Nunca Coloque a Mão de um Cadáver na Boca

Nunca Coloque a Mão de um Cadáver na Boca Dana Kollmann




Resenhas - Nunca Coloque a Mão de um Cadáver na Boca


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Paulatictic 08/08/2011

é né
Quando eu vi a capa do livro pensei que era algo sobre um psicopata ou pelo menos algo do tipo, mas fiquei mais curiosa em ler depois que vi que era uma ex CSI que contava como foram seus anos como uma perita criminal, isso claro se deve ao fato de eu assistir a série CSI Las Vegas e gostar. Dana Kollmann trabalhou dez anos como uma como uma CSI e logo no começo do livro lemos o seguinte:


“Antes mesmo que você me pergunte, a resposta é não! Não, não, não, não é não! Não, você não consegue obter as impressões digitais deixadas numa pedra! Não, eu não assisto CSI! Não, os peritos criminais não interrogam suspeitos! Não, eu não tive interesse no caso O. J. Simpson! (...) Não, o laboratório criminal não atende somente a assassinatos e crimes de grande repercussão! Não, eu não usava minissaia e salto para trabalhar. (...)”


Ou seja, a autora nos esclarece que nem tudo é como vemos na televisão e que na vida real as coisas são um pouco diferentes. Bem, o livro é dividido em pequenas histórias que aconteceram na vida de Dana durante seus dez anos de trabalho, ela fala de situações surreais e isso inclui o nome do livro que é uma das coisas que aconteceu com ela, sim, ela colocou a mão de um cadáver na boca e o pior e que ficou grudada! Pois bem, imaginem então as outras histórias que ela conta, e cada uma mais surreal que a outra.
Eu achei o livro bom e a narrativa é interessante, para quem gosta do assunto acho que não poderia perder esse livro, mas para quem não gosta é melhor se manter afastado, como também é bom se manter afastado quem espera ler um bom suspense policial, por que disso não tem nada, acho que a autora preferiu partir mais para a parte cômica, por que escreve as situações que vivem de uma forma mais satirizada.
Agora eu vou falar do lado que eu não gostei. Eu me pergunto se ela teve algum dia aulas de psicologia ou nem precisa tanto, talvez de ética e respeito com o outro, sei lá, já que em minha opinião deveria ser importante, afinal ela se depara que pessoas que acabaram de sofrer algum tipo de situação difícil e ela entra em suas casas ou carros e revira tudo em busca de alguma evidencia. Sabe, falo isso por que eu achei que em alguns momentos ela se mostra completamente “ignorante” e até mesmo preconceituosa em relação a algumas pessoas que cruzaram o seu caminho, e achei isso um desrespeito. Tudo bem, que talvez ela deva ter criado uma maneira de distanciamento e a forma como ela ridiculariza algumas pessoas pode ser a maneira que ela lida com sua própria dificuldade, mas eu achei de muito mau gosto alguns trechos do livro, o que é uma pena, por que poderia ter sido melhor. Acho que por isso eu digo que não foi um livro que eu gostei muito, achei bom, talvez desse 2,5 de 5 pontos, é acho que daria isso mesmo.

http://paulatictic-dicasdelivros.blogspot.com
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Nadz 26/11/2011minha estante
Acho que eu gostaria de ler alguns contos do livro dela, algumas das histórias que ela viveu. Mas provavelmente não todas, como você eu acredito que fazendo tudo com respeito e tendo um bom conhecimento de como tratar as pessoas nos adianta muuuuito quilometros... e acho que o trabalho de qualquer polícia poderia ser melhor e menos árduo (no sentindo de brigas e dar voltas e voltas no mesmo lugar) se eles tivessem esses conhecimentos...




Vitor 05/07/2020

O lixo de alguém é um verdadeiro tesouro para um CSI
Esse livro estava na minha estante por muitos anos e nunca me senti pronto para ler. Agora que consegui, foi uma experiência muito boa. Dana Kollmann conta seus melhores casos e como é a vida de uma perita criminal nos Estados Unidos. 'Nunca Coloque a Mão de um Cadáver na Boca' é um livro bastante informativo e ao mesmo tempo - pode parecer estranho -, engraçado. A autora consegue passar sua experiência, com boas doses de humor, mesmo em situações complicadas. O mais inusitado é quando você descobre como ela chegou ao título do livro.
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Karla 04/10/2012

É um livro para distração, esperava ler mais coisas sobre casos, mas acho que a proposta dele foi realmente mostrar que os verdadeiros CSI não são esses super-heróis que são incrivelmente reconhecidos, são policiais que tem que atender coisas burocráticas e na maioria das vezes, acaba tendo que utilizar todo seu estudo, num caso extremamente "desnecessário".
Tinha coisas que eu realmente achei que não precisava estar no livro, o começo dele foi ótimo, mas depois foi desandando com coisas totalmente desnecessária, como por exemplo, como é nojento sentar no vaso sanitário, por isso ela fica agaixada.
Confesso que por um lado, foi bom, pois eu não pensava que existiam tantos casos de mortos já em decomposição e com diversas larvas, mas de qualquer forma, eu esperava mais profundida do livro.
Uma piada ou outra e seu humor um quanto negro em algumas ocasiões salvam o livro. E o menino no final do livro também.
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Rittes 27/07/2015

A morte como ela é
Muito interessante este livro. É a biografia de Dana Kollmann, perita criminal nos EUA, ou seja, uma CSI (Crime Scene Investigator) e suas peripécias num trabalho duro, sujo e que poucas pessoas gostariam ou quereriam para si. Ela é aquela profissional chamada para coletar amostras - que podem virar provas - em locais de homicídios, suicídios, acidentes, tragédias envolvendo várias vítimas etc. Um livro bem curioso, muito interessante e de leitura rápida. recomendo para quem gosta do assunto.
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Simone de Cássia 23/09/2017

Ego estratosférico!
Tema interessante, casos interessantes, livro chato. Talvez eu não tenha gostado é da autora e da sua forma enjoadinha de narrar. Ela me fez lembrar aquele colega de sala chato que toda hora interrompe com uma piadinha sem graça e comentários sem noção. Achei que o livro se limitaria a relatos de experiência vividas como CSI, mas, a autora resolveu contar casos dos micos que pagou por falar demais, dos gostos peculiares que tinha quando criança, dos hábitos familiares estranhos impostos pela mãe.. Se isso já não fosse por demais cansativo (e desinteressante), ela ainda "se acha" quando diz que as pessoas não sabem os sacrifícios que um CSI tem que fazer para servir à população (e por acaso todos nós não fazemos sacrifício para a realização de nossas tarefas?). Ela é mesmo sem noção quando diz que se ressente da falta de reconhecimento das pessoas e que gostaria de receber pelo menos uns "tapinhas nas costas" agradecendo o desempenho bem feito do trabalho... Mas, o grau máximo é quando ela "enche linguiça" escrevendo cartas fictícias de como acha que as pessoas poderiam escrever a um CIS para manifestar a tal gratidão que ela acha ter direito... "Vamos combinar" que o ego dessa autora é mesmo estratosférico... rs rs Tudo isso ofuscou o que poderia ser uma boa narrativa de curiosas experiências ... Não gostei!
Claudia 24/09/2017minha estante
Mas que mulher chaaaaaaata!!!! AFFFFFF


Simone de Cássia 24/09/2017minha estante
Nem pensei em te oferecer, Cláudia, porque sei que vc ia ferver de raiva dessa figura...


Claudia 24/09/2017minha estante
Acertou! :))))))


Tereza 28/09/2017minha estante
Aaaahhhh não!!! Sério? Só faltava... :(




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