Mansfield Park

Mansfield Park Jane Austen




Resenhas - Mansfield Park


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Do Amaral 29/09/2019

Como não amar Jane ?
Romance profundo, sem grandes emoções. Jane com sua narrativa incrível consegue dar vida a uma família, ao ambiente e contruir um sentimento profundo por seus personagens ?vamos Fanny Price case com H Crawerd, vamos Bemned tenha uma atitude! Sra. Norris como pode fazer isso com nossa Fanny!
Jane consegue dar vida aos personagens construindo dentro de nós um fascínio por cada um.

O tipo de livro que você não se apaixona pela história e sim pela autora devido a narrativa impecável e deixando o livro leve e despertando a curiosidade se saber o final da história.
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Krous 06/07/2019

Este livro podia ter menos páginas, menos palavras, menos personagens, menos trechos relatando detalhadamente a rotina dos moradores de Mansfield Park, menos cenas que de nada serviam.

A ficha de que um dos meus filmes preferidos da vida origina de um livro que não me agradou ainda não caiu. Eu vi "Palácio das Ilusões" dezenas de vezes e sonhei com o dia em que finalmente leria a obra.
E mesmo sendo um dos meus filmes favoritos e maia vistos, eu peguei este livro com 0 expectativa.

Eu não acredito que escrevo isso, mas Jane Austen me decepcionou.

Fanny é uma das protagonistas mais sem graça de que já encontrei na vida. A graça (que ironia, pois ela não tem nenhuma) dela é ser mesmo uma jovem comum, sem atrativos vinda de uma família numerosa e pobre, criada pelos tios. Mas ainda assim uma dama culta e exemplar.
Na prática ela é insossa e seu empenho em obedecer as etiquetas da época a tornam mais ameba ainda. Aff, ainda tem a paixonite pelo primo. Páginas e páginas sofrendo por Edmund, engolindo os maus tratos de tia Norris. Tudo sem a capacidade de se impor. REAJA, SUA IDIOTA! Mostre que você tá viva e corre sangue pelas suas veias.

Mas ela e Edmund combinam, isso eu devo admitir. Porque ele é outro chuchu azedo apegado ao que manda o figurino da época. Ele passa o livro inteiro sem saber se deve se declarar para a senhorita Crawford e no fim de contenta com a prima/ombro amigo.

Meu Deus! Se esses dois tiverem filhos vão ser as crianças mais sem sal da face da Terra! O sexo deve ser tão morno que eles devem cochilar no meio do ato.

Eu tive a impressão de que Jane Austen queria influenciar o leitor a não gostar e não confiar na senhorita Crawford, mas ela foi a única personagem que gostei. Coitada! Difícil viver num período em que você tem que mostrar interesse com sutileza. Era tanta etiqueta idiora que me pergunto como as pessoas se casavam tendo a certeza de que escolheram o par certo. Tudo era mal visto e podia ser usado contra você.

E vamos combinar que Fanny era muito dura com ela. Vamos combinar também que o motivo era somente porque seu querido Edmundo tava apaixonado por ela.

Sobre o senhor Crawford só posso dizer que ele devia examinar a cabeça porque não faz sentido ele se interessar pela Fanny. Mulher dura, sem graça. O que ele viu nela? A solução para sua solidão? Talvez....

A história tem outros personagens além dos citados, mas eu lá me importo com eles? Mas já que estamos aqui... que falta fez uma Nazaré Tedesco para empurrae tia Norris da escada...

Sobre a edição: bom, que ideia de jerico da Martin Claret de fazer uma edição 3 em 1 contendo os dois maiores livros escritos por Jane Austen. Pra não virar um tijolo, a fonte ficou pequena demais e causava incômodo pra ler.
E, sei lá, não custa nada fazer uma revisão para consertar os erros. Juro que alguns trechos só ficaram confusos porque foram mal traduzidos. E pessimamente revisados.

Não tive uma experiência boa com esse livro e nem sei por que não o abandonei. Talvez eu seja meio idiota como Fanny e Edmund.
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Samanta 03/07/2019

Fanny Price tem o próprio jeito de navegar na vida, quase nunca compreendido. Fosse eu palpitar numa continuação a própria saga, apostaria que ela viraria uma escritora. Pra proteger o próprio espírito em lugares que ela certamente não era bem vinda, se colocar no lugar de observadora acabou sendo a melhor solução, o lugar perpétuo na cortina da vida. O Teatro acontece e ela observa, observa, pondera, analisa, e a vida dela passa pela contemplação dos que estão em volta. Tudo refletido no próprio pavor quando tentam colocar a moça no Centro do palco, tirando todo o controle das duas próprias divagações. Livros escritos assim quando não são narrados em primeira pessoa, como é o caso, podem criar personagens incompreendidos e não exatamente simpáticos, mas ousados certamente. Toda a obra te desafia, ela não te dá desfechos óbvios e não necessariamente felizes, mas nos proporciona um retrato de pessoas muito fiéis aos próprios espíritos, brigando com as convenções morais da época, sendo derrotados por elas e ainda encontrando seu caminho seguindo as regras, encontrando seu conforto da maneira que o mundo assim os autoriza a viver.
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Yasmin.Fontes 24/06/2019

Vale a pena ler
Mansfield Park é um livro maravilhoso, apesar de ser muito extenso. Na primeira metade, tenho que admitir, a história é meio lenta e poucas coisas acontecem de fato, provavelmente por ter sido mais como uma apresentação dos personagens.
A segunda metade do livro me surpreendeu. Fiquei mais presa a história, e não tinha a menor ideia do que ia acontecer.
O fato de "acompanharmos" Fanny Price desde que ela tinha dez anos é algo comovente, que dá uma pitada de emoção. A protagonista é nada menos que envolvente; nos mostra a timidez e a maturidade de uma menina, que vira senhorita no decorrer da história.
Mansfield Park é uma história interessante sobre família, adoção, amadurecimento e desilusões. Jane Austen, novamente, conseguiu me deixar envolvida na família Bertram, com todas as suas particularidades.
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Mallú 23/03/2019

J'ai lu...
Queridos leitores...
Eu amo tanto esse livro que me engasgo toda para falar sobre, e isso inclui meus dedos. Digitar, escrever ou falar sobre "Mansfield Park" nunca será o bastante.
Fanny é a heroína mais humilde e observadora em toda a obra de Austen, e com tal perfil dócil, ela é abençoada com um convívio social limitado, porém muito rico. A astucia de Fanny é aprimorada todos os dias de sua vida, assim como sua paciência é constantemente testada ao lado de seus parentes ricos, da família que a criou.
As desventuras que se desenrolam nessa trama dão uma voz muito mais racional para o perfil de Austen, que foi constantemente julgado como "de menininha" e prova que romances são obras tão complexas sobre a racionalidade humana que as pessoas que os leem precisam de mais senso de compreensão do que quem os despreza de forma gratuita.
(Tem mais sobre minhas impressões de "Mansfield Park" lá no meu blog. Eu fiz uma resenha apaixonada e nostálgica sobre como foi ler e reler essa obra ao passar dos anos.)

site: https://malluamabili.blogspot.com/2018/02/jai-lu-mansfield-park-jane-austen.html
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Diane 31/01/2019

Bom livro
Mais um romance de leitura confusa, começo bem, mas sempre me perco em alguma parte da história, não sei. Ainda assim é mais um bom romance da Jane Austen, com bons personagens.
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Isa 26/12/2018minha estante
só vou terminar a leitura por causa da sua resenha. tô na página 200 e até agora tudo o que esse livro me proporcionou foi tédio.




Mey 17/09/2018

"Mansfield Park" é o terceiro livro de Jane Austen que eu leio, já foram "Orgulho e Preconceito", "Razão e Sensibilidade" e "Persuasão", e com certeza foi o que mais se distanciou das outras obras que eu já havia lido. Mansfield é uma história em que a personagem principal não tem uma personalidade forte, Fanny é o oposto das outras heroínas de Austen, ela é muito tímida, submissa e ingênua. E essa garota vai viver de favor na casa de alguns tios ricos, onde todos pensam que ela deve ser grata por estar ali (leia-se viver em função de todos os membros daquela casa.



O livro começa de maneira lenta, contando a história das tias e da mãe de Fanny, para que você entenda como aquela garota foi viver em Mansfield Park. Os anos se passam e acompanhamos a jovem agora com 18 anos, no auge de sua mocidade, onde é maltratada pela tia Norris, serve aos caprichos da Tia Bertram e é ignorada pela primas Maria e Julia, apenas o primo Edmund se preocupa com seu bem estar e por isso a garota cria uma paixão platônica por ele. Os moradores de Mansfield Park fazem amizade com os irmãos Crawford, que tem interesses matrimoniais pelos moradores daquela casa. Essa é a história do livro, sem dar muitos spoilers.



Não vou negar que a história custou me pegar, principalmente, porque Fanny não é o tipo de personagem feminina que me encanta, porém o desejo de saber até onde ia aquela história prevaleceu e eu persisti na leitura. E me surpreendi bastante e posso dizer que esse é um dos meus livros preferidos da autora (abaixo de Orgulho e Preconceito), não porque é um romance, mas porque a escrita está mais crítica, mais dura e muito realista. Eu particularmente adoro o tanto que a autora critica a sociedade da época, os interesses e os preconceitos e nesse livro ela está afiadíssima.



"Mansfield Park" é um livro dolorido, é difícil vê a pobre Fanny ser tratada tão mal pelas pessoas que se dizem responsáveis por ela. Também é triste vê que Edmund só a vê como irmã e nada mais. É difícil vê que ela não se encaixa nem mesmo na casa de sua família. Mas é real, mostra o pior das pessoas e eu gostei bastante do livro.

site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com/2018/09/resenha-mansfield-park.html
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Maitê 02/07/2018

Esse sempre foi o livro que menos gosto da Austen, não que eu achasse ruim mas não era um que eu tinha vontade de ler de novo. Com o passar do tempo fui esquecendo da historia, e ao assistir diversos filmes baseados na obra, fui gostando cada vez menos.
Agora ao ler novamente, percebo que esses filmes modificaram por demais a historia original, talvez causando essa confusão. De fato o que nos temos aqui é uma Austen deliciosamente sarcástica, que de certa forma, abre mão dos grandes casais para nos mostrar uma sociedade hipócrita, que a toda tempo preza a riqueza e o seu próprio bem estar. Com uma personagem principal, "salva" da pobreza por seus tios, e criada por eles de uma forma submissa, nos temos um olhar desse mundo também prejudicado em consequências, A historia se desenrola principalmente por dois casais de irmãos, em um representados essa moral, e em outros a libertinagem/liberdade.
No final, Austen, em seu epilogo decide que afinal, ela não irá deixar seus personagens com finais tristes, mas segue com decisões ainda extremamente sarcásticas. E agora vejo que talvez seja por isso que os filmes tentem tanto mudar a historia, afinal, como fazer um filme de romance com um "casal' sem paixão.
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Queila 25/06/2018

Conta a história de Fanny Price, uma jovem de família pobre que foi criada desde os 10 anos de idade pelos seus tios ricos em Mansfield Park, o Sir Thomas Bertram e Lady Bertram. Sinceramente, eu estava com muito receio de ler esse livro, pois eu assisti ao filme (2007) antes e não gostei muito, eu achei a história nada extraordinária. Decidi ler o livro só porque foi escrito pela Austen (que eu amo). Então, li. O que eu posso dizer sobre ele? ME SURPREENDEU!!! Geeente, o enredo é incrível. Durante a leitura tive vários sentimentos: eu sorri, eu odiei alguns personagens, eu ficava aflita, ficava satisfeita. Enfim, amei a leitura! É uma obra com personagens muito complexos e durante a leitura eu parava pra me perguntar se eu gostava ou odiava determinados personagens (E EU AMO QUANDO ISSO ACONTECE). Mas alguns eram nojentos desde a primeira página, como a Sra. Norris, que minha maior vontade durante a leitura era de entrar dentro do livro e esganar essa demônia de chata. No finalzinho do livro, Austen colocou um escândalo que me deixou de boca aberta. Fiquei chocada, mas adorei hahahuha cada personagem teve o desfecho que mereceu. EU AMO JANE AUSTEN, MELHOR ROMANCISTA INGLESA E QUEM CONCORDA RESPIRA.

site: https://www.instagram.com/leiturasdaqueila/
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