The Walking Dead

The Walking Dead Robert Kirkman
Jay Bonansinga




Resenhas - O Caminho Para Woodbury


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Cris 11/12/2018

Insano...
“Mas não se sabe qual dos perigos é a maior ameaça: os mortos-vivos ou o inverno iminente.” Pág. 23

Segundo livro da Série The Walking Dead, este livro começa narrando a história a partir de personagens diferentes dos apresentados no primeiro livro.

Lilly Caul é uma das sobreviventes da “praga” que assolou os Estados Unidos nos últimos meses. No início do livro, ela vive em uma espécie de acampamento com várias famílias. Cada família habita uma tenda e as pessoas se revezam para fazer as tarefas.

Os companheiros de Lilly são: Josh - um homenzarrão que faz de todo o possível para ajudar Lilly; Megan - uma amiga de escola rebelde, que vive chapada e trocando de namorados; e Bob, um velho paramédico do Exército que enfrenta problemas com alcoolismo.

O acampamento de Lilly é invadido por zumbis e eles tem que sair em busca de outro lugar para viver. Depois de muitos problemas pelo caminho, eles acabam chegando em Woodbury, uma cidade fortificada, que tenta se reorganizar neste novo mundo invadido por mortos vivos.

Mas Woodbury não é tudo o que poderia ser... E logo no início, eles percebem que o homem por trás do poder, chamado de Governador, é uma ameaça tão perigosa (ou talvez pior) do que os próprios zumbis que estão fora da cidade...

Eu terminei o primeiro livro da série boquiaberta com o final, que foi super surpreendente. Neste segundo livro, a ação não para, os sobreviventes não têm um minuto de paz e vivem fugindo de uma ameaça e indo de encontro a outra.

A linguagem desta série é super pesada, tem muitos palavrões, sexo e violência. Mas o que mais me prende à história são os personagens. Assim como na série de TV, a maioria dos personagens são ilustrados em seus defeitos e qualidades, de modo que é difícil definir quem são os mocinhos e quem são os malvados.

Todos precisam fazer coisas horríveis para sobreviver, e todos passam pelo inferno na Terra.

O Governador é um desses personagens que eu mais acho interessante em toda a série. Ele é assustador, ele é cruel, mas é fascinante acompanhar a história dele, o que ele era e o que ele se torna.

Pra quem assiste à série de TV, que eu também amo, tem algumas passagens que foram retratadas na Terceira temporada, e eu achei sensacional.

Eu gostei mais do primeiro livro, mas também adorei a história deste segundo. É aquele tipo de livro que você termina querendo devorar o próximo na sequência.

“Em um lugar como este, você vê uma espécie de seleção natural acontecendo. Só os verdadeiros sociopatas sobrevivem. Não é bonito.” Pág. 168


site: http://instagram.com/li_numlivro
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Victor Hugo 06/09/2018

Woodbury, a cidade problemática
O livro mostra a trajetória de Lilly Caul e cia desde a desprotegida cidade de tendas até Woodbury, a cidade mais conhecida entre os fãs da série...
Admito que o achei o esse livro bem mais cansativo comparado ao primeiro (Ascensão do Governador). O livro teve seus grandes momentos, mas a maior parte da história é meio parada...

(Spoiler do 1º Livro e um pequeno spoiler deste aqui)

Entre os momentos que eu amei, está a crise de identidade do Governador. É uma pena que essa crise de "Brian ou Philip?" tenha sido tão curta (1 página, acho), pois é um dos poucos momentos que vemos o Governador perdendo o controle psicológico.

Há muitos detalhes no que acontece ao redor da narrativa, especialmente nas finalizações dos mortos: cabeças sendo despedaçadas, fluídos pretos escorrendo e espirrando da carne apodrecida, bile borbulhando nas bocas com dentes decompostos. E eu gostei, mas acho que isso se encaixa melhor, de fato, nos quadrinhos/série da tv do que no livro.

No mais, achei um bom livro. Não me arrependo da leitura apesar de preferir A Ascensão do Governador...

Minha primeira resenha! :)
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rominho 13/01/2018

The Walking dead
Esperava mais desse livro. O começo foi até legal, mas achei a história um pouco maçante e cansativa. Em alguns momentos tem um ápice, mas só vem ficar realmente legal quase no fim do livro. 3 estrelas!
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Wes Rodrigues 30/05/2017

Decresceu, mas continua empolgante.
Assim como foi na sétima temporada - desobstruindo a ordem cronológica - "O Camiho para Woodbury" passa distante das surpresas e tensões de "A Ascensão do Governador". Talvez por eu ter lido com um certo atraso e já ter me deparado com inúmeros fatores na série de TV tenham feito com que eu perdesse o prazer nos acontecimentos do livro ao longo dos capítulos.
O livro, no mais, vale a leitura e aguardar as surpresas para o desenrolar dos próximos na continuidade.
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Luz 10/03/2017

"Sente o efeito do peso da dor"
"Se não sabe quais são as leis, tudo o que precisa fazer é perguntar. Ler a merda da Constituição. Verificar na Bíblia. RESPEITAR O PRÓXIMO. TRATAR OS OUTROS COMO GOSTARIA DE SER TRATADO." - Blake
Amei essa sequência de "A ascensão do Governador", devorei em poucas horas, porque me vi dentro de Woodbury, presa em cada situação narrada com riqueza de detalhes. Os mais normais que me julguem, mas eu criei uma certa afeição pelo Blake, e isso se deve ao fato de ter me colocado no lugar dele por alguns instantes.
O universo de The walking dead me fascina por mostrar onde está o verdadeiro perigo. Em quem confiar? Com quem podemos contar, a quem podemos nos aliar? Ironicamente, não é necessário um apocalipse zumbi para percebermos que a humanidade já está em decadência.
Recomendo.
Julia.Maria 10/03/2017minha estante
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Karinny.Maria 19/02/2017

Freada brusca
Um livro onde 40 pessoas são consideradas uma multidão. Não precisa de mais para descrever a história, que deixou muito a desejar quando comparada ao primeiro volume.
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Victor.Hussein 06/10/2016

Governador ainda no topo
Depois de tomar à força o poder da cidade conhecida como Woodbury, Philip Blake administra friamente seu espaço, aliciando alguns homens e formando um exército fiel a ele, capaz de lutar até o fim para proteger o Governador e sua cidade.
Nesse livro temos a entrada de novos personagens: Lilly, Bob, Megan e Josh, que inicialmente estão com outras pessoas num acampamento, onde tentam se defender dos ataques dos zumbis e levar uma vida boa na medida do possível. Alguns incidentes acabam forçando o grupo a se afastar do acampamento, e eles caem na estrada em busca de um lugar seguro para ficar.
No meio do caminho, são encontrados por alguns homens de Woodbury, que os convencem a ir até a cidade com eles, dizendo que lá é vão encontrar a segurança que procuram. Lilly e seus amigos aceitam a oferta mas, ao chegarem ao local, percebem que nem tudo são flores.
Na cidade paira um falso clima de tranquilidade, mas, na verdade, algumas pessoas tiram proveito da insegurança da maioria dos moradores e abusam do pouco poder que têm. E o próprio Governador prefere usar a violência como principal recurso para manter a ordem dentro dos muros da cidade.
Insatisfeita com o rumo que as coisas vão tomando, Lilly planeja derrubar o Governador, acreditando que ele é o principal problema do local e que, sem Philip por perto, todos vão poder reconstruir Woodbury juntos e democraticamente.

Lutando contra o medo que sentiu a vida toda, Lilly decide por em prática seu plano para tirar Philip de cena, acreditando que assim vai conseguir aplacar um pouco do sofrimento pelas perdas que sofreu, além de proporcionar uma vida melhor para todos os moradores de Woodbury. Mas talvez sua vontade não seja o suficiente para operar tantas mudanças.
O livro é bastante intenso, repleto de encontros terríveis com hordas de zumbis e tentativas de fuga, além de alguns momentos de romance. A personagem Lilly é muito passiva no começo da estória, e em alguns momentos me fez desejar que algo bem ruim acontecesse com ela. Aos poucos ela vai crescendo e ficando mais forte, mas nem isso conseguiu me fazer criar uma empatia com ela. Mesmo depois de tudo o que ela passou, a dor que ela sofreu e as perdas que ela teve, não consegui sentir pena ou afeição por ela.

Megan, amiga de infância de Lilly, é o oposto da mocinha: ela aproveita cada minuto de sua vida como se não houvesse amanhã, e na maioria das vezes até exagera, fazendo sexo com qualquer um em troca de roupa, comida e drogas. Mas não é possível julgá-la, diante da situação horrível em que ela se encontra.
Já Bob, o médico do exército que vive sempre bêbado, acaba se apaixonando por Megan mas sabe que ela jamais vai corresponder a esse amor, e acaba se tornado um aliado do Governador logo que chegam a Woodbury. E Josh se envolve com Lilly, faz planos para um futuro juntos, mas v~e tudo desmoronar quando a moça revela que não se sente da mesma forma em relação a ele.
Em paralelo aos conflitos pessoais, o Governador cria uma arena onde põe para lutar alguns homens que estão há tempos presos nos porões da cidade com zumbis capturados por ele e seus capangas. Essas disputas, segundo Philip, servirão para alegrar e entorpecer o povo, criando ao mesmo tempo uma distração e uma ligação entre a população da cidade e seu Governador.
Assim como na série, o Governador é cruel e implacável, passa por cima de qualquer um que o desafie para manter o poder. A única coisa capaz de mostrar algum traço de carinho em Philip é sua filha, que foi transformada em zumbi, mas ainda é mantida por ele escondida em seu quarto.
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Jessica.Santos 30/08/2016

Melhora no últimos capítulos.
O livro é bom, porém não chega ao ponto em que você quer com agilidade. Tem uma enrolação com uma personagem. Ela faz coisas ? Tem ação? Sim, mas oq que a gente quer é saber do governador né!
Mas o final compensa! ? E sim tem coisas que um fã precisa saber sobre o governador! Já quero ler o terceiro.
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guilhermesommer 27/06/2016

Fraco
Não sei se o escritor é fraco ou se foi culpa da tradução, mas a leitura é extremamente repetitiva. O autor/tradução usa sempre as mesmas palavras para descrever as coisas. Toda escuridão é "bruxuleante". Todo sangue escorrido é "viscoso". Cansativo.
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Bradley 29/05/2016

É Assim que o mundo acaba.
"Isso é tudo como parece ser?
Tão sem resolução, tão irresgatável
Se eu remanescer, como saberei?" - Portishead, Humming.

The Walking Dead é uma distopia que faz sucesso em qualquer formato
Seja lá HQ ou a série de TV. E nos livros não é diferente.
Com descrições e personagens tão humanos quanto possível, a série faz uso de uma narrativa imprevisível e com momentos de pura tensão.

Em TWD a morte é tratada na como algo corriqueiro, e que pode vir a qualquer momento, levando então os personagens a situações extremas de sobrevivência. O que neste caso faz com que qualquer personagem possa morrer independente de sua importância no enredo.
A partir daí Robert Kirkman e Jay Bonansinga dão a TWD o que a faz ser uma série tão boa: a imparcialidade.
Com uma lista enorme de personagens que está sempre crescendo (e diminuindo) os autores acabam explorando muitos personagens interessantes e bem desenvolvidos, trabalhando suas respectivas personalidades e psicologia de maneira exímia.

Seu desfecho às vezes pode parecer Shakespeariano e trágico. Com momentos onde a total falta de dignidade e solidão pode parecer um soco no estômago do leitor. Mas também há algo sobre redenção e amor. Em TWD há também momentos intimistas, e mesmo que sejam curtos esses momentos, são intensos e isso equilibra a balança da sanidade dos personagens, mostrando quão humanos eles são.

O mal que os homens fazem sobrevive a eles; o bem geralmente é sepultado com seus ossos.
– William Shakespeare
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Santarosa 09/05/2016

Resenha - O Caminho Para Woodbury
É o segundo livro da série e também onde vamos conhecer novos personagens: Lilly Caul, Josh Lee Hamilton, Bob Stookey, Megan Lafferty e Scott.
Lilly é uma jovem garota amedrontada, que vive com outros sobrevivente num acampamento móvel e que será a personagem principal desse livro.
Esse grupo vai acabar se separando do restante do acampamento e iniciar a busca pela sobrevivência em outro lugar. Começa aí o verdadeiro Caminho para Woodbury.
Josh era cozinheiro antes da praga e hoje é apenas um grandalhão muito bom em tudo que faz, amoroso e corajoso, sempre disposto a ajudar os outros sobreviventes. Bob é um ex-médico do exército que, para amenizar seus traumas, medos e mágoas se afoga na bebida. Megan é a melhor amiga de Lilly, problemática, radical, usuária de drogas e álcool e Scott é seu namorado.
Vamos conhecer Woodbury, uma comunidade formada por sobreviventes e cuja liderança foi tomada recentemente por Philip Blake, que ainda encontra certa resistência dos demais moradores da cidade. A essa altura Philip já é o psicopata descontrolado, o grande vilão e tirano que conhecemos como Governador na série da TV, só que muito mais perverso (sim, isso foi possível!).
Em Woodbury as pessoas tentam viver e agir da forma mais semelhante possível a como viviam antes do apocalipse. Organizam-se e trabalham coletivamente para o bem de todos, a manutenção e proteção da pequena cidade. O escambo é a moeda corrente no local, cada um oferece o que tem ou o que sabe fazer em troca do que precisa, como mão-de-obra, alimentos, bebidas, serviços e qualquer insumo que consigam.
A personagem central, Lilly, foi muito criticada por ser morna, sem sal e até irritante, mas não podemos deixar de perceber que, ela amadurece no decorrer da história, chegando a crescer um pouquinho. Apesar de ser um livro mais morno que o primeiro, é muito bom, pois transmite sensações muito reais do que os personagens viveram, como medos, dramas, aspirações e atitudes muito condizentes com a situação que enfrentam. Para todos os fãs de TWD, não deixem de ler, é indispensável!
Bradley 29/05/2016minha estante
Gostei da resenha, gostei desse segundo volume.
Josh é um herói.




Gleissianne Dias 23/03/2016

The Walking Dead - O caminho para Woodbury Robert Kirkman e Jay Bonansinga
Quarta-feira, Marco 24, 2016
Se paramos para comparar com o primeiro livro, Ascenscao do Governador, ele realmente perde um bom tempo morno e se mantem assim no decorrer do livro. Mas gostei da leitura, ela fluindo bem e isso e otimo, por se nao ja tinha descartado esse livro.

Nota: 3/5 â­â­â­
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