A linhagem

A linhagem Camila Dornas




Resenhas - A linhagem


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Kah 21/02/2021

SÉCULO XVIII, LONDRES, PODER E UM DESTINO GRANDIOSO EM ‘A LINHAGEM’ DA AUTORA CAMILA DORNAS
Camila Dornas escreveu o enredo de A Linhagem com 15 anos e sua inspiração veio através da série literária (inclusive amo demais) Dezesseis Luas, e havia uma personagem chamada Evangeline a qual, ao que tudo indica, se tornou a favorita da nossa autora Brasiliense.

Evangeline é uma dama com ideias diferentes na Londres do século XVIII: uma mulher atraente e sexy, elegante e inteligente, por vezes, possui uma teimosia adorável e que é capaz de encantar o leitor. Falando em encantamento, o temperamento forte de Evangeline é bem destoante da época, foge de todo contexto histórico onde mulheres eram colocadas em estado de submissão ao homem. Além disso Eva é uma dama da mais alta sociedade londrina, pois seu pai (pai tirano e machista e tóxico e violento e aproveitador) Julian, é um ex-militar condecorado que cresceu nas graças do Rei após ir à guerra por amor à nação. Amo demais esses patriotas.

A menina não possui uma relação saudável com seu pai, por sua constante violência física e psicológica (quem disse que só o marido pode fazer isso?), além disso sua mãe morreu quando Evangeline ainda era muito jovem (uma mulher forte pode definhar aos poucos depois de tanto sofrer nas mãos de um violentador), e mesmo sua irmã e madrasta não parecem se agraciar de sua presença, a colocando em constante posição de pedra no sapato. Não sei porquê, mas pensando bem agora, enquanto estou aqui desenvolvendo a resenha: Evangeline não teria uma história bem parecida com a da Cinderela? Será que há um final feliz? A única na casa que realmente nutre alguma afeição pela menina é Morgana, ou Mor para os mais íntimos, a governanta da casa. Apesar disso tudo, e mesmo ainda tendo Mor, é notável que a menina se sente muito sozinha às vezes, mesmo sendo uma apreciadora de sua própria companhia. Só há dois verdadeiros amigos: Albert, um mulherengo que passa mais tempo bêbado e apostando em algum jogo; e Genevive, uma sedutora artista, moderna demais para a época em que se encontra. Amizades bem peculiares, eu diria, mas verdadeiras.

site: https://karolinibarbara.blogspot.com/2021/02/seculo-xviii-londres-poder-e-um-destino.html
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Adria Raquel 29/12/2020

Interessante!
Primeiro contato com a escrita da Camila e posso dizer que me apaixonei.
Que livro fluido e muito bem escrito!
Para quem gosta de romance, de história, de fantasia, de ação e de tudo um pouco esse livro é perfeito - uma história bem interessante.
Super recomendo!!!
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Daiane 24/07/2020

Livro contagiante, muito emocionante a vida de Evangeline e seus poderes
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Aline Cristina Moreira 22/06/2020

Maravilhoso!!
Que livro maravilhoso, gente!!
Em "A Linhagem" acompanhamos a história de Evangeline, uma jovem que vive na Londres do século 18. Uma época conhecidamente cheia de convenções e restrições para as mulheres, porém isso não detém o espírito livre de Evangeline que, além de ser uma mulher a frente de seu tempo, possui poderes que seriam considerados bruxaria caso se tornassem de conhecimento público.
E estes não são os únicos problemas com os quais Eva tem que lidar. Seu pai é um homem cruel que a trata com desprezo e violência; e que agora decidiu que a jovem deve se casar com Hector, um homem que ela detesta e que não faz a menor questão de negar que seu único interesse com o casamento conseguir mais status.
Felizmente a vida de Evangeline não se resume apenas a pessoas ruins. Ela tem amigos extremamente fiéis, uma ama que a criou como sua própria filha, e o destino tem muito mais guardado para ela; como um grande amor e a descoberta de pessoas que, assim como ela, possuem poderes!
Não é novidade que eu amo os livros da Camila e que leria até a lista de compras dela, mas eu não esperava me deparar com um livro tão maravilhoso quanto este quando iniciei a leitura de "A Linhagem". Pra quem não sabe, ela escreveu este livro com apenas 16 anos e, gente, a escrita dela já era incrível nesta época!
Amei demais os personagens e todo o mistério na trama; e, na minha opinião, esse livro só tem um defeito: ele não tem uma continuação
Escreve a continuação, Camila Dornas! Preciso! Já estou com saudades da Evangeline, do Henry, do Albert, da Genevieve, da Morgana... Acho que já deu pra entender, né?
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Mia Fernandes 02/05/2020

A autora Camila Dornas criou uma história interessante
Se você me falar de um livro ambientado na época medieval, com pessoas tendo que esconder seus poderes da sociedade e mais romance proibido com toque sobrenatural pode passar para mim. Toda esta deliciosa descrição eu pude encontrar na história de A Linhagem da minha xará Camila Dornas.

A história é ambientada em Londres do século XVIII época em que as mulheres eram nada mais que um objeto para os homens, a reprodutora de seus filhos, submissas a eles e sem nenhuma opinião e inteligência própria. Mas, este papel submisso e pífio passa longe da nossa heroína. Evangeline Bennett é uma jovem mulher, com seus pensamentos próprios e indomáveis, com ideais avançados para esta sociedade medieval. Para começar, ela é uma bruxa. Minto um talento. E o seu dom está ligado aos elementos, como fogo, terra, ar e o vento. Ela descobriu esses poderes quando era muito jovem e desde então, seus familiares a associaram a bruxaria e fazem de tudo para esconder este lado dela e encaixá-la no padrão londrino da época.

Lina tem um espírito selvagem e não aceita essas imposições e muito menos o destino que seu pai, Julian Bennett traçou para ela: casar com o primo do rei, lorde Hector Callun. Além, de travar discussões acaloradas com ele, Lina ainda enfrenta o desprezo de sua madrasta, Eleanor, a típica mulher submissa e da sua irmã mais nova, Margareth. Que mesmo casada, vive as turras com a mais velha. Implicando sempre quando dá na telha.

Seu pai, Julian Octavian Bennett é o famoso Marquês de Winchelsea e conselheiro do Rei. Ele é muito bem visto pela sociedade e fará de tudo para que seu status continue assim. Mas para isso precisa se livrar de Evangeline e de suas bruxarias. Para isso une o útil ao agradável: negociar a mão de Evageline com Lorde Hector Nathaniel Handel Callun II, o primo do Rei. Assim, mataria dois coelhos de uma só vez.

O desprezível Hector Callun além de emanar uma aura diabólica é dono de insensíveis olhos pretos da cor do mais profundo brejo, que causa sempre um frio arrepio em nossa heroína.

Para pode fugir deste mundo opressor e tentar encontrar uma saída para este casamento iminente, ela recorre para o conforto da floresta. Lugar em que ela pode extravasar os seus poderes, sem que destrua sua casa no processo. Além da floresta ela encontra refujo no estábulo no meio dos cavalos. É neste lugar que ela encontra o seu verdadeiro lugar. Neste mesmo estábulo juntamente com a sua égua Atena, que ela conhece o cocheiro Henry Atlee e toda a sua vida e suas emoções sofrem uma ebulição que nem mesmo os seus poderes poderiam gerar.

Não é somente de inimigos que Lina é cercada. Ela possui uma boa dose de amigos. Como o mulherengo Albert Gray com sua incrível lábia e insaciável apetite em roubar as virtudes de donzelas em defesa; a exótica Genevieve que por ser pintora teve que morar em Paris, já que uma profissão mal vista pela sociedade Londrina e que não vê nada mal usar os homens para alcanças os seus objetivos. Além desta dupla, Lina conta com a ajuda da governanta Morgana, que cuida dela desde que sua mãe falecera quando ela ainda era bem pequena.

Mesmo com amigos adoráveis e seu rápido encantamento por Henry, Evangeline não sabe dizer o que está acontecendo com ela. O porquê de ter esses poderes. Porém, o inicio da resposta aparece com o enigmático Dorian Markhan, com seus olhos acinzentados, mostra de uma maneira muito rápida pessoas especiais que tem muito a ver com ela. Porém, antes mesmo de poder criar laços mais profundos, ela terá que lutar por sua vida e por sua liberdade. Desvendar a misteriosa tentativa de assassinato ao rei, antes que o próprio morra nas mãos do vilão. Mas, você deve estar me perguntando: por que ela está envolvida com isso? Bem, a resposta você encontrará no livro, oras. Não vou entregar o ouro assim.

A autora Camila Dornas criou uma história interessante. Fugiu do estereótipo da típica donzela em perigo e cheia de mimimi. Evangeline Bennett é uma garota com fibra que vai lutar com todos os seus poderes para fugir das garras dos seus opressores e não ser mais uma mulher submissa ao seu marido. Apesar de estar rodeada de vestidos pomposos e aquele modos refinados, Eva não segue bem essa linha e muito menos aquela reputação casta. O que foi algo bom. Pois isso ajudou a criar uma química entre ela com Henry, aquele cara perfeito, com seus olhos azuis e cabelos verdadeiramente vermelhos. Os personagens secundários, seus familiares e amigos foram bem descritos.

A história narrada em primeira pessoa ocorre de maneira bem rápida e ágil. Os capítulos estão bem trincados, dosados de ação, aventura, romance, comédia e um pouco de sobrenatural. Porém, como a história acontece rápida e tem muitos personagens – principalmente os apresentados pelo Dorian – ficou faltando aprofundar neles. Era como se este segmento da história estivesse sido jogado para escanteio. Fiquei querendo saber mais de Lady Aghata e seus amigos, como a irritante Gabrielle e o fofo Tristan.

Mas, o fato que me levou as lágrimas de raiva fora com o personagem Dorian, principalmente na construção de sua trajetória. É um personagem instigante que me fez passar a história inteira pensando em por que ele não aparecia mais. Merecia ter sido mais aprofundado, como os outros que eu disse. Ele tinha uma história própria, que renderia bastante para o drama. Mesmo eu gostando do casal principal, sentia faíscas soltando entre ele e Eva.

No geral dou nota 8 pela obra em si. Pois fiquei sabendo, aos 45 do segundo tempo, que a autora planeja uma continuação. Agora esperar que as minhas expectativas não sejam altas demais. Entretanto recomendo para todos os que procuram um livro nacional, que não é cheio de firulas e que irá agradar ambos os sexos.

XOXO
Mia Fernandes.
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Alynne Scott 28/09/2016

Nem só de experiências boas a gente vive
O livro começa errado já pela capa (muito linda, por sinal), que obviamente tinha a intenção de representar Evangeline (protagonista), mas falhou miseravelmente, e não é questão de como eu imagino que ela seja, mas poderiam ter colocado uma loira pelo menos.
A história deveria ser ambientada em 1720, mas foge diversas vezes (pra não dizer sempre) da época e isso me incomodou demais simplesmente porque penso que, se você não tem condições de escrever bem sobre uma época, costumes, falas e ambiente, não o faça.
Evangeline é, de longe, uma das protagonistas mais chatas que já encontrei. Absolutamente prepotente, arrogante, e feita para ser o tipo ?sou linda, perfeita, uma deusa independente, crítico todas as mulheres meras mortais? que só serve para duas coisas: irritar e passar uma falsa imagem de que a personagem é bem resolvida, fora do padrão, feminina, mas não muito, a que todos os homens desejam e todas mulheres invejam (tenha santa paciência). Empatia é uma palavra que não existe no vocabulário dela. Só toma decisões estúpidas e, o que é pior, supõe que o leitor seja tão burro quanto ela, já que as tentativas de mistério e suspense ficaram realmente só nas tentativas (muito falhas, por sinal).
Além disso, os romances vividos por ela são tão adolescentes e cheios de jogos, com uma tentativa tosca de soar mais adulto (oh minha face em chamas com o toque do homem lindo que acabei de conhecer e já consegue ler minha alma). Tem uma espécie de triângulo amoroso mais desnecessária que já vi na vida.
Sinto que o livro não passou por uma revisão de conteúdo. Além das falhas sobre a ambientação, existe uma repetição infindável de coisas desnecessárias e trechos que li e pensei somente ?por que estou lendo isso mesmo? Qual a relevância disso??, o livro poderia ter menos da metade do tamanho que tem. São tantos furos na história, tanto plot mal acabado, tanta cena sem razão que perdi as contas (de verdade, tentei contar). A linha temporal é desconexa e sem sentido, me senti perdida com o passar dos dias/semanas durante a leitura, não dá pra saber se passou um dia ou um mês.
Os diálogos são fracos, a apresentação dos personagens é superficial (não poderia ser diferente, já que é narrado em primeira pessoa por uma protagonista rasa) e toda a história é tão tão tão cheia de clichés e estereótipos românticos do mocinho (obviamente lindo e musculoso que entende perfeitamente a bela dama) que não teve jeito de gostar.
Comecei a resenha antes mesmo de chegar na metade do livro, esperando ter que mudar tudo e me redimir, mas foi isso mesmo.
Obviamente é uma experiência pessoal. Muita gente gostou. Para mim passou longe de funcionar e sinto dizer que foi o primeiro livro realmente ruim que li esse ano. Uma pena, já que a literatura nacional me deu os melhores desse ano também.
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LT 15/06/2016

Evangeline Bennet tem um dom, ela pode usar os 4 elementos da natureza ao seu favor e ela perdeu sua mãe muito nova. Julian é o pior pai que existe, faz de tudo para acabar com a felicidade dela. Margareth é sua irmã, elas nunca se deram bem. Morgana é seu bem mais precioso, é sua dama e cuida de Evangeline desde que sua mãe morreu. Evangeline chama atenção por onde anda, sua irmã a inveja. Quando usa seus dons, Evangeline se sente cansada e por isso sempre vai a floresta para absorver a energia do local, o que também a acalma e a deixa longe de seu pai.

Seu pai por si, sempre a condena por sair sem sua dama de companhia, a garota por si só adoraria usar seus poderes com ele, mas fica com medo, pois no século XVIII eles matavam as bruxas que eram descobertas. Quando Evangeline conhece Henry, logo se vê em uma ligação muito forte com o rapaz, algo que nunca aconteceu e ele se sente do mesmo jeito. Ela vê um refúgio onde pode se esconder quando está com Henry.

“Henry me olhava com um meio sorriso, parecendo ler as intenções por trás da minha atitude. Encarei-o de volta, correspondendo ao seu sorriso. E entrei na carruagem.

- Para onde devo leva-la?
Abri a boca para dizer que me levasse à modista, mas a fechei logo em seguida. Eu tinha vestidos que nem mesmo me lembrava de todos, com certeza não precisava de mais um.
- Surpreenda-me.”

Evangeline, tem um amigo chamado Albert que é do tipo galanteador e que adora um rabo de saia. (E dizem que naquela época não se podia ter amizade entre homem e mulher). E uma amiga chamada Genevieve que é uma grande artista. Apenas esses dois e seu pai sabiam de seu dom, até que um dia ela teve que usá-lo para salvar Henry. Será que ele a aceitará como ela é? O que será que acontece com os dois a partir desse momento?

Então, em um determinado dia seu pai resolve que ela deve se casar, mas o cara era um pouco possessivo demais. Hector é primo do rei, estava procurando uma moça e era o jeito mais fácil de se livrar da filha. Evangeline com sua personalidade forte, não aceita isso de cabeça baixa, ela já ama alguém e vai fazer de tudo para ser livre...
Mas, as coisas não são tão simples assim. Hector tem seus segredos, e são horríveis, assim como ele. E se ele quiser fazer coisas ruins com as pessoas para chegar ao poder extremo?
Além disso, ela começa a questionar-se: E se existir mais pessoas como ela? E se ela tivesse que salvar outras pessoas? Como se sairia?

" – Eu adoraria ficar horas discutindo com você, Albert, mas temos um assassinato para impedir. (...)– Você está certa, nós precisamos de um plano – Genevieve quebrou o silêncio. Sorrio para eles.– Eu tenho um plano."



A Linhagem, infelizmente, quanto a esse livro, demorei para lê-lo. Ele não chegou as expectativas que eu tinha e com isso, simplesmente acabei por me arrastar na leitura. O livro não me conquistou, mas isso não quer dizer que não vá lhe agradar, a sua opinião pode ser diferente da minha, o que agrada a um, nem sempre agrada o outro e vice-versa. Então, se você gostou da premissa, sugiro que se dê a oportunidade de encontrar as respostas que deixei no ar lendo e tirar as suas próprias conclusões sobre o livro.

Resenhista Analuiza Amorim.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Clara 06/01/2016

bom, porém entediante
Nem tudo nesse livro me agradou, como por exemplo o desenvolvimento da personagem principal e dos outros personagens. as explicações eram mal feitas e deixou muito a desejar.
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Zana 24/09/2015

Sinopse: Londres do século XVIII. A capital da Inglaterra era um dos mais importantes centros do mundo. Vestidos pomposos, elegância e boas maneiras. Um tempo onde as posses e a reputação regiam a sociedade. A igreja possuía poder absoluto e condenava aqueles os quais pesava a suspeita de bruxaria – a arte oculta temida e repudiada pelo senso comum. Nesse cenário intimidador, surge uma mulher especial, com dons inimagináveis. E um destino grandioso...

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O argumento de ‘A linhagem’ sobre dons e bruxarias está longe do ineditismo. A trama mostrada é um tanto quanto rasa, talvez carecendo do inusitado ou de maior sofisticação, tendo em vista o gênero surrealista da literatura fantástica. Quem já leu ‘ Portais de Anúbis’ e bebeu da fonte do mestre da ficção científica e fantasia Timothy Thomas Powers certamente entenderá ao que me refiro. No mais Camila Dornas escreve de forma fluida e proporciona ao leitor uma leitura leve e agradável.
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Arca Literária 26/08/2014

Por: Gabrielle Amaral

“Sou do tipo de mulher que prefere ação à espera”

Temos o perfeito contraste entre a aparência e a personalidade, Evangeline é a típica bela jovem inglesa de séculos atrás, cabelos loiros, pele branca, cachos, escondem a sua verdadeira personalidade, todos pensavam que ela seria a dama perfeita, que aceitaria tudo e todos, que não se oporia a nada, num tempo onde apenas as aparências importavam, vemos uma mulher a frente do seu tempo cheia de personalidade lutar pelo que acha certo.

“Se tudo der certo, no final da noite, eu não terei noivo nenhum. Não deixarei que nenhum homem decida meu futuro.”

O livro se inicia de forma que nos leva a ver Londres de antigamente, mas por ter uma linguagem atual poderia perfeitamente se passar nos dias do hoje, é um livro que nos leva a refletir quando percebemos que mesmo depois de séculos o machismo permanece no mundo atual, vemos também que nem sempre tudo é como parece, que as coisas são como menos imaginamos.

“Eu nunca abriria mão de meus dons. Eles eram partes de quem eu era. Era a única coisa que ninguém jamais poderia tirar de mim.”

Eva é forte e a escolha do sobrenome Bennett é algo comum, mas com um grande significado, que nunca leu ou ouviu falar sobre a famosa obra de Jane Austen? Assim não há surpresa quando o caráter dessa jovem tão parecida e oposta a cara Elizabeth, o sobrenome Rothe – Voltaire precisamente o segundo é referencia a um antigo filósofo iluminista francês que apoiava firmemente a liberdade religiosa, onde mais uma vez vemos que foi cuidadosamente escolhido para complementar a personalidade da protagonista.

“Se eu deixasse que me provocassem sem reagir, logo seria esmagada. E eu não conseguia aguentar uma provocação calada.”

Temos um relacionamento familiar oposto ao esperado, inusitado e que acaba contribuindo ainda mais para tornar quem ela é, o que esperar de um mundo onde a própria família já não lhe aceita? É apenas uma das questões que a bela tem de lidar. E no final tudo se prova inesperado, prova-se que mesmo conhecendo alguém por anos jamais vemos a pessoa como ela é e isso torna o livro tão real, foi escrito de uma forma tão boa.

“No mundo em que vive, o amor é algo perigoso, algo que traz incontáveis problemas. Não quero que você se machuque.”

Quando se trata de paixão acaba-se por ter sido sim meio clichê, mas um clichê que foi tão escrito que não podia ser de outra forma, simplesmente tinha que acontecer, tinha de ser assim. Consumidos por essa paixão ardente e lutando contra o certo e o errado, toda aquela questão de escondido é bem melhor, perigoso é divertido, descobrimos que nem todos os homens daquele tempo são como a maioria e é algo tão encantador.

“Acredito que todos nós somos como vulcões dormentes. Que, a cada novo problema, vamos acumulando pressão até atingir um ponto de colapso e entrar em erupção.”

Lina tem de aprender a lidar com seus poderes que podem chegar a machucar a si mesma, poderes tão fortes, tão incomuns que chegam a representar uma bomba relógio prestes a explodir, mas no final de tudo se não fosse essa bomba, quem saberia onde estariam todos? Também há a tão característica luta interna tornando-a tão humana, vemos nas atitudes delas, erros e acertos, que se pensarmos como aquela época podia condená-la, mas se a vemos com olhos atuais é tão normal. Isso foi algo muito bem estruturado, detalhado, bem pensado.

“Tão bela e tão poderosa. Seria absolutamente perfeita se não pensasse tanto. Mulheres não deveriam pensar por si próprias, é um completo desperdício de uma boa criação divina.”

O grande conflito do livro é ser mulher, pensar, agir, ter opinião, ser descriminada por isso e infelizmente sabemos que isso acontece sim hoje em dia, mulheres ainda são subestimadas, é um livro que traz numa situação de anos atrás tramas tão atuais, coisas do mundo moderno que vem desde o passado. Numa sociedade onde mulher sair sozinha é quase um crime como ser Evangeline? A autora trabalha isso muito bem, trabalha maravilhosamente bem toda essa questão, constrói uma personagem onde podemos nos ver facilmente, torcer por ela, invejá-la, amá-la.

“Livre. E era assim que todas as mulheres deveriam ser, e não a mercê dos desejos frívolos de homens tolos.”

No final podemos tirar a esperança de que sonhar não é pecado, que sim podemos fazer isso e que pode se realizar é só ter fé, força de vontade e coragem. Em meio aos acontecimentos o livro traz uma bela mensagem de companheirismo, amizade, fé, força, coragem. Mostra os males da arrogância, prepotência, nos obriga a refletir.

site: www.arcaliteraria.com.br
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Vinícius 05/07/2014

Um romance e tanto.
A Linhagem assemelhasse com um romance histórico de banca. Até pode ser um pouco comparado, mas não se firme nesta descrição.

É um livro intrigante e cheio de reviravoltas. No final do livro o negócio pega fogo numa velocidade absurda e tem tantas revelações que você fica arfando a cada segredo. E isso é tão surpreendente que você fica olhando para o livro e relendo. Desacreditado por assim dizer. Camila Dornas usa um leque de adjetivos para descrever as cenas, sua narrativa é doce, simples e leve. Os personagens possuem características bem acentuadas e posso dizer que ao terminar o livro fiquei com muita saudade das aventuras de todos. Os amigos de Evangeline, Genevieve e Alfred, são os mais sensacionais, apesar de serem quase que coadjuvantes eles tem um humor muito carismático e umas atitudes bem engraçadas, são personagens divertidos que tiveram papeis importantes na investigação contra Hector.

Ah, é claro o Hector. Hector é um vilão totalmente obcecado pelo poder, ao longo do livro o personagem vai amadurecendo de uma maneira horrenda. Quem gosta desse tipo de vilão vai amar Hector, mas eu prefiro que ele fique bem longe. Há uma cena que é uma espécie de batalha final onde os personagens da investigação se juntam contra Hector que é FANTÁSTICA, literalmente. Para mim é o ápice do livro, e essa batalha desencadeia em várias cenas de arrepiar, com direito a espadas, gente sangrando e, é claro, muito choro e sofrimento. Como eu amo tragédias essa é a minha parte favorita.

"Acredito que todos nós somos como vulcões dormentes. Que, a cada novo problema, vamos acumulando pressão até atingir um ponto de colapso e entrar em erupção. Se presenciar alguém se transformar em uma pilha de ossos não era o fator que iria me fazer entrar em erupção, eu não podia imaginar o que seria." (p. 280)


O começo e o meio são como preparações e apresentações, mas foram um sacrifício para mim. Você não tem taaaanta reviravolta e o dia a dia da Evangeline é bem monótono. A Linhagem perde pontos nesse quesito comigo, como eu tinha outras leituras enquanto estava lendo essas partes me fizeram enrolar muito para terminar. Entretanto, depois que começou aquelas reviravoltas lindas eu não me controlei e li até o final de uma só vez. Lembro-me de ter surtado com a autora pelo Whatsapp, espero que ela não me ache louco ou coisas do tipo haha.

Outro incômodo foi a repetição de algumas palavras — o que é muito comum com alguns autores nacionais de primeira viajem — que poderiam ser trocadas por outras com sentido equivalente. Repetições às vezes cansam e dá um ar repetitivo ao texto. Erros ortográficos só achei um que foi em relação ao uso dos “porquês”. De resto é um romance para abalar com os mais sentimentais, uma história sobre amor, o mal, esperança, compaixão e, acima de tudo, magia.

A Linhagem recebe nota 4 e um aperto no coração. E se Camila Dornas estiver lendo esta resenha espero que ela saiba que matar personagens não é nada legal. Cof.

"Quando se ama alguém, ela permanece em seu coração e em suas lembranças, mesmo que não permaneça em sua vida." (p. 333)


site: http://momentoliterario1.blogspot.com.br/2014/07/resenha-96-linhagem-de-camila-dornas.html
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Andrea 10/02/2014

Para mulheres fortes
Londres, 1720. Evangeline Bennett é a filha mais velha de Julian, o marquês de Winchelsea e um dos nobres mais próximos do rei. Ela está de casamento marcado com o primo do rei – e portanto um ótimo partido - Hector Callum. Isso seria o sonho de qualquer garota da época, mas Evangeline é diferente. Ela não é como qualquer uma.
A lady tem personalidade forte, é decidida e nem cogita ser submissa a um homem (o que a faz rejeitar ainda mais Hector). Além disso, ela é poderosa, tem dons especiais. Esses dons fazem com que seu pai a repudie ainda mais – e ele mal espera o momento em que sua filha será responsabilidade de outro homem.

Na noite em que será apresentada a seu noivo, Eva se descontrola, usando seus poderes com mais intensidade do que pretendia – e isso faz com que seu pai fique furioso. Como sempre, para se acalmar, a garota foge para o estábulo, onde ama ficar escovando Atena, sua égua. É lá que conhece Henry Atlee, o novo cocheiro da casa – e logo já começa a ver o moço com outros olhos. Coisa que não poderia nem passar pelos pensamentos de uma lady. Na mesma noite, se depara com Dorian, um homem que sabe muito mais sobre o seu segredo do que ela gostaria – e que pode mostrar para ela que não está sozinha neste mundo.

Assim, junto com os bruxos que não sabia da existência, com Henry e com seus dois melhores amigos, Albert e Genevieve, Evangeline se vê frente a uma ameaça – que pode fazer retornarem os dias de caça às bruxas – e somente eles poderão salvar o rei e impedir uma possível caça às bruxas.



Eu adorei o livro! Comecei a ler e fiquei até altas horas da madrugada lendo! Primeiro, pois amo história - e o livro mostra muito bem como a sociedade daquela época era construída, focando, antes de tudo, no status de cada família - e mostrando o medo de Julian de que o poder de sua filha tirasse sua posição na sociedade. Depois, pois adoro sobrenatural. O poder de Evangeline parecia real, não foi estranho à situação. Ainda, amo um bom romance, e o amor entre Henry e Evangeline me pareceu daqueles que não pode ser segurado - mesmo quando ela está de casamento marcado com outro.

Gostei muito da protagonista. Ela é muito determinada e sabe o que quer, independente do que a sociedade pensa. Ela não mede palavras e está pronta para fazer o que for necessário para conseguir o que quer. Exatamente por isso, não consegue se encaixar em sua família – Julian e Margaret, sua irmã, se importavam mais com o que os outros pensavam do que o que realmente queriam – e pareciam ser felizes daquela maneira.

A autora consegue fazer com que odiemos Julian e Hector, os maiores representantes daquela sociedade ultrapassada que não se importa com nada que não seja o status, independente de como foi conquistado.

É claro que não podemos esquecer de Morgana, a criada de Evangeline que é a única pessoa que consegue fazer com que ela se sinta efetivamente em casa quando está com sua família – e é uma das únicas pessoas que aceitam o dom que tem. Genevieve também é uma personagem forte e que tem personalidade própria mesmo sendo mulher - ela é artista, papel reservado principalmente aos homens, e não tem medo de usar seu charme para conquistar quem a interessa. Albert, por sua vez, é um mulherengo e adora o fato de a amiga ser o oposto das mulheres de sua época. Por fim, temos Henry, o cocheiro ruivo que conquistou o coração de Eva. Ele também quer encontrar um amor de verdade antes de pensar em casamento e não consegue resistir à filha do patrão. Ele consegue ser carinhoso e não tem medo de lutar para fazer o que é certo.


Recomendo para todos os que adoram livros com um toque histórico e sobrenatural, assim como para quem gosta de livros em que a protagonista não é apenas uma mocinha indefesa, mas sim uma mulher determinada a fazer o que é certo! E, para quem ainda tem preconceito com a literatura nacional, fique tranquilo: esse livro vai te conquistar! Quem sabe você não muda de ideia?

* Resenha postada no blog Own mine - http://deia-galvao.blogspot.com

site: http://deia-galvao.blogspot.com
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Jeniffer Viana 30/01/2014

A Linhagem - Resenha originalmente publicada em meu blog, Doce Sabor dos Livros
Quer conferir as minhas impressões sobre esse livro?
Acesse o link abaixo! É rapidinho e você não vai se arrepender.

site: http://docesabordoslivros.blogspot.com.br/2014/01/resenha-linhagem.html
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Aline Coelho Cury 17/01/2014

A Linhage,m!!!





Estou muito satisfeita com a leitura desse livro. Fiquei totalmente envolvida na trama e o final teve tudo resolvido de forma satisfatória. Esse livro apresenta um pouco de suspense, drama, romance, tem momentos eróticos e ainda aqueles segredos de família que deixam legados que podem mudar a vida de alguns personagens significativamente.

"Alguns segredos começam como uma forma de se proteger. Outros segredos são usados como armas contra aqueles que os guardam. E há ainda os segredos que, quando revelados, causam o mesmo efeito de um furacão e alteram tudo o que você achava que sabia." Pág.288

O livro se passa em Londres em 1720 e nessa época as mulheres eram tratadas como propriedades dos pais e depois dos maridos que em muitos casos eram cruéis. A autora aborda com maestria esse tema e outros tipos de dificuldade que as mulheres passavam nessa época.

Conhecemos Evangeline Bennett(Eva) que está com 20 anos, perdeu sua mãe quando era criança e não consegue se entender com sua irmã e com a madrasta fúteis e com seu pai severo.

Ela recebe a notícia de seu noivado com o primo do rei de má vontade, ela acha um absurdo a mulher não poder escolher com quem gostaria de casar e se quer casar. Enfim já percebe-se que Eva é uma mulher a frente de seu tempo, não aceitava simplesmente seu destino de mulher do século XVIII. Ela se sentia diferente por possuir um dom especial sobre os elementos da natureza, mas precisava ter cuidado para não se expor, caso contrário poderia ser apontada como bruxa e ser queimada na fogueira.
Poucos eram os que conheciam seu dom e infelizmente seu pai era um desses, já que sempre que eles brigavam e ela perdia o controle emocional ele se manifestava.
Ao longo da trama vamos conhecendo as pessoas que são importantes para Eva e a forma como esses relacionamentos são apresentados pela autora é tão cheia de sentimentos que nos faz acreditar que essas pessoas são reais.
Eva não suporta seu noivo e sempre que está próxima dele sente arrepios e mal pressentimentos. Ela fará o possível para resistir a esse casamento e nesse meio tempo conhecerá outras pessoas que assim como ela tem dons especiais.
Eva não consegue ver injustiças sem fazer nada e descobre um atentado ao rei e decidi que fará de tudo para salvá-lo, já que o objetivo é culpar as bruxas e montar uma caçada a elas. Dessa forma não só ela mas todos que tem dons estariam correndo perigo.
Além disso tudo ainda temos uma história de amor entre Eva e um ruivo lindo chamado Henry que assim como ela ama cavalos. Fiquei suspirando com os momentos apaixonantes deles e claros as declarações!!!

"Prefiro ter apenas um dia ao lado dele a uma vida ao lado de qualquer outro." Pág. 192

Enfim fica a dica de um livro maravilhoso e super envolvente.
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Tayane Cristie 09/01/2014

Na Londres do século XVIII, mulheres ainda são acusadas e perseguidas por bruxaria. É por esse motivo que Evangeline Bennett tem de esconder seus poderes – ela é capaz de controlar os quatro elementos -, aguentando os maus-tratos do pai e tendo de aceitar um casamento forçado com o primo do rei, Hector Callum. Mas Evangeline é uma mulher decidida e audaciosa de mais para a época, e ela faria de tudo para fugir desse casamento. Quando um atentado contra o rei acontece, ela percebe que há algo de muito errado e que há outros usando seus talentos para algo ruim.

Não posso dizer que adorei o livro, mas também não o odiei. A trama criada por Camila Dornas foi bem pensada, mas a autora se deixou cair em alguns clichês que tornou a leitura um pouco repetitiva (como se eu já tivesse lido aquela história antes, sabem como é?). Logo no início ela já insere quatro personagens masculinos que eu tive a sensação de que viria mais uma daquelas protagonistas que fica indecisa entre dois ou mais homens. Mas pelo menos desse clichê ela conseguiu fugir (se bem que ela tentou me enganar com a possível iniciação de um triângulo amoroso que, felizmente, não chegou a acontecer). Um desses personagens é Hector, que nem de longe é um interesse amoroso da protagonista, mesmo sendo seu noivo. O cara é odioso que só! O segundo é Albert, melhor amigo de Evangeline desde que eles eram crianças. Felizmente essa amizade e até irmandade ficou bem clara, deixando Albert longe de ser um possível pretendente. E depois vieram Henry e Dorian.

Dorian é aquele personagem misterioso, que parece envolto em sombras, que, pelo o que eu percebi, tem sempre de ter um nos livros de romance paranormal (não que eu não goste desse tipo de personagem, eles geralmente são os badboys, e eu tenho um queda pelos badboys literários). Com seus olhos cor de tempestade, Dorian foi misterioso desde o início, mas foi ele quem contou a Evangeline que existiam outros como ela (e ele) e que eles se denominavam “talentos” (um termo mais brando que “bruxos”). Já Henry era um empregado da família Bennett, trabalhando com os cavalos e como cocheiro. A protagonista se sentiu atraída por ele desde o momento em que o viu. Só achei que o romance aconteceu abrupto de mais, rápido de mais. Num dia eles estavam se conhecendo, no outro ela estava contando segredos e quase se entregando pra ele. O.O Foi bonitinho o romance dos dois? Foi sim, mas mais sutileza, não é? Ainda mais para época, que mesmo uma garota “pra frente” como a Eva deveria ter seus limites, certo recato.

Desde o momento que Evangeline descobre que existem outros como ela é que começa a busca por aquele que está tentando contra a vida do rei. Não sei se foi meu ritmo de leitura ou o quê, mas a partir daí tudo começou a acontecer rápido de mais. Todo mundo gosta de uma leitura rápida, mas aqui eu achei que ficou faltando partes da história que poderiam ser melhor exploradas, as cenas de ação (que eu gostei, sim, mas) poderiam ter sido mais duradouras e melhor desenvolvidas.

Mas vamos dar créditos à autora estreante. A Camila tem uma narrativa bem gostosa e que flui facilmente (como eu disse, minha leitura foi bem rápida). Apesar da época em que se passa o livro exigir uma narrativa mais formal (tá, não precisava ser algo Emily Brönte, mas também nada século XXI, né), dá pra perceber o talento e a facilidade que a autora tem com as palavras. E, no geral, eu acho que ela soube desenvolver bem a trama, faltando uma coisinha aqui e outra ali, mas o livro cumpriu com a trama que prometeu e eu gostei bastante do final. Não sei se haverá uma continuação, mas o final do livro permite as duas possibilidades (de final, “final” mesmo, pois teve um fim satisfatório; ou de que alguma outra trama se forme, já que esse mundo dos talentos que a Camila criou dá para abranger bastante coisa).

Eu gostei do livro, gostei da personagem da Evangeline (apesar de ter me irritado em certos pontos) e dos amigos dela (principalmente a Genevieve, que é uma peça rara, hahaha, momentos hilários com essa garota). O Henry não foi muito do meu gosto, já que ele era um pouco perfeito de mais, mas fez um belo par com a protagonista, defendendo-a e sempre estando ali quando ela precisava.

É um livro nacional bem bacana (só um aviso para quem ainda tem certo preconceito com literatura nacional). Atualmente a literatura nacional tem lançado coisas bem bacanas e em nível de literatura estrangeira (para você que quando entra numa livraria, online ou física, e vai direto pra esse setor). Eu recomendo o livro, é um bom passatempo pro seu fim-de-semana ou pra esse período de férias que tem muita gente com as pernas pra cima.

site: http://lereaminhapraia.blogspot.com.br/
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