Rainha do Deserto

Rainha do Deserto Jane Porter




Resenhas - Rainha do Deserto


2 encontrados | exibindo 1 a 2


Keila 17/10/2011

Jesslyn tinha se assustado, mas Sharif estava ali diante dela - mas não era mais "seu" Sharif, agora ele era rei e já se comportava com todas as responsabilidades do cargo. A palavara de Sharif se tornou a lei e o sheik queria que ela lecionasse para as filhas dele no verão. Na verdade, ele precisava da ajuda dela para descobrir qual era o problema das crianças, que não agiam como outras da mesma idade: eram retraídas, tímidas e enfrentavam problemas na escola. Com a ajuda de Jesslyn, as causas são identificadas e leva ao passado deles, nove anos antes, prometendo mexer em situações e tristezas familiares...

Ninguém ousaria desafiá-lo... exceto Jesslyn!
Sharif está certo de uma coisa: Jesslyn terá de obedecer sua última ordem... e se tornar sua rainha!

Jesslyn é uma heroína valente...que irá de fascinar.
comentários(0)comente



Dayane 20/08/2011

Rainha do Deserto
Piadinha de Introdução: como se chama SOGRA em russo? STROVA! E se ela morrer? STROVAVA!

Tá bem não é muuuuito engraçada, mas quem leu o livro sabe que tem uma strova daquelas nele. Puxa vida! Mulherzinha sacana, empedernida, antipática, elitista.

Jesslyn era melhor amiga de duas irmãs da família Fher e em uma viagem de amigas, ocorre um acidente matando as duas irmãs e sobrevivendo ela. A partir desta tragédia ela se aproxima do herdeiro do trono e irmão mais velho Sharif.

Eles se envolvem e se apaixonam, até que a "Strova" separa os dois.

Se passam nove anos, Sharif é viúvo e pai de três garotas, e eles se reencontram.

Você perde as contas o número de vezes em quem ele olha para ela e diz com dor, ressentimento: "você podia ter sido minha rainha". Ele não entende porque ela se separou dele no passado...

Aparar as arestas, entender o passado e curar o coração ferido de três crianças é a tarefa de Jesslyn e ela faz com perfeição.

Um livro terno, que fala de perdão e recomeço, mas acima de tudo que fala de um amor que o tempo não foi capaz de diminuir, apenas aguardando uma chance para ser vivido plenamente.
comentários(0)comente



2 encontrados | exibindo 1 a 2