A Auto-Estrada

A Auto-Estrada Stephen King




Resenhas - A Auto-Estrada


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Aline 30/04/2014

A autoestrada
Acho que esse livro tem uma média tão baixa porque por ser de Stephen King , as pessoas esperam que tenha algo de sobrenatural . O personagem passa por uma transformação incrível de personalidade , me lembrou bastante o Holden de ''O apanhador no campo de centeio ''. Realmente é um livro psicológico porque em alguns momentos você sente a insanidade do personagem passando pra você , durante os 3 dias que li senti um impacto que não me recordo ter sentido com nenhum outro livro , realmente muito bom .
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Gláucia 02/06/2014

A Auto-Estrada - Richard Bachman (Stephen King)
Em primeiro lugar, não leia a contracapa nem a orelha do livro. Praticamente se faz um resumo da história com alguns detalhes que acontecem na metade e dá uma ideia do que acontece no final :/
Uma estrada será construída no local onde fica a casa e o local de trabalho de Bart Dawes e ele não aceitará isso facilmente. O livro é um pouco repetitivo e acabou sendo um pouco previsível. O drama do protagonista não chega a envolver, faltou carisma.

site: https://www.youtube.com/watch?v=tuJRxoz1-w8
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GH 21/11/2014

A Autodestruição...

A história gira em torno de Barton Dawes e sua mulher, Mary. Eles tiveram 2 filhos, ambos mortos; o primeiro não chegou a nascer, e o outro morreu com 7 anos devido a um tumor no cérebro.
É claro que a morte de um filho deve ser foda de aguentar, mas Mary ''superou'' essa fase de suas vidas, diferentemente de Bart, que vive tendo pesadelos e ficando cada vez mais ''louco''. Muitas mentiras rodeiam o casal - por parte de Bart -, alias, o livro começa com Bart comprando uma arma e dizendo que é para seu primo, onde na verdade é pra ele. Ele gasta quase toda sua economia num Rifle que, segundo o vendedor, se atirado na barriga de um Veado, faz um buraco enorme - além de arremessar suas tripas à 6 metros -.
Logo em seguida entra a parte da ''Autoestrada'', que é o que estão construindo e todos os moradores que moram por lá (inclusive Bart e sua mulher) devem se retirar até tal dia. Porém, ele não quer sair...

Acho que falei o máximo que podia. Eu gostei bastante do livro, bem a cara do Bachman. Muito louco.

Um detalhe interessante é que esse é o primeiro e único livro em que o Stephen King não usa personagens ou fatos sobrenaturais em uma obra. E também foi escrito após a morte de sua mãe.
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Mayara @amantesdelivrosefilmes 14/01/2015minha estante
Primeiro livro que li do Stephen King, muito bom, mas acho que a palavra certa pra definir é loucura!! kkkkk




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O Véio 16/10/2017

UM RICHARD BACHMAN, DOENTE!
Gosto disso no Stephen King. Seus personagens são construidos de forma meticulosa, ou seja, nada é por acaso. Ninguém é o que é ou faz o que faz por acaso. sendo assim, entendo perfeitamente o porque dele odiar tanto o filme O Iluminado, e com razão! Tudo tem que ter um propósito, um início, uma razão. Nada pode ser ou acontecer de qualquer jeito. Lendo A Autoestrada, isso fica bem claro. O processo de insanidade do protagonista Barton George Dawes, é gradativo, às vezes até um pouco exagerado nos detalhes, no entanto, por conta disso você acompanha esse desenvolvimento, esse processo de loucura do personagem e entende perfeitamente suas razões. Acho que é isso que até alguns leitores do King não entendem quando o chamam de prolixo. É tudo uma questão de "acompanhar" o desenvolvimento das coisas. De ter paciência e esperar o momento certo onde tudo desmorona e o pior acontece! E quando King deixa por conta de Richard Bachman o controle das coisas, pode se preparar para o pior. O final aqui é absolutamente previsível, porém, embora seja desta forma, a coisa é tão louca que sempre pega o leitor desprevenido. É prazeroso e angustiante acompanhar todo processo de loucura do personagem Barton George Dawes. A morte inesperada de seu filho, a separação da mulher,ou melhor, a forma como ela o abandonou, a demissão do emprego, a ausência total de amigos, enfim, lhe restando apenas o conforto e o consolo da solidão e do ódio.Numa situação como esta não há outra saída senão, a vingança contra o que motivou tudo isso! Se apegar a lembranças do passado e de coisas que jamais podem ser mudadas é um erro absurdo. Assim como se apegar a coisas materiais apenas porque estas te trazem boas lembranças. Nada disso é bom, pois, a vida segue, e cabe a nós apenas ir em frente esperando sempre o melhor. Me senti desconfortável com algumas escolhas feitas pelo personagem, ainda assim, entendi perfeitamente todas elas. Não queria jamais estar na pele dele, isto porque, talvez fizesse exatamente tudo que ele fez. Só que de uma forma bem mais planejada.
As pessoas costumam perguntar, qual a diferença entre o Stephen King e o Richard Bachman. Muito simples: Enquanto o King enfia uma faca até a metade em sua garganta, o Richard Bachman, enfia ela até o cabo!
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Tatiane Buendía Mantovani 19/06/2014

Acho que é o primeiro livro do King, sob seu pseudônimo Richard Bachman que leio. Tinha lido umas críticas bem ruins em um grupo e, aproveitando que tinha comprado na BlackFriday por um preço ridículo, peguei esses dias para ler e ver qual é que é.
A estória é sobre um homem que está na iminência de ter sua casa tomada pela Prefeitura para a construção de uma extensão de rodovia. Todos os seus vizinhos já se foram, e o prazo para a tomada derradeira da casa está chegando. Ele se sente vinculado àquele pedaço de chão e àquelas paredes, no decorrer da leitura, acima de tudo porque foi onde seu filho nasceu e morreu (fato que o marcou intensamente) e revolta-se contra a obrigatoriedade de ceder o que é seu, ante a pressão de todos para que aceite o acordo: a pressão vem de sua esposa, do trabalho, do governo. Ele adia a decisão, cai em uma espiral de mentiras e meias-verdades, atitudes incompreensíveis para outros e até para si, enquanto mais e mais, sente que não conseguirá ceder quando o momento chegar.
Vemos, no decorrer das páginas, o declínio da saúde mental e de todos os vínculos (exceto um) que mantém o astronauta interior de Dawes com os pés fincados no chão.

Achei a leitura interessante, e embora a atitude da personagem possa parecer teatral e exagerada a muitos (como tantas tragédias humanas que vemos por aí), eu consegui entender a espiral de desespero à qual ele se entregou. Nada mais perigoso quanto um homem sem esperança nenhuma...
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Nivan 28/06/2018

Dispensável, porém não perdi as esperanças
É o primeiro livro que li de autoria de Stephen King, e, bom...
A escrita do Stephen, e suas sacadas em meio à leitura remete seu potencial e é previsível que, provavelmente, em outros livros dele (que com certeza num futuro não tão distante me darei a chance de ler), ele desenrola suas histórias com a sua famosa maestria.

Mas, sobre o Auto Estrada:
História completamente arrastada, a grande maioria dos personagens não te agrada (pelo menos não para mim), os personagens chatos aparecem muito mais do que os que você bota uma fé absoluta de que se ele tivesse um destaque maior, seria muito interessante (como por exemplo o Sally).
Ele te dá a premissa, e segue isso até o fim. Sua história não tem reviravoltas e muito menos te surpreende. Você inicia o livro sabendo o que vai acontecer no final, teoricamente. O que é triste.

Talvez um dos livros mais tediosos que já li na minha vida. Quem gostou do livro, peço minhas sinceras desculpas, mas...para mim....
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Caê 09/11/2009

dispensável
monótono do início ao fim,pouca coisa interessante acontece,aliás, só no finalzinho eu consegui ler o livro sem pressa de terminá-lo.
o livro basicamente se limita a situações chatíssimas como a relação do casamento abalado,o emprego arruinado, e os "atos de revolta" pouco emocionantes do protagonista.Mas trás uma descrição psicológica do personagem muito bem feita,talvez isso baste pro gosto de alguns,pra mim não bastou!
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Filipe 21/01/2018

Intrigante
King nos presenteia aqui com a história sobre a decadência da insanidade de Bart Dawes, um homem comum da america dos anos 70, que vê sua vida desmoronar após a possível demolição de sua casa para a construção de uma auto estrada. Neste exemplar temos um livro muito bem escrito, como toda obra do mestre, mas em um enredo tediante e enfadonho, é um dos livros mais fracos dele, mesmo assim é um bom livro, e vale como experiência para entender como a mente humana pode se desentegrar aos poucos conforme perdemos a esperança na vida. O alter ego de King, Richard Bachmann aqui mostra mais uma vez que nem tudo no mundo são flores, sua visão de mundo é um buraco de tristeza.
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ricardo.machado 22/11/2015

Nada de excepcional. Um bom livro
O final é empolgante embora seja previsível. Um bom livro mas que possui passagens arrastadas e, por vezes, monótonas. Além disso diversos personagens secundários são bem construídos e possuem dezenas de páginas mas que não acrescentam nada à história. Sim eu sei que este é o modo democrático de escrever do King: dar voz e vez a maioria dos personagens. Mas isto acaba tornando a experiência de leitura menos proveitosa. Como disse antes, este é um bom livro nada de excepcional mas também não é frustrante. Vale a leitura.
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Dadá 11/12/2013

A ponto de estourar,mas...
"O ano é 1973, época de inquietação política e social nos Estados Unidos, da Guerra do Vietnã e do governo Nixon"...assim começa a sinopse do livro, o que me empolgou por ser de uma época diferente em um contexto social diferente do que estou acostumada, mas a referência temporal termina ai, em nenhum momento da narração percebo a influência desse contexto na história.
Bart Dawes, funcionário exemplar, pai de família, esposo, entra num colapso nervoso onde por vezes constatamos uma psicopatia que se agrava com a morte do filho e a construção da autoestrada que retirará de sua casa e emprego, casa essa onde criou o filho com todo amor.
Com esse desequilíbrio psicológico ele passa todo o enredo em busca de uma maneira de coibir a construção da autoestrada, mas a ação de fato só inicia no fim do livro.
Eu esperava mais ação no livro, mas é uma boa leitura.
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Kathlen 07/11/2018

Auto estrada da construção pessoal
O livro retrata sobre a efemeridade e transformações na construção do indivíduo e sociedade. A história é sobre o personagem Bart Dawson, casado com Mary, o qual trabalha numa lavanderia por toda a vida acompanhando a abertura da empresa que era familiar se tornar influenciado por grupos externos de acionistas. Também revela a transição tecnológica e como isso afetou todas as pessoas, suas relações e ao mesmo tempo lhes era indiferente.
A autoestrada cujo título se refere é uma obra que deve acontecer no município e que precisa passar onde estão várias construções, incluindo a casa do personagem principal e seu trabalho. O mesmo se vê numa grande resistência entre sua identidade vista nas coisas que o cerca e lhes são familiares e a permissão de seguir em frente deixando pra trás tudo em nome da continuidade da dita evolução. O personagem encara vários debates internos com seus alter egos Freddy e George onde se vêem flashbacks da vida do personagem nos quais o seu lar representa sua construção e amadurecimento como indivíduo. Seu lar era sua vida inteira e deixá-lo representa uma morte como ser naquele presente, afinal toda transição de fato é uma morte simbólica. Então Bart monta um plano pra reagir frente a esse controle externo induzindo a sua mudança que de qualquer forma já o modifica, mesmo que de forma revolucionária.
Georgia de Castro 31/03/2019minha estante
Sua resenha me deu vontade de ler o livro. ?


Kathlen 20/04/2019minha estante
Nossa, que bom!!! Realmente fico muito grata que isso tenha acontecido pois achei a leitura complexa até...a história parecia meio lenta e até absurda e depois consegui perceber o quão era rica e reflexiva.


Kathlen 20/04/2019minha estante
Se vc o ler, pfvr me diga sua impressão




Jess 18/08/2016

Resenha: A Autoestrada - Richard Bachman pseudônimo de Stephen King.
Em a autoestrada, Stephen nos conta o dilema vivido por Bart um personagem com conflitos pessoais intensos e um tanto desequilibrado.

Como a própria sinopse já diz, uma autoestrada está sendo construída e tudo o que Bart conhece, seu trabalho, sua casa e a de seus vizinhos não vão existir, pois o local onde mora é parte do planejamento da nova estrada.


Ao decorrer de toda a trama acompanhamos um homem que sofre a todo momento, memorias de seu filho já falecido fazem parte do enredo o casamento já abalado e um conflito interno enorme, Bart tem traços deum desiquilíbrio emocional eminente, transformando seu temperamento em uma bomba explosiva.

O que mais me ganhou nesse livro é o quão real é o Bart , ele é um cara que passou por coisas horríveis e não soube lidar com isso, deixando tudo acumular e a chegada da autoestrada é a gota que faltava e isso é comum de acontecer, qualquer pessoa está sujeita a um surto e esse foi o do Bart e o final desse livro é fantástico.
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