O Azarão

O Azarão Markus Zusak




Resenhas - O Azarão


89 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


Mateus 23/01/2013

Com A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak encantou e emocionou milhares de fãs ao redor do mundo. Eu mesmo, humilde leitor, apaixonei-me por Liesel Meminger e suas obscuras aventuras durante a Segunda Guerra Mundial. Mas após tanto sucesso, por onde anda Markus Zusak? Era de se esperar que aproveitasse a fama e lançasse mais livros, mas desde 2006 notícias sobre o autor se tornaram escassas. Enquanto esse silêncio perdura, a Bertrand Brasil resolveu lançar por aqui o primeiro livro do autor, O Azarão. Com quase 15 anos de atraso, é verdade, mas ainda assim um lançamento que irá saciar todos os fãs loucos pela escrita de Zusak.

A obra apresenta-nos a vida de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos que, em seu mundo turbulento e vazio, quer encontrar a si mesmo. Ao lado do irmão Rube, rebelde até o último fio de cabelo, o personagem narra sua história e os acontecimentos cotidianos da vida. O genial é que tudo é muito simples, como o próprio personagem fala quase o tempo todo. Se analisarmos bem a história, ela não tem muito conteúdo e nem é muito sofisticada. Mas Cameron levanta tantas questões importantes, e discute tantos detalhes significativos da vida, que ao lado de seus misteriosos sonhos, tudo ganha um ar especial e fascinante. Por isso a leitura se torna um desvendar constante, desde primeira até a última página.

O que a obra peca é ser curta demais. O Azarão poderia - e deveria - ser maior e com uma história mais longa. Sei que este é o primeiro livro de uma trilogia, mas aquele gosto de "quero mais" ficou na minha boca e não quis mais sair. Se não fosse isso, teria dado cinco estrelas. Mas tudo bem, a obra foi fascinante em suas poucas páginas. O importante é que o amadurecimento de Cam e sua família teve início em O Azarão, e muito em breve veremos mais dos Wolfe em ação. Imagino que lutando muito, que é o melhor que eles fazem. Que venha Bons de Briga e que possamos nos deleitar ainda mais com esses lançamentos tardios. Antes tarde do que nunca!
Lu 24/01/2013minha estante
Linda resenha, Mateus! Parabéns!


Luh Costa 24/01/2013minha estante
Adorei a resenha!Parabéns
Esse livro vai pra lista das futuras aquisições. Abraços, saudades de você!


Cajoju 24/02/2013minha estante
Boa resenha! Descobri essa trilogia de estreia dele recentemente. Só o conhecia pelos dois livros anteriores... Gostei da história e fica pra minhas futuras leituras. Abçs!


Taíse Araújo 08/05/2013minha estante
Parabéns pela resenha ! Esse é o próximo livro que irá para minha lista de futuras leituras.


Ester 31/10/2013minha estante
Li o último livro da trilogia " A garota que eu quero" e pode ter certeza o gostinho de quero mais perdura. A historia continua encantadora e Cam amadurece e coloca um pouco de seu ser a mostra. O que posso dizer dessa historia? Apenas que é encantadora.




Izabella Viana 26/12/2012

Markus Suzak e esse jeito de escrever que eu TANTO amo!
Dá vontade de pegar o Cameron, abraçá-lo e dizer para ele que ele não é, de jeito nenhum, um perdedor.
comentários(0)comente



claudioschamis 24/11/2012

Para ler e refletir...
O consagrado autor de "A menina que roubava livros" que ficou 230 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times, Markus Zusak, aparece aqui de forma diferente e escrevendo para o complicado mundo dos jovens.

O seu livro "O Azarão" mostra o real mundo de um jovem, Cameron, o caçula de quatro imrãos. Não vou dizer que é um livro fácil de ler. Fácil no sentido da angústia que sentimos ao ver as questões abordadas na história e nos identificarmos muitas vezes com algumas passagens, com várias ou em alguns casos com todas.

A narrativa mostra exatamente o que um jovem hoje em dia sente, pensa, faz. E isso torna 'O Azarão" uma leitura densa. Quase como uma viagem em busca de uma identidade.

Rimos, choramos e nos angustiamos com Cameron. Lamentamos e torcemos por Cameron. E vemos também as trasnformações pelas quais ele passa e isso pode nos remeter ao nosso próprio passado. Ou não.

É nítido a mensagem que Markus tenta nos passar com uma história quase que real, pois as questões, situações, sentimentos, pensamentos e atitudes que Cameron se depara são questões que qualquer jovem pode ter ao longo de sua adolescência. Pode até ser algo muito vivo no leitor dependendo até da sua idade.

Pode acontecer de parecer até que o leitor é o próprio Cameron e o "O Azarão" virar quase que algo autobiográfico do próprio leitor.

comentários(0)comente



spoiler visualizar
Jully.Suarez @jullysbookland 30/01/2018minha estante
Concordo com cada palavra! Adoro encontrar pessoas com o mesmo livro favorito que eu ?


LAO 22/02/2018minha estante
Aaah, obrigada!!!! :3




Ãgatha 18/08/2013

O interior me conquistou.
Em meio as dezenas de resenhas já feitas desse livro, a minha será apenas mais uma e a minha primeira resenha. Neste breve texto irei tentar transcrever apenas as minhas emoções quando li O Azarão.

O meu único contato com Markus Zusak foi A Menina que Roubava Livros. Maravilhoso contato, na verdade. E devido eu ser apaixonada pelo mais famoso livro do autor, foi que comprei O Azarão, tendo quase a certeza que não me decepcionaria. Acertei.

Mas na primeira vez que peguei o livro para ler, abandonei nas primeiras trinta páginas. Não acreditava que não tinha gostado do livro do mesmo autor que tinha me conquistado tanto com a incrível história de Liesel. Porém, depois de algum tempo, decidi dar uma segunda chance ao livro. Não me decepcionei desde então.

Não me prenderei a descrições, já que todas as outras resenhas já o fizeram. Direi somente o que mais que conquistou na história, como um todo.

O que mais eu guardo do livro são os pensamentos e sentimentos de Cameron. Suas indecisões, seus medos, suas mania auto-depreciativa, seu amor puro por alguém que ele não conhece bem e seus loucos, enigmáticos e fantásticos sonhos...

"Talvez tudo o que eu saiba é que, naquele dia, na varanda da frente, quando observei Sarah e Bruce, senti alguma coisa e jurei que, se um dia eu tivesse uma namorada, eu a trataria direito e nunca seria mau nem safado com ela, nem a magoaria. Nunca. Jurei e tinha toda a confiança do mundo de que maneria a promessa.
_ Eu a trataria direito - falei.
_ Trataria."

Cameron me prendeu a partir do momento em que seus pensamentos foram sendo expostos sinceramente. Quando aquele garoto que ajudava irmão a roubar placas de trânsito se distanciava e quem vinha ao meu encontro era uma amigo íntimo, mas íntimo que um irmão, me falar de seus maiores temores, seus conceitos sobre si mesmo e sua paixão por Rebecca. Paixão tão simples, tímida e bonita que me peguei torcendo para que fosse correspondida, para que todo esse sentimento não o fizesse sofrer mais.

"A pergunta era: Em qual parte dela eu estava mais interessado? Era na aparência ou na realidade interior que eu podia sentir saindo sorrateiramente?
Comecei a dar caminhadas só para pensar nela, só para imaginar o que estava fazendo, e se, por acaso, estava pensando em mim.
Virou um tortura.
_Deus, ela está pensando em mim? - perguntei a Deus.
Deus não me respondeu. Então eu sabia. Sabia apensa que andava pararelo ao trânsito, que ria ao passar por mim. Multidões desciam do ônibus e trens me ignorando ao caminhar. Não importava. Eu tinha Rebecca Colon."

Não foi somente em um única passagem do livro que me identifiquei. Tive a impressão que eu tenho um parte de Cameron em mim. Talvez esse foi o motivo para um gostar tanto do livro.

Se me pedirem para fazer um resenha objetiva do livro, quem me ouvir não se interessará. Mas se eu puder dizer todos os meus sentimentos compartilhados com o azarão, todos as citações que me tocaram... Saberão o quanto esse livro se tornou especial e que só perdeu um estrela por ser breve demais para toda a minha vontade de continuar a conhecer e ouvir Cameron.


comentários(0)comente



Blog MDL 09/12/2013

Cam é o tipo de garoto que só de olhar para ele as pessoas o consideram um perdedor. Nascido em uma família humilde e comendo cogumelos no jantar todos os dias, até seu irmão Steve se mantém afastado dele por considerá-lo alguém que não vale a pena perder seu tempo. O que não acontece com Rube, já que os dois estão na mesma escala de evolução social e se tornam ainda mais cúmplices cada vez que planejam um novo roubo – que certamente não será bem sucedido. Mas tudo parece mudar quando Cam vai trabalhar com o seu pai em um final de semana e conhece uma garota que apesar de bonita, parece ser tão real que desperta nele a vontade de melhorar por ela. O que ele não esperava era que orações noturnas e um bom coração não fossem predicados suficientes para conquistar uma garota como aquela.

Quem já leu alguma obra do Markus Zusak certamente reconhecerá não só o estilo literário do autor, como também, algumas características de outros personagens dele em ‘O Azarão’. Eu pelo menos, senti que estava acompanhando a jornada do Ed de ‘Eu Sou O Mensageiro’ em sua versão mais jovem. Ao que se sabe essa hipótese pode ter algum fundo de verdade, já que a carreira literária de Zusak foi iniciada justamente com a trilogia dos Irmãos Wolfe. Contudo, isso não quer dizer que ele é ausente de qualidades próprias, já que é através da árdua jornada de Cam que o leitor é conduzido por uma narrativa simples e leve, mas que possui uma essência que comove, diverte e faz refletir de modo muito peculiar.

A razão principal disso é o Cam. Diferente de outros protagonistas que já acompanhei, ele acredita que não possui nenhuma qualidade e que está fadado a ser um fracassado. Isso está tão intricado em sua personalidade que até mesmo em seus sonhos ele se torna alvo de julgamentos que se concentram no fato dele não ter realizado nenhuma conquista em sua breve vida. A maneira quase poética que o autor o conduz em meio a essas reflexões foi o ponto mais forte do livro, já que ele foi a razão principal para que eu fosse do sorriso a tristeza junto com o Cam.

Contudo, apesar de ser bem escrito, o livro não é isento de defeitos. Durante toda a leitura senti certa carência de mais atrativos na história para que eu me mantivesse conectada a ela, pois por mais que o protagonista tenha me conquistado, a falta de um enredo mais elaborado e de uma estrutura na trama me incomodou sobremaneira. Ainda mais porque o livro não possui nenhum momento de clímax e o leitor percorre as páginas de ‘O Azarão’ sem sentir grandes emoções. Sinceramente, eu não sei se isso foi algo intencional – já que ele é o primeiro volume de uma trilogia –, mas o fato é que isso pesou contra o livro de modo que se o equipararmos com as demais obras do autor ele se transforma em algo que não é nada mais que mediano.

site: http://www.mundodoslivros.com/2013/12/resenha-o-azarao-por-markus-zusak.html
comentários(0)comente



Philip Rangel 10/12/2012

Se o autor Markus Zusak já era um sucesso ao publicar A Menina que Roubava Livros (2006),agora ao apresentar o seu primeiro trabalho, sua marca foi definitivamente registrada em meu conceito. O enredo é muito simples: um menino pobre, vivenciando acontecimentos por hora comuns, contando ao seu leitor um pouco de todo o seu cotidiano. Simplesmente essa é a premissa que encontramos nos livros do autor, apresentando argumentos notórios em transformar esse simples em algo extremamente válido ao conhecimento de seu público leitor.

Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos é o caçula de seus quatro irmãos. Sua família é simples, como acontece em outras obras do autor. Do lado de seu irmão mais velho, Ruben, formam uma espécie de parcerias em armações, em grandes trapalhas ocasionando muito desgosto na sua família, principalmente aos olhos de sua mãe. Aqui, notamos a repreensão dos pais quando os filhos tendem a regredir quanto a sua criação. O enredo inicia-se quando Cameron faz uma pequena introdução em sua primeira atrapalhada com Ruben: ” Meu irmão mais velho, Ruben, sempre me mete em encrenca…”, focando também seus outros irmãos: Steve e Sarah Wolfe. A narrativa é toda em primeira pessoa, o personagem apresentando ao leitor fatos que aconteceram no último inverno. O livro não possui pretensões de evoluir, é na ausência dessa qualidade, que conhecemos o autor, alcançando seu auge poético.

Markus Zusak enfatiza em todo o enredo o valor e deslumbramento que podemos reconhecer e encontrar em nós mesmos, levando em acreditar naqueles que confiam em nós, seja pelas nossas atitudes ou pelo nosso crescimento. O poder do laço familiar é capaz de unir todos os outros laços que envolve pessoas desconhecidas, anônimas que serão destacadas pelo autor. Os conceitos de como devemos viver nossas vidas, os momentos que sempre caímos quando achamos que nunca iremos levantar, os verdadeiros amigos e o amor novamente incondicional familiar são muito bem trabalhados.

“Eu sempre ia viver com esse tipo de falta de confiança em mim mesmo, de dúvida em relação à civilização à minha volta? Eu sempre ia me sentir tão pequeno que ia doer, e que mesmo o grito mais alto, rugindo da minha garganta , era, na verdade, apenas um lamento? Será que meus passos iam sempre parar de modo tão súbito e afundar no caminho?” p.107

As passagens do livro são destacadas em todos os momentos nas fases de um jovem caminhando para sua fase adolescente. Quando os erros, precisam ser visualizados e transformados para um crescimento mútuo satisfazendo nossas necessidades no meio coletivo em sociedade. Cameron é muitas vezes testado pelo seu próprio “eu”, sentindo muitas vezes cansado em só ouvir e seguir seu irmão mais velho nas trapalhadas. Notamos seus momentos depressivos quando “o azarão” se cansa sempre em perder e não ter nenhum destaque. Como qualquer adolescente, o primeiro romance não poderia ficar de fora, responsável por transformar as atitudes de nosso personagem quando ele começa a tornar-se responsável trabalhando com seu pai encanador na casa da família Conlon, e seu primeiro olhar para Rebecca Conlon.

“Quando chegássemos lá, pensei, era melhor só enfiar a cabeça na fossa e cavar um buraco para mim. As garotas não gostam de caras como eu. Que garota que se respeite podia me suportar? Cabelo bagunçado. Mãos e pés sujos. Sorriso torto. Que andava mancando, preocupado. Não. Definitivamente, isso não era bom. Nada disso.” p. 95

O Azarão é um romance que introduz os caminhos que levamos na procura de nosso amadurecimento. Cameron começa sua transformação quando presencia que sua vida parou de fazer sentido, que aqueles olhares, principalmente das mulheres nunca vão existir até sua mente, seu físico e suas atitudes não sofrerem uma transformação. Não só ele, também os seus irmãos. Um momento importante que devo frisar são os sonhos no final de cada capítulo, responsáveis pela construção, dosagem e transformação de Cameron, momentos folosóficos, fazendo jus ao nome estampado no livro.

O seu estilo autobiográfico que o autor transmite pelo personagem, é o grande diferencial que encontramos dentro do enredo. Sua sutileza e formas que amarram cada passagem acabam deixando qualquer leitor ávido de terminar sua leitura em poucas horas. O autor mesmo na contra-capa deixa bem claro o verdadeiro sentido de suas obras, quando expõe: “Tento ser humano em minha escrita. Comecei a escrever porque era o caminho natural. Durante o ensino médio eu era muito introvertido. Sempre tinha histórias na cabeça. Então comecei a escrevê-las.” O livro têm seu destaque, sua sutileza e relevância dentro das obras do autor.

Leia o final da resenha: http://www.entrandonumafria.com.br/2012/11/resenha-o-azarao-por-markus-zusak.html
comentários(0)comente



Lygia 27/11/2012

Falta de identificação...
Meu contato com Zusak foi apenas com A menina que roubava livros, obra emocionante e densa. Já posso falar que não é o mesmo tom que encontrei em O Azarão. Aqui quem dá a voz à narrativa é Cameron, que narra sobre seu cotidiano juvenil bem deprimente. Em cada capítulo, em um total de 14, o garoto narra sobre algum aspecto da sua vida, que geralmente conta com a participação de seus irmãos, Sarah, Rube ou Steve, sendo esse último o mais citado entre eles. E no final de cada capítulo, o leitor conta com a narrativa de um de seus sonhos - ou pesadelos.

Muito é falado também do relacionamento de Cameron com seus pais. Sua mãe, dona de casa que prepara cogumelos todas as noites, tenta manter a família em ordem, enquanto o pai, cabeça da família Wolfe, é encanador, faz do tipo durão e é até certo ponto do tipo agressivo. O garoto, cada dia que passa, enterra-se em amargura e solidão, ao ponto de criar afeto por uma pessoa que nem trocou um 'oi' direito, a filha de um dos clientes de seu pai.

O livro é praticamente isso. Ele é bem curto, para leitura de uma tarde, por exemplo. Confesso que o os sonhos e pesadelos de Cameron que me fizeram prosseguir com a leitura. Neles, muito do que acontece em seu cotidiano é refletido de forma inconsciente. A vida do garoto não é uma das melhores, e o irmão que ele tem mais contato (ou afinidade, se é que posso chamar assim) é Rube, um péssimo exemplo, e cheio das ideias nada ortodoxas.

Somente o estilo de escrita envolvente de Zusak me fez terminar o livro mesmo. Não achei nada de extraordinário que me fizesse criar um grande laço de afeto com o protagonista. Vale a pena lembrar que existem mais livros que narram sobre essa família, When Dogs Cry e Fighting Ruben Wolfe.
comentários(0)comente



Amanda 13/10/2013

Porque é impossível não amar Markus Zusak.
É impressionante como um autor tem uma espécie de marca registrada na sua forma de escrita que quando você lê vários livros dele você acaba identificando. Markus tem uma escrita simples e fácil, mas que surpreendentemente passa uma mensagem facilmente identificável. Ele pega fatos corriqueiros, que poderiam acontecer com qualquer um, ou então uma situação complicada de um personagem e planta um enredo nele, transformando em uma bela história. Cameron tem certa semelhança com Ed de "Eu sou o mensageiro", mas não acho que isso torne a estória pior ou melhor. Amei o livro, e com certeza não se equipara á "A menina que roubava livros", mas é uma leitura agradável, de um dia.

"Cameron Wolfe tem dois irmãos e uma irmã mais velha. Um pai, uma mãe. Estuda, resolve trabalhar com o pai, tem problemas familiriares, como qualquer um. É uma pessoa normal. Mas o desenrolar da história começa quando Cameron conhece e se apaixona por Rebecca Conlon. O típico adolescente nos mostra seus pensamentos e lições. Durante o percurso, impossível não retirar uma lição." By: me.


"Jurei que, se um dia eu tivesse uma namorada, eu a trataria direito, e nunca seria mau nem safado com ela, nunca a magoaria. Nunca"

"Porque você não aprende nada, se não tiver paciência para ler. A tevê tira isso de você. Deixa você burro"

"Eu sou um lutador - concluí - Não um perdedor. Tem diferença"

Além dos maravilhosos sonhos de Cameron que não cumprem a missão se não te passar uma mensagem

site: Instagram : @deusasdaleitura
comentários(0)comente



Ninigalai 26/04/2020

Bom
Um livro bem tranquilo sobre um moleque medíocre. É ok, bom, mas nada demais na minha opinião.
comentários(0)comente



Jessica Alves 26/04/2020

Um bom livro.
O livro conta a história de Cameron Wolfe, na versão dele, nos mostrando seus sentimentos, pensamentos e situações que passa com a família. Uma vida típica se adolescente que está se descobrindo e que tem tantas questões a serem resolvidas com
ele mesmo. O que gosto no Zusak é essa capacidade de pegar um personagem que na vida real considerariamos medíocres e nos fazer refletir sobre ele, nos mostrar o lado dele da história, a sua humanidade, seu sofrimento. É um livro mais leve em relação a Menina que roubava livros ou O mensageiro, mas ainda assim vale e leitura e a reflexão em cima de um personagem tão sensível.
comentários(0)comente



FEbbem 20/02/2013

Singelo pela Breviedade
O AZARÃO (Marcus Zusak)

“A Menina que Roubava Livros” e “Eu sou o Mensageiro” são livros agradáveis, de narrativa leve e historias que buscam a comoção para o bem, em que os personagens normalmente se superam entre o caos do dia a dia. Ambos escritos por Marcus Zusak. O também autor de O Azarão, primeiro livro da trilogia dos Irmãos Wolfe.
O livro tem como personagem principal Cameron Wolfe, um pervertido que vive aos braços das travessuras e tentativas infrutíferas de atrocidades e que só traz desgosto e problema aos pais. Cameron age impulsivamente e estimulado pelo irmão Ruben, que apesar de mais velho e incorrigível tal qual o caçula, ambos são os mais novos de uma família que luta pela sobrevivência e vê a cada noite o mesmo alimento no prato - Cogumelos.
O livro se baseia no pensamento de Cameron em que este analisa as duas únicas possibilidades de sua “infeliz vida” ou se torna um perfeito delinqüente ou luta contra tudo e todos para se tornar alguém digno de respeito, e conseguir apenas ser amado por uma garota que seja realmente verdadeira, que não saia em pensamentos das paginas de uma revista pornográfica. Narrado pelo próprio Cameron, que sempre que pode conversa com o leitor, o livro tem inserções em forma de poesia dos sonhos de Cameron.
Diga se de passagem que o livro é voltado para o publico Juvenil, mas acredito que o “tapa na cara” serve melhor para adultos que já passaram dessa fase da metamorfose e transformação que todo adolescente passa ante a fase adulta e que nunca se sabe o que se como; onde e quando vai ser!
Qualquer aspecto da vida.
É inconsistente alegar se o livro é bom ou ruim, antes de sair à continuidade da obra em que se espera o desvencilhar das tormentas dos personagens. O que fica evidente é a singela forma em que Zusak nos apresenta uma história sem muito conteúdo ou grandiosidade, mas que o faz de forma majestosa que entre paginas e paginas cativa o leitor que nesse momento já não se exaspera por grandes novidades, o pecado talvez tenha sido pela brevidade da obra, livro e leitores mereciam mais algumas paginas sobre os Wolfes cujo cotidiano tão singelo e comum fez despertar tantas fantasias na cabeça do autor.
Lançado pela Editora Bertrand com 15 anos de atraso; esta foi a primeira obra de Zusak, que começou a escrever prematuramente aos dezesseis, quando ainda era um garoto introvertido no colegial, como mesmo sugere as orelhas do livro; que também citam a possibilidade de Cameron ser um alter ego do autor; adquirindo assim, ainda mais torcida para o incorrigível adolescente que ganha simpatia a cada round que se vê lutando ou apenas derrotado.

http://febbem.blogspot.com.br/2013/02/o-azarao-markus-zusak.html
Geanne 25/02/2013minha estante
Gostei muito da resenha e me deu mais vontade de ler o livro.


FEbbem 07/03/2013minha estante
Quem se interessar em mais resenhas abaixo segue o link

http://febbem.blogspot.com.br/2013/03/o-prisioneiro-do-ceu-c-r-zafon.html




Psychobooks 07/03/2013

Classificado como 3.5 estrelas
www.psychobooks.com.br



Olhando o nome do autor, se não o reconheceu imediatamente, deve estar pensado: de onde eu já ouvi falar nesse nome? e eu responde querido leitor, ele também escreveu 'A Menina que Roubava Livros', um Best-Seller que se você ainda não leu, CORRE!

Esse é o primeiro romance de Zusak, com a narrativa em primeira pessoa sob o ponto de vista de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos e o caçula de quatro irmãos. Sua mãe trabalha como diarista e seu pai de encanador. O irmão mais velho - Steve - é popular e bem sucedido, a irmã - Sarah - vive se pegando com o namorado e Ruben - com quem Cameron divide o quarto - é um caso perdido como ele. Os dois vivem planejando roubos e outras coisas ilegais, mas nem sempre se dão bem em seus planos.

Aparentemente o enredo é simples, baseado em problemas adolescentes, o primeiro amor, dificuldades financeiras e problemas familiares, mas o autor vai muito além disso. Zusak é profundo e não é fácil ler a angústia de Cameron em primeira pessoa, acompanhar a decepção de seus pais e professores e ainda ficar ciente do tamanho de sua infelicidade e solidão.

Um elemento frequente nessa narrativa são os 'mini spoiler' que o autor fornece, por exemplo, ele conta o que irá acontecer nas próximas páginas e ao final de cada capítulo, Cameron nos conta sobre seus sonhos/pesadelos que acabam por metaforicamente retratar sua consciência ou atitudes.

O livro é bem curtinho - assim como essa resenha -, com 176 páginas, li em uma 'sentada', mas fiquei refletindo por horas sobre como é difícil passar pela fase da adolescência, todas as expectativas em cima de você, o mundo espera que o adolescente ache essa fase a coisa mais linda do mundo, mas convenhamos que as mudanças - tanto física como psicológicas - abalam demais as estruturas. Estou bem ansiosa para ver qual o rumo que a história irá tomar, pois para quem conhece o autor, sabe que pode esperar coisa boa por aí.

"- Ele está lutando contra o mundo.
E, agora, observo o azarão no meio do círculo lutar, pôr-se de pé, cair e voltar a se apoiar nos quadris e nos pés, e lutar de novo. Ele continua na luta, por mais que caia. Levanta.Algumas pessoas comemoram. Outras riem agora e xingam."
comentários(0)comente



Larissa 15/01/2013

Acho que por ser o primeiro livro de Markus Zusak não tem aquele mesmo encanto de a Menina que Roubava Livros ou de Eu sou o Mensageiro.

Seu estilo e sua narrativa simples já estavam marcados, que faz da leitura prazerosa, mesmo em um dia chuvoso que dá vontade de dormir.

O texto é curto, conta a história de um adolescente e sua mudança para a vida adulta, mas acho que faltou profundidade no texto, tão diferente do dois citados acima.

Markus Zusak consegue mostrar diversidade em seus textos, a cada livro, uma história diferente, que o difere de muitos autores, que talvez por medo de tentar uma receita nova acabam vagando pela mesmice e ficam conhecidos por aqueles autores que se você leu um livro leu todos.

comentários(0)comente



Gabi Machi 01/02/2013

A meninas que roubava livros é um dos meus livros preferidos. Meu e de muitas outras pessoas. Aí gera a curiosidade em ler qualquer coisa que publiquem do mesmo autor, com uma expectativa muito grande.
De parte positiva, a escrita é boa e o estilo de Zusak já se vê presente.
Porém, por ser um livro do Markus Zusak, esperava uma história mais profunda. Aliás, esperava uma história, porque, ao longo do livro, nenhum evento realmente interessante aconteceu. Os pensamentos de Cameron também não me comoveram muito, não consegui me apegar emocionalmente ao personagem, não consegui sentir o que ele sente.
Os relatos dos sonhos de Cameron, para mim, era o pior momento. Minha vontade era de pular essa parte.
O fato de ser um livro médio de um autor com muito potencial me fez ficar mais crítica e achar que esta é uma história só regular. Valeu pra matar a curiosidade, mas não despertou a vontade de ler os dois livros seguintes da família Wolfe.
Len 07/06/2013minha estante
Tambem nao gostei dos sonhos dele,nao me identifiquei nada com os personagens e terminei o livro com a sensaçao de que nao entendi o que o Zusak queria com essa historia




89 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6