O Teorema Katherine

O Teorema Katherine John Green




Resenhas - O Teorema Katherine


767 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Emanoel Ferraz 18/01/2018

Da pro gasto
Uma grande injeção de salsicha. A história é curiosa, ficaria bacana num filme bem sessão da tarde, mas tem hora que parece que não tem assunto pra acrescentar e comeca a enrolação em situações que poderiam facilmente ser simplificadas e mais dinâmicas.
comentários(0)comente



Bella 17/01/2018

Um garoto gosta de meninas com o nome Katherine, ele é meio que obssecado por isso!
comentários(0)comente



Isadoriinha 26/12/2017

O Teorema Katherine
Como eu já disse em todas as outras resenhas do John Green, os livros deste homem são maravilhosos e 'O Teorema Katherine' não é nenhuma excessão, no começo o livro é bem parado e você vai ter vontade de abandonar o livro, mas não faça isso, não cometa o maior erro de sua vida
comentários(0)comente



AB 24/12/2017

Ah John, escreve mais!

Eu sou uma verdadeira fã de histórias leves e cheias de humor. E o que o John faz? Ele escreve essas histórias leves e cheias de humor e ainda consegue colocar uma mensagem de reflexão maravilhosa por trás.

Então eu só consigo dizer: John, write more, please.

Bom, O Teorema Katherine tem como personagem principal, Colin, um prodígio que até então só namorou garotas chamadas Katherine, ele não sabe explicar muito bem porque, mas acaba só se interessando por garotas com esse nome.

"Aquele sorriso seria capaz de pôr fim a guerras e curar o câncer."

No momento ele está sofrendo pela Katherine XIX, sofrendo pelo décimo nono fora de uma Katherine, sim, todas elas terminaram com ele. E como ele gosta de frisar, por motivos muito bobos. Como por exemplo, uma Katherine disse que gostava dele porque ele era muito inteligente e lia muitos livros, depois terminou com ele porque ele passava muito tempo lendo. Oi? Kkkk'.

Como podemos ver a vida amororsa de Colin tem sido problemática, mas ele tem o apoio de seu amigo Hassan, um típico faz nada. Um fugger de um faz nada - lendo você entenderá kkk. Que sempre está lá pra levantar o Colin do chão depois de um fora de uma Katherine.

"... Colin não queria que aquilo acabasse, porque sabia que a ausência dela doeria mais que qualquer fim de namoro. Mas Katherine foi embora mesmo assim."

E é Hassan quem dá a ideia de por o rabecão - carro do Colin - na estrada, sem destino. E é isso que eles fazem, indo parar em uma cidade do interior, onde conhecem Lindsay e onde a história de fato começa.

Cheia de descobertas, de drama e muito humor, a gente acompanha a jornada de Colin tentando formular o seu Teorema Fundamental de Previsibilidade das Katherines, ao mesmo tempo em que descobre a si mesmo, com o apoio de seu amigo fugging Hassan e a nova e não esperada amizade de Lindsay.

A cidade de Gutshot tem muito a oferecer aos dois forasteiros que colocaram o pé na estrada. E depois dessa jornada ninguém sairá o mesmo.

"Essas são as pessoas de quem a gente gosta de verdade. As pessoas na frente de quem você pode pensar alto. As pessoas que estiverem nos seus esconderijos. As pessoas na frente de quem você mordisca o polegar."

Eu me diverti, chorei e sorri com esse livro e claro amei os cálculos do Colin - porque né, sou de exatas kkk - achei a leitura super gostosa e proveitosa, super indico para quem ainda não leu.

site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2017/02/resenha-o-teorema-katherine_27.html
comentários(0)comente



Natália Tomazeli 18/12/2017

Um fugging livro!
"É possível amar muito alguém, mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela."

Ahhh, esse livro é cheio de frases bonitinhas e conversas aleatoriamente essenciais, mas vou deixar as que foram as minhas preferidas no final deste texto. Antes, quero falar sobre como mais uma vez me surpreendi com um livro do John Green e como mais uma vez amei ler um livro desse autor. Acho que não adianta, ele vai entrar para minha mini lista de autores preferidos da vida.
Este era um dos livros dele que eu meio que não ligava muito, e que no fim acabou sendo um amorzinho! Achei tudo extremamente engraçado, ria em TODO capítulo. No início, demorei um pouco para entrar no ritmo da história, mas quando eu li esse trecho: "O segredo da contação de histórias é o seguinte: cê precisa de um começo, de um meio e de um fim. Suas histórias não tem enredo. Elas são, tipo, aqui tá uma coisa que eu tava pensando, e então a outra coisa que eu tava pensando, e então etc. Não se chega a lugar algum com uma história se pé nem cabeça." comecei a entender tudo! Esta frase se refere ao Colin, um personagem pelo qual tô apaixonada até agora, inclusive! Engraçado como o mundo gira, porque sempre achei uma bobagem tremenda esta coisa de "crush literário", eram sempre aqueles livros com uns caras musculosos e """""""""lindos"""""""", estilo "sou bad boy porque tenho um passado sombrio, então preciso fazer várias merdas sem noção total só para inflar uma reputação de malzão" e isso, sinceramente, é muito chato pro meu gosto! Colin é mais meu estilo, meio cdf, carentão, confuso, não sabe socializar, tem gostos meio peculiares por anagramas e outras coisas que ninguém liga, cheio de noias e piadas toscas que pouca gente entende. Revi meus conceitos e vi que tava lendo era uns negócios clichê demais. Inclusive, quando o pessoal me recomendava esse livro, vinham falando de cara que era "um livro super clichê, mas bem legal" e gente, não! Acho que tenho uns conceitos meio diferentes do que é o clichê, porque não achei esse livro parecido com nada que eu tenha lido antes, nem com as coisas do próprio John Green. Desde os personagens, até mesmo esse estilo de escrever o livro (cheio de notas de rodapé, piadas com referências a coisas aleatórias que metade delas eu não peguei, MATEMÁTICA e outras coisas mais) são bem únicos, mas também pode ser que eu esteja lendo pouco YA, sei lá, é uma hipótese para levar em conta. Só sei que amei tudo, me diverti lendo, dei muita risada, fiquei com dó de acabar o livro e me desvincilhar daquele pessoal louco e daquela cidade caipira, por isso enrolei o máximo que eu pude com a leitura, o que quer dizer que eu amei o livro MESMO. Vou terminar então, deixando registradas mais frases preferidas, porque adorei várias ♥

"Filho, se tem uma coisa que eu sei nesta vida, é que algumas pessoas neste mundo, cê só consegue amar e amar e amar, não importa o que aconteça."

"Eu acho que, tipo... Tipo, que sua importância é definida pelas coisas que são importantes procê. Seu valor é o mesmo das coisas que ocê valoriza."

"Não acho que nossos pedaços perdidos caibam mais dentro da gente depois que eles se perdem."

"Não é a gente que lembra o que aconteceu. É o que a gente lembra que se transforma no que aconteceu."
comentários(0)comente



Guilherme Pedro 17/12/2017

Badalhoca para algumas resenhas por aí
Devemos sempre respeitar a opinião alheia, afinal, um livro que causou uma boa impressão em alguém nem sempre causará o mesmo impacto em outra pessoa. Isto acontece porque as pessoas tem experiências de leituras diferentes. Eu havia lido esse livro muitos anos atrás, e me lembro que havia gostado bastante. O tempo passou e acabei esquecendo de algumas partes do enredo. Por isso, decidi reler para refrescar a memória. A minha surpresa ao ver as resenhas aqui no skoob foi que muita gente massacrou esse livro, dizendo ser péssimo, sem graça e chato. Ok, respeito, mas a minha opinião é diferente.
Eu não achei esse o melhor livro do John Green, prefiro 'Quem é você, Alaska?' Porém, achei imerecido os péssimos comentários sobre o livro. Na minha humilde opinião, concordo com o que é dito na página 283, parágrafo 2:
"... Digamos que eu conte a alguém da minha caça ao javali. Mesmo sendo uma história boba, o ato de contá-la gera uma mudança pequenininha na outra pessoa, da mesma forma que viver a história causou uma mudança em mim. Infinitesimal. E essa mudança infinitesimal se propaga em ondas - sempre pequenas, mas duradouras. Eu serei esquecido, mas as histórias ficarão..."
Eu até entendo porque muita gente não gostou. A história fala sobre um garoto chamado Colin que já namorou 19 Katherines. Todas terminaram com ele. Depois do último pé na bunda, ele e seu amigo muçulmano Hassan partem em uma viagem de carro, chegando ao Gutshot, Tennessee, onde conhecem Lindsey e Hollis, que se tornam suas anfitriãs. É lá em Gutshot que Colin, após cair de cabeça, tem a ideia de criar um teorema que pode prevê se uma namorada vai terminar com seu namorado, e quando. E é isso, ele fica mechendo nesse teorema o livro inteiro. Por isso algumas pessoas, pela falta de suspense, tragédia ou um clímax arrebatador, julgou o livro como sendo ruim. Já eu achei uma leitura despretensiosa muito agradável de se ler.
Façam um teste e leiam para tirar uma conclusão. Se odiarem, tudo bem. Mas mesmo que odeiem, certamente darão boas gargalhadas, e acharão alguma característica em algum dos personagens que reflete muito bem a você mesmo em diversos aspectos de sua vida. Eu gostei muito do livro. Sempre tenho boas expectativas com John Green.
comentários(0)comente



eve 26/11/2017

?????
Li durante uma viagem e me senti o próprio personagem, acabando de terminar um relacionamento, fazendo teorias e se descobrindo ? acho que se tivesse lido em outra situação não teria gostado tanto, mas eu senti que estava vivendo o livro e foi perfeito.
comentários(0)comente



Thalles.Haydan 20/11/2017

O teorema Katherine
Então, os pontos positivos... Uma história fluida, com aquele teor de aprendizagem (que vc aprende alguma coisa quando lê) a história é bonitinha... Não vou cuspir no prato e dizer que em algumas partes eu não me diverti pq eu me diverti sim... Esse livro tem um humor bem inteligente, no entanto... É uma história que não acontece nada... É básico demais, sem aprofundamento em nada, não tem um enredo que te prenda... Não te traz a sensação de boa leitura... O personagem principal é muito mimizento, tudo no mundo é culpa dele... O mundo das outras pessoas giram em torno do umbigo dele... Fora o teorema em si, que vc acha que vai ser a base da história, mas é só um detalhe... ( Em outras ocasiões, isso seria bom, mas nesse caso não é...), Enfim, não é um livro que eu recomendaria, mas o teor de aprendizagem me fez ver esse livro com outros olhos!!!
comentários(0)comente



Kat 15/11/2017

Bleeeerr
Demorei demais pra ler,não é envolvente,tem momentos que você pensa: OPA,VAI MELHORAR E... BUUM! cagou de novo!Não é amorzinho,é bem chatinho mesmo...
comentários(0)comente



Claris Ribeiro 13/11/2017

Antes de tudo, devo confessar que criei grandes expectativas a respeito desse livro depois que surgiu uma bomba de comentários maravilhosos a respeito de John Green na internet com a emocionante história de A culpa é das estrelas, não li esse livro por sinal, mas esperei uma grande história – não emocionante – de O teorema Katherine. Pois bem, sempre que crio grandes expectativas acabo me decepcionando, e dessa vez não foi diferente...

O livro conta a história de Colin Singleton, um menino prodígio egocêntrico que tem uma queda por garotas chamadas Katherine, mas não é qualquer Katherine, é apenas uma coincidência na vida dele.

A história começa com o pé na bunda que décima nona Katherine deu à Colin, e para animar os ânimos e em busca de novas aventuras, ele e seu melhor amigo Hassan, partem para uma viagem de carro sem destino, até que encontram uma pequena cidade chamada Gutshot no grande estado do Tennessee. Nessa cidade os dois ficam amigos de Lindsey, uma garota bem divertida, cheia de personalidade e que é apaixonada pelo seu namorado, que por coincidência, chama Colin. Os dois passam a ser hospedes na casa de Lindsey, e também arrumam um emprego na cidade, onde vão conhecendo novos amigos, novas histórias sobre o passado das pessoas que vivem lá, e passam por diversas aventuras.

Em meio a toda essa experiência de vida, Colin anda sempre com um caderninho onde bola um teorema para prever a duração de um relacionamento baseando no seu longo histórico de relacionamentos com as Katherines.

Não achei o desenrolar da história chato, mas não achei um livro extraordinário. Existem partes engraçadas, partes matemáticas e partes de curiosidades. John Green soube dosar a parte didática muito bem, devo confessar, e eu adorei a maioria das notas nos rodapés, mas para mim ficou faltando alguma coisa na história, algum ponto forte, a leitura fluiu muito bem, mas do início ao fim foi a mesma coisa, não teve um momento de expectativa, o que me decepcionou muito. O único ponto alto pra mim foram as partes alternadas entre o desenrolar da história e as partes com o passado de seus relacionamentos.

Fora um fato que me incomodou muito, Colin não é a pessoa mais legal do mundo (mas também não é a mais chata e insuportável), mas conseguiu namorar 19 garotas! Não pesquisei melhor sobre esse livro, e sei que essa parte cultural é diferente, que lá eles aceitam como namoro qualquer tipo de relacionamento, o que é BEM diferente daqui, e que também usam o mesmo termo para encontros, namoros e afins; então não sei se ele realmente estava falando que namorou uma garota por algumas horas ou se foi da tradução... achei isso um exagero desnecessário, sério, pra que uma pessoa com a idade de Colin já tem 19 namoradas na lista, e todas com o mesmo nome? Era pra chamar a atenção? Não sei, mas pra mim isso não funcionou.

Não é um livro ruim e com uma história ruim, é até divertido, mas não superou minha expectativa, e infelizmente devo falar que não funcionou tão bem pra mim.

site: http://www.plasticodelic.com/2013/09/resenha-o-teorema-katherine.html
comentários(0)comente



Ronize Aline 10/11/2017

Teorema não funciona
Depois de ler o primeiro livro de John Green, "Quem é você, Alasca", no qual o autor conseguiu construir uma narrativa bem equilibrada, com personagens bem desenvolvidos e um ritmo interessante, estava com boas expectativas em relação a esse - principalmente devido à premissa. No entanto, faltam ao livro elementos essenciais de uma boa trama:os personagens são rasos, o ritmo é lento e, principalmente, não há conflito. Tudo acontece de forma tranquila, o destino acaba sendo muito bom para o protagonista logo, não cria empatia com o leitor e não há a expectativa da redenção final. A premissa de dois jovens pegarem a estrada viajando de carro pressupõe uma história com muito mais altos e baixos do que o autor apresenta. O Teorema Katherine não funciona.
comentários(0)comente



Pati 10/11/2017

Agradável, mas bem teen
Um garoto com inteligência bem acima da média que se cobra sempre de ter o momento EUREKA, aonde ele se tornará um gênio aclamado. Enquanto isso não acontece, ele vive na periferia dos relacionamentos, sofrendo bullyng e tentando manter um relacionamento amoroso sem levar um fora das Katherines. Já foram 19 foras! Será que um teorema que prevê o futuro de relacionamentos amorosos será a sua tão sonhada conquista?
comentários(0)comente



Phenricke 17/10/2017

O teorema katherine
Como eu poderia dizer, ou escrever kkk uma resenha para um livro tão único, se bem que eu não esperava menos que isso vindo do grandioso Jonh Green.
comentários(0)comente



Dany 10/09/2017

Rsrs esse gatoto tem sérios problemas...rsrs o pior é que me odentifiquei com alguns...rs pq tudo pra tem que q ser colocado em um padrão? Tudo tem q ser previsível, ou então ele enlouquece. Agora o amigo dele...cara...rs é uma figurinha modelo único. Queria ter a coragem desse amigo dele...se não está preocupado em ter um rumo na vida...ele se recusa a entrar numa Universidade...what? \o/ ele é inteligente demais
comentários(0)comente



Fê @a_garotadalivraria 10/09/2017

Instagram: @a_garotadalivraria
"Que estranho achar que Deus lhe deu a vida e, ao mesmo tempo, achar que a vida não espera de você nada mais que ficar vendo TV".
..
Colin Sigleton é um ex-garoto prodígio. E o que ele mais gosta de fazer é criar anagramas; e ser um gênio - ou quase isso. Colin já teve muitos amores em sua vida. 19, para ser mais exata. E todas as garotas com quem já namorou se chamava Katherine. Talvez Colin esteja fadado a namorar apenas Katherine's.
.
Cansado de ver seu amigo triste desde seu mais recente término, Hassan Harbish, melhor amigo de Colin, o leva para uma viagem para, quem sabe, se reencontrar. .
Então, dirigindo o Rabecão de Satã, eles vão parar em Gutshot, uma cidadezinha no Tennessee. Logo, eles conhecem Lindsey Lee Wells, e criam uma amizade, podendo então se hospedarem na casa da nova amiga.
.
Nessa viajem, Colin fará novas amizades, e descobrirá mais sobre si mesmo. ..
John Green é incrivel, apesar de eu não ter gostado muito de Cidades de Papel (quem sabe eu dê outra chance a ele). Mas eu amo Acede, e agora amei O teorema Katherine. Os personagem são muito legais, e o Hassan é muito engraçado. Enfim.. vale a pena ler. ?
?????.
..
"Aquele sorriso seria capaz de pôr fim à guerras e curar o câncer".
comentários(0)comente



767 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |