Coração Ferido

Coração Ferido Chelsea Cain




Resenhas - Coração Ferido


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Adriana 05/04/2019

Cruel
Bem legal
02 em 01
A Gretchen é o terror ...super cruel.
A leitura te prende, voce lê rapidinho

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Thally 02/09/2018

Comecei a trilogia beleza mortal
Li super rápido e sempre anciando pelos remember do Archie hahahahaha
Sou igualzinha ele ,tô sempre com crush nos psicopatas . Preciso saber mais da história dos dois . Qto a história paralela a da investigação achei bem previsível , mas curti muito lê e vou continuar pra vê no que dá... quero vê até onde vai o poder da Lowell Minha serial killers preferida :-P
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Jaitan 06/02/2018

Maravilhoso
Inteligente, empolgante, diferente... Apaixonante.... Serial killer mulher... Muito bom
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Jansen 19/01/2017

Ótimo! Um serial killer diferente. O detetive que chefiava a equipe "Beleza Mortal" foi envolvido pela assassina que o tortura de todas as formas e depois se entrega. Conseguiu tê-lo preso a si para sempre (ou quase...).
O detetive foi afastado para se recuperar das torturas (muito bem relatadas com seus requintes de crueldade) quando nova série de mortes, com características comuns, começam a ocorrer. Ele é reintegrado e dá início à caçada do novo serial killer. Uma jornalista foi incumbida de fazer uma matéria, em quatro capítulos, relatando todo o sofrimento por que passou o detetive e passa a acompanhar os trabalhos para a detenção do novo criminoso. Os cruzamentos da jornalista e sua matéria, com a serial killer presa, as vítimas do novo assassino e o policial é muito bem conduzida e nos leva a um desfecho muito bom.
Tatids 19/01/2017minha estante
Eu amo essa série!!!! Um livro melhor que o outro!!!




Meninas que Leem 20/12/2016

Blog As meninas que leem livros
"Surpreendente, Maravilhoso, Inesquecível...

Chelsea tem uma forma de escrever e de envolver você na trama que fica impossível você largar o livro até terminar e quando termina é pensando em partir pro próximo."
[...]

site: http://www.asmeninasqueleemlivros.com/2009/12/coracao-ferido-chelsea-cain-cain-criou.html
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carolina.trigo. 04/10/2016

Gretchen Lowell: Cruel ou Adorável?
Fazia um tempão que minha mãe estava insistindo para eu ler essa trilogia. Sempre tinha um pé atrás, mas me arrependi. E até começar a ler, não tinha ideia de quantos fãs a Chelsea Cain tinha aqui no Brasil... E principalmente em relação à Gretchen Lowell.
Coração Ferido, da Chelsea Cain (Ed. Suma de Letras), é um livro estilo O Silêncio dos Inocentes, mas com uma serial killer um pouquinho pior que nosso querido Hannibal Lecter!
O livro começa com o detetive Archie Sheridan voltando a trabalhar depois de dois anos parado. Isso se deve ao seu primeiro caso, intitulado Beleza Mortal, em que eles ficaram 10 anos atrás de Gretchen Lowell, uma estonteante serial killer. Mas no final foi ela quem o capturou e o torturou por 10 dias, porém em vez de matá-lo como se era esperado, ela surpreendentemente o soltou e ainda se entregou para a polícia.
O livro tem como caso principal um serial killer que mata adolescentes morenas logo após a saída de seus colégios. Paralelamente ao caso, vemos como o nosso detetive saiu do seu último caso e como ele ainda está lidando com isso. O mais estranho é que todo domingo ele tira o dia para visitar e conversar com a assassina que o torturou! Ele simplesmente não consegue ficar longe dela.
O livro começa meio confuso, nos mostrando uns dos dias em que ele ficou preso com Gretchen. Mas a partir que o livro vai andando, as peças vão se encaixando e a leitura flui super bem.
Os casos são muito bem descritos e a Gretchen Lowell é uma personagem ímpar, talvez nunca tenha visto algo parecido. Apesar de tudo que ela fez e ainda faz, mesmo estando presa, como manipular todos que estão à sua volta, a gente não consegue não gostar dela. É algo bem impressionante e não é muito fácil um autor fazer os seus leitores gostarem tanto assim de uma assassina.
As personagens femininas são muito fortes, até as secundárias. E cada uma consegue seu momento no livro.
E o final é algo nunca esperado e muito surpreendente. O que faz a gente ficar mais ansioso para o segundo livro, Coração Apaixonado.
Mesmo achando várias pessoas que leram e gostam muito do livro, ele deveria ser MUITO mais famoso, pois com certeza é um livro ímpar no meio de centenas de livros policiais também bons, e outros não tão bons assim...

" - Quer que eu entre na cabeça dele para você? Desculpe, Clarice*. Não posso ajudar."

*Clarice é a personagem referente ao filme Silêncio dos Inocentes. Tem algo melhor do que um livro perfeito citando talvez o melhor livro/filme de serial killers? Com certeza não!

site: http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/2016/02/gretchen-lowell-cruel-ou-adoravel.html
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Rebeca 09/09/2016

Ainda preciso digerir essa história e o fato de que amei (rs), porque apesar de toda a monstruosidade demonstrada em suas torturas e de sua capacidade de manipular suas vítimas e seus parceiros, é impossível não se envolver psicologicamente falando com a serial killer Gretchen Lowell. Ela abala qualquer um, não tenho a menor sombra de dúvida. Com o detetive Archie Sheridan não poderia ser diferente. Ele ficou marcado de todas as formas: 10 anos estudando seus crimes, 10 dias sob seus tortuosos cuidados, 2 anos a visitando na prisão e mesmo assim sobreviveu… Será?! Nesse livro começamos a conhecer esse relacionamento estranho de amor e ódio, enquanto um outro serial killer começa a atuar. Uma repórter, Susan Ward, se torna uma das chances do Archie enfim se libertar de seus medos e seguir adiante. É preciso ter estômago forte para ler, mas afirmo que vale a pena! Já quero ler os próximos da série.
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miny 30/08/2016

livro ótimo!
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Bekah Abreu 29/07/2016

"Eu sei que ela é uma psicopata, mas é a minha psicopata. "
Sempre quis ler esse livro, por isso, nesse ano, coloquei ele na meta. Achei bem interessante esse visual “relação doentia entre policial e serial killer”. Nunca tinha visto uma temática tão diferente, por isso pensei, logo de cara que ia amar.

Para começo de tudo, a sinopse do livro meio que te engana, pois o foco fica dividido entre o ‘Archie’ e uma tal de ‘Susan’.
Ai vem a pergunta: e quem é essa na fila do pão?
Ela é uma jornalista que vai (infernizar) pesquisar sobre a vida do nosso policial chapadão.


Até ai tudo bem.


Só que no meio de uma investigação (que não é sobre a ‘Beleza mortal’), a gente fica sabendo de fatos que realmente não te interessam muito, como: com quem a Susan ‘trepa’ (essa é a palavra mais usada), o que Susan sente, o que Susan quer e traumas de Susan.

No final, entendemos até o por quê dessa picuinha imensa, mas mesmo assim não tira uma metade de livro porrenta.


Os capítulos que realmente me interessavam eram os do Archie. Tirando o lado sombrio (que é entendível), ele é o mais interessante, com seu humor negro e olho atento.
Além dele, eu curti (lá para o fim), quando a rainha loira má aparece. Realmente a coisa começa a decolar daí.


Infelizmente a autora não conseguiu me convencer com os personagens rasos, como melhor amigo policial, policial mãe não tão dedicada e esposa sofredora que quer o macho de volta. Senti falta de um drama que realmente me convencesse. Tudo pareceu meio preto e braco e o resquício de sentimento realmente aparece quando nossa Grecthen e Archie estão juntos. Doentio, né?


O caso do ‘estrangulador de escolas’ realmente foi meio paradão. Claro que não consegui descifrar nada antes do tempo, mas quando tudo se revelou, senti algo parecido como quando uma bexiga vai expirando aos poucos. Irritante e demorado.

Talvez a autora se focou tanto em apresentar esse mundo do Archie para nós que esqueceu de dar algum sentido a trama.

Há! Uma das coisas que amei foi o fato de não haver romance entre as duas pessoas que mais interagem ai. A jornalista bem que queria, mas...Graças! Poupou uma chatice pior.



Basicamente, dei três estrelas pelo enredo e partes interessantes e adicionei a continuação, rezando e implorando para que o que venha por aí valha mais a pena.
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Taisa 15/02/2016

Serial Killer mulher por si só já é um sinalizador bem original em um livro, quando li a sinopse e notei um possível romance entre ela e o detetive que ela torturou, fiquei ainda mais curiosa. Sempre penso quais arranjos a autora vai fazer, como ela tentará convencer, será que vou conseguir sair da zona de conforto e torcer para que a história caminhe para um lado mais imoral?

Apesar de ser isso que me chamou a atenção o romance entre eles não é foco aqui. Na grande parte do tempo você não sabe qual exatamente é o tipo de relação que eles têm após a prisão dela. Creio que esse livro tem mais o intuito de vislumbrar e consolidar a personalidade de cada um.

A Gretchen é fria e vil ao extremo. Mesmo com escassas a aparições sentimos sua energia e inteligência. Fiquei muito horrorizada e ao mesmo tempo encantada com sua engenhosidade, cada palavra (ou ausencia delas) parecia ter um significado velado.

Os traumas que ela provocou em Archie são profundos, por fora ele se mantém forte, mas percebemos que esta casca pode quebrar a qualquer momento. Esse evento acabou com qualquer esperança de vida normal, sua dedicação é completamente voltada ao trabalho, acabou-se o casamento, relação com os filhos, amigos, só restou uma obsessão doentia pela causadora desse pandemônio.

Temos também Susan, que é uma repórter encarregada de escrever uma matéria sobre o Archie. Ela e Archer são as duas visões que temos na história, e mesmo assim nada é revelado antes da hora, tudo é dissecado no seu tempo e de forma muito atraente.

Como tudo nesse livro parecia se encaixar perfeitamente demorei para perceber alguns pontos na trama, o grand finale a princípio me pareceu forçado, não podia acreditar que a autora ia fazer uma revelação tão banal em uma história tão complexa, mas felizmente tudo se ajustou como merecido.

Super ansiosa pelo que está por vir, pelo jeito como terminou, o negócio só tende a ficar mais doentio e insano. Leitura mais do que recomendada.

- See more at: http://leiturasdataisa.blogspot.com.br/#sthash.Rtr6Ri3G.dpuf

site: leiturasdataisa.blogspot.com.br
Angela 15/02/2016minha estante
O segundo, Coração Apaixonado, foca beeem mais na relação deles. É o meu favorito da série. Ótima resenha! Bjuss


Taisa 15/02/2016minha estante
Ai Angela que medo desses dois...... Kkkkkkkkkkkkk
To doida pra saber como isso vai acabar!
Obrigada, bjuss!


Nique 12/08/2016minha estante
Coração apaixonado realmente mostra mais dos dois, é uma leitura de tirar o folego. E, embora eu tenha ficado feliz com isso, também me sinto um pouco estranha com o relacionamento deles. É doentio. Várias vezes durante a leitura eu me senti péssima, acho que mais pelo fato de torcer que a Gretchen pudesse ter alguma parte mais calorosa e não só a casca fria da qual ela era feita. É uma personagem que fascina e nos deixa aterrorizados, tudo ao mesmo tempo.


Taisa 24/08/2016minha estante
Verdade Nique! Mas é bom fugir um pouco da normalidade também.
As vezes eu fico um pouco esgotada de tanta "redenção" sabe? kkkkkkkk




Nique 31/01/2016

[Alguns Spoilers ❤]
Se você não tem um estômago forte para uma descrição quase perfeita de torturas, eu sugiro que vá buscar outro livro. Coração Ferido me deixou quase doente. Doente, porque Archie Sheridan estava psicologicamente mal. Eu não diria nem que o que mais me chocou no livro foram os relatos de como Gretchen Lowell torturava suas vitimas e as matava a sangue frio, ou de como as meninas estupradas e encontradas depois de serem desovadas eram descritas. Não. Não foi nem quando Archie Sheridan começou a relembrar o que Gretchen tinha feito com ele, quebrando suas costelas com pregos e martelos, ou removendo seu baço com ele ainda consciente.

O que mais me chocou, de verdade, era o estado de Archie.

Archie é um detetive que passou dez anos em uma força tarefa chamada "Beleza Mortal" atrás de uma Serial Killer que até então ele não fazia ideia de que era uma mulher, ou que era Gretchen Lowell. E vamos deixar claro, Gretchen Lowell é basicamente um fantasma e um nome falso, muito provavelmente.
Ele é sequestrado por ela enquanto ela trabalhava para ele. Ele não fazia ideia de que psicologa que ele tinha empregado era a Serial Killer que ele procurava já fazia uma década. Archie passou vários dias sendo torturado por Gretchen até morrer - sim, ele morreu - e foi reanimado pela própria Gretchen depois disso. E como se não bastasse, cuidado por ela, também. Só quando a situação saiu muito fora do controle de Gretchen, de forma que ela já não tinha como cuidar dos ferimentos dele, que ela resolveu se entregar para a polícia e levar Archie para um hospital.


O livro é todo em terceira pessoa, mas fica indo e vindo entre o ponto de vista de Archie e uma jornalista que está escrevendo uma matéria sobre ele. Susan passa o dia todo o seguindo, menos nos Domingos, que são reservados para que Archie visite Gretchen na cadeira. Um acordo entre os dois para que ela não pegasse a pena de morte, e ele conseguisse a confissão dela por todos os corpos que ela matou e escondeu.

Passei muitas páginas desesperada para conhecer Gretchen. Eu sempre via Archie voltando para a noite em que tudo aconteceu, a noite em que ele foi sequestrado por ela, mas nunca me parecia suficiente. Eu. Queria. Ele. Na. Frente. Dela.
Quando aconteceu, minha felicidade era assustadora. Conhecer Gretchen no livro, da forma que conhecemos, foi foda. Cacete, foi além de foda. Acho que nunca vou ter palavras para descrever a Gretchen, mas sua manipulação é coisa de outro mundo. Ela fazia os jogos certos, sempre sabia com quais peões mover no tabuleiro e as consequências exatas disso.
Era assustador. No mínimo.

A parte que mais me deixou doente no livro foi Archie. Ele se afundava em remédios, tomava pilulas exageradas, ficava chapado na maior parte do tempo, porque os estragos que Gretchen fez ao seu corpo e ao seu psicológico não poderiam ser reparados. Ele chegou ao ponto de se separar de sua mulher e deixar de ver seus filhos depois disso. É lastimável e doentio a forma obcecada como ele se comporta com Gretchen e acha que sua única cura é a Serial Killer; continuar visitando-a e falando com ela. Tudo é ela. Ele não pensa em outra coisa que não seja ela.

Não gostei de Susan. Bem, ela descontraiu um pouco a tensão da história em muitas partes, mas ela me parece infantil demais. É claro que conforme os livros, a personagem evolui e amadurece, mas ainda assim, eu realmente não gostava das partes em que seu ponto de vista aparecida. Mesmo em terceira pessoa. Ainda assim, dou meus parabéns para a escritora. A personagem nunca deixou sua personalidade. Seu foco sempre era o jornal, tudo para ela era e sempre foi suas matérias. Ela nunca se desvencilhou do objetivo e por isso, dou meus parabéns. Tirando os ataques que ela tinha, já que ela tem sérios problemas com homens mais velhos, eu até poderia ter gostado da Susan. Bem... Talvez nos próximos livros, se ela tiver muita sorte e eu um puto bom humor.

Em geral, os personagens são interessantes. Todos eles. Vemos uma série de assassinatos, um estuprador que está aterrorizando as escolas e parece estar infiltrado nelas. Passamos muito tempo tentando localizá-lo e conhecendo mais de Gretchen conforme Archie volta para o dia em que foi sequestrado e nos conta o que realmente aconteceu. E por mais estranho que pareça, por mais psicopata que Gretchen fosse, devo admitir que me apeguei a personagem. Uma síndrome de Estocolmo fodida até para mim, eu diria. Porque, eu gostei dela. E até desejei que ela conseguisse fugir de alguma forma. O que é duplamente doentio. Heh.

Ganha cinco estrelas brincando; pelos personagens e suas personalidades bem construídas, por uma escrita perfeita, a tradução também não está má. E claro, por uma vilã como Gretchen Lowell, que pra mim já está no topo da lista como a melhor entre as melhores.
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Vitor 22/08/2015

Apego e Repúdio
Mesclar tortura com amor não é nem um pouco fácil e chega a soar doentio para quem lê algo assim, mas neste primeiro volume da série Beleza Mortal, vemos que, por mais que peculiar, é possível traçar um meio termo entre essas situações e que tal mistura desperta uma curiosidade grandiosa.
Nossa história se passa em Portland, onde o detetive Archie Sheridan trabalha junto com seus parceiros no caso do Estrangulador das Escolas, cujo não passa de um maníaco estuprador. Junto com Archie também se envolve Susan Ward, uma repórter responsável por fazer uma matéria sobre a vida do detetive.
Por mais que o calor da investigação principal prenda o leitor, o ápice do livro – e da vida de Archie – é Gretchen Lowell. A terrível psicopata que o torturou por dez dias. Dez dias estes que com certeza demoraram o dobro dos dez anos que ele precisou persegui-la para passar.
A questão não é nem tanto a tortura que ficara no passado, mas sim o que Archie carregou de lá. Junto com a cicatriz em formato de coração que Gretchen cravara no seu peito, o detetive carregou consigo um sentimento por ela. Após aqueles dez dias, Archie abandonara sua família e toda sua vida antiga para ficar numa depressão pós-Gretchen.
Viciado em remédios, Archie se vê tão ligado à beleza mortal de Gretchen, que passa a ir visita-la em Salem todos os domingos. É intrigante, pelo fato de Gretchen ser uma psicopata mulher e devido isso, muitas vezes sendo alvo de subestimação pelo leitor. E por que não ressaltar sua beleza incrível? Tornando-a uma serial killer original e inovadora.
A estrutura do livro é dividia em duas partes, a relação entre Archie e Gretchen e o caso atual. É ousado, pois provoca a curiosidade do leitor quanto à Gretchen, mas foca no Estrangulador das Escolas, forçando o a querer o próximo volume no mesmo instante em que se termina o primeiro.
A escrita da autora é simples, porém rica. Como dito anteriormente, ela consegue desenhar uma linha tênue entre o amor e a obsessão, sem soar piegas ou insano. Também consegue despertar uma curiosidade descomunal, as passagens de tortura, mesmo que agonizantes, força a quem lê querer mais uma dose de Gretchen.
Os personagens são icônicos e bem construídos, chegam a ser quase palpáveis. Archie é um protagonista real, com mais defeitos que qualidades. Gretchen é doentia, porém causa interesse. Susan, Henry e até o Estrangulador das Escolas... Tudo isso te deixará atônito.


site: penasdocorujal.blogspot.com
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Renato 07/07/2015

Intrigante início da série policial de Archie e Gretchen
Se existe uma vantagem que o Skoob nos oferece é descobrir livros que se encaixam perfeitamente no nosso estilo. Há algum tempo, no gênero policial, mas com uma pequena dose de carga psicológica, deparei-me com o chamativo “Coração Ferido”, de Chelsea Cain.

É difícil montar uma sinopse desse livro sem se basear em um bom número de páginas, porque na verdade essa primeira obra da série de seis dá início a dois personagens um tanto complexos: Archie Sheridan e Gretchen Lowell. Esta causa medo apenas por estar em cena e foi responsável por torturar Sheridan de maneira bem violenta durante dez dias e depois disso se entregou por vontade própria às autoridades, além de “salvar” a vida do policial. No entanto, Lowell causou um verdadeiro estrago psicológico na vida do protagonista, que passou a recorrer aos remédios para conseguir manter a sanidade. Além disso, mesmo presa, Gretchen nos mostra que seu poder fatal vai além das grades.

O livro acerta em diversos pontos. Mais uma vez friso que um suspense policial pode passar despercebido se não oferecer um elemento de originalidade ao leitor. Neste caso, nos deparamos com uma psicopata de proporções ilimitadas, e que conseguiu atingir Archie de um jeito que nem mesmo ele sabe bem entender. Nós o desvendamos juntamente com o personagem. Ele nutre sentimentos ocultos por Gretchen que ele luta com todas as suas forças para combater, mas que parecem exercer um poder descomunal sobre ele.

Em paralelo (ou não) a esse combate psicológico, temos a investigação de um novo assassino que possui o perfil de estuprar e matar apenas mulheres adolescentes. No entanto, ao que parece ser apenas aleatório aos poucos vai se encaixando à história principal e o clima é eletrizante.

Outros pontos positivos dizem respeito à escrita. Na agilidade gerada pelos capítulos acertadamente curtos, temos flashbacks da tortura de Gretchen a Archie; a trajetória da carismática Susan e suas matérias jornalísticas sobre o policial protagonista; e as investigações dos assassinatos no período atual.

Com todos esses pontos positivos, terminamos o livro com um gostinho de quero mais, isso porque sabemos que quase nada foi explicado, e não que isso seja um aspecto negativo, mas precisamos urgentemente saber mais sobre a relação surreal entre Archie e Gretchen. Apenas nas últimas páginas do livro que temos um conhecimento maior sobre o tipo de ligação entre eles, mas a conclusão é que ainda temos muito que acompanhar. Os seis livros que envolvem a série devem destrinchar os personagens e nos fazer acompanhar mais investigações policiais bem encaixadas ao contexto.

Terminei o livro precisando urgentemente ler o próximo – “Coração Apaixonado” – e não poderei esperar muito por isso. Àqueles que têm estômago forte e que curtem personagens complexos dentro de uma boa história de suspense policial, eu recomendo a leitura! #LeiaUrgente.

site: http://sempreleialivros.blogspot.com.br/2015/07/leiaresenhas-chelsea-cain-coracao.html
Kau 07/07/2015minha estante
Ótima resenha, apesar de a Susan não ter sido uma personagem que eu curti na história, a trama é muito bem bolada. E vou te deixar uma dica de livro de uma brasileira, que eu comprei esperando ser algo ok, e me surpreendi com a habilidade da autora de criar algo diferente, sanguinário e totalmente cativante, esse livro aqui: http://www.skoob.com.br/eu-vejo-kate-416733ed473230.html Eu vejo kate é um dos poucos livros que eu me aventurei a tentar escrever uma resenha do tanto que eu curti a obra, rs. Caso ler me fala o que achou depois :D


Renato 07/07/2015minha estante
Kauzinha, pelo visto temos mesmo gostos parecidos. Fui conferir a sinopse do livro que você indicou e já adicionei à minha meta de leitura! Hehe. Muito obrigado mesmo pela indicação, com certeza vou comprar e conferir.


fgrein 07/07/2015minha estante
Vendo o papo de vcs aqui, resolvi colocar o livro da Claudia na minha lista tb! Parece ser realmente bom!!


Kau 07/07/2015minha estante
Eu adorei o livro da Claudia, foi um que comprei o ebook mais pela capa do que pela sinopse pra ser sincera, e acabei me surpreendendo bastante. Digo que é tbm um dos livros mais bem descritos nas partes de violencia que já vi, ela não ameniza nas palavras.


Priscila 07/07/2015minha estante
Ótima sinopse, Renato, tô louca pra ler esse tb.
E é claro que tb já adicionei o livro indicado pela Kauzinha, kkkkkkkkkk =P


Renato 07/07/2015minha estante
Rsrs. Obrigado, Priscila!




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