A Dama das Camélias

A Dama das Camélias Alexandre Dumas




Resenhas - A Dama das Camélias


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Rafaela Mendes 14/10/2019

A Dama das Camélias - Alexandre Dumas Filho (1848)
Os romances franceses do século XIX são deleitosos e charmosos, mas "La Dame Aux Camélias" extrapola os limites do blá blá blá romântico (o que não acho que seja ruim, é bem bonitim!).
Alexandre Dumas Filho nos narra uma grande paixão que viveu, a qual mascarou com pseudônimos e iniciais dos nomes dos personagens, o que não impediu a censura que a história de uma puta costumava ter.
Marguerrite Gautier era uma jovem cortesã dada ao luxo e aos excessos de variadas naturezas que em uma de suas idas ao teatro conhece Armand Durval (o trouxa mais mimizento que se pode conhecer kkk, mas ele é legal, o bichim). Os dois iniciam um romance complicado demais, pois Marguerrite não está nem um pouco disposta a deixar sua vida de prostituta de luxo para ser somente o amor de Armand. Treta por cima de treta no pano de fundo de uma Paris hipócrita e fascinante (lembrei do filme "Meia Noite em Paris").
O mais interessante da história é a personalidade da charmosa Dama das Camélias (a Marguerrite que sempre estava a portar a flor). Compreender os sentimentos e medos de quem julgamos ser o “o close errado do rolê” (no caso a prostituição e tals) é um dos mais difíceis dilemas, no entanto é uma aventura libertadora que gera empatia.
A mudança de atitude da Marguerrite foi algo que me incomodou, de um ser dono de si e meio controladora passa a uma mulher entregue e cheia de sentimentos revelados... É, talvez o amor deixe as pessoas absurdamente trouxas kkkk suponho.
É uma história triste, mas como [quase] toda história de amor vale o tempo investido em ler.
“Nós, criaturas do acaso, temos desejos fantásticos e amores inconcebíveis.” (Marguerrite Gautier, p. 105).
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Aurélio 07/07/2019

É possível o amor se desenvolver diante do preconceito?
É possível uma cortesã amar de verdade um amante? O amor pode ser redentor? Essas são perguntas que são respondidas na obra A Dama das Camélias. Alexandre Dumas (filho) traça um perfil das mulheres prostitutas de Paris e do estigma a que são submetidas por levarem uma vida não tão convencional.
Marguerite, a dama das camélias, entrega-se de corpo e alma a Armand, pois vê nele um homem incomum, diferente dos outros amantes que a circundavam, porque o jovem parecia ser o único homem a se importar com ela realmente. Ele sofre de amores por ela e exterioriza ao chorar quando sabe que ela está doente. Isso faz com que a cortesã se comova e dedique um espaço especial em seu coração para este amante.
A jovem prostituta resolve se entregar ao amor sincero e verdadeiro de Armand, mas isso lhe custa caro, pois devido não ter mais o dinheiro que seus amantes ricos lhe davam para sustentá-la, vê-se empenhorando seus bens para pagar suas dívidas.
O pai de Armand se opõe a esse amor, pois levado pelo preconceito gerado pela sociedade teme que seu filho perca sua reputação de jovem imaculado, e pede insistentemente para Marguerite deixar de vez o rapaz. O pai ainda aponta que a irmã de Armand tem um risco iminente de não se casar, por causa da conduta reprovável do irmão, pois a família do noivo da jovem sabe do relacionamento de Armand com a cortesã. Esse argumento faz com que Marguerite, que até então começava a mudar de vida por causa do amor sincero nutrido por Armand, decida a separar-se de vez do jovem e cortar todo tipo de relacionamento estreitado até então.
Marguerite que começava a apresentar melhoras (ela sofria de tuberculose) devido ao relacionamento com Armand, começa a piorar novamente e a caminhar para a morte.
Alexandre Dumas (filho) mostra para o leitor que é possível sim o amor tornar-se redentor e que uma cortesã também pode amar de verdade um de seus clientes. Ademais, informa que a sociedade muitas das vezes torna-se um empecilho para que tal amor se concretize devido a seus preconceitos.


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Guria Migrante 26/06/2019

Srta. Gautier
Marguerite Gautier é uma das cortesãs mais cobiçadas de Paris, pelo menos era até se apaixonar por Armand Duval, um nobre estudante de Direito. Entregue de corpo e alma a esse jovem, ela larga a vida de cortesã e passa a morar em uma casa de campo com o seu amado.
Porém, esse amor está destinado a não ir muito longe, pois o pai de Armand não admite que seu filho se relacione com uma cortesã.
Alguém que tenha a reputação como a dela, não colabora para o bom nome da família Duval, e assim, dificulta o casamento da irmã de Armand.
Como se já não bastasse, Marguerite viaja para longe de Armand e, resultado de uma vida de cortesã ou não, ela adoece, tornando ainda mais difícil o amor entre os dois.
O interessante de ler livros sobre a vida de cortesãs é perceber que, como naquela época a maioria das histórias eram lidas pelas boas moças de família, as cortesãs são destinadas a sempre terem finais tristes. É um pouco desanimador até, mas também mostra que elas não eram apenas mulheres para diversão. Eu concordo que era isso que elas faziam, mas pelo menos nos livros que eu li, muitas delas mostram serem mulheres de coração, com uma pureza na alma e isso é a chave para o desenvolvimento de uma boa história.

Resenha escrita em: 06/05/2013
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tamireslridriane 22/01/2019

Leitura difícil...
Olha, demorei para terminar o livro, por várias vezes larguei de lado... Mas voltava a ler pq não acreditava que um clássico seria tão entediante!
Por fim, terminei o livro achando meloso demais, drama demais por nada demais, um amor que nasce do nada e é avassalador...
Bom, eu AMO romances, mas este é demais até para mim!
Gabriela Lemos 02/02/2019minha estante
Leituras nunca são unanimes...Eu ja ano consigo largar...como a obra te toca depende de tanta coisa, experienciar de leitura, de vida, momento na vida em que Vc está lendo...as vezes vale dar uma segunda chance em um futuro...classicos não são classicos por acaso...e se ainda assim ano foi relevante para Vc, tbm tudo bem, valeu a experienciar ne ;) ...eu to na metade e to gostando bastante, com ele eu volto nesta epoca em que existia amores tao dramaticos...


Jojoh 08/05/2019minha estante
Eu li a primeira vez na época do ensino médio, e comecei a reler agora. Se dá primeira vez eu gostei, dessa então, nem se fala. Adoro esse livro.




Andrea 23/12/2018

Dentro do que se propõe é um bom livro.
Relata um amor quase impossível entre uma cortesã e um jovem de família tradicional de uma cidade do interior na França, em meados do século XIX.
Para quem curte histórias de amores fulminantes, com todas as paixões, declarações (diabéticos passem longe) e tragédias comuns à esse tipo de enredo, este livro é mais do que recomendado.
Infelizmente não é a minha vibe rsrsrs.
Nem sei porque resolvi ler.
Mas mesmo não sendo um estilo que me agrade muito (no início estava me parecendo algum dos livros clássicos da literatura brasileira) reconheço o seu valor, é uma leitura fácil, fluida e com muitas reflexões interessantes principalmente à partir dos 50% da leitura.

Enfim, para quem gosta do estilo eu recomendo muito.
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Ernani.Maciel 27/09/2018

Ninguém deve amar alguém mais do que a si.
Alexandre Dumas Filho, filho bastardo do renomado autor Alexandre Dumas, deixou-nos um belo relato autobiográfico, publicado em 1848.

Esse clássico deixou-me importantes lições a respeito do preconceito contra pessoas que fogem aos padrões morais e comportamentais intrínseca ou explicitamente impostos pela sociedade, no entanto, destacarei a que mais saltou-me aos olhos, que é o amor desmedido e inconsequente. Não devemos, em hipótese alguma, tomar decisões, especialmente as cruciais, que podem mudar drasticamente o rumo das nossas vidas, movidos por emoções. Armand Duval perde o controle de sua vida após apaixonar-se por Marguerite Gautier, esse amor o leva a cometer loucuras fazendo-o endividar-se e esquecer-se das pessoas que o amam.
Concluí a leitura, mas algumas perguntas como as que relatarei abaixo não sairão tão cedo da minha mente:
Vale a pena arriscar tudo por um amor que não é correspondido na mesma medida? Como saber se é correspondido na mesma medida?
Como terminará um relacionamento que exige tamanha dedicação a ponto de deixar de lado o relacionamento com outras pessoas?

Amar assim, em minha opinião, não faz bem a ninguém; geralmente termina em tragédia.

Aprendo com todos os livros que leio, no entanto, os clássicos destacam-se por nos deixarem, em sua maioria, reflexões profundas a respeito das decisões que nos cabem. Precisamos tornar-nos, repito que no que nos cabe, senhores dos nossos destinos.

Nota 1.000 para esse belíssimo clássico que lembrou-me um pouco, salvo as devidas proporções, o romance Mandame Bovary.
Aurélio 07/07/2019minha estante
O livro me lembrou não só Madame Bovary, mas também Lucíola. Parabéns pela resenha!!




Naty Amorim 29/05/2018

Trágico amor
Ótimo livro, impressionante livro excepcional.
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Amanda 21/04/2018

É Shakespeare?
Ouvir histórias é uma das minhas coisas favoritas. O livro A Dama das Camélias é basicamente isso. O narrado inicial tem uma curiosidade em conhecer a história de uma cortesã, a Dama das Camélias. Assim, ele compra um de seus livro em um leilão quando a moça morre e acaba conhecendo o único homem que demonstrou amor nobre pela dama.
Como o livro que li é uma adaptação de Walcyr Carrasco, acredito que o livro original deva conter mais detalhes sobre toda a história, pois nesse detalhe o livo parece muito superficial. A narrativa é muito rápido, muito fácil de ler. Mas totalmente sem incremento, não há detalhamento dos acontecimentos, não descrição de cenas, somente são narrados os fatos. Na minha opinião faltou mais descrição, as cenas passaram muito rápidas, as vezes queria que a cena não acabasse e ela já tinha passado em menos de uma página.
Porém, tirando esse detalhe, que me perturba, a história é interessante. Quando estava lendo, e encontrei uma frase sobre como Armand Duval amou nobremente Marguerite Guautier, a Dama das Camélias, me lembrei da história de Shakespeare, Romeu e Julieta. Minha interpretação durante o livro de que o casal se amou com a mesma intensidade que Romeu e Julieta e o amor deles também era, de certa forma, proibido e a família não aceitava o que eles sentiam.
Falam que o livro, como um todo, trata-se de um assunto polêmico na época em que foi escrito. Mas, acho que, mesmo depois de séculos, a relação da sociedade em relação às cortesãs não mudou, acho que ficou pior. E acredito também que agora, diferentemente do passado, todos aqueles que querem ter um relacionamento com uma cortesã podem ter, não é necessário ser um homem de classe A para ter os benefícios de estar com uma.
E agora vem a última coisa que me trouxe a muita reflexão: quais são os benefícios reais de ser visto com uma cortesã, se a sociedade encara essas mulheres de forma negativa? Bom, cheguei a conclusão que esses homens não estão preocupados com o que a sociedade vai pensar e muito menos com o dinheiro que estão gastando para manter a vida cara dessas mulheres, eles se preocupam em se satisfazer e isso é tudo.
Portanto o livro, como escrita, é ruim, pois apresenta poucos detalhes que são necessários para maior entendimento da obra. Mas a história escrita é boa, se trata de um tema proibido da época e um tema polemico atualmente. Se trata de amor, de um amor intenso e proibido, difícil de ser vivido, impedido por tudo e todos, mas que sobrevive até o fim, assim como Romeu e Julieta.
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Amanda 21/04/2018

É Shakespeare?
Ouvir histórias é uma das minhas coisas favoritas. O livro A Dama das Camélias é basicamente isso. O narrado inicial tem uma curiosidade em conhecer a história de uma cortesã, a Dama das Camélias. Assim, ele compra um de seus livro em um leilão quando a moça morre e acaba conhecendo o único homem que demonstrou amor nobre pela dama.
Como o livro que li é uma adaptação de Walcyr Carrasco, acredito que o livro original deva conter mais detalhes sobre toda a história, pois nesse detalhe o livo parece muito superficial. A narrativa é muito rápido, muito fácil de ler. Mas totalmente sem incremento, não há detalhamento dos acontecimentos, não descrição de cenas, somente são narrados os fatos. Na minha opinião faltou mais descrição, as cenas passaram muito rápidas, as vezes queria que a cena não acabasse e ela já tinha passado em menos de uma página.
Porém, tirando esse detalhe, que me perturba, a história é interessante. Quando estava lendo, e encontrei uma frase sobre como Armand Duval amou nobremente Marguerite Guautier, a Dama das Camélias, me lembrei da história de Shakespeare, Romeu e Julieta. Minha interpretação durante o livro de que o casal se amou com a mesma intensidade que Romeu e Julieta e o amor deles também era, de certa forma, proibido e a família não aceitava o que eles sentiam.
Falam que o livro, como um todo, trata-se de um assunto polêmico na época em que foi escrito. Mas, acho que, mesmo depois de séculos, a relação da sociedade em relação às cortesãs não mudou, acho que ficou pior. E acredito também que agora, diferentemente do passado, todos aqueles que querem ter um relacionamento com uma cortesã podem ter, não é necessário ser um homem de classe A para ter os benefícios de estar com uma.
E agora vem a última coisa que me trouxe a muita reflexão: quais são os benefícios reais de ser visto com uma cortesã, se a sociedade encara essas mulheres de forma negativa? Bom, cheguei a conclusão que esses homens não estão preocupados com o que a sociedade vai pensar e muito menos com o dinheiro que estão gastando para manter a vida cara dessas mulheres, eles se preocupam em se satisfazer e isso é tudo.
Portanto o livro, como escrita, é ruim, pois apresenta poucos detalhes que são necessários para maior entendimento da obra. Mas a história escrita é boa, se trata de um tema proibido da época e um tema polemico atualmente. Se trata de amor, de um amor intenso e proibido, difícil de ser vivido, impedido por tudo e todos, mas que sobrevive até o fim, assim como Romeu e Julieta.
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A Senhorita Dos Livros 10/01/2018

Amor, vingança e arrependimento
A Dama da camélias, como eu já imaginava, é um livro muito bem escrito, emocionante, que expõe um amor inserido numa época, num contexto, mas que mesmo assim nos toca e nos faz pensar sobre relacionamentos, comportamentos e suas consequências.
A principio, já nas primeiras páginas, a protagonista Marguerite é despojada de seus encantos, ocorre uma grande desconstrução da personagem, que é descrita em sua forma cadavérica, se contrapondo a todo o glamour de uma vida de luxo e de extrema beleza, o autor nos mostra o momento de ápice e de declino de Marguerite, seu amor impossível, seu poder junto aos homens, devido a sua aparência física e sua ruína causada pela doença e falência.
Já em relação a Armand Duval, seu par romântico, conseguimos sentir na pele seu ciume muito bem representado na trama, suas atitudes as vezes infantis de vinhança e seu total arrependimento.
É um amor exagerado, sem limites, sem futuro, e triste... o final é digno de nos tirar lágrimas, mas imagino ter sido exatamente essa a intenção o que concluo ter sido muito bem-sucedida.
Recomendo.
Maria Cristina 11/01/2018minha estante
É expressamente isso o que você falou. Simplesmente magnífico!
Amei de uma tal forma, que, acordava Durante a madrugada para ler!!!


A Senhorita Dos Livros 12/01/2018minha estante
O livro é realmente muito envolvente. :)




Olana - @aleituradehoje 17/10/2017

Um amor para pensar...
Escolhi A Dama das Camélias para ler pelo renome do autor, do livro, de todo o seu significado na literatura, enfim, era A Dama das Camélias... queria ver “qualé que era”.
Li a sinopse e a princípio me deparei com um romance, uma história fofa. Pensei em um livro “gostoso” de ler. E foi. Mas...
Palavras doces, descrições românticas, opiniões sobre a vida e por traz disso, um ponto mais profundo: como o tempo passa (mais uma vez em minhas leituras a constatação de que o ser humano é o bicho mais difícil criado pelo nosso querido Deus), e certas ideias continuam latentes.
Marguerite, linda, inteligente, espirituosa, ... prostituta. A mulher em seu papel mais recorrente. Usada, abusada, mostrada, embelezada e “objetificada”. Em uma época muito mais machista que nossa atual, li trechos que a diferença entre antes e o hoje, é o machismo velado.
Não me intitulo feminista, nem gosto do termo porque acho que destruiriam o real significado de uma luta válida, mas lendo como Marguerite sofreu por ser quem era, li também sobre as mulheres.
Em determinado momento nosso querido Armand, em todo o seu amor, sem intenção alguma de ofendê-la, diz: “Mas gosto mais de ti luxuosa do que simples.” Ele falava em amor, mas e quando ela ficasse velha? E quando o glamour acabasse? Eu sei, era pra ser um elogio, mas as vezes um elogio pode tomar um caminho contrário.
O significado de cortesã na época, daquele nível, difere um pouco de uma “simples” prostituta, e Marguerite diz algo que descreve bem a questão do homem em relação a mulher a qual bancava: “...que despendem sua fortunas não conosco, como dizem, mas com sua vaidade”. O mundo ainda é assim. Quantos homens ajudam nessa ditadura da beleza, e quantas mulher em seus momento vazios, se deixam levar pela necessidade de um lado externo bem mais cuidado do que um bom cérebro?
Nossa, acho que viajei completamente. Mas ler é para isso. Sair na caixa. Sai do mundinho. Fazer pensar. Armand e Marguerite me fizeram pensar.
Por fim, me vi devorando o livro com uma tristeza profunda. Dumas me puxou para dentro da história e depois de começar pensando ser uma “contação” água com açúcar e ir para o discorrer em uma análise sobre as mulher, o escritor me trouxe para o envolvimento com a belíssima história de amor. Um homem profundamente apaixonado e sonhador. Uma mulher que só queria ser amada. E a certeza que todos os louros para o livro e para o escritor são merecidos e justos. Ah! Chorei lendo!
Termino com Dumas. Acho que deveria ser um mantra de todos os escritores: “... mas serei sempre o eco de todo o sofrimento digno onde quer que o encontre.”
Beija-flor-brilho-de-fogo 17/10/2017minha estante
Nota?


Olana - @aleituradehoje 17/10/2017minha estante
Opa! 10... acho que marquei qdo terminei a leitura. ;)


Beija-flor-brilho-de-fogo 17/10/2017minha estante
KKK! Estava mais do que claro, em cada parágrafo do seu relato.




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NewYork 18/07/2017

Desgraçada pelos últimos capítulos(13/06/17). A riqueza de detalhes é impressionante(9/06/17).
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Caio Chaves 26/03/2017

Romance famoso que realmente não decepciona. Assisti a um filme baseado nele chamado Camille, de 1921 e logo procurei ler a obra original. A adaptação foi bem fiel pelo menos. E esse livro me deixou um gosto amargo na boca, adorei a narração e a fluidez dela, é bem romântica e uma linda história de amor, mesmo que desde o início tenhamos a ideia do que está por vir no decorrer da história.
São vários pontos nessa narrativa bem melodramática, na medida certa, que me encantaram principamente o que diz razão a forma como o amor dos dois protagonistas foi construída, a personalidade da Marguerite Gaultier e todo o sofrimento que ela passa pelo amor do seu escolhido. Tem umas críticas a sociedade francesa da época que são bem legais de ler e principalmente uma forte carga irônica sobre a sociedade e claramente a questão financeira, que é o que realmente impede a consumação desse amor.
As páginas finais são emocionantes com o relato do diário da Marguerite em que ela finalmente revela o que aconteceu e sinceramente a atitude de dor-de-cotovelo do Armand e tudo que ele fez pra ela foi sinceramente nojento e eu não consegui achar normal o ato de abrir um caixão duas semanas depois do enterro como prova de amor.
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