Fangirl

Fangirl Rainbow Rowell




Resenhas - Fangirl


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Carolina F. 13/08/2019

Então...
Custei a entrar de fato na história, talvez por vir de uma leva de livros onde me encontro e enquanto em Fangirl não existe muita representatividade para mim. A história parece estar eternamente acabado, cheguei aos 30% com a certeza de que já estava no final do livro, isso de certa forma me deixou cansada de ler. Contudo, depois dos 70% do livro tudo fica muito bom e muito legal. A autora ainda conseguiu terminar o livro deixando aquele gostinho de quero mais.
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Isa(dora) 15/01/2019

Muita fofura
Esse foi o último livro que li da Rainbow Rowell do que ela já publicou até hoje, incluindo The Runaways. Adoro a forma como ela narra suas estórias e nos faz criar laços com seus personagens, especialmente ficando triste quando o livro acaba. Quero desesperadamente saber mais sobre eles...!
Me relacionei muito com os personagens e todas as situações de primeiro ano de faculdade e quão real é. Muitas boas memórias voltaram. Além disso, as relações entre os personagens são muito reais e fáceis de se conectar.
Awesome as usual! ??
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Débora 05/01/2019

Livro encantador, apaixonada pela escrita da autora!! O final deixou a desejar, contudo ainda é uma ótima leitura.
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Layla l @bookdipity 11/05/2018

Eu nem sei exatamente o que me fez amar tanto esse livro. Talvez tenha sido o sentimento de me sentir de certa forma representada, porque meu amor por livros começou exatamente através da fanfics que, ao contrario da Cath, eram fanfic de cantores e não de outros livros, mas mesmo assim eu entendo demais como ela se sente em relação aos seus personagens. Me fez ficar com uma nostalgia enorme e morrendo de vontade de voltar ao começo da minha adolescência onde minha unica preocupação era quando ia sair o novo capitulo da fanfic de one direction... pois é, o tempo voa. E também o fato da Cath ser MUITO parecida comigo, pelo menos como eu era na minha adolescência (não que eu não seja mais adolescente, tenho quase 19 anos, mas hoje as coisas já são um pouco diferentes apesar de ainda ter muito da Cath em mim) contribuiu muito para que eu me identificasse mais ainda com esse livro. Só falta um Levi pra mim.
Além de tudo, a escrita é feita de uma forma que você se sente na pele da personagem e eu acho isso incrível! Você se sente parte daquele mundo e a Rainbow ainda consegue fazer com que o livro não fique arrastado em nenhum momento.
Eu sei que o livro tem algumas coisas que poderiam ter sido mais aproveitadas e bem desenvolvidas, que a personagem principal AS VEZES era um pouco antissocial demais que até acabava irritando um pouco e que talvez não fosse tão necessário as partes da fanfic no meio do livro porque acabavam quebrando um pouco o ritmo da leitura. Só que as minhas 5 estrelas e o favorito se baseiam totalmente no sentimento de "quentinho no coração" que eu tive ao terminar esse livro. É muito raro eu ler um livro que me deixe assim no final (tenho pouquíssimos livros 5 estrelas, inclusive) então acho que esse aqui merece só pela sensação que eu tive durante a leitura e a satisfação que tive ao terminar a ultima pagina.

site: https://www.instagram.com/bookdipity/
Laura Machado 19/06/2018minha estante
Sou assim também! Se eu amo o livro, não importam as críticas que faço e no que ele poderia ter sido melhor. Só o amor já vale cinco estrelas!




Aria 17/02/2018

Não consegui parar de ler até acabar
Gostei bastante. E muitas vezes me vi retratada nessa escritora.
Gostei da maneira como se desenvolveu a história, dos conflitos da personagem... Claro que algumas vezes eu quis dar tapas nela e no boy, mas passou, hahah.
Recomendo muito!
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Gabi 07/02/2018

O título me define.
Cath não é sua típica mocinha.

Quando finalmente ingressa na universidade, ela não está pronta para abrir as asas e voar, fazer novos amigos e descobrir um novo lado da vida que ela nunca pode explorar quando morava na casa de seu pai solteiro. Tudo que Cath quer é escrever sua fanfic baseada na famosa série Simon Snow, conversar com outros integrantes do fandom e reler os livros quando lhe der na telha. Ela nunca precisou de muito, quando sempre teve sua irmã Wren para lhe mostrar o caminho. O problema é que agora Wren quer explorar o mundo real sozinha e Cath não faz a mínima ideia do que fazer nesse novo ambiente que a tira tanto de sua zona de conforto.

Ah, não. Cath não é sua típica mocinha, mas isso é exatamente o que a torna tão especial.

Não importa quantas vezes eu repita, não vai ser o suficiente para englobar o quanto amo Fangirl. Desde os personagens até o enredo, não consigo pensar em nada que eu tenha tido um problema mal resolvido ao final do livro.

A escrita de Rowell é tão diferente, tem um toque gentil quando conta a história. Sensível e precisa em sua forma de descrever esse período de transição e transformação não apenas para Cath, mas para Levi, Ragan e Wren. Ela tomou o cuidado de mostrar mais de uma versão da vida na faculdade, sabe? Não teve como não me apaixonar com como por vezes a leitura era doce, por vezes amarga. As vezes era de partir o coração e em alguns momentos era tudo isso ao mesmo tempo! Tem uma narrativa tão sutil, onde tudo lentamente cresce sem que você veja diretamente: quando se dá por si, você simplesmente se tornou um balão de emoções.

É um daqueles livro em que as emoções não são descritas e ainda assim você as sente de forma muito intensa. Quando a primeira cena romantiquinha acontece você sente a química entre os dois, ainda que não possa apontar com certeza onde foi que começou. De repente você nota quão conectados e familiares eles são um com o outro, o tanto de detalhes e peculiaridades eles conseguem apontar sobre o outro. A coisa toda representa tão lindamente o processo de se apaixonar. Claro que tem as coisas clichês: Cath ama o cabelo do Levi e é obcecada por sua altura e personalidade afável; Mas tem também as coisas pequenas: ele chutando a cadeira dela para chamar sua atenção sendo minha preferida. Você vê quão assustada, confusa e culpada ela se sente quando Levi estende sua bondade a ela, trazendo cafés e passando tempo juntos e fazendo coisas que normalmente ele só fazia para Ragan. Como eu disse, Cath passou a vida inteira nadando contra tudo que pudesse ser desconfortável, que arrisca estourar a bolha que ela vive desde pequena.

Acho que esse é outro ponto, também. Desde pequena ela corria para o que considerava confiável e seguro sem olhar para trás, e a situação que se encontra agora é tudo, menos confiável e segura, considerando que ela nunca esteve naquele lugar, com aquelas pessoas desconhecidas e sem Wren para se apoiar.

Seu pai precisa de cuidados constates e ela se sente tão responsável por ele. Dá complexidade a personagem, sabe? É muito fácil ficar frustrada com Cath e seu comportamento, mas se pararmos para pensar, ela foi criada por um cara que não estava pronto ou apto a cuidar de duas garotas sozinho. Como/quanto isso impacta a cabeça de uma criança? Dá pra ver que ela teve que se virar sozinha tantas vezes que, agora, ela meio que espera que a responsabilidade seja sempre colocada sobre seus ombros.

Foi sim de enlouquecer quando Cath tentava forçar as pessoas a viverem como ela vivia, como se as coisas que ela almejava fossem superiores ao que os outros queriam. Era bem estranho, na real, porque a garota é abertíssima no que se refere a diversidade (fala sério, ela escreve um fanfic gay super bem sucedida!!), mas quando se trata de sua vida pessoa, ela é completamente quadrada. O negócio é que, enquanto me frustrava muito vê-la bater sempre na mesma tecla, o tempo todo sentia que esse era o momento perfeito para teimosia dela. A garota tá fora de sua zona de conforto, longe, longe de tudo que ela compreendia. Mesmo o fato do livro ser contado em terceira pessoa foi inteligente, uma vez que dá ao leitor ainda mais a ideia de que as verdade de Cath são, no final das contas, apenas isso, e somos mais do que bem-vindos a discordar.

Cath foi exasperante muitas vezes, mas ao mesmo tempo foi difícil não me orgulhar. Ela é muito verdadeira consigo mesma! Claro, esse era o problema as vezes, como era difícil para ela mudar e aceitar mudanças. No geral, entretanto, foi um suspiro de novos ares vê-la aceitar sua essência e não aceitar ser pisoteada por ser quem ela é. Cath não cede em frente à pressão e isso é muito precioso. Em algum momento me dei conta que Cath é uma personagem muito relacionável. Está tentando encontrar, em meio a escuridão, alguém em quem ela possa se apoiar (para variar um pouco), exatamente como todos nós seres humanos.

Todos os personagens são completos e ímpar de suas próprias maneiras. Todos tem falhas, são humanos e fáceis de compreender, ainda que complexos. Sejam os do mundo real ou os da fanfic, cada um deles é palpável.

O troféu de amorzinho vai para Levi, claro! Oh, Levi. O carinha é uma impressionante representação de um Cara Bacana. Ele não é um anjo, só que também não é perfeito. Ele fuma, bebe, vai a festas em fraternidades. Ainda assim, Levi é um cara bacana. Quando pisa na bola, ele sabe se esclarecer e se importa tanto com Cath e é tão aberto com relação aos seus sentimentos pela garota. Gosto muito, muito dele. Mais que isso, gosto dos dois juntos. Eles não se morfam e formam uma unidade, mas se transformaram sim em um belo time.

Ragan é outra, também! Ela é real da forma mais irreal possível. Acho que no final das contas ela representa o que toda garota quer ser por dentro. Equilibrada. O engraçado é que apesar de Ragan e eu sermos diferentes nível planetas opostos, ela foi com quem mais me conectei. Ela sempre tinha a coisa certa para ser dita e foi uma amiga maravilhosa para/com Levi e Cath!

Para alguém que já leu mais YA/NA Contemporâneos do que qualquer outro gênero, nunca antes li uma história onde o ingresso na faculdade havia sido tão difícil para a personagem principal, ou como sua dificuldade em se adaptar afetaria a vida daqueles que a cercam. Aqueceu meu coraçãozinho que Rainbow tenha dado voz a garotas como Cath, que não sentem a necessidade de ser party animals.

Ao final do livro me sentia muito orgulhosa do crescimento dos personagens, tanto que as vezes é fácil esquecer quão estressante seus caminhos para maturidade foi. No começo, Cath é bem imatura, as vezes queria chacoalhá-la para ver se acordava o bom senso que esperava que existisse dentro dela. Ainda assim, talvez por ela ter aquela vibe "Sou o que sou e ninguém vai me mudar¹" ou o fato de que ela estava perdidinha da Silva, alguma coisa fez com que me conectasse com ela. Torci e me importei com ela.

É um livro sobre autodescobrimento e auto aceitação e algo pelo que todos os personagens (exceto Courtney) passam, cedo ou tarde. Acho que é por essa jornada que faz os leitores se conectarem com Fangirl em um nível tão emocional. É daqueles que você recomenda para todo mundo por ser tão fácil enxergar a si mesmo ou alguém que você conhece nos personagens. Você sente os sentimentos e tudo transcende das páginas e faz com que você se sinta vulnerável.

A história acaba onde tem que acabar, entretanto certamente não reclamaria se ela anunciasse um segundo livro...

site: http://lavemagabriela.blogspot.com.br/
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Aline 14/11/2017

Voltei com resenha e o livro da vez é uma das minhas primeiras aventuras no gênero do Young Adult. Ou pelo menos a primeira vez que li um livro sabendo que era YA. Fangirl estava em alguma lista do Buzzfeed Books, honestamente são tantas que eu não lembro direito qual é. Enfim. Fui apresentada a Rainbow Rowell e agora sou fã. Sim, gostei demais de Fangirl.

Não sabia absolutamente nada sobre a autora. Eu acabei de terminar Eleanor & Park, que também é dela. Para mim foi ótimo ler o livro sem saber absolutamente nada sobre ele, apenas com a sinopse da capa e a descrição do Goodreads.



“This was why Cath wrote fic. For these hours when
their world supplanted the real world.”
[Fangirl, Rainbow Rowell]


Fangirl é a história de Cath quando ela está indo para o seu primeiro ano de faculdade, dividir um quarto nos dormitórios da universidade e começar uma nova etapa da sua vida. Uma completa fã das histórias de Simon Snow (uma série de livros criada pela autora para essa história e que é nitidamente inspirada em Harry Potter) ela escrevia fanfiction com sua irmã gêmea Wren quando estavam no ensino médio. No entanto, Wren quer uma vida separada da sua irmã na universidade que ambas estão ingressando.


Cath se vê completamente sozinha e sem amparo pela primeira vez e essa situação faz vir à tona toda sua ansiedade, suas incertezas, inseguranças e o fato que é introvertida. São meses muito difíceis que Cath tem pela frente, com uma colega de quarto - Reagan - completamente diferente dela, um cara - Levi - que está sempre presente no seu dia-a-dia e sobre quem não sabe nada, as matérias que precisa seguir e os resultados nem sempre positivos que recebe e a distância que sua irmã impôs para que cada uma siga a sua vida. Apenas isso já me faria tremer na base, mas Cath e Wren ainda lidam com o trauma do abandono da mãe durante a infância e o pai que é bipolar.

O livro é uma ‘coming of age story’, mostrando o processo doloroso que pode ser amadurecer sendo uma pessoa introvertida e num ambiente que espera justamente o contrário de você, a universidade. Mostra como Cath lutou contra seus problemas, suas incertezas e como o apoio da família, e aqui a irmã e a relação com os pais, é extremamente importante. Não apenas com Cath, mas como esse processo é diferente para cada um de nós e isso fica bem claro no contraste das personalidades e decisões de Cath e Wren, que de iguais tem apenas o DNA.

Rainbow Rowell inclui nessa trama ainda a discussão sobre a escrita de fanfiction como um tipo de literatura (foi a primeira vez que tive um contato mais próximo com esse mundo, porque nunca fui consumidora desse tipo de texto). Mostra através de Cath um pouco do mundo de um introvertido e toda a dificuldade que são as relações sociais.

E gente. Um romance dos mais fofos. Sério. Daquelas histórias que te deixam sorrindo como boba no final e com uma sensação de felicidade. Posso dizer pela primeira vez que eu tenho uma paixão literária, Levi esse título é seu.

E o motivo pelo qual me apaixonei pela Rainbow Rowell, seus personagens sempre são pontos fora da curva: introvertidos, destoantes do físico que é norma, e nerds, geeks. Gente como a gente. Foi extremamente gratificante poder me identificar com a personagem desse jeito.

Eu no meu primeiro ano de faculdade era exatamente assim. Me mudei da cidade onde cresci para São Paulo para cursar arquitetura e deu medo, cheguei muito perto de desistir. Sou ansiosa pra caramba, insegura e sou introvertida, como a Cath. E minha válvula de escape foi a leitura. No fim deu tudo certo. Fiz excelentes amigos, me formei e agora vejo tudo como uma experiência dolorosa mas necessária.

Então leitores. Se vocês querem um romance fofo, leiam. Se querem ver personagens nerdzinhos, leiam. Querem um bom ‘coming of age story’, leiam. Fica aqui a minha recomendação. 😍

site: http://www.booksimpressions.com.br/2017/08/resenha-fangirl-rainbow-rowell.html
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Luh 18/09/2017

Fangirl
Sinceramente, este é o tipo de livro que não importa quantas vezes você o ler, vai ser sempre melhor que a anterior. Orgulhosa de mim por ter conseguido ler um livro totalmente em inglês e orgulhosa da Rainbow por me ajudar a fazer isso sem me sentir nervosa, assustada ou até mesmo entediada nenhuma vez ?
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Laura Machado 12/09/2017

Fofo, real e tocante, como todos os livros da Rainbow
Eu sou uma fã declarada dos livros da Rainbow Rowell, apesar de esse ter sido só o terceiro dela que eu li. Adoro o jeito que ela escreve, com uma certa delicadeza na narração, ao mesmo tempo que conta a história de personagens reais, imperfeitos e únicos. Seus livros são sempre fofos, mas com questões importantes e muitas vezes um pouco pesadas. E Fangirl não foi diferente, apesar de não ser o melhor dela.

A protagonista, Cath, também é imperfeita e, por isso, não vai agradar todo mundo. Eu não faço a menor questão de personagens perfeitas, incríveis e fáceis. Não faço nem questão de que as protagonistas sejam parecidas comigo. Afinal, nem todo mundo é, poucas pessoas são, então não exijo que as protagonistas sejam. Mas, para mim, é essencial que elas sejam coerentes e bem criadas. Pessoas têm mais de uma camada, têm defeitos e nem sempre são fáceis de agradar. A Cath é bem assim, e o realismo da personalidade dela e da sua vida é tocante! Por isso, eu amei ler sua história. Ela é completamente diferente de mim, mas ainda consegui me identificar com alguns de seus problemas.

Aliás, essa é uma das minhas partes favoritas do livro, aquela questão de ela escrever fanfic - com a qual eu me identifico muito! Só escrevi uma fanfic na vida, mas a parte da escrita é muito eu! E isso foi lindo de ler! Mas o ponto alto talvez seja mesmo o Levi, que partiu meu coração, remendou e o destruiu mil vezes. Adoro os romances da Rainbow, mais ainda os carinhas fofos, que falam demais, mas que estão longe de serem perfeitos!

Ou seja, esse livro chegou bem perto de entrar para a minha lista de favoritos! Mas falhou em alguns momentos. Por exemplo, o detalhe mais importante da relação da Cath com o Levi era lindo, mas me incomodava quando eu precisava ler partes de uma fanfic da Cath sobre o Simon Snow no meio do livro. Não me leve a mal, estou lendo Carry On agora e já estou gostando, mas era um corte chatinho no enredo. Além disso, apesar de ter questões bem importantes durante a história, não posso dizer que o livro tem um ritmo divertido, que te faz querer ler cada vez mais. É um livro bem fácil de largar, infelizmente. Por sorte, eu sou daquelas que leio em dois ou três dias todos os livros, então isso quase nunca me atrapalha. Mas é do tipo de coisa que me faz não colocar o Fangirl na minha lista de favoritos. Sabe? Faltou aquele apelo que me conquistasse completamente.

Mas ainda é um livro bom, vou continuar lendo tudo da Rainbow como se minha vida dependesse disso, porque a escrita dela é única e linda! E logo mais eu termino Carry On.
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A. 01/06/2017

Ainda não sei o que achar
Fangirl me deixou extremamente confusa. Eu nem mesmo sabia como classificá-lo, então decidi ficar em cima do muro e dar três estrelas.

A escrita da Rainbow é deliciosa, de uma leveza e fluidez incrível (ao ponto em que li durante horas e horas, coisa que dificilmente acontece nos últimos anos). Além disso, temos uma protagonista com problemas e dilemas bastante comuns dos jovens de hoje em dia. Some isso com alguns personagens extremamente carismáticos e adoráveis, e o incrível e complexo mundo das fanfics.

Como alguém que começou nas fanfics, o livro apelou particularmente para mim. E muitos dos pensamentos da Cath são coisas que entendo, ou até mesmo já senti. A personagem não é extremamente perfeitinha, nem um ímã para desgraças. Ela é simplesmente comum e, por isso mesmo, interessante.

Levi e Reagan são dois personagens bastante opostos um do outro. É interessante como Cath é o centro, a garota comum, enquanto Levi é todo sorrisos e Reagan é marrenta. A dinâmica dos três me conquistou desde o princípio. Aliás, estou para dizer que são esses três personagens que carregam o livro nas costas, porque foram, sem dúvida, a melhor parte da minha experiência.

Contudo, a história em si me pareceu extremamente rasa. Até quase a metade, eu nem mesmo tinha entendido ainda qual era o enredo, para onde a história estava tentando me conduzir. Na verdade, mesmo após terminar a leitura, não tenho muita certeza sobre qual foi a proposta da autora.

Muitas linhas foram iniciadas, mas não posso afirmar com certeza que qualquer uma delas tenha tido uma resolução satisfatória. Houve uma mudança drástica que não me convenceu, alguns plots que pareciam importantes no começo, mas terminaram de forma apressada e anti-climática, e alguns detalhes eu nem mesmo entendi porque foram acrescentados, visto que não fariam muita falta se não estivessem ali. Há também várias cenas que conectam nada a lugar nenhum.

Em resumo, faltou profundidade, faltou explorar melhor a maior parte dos plots que foram iniciados. A escrita de Rainbow e alguns de seus personagens são totalmente apaixonantes. Mas a dimensão da história ficou bem aquém das minhas expectativas. No fim das contas, acho que acabei ficando mais interessada pelo mundo do Simon Snow do que pelo da Cath.

Apesar de tudo isso, eu recomendaria o livro, se você está procurando personagens carismáticos e uma leitura despretensiosa; mas se você quer um enredo consistente e bem delineado, talvez este não seja o livro para você.
Kari 06/06/2017minha estante
Ana estou aguardando .. Bjd


Kari 06/06/2017minha estante
Ana estou aguardando .. Bjd


Jader 29/08/2017minha estante
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Kat 25/03/2017

Um dos favoritos ?
Amo e não escondo esse amor por esse livro. Na minha opinião a leitura foi ótima. Fiz resenha dele no blog, confiram: http://atravesdaestanteblog.blogspot.com.br/2016/08/resenha-fangirl.html?m=1
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jeisiani.albino 17/02/2017

Com muita sede ao pote
O pior Livro do ano até agora sem dúvidas. Gente que livro é esse ? Realmente existem pessoas como a Cath? Sério pq se existe espero não conhecê-las. Ouvi falar tão bem desse livro em vários vídeos e resenhas, esperava por algo que me prendesse , que fosse diferente. Mas não é. Livro arrastado,levei uma semana pra ler sendo que poderia ter lido em uns 2 dias,nossa decepcionada. Tenho como meta ler todos os livros da Rainbow que tenho na minha estante esse ano, espero sinceramente que os próximos sejam melhores.
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polly 27/01/2017

Perfeito
Me identifiquei tanto com esse livro,ele já tem um espaço pra sempre no meu coração.
Uma leitura tão boa,que eu até me arrependi de ter lido tão rápido.
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Monique 14/01/2017

Fangirl
Quando comecei a ler os livros da Rainbow não pensei que fosse me apaixonar pelo jeito dela de escrever mas, cada livro que eu lia me fazia sentir mais amor pela escrita dela e Fangirl fechou com chave de ouro.
Esse livro te apresenta personagens divertidos e cativantes, como as duas irmãs gêmeas Cath e Wren.
Cath é apaixona por Simon Snow, personagem fictício de uma série tipo Harry Potter. Ela é tão apaixonada que escreve uma fanficton sobre ele com a ajuda de sua irmã. Mas a ida delas para a faculdade faz Wren se afastar e querer ser independente da irmã gêmea.
Assim Cath conhece Reagan, sua colega de quarto, louca e intimidadora mas uma excelente amiga. E Levi, ex namorado de Reagan, um cara carismático e todo sorriso.
Fangirl é aquele tipo de livro que quando vc termina quer abraçar ele e dizer " nunca mais vou te largar, seu fofo." É como ler vários livros em um só e ganhar de bônus uma escritora fictícia, uma séria fictícia e Cath, uma personagem que vc vai amar mas, às vezes quer só dar uma sacudida nela pra que ela acorde.
Fangirl foi escrito de uma forma doce e divertida e Rainbow fez questão de escrever trechos dos livros de Simon Snow, muitos deles bem longos. Fazendo vc se apaixonar por dois livros ao mesmo tempo.
Ah, não posso deixar de dizer que Rainbow faz Levi e Cath se apaixonarem, mas vc precisa ler pra saber se Simon Snow vai deixar isso acontecer. Se eu fosse vc corria lá pra descobrir.
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