Um Motim No Tempo

Um Motim No Tempo James Dashner




Resenhas - Um Motim No Tempo


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Regiane 26/03/2013

Um ótimo livro de aventura!

“ Ele avançou na direção de Sera, e Dak saiu aos tropeções para impedi-lo. Ele caiu no colo da amiga ao mesmo tempo em que Riq estendeu a mão para tocar em seu ombro. Ouviu-se um clique e um bipe. Então o mundo inteiro se transformou em luz e eles foram sugados do quartel-general dos Guardiões da História. ”

Confesso que fiquei bem ansiosa para ler esse livro quando eu vi que abordava viagem no tempo. As expectativas foram altas, que felizmente foram superadas. Na verdade, é melhor do que eu imaginava. Antes de mais nada, quero deixar claro que essa é uma prova que foi enviada pela editora, para análise. Um Motim no Tempo já está em pré-venda e o lançamento está previsto para o dia 04 de abril.

Os amigos inseparáveis Dak Smyth e Sera Froste acabam descobrindo um grande segredo: a possibilidade de viajar no tempo, através de um dispositivo, mais conhecido como Anel do Infinito. Mas essa descoberta trará consequências sérias, como o envolvimento deles em uma guerra secreta que perdura há séculos, com o intuito de mudar o futuro do mundo.

De forma repentina, os dois acabam sendo convocados pelos Guardiões da História, pertencentes a um grupo oculto, que nasceu com seus antepassados desde da época Aristóteles, para corrigir as Grandes Fraturas, viajando no tempo. Eles contarão com a ajuda de Riq - um jovem guardião em treinamento. O primeiro ponto de parada é na Espanha no ano de 1492, onde um navegador conhecido como Cristóvão Colombo corre o risco de ser lançado ao mar, por conta de um terrível motim. Será que esses garotos, mesmo que despreparados irão conseguir cumprir a importante missão que foi destinada a eles?

Um Motim no Tempo possui uma leitura gostosa e envolvente, que me prendeu do começo ao fim. A obra de James Dashner não dá a menor chance à monotonia. Quando eu virei a última página, eu imaginei que ficaria sossegada, mas me enganei totalmente. Na verdade, eu fiquei até mais ansiosa, pois o final é muito intrigante e aguça demais a curiosidade.

A narração segue em 3º pessoa, e apesar do livro conter mais diálogos, achei que os detalhes foram bem precisos e na medida certa, isto é, sem faltar e sem sobrar. Apesar da leitura ser leve e simples, a forma como as palavras foram conduzidas, acabou resultando em uma história bem elaborada e empolgante.

Os personagens são bem interessantes e cativantes. Adorei Dak. Ele é bem humorado e com uma língua bem afiada, que me rendeu boas risadas, principalmente quando ele dava umas respostas bem atravessadas ao Riq. Sera é muito inteligente e bem segura da sua capacidade. Não tem problema algum em não ser modesta, e isso me fez admirá-la muito, tornando-se a minha personagem preferida. Já Riq não me afeiçoou. Ele é meio apagado, e quando decide entrar em ação, acaba fazendo o papel de chato. Talvez no próximo livro, seja revelado seu lado legal. Gostei muito do personagem Olho Grande, apesar da sua aparência intimidadora. Seu linguajar peculiar chega a ser cômico, tornando impossível não cair em suas graças.

Um Motim no Tempo me surpreendeu bastante. Como eu disse de início, mais do que eu esperava, pois não é qualquer um que consegue escrever histórias sobre viagem no tempo, sem soar bobo e contraditório. Fiquei feliz que nesse ponto, o autor demonstrou que teve muito zelo na hora de compor essa obra. Ele sabia muito bem onde estava pisando. Não foi um tiro no escuro. Espero que os outros autores que irão escrever os próximos livros da série, mantenham o mesmo nível de qualidade.

Essa obra é repleta de mistérios e quebra-cabeças bem interessantes, que te obrigam a querer fazer parte da história. Sou suspeita para falar de livros que conseguem surtir esse efeito em cima do leitor, pois eu sempre fico fascinada.

Se você é fã de histórias cheias de aventuras, suspenses e enigmas, com certeza irá simpatizar-se com Um Motim no Tempo: um livro capaz de agradar tantos as crianças e adolescentes, como os adultos. Recomendo!
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Flavia 08/04/2013

Genial!
A história de "Um Motim no Tempo" se passa em um mundo parecido com o nosso, onde a organização "SQ" é a lei absoluta e quer ter controle sobre todos e, visando o poder, modificou vários acontecimentos na História fazendo com que eventos que deveriam ter acontecido, não existissem, o que gerou as Grandes Fraturas na História. E como consequência disso, as pessoas ainda sofrem de reminiscência, pois sentem falta de algo que não viveram ou não tiveram, o que significa que, em algum momento, a História sofreu alguma alteração.

Dak Smith e Sera Froste são dois prodígios. Dak sabe tudo História e não perde a oportunidade de falar sobre o assunto, já Sera é apaixonada por Física Quântica e Química. Os dois são amigos e sempre estão juntos. Os pais de Dak são inventores e desenvolvem um dispositivo capaz de fazê-los voltar no tempo, o chamado Anel do Infinito. Mas algo não sai como planejado em uma das viagens, os pais de Dak acabam sendo capturados. Dak e Sera se unem aos "Guardiões da História", responsáveis por fazer essas correções, e têm como aliado Riq, um guardião em treinamento e que fala 16 idiomas, e além de terem que resgatar os pais do garoto, ainda tem como missão consertar as Grandes Fraturas... E a Fratura em questão, é impedir que Cristóvão Colombo seja jogado ao mar durante a viagem nas caravelas rumo ao novo mundo, pois isso fez com que a América tenha sido descoberta pelos irmãos Amâncio (who?)...

Quando li a sinopse do livro, fiquei bem curiosa, pois além de ser fã de histórias infanto juvenis, principalmente essas fantásticas, ainda sou fã de História.
O tema "viagem no tempo" pode ser batido, mas a forma como a história foi apresentada e contada, é super bacana e gostosa de acompanhar. Por ser o primeiro volume (de 7) a história é mais introdutória. Os personagens principais e a viagem ao tempo, seus perigos e as consequências caso algo seja modificado, são apresentados para que possamos ficar por dentro de como as coisas funcionam.
A narrativa é bem ágil e combina muito bem com toda a ação e aventura que o trio passa para poder consertar a tal Fratura, mas mesmo tendo ficado super envolvida com a história e a narrativa viciante, senti falta de maiores detalhes do cenário e maiores explicações sobre a "SQ", mas entendi que, talvez, isso venha nos próximos volumes, em que a história vai ser mais aprofundada e tudo mais, pois o final desse livro só faz com que quem tenha curtido a história fique maluco querendo saber o que vai acontecer com os meninos, então, não considero a questão da falta de explicações um ponto negativo, considerando que é o livro 1.
Pode parecer bem forçado crianças super inteligentes como Dak e Sera adentrarem esse mundo e passarem a fazer essas viagens, sendo responsáveis pela salvação da História e do mundo, mesmo que existam adultos que poderiam ter feito isso. A própria Sera conseguiu finalizar a criação do Anel do Infinito, coisa que os nem pais de Dak, que criaram o dispositivo, não tinham conseguido ainda... As crianças sabem de tudo e dão um jeito pra tudo, sempre com humor, mesmo que estejam em perigo, e deixam vários nerds pra trás no quesito lógica, mas acho válido que os protagonistas tenham essas características para se tornarem únicos e tenham sido os escolhidos para fazer parte da aventura, visando o público alvo do livro. Existem outros personagens de outras histórias por aí muito inteligentes, até mais que os professores, e agradaram bastante...
É um livro infanto juvenil, mas que vai agradar leitores de todas as idades, visto que, além de ter uma narrativa super leve e fácil, o que torna o livro ser lido em questão de poucas horas, nos leva pra outras culturas e fatos históricos através das viagens no tempo.
Pra quem gosta do gênero, é leitura obrigatória!
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Yasmin 11/04/2013

E se Hitler tivesse vencido a guerra? E se a Revolução Francesa não tivesse acontecido?
Ah, as viagens no tempo!


Quando a Seguinte anunciou o lançamento da série "Infinity Ring" fiquei muito feliz porque o tema da série era fabuloso e estava torcendo para que fosse tudo tão perfeito quando o tema prometia. Só estava um pouco cética porque é uma série infantojuvenil, mas felizmente o universo apresentado por Dashner nesse primeiro volume consegue superar as expectativas e conquistar com uma mitologia inovadora e rica.

Dak e Sera vivem em um mundo controlado pela SQ, uma grande corporação que age em diversas áreas e funciona como uma grande mantenedora para a sociedade. O preço é alto, e a falta de liberdade, os abusos e o clima tenso em que todos vivem são sumariamente ignorados. Os pais de Dak mantêm um laboratório trancado a sete chaves, mas para satisfazer a curiosidade de sua melhor amiga Sera, que é viciada em física ele consegue a chave que leva ao laboratório. Ele mesmo não tem o menor interesse no assunto. Sua área é a história e ele vive fazendo discursos constrangedores em lugares impróprios sobre pessoas que há muito já morreram. Sera e Dak acabam descobrindo muito mais do que gostariam no laboratório. A garota que é apaixonada por física acaba por enxergar a resolução para o trabalho dos pais de Dak e agora eles possuem o Anel do Infinito, um dispositivo capaz de levá-los a qualquer parte da história. Sera e Dak descobrem a verdade inimaginável por trás do poder da SQ. E se Colombo não tivesse descoberto a América? E se Hitler tivesse ganho a segunda guerra mundial? E se Alexandre, o Grande nunca tivesse sido imperador de Roma? No mundo dos dois isso tudo aconteceu. Dak e Sera são arrastados para a triste realidade que a história está toda errada. A partir daí eles precisam partir para corrigir essas mudanças, chamadas fraturas, antes que seja tarde demais...

A premissa é essa e fiquei absolutamente encantada com a ideia, além de ter ficado imaginando como seria ver uma premissa dessa em uma série mais adulta. A narrativa de Dashner é rápida e fluida, desenvolvendo a história em um ritmo único, sem quebras e que leva o leitor de uma vez só as cenas de ações finais. Isso incomodou um pouco, esse fôlego único, mas como eu disse a série é infantojuvenil mesmo, sem pretensões nenhuma de ganhar outro público. Toda a parte de Sera e Dak na Espanha teria rendido muito mais se o autor, se a série tivesse essa pretensão. A forma como o autor apresentou as fraturas no tempo e a nova versão da história mundial é fantástica. Espero que essa seja uma daquelas séries que amadureçam com os protagonistas e que venhamos a ter fraturas mais complexas e explicadas...

É engraçado você pensar que Dak é apaixonado por história já que naquela versão de mundo tudo saiu completamente diferente. Como boa amante da história eu vivo sonhando acordada com outras versões. O que mais os autores da série vão trazer? Hitler é claro, mas o que mais? E se os Tudors não tivessem ganho o poder na Inglaterra? E se a Revolução Francesa não tivesse acontecido? São tantas possibilidades que estou ansiosa demais para ler os próximos volumes. E o autor não capricha apenas nessa parte, Sera com sua paixão por física também é bem desenvolvida e o conteúdo, digamos científico é bastante crível. E para fechar o autor ainda traz um personagem que é expert em idiomas.

Vi muitas pessoas reclamando de crianças de 12 anos sabichonas demais, mas eu não acho isso um problema. Conhecem o termo QI acima da média? Fico claro que é exatamente isso e nada mais. Dak e principalmente Sera se enquadram no termo. Conheço histórias reais de crianças menores que fizeram coisas que nem adultos sonharam. Por isso não vi problema em Sera finalizar o Anel do Infinito. Física quântica para crianças com QI alto não é nada. Quando a Dak gostar da história, qualquer um com boa memória pode despejar centenas de dados históricos em um minuto.

Leitura rápida, até demais, instigante e com um universo rico, que prende a atenção e desperta a curiosidade. James Dashner acertou em cheio ao construir a mitologia da série. Lembrando que ela é multi-plataforma, contando uma um site interativo com jogos, cardes e outras coisas. A Seguinte trouxe (...)

Termine o último parágrafo em: http://www.cultivandoaleitura.com/2013/03/resenha-um-motim-no-tempo.html

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CooltureNews 07/04/2013

Publicada em www.CooltureNews.com.br
O primeiro item que me chamou a atenção ao saber deste lançamento da Editora Seguinte foi justamente o fato de ser uma série organizada pelos mesmos criadores de The 39 Clues (lembrei que preciso continuar a leitura dessa série), somente isso me fez ir atrás e conseguir ser um dos poucos escolhidos para ler esta obra antes de seu lançamento (previsto para o inicio de Abril). Após a confirmação que receberia o livro parti em busca de maiores informações sobre a história, a partir deste ponto estava perdido, pois sabia que seria mais uma série que me prenderia no sofá até o fim. Foi exatamente isso que aconteceu com a leitura deste primeiro livro.

Se você é daqueles que adoram um livro com uma ótima história, leitura envolvente, personagens agradáveis e de brinde uma trama repleta de pistas e mistérios que devem ser desvendados esse certamente é um prato cheio, e me saciou em cada página. Com uma premissa simples e envolvendo viagens no tempo, o autor não se prende a vã tentativa de explicar a possibilidade de efetuar essa viagem e nem em seus paradoxos, o que por si só já é algo bem complexo e terrivelmente chato de se encontrar em um livro de ficção que possui o papel de entreter diversos grupos e idades.

Dak Smyth e Sera Froste são amigos inseparáveis, com histórias de vida distintas e acima de tudo grandes NERDS! Enquanto Dak é um aficionado por história e o caminho percorrido pela humanidade, Sera é ligada a questões cientificas e tecnológicas e os dois se completam de uma forma que nem eles esperavam. Após se deparar com um estranho dispositivo chamado Anel do Infinito (Daí o nome da série) esse casal de amigos se veem como parte de uma guerra entre Guardiões, os da História Vs Tempo, sendo que fica claro que o primeiro é o grupo dos bonzinhos.

A história se passa em um futuro não muito distante, mas com um passado intrinsicamente alterado. Grandes eventos históricos como a descoberta da América, a explosão de uma bomba nuclear entre outros, não ocorreram da forma que nossos livros de história contam, e uma organização secreta ligada aos Guardiões do Tempo é a responsável por tudo e devido a essas grandes mudanças que remontam desde os tempos de Aristóteles e que são responsáveis pela fúria da natureza e decadência da sociedade. A única alternativa é justamente voltar no tempo e tentar corrigir esse passado com a esperança de alterar o presente e isso terá que ser feito por Dak e Sera.

Uma leitura recomendadíssima para um final de semana comum e tranquilo, afinal se trata de um livro leve e fácil que cumpre bem o seu papel de entreter sem complicar. Ah, já estava esquecendo, essa será uma daquelas séries onde cada livro sera escrito por um autor diferente e isso é algo realmente interessante para acompanhar.
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JR 14/06/2013

Infinity Ring: Um Motim no Tempo
Quando os melhores amigos Dak Smyth e Sera Froste descobrem o segredo da viagem no tempo - um dispositivo portátil conhecido como Anel do Infinito -, eles acabam envolvidos numa guerra secreta que existe há muitos séculos e decidirá o futuro da humanidade. Recrutados pelos Guardiões da História, uma sociedade secreta que existe desde Aristóteles, as crianças descobrem que a história havia saído desastrosamente de seu curso natural. Agora, Dak, Sera e Riq, o jovem guardião em treinamento, devem voltar no tempo para corrigir as Grandes Fraturas - e, no caminho, ainda salvar os pais de Dak. A primeira parada é na Espanha de 1492, quando um navegador chamado Cristóvão Colombo está prestes a ser lançado ao mar, durante um motim terrível.
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Camila 29/07/2013

Um Motim no Tempo
Vi muitos comentários positivos sobre esse livro e resolvi dar uma chance a ele. Adoro livros infanto-juvenis e achei que essa série poderia ser bem interessante! E até seria, se recentemente eu não tivesse lido um livro com uma temática tão parecida, chamado "Os Guardiões da História". Dessa forma, foi impossível não ficar comparando as duas histórias o tempo todo e acabei não aproveitando tanto o livro assim!
Vou continuar lendo a série e espero que os próximos volumes me surpreendam!!


site: www.leitoracompulsiva.com.br
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Nath @biscoito.esperto 12/06/2013

Acho bom começar esse resenha afirmando que este livro não merece, de jeito nenhum, as cinco estrelas que estão dando a ele por aí.

Um Motim no Tempo tinha tudo para ser um livro incrível. Ele tem um governo totalitário tirando direitos, alienando pessoas e acabando com o clima, tem uma pegada de aventura elevada e, acima de tudo, contém viajem no tempo.

Bom, antes de prosseguir lendo essa resenha, saiba que meu tema favorito é viajem no tempo. Toda vez que me dizem que um livro/filme/seriado/anime/mangá aborda o tema, eu automaticamente quero ler/assistir. O tema me fascina. No entanto acho que, durante toda minha vida, só vi duas obras que abordaram o tema de forma correta, com autores que pesquisaram sobre o assunto. Ano passado quebrei a cara com Tempest, que ganhou o prêmio de livro mais mal pesquisado do ano passado segundo minha humilde opinião. Um Motim no Tempo não fica muito na frente de Tempest, e pretendo explicar por que.

O livro conta a história de Dak e Sera, dois amigos que tem uma estranha fixação por história e ciência, respectivamente. Uma fixação ABSURDA. Olha, eu adoro literatura e, além de ler muito, pesquiso sobre vários autores, gosto de ler sobre gêneros literários e coisa e tal, mas não tenho uma fixação absurda pelo tema. Eu só gosto, não sou doente por isso. Dak e Sera conhecem mais sobre história e ciências do que meus professores da escola, e se isso não soa artificial para você, não sei o que mais soaria.

Para você ter uma ideia do grau de absurdês dos personagens, pense na seguinte cena: um casal adulto, duas pessoas que são completamente estudadas e especializadas em física quântica dedicaram os últimos anos de sua vida a pesquisar, desenvolver e construir uma máquina capaz de viajar no espaço-tempo. No entanto, mesmo passando muitas horas por dia trabalhando nisso, eles ainda não conseguiram achar uma resposta para um problema. Mas então uma garotinha chega no laboratório deles, faz um cálculos complexos como se estivesse embaralhando cartas e BUM!, ela conseguiu fazer sozinha e em dois dias o que dois adultos estudados não conseguiram em ANOS! Super normal isso =D

Bom, legal, vamos assumir que a resposta estava na cara deles e eles não viram por que se distraíram (sei). Sera consegue concluir a máquina do tempo e, depois de algumas cenas, um pessoal muito louco surge falando que precisam da ajuda deles para consertar as Fraturas, que são coisas que aconteceram no passado que não deviam ter acontecido e precisam ser consertadas. Legal, maneiro, parece que agora o negócio vai esquentar. Mas então o autor decide estragar tudo criando os ajudantes deles no passado! Calma, vou explicar melhor: são geralmente um grupo de pessoas localizado no passado (MUITO no passado) que tem como missão ajudar eles a impedir a Fratura antes que ela aconteça... mas pera, ANTES? Como eles sabiam que a Fratura ia acontecer? E se eles sabiam, por que não consertar as coisas logo de uma vez eles mesmo, já que estão lá só esperando alguém voltar pro passado? Se isso faz sentido para você, me mande um recado no skoob explicando, por que até agora eu não entendi.

Bom, eles viajam no tempo e essa é a única parte legal do livro. Eles vão parar nas naus de Colombo e tem que impedir que o mesmo seja morto e dois irmãos absolutamente cruéis descubram a América. Não tem coisas nóias, os conhecimentos de história/ciências (e de linguas de outro personagem) são abafados pela aventura que se segue. Tem ação, traição, suspense e é realmente uma parte legal. Sinceramente, foi a única coisa que salvou o livro de ter uma estrela na minha classificação.

Bom, eu não gostei do livro e não pretendo ler as continuações. E, sinceramente, não recomendo. Mas se você quiser ler o livro, vá em frente. Talvez você goste. Afinal, gosto não se discute :3
(só não diga que não avisei, ok?)


site: www.nathlambert.blogspot.com


Lu 07/03/2013

Eu não conhecia essa série até ela ser me apresentada pela editora, mas assim que li sobre o que se tratava soube que iria amar, e foi exatamente o que aconteceu nesse primeiro livro, e o que me deixou mais ansiosa para os outros livros da série.
Como em todos os primeiros livros de uma série, ele é bem inicial, somos introduzidos ao que se trata a série, mas isso não impede que o autor transforme a história em algo completamente excitante. Logo no começo do livro ele nos apresenta um mundo muito diferente do nosso, onde várias coisas diferentes aconteceram como, por exemplo, Colombo não descobriu a América, só que o fato de essas coisas não terem acontecidos mudaram o curso da histórias, pois elas deveriam ter acontecido, o que gera um caos na sociedade e também faz com que algumas pessoas tenham o que eles chamam de “Reminiscências”, que é sentir falta de algo que nunca tiveram.
E para resolver essa situação contamos com Dak Smyth e Sera Froste, dois gênios, para voltar no tempo e consertar as fraturas, ou seja, garantir que aconteça o que deveria acontecer. Os personagens são a melhor parte do livro. Dak é um gênio da história, ele sabe tudo sobre ela, ele também é muito engraçado, pois ele começa contar fatos históricos nas situações mais inusitadas. Já Sera é uma gênia na área da física quântica, ela sabe tudo sobre as partículas menores que um elétron e como elas funcionam. Juntos Sera e Dak formam um par incrível, pois a suas habilidades se completam e cada uma delas ira ajudar muito nessa jornada. Há outro personagem, que é mais secundário, Riq, ele é muito bom em aprender idiomas diferentes, e ele ira gerar uma tensão na história.
Esse é um daqueles livros em que você aprende muito lendo, e gosto disso. Nunca fui uma grande amante de história na escola, mas esse livro despertou a minha curiosidade para eventos que eu nunca tinha achado interessante, e em física (que é uma das matérias que mais gosto) fiquei louca para aprofundar o pouco que sei sobre física quântica. E a narrativa ajuda muito nessa parte, pois ela não se torna cansativa quando discorre sobre esses detalhes mais complexos.
O livro me fez questionar muitas coisas, algumas coisas que até são comuns no nosso dia a dia, como por exemplo, “e se aquilo tivesse acontecido, seria diferente?” São perguntas que não temos as respostas, mas os “e se” é algo que faz parte de nós, e que se tivessem realmente acontecido nos levariam para algum lugar muito diferente. É algo que eu sempre me questionei, e agora posso ver, pelo menos na minha imaginação como alguns desses “e se” teriam acontecido no que se trata de história, e que nem tudo é como eu imaginava, nem tudo é para o bem.
Um Motim no Tempo é um livro com muita ação e que deve agradar todos os públicos, só não gostei de o livro ser curto, pois a história estava tão boa, que se tivesse pelo menos umas cem páginas a mais eu apenas apreciaria. E o mais legal dessa série, é que os próximos não demoraram tanto para lançar -pois o final foi maravilhoso, mas ao mesmo tempo me deixou muito curiosa para a continuação - e que a história continua no jogo da série (que ainda não sei exatamente como funciona, mas assim que tiver mais informações conto tudo para vocês).


Resenha publicada em: http://lendoaoluar.blogspot.com.br/2013/03/resenha-um-motim-no-tempo.html
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Joanna 24/01/2019

Gostinho de infância
Faz tempo que eu não lia uma série de aventura sem compromisso, pra crianças. Sempre mergulhada nos High Fantasy resolvi dar uma chance à série do Infinity Ring, até porque o preço na época que comprei estava bacana. Eu adorei, senti-me como uma criança de novo. Tem uns absurdos, tem, mas procurei relevar, é pra criança poxa, e daí que o menino e uma menina de 11 anos sabe mais de história e física quântica que os adultos? A criança que estiver lendo também vai passar a saber um pouco mais. Mesmo com os meus 27 anos nos couros, ainda aprendi uma coisa ou duas com eles. Fiquei triste que fui procurar pelo jogo e não encontrei (se alguém souber de uma maneira para jogar por favor me contem), queria ter descoberto esse livro à anos atrás para ter uma experiência total. Vou ler os outros livros, até mesmo procurar o ultimo em inglês, pra ver como se encerra essas aventuras.
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Abel Luiz 24/09/2013

Sensacional e viciante
[...]
Nesse livro, somos apresentados aos protagonistas da série: um casal de amigos e vizinhos de 11 anos, Dak e Sera. Ele ama história e ela, física quântica. Mesmo não curtindo muito o hobby um do outro e sendo bem jovens, eles são capazes de muita força para superaram juntos os desafios e ajudar a salvar o mundo. Nesse volume, a fratura a ser consertada é na viagem de Colombo à América, em 1492, na Espanha. Obviamente o livro traz muitas surpresas, mas não quero colocar spoilers aqui. Saiba apenas que o a história só é como a conhecemos graças aos esforços desses 2 e de seus amigos e que achei bem interessante a forma como a série abordou alguns paradoxos temporais.
A narrativa é surpreendente. Mostra bem a personalidade, sentimentos, pensamentos e relações de cada personagem descrito na história. Também há partes "desesperadoras", que me prenderam na leitura para saber o que aconteceria a seguir.
(Resenha completa no blog:)

site: http://casarvore.blogspot.com.br/2013/09/serie-infinity-ring.html
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Aryane Marques 29/07/2013

Infinity Ring - Um motim no tempo
Infinity Ring é um livro incrivel! Sempre amei histórias de viagem ao tempo, e essa é com certeza uma das melhores.
Uma das coisas que gostei sobre Infinity Ring foi a ênfase que o livro da em explorar a história , ou seja, ao mesmo tempo em que você ler um ótimo romance também tem uma aula de história.
A dinâmica entre os personagens principais também foi outro fator que admirei, Dak ama história e é engraçado, Sera ama ciência e é séria, mas apesar de opostos eu diria que os dois se dão muito bem e um completa um outro, neste caso diria que as diferenças entre os personagens ao invés de causarem divergências, fazem com que eles se completem.
É uma leitura leve e fácil, mas ao mesmo tempo com muita aventura e emoção e claro graças a Dak o livro tem um toque de humor, se fosse comparar esse livro à algum outro, diria que ele é parecido com a série Percy Jackson.
James Dashner conseguiu misturar o futuro e o passado, o tecnológico e avançado com a época medieval, tão diferentes, mas mesmo assim ele conseguiu mistura-los de uma forma nada artificial e com muita naturalidade.
Ouvi falar que o próximo livro vai ser escrito por um autor diferente, agora só podemos esperar que o próximo autor saiba desenvolver essa série de livros tão bem quanto o primeiro :)


Caio 04/04/2013

Conserte o passado. Salve o Futuro.
Resenha publicada (por mim) no primeiro blog brasileiro sobre Infinity Ring, o Infinity Ring Brasil. Mais em: http://infinityringbrasil.blogspot.com.br/

Em "Um Motim No Tempo", somos apresentados ao universo da série Infinity Ring. Conhecemos Dak Smyth, um garoto que sempre vê o lado bom nas pessoas (ou tenta ao máximo) e é apaixonado por História, e também Sera Froste, a melhor amiga de Dak, um pouco mais introvertida que o amigo, e que adora Ciências (incluindo Física, Química, etc.). O mundo em que Dak e Sera vivem é ligeiramente diferente do nosso. Ok, é muito diferente. No mundo em que eles vivem, a SQ, uma organização ultra controladora, exerce influência sobre a maior parte do mundo. É praticamente uma ditadura. Inicialmente, Dak até aceita isso, mas Sera tem um ódio incontrolável da SQ.

Em uma excursão secreta ao laboratório dos pais de Dak (sim, eles são cientistas), os dois acabam descobrindo que o casal vêm trabalhando num dispositivo muito poderoso, que pode permitir a viagem no tempo - O Anel Do Infinito. O projeto está na fase final dos cálculos, mas parece que os pais de Dak chegaram a um beco sem saída. No entanto, utilizando seus conhecimentos, Sera consegue (depois de muito esforço) finalizar as equações. Após confirmarem a veracidade dos cálculos, os pais de Dak poem o dispositivo para funcionar e os quatro viajam no tempo. Depois de algumas complicações na viagem de volta (apesar de muita gente já saber disso, não vou falar aqui), Dak e Sera são recrutados por uma sociedade secreta chamada Guardiões da História, cujo objetivo é consertar as Grandes Fraturas (eventos importantes, que foram intencionalmente modificados) criadas pela SQ e colocar a história de volta em seu curso. Agora que eles têm o Anel Do Infinito, devem viajar até onde estão essas Fraturas e consertá-las, uma a uma. Mas a SQ não vai facilitar as coisas. E essa é, basicamente, a história de Infinity Ring.

Quando a Scholastic desenvolveu Infinity Ring, é óbvio que a intenção deles era repetir o sucesso da série The 39 Clues, criando uma série nos mesmos moldes dessa. E, cá entre nós, essa fórmula está se mostrando mesmo infalível. O primeiro nome do cenário infanto juvenil escolhido pela editora, e o autor que idealizou a série, foi James Dashner, autor da trilogia distópica Maze Runner, um sucesso absoluto de vendas. E Dashner fez um trabalho realmente muito bom nesse volume de estreia. O autor criou uma história intrigante, e personagens que com certeza cativarão o público.

"Um Motim No Tempo" não deve ser subestimado, e a série Infinity Ring não pode ser taxada como mais uma distopia clichê, porque a história realmente toma um rumo bem inusitado. Eu comecei o livro pensando que sabia exatamente onde a leitura ia me levar. Mas fui levado a um lugar completamente diferente, e bem melhor do que eu imaginava. O autor conseguiu, com maestria, equilibrar cenas mais bem-humoradas e momentos de mais ação. E ainda sobra espaço para aprender sobre história, de uma maneira quase imperceptível. Essa alternância, mais a linguagem simples do livro, acabam tornando-o uma leitura rápida e divertida. Eu, literalmente, não senti o tempo passar. E, no fim, fiquei implorando por mais.

Humor, aventura, ação, história e viagens no tempo. O que mais alguém pode querer em um livro? "Um Motim No Tempo" é uma história leve, intensa e magnética, que faz rir e vibrar. Está mais do que recomendado para quem gosta de uma boa aventura.
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Marcos Pinto 26/01/2015

Uma boa aventura
Hoje a resenha será um pouquinho diferente, já que não farei aquele breve resumo inicial para a ambientação na obra. Afinal, a sinopse está enorme e mais do que completa. Tudo que eu possa falar já consta descrito acima. Então, me bastarei a analisar a obra.

O primeiro ponto que me chamou a atenção do livro é: viagem no tempo. Existe algo mais legal do que isso? Claro que não! Acho que todo leitor de livros fantásticos, em algum momento, já desejou que isso existisse. E é isso que encontramos nesse livro: Dak e Sera viajam no tempo para tentar arrumar o passado, fazendo com o presente seja melhor.

Porém, apesar de ser um livro que fale de viagem no tempo, não há nada muito complexo, pois ele é infanto-juvenil. Ou seja: os personagens são bem jovens e a narração é bem fácil, rápida e fluida. Quem é jovem vai adorar; quem é mais adulto, como eu, ficará desejando que esse livro tivesse sido lançado durante a sua infância.

“Dak Smyth era um nerd.
Ela já havia sido chamado de coisa pior, é claro. Bobalhão, esquisito, panaca, CDF – tudo o que se podia imaginar. Mas a palavra que as pessoas mais utilizavam para descrevê-lo era nerd. E ele se importava? Não” (p. 14).


O segundo ponto que mais me chamou a atenção foi a construção dos personagens. Apesar de ser um livro fino e para crianças e adolescentes, o autor soube trabalhar muito bem os protagonistas. Eles são excêntricos, engraçados e meio loucos; o que garante boas risadas e algumas horas de distração.

Entre Dak e Sera, os protagonistas da obra, preferi o primeiro. Um motivo simples: tirando a parte do queijo, consegui me enxergar perfeitamente no personagem. Ele tem praticamente os mesmos gostos que eu tive durante a adolescência, então posso dizer que eu incorporei o personagem e embarquei na aventura sem medo de ser feliz.

Não obstante, a parte visual do livro ajuda bastante para que a leitura seja rápida e proveitosa. A capa é muito bonita; a diagramação é ótima, com folhas amareladas e letras grandes e a revisão está perfeita. A editora está de parabéns para a construção do livro.

– Eu tenho um poeminha para você – interrompeu Dak. – Lá no pé daquele morro, passa boi, passa boiada. Me diz o que é que eu faço para você ficar de boca calada” (p. 115).

Sem dúvidas Um Motim no Tempo é uma excelente aposta para quem deseja uma leitura rápida e gostosa. Não será o melhor livro que você já leu; mas, como se trata de um livro juvenil, ele cumpre muito bem seu propósito. Certamente vale a leitura.

site: http://desbravadoresdelivros.blogspot.com.br/2014/12/resenha-um-motim-no-tempo.html
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tiagoodesouza 13/03/2013

Um motim no tempo | @blogocapitulo
Infinity Ring é uma série de sete livros escrita por autores diferentes. O primeiro e o último livro são escritos por James Dashner, autor da trilogia Maze Runner. Um motim no tempo vai contar a história de Dak Smyth e Sera Froste que precisam consertar as Grandes Fraturas da história mundial. Para isso, eles usam um dispositivo que lhes permite viajar no tempo - O Anel do Infinito. Mas não será fácil restaurar a história para o que realmente deveria ter sido. Uma organização poderosa está envolvida nos maiores acontecimentos mundiais que geraram as fraturas e não deixará que os garotos atrapalhem seus planos.

As fraturas são momentos significativos na história do mundo que deveriam ter acontecido, mas não aconteceram. No começo do livro, temos um mundo em que Colombo não descobriu a América. Envolvido em um motim, ele nunca chegou a realizar um dos maiores momentos da história ocidental. As reminiscências são, por sua vez, memórias inconscientes que as pessoas não lembram exatamente de ter vivido, mas sentem falta. E, portanto, são sinais de que algum momento da história sofreu uma fratura.

Eu achei o livro um pouco confuso no começo por conta das fraturas e das reminiscências. E, também, pela falta de explicação mais imediata sobre o poder que a SQ, tem sobre as pessoas. Ela é uma organização que quer dominar o mundo e, para isso, mudou fatos importantes da história mundial que geraram as fraturas. Para tanto, a SQ tem contado com um grupo chamado Guardiões do Tempo presente nos momentos definitivos da história mundial. Contrabalanceando esse grupo, temos os Guardiões da História que são responsáveis por documentar a história secreta para, em algum momento futuro, ela ser corrigida.

Os personagens são prodígios e isso os deixa fora da realidade. Dak é um fanático por História e Sera uma expert em questões científicas capazes de colocar qualquer universitário no chinelo.O fato de Sera conseguir concluir a criação do Anel do Infinito quando dois grandes cientistas não conseguem pode incomodar um pouco. Mas eu normalmente costumo relevar esses fatos, porque eu lembro de quando eu era garoto e gostava muito de me imaginar vivendo histórias normalmente impossíveis para uma criança comum viver. A narrativa flui de forma acelerada, pincelando alguns pontos que eu espero que sejam mais explorados e aprofundados nos livros seguintes.

A série é organizada pela editora Scholastic, que também produziu a série 39 Clues que tem a mesma mecânica de um livro escritor por um autor diferente. É um livro ótimo para quem gosta de História. Apesar de mostrar fatos que não aconteceram, a proposta de restaurar os acontecimentos pode despertar a curiosidade de quem lê e fazer com que busquem mais informações sobre eles. Além do mais, a série traz uma dinâmica bem interessante, envolvendo jogos onlines e outros conteúdos exclusivos. Recomendo!

- Dake, Sera, o mundo está todo errado. Ele saiu dos trilhos e nós precisamos da viagem no tempo para colocá-lo de novo na rota certa.
Pág. 83.

PS: o livro está em pré-venda em algumas lojas, com previsão de lançamento para 4 de abril. A série tem previsão de conclusão para o ano de 2014. Então, é claro, não será uma espera muito agoniante por continuação, né?
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