Os Judeus do Papa

Os Judeus do Papa Gordon Thomas




Resenhas - Os Judeus do Papa


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Massaru 11/04/2020

O Papa Pio XII e a suposta omissão em relação a perseguição Nazista aos Judeus de Roma
Papo Pio XII (1876-1958) ficou marcado na recente história da humanidade por sua suposta omissão em relação às atrocidades cometidas pelo alto escalão Nazista em plena Segunda Guerra Mundial.

Milhares de Judeus que habitavam Roma à época, foram perseguidos e levados aos campos de concentração de Auschwitz, onde tiveram suas vidas ceifadas.

Até os dias atuais, discute-se o motivo que levou ao Santo Padre a não condenar de maneira veemente os crimes cometidos pelo Exército Alemão, muitas teorias foram criadas, algumas citando uma possível relação de proximidade do Papo Pio XII com Mussolini e Adolf Hitler.

O livro Papa dos Judeus, busca mostrar uma outra face desta história, conforme um criterioso e brilhante estudo realizado pelo escritor Gordon Thomas é possível concluir que o chefe da Igreja Católica foi responsável por abrigar milhares de Judeus nos territórios do Vaticano, criando ainda uma rede secreta, que permitiu a emissão de documentos e passaportes falsos para que o povo Judeu conseguisse fugir da perseguição dos comandados de Hitler.

Documentos oficiais comprovam ainda, que Pio XII, doou ouro do próprio Vaticano para um possível acordo entre os Judeus do gueto romano e Herbert Kappler (chefe da Gestapo em Roma).

A leitura de tal livro se faz essencial para o momento em que vivemos, nos fazendo refletir sobre os limites da alma humana e até que ponto podemos transmutar entre uma benevolência divina e atrocidades inimagináveis, deixo abaixo, parte do primeiro discurso de Pio XII ao tomar posse da cadeira de São Pedro, pois acredito que tal discurso seja atemporal e independa de qualquer tipo de credo ou religião:

“Quem quer que exalte a raça, ou o povo, ou o Estado, ou uma forma determinada de Estado, ou os representantes do poder estatal, ou quaisquer outros valores fundamentais da sociedade humana – não interessa o quão necessárias ou honrosas forem suas funções nas coisas mundanas – quem, quer que seja que eleve estas noções acima de seus valores-padrões e os divinize, elevando a um nível idolátrico, distorce e perverte uma ordem do mundo planejado e criado por Deus; essa pessoa estará longe da fé verdadeira de Deus e do conceito de que vida que essa fé engloba (...)”
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Orochi Fábio 30/07/2019

Os Judeus do Papa
Interessante pesquisa que segue de perto os passos do Papa Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial: munido de datas e documentos reveladores, o autor nos deixa diante de verdades incontestáveis.
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Filino 12/09/2016

Novas luzes sobre um instigante personagem
Pio XII é daquelas figuras que despertam interrogações, amor e raiva. Para alguns, ele teria se omitido durante o massacre dos judeus durante a II Grande Guerra. Para outros, ao agir nos bastidores, ajudou a salvar milhares de vidas. O livro se soma a estes últimos.

E o autor não se soma, pura e simplesmente, àqueles que veem Pio XII com bons olhos. Gordon Thomas dá voz aos personagens da época, atestando com documentos e falas dos envolvidos o papel desempenhado pelo Papa durante aquele conflito.

Dada a enorme quantidade de material, o ritmo alucinante dos acontecimentos, as várias pessoas envolvidas e os diversos cenários que compõem a trama, sabiamente o autor narra a história em diversos episódios a cada capítulo, numa verdadeira colagem de acontecimentos. Isso não deixa o leitor desnorteado; pelo contrário: ajuda a transmitir a atmosfera conturbada que caracterizava aquela época.

Com essa obra, os defensores de Pio XII devem se sentir plenamente justificados. E os seus detratores devem, no mínimo, repensar os seus argumentos.
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Wilton 03/02/2015

Papa de Hitler ou Papa dos Judeus
Essa é a principal questão colocada pelo autor. Sólida bibliografia apoia a sua convicção de que Pio XII foi o Papa dos judeus. Além da extensa bibliografia, depoimentos de alemães, italianos e judeus dão um tom bem humano à participação do Papa nos momentos cruciais da guerra. Eis um livro que vale à pena ser lido.
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Joyce 22/05/2014

Resenha do blog Entre Páginas e Sonhos
Eu sou apaixonada por livros históricos e "Os Judeus do Papa" cumpriu seu papel com maestria porque mesmo falando sobre o Holocausto (que pode ficar repetitivo devido há quantidade de livros e filmes existentes sobre o tema), soube aproveitar um ponto pouco explorado e até mesmo desconhecido: a ajuda do vaticano para salvar os judeus.

Segunda Guerra Mundial e Holocausto são assuntos que me sensibilizam e sempre que posso, faço leituras, vejo filmes e documentários, pois acho importante conhecermos esse lado negro da história para que ele não se repita. O livro nos transporta para junto do Papa Pio XII e da Itália em época de guerra. Também acompanhamos a vida no Gueto dos judeus de Roma e como os nazistas foram cruéis.

"Os Judeus do Papa" é um livro que aborda como o Vaticano criou uma rede de proteção para os judeus com esconderijos em mosteiros, conventos, dentro dos muros do vaticano e na residência de verão do Papa, além de obter documentos falsos para que pudessem viajar para outros países. Além dos judeus, foram ajudados os aliados prisioneiros de guerra.

O Papa Pio XII é conhecido como o Papa complacente de Hitler e dos nazistas, por não os ter repudiado publicamente e nem ter declarado em qual lado da guerra estava. Porém, depois de ser revelados documentos secretos, descobriu-se que é mentira, pois Pio XII junto com membros católicos conseguiram armar um esquema de ajuda ao judeus de toda a Europa. Milhares de judeus conseguiram fugir da perseguição nazista e se salvaram.

Quando Roma começa a ser bombardeada e invadida pelos alemães, os judeus, principalmente, os que moravam no gueto viraram alvo para os campos de concentrações e morte. Para se protegerem, foram criados grupos de resistência que muitos habitantes participavam. A tensão da guerra estava por todos os lados. Também acompanhamos como o hospital judaico conseguiu esconder judeus com a criação de uma doença contagiosa inexistente e como a Gestapo contratou gangues de criminosos romanos para caçar judeus.

Existe muitos personagens envolvidos durante o livro e para ajudar, há uma lista dos principais com nome e sua função. Isso é ótimo para não se perder na leitura. Dentre eles, os que se destacaram foram: Irmã pascalina, confidente e governanta do Papa; Ugo Foa, presidente da comunidade judaica de Roma; Israel Zolli, rabino-mor de Roma; Herbert Kappler, chefe da Gestapo em Roma; Celeste Di Porto, judia e chefe dos panteras negras que caçaram judeus; e Monsenhor O´Flaherty, membro do Santo Ofício.

É maravilhoso saber que os judeus tiveram alguma chance de fugirem dos nazistas e que o Papa com sua influência mundial de líder da Igreja Católica, conseguiu construir uma rede humanitária que salvou milhares de vidas e, além de tudo, escondido dos alemães e do mundo. As guerras são manchas negras na história.

A narrativa está em terceira pessoa e nela conhecemos melhor Eugenio Pacelli, o Papa Pio XII, e sua rede de contatos tanto dentro da Igreja quanto fora dela. As pessoas que contribuíram para que a ação desse certo eram corajosas, pois quando eram descobertas, simplesmente eram mortas pelos nazistas. É triste saber que a maldade e o desdém com o próximo está presente desde sempre e que houve muitas compactuações com Hitler para exterminar os judeus.

A capa está linda com a moldura e os títulos em dourado brilhante e a foto montagem está fantástica. A diagramação está simples, mas tem iluminuras, fotos em preto e branco em um encarte no meio do livro e as páginas são brancas. No final do livro, tem uma extensa bibliografia e uma explicação sobre a fonte de pesquisa, mostrando que houve uma gigantesca pesquisa para a criação do livro. Sempre que leio sobre esse assunto fico chocada e triste, mas alivia saber que existem pessoas boas e que fazem o bem sem olhar a quem.

Recomendado para os amantes de livros históricos e para quem quer se aprofundar mais sobre a Segunda Guerra Mundial e sobre o Holocausto. Adorei!!!

site: http://entrepaginasesonhos.blogspot.com.br/
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Naty 28/04/2014

A obra Os Judeus do Papa mostra o extenso trabalho realizado por Gordon Thomas. Ao depararmo-nos com a lista de pesquisadores, é possível vislumbrar a dedicação com que esse livro foi feito. Além disso, conta com uma mega bibliografia selecionada, o que apenas reforçou minha concepção sobre o desempenho de Thomas.

Um dos pontos principais abordado no livro é o período da Segunda Guerra Mundial. A leitura é carregada de conjunto histórico, em que mostra a guerra eclodindo na Europa e deixando um rastro de sangue e corpos mutilados pelos nazistas.

“Você só pode se sentir como está se sentindo quando está com olhos que choraram” (p.112).

O autor inicia sua obra falando sobre o Pio antes dele ser papa, percorre todo seu processo de conquista, bem como o início da guerra e seu término. Thomas tem uma narrativa ótima, pois sabe dividir a obra em fatos históricos e depoimentos.

Por tratar-se de um livro que descreve a posição da Igreja perante o mundo com base nas ideias de Hitler, a obra parece ser carregada e a leitura arrastada. Porém, foi onde me surpreendi. Thomas sabe segurar o leitor até chegar ao fim da obra, sem se preocupar com as 379 páginas adiante.

“Os nazista virão – repetiu. – Como dizem as Escrituras, ‘ninguém sabe o dia ou a hora’. Mas eles virão com certeza, e temos de nos preparar. Temos de sair de Roma” (p.121).

Em certos momentos da obra, fiquei chocada com as situações colocadas pelo autor. A forma como os judeus viviam e eram tratados chega a ser cruel, assim como a jornada deles e a dificuldade que passaram para conseguir escapar do exército nazista.

A obra ainda aborda um segredo que foi revelado por documentos oficiais secretos: Pio XII organizou uma rede de auxílio aos judeus. Através dele, padres e freiras arriscaram suas vidas fornecendo abrigo à comunidade judaica e falsificando as identidades para saírem do país.

“Eu era encarregada de descascar batatas, e elas eram contadas uma a uma. A fome definia nossa existência. Embora as irmãs dividissem tudo conosco, nunca havia o suficiente para saciar nossa fome. A não ser que você já tenha mascado casca de batata ou folhas de rabanete, não sabe o que significa ter fome” (p.177).

Além de acontecimentos tristes e lamentáveis, o autor expõe uma ideia incrível, elaborada pelo diretor do hospital. Ele criou uma doença com intuito de fingir que era mortal. Desse modo, foi uma forma de manter os judeus abrigados no hospital, sem que ninguém se aproximasse para não ser contaminado.

Thomas retrata bastante sobre Pio XII, que era visto como o carrasco na história, sendo considerado como o papa de Hitler. Embora ele tenha sido visto como um papa que não realizava o que precisava, o autor deixa em evidência as ações que ele fez, salvando 80% da comunidade judia.

“Pio XII nunca quis que suas boas ações fossem reveladas. [...] ele ordenava que eu retirasse dinheiro suficiente de seus fundos pessoais para dar a cada família mil dólares dentro de um envelope lacrado” (p.207).

A realidade que a obra nos passa, dá-nos a ideia de como os judeus sofreram nas mãos dos nazistas. Mais de seis milhões de pessoas foram assassinadas no holocausto de Hitler na Segunda Guerra Mundial, de forma injusta, fria e calculada.

A obra tem uma qualidade imensurável. A capa muito bem trabalhada, a revisão impecável e a diagramação perfeita. O cuidado que a Geração Editorial tem com suas obras publicadas é surpreendente.

Indico a obra a todos aqueles que gostam de história e àqueles que gostariam de saber tudo o que aconteceu no período da Segunda Guerra Mundial. Sem dúvida, você ficará indignado com algumas revelações.

“Eu vi seus olhos cheios de terror, os rostos pálidos, como se sentissem uma forte dor, suas mãos trêmulas segurando as laterais da carroceria do caminhão, o medo enlouquecedor que havia tomado conta deles pelo que haviam visto e ouvido, além da aflição atroz nos corações, já prevendo o que os esperava” (p.269).
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Fernanda 17/03/2014

Resenha - Os Judeus do Papa - Gordon Thomas - Geração Editorial
Quando vi este livro pela primeira vez me interessei em lê-lo, pois conhecer um pouco mais do que aconteceu há muito tempo me interessa até porque isso faz parte do que e quem somos hoje, pois creio que tudo que ocorreu lá atrás ainda respinga em nós. Principalmente os preconceitos. E ainda não tinha ideia de que o papa Pio XII tinha uma péssima imagem, e que era considerado omisso e até "o papa de Hitler".

O autor começa o livro bem antes de Pio se tornar papa e só termina depois do fim da guerra e assim podemos ver o destino de muitos alemães que tiveram papéis importantes na ocupação da Alemanha e Itália.

Gordon Thomas nos revela os fatos históricos desta guerra e isto é cruel. Quando ele nos apresenta os judeus e o que eles passaram e como tentaram se salvar de um homem louco e preconceituoso que queria exterminar todos os judeus. O que eles sofrem é revoltante.

O papa criou um plano para proteger os judeus e o melhor caminho que Pio encontrou foi criar uma rede secreta de auxílio, para assim fornecer abrigo aos judeus no Vaticano, em propriedades da Igreja, certidões falsos e vistos para que eles fossem embora para outros países. Mas isto custou caro, pois muitos padres e freiras foram enviados para os campos de concentração e além, deles soldados e aliados tiveram o mesmo destino dos judeus.

Mas o livro tem parte boas, pois o diretor de um hospital e sua equipe criaram uma doença imaginária, a Síndrome de K, que classificaram como altamente mortal e contagiosa. Ela foi usada como desculpa para abrigar judeus em toda uma ala do hospital. Os "doentes" eram ensinados a tossir constantemente, para que ninguém suspeitasse do falso diagnóstico.

No fim do livro o autor frisa que os documentos do Vaticano só são liberados depois de 75 anos depois dos acontecimentos por serem secretos. E não vai demorar muito para que documentos que iram revelar realmente as ações de Pio serão liberados e esclarecidos definitivamente.

O livro tem uma leitura forte em determinados momentos, mas somente assim ficaremos conhecendo um pouco mais desta história assombrosa vivida por muitos no passado.

Fê :*


site: http://fernandabizerra.blogspot.com.br/
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Fer Kaczynski 16/03/2014

Livros com temática histórica sempre me interessaram muito, sou uma curiosa nata.

Sobre a 2ª Guerra Mundial e o Nazismo há um leque bem interessante, tanto em filmes quanto em livros para nos aprofundarmos, há muito material deste período tenebroso da humanidade e que sempre é bom lermos e relermos, principalmente para não voltarem a acontecer!




Leia mais em:

site: http://dailyofbooks.blogspot.com.br/2014/03/os-judeus-do-papa-gordon-thomas.html
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Ju 13/03/2014

Os Judeus do Papa
O autor de Os Judeus do Papa é escritor e jornalista investigativo. Só de ler a lista de pesquisadores e a bibliografia selecionada já dá para perceber que houve um extenso trabalho por trás do livro. O resultado me encantou.

Não sou uma pessoa apaixonada por história. O único período que me chama mais a atenção é a Segunda Guerra Mundial, e foi por isso que me interessei pela leitura. Eu nem sabia que o papa Pio XII tinha uma péssima imagem, que era considerado omisso e até "o papa de Hitler". Estava bem curiosa para conhecer um pouco mais sobre ele. O autor começa sua narrativa antes mesmo de Pio ser papa, e termina bem depois do fim da guerra. Vemos o destino de alguns dos alemães que tiveram papéis de destaque na ocupação da Itália pela Alemanha.

Gordon Thomas mescla momentos mais centrados em fatos históricos, e outros mais centrados em depoimentos. Chega a ser cruel o modo como ele nos apresenta à comunidade judaica, a famílias inteiras muitas vezes. Acompanhamos a jornada dessas pessoas; vemos suas rotinas antes da guerra, as mudanças que tiveram que enfrentar quando ela chegou e, por fim, nos deparamos com o momento em que todas elas são caçadas. Algumas conseguem escapar, mas mais de 1000 são enviadas para um campo de concentração. 80% delas são assassinadas assim que chegam ao destino. Só 17 sobrevivem. É revoltante, e de partir o coração.

O livro mostra o plano do papa para tentar proteger os judeus. O melhor caminho que Pio encontrou foi criar uma rede secreta de auxílio, que trabalhou de diversas formas: fornecendo abrigos aos judeus no Vaticano e em muitas propriedades da Igreja na Europa; auxiliando com certidões de batismo falsas e com vistos para que eles fossem morar em países neutros. Claro que isso teve um preço. Padres e freiras se arriscavam bastante, e alguns acabaram sendo enviados para campos de concentração. Além deles, soldados aliados também compartilhavam do destino dos judeus.

São contadas histórias inacreditavelmente odiosas, mas também há histórias bonitas no livro. Como a do diretor de um hospital e sua equipe que criaram uma doença imaginária, a Síndrome de K, que classificaram como altamente mortal e contagiosa. Ela foi usada como desculpa para abrigar judeus em toda uma ala do hospital. Os "doentes" eram ensinados a tossir constantemente, para que ninguém suspeitasse do falso diagnóstico.

No final de Os Judeus do Papa, o autor frisa que o Vaticano só libera seus documentos mais secretos depois de 75 anos dos acontecimentos. Está próximo o momento em que os documentos cruciais poderão ser acessados, e aí todas as dúvidas sobre o que Pio fez ou não poderão ser definitivamente esclarecidas. Não tenho conhecimento suficiente sobre o assunto, mas acredito muito na versão mostrada por esse livro. Ele é rico e bem escrito, as fontes são respeitáveis. Cheguei a me emocionar várias vezes. Tem alguns trechos bem fortes, que me deixaram super angustiada. Indico bastante a leitura, mas preparem-se para o impacto que ela com certeza vai causar em vocês.

site: http://entrepalcoselivros.blogspot.com.br/2014/03/resenha-geracao-editorial-os-judeus-do.html
Dani 13/03/2014minha estante
Parece ser um livro bem interessante e bem construído, fiquei interessada. As histórias contadas devem ser emocionantes e impactantes!


Sarah 14/03/2014minha estante
Interessantíssimo!! Lembrei de imediato de meu pai, que adorava história, principalmente a relativa a guerras. Infelizmente ele já faleceu, mas adoraria este livro como presente.
O massacre sofrido pelos judeus tb me chama muito a atenção. Sempre que um livro retrata esse assunto ficou curiosa. Bem inteligente a tal Síndrome de K, cada ideia que as pessoas na época precisavam criar para darem um jeito de ajudar as pessoas a fugir daquele horror...
E nossa, nem imagino o que os outros documentos secretos podem revelar. Dá até medo!


Michelli Prado 14/03/2014minha estante
Realmente parabéns pela resenha e pela iniciativa de mudar o gênero de leitura isto sempre é super valioso...E acabamos sendo "beneficiados" por você a conhecer este livro super diferente, que confesso não me interessaria somente de ler a sinopse,mas depois desta sua resenha fiquei realmente bastante interessada na leitura!!


David 15/03/2014minha estante
Livros que relatam o que realmente aconteceu durante esse período da Segunda Guerra me atraem muito, lógico que a história é muito mais do que sequer imaginamos, esse livro começa a mostrar um pouco do que quase ninguém sabe, eu também não conhecia nada sobre o Papa Pio XII, nem sobre a ajuda da igreja para os judeus, o que as pessoas eram capazes de fazer para escapar dos campos de concentração, como a Síndrome K, como disse no blog acredito que o Vaticano não vá liberar todos os documentos, a parte mais pesada da história vai continuar escondida, afinal a igreja precisa continuar escondendo seus segredos, esse deve realmente ser um livro forte, que nos mostra com depoimentos e fatos o quão terrível foi esse momento da nossa história.


Ti 31/01/2016minha estante
Adorei sua resenha, moça. Estou há dois anos interessado neste livro e hoje tive a oportunidade de possuí-lo. É prioridade total deste ano. hahaha


Silvia 07/07/2020minha estante
Muito interessante! Vale a pena o relato histórico.




fagnerluiz 31/12/2013

Uma justiça histórica precisava ser feita. Não que este homem se importasse com o julgamento de outros indivíduos na época, mas porque isso possibilita que as gerações futuras, tendo mais informações sobre o passado, possam discernir sobre seus próprios julgamentos. E rever o passado é de extrema importância para a construção do futuro.

É impressionante como fatos marcantes ocorridos nessa época possam ter sido omitidos para desviar o olhar da própria omissão de sociedades das quais vieram muitas das duras críticas ao Papa Pio XII. Mas, isso não é difícil de imaginar em um mundo que mudou completamente em poucos anos.

Focaram no silêncio necessário do Vaticano que a neutralidade exigia para manter a rede de ajuda aos judeus e esqueceram todos os alertas deste antes do início da pior guerra até então. Alguns fatos eu já conhecia, mas este livro apresenta documentos e testemunhas irrefutáveis de que devemos, sempre, estar alerta às versões da história que nos chega.
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