O Pacifista

O Pacifista John Boyne




Resenhas - O Pacifista


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Carol 07/07/2019

Uma dor no coração!
Fiquei até as 4:00am lendo este livro pra saber o que Tristan poder ter feito e, aaaaahh!
Foi delicado cada página desse livro, é incrível como John Boyne conseguiu abordar tão bem a solidão e a dor do personagem principal, e também todo o desespero que atingiu os personagens num todo perante a guerra, em trincheiras horríveis que me agoniava em cada página.
Ao final do livro eu me peguei segurando a respiração, pois cada diálogo doía e eu não sabia ao certo se ficava com mais raiva ou mais vontade de chorar!!!
Foi sufocante!
Conhecendo o Tristan como foi possível conhecer no decorrer das páginas, eu só consigo sentir um nó na garganta de tanta dor que ele me transmitiu.
Acredito que ele não esteve errado, mas entendo a culpa que o acompanha. Só posso dizer que O Pacifista foi um livro de dor, em todos os aspectos, delicado, doloroso e ao mesmo tempo, maravilhoso!
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Josh 30/06/2019

Fraco
Como sou escritor, acabo avaliando forma e conteúdo inevitavelmente. Achei a forma básica, quase rasteira, não chama a atenção e se repete em muitos trechos (sobretudo nos diálogos). Já o conteúdo é até interessante mas não senti suficiente aprofundamento; os personagens não me foram atraentes, sobretudo a quase bipolar Marian. Construir uma história sobre covardia pode ser um tiro no pé. Porém, é possível que o principal motivo de eu não ter gostado do livro é o fato de já ter lido um outro melhor sobre uma temática muito parecida.
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Josh 30/06/2019

Fraco
Como sou escritor, acabo avaliando forma e conteúdo inevitavelmente. Achei a forma básica, quase rasteira, não chama a atenção e se repete em muitos trechos (sobretudo nos diálogos). Já o conteúdo é até interessante mas não senti suficiente aprofundamento; os personagens não me foram atraentes, sobretudo a quase bipolar Marian. Construir uma história sobre covardia pode ser um tiro no pé. Porém, é possível que o principal motivo de eu não ter gostado do livro é o fato de já ter lido um outro melhor sobre uma temática muito parecida.
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Edna 21/04/2019

É isso o que Humanos fazem..decepcionam uns aos outros
"Político, pessoal, poderoso...um romance tremendamente questionador, que ñ se pergunta apenas sobre o que significa ser homem, mas também sobre o que significa ser humano nas circunstâncias extremas da guerra." Irish Times

"Eu posso ñ estar sepultado num campo francês, mas eu continuo lá. "

John Boyne tem uma especial peculiaridade em escrever uma história, com tanto afinco que Ele não tem medo de criar personagens polêmicos com atitudes nada convencionais como "Tristan" e nem por isso menos cativantes.

As recordações de uma infância em uma época que muitos pais desconheciam o ato de amor, inflingia castigos violentos aos filhos, não havia compreensão nos lares e por muito pouco eram colocados porta afora em benefício de uma honra que nunca entendi!

Tristan Sadler encontra em Will Brancroft, um porto seguro em meio ao treinamento de guerra e depois nas trincheiras contra a Alemanha, conversam, se chocam com as injúrias e punições do cruel Sargento Clayton e vivem entre a lama e o zumbido das balas, entre o medo e se questionam sobre o que é certo ou errado, sobre os horrores da guerra e o que ela representa, sobre a maldade de tirar a vida de outro ser humano que não conhece os motivos dessa guerra, sobre os princípios.

"Às vezes, você é incrivelmente inocente. É uma das coisas que me fazem gostar de você."

Quando algum soldado se recusa a matar, é qualificado como "galinha branca" e automaticamente enviados para a frente, para recolher os corpos ou feridos no meio da batalha, a maioria não dura a primeira viagem.

A guerra que se trava dentro dos personagens em meio à esse cenário terrível é muito grande, lembranças do passado, divisão dia sentimentos que tumultuar a amizade, se mistura com a carência e o caos se instala.

#Minhasimpressões

Tristan nos leva a sensações de um bumerangue, do céu ao inferno e desvenda, nos choca, nos entristece e nos alinha como seres insignificantes que somos. Só que ele não é um Herói. Ele é humano e quando deixa as trincheiras da guerra ela apenas começa dentro dele.

Um final chocante que abala a estrutura de qualquer Leitor mesmo que tenha preparado o espírito para ler.
5/5

Sigam: @bagagemlevesebo

#Bagagemliteraria
#Resenhaednagalindo
#Opacifista
#JohnBoyne
#Livros
#igliterario
Débora 22/04/2019minha estante
\o/ louca pra ler depois da sua resenha. Parabéns




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Yubu 28/03/2019

Tristan não fez nada de errado.
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Jean.Gois 14/03/2019

Tristan Sadler não fez nada de errado
Pra começar, o livro fugiu da minha expectativa de ser um romance proibido numa época perturbada, o que no começo me satisfez mas depois me decepcionou. De longe não é um livro fofinho e nem tão triste quanto eu achei que fosse. A única coisa que eu senti foi raiva, principalmente pelo autor culpabilizar o personagem principal por quase tudo que acontece na trama, sendo que ele é a vítima da história. É triste? Sim, mas pelos motivos errados. Tirando isso, é um livro bem ambientado e bem escrito, só que esperava mais.
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@gugugb 01/02/2019

De cortar o coração!!!
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Fernando.Paulo 28/01/2019

O fogo nunca se apaga...
Por ter "ligações" com Fique Onde Está e Então Corra, resolvi ler este que achava ser mais um panfletarismo-sem-graça sobre a 1ª Guerra Mundial e... Mordi minha língua! Que narrativa! O autor usou o contexto de guerra e entregou personagens bem críveis e, ao mesmo tempo, bem cotidianos - sem que parecessem enfadonhos... John Boyne escreve melhor quando escreve em 1ª pessoa!
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Lucas.Rosa 04/01/2019

MEU DEUS
É um livro muito delicado de ler, por muitas páginas me fez sofrer.
Adorei como o autor trouxe um acontecimento histórico da primeira guerra e mescla com uma realidade tão complicada do protagonista. Um verdadeiro quebra cabeças que aos poucos toma forma, e você não consegue parar de ler.
Vale muito a pena.
É o tipo livro que causa uma reflexão temporal imediata. Um verdadeiro momento de devaneio sobre sua coragem interna.
É incrível, recomendo
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Tibúrcio 13/12/2018

O Pacifista
Falar sobre as obras do John Boyne é sempre muito prazeroso, já que este é um dos meus autores favoritos. Li O Pacifista há algum tempo e como muitos de seus livros, desde suas primeiras páginas já somos fisgados pela narrativa.
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Tristan é um jovem de 21 anos que retornou da guerra, mas não consegue lidar com os fantasmas da frente de batalha em que esteve. É por isso que procura Marian Bancroft, a irmã mais velha de Will, soldado com quem combateu a guerra e foi um grande amigo. É nesse encontro que Tristan revisita seu passado não tão distante, desde o treinamento no exército onde teve início sua amizade com Will até os episódios mais dramáticos causados pela guerra.
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É um texto extremamente delicado, repleto de sentimento e significado. Como já falei, em poucas páginas Boyne consegue nos envolver e nos manter completamente envolvidos com a narrativa.
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O foco narrativo é em primeira pessoa. É Tristan que narra sua trajetória intercalando o livro em dois momentos: seu encontro com Marian e os momentos que ocorreram durante a guerra. Aos poucos vamos juntando os pontos e com isso, compreendendo o trauma do protagonista e o motivo de seu encontro com Marian.
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Uma das características do autor que mais gosto nele, é a sua capacidade de criar personagens tão humanos, muito próximos de pessoas reais. Tanto Tristan quanto Will são personagem demasiadamente complexos, mas que nos faz compreender o porquê de suas ações. Há momento em que odiamos eles por algumas atitudes, mas não é possível julgá-los por tais atos.
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Outro ponto importante na obra de John é a habilidade que ele tem em transmitir emoções sem, necessariamente, dar nomes. Essas emoções estão intrínsecas nas palavras. O sentimento está preso no que ele escreve e você sente e, por isso, compreende o personagem.
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Tristan é gay e a temática LGBTQ+ é explorada com sensibilidade e sutileza. Foge completamente do convencional de obras com este tema. Importante frisar que a estória se passa na década de vinte, motivo pelo qual o assunto não é discutido abertamente, são poucos os momentos.
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Quando terminamos o livro fica aquela sensação de querer que todos os seus amigos leiam. Eu tinha uma professora que dizia que quando a gente lê algo muito bom e fica com o desejo de ter escrito isso é porque o que você leu é maravilhoso e não se trata aqui de inveja, mas de encantamento.
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Gente, vale muito a pena ler. É uma obra que te levará às lágrimas, mas ao mesmo tempo te enche de literatura. Se trata de um drama com personagens vivos e que te acompanham mesmo depois da última página. Leiam.
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Amanda Thais 10/09/2018

Bem previsível!
Pra mim, John Boyne se perdeu nesse livro.
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Wally 08/08/2018

Maravilhoso!!!
Eu não sei como colocar em palavras o quanto eu amei esse livro, que apesar de não ser o mais perfeito de todos os livros, conseguiu me fazer ama- lo de uma forma que eu não amo um livro a muito tempo.

Com uma escrita belissima, o autor conseguiu criar uma estória maravilhosa que desde o início sabemos que iremos sofrer com ela mas que no final nos surpreendemos por sofrer muito mais do que o imaginado.

O livro possui personagens maravilhosos, por ter sido tão bem construídos. Personagens que amamos e as vezes odiamos na mesma proporção, mas que acima de tudo nos conectamos e entendemos como foi difícil para cada um as determinadas decisões tomadas.

Está não é uma estória fácil, é dolorosa, triste, e muito mais profunda do que eu imaginei, e por isso eu vou ama-la pelo resto dos meus dias, pois foi uma das estórias mais surpreendentes que eu já li, não por ser algo algo único, mas por ser algo que eu não esperava.
Lucas Brandão 23/10/2018minha estante
Estou louco pra ler, MDS!


Wally 23/10/2018minha estante
Acredito que você vai amar essa leitura. Esse livro é maravilhoso:)


Lucas Brandão 23/10/2018minha estante
Uau, com uma recomendação assim eu tenho que adianta-lo na lista de leitura haha


Wally 23/10/2018minha estante
Tenho certeza que você não irá se arrepender se fizer isso:):):)




Erikson Ribeiro 06/07/2018

Destestei e Amei
UAU! Foi o primeiro livro lido que fique gostei ou odiei, enfim, John Boyne e seu ambiente de guerras.
A história gira em torno de um rapaz gay que se alista para servir sua pátria, e dentro desde cenário de guerra se envolve com outro rapaz, o qual odiei muito, que não ser aceita ser gay. Não detalho muito para não ter spoiler.
Meus comentário sempre são no conceito das história e da edição do livro.
A história é boa, muitas coisas são previsíveis, fazendo sua leitura caminhar nas confirmações delas. O livro mostra como os gays eram tratados perante a sociedade naquela época, e dentro de um exercito/de uma guerra. (Não que hoje esteja tudo lindo e maravilhoso, porquê não está). E a aceitação do personagem ser gay, contra a recusa em se aceitar. A reclusão de ter um parceiro durante sua vida ...
Edição do livro, a capa poderia ter sido melhor, pois não é nada atrativa, a capa de O Menino do Pijama Listado é tão simples e bonita.
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