O Caçador de Andróides

O Caçador de Andróides Philip K. Dick




Resenhas - O Caçador de Andróides


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Janssen 15/12/2020

Primeiro livro do K. Dick lido, bastante imersivo
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Thati 15/08/2020

Tem seu valor
Ler com um olhar mais filosófico, analisando os valores e as relações fez o livro fazer muito sentido para mim.
Todavia não me conectei com os personagens, não consegui os ver bem desenvolvidos.
Sigo pensando sobre o livro e questiono se não há um "hype" sobre ele.
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Isadora 28/07/2020

Aquela ficção científica que a gente ama
Por favor não assistam o filme novo porque não tem nada a ver com a história. Assistam o velho que é melhor. Estava na metade do livro quando decidir assistir o filme novo e fiquei "o q ta acontecendo aqui?".
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Vinicius 04/12/2019

O quê nos faz humanos?
Um romance noir ambientado num futuro distopico com elementos de ficção científica. Um livro curto que vai te fazer pensar por bastante tempo.

O entulho toma conta da terra, as pessoas foram para Marte. Restou alguns desajustados, debiloides e robôs em cidades cheias de prédios gigantes vazios.

Somos apresentados a Rick Deckard, um caçador de recompensas que está se tornando obsoleto, à medida que os robôs avançam a diferença entre as máquinas e humanos evaporam.

Ele assume um caso, onde um colega foi gravemente ferido, aí o livro começa a andar. Apesar de seres sem vida, cada um dos androides encontrados mostrará uma faceta humana, enquanto Rick, e nós, questiona a humanidade de suas ações.
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Adriano 21/09/2019

Futuro estranho dissoante
O caçador de androides ou Blade Runner, mostra um futuro bem estranho , bem diferente do 1984 ou eu robô. Requer um tipo de leitura diferenciada pois é filosófico.
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Mateus 08/02/2019

Complexos e envolventes androides
Quem espera encontrar em “O Caçador de Androides” (ou “Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?”, tradução literal e como a obra é conhecida hoje), maiores explicações para o filme Blade Runner (1982), é melhor ir deixando as expectativas de lado. Isso porque o filme é apenas inspirado no livro e está longe de ser uma adaptação fiel – uma vantagem e tanto, já que temos duas obras distintas e de grande qualidade, ambientadas no mesmo cenário distópico.

Em 2019 (ou 2021, dependendo da edição), a Terra foi devastada por uma Guerra Mundial e a maior parte da população se mudou para Marte, em busca de maiores perspectivas de vida e cidades não contaminadas pela poeira radioativa resultante da Guerra. Já a Terra ficou povoada quase exclusivamente por pessoas “especiais” (uma forma de se referir a deficientes mentais) e os chamados “caçadores de cabeças a prêmio”, como Rick Deckard, contratados para matar (ou “aposentar”) androides rebeldes e inteligentes que fugiram de terras marcianas.

Apesar da caçada de Deckard pelos androides ser constante no livro, essa não é a premissa principal da narrativa como é no filme. Aqui, o enredo é muito mais profundo e de múltiplos significados, abordando principalmente a obsessão de Deckard por obter um animal biológico, símbolo de prestígio em um mundo onde a maioria dos bichos morreram; e o Mercerismo, espécie de religião em que as pessoas usam “caixas de empatia” para experimentar diferentes sensações.

Apesar de curto, o simbolismos presente em “O Caçador de Androides” deixa a história rica, envolvente e complexa, principalmente graças aos personagens bem construídos, à sociedade futurista muito bem detalhada e à escrita afiada de Philip K. Dick. Por isso, é um livro muito interessante para refletir, criar suas próprias interpretações e se perguntar: “quais androides fingem ser humanos?”. Além, é claro, da eterna questão: “os androides são o futuro da humanidade?”.
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Coruja 31/07/2018

Ganhei esse livro de uma amiga que é tão fã de Blade Runner que até tatuou na perna o unicórnio que aparece no filme. Já fazia um tempinho que o volume estava na estante à espera, mas depois de duas excelentes experiências com PKD (os contos de Realidades Adaptadas e O Homem do Castelo Alto), não tinha como adiar mais a leitura desse clássico da ficção científica.

Num mundo pós-desastre nuclear, a maior parte da população humana deixou a Terra por Marte. Para estimular a emigração, cada humano ganha no processo um robô segundo suas especificações. O problema desse sistema é que as pessoas querem robôs cada vez mais parecidos com humanos, e quanto mais humanos eles se tornam, mais desejosos de liberdade - o suficiente para se rebelarem, matarem seu mestres e fugirem para a Terra. É nesse contexto que entra Rick Deckard, o protagonista do livro, é chamado para ‘aposentar’ seis androides de um novo modelo particularmente avançado: os nexus-6.

Nessa realidade, impera também uma religião, chamada mercerismo, cuja base fundamental é a empatia - empatia que é considerada a principal diferente entre humanos e máquinas. O mercerismo não promete salvação; não tem sequer uma divindade formal, mas existe, nas palavras de seu messias, ‘para que as pessoas saibam que não estão sozinhas’. Essa religião se liga também à importância que a sociedade sobrevivente do cataclismo nuclear dá aos animais, que representam regeneração, esperança, uma tentativa de salvar aquilo que de melhor existia antes da guerra. Claro que, em se tratando de seres humanos, essa questão dos animais acaba também por se tornar um componente de elitismo social… afinal, os animais de verdade, vivos, tornaram-se raros e caros. Há um comércio, e há uma exposição. Seria demais esperar o contrários de seres frágeis e imperfeitos, como são os humanos.

A escrita de PKD é limpa, sem grandes firulas, mas é uma narrativa que te prende, com diálogos bem afiados e cenas de ação de segurar o fôlego. É também repleta de simbologias e referências e acho que ainda precisarei de muitas releituras para pescar a maioria. No mais, Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? é uma fantástica ficção científica; uma história de investigação, perseguições, manipulação social; e é também um livro que se presta fantasticamente ao debate.

O livro foi publicado em 1968, mas todos esses tópicos permanecem bastante atuais. Sei de pessoas de carne e osso que provavelmente falhariam no teste de empatia que Rick usa para descobrir seus androides; e a inteligência artificial de fato tem se tornado cada vez mais próxima do ser humano. Versões da realidade é um tema constante em tudo o que li até agora de PKD, mas há outros tópicos de interesse filosófico: compaixão, identidade, memória, solidão, ética, e, claro, a dualidade entre natureza e seres artificiais.

Críticos costumam torcer o nariz para literatura de gênero, só vendo validade do que chama ‘ficção literária’ e deixando de lado todo o resto: ficção científica, fantástica, policial… mas a verdade é que as boas histórias transcendem gêneros e classificações e a literatura de Philip K. Dick faz exatamente isso. Todas as histórias que li dele até hoje, contos e romances, fizeram com que eu passasse dias refletindo e questionando. Ele te desafia a pensar o mundo de formas diferentes, explorar velhos problemas sob novos ângulos. No final das contas, ele nos leva a questionar: afinal, o que significa ser humano?

Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? não traz uma resposta - afinal, não se trata exatamente de uma pergunta fácil -, mas convida a ponderar o assunto. Em tempos de intolerância, violência, tão pouca empatia, e banalização da vida, isso, cá entre nós, já me parece uma vitória.

site: http://owlsroof.blogspot.com/2018/07/desafio-corujesco-2018-uma-historia-pos.html
Raven 05/08/2018minha estante
Muito bom, não é, Lulu? Amo o PKD. Quando puder, leia dele também o Ubik e o Valis, são de explodir a cabeça!




HARRY BOSCH 30/05/2018

Caçador de Androides
O Contexto do livro realmente é muito interessante,personagens bem construidos e boa narrativa mais é uma obra na qual esperava mais da referida obra.
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Sarmentox 02/02/2018

Pai do cyberpunk
Achei o começo muito lento, fiquei até meio frustrado já que sei a importância desse livro na literatura, mas na metade do livro, quando o Deckard começa a aparecer mais, o livro fica muito mais frenético, cria várias discussões filosóficas e te faz questionar várias coisas.

É uma literatura obrigatória para quem gosta do mundo cyberpunk.
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Juliana 12/10/2017

"Futuro Antigo"
O primeiro livro de Philip K. Dick que eu leio e já gostei bastante. A maneira como são construídos os diálogos e as implicações que eles dão a nossa própria interpretação da história é muito interessante e intrigante também.
Apesar de alguns problemas com a história em si (achei bem corrida e poderia explicar melhor algumas questões que nos deixam na dúvida no fim do livro), o que me chamou atenção foi o "futuro antigo", ou seja, a visão de futuro que tinham na época que o livro é escrito: fotos em 3D, videochamadas, carros voadores e androides... mas nenhum computador e celular. O autor não podia prever tudo, não é mesmo? rsrsrs
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Marques 06/04/2017

Philip K. Dick nos apresenta um mundo tão deprimente e decadente que apenas tinha vislumbrado na obra 'O Rei de Amarelo' de Robert W. Chambers.

As discussões e questionamentos existenciais propostos por Philip são intrínsecos a nossa condição humana falha e efêmera.

Aqueles que assistiram 'Bladerunner' de Ridley Scott já estão familiarizados com a atmosfera desse futuro distópico (noir), mas a obra acrescenta bastante a percepção das personagens e suas crises internas, aprofundando-as num nível desesperador e claustrofóbico.

Recomendo a todos que gostam de um bom sci-fi.
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FrankCastle 11/08/2016

OBS: Omiti vários parágrafos na resenha abaixo que, mesmo sem grandes revelações, poderiam ser considerados spoilers. Para conferir texto na íntegra e artes conceituais bem interessantes, acesse o link.

Este é um livro que há muito queria ler, escrito entre 1966 e 1968 pelo renomado autor Philip K. Dick, a obra de ficção científica que serviu de base para “Blade Runner — O Caçador de Andróides” (1982), filme mais emblemático do subgênero cyberpunk.

No prefácio, existem algumas informações interessantes. Você, provavelmente, já deve ter ouvido falar que Blade Runner teve grande influência dos filmes “noir”, tanto o livro, quanto o filme tiveram influências dos respectivos livro e filme “O Falcão Maltês”, história detetivesca publicada em 1938 e com uma famosa adaptação para o cinema em 1941.

Quando foi publicado em 1968, a história de “O Caçador de Andróides” se passava em 1992. No filme de Ridley Scott, o ano é 2019. Já em algumas edições mais recentes do livro (como essa da Rocco, conforme sinopse acima), alteraram a data para 2021. Provavelmente uma decisão dos editores, afim de evitar que a visão de futuro próximo do livro se perca.

“Emigre ou degenere! A Opção é Sua”
Depois da Guerra Mundial Terminus, a Terra e seus habitantes sofrem com os malefícios causados pela poeira radioativa. Os seres humanos são encorajados a deixar o planeta e partir para Marte, para colonizá-lo. Porém, apenas pessoas saudáveis são aceitas: são realizados exames mensais para definir quem está apto, os reprovados estão “condenados” a passar o resto de seus dias no, antes chamado, planeta azul.

"… Seja como criado particular, seja como incansável trabalhador braçal no campo, o robô humanoide fabricado sob medida — projetado especialmente PARA SUAS PRÓPRIAS NECESSIDADES, PARA VOCÊ E SOMENTE PARA VOCÊ — é-lhe entregue à sua chegada, inteiramente gratuito, totalmente equipado, da forma especificada por você antes de sua partida da Terra…"

Os androides, também chamados de “andros”, foram criados para servir aos humanos na colonização de Marte. Mas com o avanço da tecnologia de sua fabricação, era cada vez mais difícil distinguir os androides dos humanos. Quando estes saem do controle, fica a cargo dos caçadores de cabeça a prêmio, identificá-los e aposentá-los (é este o termo usado no livro para se referir ao extermínio de um androide).

Rick Deckard, é um destes caçadores de androides, vive com sua mulher, Iran, em um edifício. Durante os diálogos, somos apresentados a alguns aparatos tecnológicos, como o videofone e o curioso orgão condicionador Penfield, um aparelho que induz seu usuário a determinadas emoções e sensações, tais como: depressão, sono, alegria, entusiasmo… tudo através da discagem de um número, por exemplo: Disque 888 para ter vontade de assistir TV, qualquer que seja o programa.

Empatia
s. f. Psicol. Tendência para sentir o que sentiria outra pessoa caso se estivesse na situação experimentada por ela.

Com certeza, o aparelho mais estranho mostrado no livro é a Caixa de Empatia, proveniente de uma religião denominada Mercerismo. Seu usuário a liga, segura nos “punhos” da tal caixa e compartilha diversas sensações com outros usuários que, porventura, estejam usando a caixa de empatia no mesmo momento. Wilbur Mercer está para o Mercerismo como Jesus Cristo para o Cristianismo. No momento que as pessoas fazem a “fusão” com Mercer, o visualizam subindo uma colina e depois sendo apedrejado, geralmente os usuários da caixa de empatia sentem uma destas pedradas.

Você vai perceber que a questão da empatia é algo recorrente durante o livro, nesta resenha também.

Grande parte da fauna e flora foi extinta devido a poeira radioativa e, talvez por essa escassez ou pela “necessidade de empatia” [acho que viajei quando escrevi isso, em 2013 :-P], as pessoas são muito apegadas a animais de estimação. Não apenas os comuns cães e gatos, na verdade, os mais cobiçados são os de maior porte, como: ovelhas, bodes, cavalos, avestruzes, etc. E quanto maiores, mais caros.

Todos tem sempre a mão a edição mensal do Catálogo Sidney de Animais & Aves, que é uma referência no que diz respeito a valores de compra e venda [uma espécie de Tabela FIPE para animais]. E, justamente, por ser raro (e caro) encontrar um animal autêntico, se criou também um mercado de sucedâneos (animais artificiais).

Isso não fica muito claro no livro mas, pelo que entendi, após a Guerra Mundial Terminus, as pessoas não tiveram mais filhos na Terra. Não sei se haviam abortos espontâneos devido a radiação ou algo assim. O fato é que, além da insinuação de colonização em Marte, não existe menção alguma a crianças no livro.

O que nos faz imaginar uma sociedade pós-guerra formada, em sua maioria, por pessoas de meia idade. Esta seria uma outra especulação afim de explicar porque as pessoas se apegam tanto aos animais, sejam eles artificiais ou não, aliás hoje em dia mesmo é muito comum vermos casais que criam animais de estimação como se fossem filhos.

E como a maioria dos habitantes teve pouco ou nenhum contato com animais de verdade, muitos não conseguem diferenciar um animal autêntico de um artificial. Sendo assim, muitas pessoas vivem de aparências, pois os vizinhos não sabem que seus animais são sucedâneos.

No passado, Deckard teve uma ovelha autêntica, que morreu de tétano. Rapidamente a trocou por uma ovelha elétrica “idêntica”, mas almeja comprar novamente uma nova ovelha verdadeira ou até mesmo outro animal. Tudo isso devido a perspectiva de ganhos que tem em sua nova missão: aposentar seis androides do modelo Nexus-6: os mais avançados que existem, fabricados pela Rosen Association.

Máquina do Teste de Empatia Voight-KampffSe os androides Nexus-6 são tão parecidos com os humanos, como identificá-los? A resposta está no Teste de Empatia Voight-Kampff. Todo caçador de androides carrega em sua maleta a aparelhagem para executar este teste. Ele consiste em uma série de perguntas sobre situações hipotéticas, a medida em que as respostas são dadas, são avaliados dados como: tempo de resposta, pulsação e dilatação da pupila. De acordo com o livro, androides não possuem empatia.

Tenho que ser sincero: o livro não possui uma descrição muito detalhada acerca de veículos, construções e bugigangas. E mesmo que tivesse, seria difícil desassociar do visual apresentado no filme Blade Runner (para quem, como eu, assistiu o filme antes de ler o livro).

Mas isto não é um ponto negativo, muito pelo contrário: é como ver alguma construção feita com Lego e pegar as mesmas peças usadas nela para montar algo diferente, foi algo mais ou menos assim que fiz mentalmente para criar toda ambientação. Vale lembrar que o livro apresenta muitos locais e personagens que não existem no filme.

Com uma taxa de natalidade baixa (ou nula) somada a emigração para Marte, em certas regiões era possível encontrar prédios gigantescos abandonados. Em um deles, reside John Isidore que, além de não ter passado nos exames médicos para emigração, devido a seus genes deformados, não passou nem mesmo no teste de faculdades mentais mínimas. Pessoas assim, eram estigmatizadas na sociedade e chamadas de “debilóides”. Ainda assim, possuía uma profissão: motorista de uma caminhonete de uma empresa de reparo de animais artificiais.

Rick Deckard continua sua busca e suas investigações, sempre consultando seu catálogo Sidney e tentando decidir qual animal comprará, a medida que vai aposentando os androides. Mas, antes disso, visita a Rosen Association. Com o objetivo de aplicar o Teste de Empatia Voigt-Kampff em um grupo de androides e um de controle (humanos), afim de provar a eficiência do teste para detecção dos modelos Nexus-6.

Tanto em sua chegada a sede da Rosen ou em sua residência, temos algo curioso: Rick Deckard chega a esses locais sempre através dos telhados e depois pega um elevador para descer (o contrário do que fazemos hoje em dia, a não ser que você seja um milionário e use um helicóptero!). Tudo isso graças aos hovercars (carros voadores).

O livro me surpreendeu positivamente, até mesmo pela época em que foi escrito. Temos uma ambientação legal, que é reforçada pelas referências visuais que temos hoje em dia, inclusive pela própria adaptação da obra para o Cinema.

Apesar do filme dirigido por Ridley Scott seguir uma trama semelhante a do livro, as motivações e desfecho são bem diferentes. Mergulhamos neste mundo e, junto com Rick Deckard, vamos descobrindo, nos surpreendendo em meio as reviravoltas.

Um livro, talvez, para ser lido mais de uma vez. Mas, por outro lado, uma obra que nos faz também pensar e refletir, pois Philip K. Dick mistura diversos elementos, como: alta tecnologia, psicologia e religião. “O Caçador de Androides” é altamente recomendado, em especial para os fãs de ficção científica e do subgênero cyberpunk.

OBS: Omiti vários parágrafos na resenha que, mesmo sem grandes revelações, poderiam ser considerados spoilers. Para conferir texto na íntegra e artes conceituais bem interessantes, acesse o link.

site: https://medium.com/@7seconds_/resenha-o-ca%C3%A7ador-de-andr%C3%B3ides-6137c18d8973#.wyp7s1n3y
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Caronte 27/06/2015

Ovelhas Sonham com Humanos Elétricos?

Deckard, um caçador de recompensas ou de androides se preferir ou ainda melhor de andys (mas esse é pros íntimos), recebe uma missão de “aposentar” 4 deles que fugiram das colônias de Marte, e ao que parece eles mataram uns humanos e fizeram o maior reboliço pra chegar na Terra, onde se infiltraram e estão se passando por humanos. Essa é a missão de Deckard nessa história: identificar quem é um androide, usando um teste de empatia, e eliminá-los... ah e ganhar dinheiro por cada um.

Muito bem, agora, vou pedir pra você fazer um esforço pra imaginar a humanidade entrando em outra guerra contra si mesma. Okay? Vou fingir que conseguiu, sei que é muito difícil. Dessa guerra, chamada de Guerra Mundial Terminus, ganhamos o quê? A extinção de inúmeras espécies de animais, além de mutações, é claro. Como? A guerra soltou no mundo uma poeira radioativa, que funciona mais ou menos como uma tempestade...

Para saber um pouco mais sobre o contexto pós-apocalíptico do livro, ou da característica "pet ostentação" da sociedade retratada, veja o texto completo no Parágrafos para Grifos \o/


site: http://paragrafosparagrifos.blogspot.com.br/2015/06/ovelhas-sonham-com-humanos-eletricos-1.html
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SakuraUchiha 28/04/2015

Venha conhecer o mundo dos andys.
Eu li este livro já faz algum tempo. Se você é uma daquelas pessoas que leu o livro depois de ver o filme não se surpreenda se você ficar perdido. O romance é muito mais animalístico e de baixa tecnologia do que seria esperado.
O livro vai esclarecer muitas das questões levantadas a partir do filme. O livro segue Rick Deckard, um caçador de recompensas futurista atribuído a matar androides-humanos (ou como eles foram chamados somente o filme, Replicantes. No livro, são apenas referido como androides ou andys). Enquanto está a caça de um novo modelo de andy, o Nexus-6, ele se apaixona por outra andy, Rachel Rosen (Tyrell no filme), que lhe ajuda na sua missão.
O livro tem uma sensação extremamente sombria, como acontece com muitos dos outros livros de Philip K. Dick. Eu encorajo todos os leitores a ler este livro, mesmo que não tenham visto "Blade Runner" ou se não gostaram do filme.
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