A Luta Pelo Direito

A Luta Pelo Direito Rudolf von Jhering




Resenhas - A Luta Pelo Direito


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Thainan ~ 19/10/2011

A essência do direito é a realização prática!

O livro ‘’ A luta pelo direito’’ pode ser considerado um divisor de águas na vida de um acadêmico de direito, as palavras escritas á séculos atrás nos faz impar mesmo hodiernamente. Não me surpreendo ao saber que este pequeno grande livro tenha virado um clássico, pois através das fortes e passionais palavras de Ilhering, nos deparamos com a realidade e nos erguemos como cidadãos e detentores de direitos.
A luta pelo direito no campo subjetivo, que é entendida como a faculdade de fazer valer o seu direito objetivo, é o tema escolhido pelo autor e defendido com afinco pelo mesmo, a busca pelo direito torna-se imprescindível, pois se isso não ocorrer do que adianta a lei ou o costume o garantir? O direito é um fenômeno social que transmite a vontade de uma determinada sociedade, por isso é importante defende-lo, para que possamos encontrar no ordenamento vigente nossas necessidades e valores fundamentais, pois ele não é apenas uma ciência pura, mas uma força viva, adquirida através da luta e da manifestação das vontades.
A pessoa que se porta de forma passiva diante do desprezo de seu direito terá que conviver com os abusos que o atingirão, como dito pelo autor: ‘’ Aquele que anda de rastro como um verme nunca deverá queixar-se de que foi calcado aos pés’’. Resistir à injustiça não é buscar apenas restituir aquilo que é seu, mas é, também, a constante conservação de sua moral.
Se uma sociedade não lutar pelo direito estará cometendo uma traição contra a causa comum, fazendo com que o inimigo cresça e a lese em sua totalidade. Usarei um trecho do livro para exemplificar isto: ‘’ Quando mil homens têm de dar combate, o desaparecimento de um só pode passar despercebido; mas quando cem abandonam a bandeira, a posição dos fiéis torna-se cada vez mais crítica’’. Portanto quem defende o seu direito estará defendendo a sociedade e quem defende a sociedade estará defendendo o seu direito.
Somos seres políticos e sociais e o direito nos serve. Segundo Thomas Hobbes o ''homem é o lobo do próprio homem'' a partir disto nem precisamos indagar como seria a vida em sociedade sem as ciências jurídicas, pois está não existiria. O direito deve ser o bem mais precioso de uma sociedade e somente através da luta chegamos à consecução dos objetivos, sejam eles coletivos ou individuais, por exemplo, se cada um de nós lutarmos por uma nação mais justa e igualitária, sem duvida a teremos. Por fim utilizo as palavras de Rudolf Von Ilhering '' Cada povo, com efeito, está entregue a si próprio''.

gostaria de transcrever o melhor parágrafo do livro;D

'' A paz é o fim que o direito tem em vista, a luta é o meio de que se serve para conseguir. Por muito tempo pois que o direito ainda esteja ameaçado pelos ataques da injustiça - e assim acontecerá enquanto o mundo for mundo - nunca ele poderá subtrair-se à violência da luta. A vida do direito é uma luta: luta dos povos, do Estado, das classes, dos indivíduos.''

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Annie Mucelini 07/05/2010

Ihering é, sem dúvida, um apaixonado. Em seu livro de poucas páginas e linguagem acessível, transmite sua paixão inflamada. "A força do direito reside no sentimento, assim como a força do amor, mas quando o sentimento está ausente, impossível substituí-lo pelo conhecimento e pela inteligência." (59)
(...)
Por toda sua linguagem apaixonada, e também pelo tema de 'luta', o livro remete a um discurso, como os que acontecem aqui na praça vez e outra, incitando as pessoas a agirem ou deixarem de agir de determinada maneira. Lutar por determinada causa.
A luta de Ihering é pelo direito. Seu discurso incita às pessoas a não abandonarem suas causas, não negligenciar seu próprio direito. Entre outros argumentos, o autor diz que o direito é condição de vida moral da pessoa, a defesa do direito é um ato de autoconservação moral.
Vai mais longe ainda, dizendo que aquele que negligencia seu direito está abandonando a luta da sociedade, pois a luta pelo direito extrapola a esfera individual. Como a regra contratual que pode ser tacitamente desprezada quando nenhuma das partes a reclama, o direito se perde aos poucos quando cada pessoa abandona sua luta. "Quem quer que usufrua as vantagens do direito deverá cooperar para manter a força e o prestígio da lei, ou em outras palavras, cada um nasce como combatente pelo direito, no interesse da sociedade."

Resenha completa em http://pirralhanauniversidade.blogspot.com
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Mara Vanessa Torres 24/06/2009

Relevante.
Um panorama geral da conquista humana na elaboração de leis. Para os mais apaixonados, um manual de inspiração.
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Gabriel 09/04/2017

INDISPENSÁVEL
Leitura indispensável aos acadêmicos. A passagem sobre o mercador de Veneza é inesquecível.
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Ash 21/03/2014

Inspirador.
"Antes fazer abertamente injustiça a cem credores do que correr o risco de ser muito rigorosas (as leis) para um só devedor".
É nisso que se funda todo o nosso direito atual, tanto na esfera criminal aos adeptos do Direito Penal Mínimo, como nas causas cíveis com o devedor que não possui bens e fica-se por isso mesmo.
Falta-nos a consciência do direito, a indignação pela transgressão do certo.
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Tarik 12/01/2016

Um despertar
"A luta é o trabalho eterno do direito. Se é uma verdade dizer: — Comerás o teu pão com o suor da tua fronte, — não o é menos acrescentar também: — É somente lutando que obterás o teu direito. Desde o mornento em que o direito não está disposto a lutar sacrifica-se, e assim podemos aplicar-lhe a sentença do poeta: É a última palavra da sabedoria Que só merece a liberdade e vida Aquele que cada dia sabe ganhá-las."

A obra de Ihering, suas palavras inflamadas pela paixão genuína que deve possuir um defensor do direito, nos abrem os olhos, lançando luz à a triste realidade vivida pelo nosso direito brasileiro atual, que privilegia sempre o devedor ou o transgressor à custa do credor ou da vítima; em que as pessoas são encorajadas a aceitar todo o tipo de injustiça e a "deixar pra lá" as ofensas sofridas ao seu direito e à sua honra; No qual a corrupção revela raízes cada vez mais profundas que irradiam do nosso cenário político até a nossa esfera pessoal.

A principal lição que o autor nos deixa é que um povo composto de pessoas que valorizam e defendam o seu direito na esfera individual se torna forte tanto contra ameaças externas como contra as internas.

"A verdadeira escola da educação política não é para o povo o direito público, mas o direito privado; e, se quirermos saber como uma Nação defenderá em um dado caso os seus direitos políticos e a sua posição internacional, basta saber-se como o indivíduo defende o direito pessoal na vida privada."

Daí entendemos o motivo de o nosso país tolerar tanta corrupção... Quanta tristeza não causaria a Ihering saber que, pouco mais de um século depois de sua obra ter sido publicada, se poderia dizer dos habitantes de um país do outro lado do oceano que eles não tem o mínimo de indignação com relação à corrupção; indignam-se, porém, por não participar dela...

Quando a luz irradia e atinge olhos que há muito estavam acostumados à escuridão, ela causa dor, agonia, e uma irresistível vontade de fechar os olhos e voltar ao conforto da escuridão. Creio que é o que muitos de nós deve sentir ao ler essa obra. Devemos, porém, resistir a essa vontade e manter os olhos bem abertos a tudo que está acontecendo em nosso atual cenário político.
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Cacá 24/03/2010

"A luta pelo direito é a poesia do caráter"

Essa citação do livro define tudo.
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luckinrio 27/03/2010minha estante
E depois dos acontecidos com o caso Isabella, faz todo o sentido... ;)




Luís Fernando 08/02/2016

Um clássico para todos
Um clássico do Direito, sem dúvidas. O autor Von Ihering, é um jurista fora de época, sua visão acerca da prática do Direito e sua aplicabilidade é louvável.
A respeito dessa obra, a qual não foi elaborada apenas para os juristas, tornando-se um livro recomendado para todos - um livro que deveria ser lido por todos e, de preferência, no período de formação do indivíduo, ou seja, na base educacional -, o autor chama o leitor para fazer reflexões acerca de sua essência como ser humano, de sua responsabilidade para com si próprio e com os demais.
Confesso que apenas uma leitura desse livro não será o suficiente para extrair todos os valores presentes na obra, mas garanto que é um divisor de águas para aqueles que buscam entender o valor da luta pelo seus direitos.
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Mabel 19/09/2013

E se você não lutar por você, vai ficar aí parado fazendo o quê? Todo cidadão deveria ler esse livro.
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Whesley Nunes 19/10/2017

Sem luta não há direito
A luta pelo Direito não foi escrita aos juristas, mas a toda a comunidade, acadêmica ou não, pois retrata a necessidade da luta constante para a preservação dos seus ideais e da justiça.

Ressalta-se, ainda, que embora seja uma obra publicada em 1982, ainda é contemporânea, visto que nos mostra que o ordenamento jurídico atual não surgiu instantaneamente, sem dor, sem ação, porém foi uma construção pelos homens e para os homens, sendo nós, membros da sociedade os protagonistas desse processo de elaboração e evolução. Ele é (ou deveria ser) a paridade entre a força e a brandura, entre a espada e a balança.

É importante destacar que a obra foi considerada como uma tese de moral prática e não uma tese de pura teoria jurídica, segundo suas próprias palavras.

Quanto ao seu objetivo foi alcançado, de fato, em função de sua apresentação clara, concisa e reflexiva das ideias centrais da obra. Um fator interessante a qual deve ser mencionado é que Ihering utiliza metáforas e metonímias, garantindo assim uma linguagem acessível e de fácil compreensão, mesmo aos leigos nos assuntos jurídicos, permitindo também uma aproximação do leitor na temática proposta.

Com este discurso, incentiva-nos a reagir à acomodação e a falsa neutralidade existente na sociedade, mostrando nossa responsabilidade como a(u)tores na construção de um ordenamento jurídico eficiente. Ademais, revela-nos a importância de cada indivíduo lutar pelo seu próprio direito, pois iremos em direção à duelar pelo direito de um bem comum, em prol de todo o povo.

Portanto, chega-se à conclusão que o ordenamento jurídico não é construído por mera vontade do legislador, sim construído diariamente por nós, em nossos conflitos cotidianos. A luta será eterna. A força social não morrerá!

Sem luta não há direito, assim como sem trabalho não há propriedade.

Whesley Nunes do Nascimento
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Serivaldo 01/06/2013

Lutar sempre
Esta obra do jurista alemão, Rudolf von Ihering, foi publicada em 1872, fruto de uma conferência na Sociedade Jurídica de Viena, numa versão bastante ampliada e adaptada a um círculo de leitores menos restrito, segundo prefacia o autor.
O autor inicia este clássico opúsculo especificando que “o fim do direito é a paz, o meio de que serve para consegui-lo é a luta”. Somente por intermédio da luta dos povos, dos governos, das classes sociais, dos indivíduos, os direitos da humanidade foram conquistados.
Ao longo do tempo o direito representa os interesses individuais e de classes sociais e não é possível alterá-lo sem que sofra um ataque. Quem questiona as normas ou as instituições jurídicas existentes declara guerra a todos esses interesses, numa luta que pode durar séculos.
Segundo Ihering todas as grandes conquistas da história do direito, como a abolição da escravatura e da servidão, a livre aquisição da propriedade e a liberdade de consciência, só puderam ser alcançadas através de séculos de lutas intensas e ininterruptas.
Ihering afirma que o amor que um povo dedica ao seu direito e a energia despendida na sua defesa são determinados pela intensidade do esforço e do trabalho que ele lhe custou.
A luta pelo direito deve se repetir em todas as áreas do direito, no privado no público e no internacional. “Um povo que não reage quando o vizinho lhe arrebata um quilômetro quadrado de seu solo acabará perdendo todas as suas terras”. Assim como um indivíduo que se defende contra um ultraje a seu direito “visa um objetivo ideal: a afirmação de sua própria pessoa e do seu sentimento de justiça”. Com isso a resistência contra uma afronta ao nosso direito deve constituir-se de um dever.
O autor desenvolve duas proposições, a de que “a luta pelo direito é um dever do indivíduo para consigo mesmo” e “a defesa do direito constitui um dever para com a comunidade”.
A luta pelo direito deve ir além dos interesses individuais, da defesa da personalidade e das condições éticas de sobrevivência, deve existir uma luta pelo direito do Estado e da nação, pois esta é a soma dos indivíduos que a compõem, visto que o homem que luta pelos direitos do Estado é o mesmo que luta pelos seus próprios direitos.
Ihering conclui que “a luta representa o trabalho externo do direito. Sem luta não há direito”.
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Francini Aguiar EeP 09/07/2013

A ideia principal do livro é a de que a lei é uma luta. O autor defende que a justiça não vem reparar tão somente o prejuízo monetário da injustiça, mas o sentimento do direito legal, o sentimento de que seus direitos estão sendo cumpridos, que a justiça é feita, que o responsável pela injustiça está pagando. Para embasar esta teoria ele cita exemplos como o homem que teve um objeto roubado e se confortou por perceber que o ladrão não saberia usá-lo ou do autor da execução que recebe oferta do juiz de restituição do próprio bolso (devido ao valor tão pequeno que não compensaria o dispêndio de tempo) e não aceita, pois quer que o culpado arque com o prejuízo.

Segundo, Rudolph Von Jhering, a lei não ocorre naturalmente, a justiça não é uma resposta natural quando algo de injusto ocorre. A lei é uma luta! Deve-se lutar pela lei, pelo direito. Ser atacado em seus direitos e não reagir é acovardar-se. Deve-se manter o sentimento de direito legal e lutar pela lei, cada indivíduo deve lutar a cada dia para que seu direito não seja ferido impunemente.

O posicionamento exposto no livro é excessivamente complexo para ser resumido de forma tão simplória, mas correndo o risco da superficialidade, exponho minha opinião:

Ao meu ver, o autor é bem radical por um lado, mas não deixa de ter razão. A tese formulada é fantástica, por um lado temerária (sempre mantenho um pé atrás com o radicalismo na defesa dos direitos, normalmente se esquece que o atacado também tem os dele), mas, de modo menos incisivo, concordo com Jhering. Concordo que cada indivíduo tem o dever de lutar pela lei, pela justiça, iniciando na sua esfera, pelos seus direitos individuais.

Vale muitíssimo a pena cada segundo gasto na leitura. Recomendadíssimo. Nota 10.

site: http://espeloteadaepatricinha.blogspot.com.br/2013/06/a-luta-pelo-direito-rudolph-von-jhering.html
Barbara.Bittencourt 28/03/2019minha estante
qual a relação do livro a luta pelo direito com o direito internacional?




nathiilou 12/07/2017

Um livro de certa forma antigo, mas que aborda os problemas do Direito nos dias de hoje.
O autor nos mostra que Direito é luta, é movimento, é constante e saber.
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Saga Literária 12/01/2016

Devemos lutar!
Resenha#20: O autor inicia sua obra explicitando que o objetivo do Direito é propriamente a busca pela paz, não limitando-se apenas no campo da teoria, mas buscando lutar de fato se necessário e somente através da luta é que se dá vida ao direito, esclarecendo que a luta não é da injustiça contra o direito, e sim do direito contra toda a injustiça.

Para o autor, não há Direito no mundo que tenha surgido e se estabelecido, sem que tenha ocorrido algum tipo de luta anterior, defendendo que nossos antepassados em dado momento, através da luta, da força, impuseram o reconhecimento dos direitos em face aos que negavam os mesmos, desta forma para que ocorresse grandes conquistas na seara do direito, foi necessário lutar por elas, sendo este o caráter que torna o direito uma luta que almeja conquistar a paz.

Devemos ler a palavra direito e interpretá-la com duplo sentido, em um primeiro momento, pelo sentido objetivo, direito traduz-se e é classificado como um conjunto de normas jurídicas vigentes, criadas e aplicadas pelo Estado à sociedade.

Pelo prisma da subjetividade, é a característica inerente ou adquirida pelo sujeito, ou seja, muda muito conforme a pessoa, o indivíduo.

Esta obra foi fruto de uma conferência na Sociedade Jurídica de Viena, publicada no ano de 1872, Ihering defende ainda que a luta pelo Direito, não deve abster-se ao campo da individualidade, dos direitos conhecidos como individuais, mas sim em todas as áreas que permeiam o direito, como o direito privado, o público e o direito internacional como exemplos.

"Um povo que não reage quando o vizinho lhe arrebata um quilômetro quadrado de seu solo acabará perdendo todas as suas terras". Assim como um indivíduo que se defende contra um ultra a seu direito "visa um objetivo ideal: a afirmação de sua própria pessoa e do seu sentimento de justiça". Desta forma a resistência diante de uma afronta ao nosso direito deverá constituir-se de um dever.

Obra de linguagem simples e apaixonante, de fácil compreensão dos conceitos do direito, mesmo para aqueles que não estão habituados com o tema, leva-se em conta que o autor tenta nos vender a ideia e convencer que é necessário engajar na luta pelo direito.

www.facebook.com/asagaliteraria.

site: www.sagaliteraria.com.br
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Mah 05/09/2011

A Luta pela Autoconservação Moral
Um ótimo livro. Recomendo-o não somente aos estudantes de Direito, mas a todos que se interessem pela luta de seus direitos. As ideias do autor são excelentes e inspiradoras... uma leitura que vale realmente a pena.
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