The Walking Dead

The Walking Dead Robert Kirkman
Jay Bonansinga




Resenhas - O Caminho Para Woodbury


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Rodrigo S 01/02/2013

Mortos-Vivos? Vivos que estão mortos por dentro.
Sinceramente? Não há como se ter um preferido nesse novo capítulo que se passa muito antes do surgimento daqueles que são conhecidos por todos nós como os protagonistas de The Walking Dead. Lilly Caul, a personagem principal deste livro, representa tudo (ou quase tudo) aquilo que eu desprezo.

Porque não é preciso um apocalipse zumbi ou qualquer outro tipo de situação que nos faça passar por dificuldades tremendas para agir do modo como ela agiu no começo da trama... é um tipo de comportamento bem comum, sempre foi e sempre será.

"Philip Blake" assumiu o comando de Woodbury há pouco tempo, mas mesmo um auto-proclamado ditador tem dificuldades em fazer com que um certo nível de coesão seja mantido em meio a pessoas que abandonaram há muito qualquer tipo de apego a valores morais. Pessoas que se esqueceram (porque quiseram, ou por não ter escolha) as regras de uma convivência saudável em uma sociedade.

Mas mudanças estão vindo...

"O Caminho para Woodbury" seria uma história muito melhor se tivesse sido adaptada diretamente para os quadrinhos. A linguagem tem tudo a ver. Todas as vezes em que detalhes da fisionomia de Philip Blake eram descritos em "A Ascensão do Governador", a imagem original do personagem da HQ vinha em minha cabeça. Mas neste livro, quando isso acontecia, não importa a situação ou personagem, eu lembrando ou não de certos detalhes oriundos das HQs, as imagens em Preto e branco, com tons de cinza, inundavam minha memória imediatamente.

Teria sido sensacional se essa história fosse adaptada diretamente em uma minissérie sobre os quadrinhos. Seria bem mais impactante.

No mais, o que faz sucesso em qualquer tipo de abordagem sobre The Walking Dead está lá. A degradação humana em todos os níveis possíveis e imaginaveis. Só que não há um Rick pra trazer um pouco de perspectiva de, talvez, Dias melhores.

César 19/02/2013minha estante
Também achei esse livro mais "morno" que o primeiro, inclusive o final. Espero que o 3o supere as espectativas, pois segundo o autor haverá o Rick e a Michone na estória. WD rules !!!


Rodrigo S 19/02/2013minha estante
Opa! Então que venha logo o próximo livro!!




Adrya_Daewen 12/02/2013

Decepcionante...
Achei o livro bem mais fraco que o anterior e bem repetitivo. Tudo se resume a ataques e mais ataques de hordas de zumbis que ninguém nunca percebem que estão chegando até estarem praticamente ao lado. Senti falta do lado sombrio que tinha no outro livro. Senti falta do drama humano, das disputas, do medo real, das ameaças, porque a personagem Lilly não me convenceu em nada. Muito menos o romance piegas dela com o tal Hamilton.
Em A Ascensão do Governador conhecemos muito da personalidade de Blake e nesse livro ele praticamente fica como coadjuvante. Woodbury e seus dramas aparece como principal assunto da trama e acho que isso deixou um vazio na história.
Acho que o livro ficaria muito mais interessante se fosse narrado do ponto de vista do Governador. Suas tramóias e idéias para comandar em Woodbury....do que narrado em terceira pessoa.
Aguardo o próximo volume com a esperança que ele seja melhor que este.
Thiago Moraes 10/04/2014minha estante
assino embaixo, achei muito fraco.
espero que o terceiro seja melhor.




Queria Estar Lendo 28/02/2015

Resenha: O Caminho para Woodbury
Ei, estou de volta! A série de livros de The Walking Dead está apenas começando e aqui vem um dos apontados como "mais fraquinho" mas que, para mim, não deixou nada a desejar. Venham comigo para Woodbury!

Não, não venham, aquele lugar é um inferno. Eu preferia cair de braços abertos de um penhasco alto do que ficar naquela cidade, na moral. É legal, mas não é.

Pois bem, haverá spoilers do primeiro volume aqui porque óbvio, mas o spoiler mor do fim dele não será citado em nenhuma das resenhas de TWD, pode sossegar! O Caminho para Woodbury começa nos apresentando a novos personagens; Lilly Caul, a amedrontada sobrevivente que está vivendo com muitos outros num acampamento móvel, Josh, um grandalhão preocupado muito amoroso - por quem a Lilly talvez tenha sentimentos amorosos. Talvez porque ela é uma indecisa do caramba - Bob, um ex-médico do Exército que afoga seus traumas e mágoas na bebida, Megan, a ex-melhor amiga de Lilly, toda radical e drogas e faço-qualquer-coisa-para-continuar-viva, e Scott, namorado da Megan. Esse é o nosso grupo de sobreviventes; e, tirando o Josh, todos podiam pegar fogo e morrer, para mim.

Meu problema com a Lilly só começou a partir do terceiro livro, devo deixar claro, mas odeio tanto ela agora que não vou conseguir falar bem da personagem em momento algum. Anyways, temos Bob, o médico sempre bêbado que tem tantos traumas do passado que levou todos eles ali para aquele apocalipse, e isso acaba afetando sua convivência com o grupo. Não que ele seja insuportável, ele é só muito problemático, e uma pessoa assim no fim do mundo não é lá de grande ajuda. Megan é bem real, mas muito chata. Ela e o Scott só estão ali para criar intriga de vez em quando e concordar com o grupo de vez em sempre - apesar de que a cena mais maneira do livro envolva eles drogados pela maconha na garupa da caminhonete lidando com um zumbi. Josh, por fim, o meu querido, que é a alma corajosa e altruísta do grupo; não, ele não é um herói de armadura brilhante. Ele só é muito foda em tudo que faz. Também está cheio de medos e receios, mas sabe colocar isso de lado quando alguma crise se aproxima.

A Lilly talvez seja a personagem mais real dali. Ela tem ataques de pânico de vez em quando e perde o controle sobre suas próprias ações - ela só quer sobreviver, e muitas vezes não sabe como fazer isso. As I said, eu gostava dela nesse livro; toda essa realidade e esses medos e a sensação de "eu não sei lutar, mas quero proteger os outros, MAS NÃO SEI LUTAR" que ela tem me fizeram sentir afeição pela guria. Dai veio o livro 3 e estragou tudo.

Enfim, se eu odiei tanto todos os personagens - exceto o Josh - porque diabos o livro é tão bom? Porque é real. Os medos são reais, as atitudes dos personagens são muito reais, as filha da putices, tudo, TUDO é muito real. É isso que eu adoro no universo de The Walking Dead; você encontra mães, pais, filhos, primas, desconhecidos se tornando família, familiares se tornando desconhecidos. É isso que acontece quando tem uma crise, quando a sobrevivência é a questão primordial do ser humano, e o Jay narra de maneira maravilhosa.

"- Vocês acham que isso aqui é a merda de uma democracia?!"

Ai vem o Governador. Ah, o Governador, aquele cão infernal. Como eu queria ter a oportunidade de jogar a Lucille na cara dele (procure Negan e Lucille no Google caso não entenda a referência). O Governador ficou maluco no fim do outro livro, MALUCO. Perdeu a cabeça totalmente, explodiu os parafusos todos, virou um psicopata descontrolado.

E, caso você esteja pensando - mas ei, o Governador da série nem é tão ruim - pense novamente, porque o Governador dos livros é o diabo das HQ's. Então faça as contas das crueldades e venha amar Philip Blake que TWD resolveu retratar nas telinhas, porque ele é um ANJINHO perto da criatura que manda em Woodbury nesses livros.

Repito: vá na fé nessa leitura. Não tem como se arrepender!

Link original da resenha: http://migre.me/oO4Hl
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_regi_ 23/02/2013

Definitivamente, o problema maior do apocalipse zumbi não é de fato os zumbis, mas sim os vivos. Os vivos que estão ali, no limite, diariamente tentando sobreviver. Achei The Walking Dead: O Caminho para Woodbury bem mais pesado que o primeiro livro da série. Mais uma vez somos apresentados a personagens que já são conhecidos pelos leitores da história em quadrinhos, e mais uma vez você sabe exatamente o que acontece no final, mas fica na expectativa pelo o que vai acontecer no processo.
O livro foca na personagem Lilly Caul, uma jovem se esforçando para sobreviver ao caos instalado pela infecção dos Mordedores. Depois de perder o pai, Lilly está em uma comunidade de sobreviventes, e como em todos esses grupos, os ânimos sempre estão exaltados, e após determinados acontecimentos, o amigo de Lilly, Josh, é "convidado a se retirar" do acampamento, sendo então acompanhado pela garota, por Bob, um bêbado ex-médico do Exército, Megan, amiga de Lilly por muitos anos, e Scott, seu namorado. Eles viajam pelo estado da Georgia tentando se defender e sobreviver, até encontrarem por acaso um grupo de Woodbury, liderado por Martinez (já nosso conhecido nos quadrinhos, série de tv e primeiro livro), que acaba levando-os à cidade.
A partir de então, contando com aquele toque de violência, crueldade e muitos zumbis, os personagens são desenvolvidos em suas tramas, levados a crises emocionais, conspirações, mortes e toda a tensão de viver com medo dos mortos e dos vivos.
Temos poucos momentos reservados unicamente ao Governador, mas fica muito clara a formação de sua "nova" personalidade, a união do que é ele mesmo e do que é seu irmão, os conflitos que ele precisa vencer dentro de si mesmo. Tudo isso enquanto alimenta sua querida Penny.
Vemos como se desenvolve sua crueldade, sua forma de mostrar seu poder, entretendo os moradores de sua cidade com espetáculos de morte.
A evolução (essa não é melhor palavra para usar, vocês perceberão o porquê ao ler o livro) de Lilly durante o livro é claramente visível, após tudo que ela passa, ela é praticamente obrigada a mudar seu jeito de ver e aceitar as coisas.


SPOILER DA HQ ~ E DE CERTO MODO DO LIVRO TAMBÉM ~
Por sua conta e risco, hein, não reclame, eu avisei.


Desde o começo do livro, minha memória me traiu e eu não tinha certeza, mas fui dar uma pesquisada e confirmei que a Lilly é quem mata a Lori e a Judith na prisão.


FIM DO SPOILER~


Bom livro, mais sombrio, achei algumas passagens meio repetitivas, mas não tira a força do livro. Mais uma vez, o momento de ler a palavra "Woodbury" dá aquela sensação ruim de que as coisas vão piorar.
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Jana 13/08/2013

Comam eles, zumbis!
Apocalipse zumbi. Luta pela sobrevivência. Humanos escrotos. Sangue, matança, ação. Como essa mistura pode ser ruim? Não é possível, certo?

Ah, é sim. O Caminho para Woodbury está aí para provar.

Acho que se eu tivesse lido esse livro como uma história independente - apenas uma narração que envolvesse zumbis - não ia ter achado tão ruim assim. Mas como essa coisa estava relacionada ao empolgante e muito bem escrito "A Ascensão do Governador", não posso perdoar. Não haverá clemência.

A história desse segundo volume se concentra em Lilly Caul, garota que vive numa espécie de aldeia improvisada por diversos sobreviventes. Ela passa por desastres e perdas, se desgarra do grupo maior e forma um grupo menor, seguindo com eles numa jornada capenga e sem qualquer emoção até que, finalmente, chega a famigerada cidadezinha. Literalmente, é mesmo o caminho para Woodbury.

No entanto, esse segundo livro é mal escrito, entendiante e repetitivo. Os personagens são chatos e superficiais e, ao contrário do que ocorre no primeiro, estes novos não nos despertam vontade de conhecê-los ou torcida para que não virem papinha de zumbi.

Lilly é pouco explorada para uma personagem central, mas o pouco que conheci dela já me fez odiá-la. Josh, seu protetor e possível enlace romântico, é bobo e bonzinho demais. Bob, bêbado inveterado, também não apresenta muitas aparições consideráveis. Megan, a lasciva melhor amiga de Lilly, é a única que merece alguma atenção, mas infelizmente, o personagem foi desperdiçado.

A escrita do livro também decaiu, como no exemplo das frases manjadas de romance que fizeram meu estômago revirar e que de forma alguma deveriam estar num livro desses. Tem uma que, inclusive, sou obrigada a transcrever: " - A única coisa que nunca vai mudar, amor, são meus sentimentos por você". BLÉÉÉH. COME ELE, ZUMBI! Outro exemplo da declinação da escrita são as repetições de expressões: "Mas ele não percebeu que..." - sério, quantas vezes isso apareceu na narrativa? Basicamente, sempre antes de alguma cena tensa acontecer, tinha esse "não percebeu" ou algo semelhante como introdução.

E o pior é que são poucos os ataques que empolgam. O conflito do início é bem legal e foi o que me iludiu, porque eu realmente acreditei que muita correria e emoção estava por vir. Mentira. Propaganda enganosa. Esperança falha. E no fim, pouco se salvou nesse livro pra mim.

Afinal, depois de tantos fluídos e hordas "zumbísticas", chegou um momento em que o meu único desejo fosse que todos os zumbis do mundo se reunissem e comessem os personagens centrais. A situação só melhorou um pouco quando nosso querido Governador aparece, já mandando a desmandando na sua pequena "Roma" distorcida. Os trechos que se concentram exclusivamente nele salvam o livro da desgraça total e alguns personagens, como Martinez e Stevens, fizeram com que eu desejasse que o livro tivesse mais páginas. Porém, Lilly ainda está lá para manter o equilíbrio: com sua raivinha histérica, atitudes forçadas e superficialidade que a tornaram uma das personagens mais sem sal que tive o desprazer de conhecer, essa garota fez apodrecer um livro que tinha todos os ingredientes para repetir o sucesso de seu antecessor.
Claudinha Nise Martins 08/01/2015minha estante
Ainda não finalizei a leitura, justamente porque achei o livro muitooo repetitivo, morno e chato!
O primeiro foi sem dúvida muito melhor, e nem estou com vontade de ler o terceiro....rs...amo a série, mas o livro....não rola mais...rsrs
Gostei muito da sua resenha....parabéns! :)

Deus me dê forças para terminá-lo....detesto abandonar um livro :(




Liy 14/02/2013

The Walking Dead - O Caminho Para Woodbury, desta vez muda o foco da narrativa, concentrando a trama na personagem Lilly Caul e sua "percepção" sobre o Governador. A trama continua reservando alguns momentos de tensão e não perde em nada para a primeira parte da história, exceto que o Governador deixa de ser o protagonista e torna-se coadjuvante, julgado sob o olhar de Lilly. Há capítulos onde esperei desfechos melhores, principalmente em relação a Josh, mas não deixa de ser um livro instigante. Pra ser devorado com o mesmo deleite que os "Mordedores" devoram carne fresca. HEHEHEHE...
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Isaac 19/02/2014

Até aquele sangue quente é melhor que esse livro, não entendo como esses dois autores conseguem escrever um livro tão bom quanto o Acessão do governador e fazer uma merda dessa depois. Ganhei o terceiro e vou continuar lendo porque sou fã dos quadrinhos, mas só de saber que vai ser uma trilogia de quatro livros já da vontade de queimar os três primeiros.
Ana Luiza Lanari 17/07/2014minha estante
Concordo com você Isaac, li a Ascensão do Governador em 5 dias e O Caminho para Woodbury em 35! Fiquei tão empolgada com o 1o livro que antes mesmo de terminar de lê-lo corri e comprei os dois seguintes, para o meu arrependimento... quase abandonei O Caminho várias vezes! Com muito custo, estou terminado-o hoje, faltam apenas umas 15 loooongas páginas. Minha ideia, ao comprar os livros 2 e 3, era lê-los na sequência do 1º, mas vou ter que dar um tempo.




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Santarosa 09/05/2016

Resenha - O Caminho Para Woodbury
É o segundo livro da série e também onde vamos conhecer novos personagens: Lilly Caul, Josh Lee Hamilton, Bob Stookey, Megan Lafferty e Scott.
Lilly é uma jovem garota amedrontada, que vive com outros sobrevivente num acampamento móvel e que será a personagem principal desse livro.
Esse grupo vai acabar se separando do restante do acampamento e iniciar a busca pela sobrevivência em outro lugar. Começa aí o verdadeiro Caminho para Woodbury.
Josh era cozinheiro antes da praga e hoje é apenas um grandalhão muito bom em tudo que faz, amoroso e corajoso, sempre disposto a ajudar os outros sobreviventes. Bob é um ex-médico do exército que, para amenizar seus traumas, medos e mágoas se afoga na bebida. Megan é a melhor amiga de Lilly, problemática, radical, usuária de drogas e álcool e Scott é seu namorado.
Vamos conhecer Woodbury, uma comunidade formada por sobreviventes e cuja liderança foi tomada recentemente por Philip Blake, que ainda encontra certa resistência dos demais moradores da cidade. A essa altura Philip já é o psicopata descontrolado, o grande vilão e tirano que conhecemos como Governador na série da TV, só que muito mais perverso (sim, isso foi possível!).
Em Woodbury as pessoas tentam viver e agir da forma mais semelhante possível a como viviam antes do apocalipse. Organizam-se e trabalham coletivamente para o bem de todos, a manutenção e proteção da pequena cidade. O escambo é a moeda corrente no local, cada um oferece o que tem ou o que sabe fazer em troca do que precisa, como mão-de-obra, alimentos, bebidas, serviços e qualquer insumo que consigam.
A personagem central, Lilly, foi muito criticada por ser morna, sem sal e até irritante, mas não podemos deixar de perceber que, ela amadurece no decorrer da história, chegando a crescer um pouquinho. Apesar de ser um livro mais morno que o primeiro, é muito bom, pois transmite sensações muito reais do que os personagens viveram, como medos, dramas, aspirações e atitudes muito condizentes com a situação que enfrentam. Para todos os fãs de TWD, não deixem de ler, é indispensável!
Bradley 29/05/2016minha estante
Gostei da resenha, gostei desse segundo volume.
Josh é um herói.




CooltureNews 11/05/2013

Publicada em www.CooltureNews.com.br
Sim pessoal, finalmente estou de volta para falar sobre um dos seres fantásticos que mais me fascinam no momento, tudo bem que isso pode ser simplesmente por ter cansado dos demais, mas e daí? The Walking Dead continua sendo ótimo, e grande parte desde sucesso se deve simplesmente por não focar unicamente nos Zumbis e sim em como a humanidade esta se virando para sobreviver a esse apocalipse sem deixar de lado aquilo que a diferencia dos animais.

Como já disse na resenha anterior, eu sou fã da série televisiva, mas NUNCA cheguei a ler nenhuma HQ, sendo que essas experiências com os livros lançados pela Galera Record são as únicas fora da televisão que resolvi entrar de cabeça, e não me arrependo em nada. Não sou grande fã dessas histórias que acabam ultrapassando barreiras e saindo de seus meios, mas tenho que dar o braço a torcer para The Walking Dead, mesmo se tratando de personagens distintos daqueles conhecidos, com exceção do Governador, o autor consegue seguir a mesma linha original sem que seja necessário acompanhar as outras mídias. Ou seja, não preciso assistir a série para gostar ou ler o livro, e vice-versa.

Com uma narrativa envolvente o autor nos conta a história de Lilly, uma personagem a principio sem sal e que não faz grande diferença, mas que vai crescendo no decorrer da história e acaba amadurecendo neste novo mundo onde muitas vezes os humanos são mais perigosos que os Errantes. Somente pelo grande desenvolvimento desta personagem eu já digo que esse é um livro que vale a pena ler, e espero que ela esteja presente no capitulo final desta trilogia, e vou até mais longe, que ela apareça na série!

Outro ponto a favor deste e do primeiro livro é que ao nos apresentar os personagens os autores acabam contando um pouco mais sobre algumas situações que aconteceram logo no inicio desta praga, quando algumas pessoas ainda tentavam viver normalmente e acreditavam que o governo iria conseguir conter a catástrofe, parte da história que infelizmente foi deixada de lado na série e mesmo que aceite e entenda os motivos, gostaria de conhecer um pouco mais.

Aos fãs da série, a leitura do livro é praticamente obrigatória afinal nada melhor do que conhecer o caminho de um dos personagens mais controversos da história e saber tudo o que ele passou para se tornar o Governador. E sinceramente, por mais que não concorde com suas ações sua forma de pensar não está completamente errada, principalmente para alguém que tenta sobreviver em um mundo diferente daqueles que conhecemos e sedento por sangue.
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Luz 10/03/2017

"Sente o efeito do peso da dor"
"Se não sabe quais são as leis, tudo o que precisa fazer é perguntar. Ler a merda da Constituição. Verificar na Bíblia. RESPEITAR O PRÓXIMO. TRATAR OS OUTROS COMO GOSTARIA DE SER TRATADO." - Blake
Amei essa sequência de "A ascensão do Governador", devorei em poucas horas, porque me vi dentro de Woodbury, presa em cada situação narrada com riqueza de detalhes. Os mais normais que me julguem, mas eu criei uma certa afeição pelo Blake, e isso se deve ao fato de ter me colocado no lugar dele por alguns instantes.
O universo de The walking dead me fascina por mostrar onde está o verdadeiro perigo. Em quem confiar? Com quem podemos contar, a quem podemos nos aliar? Ironicamente, não é necessário um apocalipse zumbi para percebermos que a humanidade já está em decadência.
Recomendo.
Julia.Maria 10/03/2017minha estante
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Rodrigo Soares 25/10/2013

TWD 2
Em que palavra posso descrever esse livro:
"FODÁAAAASTICO"
Muito bom!! Nossa, é tão bom entender cada vez mais a história do Governador Brian Blake, ops, Phillip Blake! hehe
O bom dos livros é isso, TWD 1 e 2, porque conta a história que não mostra na série. E isso é maravilhoso!
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Thiago Tonani 06/05/2013

Totalmente irrelevante...
Me senti um tanto decepcionado com O Caminho Para Woodbury, sequência do ótimo A Ascensão do Governador. A estória é protagonizada por Lilly Caul e seus companheiros de viagem, Josh Lee Hamilton, Bob Stookey, Megan Lafferty e Steve ¨ o maconheiro¨ um personagem tão fraco que eu nem me recordo de seu sobrenome. E esse é um dos pontos que mais me deixaram ¨PUTO¨ nesse romance, a falta de personagens realmente interessantes. Nenhum desses cinco cidadãos conseguiram me cativar, e a tal da Lilly Caul em vários momentos me irritou profundamente com seu comportamento de garotinha choramingona. No livro anterior, a filha de sete anos de Philip Blake tinha mais atitude que ela. Quanto a estória, temos um plot bem menos bacana que seu antecessor, com um ritmo lento e uma trama morna. A melhor sacada do livro foi um certo desenvolvimento do personagem Martinez, que teve um arco interessante na parte final do livro, tomando algumas ações que eu não esperava. Infelizmente essa foi a única coisa maneira do livro, que contou também com pouca ampliação da psique e comportamento do Governador, perdendo-se aí uma ótima oportunidade de aprofundar-se nesse personagem. Contando ainda com um desfecho bem abaixo do que eu esperava, este romance me deu a impressão de que Robert Kirkman e Jay Bonansinga criaram algo extremamente irrelevante dentro de um universo tão rico como o de The Walking Dead.
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Kaduzette 14/03/2015

Morno,começo fraco
O começo do livro é um saco,me desculpem a expressão,mas o primeiro foi excelente e iniciamos o segundo com tédio e sem vontade de continuar a leitura,mas digo,vale a pena continuar,até porque já tem mais 2 livros seguintes e não tem como pular algum,lá pro meio e final as coisas esquentam e anima um pouco.
Não sei qual das duas mulheres eu desejava mais que morrese cedo e o autor me blindou com uma morte nada a ver,mas nada que o primeiro livro não me deixava avisado que o autor é dos nossos e não gostar de clichês e de proteger personagens,final mais ou menos,mas me deu uma vontade de ler o terceiro livro,mas espero que ele não acabe com meu tesão em TWD e que seja igual o primeiro que foi um dos livros de ficção mais interessantes que já li.

Detalhe: Por ser baseado nos dramas e sentimentos humanos,TWD são um dos livros que mais me fazem sentir emoção,viver os personagens e imaginar o ambiente e isso vale destaque,claro que outros milhares de livros dão essa sensação,mas a de TWD é diferente , é invexplicavél.
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Maurinho 05/03/2013

Bom, mas muito inferior ao livro anterior
The Walking Dead é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores séries da atualidade. Por isso, a expansão do universo e personagens por meio dos livros é algo muito interessante. Nesse sentido, o primeiro livro (A ascensão do governador) é um primor de drama, ação, e tensão a cada página.
Contudo, a receita de sucesso não funciona tão bem nesse segundo livro, o caminho para woodbury. Esse é um livro morno, e com muitos defeitos. Penso que o maior deles reside na personagem principal, que carece totalmente de empatia, face as suas atitudes imbecis. Além disso, o núcleo de persongens que a acompanha também não leva melhor sorte.
Em segundo lugar, as cenas de ação me pareceram "forçadas" de mais, de modo que o livro se alterna entre momentos de monotonia e de correria.
Poderia ser bem melhor.
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