O Pacifista

O Pacifista John Boyne




Resenhas - O Pacifista


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Carla 06/06/2017

Conflito dentro do conflito
Pouco ritmo e acontecimentos mornos até a metade. Na reta final nos prende um pouco mais, contudo o desenrolar foi previsível e sem surpresas.
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Juncok 02/05/2017

Foi maravilhoso!
Gostei muito desse livro, mas confesso que o comprei por causa do autor, que é o m3u melhor. Nele é contado a historia de um jovem que não sabe ainda se é hétero ou não, isso para a época era algo extremamente ruim, caso fosse homossexual. Mas o foco do livro não é esse. Após ter se alistado para a guerra, acaba conhecendo um outro jovem e logo se tornam amigos, e aí que tudo começa. Eles chegam à ter um caso, mas o protagonista não consegue se controlar no que sente, e esse foi o motivo de eu ter dado 4 estrelas apenas. O livro se arrasta com essa incerteza, enquanto fica prometendo alguma coisa. Mas o que eu mais gostei, foi a leveza como a historia é contada e como é tipico do John Boyne, o protagonista é 'cego' com nas coisas ao seu redor. Super recomendo a leitura!
Ed. 31/08/2017minha estante
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Gisele.Bononi 11/03/2017

Surpreendente
Na vdd eu ainda estou um pouco boba com o q li...
É sensacional no mínimo, fiquei sem fôlego próximo ao final e ainda estou " bege" com o q houve, não sei dizer, mas não creio q ele deveria se arrepender de tudo afinal... Aí não sei... Super intrigante, ficamos meio pasmos ainda dias após a leitura...
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Rique 25/12/2016

Pelas resenhas
Pelo que li aqui achei que veria algo inesperado, mas... em certas partes o coração aperta tamanho as tristezas mas pela comoção acusada esperava mais.
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Henri B. Neto 19/10/2016

Resenha: O Pacifista
Terminei O Pacifista a algumas horas e ainda não consigo deixar de pensar sobre ele. Fazia MUITO tempo que um livro não me afetava tanto ao ponto de meus sentimentos provocarem uma dor e cansaço extremamente físicos, mas é assim que estou no momento: esgotado. Emocionalmente sobrecarregado... E, não vou mentir, impactado.
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Esta é a primeira vez que me interesso por um romance completo de John Boyne - e isto só aconteceu pois descobri que este livro possui uma ligação com a única coisa do autor que li (uma história de Natal terrivelmente triste que li a uns dois anos atrás...). Não sabia praticamente NADA sobre a história, apenas que se passava durante a Primeira Guerra Mundial (um momento histórico que me interessa desde a minha leitura de Entre o Amor e a Paixão, que também se passa no conflito)... Então, fui totalmente desarmado para o livro. E ao mesmo tempo que isto foi um trunfo, também foi um grande erro. Não estava psicologicamente preparado para ele.
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Dividido entre os conflitos do jovem Tristan no pós Guerra, e suas memórias aterradoras de sua experiência no conflito, o livro me revelou tanta coisa sobre o ser humano que a única coisa que eu pensava era "o que eu faria no lugar dele?". Esta é uma história que não existem mocinhos, ou heróis... Os personagens erram constantemente e isto te leva a uma miríade de sentimentos.
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Empatia. Surpresa. Culpa. Traição. Medo. Egoísmo. Tristeza. Raiva. Vergonha. Ciumes. Esperança. Desilusão. Pena... Foram tantos os momentos que passei com Tristan que não sei se o julgo, se o entendo, se o amo ou se odeio ele. Eu não sei. E esta é a beleza de tudo.
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Apesar de fino, O Pacifista não é uma leitura leve. Apesar de dinâmico e narrado em primeira pessoa, não foi uma leitura fácil. Devorei a história pela madrugada, porém mais por prazer sádico do que deleite em si. No momento, não posso quantificar o que sinto pelo livro. Mas definitivamente me marcou.
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Henri B. Neto
''Na Minha Estante''

site: http://naestante-henribneto.blogspot.com.br/2016/10/resenha-o-pacifista.html#more
Anne 19/10/2016minha estante
Então esse livro possui relação com Dia de folga? Ou seria outra história de Natal à que vc se refere? Dia de folga me deixou triste pq eu amo o Natal e, confesso, esperava por alguma coisa bonitinha e não foi isso que eu recebi. Contudo, já li outras coisas do John Boyne de que gostei muito e ao ler essa resenha eu pretendo com certeza ler esse tbém!


dani 22/10/2016minha estante
Esse livro é um dos meus favoritos da vida. A história é linda e triste, tão tocante...


Henri B. Neto 27/10/2016minha estante
Anne, tem um relação sim com Dia De Folga, mas não é com o mesmo personagem não... Se bem que tenho a ligeira impressão de que a história de O Pacifista é mencionada no conto, mas não lembro com toda a certeza.


Henri B. Neto 27/10/2016minha estante
dani, este livro me empurrou para uma quase ressaca épica... Estou LUTANDO para sair dela. Yeap.


Débora 15/02/2017minha estante
Henri, amei sua resenha despertou muito meu interesse pelo livro. Vc cita uma livro Entre o amor e a paixão quem é o autor????? Parabens!!!!


Augusta 09/03/2017minha estante
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Augusta 09/03/2017minha estante
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Henri B. Neto 10/03/2017minha estante
Débora, é da Lesley Pearse, foi lançado por aqui pela editora Novo Conceito... Vale super a pena ler. '')




Carol 31/08/2016

John Boyne sendo John Boyne
John Boyne sempre maravilhoso. Sou bem suspeita para falar de seus livros, mas como não amar suas histórias (principalmente as histórias de guerra)? Em O Pacifista ele nos leva a conhecer e vivenciar os conflitos internos de dois personagens intensos e muito bem construídos. Até agora não sei o que pensar sobre a história de Will e Tristan. Maravilhoso!
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Chrys Salazar 29/08/2016

Quando Amar é Errado
Este é um dos meus livros favoritos; ao fim da história caí em "depressão pós-leitura" e demorei para digerir os fatos. Contudo a beleza e delicadeza da escrita me mostrou o que amar pode nos levar a fazer, ainda mais quando não aceitamos o amor.
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Sthefani 26/08/2016

"Inglaterra, setembro de 1919. Tristan Sadler, vinte e um anos, toma o trem de Londres a Norwich para entregar algumas cartas à irmã mais velha de William Bancroft, soldado com quem combateu na Grande Guerra. Mas as cartas não são o verdadeiro motivo da viagem de Tristan. Ele já não suporta o peso de um segredo que carrega no fundo de sua alma, e está desesperado para se livrar desse fardo, revelando tudo a Marian Bancroft. Resta saber se o antigo combatente terá coragem para tanto. Enquanto reconta os detalhes sombrios de uma guerra que para ele perdeu o sentido, Tristan fala também de sua amizade com Will, desde o campo de treinamento em Aldershot, onde se encontraram pela primeira vez, até o período que passaram juntos nas trincheiras do norte da França. O leitor pode testemunhar o relato de uma relação intensa e complicada, que proporcionou alegrias e descobertas, mas também foi motivo de muita dor e desespero."
O pacifista foi o segundo livro que eu li do John Boyne, depois de "O menino do Pijama Listrado" por qual eu também me apaixonei; comecei a procurar todos os livros do Boyne por causa da sua escrita impecável e seu conhecimento incrível sobre os temas abordados em seus livros, fazendo com que, ao final de cada livro lido, eu sempre queira uma continuação. Não me arrependo nem um pouco de ter lido, afinal, acabou se tornando um dos meus livros favoritos, mas eu o achei tão impactante, que demorei para superá-lo e conseguir me prender a uma nova leitura.
O que mais me chamou atenção quando comecei a ler foi que Boyne escreve o livro em períodos temporais diferentes; como em quase todos os seus livros, guardando o grande segredo ou a vergonha do personagem para revelar no final, o que faz com que seja quase impossível larga-lo até saber o que se passou. Não posso esquecer de elogiá-lo por descrever cada costume, cada personalidade e cada acontecimento relacionado a época de um modo perfeitamente realista.
Por fim, estava preparada para um final, tinha quase certeza do que ia acontecer, mas a história me levou a um final totalmente diferente.Devastador, Boyne, devastador... Apesar de tudo, está recomendadíssimo, com certeza um dos melhores do John.
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Atilla.Rafael 15/07/2016

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Lindo e triste
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Marcos 13/06/2016

Eu to destruído
Jhon Boyne fez o que nenhum autor conseguiu fazer comigo até agora. Ele despedaçou meu coração com essa obra. Eu só pude chorar a madrugada inteira após lê-lo. Simplesmente arrasador. Vai pro top 5 melhores livros que já li na vida e com certeza um dos que mais me marcou. Uma história tocante, real, bem escrita e bem construída. Obrigado, Jhon.
Douglas 05/07/2016minha estante
O Pacifista é uma história incrível, sútil e impactante ao mesmo tempo; uma história de guerra e de amor, uma história que prova que até mesmo nas piores circunstâncias, o amor é "a única coisa que importa".




Marcos 20/01/2016

De antemão digo que esse é uma das melhores leituras que já fiz na vida. O livro foi tão impactante para mim que, além de terminá-lo praticamente aos prantos, demorei muitos meses para conseguir escrever essa resenha sem que aquela ferida que foi aberta em mim sangrasse novamente.

O Pacifista é contado em dois períodos temporais distintos. No primeiro temos Tristan, com vinte e um anos, não conseguindo mais carregar o fardo que criou. Estamos na Inglaterra de 1919 e ele parte em uma viagem para encontrar Marian Bancroft, irmã de William Bancroft, soldado que serviu ao seu lado na Grande Guerra. Sua missão é a de entregar cartas que o irmão tinha deixado em vida mas, Tris irá se valer disso para lhe contar um segredo que não mais consegue carregar e isso envolve Will.

Logo entramos na segunda temporalidade da narrativa. À medida que nosso protagonista conta sua relação com o irmão de Marian, entramos numa viagem ao passado e descobrimos como ambos se conheceram, como passaram o período de treinamento juntos e como foi que a amizade de ambos cresceu e se solidificou. Até mesmo o período em que serviram juntos nas trincheiras do norte da França, onde o ápice dessa relação aconteceu.

Tris e Will eram amigos, mas também algo além disso. Um encontrou no outro uma fonte de confiança, de alegrias, de descobertas e de situações completamente novas, que ambos jamais imaginariam passar. Quanto mais próximos ficavam, mais sabiam o que realmente eram e o que queriam de fato. E isso acabou levando os dois a uma situação de tensão, muita dor e desespero.

O Pacifista é o sexto livro do John Boyne lançado no Brasil e o sétimo dele que leio. Se esse autor já era o meu favorito desde que li seu primeiro livro, O Menino do Pijama Listrado, com esse tomo isso se concretizou de tal forma que não acredito que mais ninguém vá lhe roubar esse título.

O livro é lindo, do início ao fim. Muito sensível e tocante, nos provoca um grande misto de sensações e faz com que o leitor entre numa montanha-russa de sentimentos, passando pelo medo, pela torcida, pela angústia e pela alegria. É incrível como esse autor tem o poder de transformar as palavras de tal modo que elas chegam para o leitor de forma fluída e limpa. O uso do contraste com a guerra e a história principal na qual se desenrola a narrativa foi genial e deu ao enredo o tom certo que deveria ser usado do início ao fim.

Poucos finais me atingiram tanto quanto o desse livro. Desde o início da leitura eu não consegui largar o livro para nada, o devorando sem parar até saber o que aconteceria com os protagonistas da história. Quando descobri, foi como se um tiro tivesse transpassado em meu peito e fiquei completamente angustiado e ao mesmo tempo resoluto com o que li. Sinto que tenho que reler esse livro um dia e muito em breve. Talvez esse venha a ser, para mim, aquele tipo de livro de cabeceira, que é lido e relido praticamente todos os anos. Mesmo que eu ainda escreva parágrafos e mais parágrafos de texto falando sobre o livro, jamais conseguirei expressar completamente tudo o que senti durante a leitura e o que ainda sinto ao relembrar essa história.

Leitura mais do que recomendada para todos.

site: http://www.capaetitulo.com.br/2015/12/resenha-o-pacifista-de-john-boyne.html
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Ricardo 23/09/2015

Dilacerante!
O romance "O Pacifista", de John Boyne, traz a angustiante história de Tristan, ex-combatente na I Guerra Mundial que, após seu término, decide procurar a irmã de seu grande amigo e companheiro de guerra, Will, para entregar-lhe cartas que ela endereçou ao irmão durante o conflito. A narração, pelo próprio Tristan, do encontro com a irmã de seu amigo é alternada com o relato sobre o período da guerra e o desenvolvimento de sua conturbada mas relevante amizade com Will, bem como os desdobramentos que essa amizade, e também a guerra, gerariam na vida de Tristan, marcando-o pra sempre.

O texto simples, característica do autor, está presente e tem a qualidade e as marcas de quem tem profundo conhecimento sobre o que escreve. É recheado de diálogos que conferem maior humanismo aos personagens e fazem a leitura fluir.

A essência da amizade entre os dois soldados não é óbvia e o autor vai nos entregando pequenas porções de sugestões ao longo da narrativa, o que confere grande qualidade ao livro. Por outro lado, algumas revelações são desnecessariamente adiadas, ao mesmo tempo que não gasta-se tanto tempo, pelo menos não tanto como acho que deveria, no desenvolvimento da amizade dos dois protagonistas - o que proporcionaria a nós leitores um maior envolvimento com os dois - nem na descrição de passagens importantes e, portanto, muito aguardadas, tornando-as meros relatos, quase que jornalísticos.

O desenvolvimento dos sentimentos de Tristan, como consequência do que recebeu da vida, da amizade com Will e da guerra, levam-no a atitudes que dilaceram nosso coração, não com maior intensidade com que ele foi destruído internamente por tudo isso.
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