O Diário de uma Submissa

O Diário de uma Submissa Sophie Morgan




Resenhas - O Diário de uma Submissa


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Namine 29/07/2019

Ótimo para quem quer descobrir mais desse universo
Com muita curiosidade comecei a ler o livro, já sabendo que é um tipo de biografia. Ele me entregou uma experiência de como ler o diário de uma pessoa, em alguns momentos senti que conversava diretamente com a própria Sophie, foi muito confortável.
As histórias dos relacionamentos, a própria rotina lidando tanto com a vida comum quanto com a sexual, e principalmente, as práticas BDSM sendo retratadas sem aquela romantização gigantesca por quem nem mesmo está inserido na prática.
Tudo fez com que minha leitura fosse ótima, recomendo para quem se interessa sobre o tema. Caso não, talvez não seja tão interessante, e talvez até seja incômodo pelas cenas descritas.
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Lola 11/11/2018

Renovante
Eu posso dizer que gostei do livro, porem tive a plena convicção que esta vida de masoquismo NUNCA sera minha praia, as coisas que a Sophie passa e gosta de passar narradas no livro são muito intensas, que eu duvidaria que as pessoas fossem capazes

O relacionamento dela com o Thomas foi o mais dificil de se ler, porem é uma boa leitura depois de alguma ressaca literaria.
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LauraPops 03/04/2017

Chocante!
Com certeza Sophie mostra que esse mundo sádico não é brincadeira e que não é nenhum romance melodramático, mas sim intenso e obscuro, um mundo sádico cheio de pessoas como eu e você, mas ainda assim com desejos tão intensos que podem deixar qualquer um arrepiado.
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Roberta Galdino 24/10/2016

O diário de uma submissa
The end... O diário de uma submissa! O que dizer desse livro... Antes de falar sobre ele vou falar sobre o meu ponto de vista, em relação aos livros estilo 50 tons... Assim que começaram a ser lançados eu li muitos... Os via como versões picantes dos livros que li durante a adolescência (os de banca). Embora eu não tenha conhecimentos aprofundados no assunto (BDSM), acredito que não é disso que se trata esses livros, como: 50 tons, peça-me, etc... confesso que me cansei um pouco deles, e uma coisa que me incomoda é que mesmo os livros teen, ultimamente tem descrições de cenas de sexo muito pesada. Mas enfim, resolvi ler O diário de uma sub, por ser um relato real... e caramba, a gente se pergunta como essa "louca" pode gostar disso? Gente não tem o ramantismo do 50 tons não, não tem os Audis e Dólares do Grey não... é apenas surras e humilhações! (Preconceito eu sei) Achei que ela entraria em coma kkkkk... Não tem como a gente não estranhar, sei lá, eu não costumo ser preconceituosa... mas o fato é histórico e vejo que a sociedade foi construída sobre uma base tradicional hierárquica, onde em algumas situações até o carro, é prioridade colocada antes da mulher... Muitas mulheres lutaram para que não fosse algo comum apanhar do pai e do marido. Então apanhar certamente não será nunca algo que me dará prazer... Mas o livro não fala apenas disso, ele fala sobre a vida da personagem que é bem comum, no cotidiano, faz-nos entender que isso é uma opção uma escolha que qualquer pessoa tem direito... e fim de papo! O que acontece em 4 paredes é da conta apenas da pessoa... enfim... apesar das cenas repugnantes, o livro proporcionou-me contributos para a formação de uma opinião, e isso valeu muito a pena... desse modo, pensando na construção da opinião eu recomendo....
Ana 03/03/2017minha estante
Desculpem, mas a parte em que a Sophie conhece James é quase um plágio do 50 Tons... as torcas de e-mails dos dois, a revirada dos olhos, a entrevista... o livro estava indo muito bem, mas quando chegou nessa parte, não senti veracidade na coisa toda....




endy.granville 26/08/2016

Jornalista independente, de 30 e poucos anos, Sophie Morgan não tem vergonha de admitir que tem gostos sexuais excêntricos. Entre quatro paredes — mas só entre quatro paredes, que fique claro desde o início —, ela gosta de ser submissa.

Desde bem jovem ela passou a notar que pensava bastante em sexo. Também percebeu o quanto algumas experiências inusitadas mexiam com ela de uma maneira profunda. Mas foi só na faculdade que ela começou a viver experiências consideradas fora do padrão e notar o quanto aquilo tudo lhe proporcionava um enorme prazer.

Depois de viver sua primeira relação sexual sadomasoquista, sem sequer saber direito classificá-la como tal, sente-se definitivamente atraída por esse novo mundo. E após um caso quente e revelador com seu amigo Thomas, é em James que Sophie encontra seu dominador verdadeiro e uma paixão que a leva a testar limites que nem ela mesma poderia imaginar.

Ela é uma mulher como outra qualquer, inteligente, carinhosa, sarcástica e que, como ela sempre faz questão de dizer, com uma família amorosa e presente. Mas muito cedo começou a perceber que seu interesse sexual não era tão convencional assim e aquilo que a excitava não era o que excitava suas amigas. Na verdade, tinha certeza de que as deixaria chocadas.

Mesmo gostando de ser submissa, Sophie precisa tomar cuidado ao externar essa faceta. Por receio de ser julgada, ela tem que saber muito bem com quem e como falar sobre isso. “Ser uma mulher submissa dá a sensação de algo politicamente incorreto, mas é minha escolha e eu tenho a liberdade de fazê-la”, diz, alertando para os estereótipos prejudiciais em relação aos que praticam o sadomasoquismo.
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Rachel 13/03/2016

Quando peguei esse livro, foi por impulso consumista, mas não me arrependi de forma nenhuma, adorei a forma crua como ela expõe a sexualidade dela como mais uma faceta da Sophie, não como uma condição para estabelecer um relacionamento, eu particularmente adorei, ele é muito melhor que várias adaptações sobre o tema que foram publicadas.

Agora vamos ao que interessa, ao livro, eu gostei muito dele de cara, primeiro porque eu me identifiquei com a Sophie, uma mulher comum com desejos diferentes. No começo do livro acompanhamos a história dela, sua infância, sua adolescência, sua família, e vamos descobrindo que a vida dela é igual a de tantas outras de nós, normal, sem grandes acontecimentos, ela é uma moça que batalha, trabalha e mora sozinha e descobre-se masoquista. Isso mesmo, Sophie gosta de sentir dor durante o sexo, e de ser humilhada, embora essa parte fique meio contraditória. Porque ela detesta ser humilhada, mas sente prazer em ser humilhada, se detestava por gostar e no meio desse turbilhão, vamos nós acompanhando a jornada de descoberta dela como submissa e do próprio BDSM como estilo de vida.

O bacana é que ela sabe que agora não tem volta e pauta suas escolhas para parceiros que também aceitem suas preferências. Torci muito por ela, acompanhei suas angústias, suas descobertas, seus medos. Sim porque além de tudo ela é metódica e perfeccionista, não aceita menos que o melhor, até mesmo em sua entrega a esse estilo de vida.

É um relato bem cru, em forma de diário e escrito a partir das vivências da Sophie. As cenas de sexo/ BDSM são facilmente imagináveis, algumas são mais fortes e algumas marcantes. A parte disso ela tem uma vida social, amigos e um trabalho que ama em um jornal local.

Recomendo a leitura para quem tem vontade de conhecer mais sobre o Universo BDSM, ela explana sua vivência como submissa e pessoa normal.
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Luciana Sabbag 28/12/2015

Eu nunca tinha lido nenhum livro dessa onda de eróticos-sadomasoquistas-best-sellers que começou com o sucesso de 50 Tons de Cinza (não li nem o próprio) e já sabia que podia esperar por uma grande babaquice literária.
Não preciso dizer que imaginei Marcelinho lendo O Diário de Uma Submissa do começo ao fim, né? Eu fico com muita vontade de rir desse linguajar erótico (posso parecer uma adolescente de 12 anos, mas, gente, é ridículo!).
O Diário de Uma Submissa é a história real da jornalista Sophie Morgan, que sempre teve tendências masoquistas (e resolveu contar ao mundo), desde que começou a descobrir sua sexualidade. Ela conta suas experiências sexuais desde a primeira vez que ganhou um tapinha na bunda e gostou. Ignorando o linguajar de "membro enrijecido", o começo do livro é bem legal, mas depois vai ficando repetitivo e entediante. Não há nenhuma surpresa: o primeiro relacionamento é igual ao último. O que muda é que, se o primeiro namorado gostava de bater nela com chibata, o último gostava de bater com vara, por exemplo. Mas a cada relação ela afirma ter tido o orgasmo mais intenso de sua vida. Preguiça define.
E essa submissão estúpida de fazer o que o cara manda até por telefone (quando ele não está vendo) dá uma raiva sem fim. "Nunca sofri tanta humilhação" - por que quis, né, fia? Zzzz.

Nota 2 de 5.
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luuh 29/10/2015

não gostei
puro porno

Leinha 15/01/2016minha estante
Ganhei de presente Diário de uma submissa e 50 tons de cinza, já dei pra quem gosta, pois levei em conta o gosto e o trabalho de quem escreveu. O resto, prefiro nem comentar.




Priscila 05/01/2015

Bacana...
Bom esse foi o segundo livro que li (eu acho) com conteúdo sexual, e ao ler a sinopse fiquei bastante interessada. Sem contar que se trata de uma história real, e isso é bacana por que a autora pode passar muito bem seus sentimentos e experiências com o sadomasoquismo. E com a dominação também.

A história é bacana, e a linguagem é extremamente pesada (mais uma vez, digo isso para quem ainda não leu o livro) e, claro, contém muito sexo. O que é bem natural nesses livross dessa categoria. O que também não é ruim. Sem deixar de mencionar também que tem um pouco de romance, por que Sophie se apaixona por James, que também é o seu dominador. Sophie experimenta, acredito eu, que todas as facetas do sadomasoquismo e ela gosta disso.

Bom o livro é bacana, acho que vale a pena a leitura.

Desculpem pela resenha curtinha, mas é que realmente 90% do livro é sexo (claro, pois é um livro de comportamento sexual), e é legal para que gosta desse tipo de livro.

site: http://resenhandobma.blogspot.com.br
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Belle 04/07/2014

Um acidente de trem.
Eu comecei esse livro de forma bem despretensiosa. O fato de a autora afirmar o tempo todo que ele é um relato pessoal e absolutamente sincero sobre as suas preferências me levou a esperar algo muito diferente do que eu encontrei. Desde a primeira página, a história me chocou e causou uma espécie de fascínio do tipo puta merda! Vem bomba por aí, mas, não consigo não virar as páginas. Em uma resenha altamente crítica que li sobre o livro, a menina o descrevia como um acidente de trem, que, de tão chocante, a gente não consegue parar de olhar (você pode encontrar essa resenha aqui: http://www.peixinhoprateado.com/2013/03/o-diario-de-uma-submissa-sophie-morgan.html), e, apesar de discordar dela em várias outras opiniões, essa frase é realmente perfeita para descrever esse diário.

Eu não quero me prender muito aos pormenores da história, porque você pode encontrar isso na sinopse, que é bem detalhada e já faz o que eu costumo fazer nas minhas resenhas, que é dar o panorama geral do que acontece ao longo da leitura, então, basicamente, o livro é o diário de uma mulher independente, bem resolvida e interessante, em sua busca pelo autoconhecimento. Ou seja, muitas de nós podemos nos identificar com a história de Sophie. Até certo ponto. Ela conta que teve uma infância feliz, normal e (ênfase aqui) sem traumas.

"Odeio estragar mitos, mas não há nenhum trauma profundo no meu passado nem a falta de nada nos meus anos de formação que agora exacerbem meu amor pela obscenidade." - pág. 10.

Sophie trilhou os passos naturais do sexo, mas, sempre se sentiu diferente, como se faltasse algo, até que teve sua primeira experiência envolvendo submissão e masoquismo, algo relativamente leve, mas, que serviu para lhe abrir um mundo de novas possibilidades. Desde então, ela foi, gradativamente, descobrindo o que mais a excitava. Com cada novo parceiro aumentando o nível de intensidade e de envolvimento, testando os limites dela como submissa e ajudando-a a se entender e se aceitar.

A questão é que, na maior parte do livro, nós não conseguimos perceber o quanto a Sophie é forte e tem personalidade, porque os relacionamentos dela são sempre muito contraditórios, com a parte racional dela odiando cada segundo de dor e humilhação, ainda que o seu corpo se sinta altamente excitado com tudo isso. O leitor tende a se sentir confuso, sem saber se ela ama ou odeia o estilo de vida BDSM. Entretanto, é já quase no final que temos a real dimensão do quanto ela gosta e aceita as próprias escolhas. E, talvez, esse momento seja o mais chocante de todo o livro, pois, para se aceitar, ela precisa abrir mão de algo realmente bom e bonito, porque ela sabe que não seria feliz de outro jeito, com um relacionamento convencional, do tipo baunilha. E, para aqueles que, como eu, estão acostumados com finais estilo 50 Tons, em que mesmo os personagens mais difíceis se adaptam aos parceiros para que o amor perdure, com certeza se sentirão incomodados e consternados com as escolhas da Sophie.

O que mais me impressionou nesse livro foi mesmo o fato de que ele é tido como um relato pessoal e não uma ficção. Durante a leitura eu ficava imaginando como as pessoas que fazem parte da vida da Sophie se sentiram ao saber de todos esses detalhes, ao se verem descritas nessas páginas e, principalmente, como ela se sente tendo sua vida tão intimamente invadida, ainda que com consentimento... E foi isso que me levou a desconfiar totalmente dessa ideia. Eu simplesmente não consigo conceber que alguém toparia se expor dessa forma, mesmo protegida por um pseudônimo. Contudo, há louco pra tudo. Que o diga Bruna Surfistinha...

Uma coisa que me incomodou profundamente e, basicamente, é o motivo de toda a história do acidente de trem, é que a Sophie não é apenas submissa e masoquista. Eu posso, tranquilamente, ler sobre alguém que goste de sentir dor, porque acredito que prazer e dor estejam intrinsecamente ligados, assim como amor e ódio; posso até não achar bacana ou particularmente prazeroso ser espancada até sangrar, mas, acredito que entenda quem gosta e aceito sem maiores julgamentos. Entretanto, no caso da Sophie, a coisa vai muito além. Ela não só curte espancamentos e outras torturas físicas bem pesadas, como também adora ser psicologicamente torturada e humilhada. E o pior é: ela odeia adorar e o quanto isso a excita.

"Ele tinha me pedido para fazer uma coisa que eu não achava que seria capaz de fazer. Não queria fazer. A ideia me deixou enjoada de humilhação e raiva. [...]
[...] A satisfação na voz dele era nítida e me deixou furiosa. Ele sabia que estava me pedindo que fizesse uma coisa que todas as fibras do meu ser diziam que não iam e que não podiam fazer." - pág. 63.

A humilhação foi o mais perturbador para mim durante toda a leitura, porque vai contra tudo o que eu acredito, em se tratando de sexo e vida pessoal. Ainda assim, o livro me deixou boas impressões. A escrita é boa e a narrativa é envolvente e, como eu já disse, fascinante. É um bom ponto de vista da prática BDSM, pelo que li dos comentários de alguns que se dizem praticantes. Mais realista e não surrealmente romantizado. Eu pretendo ler a continuação, Um Amor Submisso, porque preciso saber o desfecho dessa história, já que torci e sofri tanto pela Sophie com o final de O Diário de Uma Submissa.


site: http://www.itcultura.com.br/2014/05/o-diario-de-uma-submissa-sophie-morgan/
Dani 29/07/2014minha estante
"Eu posso, tranquilamente, ler sobre alguém que goste de sentir dor, porque acredito que prazer e dor estejam intrinsecamente ligados, assim como amor e ódio; posso até não achar bacana ou particularmente prazeroso ser espancada até sangrar, mas, acredito que entenda quem gosta e aceito sem maiores julgamentos. Entretanto, no caso da Sophie, a coisa vai muito além." Este trecho resumiu perfeitamente o que senti ao ler o livro. Alias, excelente resenha a sua!


Belle 31/07/2014minha estante
Obrigada, Dani! :)




Mara seidhom 11/05/2014

ornalista independente, de 30 e poucos anos, Sophie Morgan não tem vergonha de admitir que tem gostos sexuais excêntricos. Entre quatro paredes — mas só entre quatro paredes, que fique claro desde o início —, ela gosta de ser submissa. Desde bem jovem ela passou a notar que pensava bastante em sexo. Também percebeu o quanto algumas experiências inusitadas mexiam com ela de uma maneira profunda. Mas foi só na faculdade que ela começou a viver experiências consideradas fora do padrão e notar o quanto aquilo tudo lhe proporcionava um enorme prazer. Depois de viver sua primeira relação sexual sadomasoquista, sem sequer saber direito classificá-la como tal, sente-se definitivamente atraída por esse novo mundo. E após um caso quente e revelador com seu amigo Thomas, é em James que Sophie encontra seu dominador verdadeiro e uma paixão que a leva a testar limites que nem ela mesma poderia imaginar. Ela é uma mulher como outra qualquer, inteligente, carinhosa, sarcástica e que, como ela sempre faz questão de dizer, com uma família amorosa e presente. Mas muito cedo começou a perceber que seu interesse sexual não era tão convencional assim e aquilo que a excitava não era o que excitava suas amigas. Na verdade, tinha certeza de que as deixaria chocadas. Mesmo gostando de ser submissa, Sophie precisa tomar cuidado ao externar essa faceta. Por receio de ser julgada, ela tem que saber muito bem com quem e como falar sobre isso. “Ser uma mulher submissa dá a sensação de algo politicamente incorreto, mas é minha escolha e eu tenho a liberdade de fazê-la”, diz, alertando para os estereótipos prejudiciais em relação aos que praticam o sadomasoquismo. Sophie reconhece que o megasucesso da saga Cinquenta tons de cinza tem contribuído de forma expressiva para a popularização da prática sadomasoquista, mas garante que a última coisa que pretende ser é pervertida. Na vida profissional e social, ela é uma mulher responsável, competitiva, preocupada com suas contas e com algumas gordurinhas indesejáveis. Enquanto é teimosa e independente no dia a dia, tem um outro lado que só aflora quando confia no parceiro com quem vai jogar.
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Simone 27/04/2014

Interessante
O que diferencia esse livro de outros romances de temática BDSM é a forma mais realista e natural que é descrita aqui.

A personagem principal, Sophie, é uma mulher comum, jovem, com uma família normal, um emprego normal, como qualquer outra. Apesar de submissa na cama, ela não é nada submissa na sua vida. No livro, Sophie expõe sua intimidade ao revelar não só atos BDSM praticados, mas, principalmente, seu sentimento em relação à isso.

O que eu achei mais interessante foi justamente a forma como ela expõe toda a luta dela mesma com o que lhe era proposto e sua vontade de superar seus limites, apesar da dificuldade para fazê-lo. A forma como sua razão a dizia para não aceitar o que lhe era mandado, ao mesmo tempo em que seu corpo implorava para que ela aceitasse.
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Leinha 09/04/2014

Não gostei
Achei uma leitura vulgar, que não me acrescenta nada.
Leinha 15/01/2016minha estante
50 tons de cinza também. Ganhei de presente e dei para quem interessa-se por esse tipo de leitura. Realmente não me acrescenta em nada.




Lety 04/02/2014

É VERÍDICOOOO !!!!
PORNOGRÁFIA PURA
Trata-se de uma jornalista independente que tem vergonha de adimitir seus gostos sexuais!
Mas entre quatro paredes fica claríssimo que ela gosta de ser submissa....
E ainda é uma história real
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