Elizabeth I

Elizabeth I Margaret George




Resenhas - Elizabeth I


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Geraldo 13/01/2013

796 páginas de história, aprendizado e divertimento.!!!
Pergunta: Quem é Margaret George?
Foi o que passou na minha cabeça quando vi a capa desse livro enorme. Estava numa livraria de um shopping em São Paulo, com um outro livro na mão e numa piscadela vi o livro Elizabeth I com uma capa incrivelmente linda. Resolvi trocar e saquei que se tratava de um romance historico biográfico.
Margaret George é uma escritora americana que meio se especializou em fazer esse tipo de literatura, é de sua autoria Cleópatra, Helena de Troia, Maria Madalena, Henrique VIII e alguns outros que não me recordo.
Seu estilo é fazer uma historia romanceada baseada na biografia desses personagem, mas ela é muito fiel aos acontecimentos.
Nesta obra ela inicia ja em 1588, com 30 anos de reinado da rainha. O papa Felice Peretti tambem conhecido como Papa Sisto V, faz uma bula papal ordenando que cidadões católicos tem a autorização e o perdão de Deus para matar essa rainha herege e protestante, afinal seu pai (Henrique VIII) criou uma religião para ele poder se separar de Catarina de Aragão e ficar com Ana Bolena; mãe de Elizabeth. A Inglaterra está prestes a ser invadida pela Armada Espanhola essas bulas estão no navio.
O livro é escrito na primeira pessoa, porém com olhares de dois personagens; Elizabeth e de sua prima Lettice Knollys.
Uma obra incrivel, os detalhes das roupas, lugares, guerras, torturas na Torre de Londres, te levam a uma era elisabetana magistralmente recriada.
A cada lugar ou castelo descrito eu ia ao google imagens verificar as fotos e com isso ajudava a criar na minha mente um cenário para os personagens.
São 796 páginas de história, aprendizado e divertimento.

P.S: Pra ficar mais interessante e facilitar o entendimento dos personagens assistam a série americana THE TUDORS que sua leitura vai ficar mais deliciosa.
Vale a dica!!!
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Haryadne 08/05/2020

Adorei o livro e fiquei fascinada com Elizabeth 1 e dinastia Tudor. Assisti a série "The Tudor" enquanto lia o livro, ajudou bastante entender. Esse livro me fez querer ter tudo sobre o assunto.
Encontrei muitos de erros básicos de português, erro de digitação. Algumas vezes os textos ficam confusos, acho que foi erro na tradução. Não sei se foi problema da minha edição e isso foi corrigido depois.
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Ingrid 03/06/2020

A Autora retrata, através de uma biografia romanceada, os últimos anos da Rainha Elizabeth I, que assim já é uma senhora; muito embora o leitor pode ter dificuldade (eu tive) em vê-la assim. Isso porque mesmo sendo idosa, ela sempre se mostra atuante, perspicaz, sempre preocupada com o futuro do seu povo.
Elizabeth passa pelo pior período do seu reinado, em todos os sentidos. Está em guerra contra as tentativas de invasão da Espanha à Inglaterra e Irlanda; que lhe exigirá muita energia da Rainha e consumirá muito dinheiro, num período que a Inglaterra passava por um período negro, com estiagem na agricultura. Isso, junto com a cobrança de impostos pelo monopólio de muitos produtos, à longo prazo vai enfraquecendo ao amor do povo pela Rainha, e consequentemente a sua popularidade.
Junto à isso, a Rainha luta contra o envelhecimento, algo que ao longo do livro fica claro que a incomoda demais, o que a faz esconder vários sintomas que chega com a velhice, como a menopausa. O incômodo é tanto que ela tenta a todo modo disfarçar com maquiagem o passar dos anos, suas roupas também refletem uma mulher mais jovem; e somente retratos autorizados podem ser vistos pelo país.
E dentro de todo esse cenário, talvez o maior (e melhor?) rival da Rainha Elizabeth I seja o Conde Essex, filho de sua prima Lettice; que encontra-se afastada do reino pela ira da rainha. Durante todo esse período, Essex e a Rainha travam uma guerra particular, e de poder, já que o conde faz questão de desafiar abertamente a rainha, inclusive liderando uma rebelião.
Aos poucos, a Rainha vai perdendo as pessoas que lhe são mais próximas, e algumas mais queridas, o que claramente vai fazendo com que ela vá perdendo sua força e vitalidade. E, ainda, faz com que ela viaje de volta para os antepassados, para assim resolver-se com seu presente, através do seu passado.
Opinião Estante da Ingrid: Como muitos, tinha o conhecimento básico da Rainha Virgem; mas pouco sabia dos seus feitos e do seu reinado. Mesmo que se trata de uma biografia romanceada, o livro fez conhecer uma mulher que passou uma vida sendo testada e desafiada por ser mulher, e ainda mais por ter optado por não casar. Aparentemente, também era algo que ela mesmo se cobrava, e algumas vezes ressentia-se de ter se privado de tantas coisas, em especial quanto a vida amorosa. Com certeza, ser mulher e uma Rainha não era nada fácil naquela época. Mas disparadamente, para mim, a cena do Jardim de Hades, onde ela, Catherine e Lettice vão ao encontro da história das mulheres Bolena foi o que mais me impactou porque ali a rainha apercebe-se de quanto idealizou seu pai, e como os homens que passaram pela vida delas causaram o distanciamento delas, muito mais que por algo que elas tenham feito umas para outra. Apesar de um livro extenso, a leitura flui que nem se percebe. Vale demais a pena ler.

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Valéria 01/09/2020

O fim da vida da mais enigmática, maquiavélica e fascinante das rainhas, Elizabeth I, que elevou a Inglaterra a maior potência econômica, política e cultural do século XVI. Uma mulher muito à frente do seu tempo, que tinha nos seus objetivos a prioridade máxima da sua vida, e que por eles abriu mão de tudo que julgava supérfluo.

Elizabeth escreve para Jaime IV da Escócia, em 1585 e demonstra sua habilidade politica: "Se você supõe que as causas dos príncipes podem ser encobertas porsegredo que nenhuma inteligência consegue desvendar, não se decepcione; nós, velhas raposas, encontramos um modo de nos salvar com a astúcia dos outros e de tomar conhecimento do maior dos segredos, especialmente se ele concerne à nossa propriedade.?

Segundo Maquiavel um Príncipe que quisesse conservar o poder, deveria tentar emular simultaneamente as qualidades do Leão e da Raposa: O Leão porque não sabe evitar as armadilhas que lhe armam; A Raposa porque não é capaz de defender-se dos lobos seus inimigos; ?Por isso ele deveria ser ao mesmo tempo uma Raposa para descobrir as armadilhas, e um Leão para aterrorizar os lobos.?

Além de tudo, o livro é uma aula viva de história.
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Dani Fuller 15/02/2014

Ser rei e usar uma coroa é mais glorioso para os que veem do que agradável para os que a usam
O que mais me impressionou assim que comecei a ler era que o livro não seria narrado desde o nascimento de Elizabeth I. Pensei, meu deus como pode um livro com quase 800 páginas (ou mais que isso no ebook) contar a história da rainha em apenas seus últimos anos de reinado (ok, décadas, mas mesmo assim achei muitas páginas).

E sei que eu esperava era mais da parte de romance e as inúmeras propostas de casamento que ela rejeitou... e também eu queria ter ainda mais tempo com ela por assim dizer. O que parecia meio desafiante, foi muito compensador.

A autora narra com uma riqueza de detalhes que eu sentia como se fosse a própria Elizabeth falando para mim. Era como se eu pudesse me teletransportar para lá e ver tudo com seus olhos e poder também tirar minhas próprias conclusões. E como bônus ainda acompanhamos um outro lado da narrativa, pela sua prima Lettice que também testemunhamos uma grande transformação ao saber tudo que ela passou por tantos anos que ela viveu. Ficava realmente nervosa ao ver que faltavam muitas páginas e os anos na história iam passando.

Fui conferir qual era o ano que a rainha morria e pensava, gente não vai dar tempo rs. E ao mesmo tempo estava maravilhada com tudo que pude saber e que nem desconfiava sobre esses últimos anos de reinado. Foram momentos muito tensos e mesmo com idade avançada, a Elizabeth I superou de alguma forma. Se antes eu já admirava, agora então. Em seus últimos momentos não pude segurar as lágrimas... acredito que deve ser horrível para os mortais se despedir da vida, mas para uma rainha é um fardo bem maior.

"Ser rei e usar uma coroa é mais glorioso para os que veem do que agradável para os que a usam."

"Mesmo que a história julgue por fim nossas ações, são nossas palavras que conseguem persuadir as pessoas a permitir essas ações e embelezá-las para torná-las gloriosas."

Mesmo longo, não senti o tempo passar... quando enfim acabou eu fiquei triste, pois estava me despedindo também dessa incrível história e monarca. Que nunca será esquecida no mundo. Acho que mesmo que os textos e a tecnologia sumam... ainda irá sobreviver alguns de seus retratos onde todos continuaram se espantando e se curvando para toda aquela majestade.

site: http://danifuller.com
Piarelly 09/07/2015minha estante
Olá Dani;
Terminei de ler esse livro e me identifiquei muito com seu comentário, pois não conseguia acreditar que um livro tão grande narrasse apenas os últimos anos do reinado de Elizabeth I, e a medida que ia lendo e me aproximando do fim também só conseguia pensar que não ia dar tempo, rsrsrs.
Sou fã dessa autora desde que li as Memórias de Cleópatra, e caso você ainda não tenha lido recomendo muito, é uma verdadeira obra-prima.




Mirna.Porto 09/04/2020

Elizabeth I
Amo romances históricos e esse é incrível. O que deixou a desejar foi o trabalho de revisão e edição. O livro é cheio de erros de grafia e concordância.
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Bruna 14/08/2013

Decepção
Li todas as obras da autora, e esta última me decepcionou.
Não tem o encanto das demais, focada muito mais em cenas de ação do que em sentimentos.
A edição foi a pior de todos os livros que já li na vida! Há três capítulos fora de ordem, uma vez que a narração segue uma sequencia cronológica... Já viram o Natal acontecer antes do Ano Novo??
Sem contar que a revisão de texto para ter sido realizada por um corretor automático... muitos erros de concordância, ausência de preposições, artigos, vírgulas... afff, realmente decepcionada.
Li até o final na esperança de me surpreender em algum momento e até agora não sei como consegui.
Bruna 17/09/2013minha estante
Hahaha valeu a dica!
Estava tão revoltada que escrevi errado. No livro o Ano Novo ocorre antes do Natal...


Emi 18/02/2015minha estante
Os erros de edição eram tantos, que não consegui prosseguir com a leitura. Eram frases mal traduzidas, letras e palavras faltando, palavras e frases repetidas... e olha que nem percebi (ou cheguei a) a inversão de capítulos! Fiquei frustrada, porque a história parecia ser muito interessante!


Cleuzita 05/05/2019minha estante
Obrigada pela sua resenha sincera.




Úrsula 31/10/2015

Elizabeth I
A edição do livro é magnífica, e apaixonada pela monarquia inglesa como sou, não hesitei em tê-lo em minha estante, porém, apesar de ser uma obra sensacional, aparentemente não tiveram o mínimo cuidado em revisar o texto antes de mandar para a gráfica ! Foram tantos erros e palavras repetidas que perdi a conta, e por vezes, pensei em abandonar a leitura de tão mal feito que o texto estava !
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Cali 02/09/2016

Muito bom!
Para quem gosta de história esse livro é um prato cheio! Ele começa com a invasão da primeira Armada e segue até o último dia de vida da rainha inglesa que encantou e ainda encanta todo o mundo. Só uma pena que o seu pai, que tanto desejava um herdeiro, não conseguiu ver a grandeza de sua filha.
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Aninha 23/09/2020

Um mergulho na história
É um livro pra ler com tempo disponível ( Férias). O livro retrata o lado humano e as fraquezas da rainha, além de mencionar eventos históricos muito conhecidos e outros nem tanto.
Quem gosta da história britânica e da família Tudor, super recomendo esse livro.
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Literatura 17/03/2014

O fim de uma era dourada
O Reinado de Elizabeth I nunca foi tão desejado aos meus olhos de Voyeur.

Escrever sobre essa obra me dá um certo calafrio. Perguntas infinitas me vêem a mente e a mais atormentadora é: conseguirei passar ao leitor a grandiosidade desse livro? Pois bem, vou tentar.

Elizabeth I – O Anoitecer de um Reinado (Geração, 792 páginas) é uma obra da incrível Margaret George (“rata” velha dos bibliófilos apreciadores de Romances Históricos, foi ela quem escreveu “Helena de Tróia”, “Maria Madalena” e outros tantos “Romances Biográficos”). De início confesso que brochei ao olhar para o livro e ver a tora que ele é – algo muito comum nas obras de Margaret -, mas ao começar a leitura eu mal percebia o tempo passar.

1588, o Rei Felipe da Espanha, atormentado, ambicioso e tendo em si as bênçãos da Santa Igreja, envia sua “tropa imbatível” para conquistar a Inglaterra e destruir de vez a nova Religião Protestante que ameaça Roma. Tudo parecia ganho, só que ele não contava com a liderança do capitão Francis Drake e com sua armada recém construída de navios mais rápidos e mais adaptáveis a guerra, conseguindo assim destruir boa parte da frota Espanhola.

Esse episódio ficou conhecido como uma das maiores e mais fracassadas derrotas que a Espanha já sofrera. Elizabeth levaria nas costas a preocupação latente – e insistente – de seus inimigos. Elizabeth I, ou A Rainha Virgem como era conhecida, nos conta em primeira pessoa nesse livro todo o seu legado durante a era Elisabetana. Vemos aqui a descrição ultradetalhada de Margaret George sobre os trajes e costumes da época e, não raro, temos a incrível impressão de estar lendo um diário, como se a própria Elizabeth estivesse nos contando sobre a sua vida.

Veja resenha completa no site:

site: http://www.literaturadecabeca.com.br/sem-categoria/resenha-elizabeth-i-o-fim-de-uma-era-dourada/#.UyeTUvldWSo
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Tauan 24/09/2015

Agradam-me bastante os romances históricos, as biografias e o que se conta sobre antigos monarcas. Esse livro reúne um pouco de tudo isso.
O contexto é o final do reinado da rainha Elizabeth I, a última monarca da dinastia Tudor, filha de Henry VIII (o Henrique VIII da peça de Shakespeare) o rei que “criou” a Igreja Anglicana (igreja dos anglos, igreja da Inglaterra).
Em 1588 Elizabeth está no fim de seu reinado. No trona há 30 anos, ela tem 53 anos, nuca se casou e não tem filhos para herdar o trono. Ela mesma para chegar ao trono teve que enfrentar uma grande dificuldade, pois seu pai havia rompido com a Igreja Católica para poder se separar de sua primeira esposa, Catarina de Aragão, e se casar com Anne Boleyn (Ana Bolena), mãe de Elizabeth.
Assim, ao se tornar rainha, além do trono, ela herda um contenda com Roma e os demais países católicos na Europa. Além de duas guerras históricas e centenárias, uma com a França e outra com a Escócia. Apesar de todos esses fatores pesando contra ela, seu reinado ficou conhecido como a primeira Idade do Ouro da história da Inglaterra.
A narrativa de Elizabeth tem início às vésperas do ataque da Invencível Armada espanhola no litoral britânico, e se estende por 15 anos, até sua morte em 1603. Logo nos primeiros eventos do livro podemos perceber os indícios de como a rainha influenciou toda a história britânica.
Paralelamente ao ponto de vista da monarca, temos também a narrativa de sua odiada prima, Letice Knollys, condessa de Leicester, que fora banida da corte elisabetana por ter roubado o único amor de sua prima, o conde Robert Dudley.
Outros célebres personagens que marcam presença entre as mais de 800 páginas deste inesquecível romance são, o dramaturgo William Shakespeare, o explorador Walter Releigh e Francis Bacon e John Dee.

A autora parece ser uma especialista em biografias romanceadas de grandes mulheres da história, pois consta entre suas obras também as Memórias de Cleópatra, Maria Madalena e Helena de Tróia.
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