualmente, o BDSM. Porém, ela delimita bem sua obra, os protagonistas desta história não entram no mundo de BDSM por sua vontade própria, eles são terrivelmente atirados neste universo.

O tema de fundo fala sobre o tráfico de seres humanos. É uma ficção, mas também é algo real. Sequestro e prostituição de crianças é um tema forte. Bem forte. E isto realmente me causou comoção e eu pensei como a autora lidaria com essa questão, porque não se trata apenas de uma relação de amor e ódio e eu logo pensei que ela exploraria uma relação baseada na Sindrome de Estocolmo, no entanto, como eu disse, a autora foi ousada e tenho certeza que conseguiu abrir uma discussão mais profunda sobre os aspectos psicológicos que eu sou incapaz de entrar.

A história desta série “Escuro” aborda vários lados.

É uma história que fala sobre destruição. Uma destruição que atormenta e danifica, mas que ao mesmo tempo liberta, seja ela por causa da sua intenção por trás, por vingança ou para fugir de uma vida despercebida.

Caleb quer se vingar, ele foi um escravo sexual no passado, mas atualmente treina pessoas sequestradas para serem vendidas como escravos sexuais.

Ele não sabe seu verdadeiro nome, nem a sua idade, a única coisa que sabe sobre sua vida é que tem uma divida de gratidão com o homem que o resgatou de um bordel no Paquistão, Muhammad Rafiq.

Todavia, ele precisa escolher e decidir sobre o destino de alguém, privar uma pessoa de sua liberdade para toda a sua vida.

Só que não pode ser qualquer pessoa.

Ele precisa escolher alguém especial que convença Vladek Rostrovich, um dos homens mais poderosos e perigosos do mundo, de comprar essa pessoa no leilão Zahra Bay, que os árabes chamam de leilão das Flores.

Olivia ou Livvie é uma garota de 18 anos que quer passar despercebida por causa de um trauma na infância.

Só que ela não consegue passar despercebida para Caleb.

Livvie é sequestrada, agredida, colocada dentro de um quarto escuro, onde é humilhada e estuprada.

A narrativa é a maior parte do tempo sob o ponto de vista de Livvie em 1ª pessoa, alternando poucas vezes com o de Caleb.

O enredo tem uma estrutura forte e mantem a tensão do inicio.

Um elaborado thriller psicológico é mantido em progressão entre os protagonistas que contribuiu mais ainda para me fazer sentir realmente como uma bipolar. À medida que a leitura avança os sentimentos entre eles evoluem.

A linha que separa sobre os sentimentos ser ou não uma Síndrome de Estocolmo ou uma relação de ódio e amor é quando Livvie descobre o que Caleb quer fazer com ela.

Devo confessar que me faltou entendimento para classificar esta história, no entanto poderia - ser o mais perto - ser classificada com sendo erótica com toques de romance.

Não é fácil, é uma trama complicada.

Entretanto se você leu a resenha e achou complicado tudo que escrevi, aconselho a não ler o livro, pois nem todas as histórias possuem finais acabados e esta é bem complexa.

Agora, se você decidiu por ler, saiba que o livro faz parte de um dueto e você terá que ler o segundo da série – Seduced in the Dark – para entender tudo que acontece no primeiro.

Contudo, tenha em mente que nem todas as histórias são contos de fadas...

PS: Mesmo que durante a leitura eu permaneci sob o domínio do medo [este foi o sentimento que tive durante toda a leitura deste duo], a tortura, o tormento e a necessidade crescente de entrar na história e ajudar Caleb e Livvie, devo confessar que fui enfeitiçada por este casal maravilhoso, o que me impediu de parar a leitura.

Então, concluindo... A escuridão também sabe ser atrativa.

Mais que recomendado!

Avaliei com 5 estrelas!
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Linny 09/10/2013

Intrigante
Desde que li uma resenha deste livro em um blog internacional fiquei curiosa para lê-lo; a primeira coisa que me chamou a atenção foi o fato da história ter como tema a Síndrome de Estocolmo e o tráfico de pessoas então resolvi logo o ler. Me alegro por ter tomado esta decisão porque este livro é muito bom!
Devo deixar bem claro que além desta obra ser destinada a adultos, a história é bastante forte, portanto não recomendo para todos; para terem uma ideia mais profunda há sequestro, cárcere privado, violência física e sexual como também drama e romance. Portanto aqueles que não se sentirem bem com estes pontos que citei, recomendo lerem algo mais leve.

A história é narrada em terceira pessoa e é contada pela perspectiva de Caleb e Livvie. Caleb é um homem movido pela vingança. Quando criança ele foi sequestrado e vendido ao trabalho escravo por um perigoso criminoso, passou por muitos momentos perturbadores e traumatizantes até que foi resgatado por um oficial do exército do Paquistão. Por doze anos ele se incorporou no mundo de escravos sexuais procurando pelo homem responsável por tudo o que lhe aconteceu no passado. Porém para chegar perto desta pessoa ele precisa se tornar o que mais abomina e sequestrar uma garota para treiná-la a ser tudo o que ele foi.
Então Caleb vai para os EUA a fim de encontrar uma vitima em potencial, desta forma ele se depara com uma garota que lhe chama muito a atenção...Livvie tem dezoito anos e acorda em um local estranho; está amarrada e de olhos vendados, apenas há um voz calma masculina para recebê-la. O seu sequestrador exige que seja chamado de Senhor e que seja obediente. Apesar de estar assustada pelo forte, sádico e arrogante homem que a mantém prisioneira e de ser mantida no escuro, de alguma maneira ela passa a sentir uma indesejável atração por ele.
Posso descrever esse livro em uma palavra: Perturbador. A história, possui pontos tão controversos que a todo momento o leitor se vê diante de uma chuva de emoções; como também há personagens que causam repulsa quanto outros simpatia.
Sem dúvida alguma trata-se de uma história extremamente bem desenvolvida, a autora não só soube conduzir esta com temas polêmicos sem exagerar neste aspecto, com também soube conduzir o drama e o romance em momentos estratégicos de maneira que a suavizou determinados momentos. Outro ponto positivo foi o desenvolvimento dos personagens; tanto Caleb quanto Livvie me agradaram.
Também ressalto que não houve nenhuma cena que me causou desgosto ou aversão, isso porque a personagem principal apesar de sofrer abusos tanto físicos como mentais por parte do seu sequestrador como meio de lições para o seu aprendizado, parece que não se traumatizou tanto, aliás, fica claramente evidente que ela chega a apreciar algumas coisas.
Em resumo, Captive in the Dark me agradou, por isso espero poder ler o segundo volume deste dueto em breve. E infelizmente esse dueto ainda não foi publicado no Brasil e nem ao menos sei dizer se será, no entanto quem estiver disposto pode o ler o ebook em inglês ou em português se conseguir encontrá-lo traduzido.
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Clara 31/08/2013

A cativa sou eu...
Se existe Síndrome de Estocolmo Literária eu com certeza me tornei uma cativa...Livro simplesmente viciante,toxicamente,extasiante... entrou de tal forma dentro da minha pele que eu não consegui parar de ler até chegar ao final e ansiar por mais e mais (eu sei que parece loucura, mais foi assim que aconteceu pra mim)
Para aquelas que já leram (gostando ou não gostando) sabem que é impossível ficar indiferente com todo o drama e dor vividos pelos protagonistas.
Muito longe dos tradicionais livros de romance a estória de Livvie e Caleb nos leva por caminhos escuros e agonizantes de um amor que vai nascendo através da necessidade de vingança e sobrevivência.
Recomendadíssimo!!!!
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Leticia 07/07/2013

Como viajar com um bom livro *.*
Bem, este livro é muito muito bom, não só pela capa que me chamou atenção em um site e e simplesmente ele me chamou, é ele me chamou- coisas de leitora doida auhsuahs- Ele tem um enrendo muito contagiante, você ri, você sofre junto com a Livvie,é um livro que te faz entrar no personagem... Caleb é simplesmente um... lindo. Apesar de aprontar muito.
Super recomendado *.*
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Mara seidhom 27/05/2013

Reserve um dos DUETO ESCURO: Caleb é um homem com um interesse singular em vingança. Seqüestrado quando menino e vendido como escravo por um mafioso sedento de poder, ele não pensava em nada, mas vingança. Durante doze anos, ele mergulhou no mundo do prazer escravos à procura de um homem que detém o responsável. Finalmente, o arquiteto de seu sofrimento, surgiu com uma nova identidade, mas não uma nova natureza. Se Caleb é chegar perto o suficiente para atacar, ele deve tornar-se a mesma coisa que ele abomina e sequestrar uma menina bonita para treiná-la para ser tudo o que ele já foi. Dezoito anos de idade, Olivia Ruiz acabou de acordar em um lugar estranho. Vendado e amarrado, só há uma voz masculina calma para recebê-la. Seu nome é Caleb, embora ele pede para ser chamado de Mestre. Olivia é jovem, bonita, ingênua e intencional a uma falha. Ela tem uma sensualidade escura que não pode ser escondido ou negado, embora ela tenta fazer as duas coisas. Embora ela está assustada com o homem forte, sádico e arrogante que tem seu prisioneiro, o que mantém Olivia acordado no escuro é a atração indesejada para ele
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Bárbara 18/05/2013

Aviso: não indicado para quem espera só mais um romance normal... Sério (Captive In The Dark - C. J. Roberts)

Captive in the Dark retrata a história de Caleb, um homem cheio de marcas e demônios pessoais do passado que tem como “profissão” treinar mulheres (ou garotas dependendo do ponto de vista), para serem escravas sexuais. Olivia, ou Livvie como ela prefere ser chamada, uma jovem de 18 anos será sua próxima escolhida (e sequestrada) e de certa forma a mais importante, pois ela é uma das chaves para sua mais esperada vingança. Ele tem apenas seis meses para fazê-la submissa o bastante, o que os dois não esperavam é que apesar de toda a tortura e dor pelos quais os dois passam pudesse florescer algum tipo de emoção, emoção esta que pode colocar toda essa missão pelo qual ele esperou por tanto anos em risco, assim como as suas vidas.

Preciso começar dizendo que Captive é um livro um tanto perturbador. Não no sentido ruim (eu não teria dado cinco estrelas se não tivesse gostado), mas é um livro polêmico. Provoca sentimentos contraditórios, há momentos em que você odeia Caleb, momentos em que você fica balançada, momentos em que a o questionamento se esse sentimento que Livvie tem por ele é mesmo amor ou apenas a Síndrome de Estocolmo, momentos em que você tem certeza de que os dois deveriam ficar juntos apesar de todas as objeções. Eu elogio o fato da autora mostrar os dois pontos de vista, porque a harmonia do livro não funcionaria se não conseguíssemos entrar também na cabeça de Caleb.

É um livro um tanto singular, acredito, pois cada um vai levá-lo em uma direção. Como assim? Bem, por exemplo. Os mais compreensivos tentarão entender os dois lados, já, talvez, alguns dirão que Caleb é um monstro. Haverá os camaleões (acho que eu me encaixo um pouco nessa categoria) que misturam diversos sentimentos e personalidades dependendo da passagem do livro. Tenho que confessar que esse livro por pouco não levou meu little heart, que é como eu chamo colocar ele na categoria de meus favoritos do skoob, já que eu me encanto por personagens complexos e contraditórios como esses dois. Espero que o próximo, Seduced in the Dark, conserve o magnetismo do primeiro e não consigo conter a vontade louca de saber como essa relação problemática dos dois terminará. Indicado, só aviso de que há cenas um pouco fortes e que as coisas não são nem um pouco suave entre os dois.
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