A República

A República Platão
Platão




Resenhas - A República


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Dtony 23/03/2019

A República
Discussão épica e esclarecedoras simplesmente fantástico.
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Mell 13/02/2019

Gostei do livro, porém não a leitura não fluiu muito bem devido à linguagem arcaica da obra. Entendo que, como estudante do ensino médio não sei muito sobre governos e a sociedade em geral. O livro vale uma releitura num futuro próximo.
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Bruno 20/12/2018

Menos Dinheiro e Mais Igualdade
Incrível como há mais de 2000 anos atrás Platão teve uma visão de governo tão adequada aos dias atuais e previu de certo todas as mazelas pelas quais estamos passando.
Definindo o governante como Defensor do Estado e como o recebimento de recompensas materiais o corromperia e o desviaria de seus deveres para cuidar de seus interesses pessoais, nos trás um retrato das pessoas que estão no poder hoje em dia.
Incrível também foi perceber como ele se preocupou em definir o papel da mulher dentro do Estado. O tempo todo ele procurou demarcar e afirmar a igualdade entre os homens e mulheres, independente de suas limitações, como deveria ser planamente hoje em dia.
Outro fator que foi muito destacado como importante foi a necessidade de preparo dos governantes. Segundo o filósofo, os governantes precisam ter conhecimento para melhor governar, não poderiam ser semi-analfabetos como se é permitido hoje.
Mas, contudo, o dever principal do defensor do Estado - o governante - seria a busca, preservação e cumprimento da Justiça.
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Waljosha Marsphost 29/07/2018

Bom
Platão argumenta em forma de dialogo sobre a sua forma perfeita de governo, em que os filósofos deveriam governar tudo e a todos e a turba inútil deve apenas seguir e ser modelado pelos legisladores. Ao ler senti uma aproximação essencial entre Platão e Rousseau, sobre como devem existir os iluminados, aqueles em quem possui a determinação de saber o que é melhor para você, você aceitando ou não, Platão argumentando os filósofos e Rousseau os legisladores. Platão com certeza foi o pai do totalitarismo, e considero ambos, em seus tempos, em estados clínicos, e sentindo odio pela humanidade
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Marcos Antonio 12/06/2018

Pensamento
Escrito por Platão sobre seu mentor Aristóteles, fala sobre um debate filosófico sobre democracia, livro de 480 a.c. Eles fazem um debate como a construção de um lugar perfeito e começam a disser quem deveria ocupar cada lugar, pois a meta é que todos dessa cidade deveriam ser felizes. Livro com muito imagem de linguagem não muito fácil de entendimento, porém fale a pena ler.
emilia.rfo 15/07/2018minha estante
a linguagem realmente não ajuda muito no entendimento. Mas achei que ele falava era de Sócrates. Não?


Marcos Antonio 16/07/2018minha estante
Sim Platão fala de um dialogo de seu mestre Sócrates com outros homens importantes, que mentalmente estavam acima do pessoa de sua época.




Dissensão e Tréplica 12/11/2017

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site: https://dissensaoetreplica.wordpress.com/2016/10/21/conheca-a-republica/
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Luciano Ribeiro 18/08/2017

A republica.
Este diálogo platônico é um riquíssimo tratado politico, onde se conceitua formas de governos, governantes e governados; perfeitamente se descreve a alma democrática, a alma tirana, a alma oligarca, a alma monarca etc etc etc...enfim, o livro é um tesouro do pesamento ocidental, vale muitíssimo apena ler. É uma obra basal para uma melhor compreensão do mundo.
stellassakawa 21/08/2017minha estante
Olá!!! Você poderia me dizer por favor, em que parte Platão aborda sobre "quem vigia os vigilantes?" "Quis custódia et ipsis custodes?"
????


Luciano Ribeiro 22/08/2017minha estante
Boa tarde! eu não me recordo, exatamente, em que parte isso acontece. Mas, nos livros III e IV, Platão monta teorias para evitar que os guerreiros se corrompam - eles tinham a função de vigiar o estado. Provavelmente deve ser entre estes dois livros, sinto muito nao poder ajuda-la mais; espero ter ajudado, pelo menos, um pouco.


stellassakawa 23/08/2017minha estante
Muito obrigada! Ainda não achei... Vou continuar procurando.. agora são menos 2 livros para procurar hehe.. obrigada!! ;-)




Gisele.Souza 05/01/2017

Este livro não só te abre a mente como tbm nos ensina a questionar, estudar, pesquisar. Nele contém a "Alegoria da Caverna" de Platão uma de suas mais belas passagens de sua obra e não só dele mais obras tbm de Sócrates. O que nós ensina este livro? A questionar, não aceitar que nos imponham que aceitamos as coisas fácil, nos faz pesquisar, sobre aquilo que podemos e temos acapacidade de aprender, nos faz refletir a nós mesmo, para que não venhamos a viver sobre a sombra dos outros. Nós faz sair da caverna e explorar o mundo.
Limbo 24/04/2017minha estante
Gisele,
Disse tudo no seu comentário
Se nos péssimos dos exemplo deste livro desta obra prima e levasse para nossas vidas serimos pessoal bem mais evoluídas..




Lilian 02/11/2016

A República
Não será uma resenha, mas uma opinião, pois conselho está à venda: sp reler esta obra prima!
Limbo 24/04/2017minha estante
Ola, sao pontos bem di vergentes que acabam chegando a um denominador comun nesta obra.




Maria 23/09/2016

A República, Platão (380, 370 a.C)

Nesta obra ele questiona sobre a sociedade ideal por meio de diálogos sobre leis, orientou-se no sentido de determinar como construir uma sociedade justa, como tal não existe na realidade, os participantes do diálogo se dispões então a imaginá-la, bem como determinar sua organização, governo e a qualidade dos seus governantes.
Para Platão, a educação seria o ponto de partida e principal instrumento de seleção e avaliação das aptidões da cada um, sendo a alma humana um composto de três partes: O apetite, a coragem e a razão.
Todos nascem com essa combinação só que uma delas predomina sobre as demais, se alguém deixa envolver-se apenas pelas impressões geradas pelas sensações motivadas pelo apetite, termia pertencendo às classes inferiores.
Pertencendo o espírito corajoso e resoluto, seguramente irão fazer parte da classe dos guardiões, dos soldados, responsáveis pela segurança da coletividade e pelas guerras.
Porém se deixando o indivíduo guiar-se pela sabedoria e pela razão é óbvio que apresenta as melhores aptidões para integrar-se nos setores dirigentes dessa almejada sociedade.
A justiça é aqui entendida não como hordienamente se entende, como uma distribuição equânime da igualdade, mas como a necessidade de cada um reconheça o seu lugar na sociedade segundo a natureza das coisas e não tente ocupar o espaço que pertencem a outrem.
Percebe-se que o filósofo não pretendia como interpretes afirmam abolir as classes sociais, e sim, teve ele a intenção de reformar o sistema de classes estabelecido pelas diferenças de renda e patrimônio (ricos, pobres e remediados), substituindo-o por outro baseado nas atribuições naturais com que cada um é dotado (razão, coragem, apetite).
Os conflitos e as guerras civis que para a sociedade é tenebrosa devem-se na maior parte das vezes as diferenças entre ricos e pobres, o que provocam uma instabilidade permanente na sociedade, a sociedade ideal, perfeita, só é possível suprimindo-se com a desigualdade entre os cidadãos, cabendo ao Estado confiscar toda a riqueza privada fazendo dela um fundo comum utilizado somente para a proteção coletiva.
O ouro não sendo de ninguém em particular, sendo tesouro estatal, não poderá ser usado para provocar a discórdia e a inveja, tão prejudicial à paz social.
O casamento monogâmico deveria ser abolido, sendo substituído por cerimônias núpcias coletivo cujo objetivo é meramente reprodutivo, assim, os filhos deste tipo de casamento seriam da comunidade.
Platão sugere que esses casamentos coletivos não sejam aleatórios e se façam preservando as características de cada classe, o que fatalmente levaria á formação de um ordenamento social dividido em filósofos, guerreiros e povo comum.
Nessa sociedade, as mulheres, não sofreriam nenhum tipo de discriminação condenando qualquer diferença entre os sexos.
Um dos aspectos mais conhecidos e polêmicos da utopia de Platão é o que trata dos governantes, pois para ele a sociedade ideal deveria ser governada pelos filósofos, porque somente um homem sábio tem a inteira idéia do bem, do belo e da justiça, consequentemente ele terá menos inclinação para cometer injustiça ou de praticar o mal.
Tudo o que existe aqui no mundo real, em nosso mundo, não passa de uma projeção materializada do mundo das idéias que está bem alem da nossa percepção sensitiva,
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Diih Santos 22/09/2016

A República
Na obra, Platão utilizá-se das palavras de Sócrates para apontar o que seja a justiça, durante todos os sublivros encontrados na obra, é perceptível que Platão não dá um conceito sobre a justiça, só diz o que é ser justo ou não. No livro dois encontramos a alegoria do anel de Gigis, e no livro 07, a famosa alegoriada caverna, onde Platão aponta a filosofia como um instrumento para alcançar a sabedoria, a verdade e a justiça.
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Samy Yamamoto 10/01/2016

Alegoria da caverna
Li o capítulo da alegoria da caverna no ensino médio, no vestibular e posteriormente vim ler o livro integral na faculdade de Direito.
A leitura é bem pesada por ser filosofia, tem que ter paciência mas vale muito a pena.
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Lucio 04/08/2015

Faz jus à fama de um dos livros mais importantes já escritos na história da humanidade!
O livro é, como bem observou Will Durant, um compêndio da filosofia de Platão e, o melhor, escrito pelo próprio Platão. Sua ética, filosofia existencial, escatologia, antropologia filosófica, epistemologia, metafísica, política, filosofia da educação e filosofia da linguagem é contemplada no texto. De fato, se alguém não tem a pretensão de se especializar em Platão, a leitura atenta da República bastar-lhe-á. Aliás, não apenas a 'leitura', mas o estudo, o debruçar-se sobre o livro, pois esse é um daqueles livros 'gigantescos' no qual dr. Adler recomenda-nos a labuta e o empenho para dominá-los.

Lê-lo e olhar para os outros diálogos é como ter comentários e expansões da República. Pudemos ver o Górgias, Protágoras, Teeteto, Fédon, Banquete... etc., todos ali, presentes, em maior ou menor grau.

Vale dizer que não vimos a doutrina da reminiscência sendo explorada de forma substanciosa. Vimos, sim, a questão do esquecimento no final do livro, mas não, necessariamente, uma exposição da reminiscência.

E como Platão é atual! Sua filosofia encontra reflexos nas filosofias de vários outros pensadores, e suas ideias e argumentos servem para debater e refutar diversos pensadores contemporâneos. Colecionamos citações e lições que nos serão muito úteis em pesquisas posteriores e em compreensão da realidade e elaboração crítica e sempre contínua de nossa cosmovisão.

Por fim, Alfred North Whitehead pode, agora, ser compreendido com um pouco mais de simpatia quando afirmou que toda a filosofia é nota de rodapé de Platão. Realmente vimos várias ideias de pensadores posteriores serem praticamente descritas na íntegra. A começar por Aristóteles, perpassamos Plotino e Agostinho que não se furtavam em declarar a influência de Platão, e nos encontramos, nas páginas da República (e de outras obras) com Anselmo, Descartes, Freud, Sartre...

Para qualquer pessoa que queira uma vida intelectual digna, ler a República só fará bem!
Ian Reges 11/05/2018minha estante
Como é que completei 30 anos sem nunca ter topado com este senhor Livro??? Meu Deus... que vacilação... ...kkkk


Lucio 24/06/2018minha estante
Bem legal, né Ian? Também adorei tê-lo lido e o recomendo a todos! Ainda que discordemos aqui e ali, é um livro absolutamente fantástico!




Luciano Luíz 11/08/2014

A REPÚBLICA é um livro atual.
É de profundo conhecimento de PLATÃO.

Fantástico do início ao fim, mostra-nos como uma sociedade ética realmente poderia ser alicerçada.

O livro é constituído de diálogos, e isso dá um que de realismo a cada comentário e troca de ideias.

Fascinante em diversos pontos.

Porém, o lado negativo, é o machismo imposto sobre a mulher. Mas fora esse segmento, é inegável que se trata de um dos melhores livros da História da Humanidade.

E para quem curte RPG, a leitura é ainda mais atraente, pois tem-se a impressão de que uma aventura com personagens e cenário estão sendo construídos, devido a riqueza de detalhes expostos.

Recomendando.


L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/pages/L-L-Santos/254579094626804
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Paola 05/03/2014

"abraçar a essência de cada coisa"
A República é a criação de um Estado ideal onde Sócrates e alguns outros pensadores da época criaram o perfil com todos os detalhes enfatizados do que seria um "Estado ideal" visando o bem comum da sociedade com detalhes como a formação do cidadão, até a nomenclatura de quem seriam os ‘comandantes/governantes’. A educação do cidadão foi direcionada para formação de defensores do Estado e cada um tem sua função para o bom funcionamento do mesmo.

Platão (Sócrates) destacou alguns pontos fundamentais e outros bem polêmicos, principalmente ao falar da formação das mulheres e filhos, mas se o leitor conseguir fazer a leitura de forma limpa e cronológica percebe-se a evolução do pensamento e até adaptar para algumas sociedades de hoje.

Para manter um adulto perfeitamente centrado em sua função é necessário que haja um trabalho de educação desde o começo de sua vida e voltado exclusivamente para aquela função, assim também eleva a importância de que cada cidadão deveria cuidar de sua função apenas, sem se meter na função alheia. Outro ponto importante é quando Sócrates e Polemarco entendem que para entender e usar Simônides é preciso conhecer vários pontos de seu pensamento e só então considerar que o entenderam. Uma observação importante para valorização do conhecimento da essência de uma coisa para então podermos nos apropriar dela.

Entre tantas contradições, uso da dialética, uma das primeiras foi sobre exatamente o que a obra trata: justiça. Quando a dialética aparece, o leitor atento, consegue fazer um paralelo com suas próprias ideias e então pode acrescentar mais ideias aos diálogos. É um trabalho exaustivo, mas de muita valia para quem deseja entender suas ideias e a do pensador. Quando começa a discussão sobre justiça há a necessidade de encontrar um ser totalmente justo e outro totalmente injusto. E então chegamos na formação do Estado ideal (justo).

Alguns temas paralelos são trabalhados como a questão da remuneração da troca de conhecimento quando Trasímaco alega que “não basta aprender, você deve pagar”; outro quando trata a mentira como algo a ser útil ao homem e logo depois seria como remédio.

Para criação de um defensor do estado ele enfatizou a importância da cultura, ginástica e música onde era preciso encontrar o meio termo para manter o defensor do Estado em equilíbrio. Para isso é preciso encontrar o que deveria apresentar ou não aos seus cidadãos indo de postura, passando por contos, músicas, exercícios cada parte muito bem detalhada pelos personagens a conversar analisando todos os pontos. E então temos um outro ponto paralelo e possível de adaptar ao hoje: a formação do currículo. O poder cria e modela o currículo de seu país a favor daquilo que ele deseja, ou seja, para favorecer os seus interesses. Sócrates enfatiza com exemplos e justificativas claras de como seria e seus benefícios para o Estado, mantendo essa postura de ‘apresentar o que convém’ visando o bem do Estado aos olhos do poder, no caso (Republica) um Estado ideal/justo e benéfico para seus cidadãos.

Características como o exagero, intemperança não inspiram moderação, e então chega-se na necessidade de despertar/criar três faculdades fundamentais: coragem, temperança e sabedoria. Onde cada uma é responsável por sua atuação no defensor, sendo que onde uma predomina as outras, será a virtude visível no defensor. A obra analisa como chegar em cada faculdade e encontra onde estaria a quarta faculdade que então é a justiça.

Não pense que a remuneração e vida do defensor ficou de fora, no livro IV é feita uma análise profunda e cuidadosa a respeito disso visando a prevenção da alma do defensor. Já o livro V ficou reservado para algo cheio de contradições e polêmicas: como seria a formação da mulher e os filhos. É um ponto onde Sócrates usa a racionalidade comum dos cidadãos e enfatiza que o importante é o bom funcionamento do Estado para que suas ideias tenham melhor aceite aos demais.

A parte 1 de República termina com um belo diálogo sobre o ‘belo’ e a opinião. O que seria o belo? Quem admira o belo? Podemos considerar quem aprecia o belo das coisas, um filósofo? E a opinião? Onde ela está? E quem a tem poderia ser um filósofo? Qual a diferença entre um filósofo e quem tem opinião sobre algo que admira? Além da busca pelo intermediário entre o conhecimento e a ignorância. É uma obra instigante que, se apreciada com tempo e dedicação, nos leva a novos milhares de horizontes no pensamento, é um convite para “abraçar a essência de cada coisa” (Sócrates).

site: http://paoladreyer.wordpress.com/2014/03/05/a-republica-parte-1-platao/
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