O Pacifista

O Pacifista John Boyne




Resenhas - O Pacifista


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Lipe 03/04/2018

Paulada do início ao fim!
Li este livro no começo de janeiro. Foi uma leitura que me deixou muito mal de cabeça porque meu Deus quantas desgraças em um mesmo livro! A escrita do Jhon Boyne é muito viciante, a reconstituição do cenário da década de 1910 e da primeira guerra é sublime, a gente realmente acredita em tudo, fascinante e extremamente realista!
A relação do Trystan e do Will teria tudo pra ser uma linda história de amor, se eles tivessem se conhecido em outro local, em uma outra época... Mas eles estavam em uma guerra insana que os levaram a ir até as últimas consequências! Eu não os culpo, não é possível ter sanidade mental em meio a tal ambiente.
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Luan 30/03/2018

Um dos melhores livros do John Boyne, sensível e objetivo em seu tema
Gosto de livros que tem seus objetivos claros quando eles para isso se destinam. Diversas vezes me deparo com livros que "querem dizer isso ou aquilo" mas no fim dele a mensagem não ficou tão clara ou não foi passada da melhor maneira. Com O pacifista, de John Boyne, o que acontece é que ele acerta totalmente no alvo. O livro tem um claro objetivo, já mostrado em sua sinopse, e que se desenvolve do jeito que deveria ser para tratar sobre aquele tema. E o que temos no fim dele é um resultado muito positivo, e isso sem levantar em conta o desenvolvimento literário - ou seja, os acontecimentos, já que é um livro bastante triste e de emoções fortes.

O pacifista conta a história de Tristan Sadler em dois momentos de sua vida. Uma delas, aos 17 anos, enquanto atuou como soldado na Grande Guerra. O segundo momento, já com 21 anos, quando vai de Londres para Norwich, entregar algumas cartas à irmã de Will Bancroft, que esteve no campo de batalha junto dele. Conforme o desenvolvimento acontece, o leitor vai sabendo porque as duas coisas são narradas. Na guerra, Will e Tristan foram grandes companheiros. Mas as cartas são, na verdade, um pretexto para ele revelar um segredo que já não suporta guardar.

A sinopse, aparentemente simples, esconde uma trama profunda e dolorosa. O livro oscila seus capítulos entre o presente, quando Tristan está com 21 anos, e o passado, quando ele e Will estão na Grande Guerra. Cada capítulo tem sua importância e relevância, mas é nas cenas narradas no campo de treinamento e já no campo de batalha que O pacifista conquista o leitor e mostra um John Boyne afiado como poucas vezes na arte de contar uma história. O livro, é verdade, não me arrebatou, mas é impossível que alguém passe indiferente a ele e a todos os temas que o autor apresentou nesta obra tão bem construídas.

Quase tudo deu certo em O pacifista. Os personagens são muito bem desenvolvidos e têm muito carisma, o que ajuda o leitor a se identificar com vários deles. O desenvolvimento dos acontecimentos sem que o protagonista seja um herói da história mostra o cuidado que o autor teve ao construir uma história que busca flertar o máximo que pode com a realidade. Nada soa forçado ou fora da realidade. O texto de John Boyne está pontualíssimo. Creio que dos livros que li, é a melhor escrita dele. Os diálogos são cirúrgicos, densos, fortes e naturais.

Não lembro de grandes defeitos na história. Um ou outro momento que a história perde um pouco o ritmo, mas isso é ínfimo perto da grande qualidade e fluidez que o livro tem. O mais interessante no desenvolvimento de O pacifista é que a atmosfera é de tristeza desde o início. Todos os problemas postos o leitor de cara da identifica, todos os assuntos que o autor quer debater são claros, mas tudo isso constrói uma trama que tem um ar de tristeza e dor. E isso dá pro leitor uma sensação de que algo não vai terminar bem, de forma muito pior do que possa parecer. E isso acontece.

De prima, a impressão é que se trata apenas de mais uma história de guerra. Mas ao dar uma chance, o leitor vai encontrar uma trama muito mais profunda. Temas atuais, respeito às diferenças, são tratadas de forma sensível e necessária. De longe, dos livros de Boyne que eu já, este é o melhor. A escrita, como já disse, está precisa e pontual. Não parece o mesmo autor de outros livros dele que já li – mesma sensação de vários outros leitores. Mas isso não é uma reclamação, já que sou fã das histórias dele – bem, nem todas. Apesar de intensamente triste, é um livro necessário de várias formas e com qualidade sem igual.
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Wendel 30/03/2018

Mistura de sentimentos com um final devastador
Devo dizer que foi um dos melhores livros que já li. A construção da história foi perfeita, tudo encaixadinho.... A história foi emplgante, animadora..... Mas, devo dizer, que os dois últimos capítulos me chocaram bastante. Estou completamente devastado emocionante. Se esse era o objetivo do autor, ele conseguiu.
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Carla 06/06/2017

Conflito dentro do conflito
Pouco ritmo e acontecimentos mornos até a metade. Na reta final nos prende um pouco mais, contudo o desenrolar foi previsível e sem surpresas.
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Juncok 02/05/2017

Foi maravilhoso!
Gostei muito desse livro, mas confesso que o comprei por causa do autor, que é o m3u melhor. Nele é contado a historia de um jovem que não sabe ainda se é hétero ou não, isso para a época era algo extremamente ruim, caso fosse homossexual. Mas o foco do livro não é esse. Após ter se alistado para a guerra, acaba conhecendo um outro jovem e logo se tornam amigos, e aí que tudo começa. Eles chegam à ter um caso, mas o protagonista não consegue se controlar no que sente, e esse foi o motivo de eu ter dado 4 estrelas apenas. O livro se arrasta com essa incerteza, enquanto fica prometendo alguma coisa. Mas o que eu mais gostei, foi a leveza como a historia é contada e como é tipico do John Boyne, o protagonista é 'cego' com nas coisas ao seu redor. Super recomendo a leitura!
Ed. 31/08/2017minha estante
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Gisele.Bononi 11/03/2017

Surpreendente
Na vdd eu ainda estou um pouco boba com o q li...
É sensacional no mínimo, fiquei sem fôlego próximo ao final e ainda estou " bege" com o q houve, não sei dizer, mas não creio q ele deveria se arrepender de tudo afinal... Aí não sei... Super intrigante, ficamos meio pasmos ainda dias após a leitura...
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Rique 25/12/2016

Pelas resenhas
Pelo que li aqui achei que veria algo inesperado, mas... em certas partes o coração aperta tamanho as tristezas mas pela comoção acusada esperava mais.
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Henri B. Neto 19/10/2016

Resenha: O Pacifista
Terminei O Pacifista a algumas horas e ainda não consigo deixar de pensar sobre ele. Fazia MUITO tempo que um livro não me afetava tanto ao ponto de meus sentimentos provocarem uma dor e cansaço extremamente físicos, mas é assim que estou no momento: esgotado. Emocionalmente sobrecarregado... E, não vou mentir, impactado.
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Esta é a primeira vez que me interesso por um romance completo de John Boyne - e isto só aconteceu pois descobri que este livro possui uma ligação com a única coisa do autor que li (uma história de Natal terrivelmente triste que li a uns dois anos atrás...). Não sabia praticamente NADA sobre a história, apenas que se passava durante a Primeira Guerra Mundial (um momento histórico que me interessa desde a minha leitura de Entre o Amor e a Paixão, que também se passa no conflito)... Então, fui totalmente desarmado para o livro. E ao mesmo tempo que isto foi um trunfo, também foi um grande erro. Não estava psicologicamente preparado para ele.
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Dividido entre os conflitos do jovem Tristan no pós Guerra, e suas memórias aterradoras de sua experiência no conflito, o livro me revelou tanta coisa sobre o ser humano que a única coisa que eu pensava era "o que eu faria no lugar dele?". Esta é uma história que não existem mocinhos, ou heróis... Os personagens erram constantemente e isto te leva a uma miríade de sentimentos.
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Empatia. Surpresa. Culpa. Traição. Medo. Egoísmo. Tristeza. Raiva. Vergonha. Ciumes. Esperança. Desilusão. Pena... Foram tantos os momentos que passei com Tristan que não sei se o julgo, se o entendo, se o amo ou se odeio ele. Eu não sei. E esta é a beleza de tudo.
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Apesar de fino, O Pacifista não é uma leitura leve. Apesar de dinâmico e narrado em primeira pessoa, não foi uma leitura fácil. Devorei a história pela madrugada, porém mais por prazer sádico do que deleite em si. No momento, não posso quantificar o que sinto pelo livro. Mas definitivamente me marcou.
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Henri B. Neto
''Na Minha Estante''

site: http://naestante-henribneto.blogspot.com.br/2016/10/resenha-o-pacifista.html#more
Anne 19/10/2016minha estante
Então esse livro possui relação com Dia de folga? Ou seria outra história de Natal à que vc se refere? Dia de folga me deixou triste pq eu amo o Natal e, confesso, esperava por alguma coisa bonitinha e não foi isso que eu recebi. Contudo, já li outras coisas do John Boyne de que gostei muito e ao ler essa resenha eu pretendo com certeza ler esse tbém!


dani 22/10/2016minha estante
Esse livro é um dos meus favoritos da vida. A história é linda e triste, tão tocante...


Henri B. Neto 27/10/2016minha estante
Anne, tem um relação sim com Dia De Folga, mas não é com o mesmo personagem não... Se bem que tenho a ligeira impressão de que a história de O Pacifista é mencionada no conto, mas não lembro com toda a certeza.


Henri B. Neto 27/10/2016minha estante
dani, este livro me empurrou para uma quase ressaca épica... Estou LUTANDO para sair dela. Yeap.


Débora 15/02/2017minha estante
Henri, amei sua resenha despertou muito meu interesse pelo livro. Vc cita uma livro Entre o amor e a paixão quem é o autor????? Parabens!!!!


Augusta 09/03/2017minha estante
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Augusta 09/03/2017minha estante
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Henri B. Neto 10/03/2017minha estante
Débora, é da Lesley Pearse, foi lançado por aqui pela editora Novo Conceito... Vale super a pena ler. '')




Carol 31/08/2016

John Boyne sendo John Boyne
John Boyne sempre maravilhoso. Sou bem suspeita para falar de seus livros, mas como não amar suas histórias (principalmente as histórias de guerra)? Em O Pacifista ele nos leva a conhecer e vivenciar os conflitos internos de dois personagens intensos e muito bem construídos. Até agora não sei o que pensar sobre a história de Will e Tristan. Maravilhoso!
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Chrys Salazar 29/08/2016

Quando Amar é Errado
Este é um dos meus livros favoritos; ao fim da história caí em "depressão pós-leitura" e demorei para digerir os fatos. Contudo a beleza e delicadeza da escrita me mostrou o que amar pode nos levar a fazer, ainda mais quando não aceitamos o amor.
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Sthefani 26/08/2016

"Inglaterra, setembro de 1919. Tristan Sadler, vinte e um anos, toma o trem de Londres a Norwich para entregar algumas cartas à irmã mais velha de William Bancroft, soldado com quem combateu na Grande Guerra. Mas as cartas não são o verdadeiro motivo da viagem de Tristan. Ele já não suporta o peso de um segredo que carrega no fundo de sua alma, e está desesperado para se livrar desse fardo, revelando tudo a Marian Bancroft. Resta saber se o antigo combatente terá coragem para tanto. Enquanto reconta os detalhes sombrios de uma guerra que para ele perdeu o sentido, Tristan fala também de sua amizade com Will, desde o campo de treinamento em Aldershot, onde se encontraram pela primeira vez, até o período que passaram juntos nas trincheiras do norte da França. O leitor pode testemunhar o relato de uma relação intensa e complicada, que proporcionou alegrias e descobertas, mas também foi motivo de muita dor e desespero."
O pacifista foi o segundo livro que eu li do John Boyne, depois de "O menino do Pijama Listrado" por qual eu também me apaixonei; comecei a procurar todos os livros do Boyne por causa da sua escrita impecável e seu conhecimento incrível sobre os temas abordados em seus livros, fazendo com que, ao final de cada livro lido, eu sempre queira uma continuação. Não me arrependo nem um pouco de ter lido, afinal, acabou se tornando um dos meus livros favoritos, mas eu o achei tão impactante, que demorei para superá-lo e conseguir me prender a uma nova leitura.
O que mais me chamou atenção quando comecei a ler foi que Boyne escreve o livro em períodos temporais diferentes; como em quase todos os seus livros, guardando o grande segredo ou a vergonha do personagem para revelar no final, o que faz com que seja quase impossível larga-lo até saber o que se passou. Não posso esquecer de elogiá-lo por descrever cada costume, cada personalidade e cada acontecimento relacionado a época de um modo perfeitamente realista.
Por fim, estava preparada para um final, tinha quase certeza do que ia acontecer, mas a história me levou a um final totalmente diferente.Devastador, Boyne, devastador... Apesar de tudo, está recomendadíssimo, com certeza um dos melhores do John.
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Atilla.Rafael 15/07/2016

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Lindo e triste
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