Terra do Céu Aberto

Terra do Céu Aberto Linda Lael Miller




Resenhas - Terra do Céu Aberto


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Janise Martins 10/02/2018

Terra do Céu Aberto
Que livro é uma canseira louca para se ler. Linda Lael Miller escreve, escreve, escreve e não sai do lugar. E ainda assim não temos uma descrição boa dos personagens nem noção das datas.
O xerife Slader nunca foi reconhecido pelo pai, mas depois que morreu deixou metade de tudo que tinha, e não era pouco, para ele e a outra metade para Hutch, o filho legítimo. Os dois não se dão muito bem, mas todas as vezes que a escritora colocou eles juntos, eles sempre se acertaram e não houve grandes conflitos entre irmãos.
Joslyn está de volta a cidade depois de alguns anos. O padrasto dela lesou muitas pessoas e foi preso por isso, mas a songa monga se sente responsável. Ela teve um namorico com Hutch na adolescência e hoje são só amigos. Slader nunca foi próximo dela. Mas agora com ela de volta eles se sentem super atraídos. O chato é que eles quase não se falam, e quando se falam Joslyn está sempre irritada, coisa chata sem fundamento. Eles não conversam nada profundo, nem têm trocas de olhares, nada, nada que nos convença que eles devam ser um casal.
Uma escrita que não diz nada, não convence nem cativa. Um livro enfadonho cheio de palavras. Leia a sinopse, é mais emocionante.
E foi isso.
Bjoo.



site: http://janiselendo.blogspot.com.br/2016/12/terra-do-ceu-aberto.html
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Momentos da Fogui 15/10/2016

Momentos da Fogui
Leia a resenha no blog:

http://foguiii.blogspot.com.br/2015/05/serie-big-sky-01-terra-do-ceu-aberto.html

site: http://foguiii.blogspot.com.br/2015/05/serie-big-sky-01-terra-do-ceu-aberto.html
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@APassional 22/01/2015

* Resenha por: Elis Culceag * Arquivo Passional
Terra do Céu Aberto é o 1º livro da Série Parable, Montana e nos conta a história de Slade Barlow e Joslyn Kirk, um homem e uma mulher que desejam de alguma forma reafirmar seus papéis enquanto cidadãos e tomar nas mãos as rédeas de seus próprios destinos, que até então foram ditados pelas más escolhas de outras pessoas.

O xerife Slade Barlow tem 35 anos e carrega o estigma de ser o filho bastardo de um fazendeiro rico da região. Seu "pai", John Carmody, não deu apoio à sua mãe quando ela engravidou, jamais assumiu o bebê e casou-se com outra mulher, gerando um filho chamado Hutch Carmody. Por tudo isso, o espanto foi enorme na hora da leitura do testamento do velho Carmody, que deixou a metade de seus bens para Hutch (o filho legítimo) e a outra metade para Slade (o bastardo). Enquanto Slade fica confuso, pois o pai jamais o reconhecera em vida, Hutch quase enlouquece, pois ama a fazenda na qual foi criado e pela qual é responsável. Hutch oferece uma oferta de compra à Slade, mas os dois possuem uma rixa desde crianças e Slade reluta em vender a sua parte, mesmo sabendo que conviver com o "irmão" no rancho seria impossível.

"Os irmãos se encontravam parados a poucos centímetros de distância, encarando um ao outro. Os cavalos relinchavam e resfolegavam, as aves chilravam nos galhos das árvores, peões se encaminhavam às tarefas da manhã. Tudo parecia normal, mas um silêncio tenso e muito pessoal se esticava entre Slade e Hutch."

Paralelamente a isso, conhecemos Joslyn Kirk, uma mulher que nasceu e foi criada com todas as mordomias que uma família rica poderia oferecer, mas cujo castelo de areia desmoronou aos 17 anos, quando o padrasto foi preso por lesar financeiramente boa parte das pessoas da cidade. Muitos anos se passaram desde que Joslyn, sua mãe e a governanta tiveram que fugir de Parable na calada da noite, mas ela sempre carregou um sentimento de culpa pelo que aconteceu, porque acha que a ganância desmedida do seu padrasto teria sido gerada pela necessidade de manter o padrão de vida elevado que a família desfrutava. Agora, Joslyn retornou à cidade com o objetivo de reparar o passado e refazer a sua vida, no local que sempre considerou o seu verdadeiro lar.

"Afinal, o orgulho era a única coisa que lhe restara. Deixara tudo para trás como uma pele extra, o negócio, o emprego, o apartamento em Phoenix com todos os móveis cuidadosamente escolhidos, tudo para poder pagar as dívidas de outra pessoa. (...) e rumara para Parable com seu carro de segunda mão, sem ter ideia do que esperar."

Slade e Joslyn nunca foram amigos, eles frequentavam grupos sociais diferentes quando jovens, embora ele sempre tenha ficado de olho naquela garota inalcançável, a antiga namoradinha do irmão. Mas desde o retorno de Joslyn à cidade, eles tem se visto e conversado muitas vezes, a atração entre os dois é enorme e promete ser explosiva, motivo pelo qual ambos mantém um pé atrás quando estão juntos, estudando o terreno onde pisam, com receio de dar um passo além. A relação é construída devagarinho, esquentando em fogo baixo...

Terra do Céu Aberto é uma história bonita e bem escrita, um romance de banca que não deixa nada à desejar aos romances de livraria. Nela, acompanhamos o surgimento de um forte amor entre o casal protagonista, enquanto desenrolam-se os conflitos entre os dois irmãos cabeças-duras, ao mesmo tempo em que os demais habitantes da cidade são apresentados, inclusive os mocinhos e as mocinhas que irão protagonizar os próximos dois volumes da série.

Adorei a escrita da autora, Linda Lael Miller não inventa amores instantâneos ou conflitos mirabolantes para fazer "render" o romance, mas opta por desenvolver muito bem todos os personagens criados, focando na rotina do casal principal sim, mas também revelando ao leitor as características, conflitos e sonhos dos personagens coadjuvantes, enriquecendo dessa forma o enredo. Até o cachorro do Slade e a gatinha da Joslyn são bem caracterizados, os bichinhos são uns fofos!

A história possui um final fechado, assim como os próximos volumes da série, porém aconselho que os livros sejam lidos na ordem correta, pois importantes conexões ou interações entre os personagens acontecem desde o início. O próximo volume traz o zangado Hutch como protagonista e estou bastante curiosa pra saber se ele será enfim "domado". Recomendo!

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 20/01/2015.

site: http://www.arquivopassional.com/2015/01/resenhade-banca-terra-do-ceu-aberto.html
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Fogui 24/07/2013

Big Sky Country
Big Sky 1/5
Terra do Céu Aberto
Linda Lael Miller
H.R. Romance 73
2013

Meu Deus!!!

Senhor da Glória!!!

Esse xerife Slade é um pedaço de mau caminho. Além de lindo e gostoso, ele é do tipo caladão que só fala o estritamente necessário.

Com certeza esses são os melhores, pois agem em vez de falar.

Joslyn à princípio me pareceu muito insegura. Mas com Slade ao seu lado, ela ficou bem desinibida.

Sem dúvida a estória é ótima e todos os personagens são maravilhosos.

ADORO!!!

RECOMENDADÍSSIMO!!!
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Cris Paiva 01/02/2013

Tem muita gente que reclama dos livros da Linda dizendo que não acontecem nada neles, mas eu gosto do jeito dela de escrever. O romance toma o seu tempo para acontecer e amadurecer, os personagens não vão pulando na cama cinco minutos depois de se conhecerem, eles são mais “gente como a gente”.

Slade e Hutch são meio-irmãos que mal se bicam e agora os dois tem de dividir a herança deixada pelo pai, inclusive o rancho. Slade, o xerife da cidade, na verdade está pouco se lixando para o rancho, ele só hesita em vender a parte dele para espezinhar o irmãozinho.
Joslyn saiu da cidade fugida, quando era adolescente, por conta de um golpe que seu padrasto deu nos cidadãos, e anos depois ela volta tentando corrigir os erros dos outros, e não é bem aceita na cidade. Os dois são unidos por causa de um cachorro fujão, que pertencia ao falecido pai de Slade, e que decide que de agora em diante é propriedade do xerife.
Slade é meio caladão, ele é um homem que pensa muito e fala pouco, tem uma enteada rebelde para cuidar, e logo de cara fica caidinho pela Joslyn. Ela, por conta dos vários problemas que carrega não está muito a vontade em arrumar mais um para a sua vida, e se sente mais a vontade conversando com a gata prenhe que apareceu na sua porta do que com o cowboy bonitão.
Pra piorar tudo um pouquinho o Hutch decide jogar um pouco de pimenta na relação e meio que “dá em cima” da mocinha, apesar de ser apaixonado pela melhor amiga da Jos, a Kendra.
Os dois irmãos são ótimos, apesar das alfinetadas constantes um ao outro, mas acho que no final das contas os dois até que se admiram. Achei a historia do xerifão ótima e a do irmão rancheiro também esta prometendo!
Cristine 04/02/2013minha estante
afff...e haja série para a gente acompanhar...


Jenny 14/05/2013minha estante
Quero saber o nome da continuação dos livros em português, que é a história do Boone Taylor e da Tara Kendall.


02/08/2013minha estante
Cris eu ainda não li esse da Linda, mas concordo com vc sobre o jeito como ela escreve. Você consegue visualizar os personagens, se afeiçoar com eles e fica tudo muito crível. Ela me lembra o estilo da Carolyn Davidson de quem eu gosto muito. Elas tomam seu tempo, sem atropelar a história.




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