A Luta Pelo Direito

A Luta Pelo Direito Rudolf von Jhering




Resenhas - A Luta Pelo Direito


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Gerson 31/05/2020

Um dos grandes filósofos do Direito, Ihering disserta nesta sua obra acerca da necessidade de uma incansável e inafastável luta pelo Direito, afirmando que os mecanismos criados pelo Estado para a defesa dos interesses gerais do indivíduo, do próprio Estado e da sociedade não devem ser jamais postos de lado, sob pena de enfraquecimento do Direito.
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Roberta Jornalista 30/05/2020

A Luta Pelo Direito
Livro essencial aos estudantes de Direito, especialmente aos iniciantes. Esclarecedor quanto à finalidade da Ciência Jurídica, bem como estimulante da conquista e defesa dos direitos dos homens. O autor propõe reflexões e ilustra os diversos modos com que algumas civilizações lidam com a justiça e a luta pelo Direito. Vale a pena a leitura! "Lute pelo Direito, mas no conflito entre Direito e Justiça, faça a Justiça". Jornalista Roberta Scarabucci.
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Ilanna 24/05/2020

Trata-se de um livro pequeno e de linguagem simples.
Em suma, trata-se de uma leitura acessível à todos, e foi essa a intenção do autor, Rudolf Von Lhering, um jurista renomado alemão, que decidiu trazer para esse livro a transcrição do discurso que o mesmo fez em 1872 na cidade de Veneza, sobre A Luta pelo Direito, depois do impacto e repercussão do discurso entre os ouvintes.
De acordo com Lhering o direito na maioria das vezes, não surge de forma pacífica, segundo ele o direito é o resultado de lutas, embates, esforço, o não conformismo. Como ele bem menciona em sua obra:
"a luta é o trabalho eterno do direito".
"(...) É somente lutando que obterás o teu direito."
Para Lhering se hoje gozamos de diretos, foi devido a luta e o sacrifício de outras pessoas.
Posso citar como exemplo, o direito ao voto, se hoje nós mulheres temos esse direito, é graças a luta das sufragistas.
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Lara 18/04/2020

Necessário a todos amantes e estudantes do direito
Apesar de ser uma leitura desafiadora para quem não está acostumando com o tipo de vocabulário, recomendo a leitura a todos aqueles que estão estudando direito, seja por um curso ou por simplesmente amá-lo. Mostra uma visão distinta do verdadeiro significado do Direito e é indispensável a todos os calouros na graduação desse curso.
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Ericaesteves 22/03/2020

A Luta pelo direito
Cada capítulo é uma reflexão sobre a lei, sua origem, seus princípios, a importância da luta pela lei.... gostei muito
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Thiago.Struzani 26/11/2019

Uma luta constante
Ihering, notável jurista alemão, leciona seu positivismo de maneira clara e objetiva para leigos e juristas.
Acredita que o direito não é uma teoria pura, mas uma força viva. Que não há conquista de direitos sem luta. Esta, por sinal, uma constante no cotidiano da sociedade civil. Defende que nenhum cidadão deve abrir mão da luta por seus direitos violados, afinal se todos abrirem mãos de seus direitos e não acreditarem na lei, a sociedade civil sucumbirá em caos e desordem.
Não a toa que Themis possui em suas mãos uma balança e uma espada, pois a espada sem a balança é força brutal, descontrolada; e a balança sem a espada é a impotência do direito.
Essencial para estudantes de direito.
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Rodrigo Bazzi Araujo 21/03/2019

Leitura Válida para todos os públicos.
Jurista ou não vale a pena ler esse livro. Se for estudante ou "operador do direito" - (não usem esse termo) é indispensável aborda temas conceituais e específicos que são muito uteis e esclarecedores, e tange questões imutáveis do direito. Se você for um humano normal leia-o também, não é tão técnico a ponto de você desistir. Ainda rola uma crítica social foda.
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TalesVR 26/02/2018

Apaixonante
Logo no 1° período do Ensino Superior fui introduzido a ''Teoria Pura do Direito'' de Hans Kelsen, onde me foi apresentada a ciência jurídica, impessoal e totalmente objetiva. Também tivemos toda a controvérsia acerca da definição do que seria o Direito, com indicações de leitura da professora Simone Goyard-Fabre e sua ''maturação semântica'' do termo. Ihering faz nesse discurso algo de apaixonante , ele consegue trazer subjetividade para algo objetivo, ao explicar o processo dos direitos como luta constante pela paz.

Penso, do alto da minha ainda ignorante vida acadêmica, ser esse um livro de leitura obrigatória. É um texto motivador que nos explica o processo de conquista dos direitos, porque eles e se mantem e o que acontece quando simplesmente o renegam. Trazendo as ideias contidas no texto ao Brasil atual é possível dizer que Ihering nos previu. Um povo apático aos seus direitos individuais não podem construir uma grande nação, é preciso lutar por eles pois assim estaremos lutando por todos.

''Quem rasteja como verme não pode reclamar de ser pisoteado.''
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Whesley Nunes 19/10/2017

Sem luta não há direito
A luta pelo Direito não foi escrita aos juristas, mas a toda a comunidade, acadêmica ou não, pois retrata a necessidade da luta constante para a preservação dos seus ideais e da justiça.

Ressalta-se, ainda, que embora seja uma obra publicada em 1982, ainda é contemporânea, visto que nos mostra que o ordenamento jurídico atual não surgiu instantaneamente, sem dor, sem ação, porém foi uma construção pelos homens e para os homens, sendo nós, membros da sociedade os protagonistas desse processo de elaboração e evolução. Ele é (ou deveria ser) a paridade entre a força e a brandura, entre a espada e a balança.

É importante destacar que a obra foi considerada como uma tese de moral prática e não uma tese de pura teoria jurídica, segundo suas próprias palavras.

Quanto ao seu objetivo foi alcançado, de fato, em função de sua apresentação clara, concisa e reflexiva das ideias centrais da obra. Um fator interessante a qual deve ser mencionado é que Ihering utiliza metáforas e metonímias, garantindo assim uma linguagem acessível e de fácil compreensão, mesmo aos leigos nos assuntos jurídicos, permitindo também uma aproximação do leitor na temática proposta.

Com este discurso, incentiva-nos a reagir à acomodação e a falsa neutralidade existente na sociedade, mostrando nossa responsabilidade como a(u)tores na construção de um ordenamento jurídico eficiente. Ademais, revela-nos a importância de cada indivíduo lutar pelo seu próprio direito, pois iremos em direção à duelar pelo direito de um bem comum, em prol de todo o povo.

Portanto, chega-se à conclusão que o ordenamento jurídico não é construído por mera vontade do legislador, sim construído diariamente por nós, em nossos conflitos cotidianos. A luta será eterna. A força social não morrerá!

Sem luta não há direito, assim como sem trabalho não há propriedade.

Whesley Nunes do Nascimento
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nathiilou 12/07/2017

Um livro de certa forma antigo, mas que aborda os problemas do Direito nos dias de hoje.
O autor nos mostra que Direito é luta, é movimento, é constante e saber.
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Manu 16/04/2017

Cito aqui as frases que mais me marcaram no livro.
"A ideia do direito encerra uma antítese que se origina nesta ideia, da qual jamais se pode, absolutamente, separar: a luta e a paz; a paz é o termo do direito, a luta é
o meio de obtê-lo."
"A luta não é, pois, um elemento estranho ao direito, mas sim uma parte integrante de sua natureza e uma condição de sua ideia"
"Todo direito no mundo foi adquirido pela luta; esses princípios de direito que estão hoje em vigor foi indispensável impô-los pela luta àqueles que não os aceitavam; assim, todo o direito, tanto o de um povo, como o de um indivíduo, pressupõe que estão o indivíduo e o povo dispostos a defendê-lo."
"Nessas duas direções o direito depara com uma resistência que deve vencer, e, em ambos os casos, deve triunfar ou manter a luta."
"O Estado não pode conseguir manter a ordem legal, sem lutar continuamente contra a anarquia que o ataca."
"O direito é como Saturno devorando seus próprios filhos; renovação alguma lhe é possível sem romper com o passado."
"Pode dizer-se de um direito obtido sem esforço o que se diz dos filhos da cegonha, — a raposa ou o abutre pode perfeitamente roubar-lhos, porém — quem arrancará facilmente o filho dos braços de sua mãe?"
"Qualquer que seja a solução, deverá fazer sempre um sacrifício; — ou sacrificará o direito à paz ou a paz ao direito."
"Resistir à injustiça é um dever do indivíduo para consigo mesmo, porque é um preceito da existência moral; — é um dever para com a sociedade, porque esta resistência não pode ser coroada com o triunfo, senão quando for geral."
"O homem sem direito desce ao nível dos brutos, assim os Romanos não faziam mais do que deduzir uma lógica consequência desta ideia, quando colocavam os escravos, considerados sob o ponto de vista do direito abstrato, ao nível do animal."
"Toda a injustiça não é, portanto, mais que uma ação arbitrária, isto é — um
ataque contra a ideia do direito."
"A força do direito descansa como a do amor no sentimento, e a razão não o pode substituir quando aquele impera."
"Direito é a condição da existência moral da pessoa, e mantê-lo é defender a sua própria existência moral."
"A defesa do direito é um ato da conservação pessoal e, por conseguinte, um dever daquele que foi lesado para consigo mesmo."
"O meu direito é o direito inteiro; defendendo-me, defendo todo o direito que foi lesado
ao ser lesado o meu direito. O direito pessoal não pode ser sacrificado, sem que a lei o seja também."
"A luta é o trabalho eterno do direito."
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Gabriel 09/04/2017

INDISPENSÁVEL
Leitura indispensável aos acadêmicos. A passagem sobre o mercador de Veneza é inesquecível.
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Victor 16/12/2016

IHERING, R. V. A luta pelo direito. São Paulo: Martin Claret, 2009.
"Num semelhante caso, querer dissuadir uma parte de um processo fazendo-lhe ver as despesas e as outras consequências, como seja a incerteza do resultado, constitui um erro psicológico; porque não se trata para esse contendor de uma questão de interesse, mas da lesão de seu sentimento jurídico." (p. 42)

"(...) a propriedade não é mais que a periferia da minha pessoa estendida aos objetos." (p. 54)

"A excitabilidade do sentimento jurídico não é a mesma entre todos os indivíduos; diminui ou aumenta na medida segundo a qual um indivíduo, uma classe ou um povo, considera o direito ou uma instituição de direito como uma condição moral de sua existência." (p. 57)

"Aqui atingimos assim o ponto culminante ideal da luta pelo direito. Partindo do motivo vulgar do interesse, elevamo-nos ao ponto de vista da conservação moral da pessoa, para atingir, afinal, o da cooperação do indivíduo na obra comum da realização da ideia do direito." (p. 66)

"O dinheiro não constituía portanto o fim, mas unicamente o meio de atingir esse fim." (p. 86)
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tayna 26/08/2016

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Luís Fernando 08/02/2016

Um clássico para todos
Um clássico do Direito, sem dúvidas. O autor Von Ihering, é um jurista fora de época, sua visão acerca da prática do Direito e sua aplicabilidade é louvável.
A respeito dessa obra, a qual não foi elaborada apenas para os juristas, tornando-se um livro recomendado para todos - um livro que deveria ser lido por todos e, de preferência, no período de formação do indivíduo, ou seja, na base educacional -, o autor chama o leitor para fazer reflexões acerca de sua essência como ser humano, de sua responsabilidade para com si próprio e com os demais.
Confesso que apenas uma leitura desse livro não será o suficiente para extrair todos os valores presentes na obra, mas garanto que é um divisor de águas para aqueles que buscam entender o valor da luta pelo seus direitos.
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