Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido

Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido Deb Caletti




Resenhas - Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido


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Fernanda 29/04/2013

Resenha: Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido
LINK DA RESENHA: http://www.segredosemlivros.com/2013/04/resenha-meu-amor-meu-bem-meu-querido.html

Resenha: Já havia lido “Um lugar para ficar” da autora Deb Caletti e me encantado com sua escrita envolvente e ágil. Por esse motivo, estava ansiosa para ler mais essa obra, que em nenhum momento me decepcionou, e só apresentou o quanto a autora continua com sua escrita leve, porém emocionante. É aquele tipo de história que faz você viajar tranquilamente sobre reflexões acerca de família, amores e amizades. Na verdade, posso dizer que essa leitura me surpreendeu em vários aspectos, pois imaginava que a leitura seria apenas sobre um amor entre adolescentes, e no decorrer das páginas, percebi que se trata muito mais do que isso. Na trama, conhecemos inicialmente Ruby McQueen e Travis Becker.

“Nem sempre sou precipitada. O que aconteceu durante o verão, nas férias escolares, não foi precipitação. Foi um momento, um único momento que pode mudar as coisas se você decidir tentar ser uma pessoa diferente.” Pg.09

Ela é a menina “boazinha” e ele o “bad boy”. Ruby é bem tímida, apesar de ter um relacionamento saudável com sua mãe Ann e seu irmão Chip Jr e outras pessoas ao seu redor. Travis é o oposto dela: rico, popular, misterioso e um tanto fora da linha, para não dizer perigoso e sem noção. Mas ai ele nota ela e aos poucos vai se aproximando da garota. Ruby parece estar enfeitiçada, e adora estar junto dele, mesmo sabendo que pode estar fazendo coisas erradas. Acompanhamos a sua narrativa de como os dois acabam se envolvendo, porém depois de um tempo ela percebe que essa relação pode não ser certa e tenta se afastar de Travis.

''Ainda não sabia quem era Travis, claro. O que vi foi aquele garoto, bem bonito, ai, meu Deus, com um capacete debaixo do braço e me olhando com um sorriso amarelo. De repente, tive a sensação de que algo estava para acontecer. Soube instantaneamente que ele era mau; e que isso não importava. '' Pg. 17

É ai que entra em cena outros personagens, que na minha opinião, deram todo o ar da graça na história, e podem ser considerados de fundamental importância. A mãe de Ruby – Ann – percebendo que deveria fazer algo para interferir, pediu que a filha se juntasse ao grupo "Rainhas Caçarolas", que nada mais era do que um grupo de leitura, onde algumas senhoras e um senhor, se reuniam na biblioteca onde Ann trabalhava. O mais interessante é o modo como elas agem, fazendo com que a leitura se torne mais dinâmica e por vezes engraçada. No começo, Ruby estava meio desmotivada, porém logo é notável o seu amadurecimento, mudanças em sua atitude e pensamentos.

“Para um olho destreinado, necessidade e amor eram facilmente confundidos, como uma pintura original de um mestre e sua cópia. Tudo o que eu podia fazer, então, era sentir aquele vazio no estômago, e dentro do coração, e nomeá-lo amor” Pg. 111

Assim que esse grupo entra em cena, a narrativa muda o foco de Ruby e Travis para uma outra história mais cativante, que transpassa o tempo e emociona o leitor. Todos os personagens são essências no enredo, e é nesse contexto que conhecemos Lílian, fundadora das "Rainhas Caçarolas". Ela teve um AVC e por esse e outros motivos, foi impossibilitada de poder reencontrar seu grande amor. O que mais marcou essa personagem para mim, foi o modo como ela demonstrava seus sentimentos, de maneira forte e intensa, apesar de não conseguir falar, devido o derrame.

“Deixe-me esclarecer. Você se apaixona e então pensa que se encontrou. Mas quase sempre você está se procurando dentro dele. Isso é um fato. Há somente um lugar onde você pode se encontrar. - Ela bateu no peito. Pg 182

“Meu amor, meu bem, meu querido” é um livro que nos proporciona vários sentimentos sobre reencontros, uniões e afins, incluindo reflexões e mensagens acerca de nossa própria vida e das pessoas que nos cercam. É uma trama simples, porém tocante. Aquele tipo de história para ler em qualquer momento e despretensiosamente. No final também podemos conferir um guia para clube de leitura, muito interessante para quem participante de tais reuniões.


LINK DA RESENHA: http://www.segredosemlivros.com/2013/04/resenha-meu-amor-meu-bem-meu-querido.html
Eliziane.Andreia 24/05/2020minha estante
Li e adorei..fiz inclusive um vídeo:)


Mayane 12/06/2020minha estante
Li bem rápido uma leitura leve, que flui e não fica monótono, a personagem sempre envolta em alguma pequena "aventura " torcemos do início ao fim para a história da Ruby e seus familiares/amigos, eu achei lindo e cativante, indicaria mil vezes.




Ju 27/06/2013

Meu amor, Meu bem, Meu querido
Ruby, 16 anos, conhecida como a Garota Calada. Não por ser tímida, nem nada do tipo. É que ela passou por alguns episódios bem vergonhosos na escola, e parar de conversar com a maior parte das pessoas foi a saída que encontrou para sobreviver a todas as risadinhas e comentários. Uma garota que ainda não formou totalmente sua personalidade e, por isso, se deixa arrastar para um mundo diferente do seu, e tenta ser alguém que definitivamente não é.

"Não estava me reconhecendo. Nem mesmo sabia se gostava dessa nova "eu". Talvez a tivesse encontrado dentro de um livro ou algo do gênero. Ela não tinha medo, era isso. Mas, para falar a verdade, ela estava me deixando nervosa."

Ruby tem um pai ausente, e uma mãe que não se cansa de esperar por ele. Mas essas duas mulheres vão finalmente se encontrar no decorrer dessa história. É muito legal ver o amadurecimento delas, a forma com que melhoram seu relacionamento consigo mesmas e com o mundo.

Eu esperava mais romance. Talvez devido à capa e ao título. Encontrei algo bem diferente, mas que me agradou mesmo assim. Amo livros em que avós têm um papel importante, já disse isso mais de uma vez aqui. Não foi bem o caso, mas nesse livro temos algo até mais legal. Temos o clube de leitura das Rainhas Caçarolas. É uma espécie de clube do livro, mas composto predominantemente por mulheres bem mais velhas que a Ruby e que sua mãe, e por Harold, o único homem que foi aceito como membro, graças às gostosas guloseimas que prepara... rs...

A mãe de Ruby faz parte do clube por ser a bibliotecária da cidade. E quando percebe que sua filha precisa de ajuda para se salvar de si mesma, começa a levá-la consigo para os encontros.

O livro mostra uma história linda de amizade. As Rainhas Caçarolas se unem com o objetivo de ajudar uma delas a viver uma antiga história de amor, interrompida há muito tempo, mas nunca esquecida por seus protagonistas. Embarcam numa viagem pelo país, e nessa viagem a troca de experiências é bem rica, e Ruby e sua mãe acabam por encontrar a coragem necessária para seguir em frente.

"Às vezes a gente está tão convencido de que alguém está nos jogando um colete salva-vidas que não percebe que o que essa pessoa está fazendo é nos afogando."

Só consegui gostar da Ruby depois que ela começou a se curar. Não tive a menor paciência com ela na fase do "delírio", mesmo que ela se arrependesse do que estava fazendo. Ok, ela estava meio que buscando um meio de se sentir mais viva, um tanto quanto encantada por alguém ter lhe dado atenção. Mas, mesmo assim, não consegui simpatizar nem um pouquinho com a criatura.

Já o irmãozinho dela, Chip Jr., me conquistou de primeira. Um garoto muito esperto e que dizia sempre a coisa certa.

Não posso dizer que Meu amor, Meu bem, Meu querido tenha uma história super emocionante, mas valeu a leitura. É um livro leve, que nos ajuda a sonhar.

"O amor pode chegar quando você já é você mesma, quando está plena de si. Não acontece quando você procura em alguém uma forma de preencher as suas lacunas."

Originalmente postada em: http://entrepalcoselivros.blogspot.com.br/2013/06/resenha-meu-amor-meu-bem-meu-querido.html
Duh 28/06/2013minha estante
Não foi um livro que tenha me atraído, na verdade, eu esperava algo como A Última Música, e pela resenha, percebo que é totalmente diferente. XD


Júlia Venâncio 28/06/2013minha estante
Estou louca para ler esse livro também, livros sobre amizades, amores, e tudo mais!


Juh 28/06/2013minha estante
Esse livro parece ter uma pegada mais adolescente,só acho que vc poderia ter falado um pouquinho mais dele Ju, rsrsrsr, mas td bem. EU vous er sincera desde que vi a sinopse e a capa desse livro, não me interessei muito não. Quem sabe eu venho lê-lo néh?! rsrrss


Wal @fantasiandopaginas 28/06/2013minha estante
Eu pretendo ler o livro, mas eu esperava mais um romance e como não tem muito, vai ficar para mais depois..


Adriane Rod 30/06/2013minha estante
Acho que essa é a primeira resenha positiva que leio do livro. Eu o tenho, mas estava com receio de ler. Sua resenha me motivou a dar andamento à minha leitura e vou ver se o encaixo nas leituras de julho.

Gostei de alguns pontos que eu não sabia do livro como o clube do livro, não sabia ou não lembrava que tinha um desses na história.

;)

http://pseudonimoliterario.blogspot.com.br/


Lua 01/07/2013minha estante
Estava crente que essa seria uma linda história de amor, o titulo remete que esse seria o tema e a sinopse não nos deixa pensar diferente. Agora não sei se leria esse livro. Ele parece ser muito bom, com um leve drama de superação e amadurecimento, só que minha lista está gigantesca =/


Thais 01/07/2013minha estante
Não é exatamente o tipo de livro que eu gosto, parece, para mim, uma daquelas histórias mais adolescentes..tipo paixonite aguda.Acho que vou ficar com tanta raiva da protagonista que talvez me irrite com o livro, mas mesmo assim tentarei.


Thaís 01/07/2013minha estante
Oii Ju! (meu outro comentário deu erro, eu acho) Bom, como eu havia dito eu estou louca para o Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido chegar, eu adorei sua resenha (o que só aumenta minha curiosidade), acho que ele vai fazer bem pra mim (meu 6º sentido nunca falha haha)


Manuella 01/07/2013minha estante
Tenho o livro e nunca fiquei curiosa nem tive interesse na leitura. Pela sua resenha, a impressão que tenho é que, se demorar a chegar na 'parte boa', rsrs, vou largar a leitura...
Mas gosto dos dramas que as personagens carregam. Vou me dedicar qualquer hora às primeiras páginas.


Thay Ribeiro 06/07/2013minha estante
Eu ganhei esse livro e estou bem ansiosa para lê-lo!!!Eu não sei o q esperar depois de ler a resenha! Eu esperava um romance super romântico, mas já vi q tem muito mais que isso, então, o jeito é ler!!




Anna Laitano 07/07/2013

Infelizmente, não foi desta vez
Solicitei este livro esperando um romance leve e divertido. Nada muito profundo, até um pouco clichê, mas que me distraísse e arrancasse algumas risadas. Com sorte, talvez eu até torcesse pelo amor dos protagonistas. Porém, embora a história tivesse todos os ingredientes para o sucesso, não consegui me relacionar com os personagens ou sentir cativada em nenhum momento. Simplesmente nada do que estava lendo me convenceu.

Ruby McQueen, protagonista e narradora da história, é uma das personagens com quem menos simpatizei em minha vida literária. Não tenho problema nenhum com a fórmula da personagem que, apesar de batida, já me ganhou em diversas outras histórias. O problema com Ruby, "a garota certinha" de Meu bem, meu amor, meu querido, é que suas atitudes são absurdas demais aos meus olhos. E, infelizmente, Travis Baker, o bad boy que poderia ser a salvação da história, não é nada melhor.

A história tinha diversos pontos com potencial para serem destrinchados, quanto ao desenvolvimento psicológico/emocional dos personagens; mas, a autora preferiu abordar por outro ângulo e acho que foi então que pecou, pois os personagens perderam um pouco da veracidade. O romance ficou forçado demais e até um pouco confuso, enquanto a relação mãe-filha ficou aquém do esperado.

Como são três histórias de personagem que se conectam, acho que uma saída interessante seria dividir a narração entre as três, equilibrando a história melhor, mantendo mais o foco no necessário e deixando o resto em segundo plano.

Infelizmente, outro ponto que me deixou bastante insatisfeita foi a tradução/revisão. Há erros gritantes, por causa de tradução literal que fica desencaixada. Confesso, inclusive, que este foi um dos primeiros motivos para eu não simpatizar tanto com o livro. Aliás, não entendi como com um tradutor e três revisores a história conseguiu chegar assim aos leitores quando, com uma só lida, percebi diversos problemas. Achei uma falta grave, mas ainda tentei relevar para me focar no enredo em si e, quem sabe, ser conquistada por alguma reviravolta interessante.

Infelizmente, não foi desta vez. A conclusão que tirei após terminar esta história foi que, embora queira ler outro livro da autora para formar minha ideia a respeito de sua escrita (nunca julgo por só uma obra), não estou empolgada para fazê-lo em breve. Afinal, para mim o melhor personagem do livro foi Poe, o cachorro destruidor. Então, não, não é um livro que recomendo entusiasticamente. Mas se você gosta do clichê "garota-tímida-se-apaixona-por-bad-boy" leia e tire suas próprias conclusões.

site: Para mais resenhas acesse: www.queridaprateleira.com.br
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Saleitura 08/06/2013

Será Que Um Verão Pode Mudar o Que Sabemos Sobre o Amor, a Família, o Destino e O Próprio Coração?
Quando vi a capa do livro achei tão bonita e pelo título Meu amor, Meu bem, Meu querido imaginei se tratar de uma linda história de amor, mas esse romance no decorrer da leitura se transformou em uma aventura um tanto perigosa.

Ruby McQueen era uma jovem que achava sua vida sem graça e por isso sempre fora uma menina calada. Até que um verão, realmente, transformou sua vida. Ela conheceu Travis Becker, um garoto rico que gostava de fortes emoções.

" Sempre achei uma maravilha poder voar, como em As mil e uma noites, talvez, sobre um tapete voador, sobrevoando países estrangeiros, cidades com pequenas torres, ou mesmo com minhas próprias asas, levitando contra a gravidade, vendo coisas sob uma perspectiva rara. Pegar carona na moto de Travis Becker foi uma experiência próxima a voar, para mim." página 31

Travis adorava correr com a moto em alta velocidade e fazer loucuras como invadir casas simplesmente por pura diversão mostrando o seu lado de mau caráter. Ruby tenta mostrar ser uma garota corajosa, e começa a viver assim, as maiores aventuras da sua vida.

“Não há nada que te faça se sentir tão culpada quanto entrar numa casa silenciosa, cheia de pessoas dormindo, pessoas que estão tendo doces sonhos e que não nenhum motivo para suspeitar da sua maldade. Até o inocente barulhinho da geladeira me fazia sentir ódio de mim mesma.” Página 78

Um dos motivos para Ruby ser dessa forma é também a relação de sua mãe, Ann, que se ilude sempre com seu pai, e que tem a esperança que um dia ele possa voltar. Ruby e seu irmão Chip Jr., sempre ajuda sua mãe a se recuperar, a cada visita periódica de seu pai.

Após ter certeza que Travis, não era o cara certo para si. Ela decide esquecê-lo. Para ocupar o seu tempo entra para o clube das Rainhas das caçarolas, um grupo de idosas que são muito diferentes entre si.

Com isso, elas continuam vivendo mais uma aventura ajudando Lilian, uma das rainhas das caçarolas, na busca pelo do seu verdadeiro amor já que ela era uma pessoa impossibilitada.

Essa parte é foi para mim o ponto mais alto, pois é onde ocorrem momentos de várias risadas em relação a toda história que se passa no livro.

Os vários fatores, que acontecem, mudam definitivamente o pensamento de Ruby. Em apenas um verão ela muda a opinião sobre família, amor e destino.

Leitura e resenha feita por Michelle Manhães

Link postagem Saleta de Leitura
http://saletadeleitura.blogspot.com.br/2013/06/resenha-do-livro-meu-amor-meu-bem-meu.html
Rayme 21/06/2013minha estante
Só de ver este nome "Travis" já suspiro lembrando de Belo Desastre hahaha
parece ser um livro muito lindo, eu também gostei muito da capa, só achei o nome cumprido demais :(


Elis Culceag 21/06/2013minha estante
Tenho curiosidade em conhecer a escrita dessa autora e saber que surpresas as rainhas das caçarolas me reservam!


Gladys 22/06/2013minha estante
Ainda não conheço a escrita da autora, mas estou bem curiosa.
Parece que todo 'Travis' é bad boy, rsrs.


Fernanda @condutaliteraria 22/06/2013minha estante
Eu gostei desse livro já pela capa, que achei linda. Gostei da resenha e fiquei curiosa pra ler.


Ana Lopes 22/06/2013minha estante
Eu ouvi falar super bem do livro , todo mundo favoritando e tal , espero poder conhecer também ;)


Cris 22/06/2013minha estante
Também acho o nome muito comprido! rsrs Pelo título, também achava que era um romance fofo, ou um dramalhão. Não imaginava que a história caminhasse para o lado de uma aventura.


Pandora 22/06/2013minha estante
Desde que li a resenha da Michelle eu vivo com vontade de ler esse livro!!!


Lucianoasantos 22/06/2013minha estante
Ah, eu até comecei a ler este livro mas a coisa desandou, acabei deixando pra depois, agora até que me animei a voltar a ler.


NESSA 22/06/2013minha estante
Oi Michelle,já li "Um lugar para ficar" da mesma autora, e por ter me apaixonado pela escrita e
também confesso que pelo título título Meu amor, Meu bem, Meu querido fiquei interessada no livro.
Ruby se apaixonou por um rapaz que perseguia emoções,sua mãe a manda para participar de um clube de leitura ,então ela vai cair na real e entender coisas que não estavam claras.Um livro interessante com drama,aventuras e porque não uma busca emocionante por um amor do passado.


Gabrielle Roveda 22/06/2013minha estante
Ouvi falar tão bem do livro! A capa chama realmente atenção, é linda e parece ser um livro de romance intenso! Tenho vontade de lê-lo!


Thicy 30/06/2013minha estante
Li puocas resenhas do livro, mas as que li foram suficientes para me deixar interessada!
Tenho muito interesse em lê-lo!!




Eliziane.Andreia 06/07/2020

Meu amor,Meu bem,Meu querido!
Este livro tem como ter um amor de verão e os relacionamentos envolvidos nessa estação . A principal personagem se chama Ruby que tem 16 anos e é denominada como "a garota calada" é sempre muito discreta e tímida até que ela conhece Travis Becker : um garoto rebelde, mau e problemático.
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Juh Claro 02/04/2013

Apesar da trama sem sal, é uma leitura rápida e leve
Entendam, Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido (canso toda vez que falo o nome desse livro) não é um livro ruim, ele é, digamos, okay. O problema é que você olha pra essa capa super gracinha, pra esse título todo mel com açúcar e espera um romance fofo - mas o que temos aqui é a vontade inexplicável (nem tanto)de dar uns bons tapas na protagonista.

O livro é narrado em primeira pessoa por Ruby McQueen, uma adolescente como outra qualquer, que frequenta a escola, tem um trabalho pra ganhar alguns trocados e uma paixonite "errada". Apesar de apontar o dedo para sua mãe, Ann, que sempre que recebe uma visita dos pais de Ruby e Chip Jr., fica animada demais e criando expectativas - e quando ele vai embora, ela fica com o coração partida e os filhos que tem que cuidar dela, ela é igualzinha a sua mãe e gosta de sofrer por amor.

O nome desse garoto-problema é Travis Becker, praticamente vizinho de Ruby, filho de uma família bem rica e que sempre mantem os portões fechados - mas não naquele dia, quando Ruby viu a moto dele estacionada na grama e ele a chamou para mais perto. Primeiro: se você não conhece a pessoa, você não entraria na casa dela, sem mais nem menos - e segundo, você não subiria na moto dele sem saber como ele a pilota.

Sim, é a partir daí que você fica com vontade de bater em Ruby. Sabe aquilo de "pessoas de lua"? Ela é exatamente isso, ela é totalmente bipolar. Ela é carinhosa, fofa e engraçada com sua família e amigos, mas quando chega perto de Travis, é chata, irritante e toda "corajosa", mas no fundo só é assim para se mostrar para o bad boy. Resumindo: ela é uma ridícula.

Muitas coisas ruins acontecem quando ela está com Travis e é só quando ela participa das reuniões das Rainhas Caçarolas que ela começa a mudar um pouco o seu ponto de vista. O clube de leitura organizado por sua mãe que conta com pessoas idosas que se juntam para discutir sobre algum livro, se torna a segunda (ou até primeira) casa de Ruby e ela se divertirá mais do que imagina com a companhia dessas senhoras e de Harold.

Ela encontrará apoio em Joe Davis, o pastor da igreja da cidade - que se tornará mais importante ao decorrer da história e conhecerá o verdadeiro amor a partir de uma história reveladora de Lilian, uma das frequentadoras das reuniões das Rainhas Caçarolas, que sofreu um derrame e perdeu a fala, mas ainda consegue demonstrar as suas emoções.

O livro começa a fluir melhor depois que conhecemos o livro da vez, de Charles Whitney, e a relação que a história tem com Lilian. A narração não é ruim, mas a trama toda da história é um tanto quanto entediante. Gostei mais da história de Lilian do que de Ruby e acho que a autora deveria ter feito dela a protagonista, seria bem mais interessante. Travis é um personagem irrelevante e o final é previsível (pelo menos desde antes da página 50 eu já sabia o que aconteceria).

O que eu mais gostei foram das últimas páginas, em que a autora faz um "guia para clube de leitura", com perguntas que podem ser discutidas sobre esse livro e etc. Se você procura uma história leve e não quer se apegar a algum personagem - e dar algumas risadas, recomendo. Mas não espere um romance água com açúcar.


Leia na íntegra no blog: http://juhclaro.com/blog/resenha-meu-amor-meu-bem-meu-querido-deb-caletti
Rita 03/05/2013minha estante
Bem desanimadora esta resenha, mas eu vou ler o livro e assim já vou com as expectativas beeeem baixas (mesmo) pronta para uma Ruby chatinha, imatura e ridícula, mas preciso de uma leitura leve e talvez esta seja a indicada, boa sorte para mim? se eu odiar bem que vou ouvir as vozes a ecoarem na minha cabeça "a resenha no skoob avisou" ehehehe




Camis 06/07/2013

Não é tão ruim quanto dizem
Ruby era uma garota boa e inocente, até o dia em que encontrou Travis e sua moto no início do verão. Daquele momento em diante Ruby se tornou a rebelde, a incontrolável e a aventureira, mesmo que lá no fundo ela não fosse nada disso. Sendo conhecida como a Garota Calada no colégio, Travis era o sopro de vida que ela buscava, no entanto, era um sopro de vida um tanto mortal.

Enquanto Ruby se afogava em cada vez mais problemas por causas de suas aventuras irresponsáveis guiadas por Travis, ela também tinha que lidar com sua mãe, Ann, que após descobrir que seu pai, que tinha saído de casa há 10 anos, estava voltando com uma péssima notícia, tinha se perdido e entrado em uma profunda depressão.

Em busca de salvação para ela própria e para a filha, Ann arrasta Ruby para o Clube do Livro, formado pelas Rainhas Caçarolas, mesmo que o grupo não fosse formado apenas por mulheres. É então que elas descobrem que a protagonista da trágica história de amor que estão lendo, na verdade é uma das participantes do grupo. As Rainhas Caçarolas se mobilizam para unir o casal novamente e fazer um final feliz. Era essa a aventura segura e sem homens envolvidos que mãe e filha precisavam, e isso irá lhes proporcionar uma boa viagem com quatro velhinhos até a Califórnia.

Apesar das muitas resenhas negativas que li sobre este livro (muitas mesmo) decidi dar uma chance a ele e tirar minhas próprias conclusões sobre essa história. E a verdade é que, não sei se foi devido às minhas baixíssimas expectativas quanto ao livro devido a sua má fama, ou se foi porque o livro realmente tem um valor que não foi reconhecido, o fato é que, independente do motivo, Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido me impressionou.

Gostei da forma como Deb criou Ruby, uma personagem que faz tantas besteiras que chegam a deixar o próprio leitor torcendo contra ela, mas tudo em função do amor, ou melhor, daquilo que ela assume ser o amor. Deb desenvolveu seu enredo todo mostrando os diferentes tipos de amor, aquele ciumento, o irresponsável, o destrutivo, o passageiro, e aquele pra toda a vida. Gostei muito de Ruby por ela não ser o tipo de mocinha que não consegue mudar o bad boy, mas sim que ela tem duas escolhas: ou aceita Travis do jeito que ele é, ou vai embora.

Infelizmente, tenho que concordar com todos aqueles que disseram que a narrativa de Deb é um pouco parada demais. Talvez por o enredo envolver um Clube do Livro e um grupo de pessoas idosas beirando os 90 não fosse realmente possível que a autora desenvolvesse mais ação. O problema foi que isso fez do livro ficar um pouco cansativo em algumas partes e, apesar de não ter achado a narrativa um porre em nenhum momento, confesso que a leitura praticamente se arrastou do início ao fim, dando a impressão de que por mais que eu lesse não terminaria nunca.

O ponto forte do livro é a Peach, a senhora mais boca aberta que eu já encontrei em um livro. Ela pode ter cabelos grisalhos e dores na coluna, mas se recusa a aceitar a idade, é a mais ágil e encrenqueira de todos, tem um vocabulário repleto de palavrões e vive contanto mentiras. Enfim, o oposto do que se espera de uma vovó! Confiram a história das Rainhas Caçarolas que me conquistaram!

"Eis o que Peach, uma das Rainhas Caçarolas, diz sobre os homens, as mulheres e o amor: sabe aquela cena de Romeu e Julieta em que ele está debaixo da sacada olhando pra ela? Um dos momentos mais românticos da história da literatura? Peach diz que de jeito nenhum Romeu iria confessar sua devoção por Julieta. A verdade é que Romeu estava apenas tentando olhar a calcinha dela. (Página 26)"

"(...) Pensei, então, que muito da vida era sobre ter e não querer ou querer e não ter. (Página 135)"

site: http://nolimitedaleitura.blogspot.com.br/2013/07/meu-amor-meu-bem-meu-querido.html
Cathi 10/07/2013minha estante
Morro de vontade de ler esse livro e adoooorei a resenha.




Iasmim.Almeida 20/05/2020

Ser ou não ser, eis a questão!?
Shakespeare em sua célebre frase expressada em Hamlet, descreve de forma graciosa os conflitos internos vivenciados por Ruby em um verão. Divida entre ser definida por ela mesma, ou pelo que os outros pensam sobre si, em especial, como Travis a define. Ruby McQueen, é uma menina doce, tímida, gentil, uma jovem agradável e boa. Tipicamente, uma adolescente comum, envolta em seu mundo, divagando sobre  pensamentos, conflitos e segredos. 


Ruby, buscava a sua própria identidade, e foi durante o verão que em sua espirituosidade, e ânsia de descobrir e explorar o desconhecido que ela se deslumbrou com um mundo recém descoberto, que se revelara diante de seus olhos, e como um passe de mágica foi por ele sequestrada, sob vislumbres do inexplorado, da expectativa e do desejo de viver um grande acontecimento. 


Decidida a encontrar-se, acabou perdendo-se durante este percurso. Este percurso, chama-se Travis Beker. Travis, é o tipo certo de garoto errado, apresenta-se inicialmente com um "bad boy" típico, bonito, rico e misterioso. A combinação perfeita para um verão repleto de aventuras, se estas "qualidades", não viessem acompanhadas de problemas. Travis é mimado, prepotente e despreocupado com as leis, regras e licitude. Seu jogo perigoso disfarçado de aventura com notas de coragem, e tons de liberdade atraíram a inocente Ruby para seu mundo de ilusões e perversões. 


Simultaneamente, sua mãe Ann, uma jovem bibliotecária, vive absorta sem sua própria ilusão de amor, e família. Estes conceitos, sendo construídos e reconstruído a cada aparecimento remoto de seu ex marido, e desabando após sua partida. Enquanto que seu irmão, Chip jr. torna-se o pilar de sua família, mantendo o equilíbrio familiar.


Ann, é apaixonada pelos livros e por suas histórias. Sua relação com os livros e seu amor por eles passam influenciar não só o seu futuro, como o de todos os personagens, quando ambas as histórias passam a se conectar com outras histórias, nas reuniões das Rainhas das Caçarolas (clube do livro) e assim, a ficção salta a realidade. As Rainhas das Caçarolas tem em suas páginas um mistério a ser revelado e problemas a serem solucionados. Ambos resolvidos quando o verdadeiro amor entra em cena e muda suas vidas e seus futuros completamente.  


Não encontro palavras para descrever o quão incrível e aprazível foi esta leitura. Devorei estas páginas em pouco mais de 1 dia. haha. Deb, tem uma escrita fácil, leve e descontraída. Os personagens são bem construído e bem desenvolvidos no decorrer do livro. A história é incrível e totalmente conectada, repleta de ensinamentos preciosos que nos fazem refletir sobre temas como família, amor, e nós mesmo. Faz-nos questionar sobre quem realmente nos somos, e até que ponto nos definimos, ou permitimos que sejamos definidos por outras pessoas e circunstâncias? É um livro completo, com afeto, com aventura, com mistério.  
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Queren-Hapuque 30/09/2019

Não funcionou pra mim. Fui pulando várias partes. Não tinha um personagem que eu me importava. Se me perguntarem daqui a uma semana do que se trata a história, provavelmente já vou ter esquecido :/
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Nanda 10/09/2017

Resenha: meu amor, meu bem, meu querido
Livro jovem que fala de uma adolescente. Após ler este segundo livro da autora percebi a linha das histórias dela: jovens que erram mas que são maduras o suficiente para querer mudar e aprender com seus erros, em ambos os livros que li da Deb percebi essa característica.

Ruby, uma jovem "invisível" mas que tem muito o que compartilhar com seus colegas e amigos, não é tão feliz quanto gostaria, apesar de não parecer Ruby quer algo mais, quer tentar algo diferente, quer uma pitada de alguma coisa na sua vida. Esse algo mais começa quando conhece e se envolve com o jovem Travis, moço sem caráter nenhum e que curte a vida nem sempre da melhor maneira. No início Ruby quer apenas se sentir vista já que se acostumou em ser sempre invisível. Travis dá isso a ela, ele a vê, ele quer que ela vá para diversos lugares com ele e que se arrisque em situações nem tão saudáveis.

Ruby é uma garota que tem muita maturidade e por isso ela logo vê na encrenca que está se metendo, mas largar essa encrenca, ainda mais quando a encrenca se chama Travis e é lindo, nem sempre é fácil. Nesse momento sua mãe começa a ter papel fundamental em ajudá-la a passar por essa fase, aliás essa é outra característica dos livros da Deb: a presença carinhosa dos pais em ajudar os filhos a superar dificuldades.

Mas como a mãe de Ruby ajuda ela? A mãe dela participa de um clube de leitura que é composto por muitas pessoas, digamos...maduras (acho terrível a palavra velhas). Ruby pode até pensar que participar daquele clube pode não ajudá-la em nada a esquecer Travis, mas o que Ruby não sabia era que sua vida ia passar por grandes aventuras com eles, inclusive de um...sequestro! Leiam o livro e saibam que sequestro foi esse, hehehehe. E Ruby acaba descobrindo muitas coisas além de seu encantamento por Travis.

Confesso que não gostei do título do livro e que esperava (lendo o título) que Travis iria ter uma maior participação na história mas o foco sendo direcionado para o clube de leitura não fez em nada o livro ficar ruim, ao contrário, deu um toque especial a história, um amadurecimento especial na vida de uma adolescente.

Não digo que o livro me conquistou totalmente, mas achei a história legal, leve, boa de ler.

site: http://trilhas-culturais.blogspot.com.br/2016/05/resenha-meu-amor-meu-bem-meu-querido.html
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natalia.ingride 25/02/2017

Gostei
Primeiramente, antes de iniciar a resenha ainda estou na dúvida se gostei ou não do livro Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido, não que o livro seja ruim, longe disso, mas digamos que ele não foi nada daquilo que eu particularmente esperava quando li a sinopse e vi a capa. Porém, esse livro literalmente me prendeu tanto que não consegui me desgrudar dele enquanto não cheguei às últimas páginas (fazer o que? Sempre faço isso gostando ou não do livro hahaha).
Bem, nesse livro conhecemos Ruby, uma menina tímida, certinha e doce que vive com sua mãe e seu irmão Chip Jr. Ela tem praticamente uma vida normal. Mas tudo muda quando ela conhece o bad boy Travis, aquele típico garoto rico, popular, bonito e totalmente rebelde.
De inicio, a história se desenvolve na paixonite de Ruby por Travis, mas vejamos bem, o principal tema do livro é sobre relações familiares e a transformação para a adolescência, aquela fase que você quer se jogar e acha que nada é errado, ou se você enxerga o errado acha que não vai acontecer nada de mais, então em vários momentos vemos uma garota perfeita e calada para em outros aspectos aparecer uma garota por exemplo que se joga em uma adrenalina em cima de uma moto (haaa me esqueci de falar que o cara tem uma moto) .
Quando Ruby começa a sair com Travis ela começa a ter certas atitudes não tão certinhas, ela começa a mentir, principalmente para a sua melhor amiga e para sua mãe, algo que ela nunca tinha feito. Então, algumas coisas ruins acontecem e ela é descoberta e fica de castigo.
Para mim essa é a melhor parte do livro porque como castigo ela tem que participar de um grupo de leitura que sua mãe faz parte que se chama Rainhas Caçarolas, bom é um grupo de velhinhos muitos fofos que conversam sobre livros e dão suas opiniões sobre os mesmos. As conversas sobre eles são bem divertidas e dei bastantes risadas com eles que por sinal dão conselhos muitos bons tantos para Ruby como para sua mãe que também tem uma história conturbada com o ex marido que é o pai de Ruby.
Como falei anteriormente esse livro trata bastante sobre relações familiares: mãe e filha, irmão e irmão,filhos e pai. Nas cenas com a família achei bastante interessante a forma como a autora desenvolveu, Ruby com o irmão é muito fofo e com a sua mãe as duas parecem muito amigas. Porém a relação com o pai é bem mais complicada já que ele some por um bom tempo e só aparece quando precisa de algum favor. Fora que toda vez que ele aparece a mãe dela acaba ficando com o coração despedaçado quando ele vai embora.
Temos aqui um livro que fala principalmente de uma transformação de uma garota para a adolescência e em alguns momentos até mesmo para a fase adulta. Os personagens que aparecem na vida de Ruby são como pontes para ela poder atravessar por essa ou essas fases. Em vários momentos a vemos como uma menina quando ela brinca com o irmão, uma garota quando ela está com Travis e uma mulher quando ela está com as Rainhas Caçarolas e quando conversa com o pastor Joe Davis.
Porém vou ser bastante sincera, se você espera encontrar um livro romântico juvenil daqueles bem clichês onde o garoto popular se apaixona pela garota nerd calada da escola, você vai se decepcionar bastante, não que não tenha um romance, sim temos um romance, porém Travis mal aparece e quando aparece só faz idiotices e fora que os dois estudam na mesma escola, porém eles nunca se encontram lá... É sério a autora fugiu totalmente desses romances escolares.
É a primeira vez que leio um livro da Deb Calleti e simplesmente ela me surpreendeu na narrativa e no desenvolvimento da história, sem falar dos personagens que dão um ar melhor para a história, todos são tão importantes quanto Ruby.
Para finalizar, Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido é um livro que seria um bom presente para os adolescentes porque ele nos mostra reflexões e um ponto de vista interessante narrado por uma adolescente que ainda está aprendendo a se relacionar com a vida. Então acho que por fim acabei gostando.
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Laura 22/10/2013

Meu Amor, Meu bem, Meu Querido
Eu tinha grandes expectativas com este livro, porque eu gostei bastante do primeiro livro que li da autora. Entretanto, este meu segundo contato com a escrita de Deb Caletti não foi dos melhores.

Ruby, 16 anos, conhecida como a Garota Calada. Não por ser tímida, nem nada do tipo. Ela passou por alguns episódios bem vergonhosos na escola e parar de conversar com a maior parte das pessoas foi a saída que encontrou para sobreviver a todas as risadinhas e comentários. Uma garota que ainda não formou totalmente sua personalidade e, por isso, se deixa arrastar para um mundo diferente do seu, e tenta ser alguém que definitivamente não é.

Ruby tem um pai ausente, e uma mãe que não se cansa de esperar por ele. Mas essas duas mulheres vão finalmente se encontrar no decorrer dessa história.

Fora isso Ruby começa um romance estranho e perigoso com Travis, o bad boy da cidade.

O livro tinha tudo para me agradar, mas infelizmente não foi o que aconteceu. Não que seja mal escrito, porque não é. A narrativa também não é lenta. Mas eu não consegui me identificar com nenhum personagem, com nenhuma situação.

Achei as atitudes de Ruby sem pé nem cabeça. O livro parecia que ia para um lado, mas tomou um rumo completamente diferente. Não há qualquer romance, o relacionamento de Ruby e Travis é esquisitíssimo desde o começo e até agora eu não consegui entender porque ela agia daquela forma, simplesmente não há explicação para as atitudes de Ruby.

"Não estava me reconhecendo. Nem mesmo sabia se gostava dessa nova "eu". Talvez a tivesse encontrado dentro de um livro ou algo do gênero. Ela não tinha medo, era isso. Mas, para falar a verdade, ela estava me deixando nervosa."

O Clube do Livro formado pelos velhinhos da cidade e a missão que eles enfrentam faz a história melhorar um pouco, mas mesmo assim foi um suplício terminar este livro. Sabe quando a gente não tem nem vontade de abrir o livro?? Foi mais ou menos assim. Até resolvi dar um tmepo e iniciar outra leitura no meio, mas tive a péssima ideia de começar a ler "Cinquenta Tons", infinitamente mais chato que "Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido" e me irritou mais ainda, então voltei para o livro de Deb Caletti e encarei até o fim, altamente irritada e sem a mínima vontade de ler.

Não sei explicar exatamente o que houve, mas não curti nem um pouco este livro, infelizmente. Entretanto é algo muito pessoal e vi muitas resenhas positivas, então talvez você deva conferir por você mesmo.


site: www.gatosnabiblioteca.com.br
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Mônica 22/10/2020

Incompleto
Até agora não entendi qual tipo de feitiço o Tyler pode ter feito para deixar a Ruby tão encantada. Além de uma motocicleta ele não aparenta ter mais nada de interessante, já que a autora nem se deu ao trabalho de dizer.
Uma relação rasa e boba que não gera identificação nenhuma.

A história dos pais, que poderia ganhar explicações adicionais, também fica incompleta e sem grandes motivos da mãe ser tão apaixonada assim. Sei que paixão não se explica, mas passaram se anos sem a mesma reciprocidade e ela continuou lá de quatro por ele.

O irmão, que é super interessante, assim como o pastor, é deixado de lado e poderia ter muito mais destaque e conteúdo.
Assim como as amizades de Ruby.

Muito tempo descrevendo coisas bobas e pouco tempo investindo em conteúdo que o leitor pode se identificar. Parece que ela teve várias ideias ao mesmo tempo e não conseguiu completar todas.

Mas achei o final, com as rainhas das caçarolas, muito legal. Quase vale a pena a leitura. Quase.
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Lisse 01/08/2013

Somos todos um volume nas prateleiras
Esse livro foi tão contraditório que dá muito vontade de rir só de lembrar. Comecei muito bem, achando graça da Ruby e do seu jeito espontâneo de levar a vida, mas em alguns momentos depois achei o livro tão diferente do que esperava que foi estranho. Esperava que Ruby fosse mudar muito por ter encontrado o amor, aquela coisa tórrida de "me deixa mãe porque eu o amo" ou se tornar uma rebelde, ou qualquer outra breguice nesse nível.

A nossa protagonista de tem uma forma diferente de ver o mundo, é divertida e irônica. Ela é diferente e foi isso que mais gostei nela. Mas aí quando parece o Travis, a achei sem cérebro como se fosse uma daquelas garotas que não pode ver um carinha bonito que corre pra ele e esquece que tem uma vida. Tudo é muito sem nexo, não teve nenhum sentido em como ela foi parar na garupa da moto dele e inexplicavelmente estava apaixonada. Simples assim.

Ruby é como a mãe: insegura, e isso partiu meu coração porque esperava mais dela. Eu não queria de forma nenhuma que ela se tornasse como a mãe, que aguarda até hoje um homem que nunca será seu, e que muito menos quer estar com ela. É muito interessante como as pessoas se colocam em cada situação! E em casos assim, eu passei a diferenciar o que é insegurança nas protagonistas e o que é burrice. E com a Ruby, foi um caso clássico de burrice mesmo. Mas calma, o livro compensa de muitas formas.

Quote: "De noite, minha mãe já havia perdoado meu pai. Pensei em quantas vezes perdoamos só porque não queremos lidar com a perda, mesmo que a pessoa não mereça perdão."


Às vezes em que sentir vontade de bater na Ruby por ela estar atrás de um cara tão idiota como Travis não foram poucas, mas vê-la cair na real e tentar (vez após vez) fugir dele também foi bonito. E todo o meu nervosismo por essa situação foi em muito aliviada com outras partes lindas desse livro.

Quote: "Era mesmo uma batalha estranha e poderosa. Meus pensamentos se dirigiam para Travis de um modo descontrolado, como um viciado em chocolate ou em bebida. Era uma compulsão. Pensava que eu estava apaixonada por ele. Mas eu nem ao menos gostava dele . Detestava o que ele tinha feito, mas queria ver aquele cabelo loiro de novo. Era como se ele tivesse tomado conta do meu corpo, um visitante malquisto trazendo ansiedade, intriga e miséria."

As Rainhas das Caçarolas é um Clube do Livro perfeito! Pessoas que veem suas vidas entrelaçadas e se sentem importantes por estarem compartilhando o que de mais importante existe: suas próprias vidas e experiências. Miz June, Harold, Randy, Peach, Anna Bee são pessoas maravilhas e quis passar mais tempo na companhia deles. Que fofos!

Quote: "Pessoas que costumam seguir regras são aquelas que sonham, em segredo, quebrá-las."


Deb Caletti escolheu uma forma muito bonita de contar uma linda história cheia de surpresas. E me ensinou muitas coisas boas:

1) Eu entendi porque gosto de caras com motos. Não é o cara em si, é A MOTO! rs
2) Me senti muito especial por já estar fazendo parte de um clube do livro. Não preciso ter um, só preciso ser parte desse mundo literário.
3) Mães também podem se sentir perdidas e precisar encontrar um novo caminho a trilhar.
4) Eu preciso listar "pular de Bung Jump" na minha lista de coisas a fazer antes de morrer.
5) E que fazer pra fazer uma Road Trip eu não preciso ser jovem; quando tiver vontade de fazer é fazer e pronto.
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Je Fachini 04/04/2015

Bom, mas não recomendo!
Ruby é a Menina Calada, sabe aquelas que não discutem, tem um ótimo relacionamento com a mãe, pois bem essa é Ruby.
Seu pai abandonou a família logo depois de alguns anos que Chip Jr nasceu, para seguir seu sonho de ser músico, deixando os três abandonados. Sua mãe ainda nutria sentimentos de que ele fosse voltar e ver o erro que cometeu.
Bom ele é um músico em um parque de diversões, e sempre volta mais nunca fica e com isso o coração da pobre Ann se despedaça a cada vez.
Ruby sempre fazia o mesmo caminho para ir pra casa com sua amiga depois da escola, mas um certo dia ela decidiu fazer outro.
Parou para ver alguns Paragliders voarem pois ela achava lindo toda aquela sensação de liberdade que eles tinham e continuou seu caminho, até passar na frente da casa de Travis.
Travis Backer o bad boy, aquele que já foi até preso, estava ali com os portões da sua casa aberto e sua moto reluzente à vista.
Ruby automaticamente se vê atraída e começa a fazer o mesmo percurso por vários dias. Até que ela e Travis começam um romance. O que ela não imaginava é que ela podia entrar em encrencas com ele por perto.
Sua mãe bibliotecária tem um clube do livro: a Rainha das Caçarolas, e Ruby se vê obrigada a ir de vez em quando.
Com um grupinho de idosos bem peculiar e um romance de dar inveja eles discutem sobre quem será a Rose, personagem principal do livro que estão debatendo, se perguntando se Charles Witney conseguiu ficar com ela. Mas elas não podiam esperar que Rose está mais perto do que imagina.
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