É Melhor Não Saber

É Melhor Não Saber Chevy Stevens




Resenhas - É melhor não saber


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Gerci || @_05demaio 28/12/2020

Ótimo
Sem nem o que dizer, só sentir kkkkk

Verdadeiro significado de nem tudo é o que parece.
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Sissy 17/11/2020

É melhor não saber
O livro é incrível, o final tem uma reviravolta muito boa,não conseguir parar de ler.
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Marcelly.Oliveira 25/10/2020

De tirar o fôlego!!!
Acho, ou melhor, tenho certeza de que esse livro contém o tipo de história que te deixa presa e te faz desejar nunca acabar de tão bom que é. O mistério e o suspense que o envolve, a forma como Sara lida com a relação conflituosa com a família adotiva, o seu relacionamento prazeroso com o noivo e a filha e as consultas com a psiquiatra só deixa tudo mais instigante, te fazendo desejar mais.

Descobrir que seu pai é um serial killer e ainda por cima ter toda essa situação espalhada aos quatro cantos do dia pra noite não é para pessoas fracas e Sara, com o perdão da palavra, por vezes a achei muito manipulável ? embora ainda não tenha um diagnóstico com precisão disso, mas suponho que seja por falta da atenção paterna que você não teve na infância.

No entanto, isso não atrapalha em nada o andamento do livro, mas sim o deixa muito mais interessante. Obviamente que eu suspeitava da pessoa certa, mas John também não era flor que se cheirasse e não me senti frustrada por eles não terem tido muito contato ao vivo, pelo contrário; fiquei extremamente aliviada por isso não ter acontecido, afinal o que ele poderia fazer? Tudo bem que durante a leitura entendemos do porquê ele querer salvá-la, mas como acreditar em uma pessoa que possui ações duvidosas?

No mais, indico esse livro para quem espera por uma reviravolta de tirar o fôlego, muito mistério, ação e drama. Com certeza é o tipo de livro que eu leria milhares de vezes só para sentir a adrenalina correr por todo meu sangue.
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Karen 31/07/2020

Diferente e surpreendente
Adorei a escrita fluída e envolvente e a forma como são divididos e iniciados cada capítulo. O desfecho realmente foi inesperado resolvendo as pontas soltas que se formaram ao longo da história.
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Giselly 26/04/2020

Esperava mais, muito mais!
Achei que seria um triller de tirar o sono, com muita ação, cenas brutais, entre outros. Mas não gostei, o livro foi muito parado, extremamente repetitivo, e as conversas com a terapeuta super enfadonhas! Queria que a Sara tivesse tido mais momentos com o John.
Michelle 30/04/2020minha estante
Então nem vou ler kkkkk


Giselly 12/05/2020minha estante
Nem compensa, mimi! Chatinho!!




Becca 21/02/2020

O livro é incrível.
Ao longo da trama vamos tendo vários questionamentos sobre o assassino sobre os polícias e até mesmo da família.
Uma reviravolta surpreendente no final, mas particularmente eu já imaginava uma porcentagem de culpa de certo personagem, porém não deixei de ficar supresa.
Gostei bastante da forma da narrativa.
Super indico
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Adriana 18/02/2020

É melhor não saber, será?
Livro tem uma narrativa envolvente. Apresenta uma filha adotiva em uma família disfuncional, o pai adotivo que é crítico e rígido com Sara, a ponto de ela fazer tudo para agrada-lo, com medo de que ele a devolvesse. Uma busca incessante por amor e aprovação, algo que de certa maneira encontra em um mostro que é seu pai biológico. A narrativa apresenta características de um assassinato em série, que quando criança também teve seu monstro particular. O final foi incrível. Seria enredo para um filme.
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Alediane 16/12/2019

Adorooo
Este autor é maravilhoso..não me decepcionou !!! Adorei !
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Carla Sol 22/05/2019

Poderia ter sido mais...muito mais...
Já tinha lido o livro Identidade Roubada desta mesma autora e tinha amado, por isso estava com altas expectativas para essa história...No entanto, infelizmente, não me surpreendi tanto quanto esperava.

Apesar do livro ter como pontos positivos uma escrita fluida, o que agiliza a leitura e também uma escrita intimista, o que nos faz entrar dentro da cabeça da personagem, nos permitindo sentir e pensar como ela. Tem como ponto muito negativo, a lentidão. A história gira em círculos, é repetitiva, demora muito para acontecer alguma coisa. Fica num chove e não molha que chega irritar, o que a meu ver é uma falha nesse género literário. Nem parece que foi escrito pela mesma autora.

Além disso, a grande virada foi algo que de alguma maneira já desconfiava, pois quando alguém, nesse tipo de suspense, é extremamente bonzinho, apresenta-se sem falhas, muito amigo, é sempre algo para se ter um pé atrás. Ainda mais para leitores, como eu, que são viciados em thrillers psicológicos. Achei tudo muito clichê.

Para mim, não houve grandes surpresas, nem reviravoltas que me deixam de boca a aberta e quando isso acontece, infelizmente, sempre me decepciona. Poderia ter sido muito muito mais...
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Aninha | @pactoliterario 18/05/2019

É Melhor Não Saber conta a história de Sara uma garota que foi adotada e que hoje já é uma mulher de 34 anos, ela é noiva de Evan e a data do casamento está quase chegando, mas ainda não tem quase nada preparado. Sara é mãe de Ally, fruto de um namoro dela antigo, mas Evan trata a criança como se fosse pai dela.

Depois de anos querendo saber sobre sua família biológica, Sara contrata Tom, um detetive particular para investigar mais sobre sua mãe. É aí que ela descobre que sua mãe é Julia Larroche, mas esse não é o seu verdadeiro nome, seu verdadeiro nome é Karen Christianson. Ela tenta de todos os modos se aproximar de Karen, mas não consegue, Karen quer mais que ela Sara fique longe dela.

É aí que Sara descobre que foi vítima de um estupro. Sua mãe biológica Karen foi a única mulher que sobreviveu ao Assassino do Acampamento. Um cara que só ataca em acampamentos todos os verãos e nunca deixa uma vítima escapar e nunca estrupa mais de uma. Mas Karen foi uma exceção, ela conseguiu fugir, mas Sara foi vítima de tudo isso.

É aí que John, seu pai biológio, o Assassino do Acampamento, descobre ela e começa a telefonar para ela direto. Sara assustada, fala com a policia e a partir daí, por meio dos telefonemas, eles tentam caçar o Assassino do Acampamento.

Eu sinceramente, odiei esse livro, esperava uma coisa para o final e sinceramente me aparece outra completamente diferente. Eu achei que Sara poderia dar uma chance ao seu pai, pois ela consegue ver que ele tem um problema de controle. Okay, ele estuprou várias pessoas e muitas pessoas poderiam achar que ele merece coisa pior ou parecida com a morte, mas e se eles apenas ajudassem ele e internasse ele numa clínica, seria bem diferente. Sinceramente, esperava um final feliz para John, mas não é isso que temos no livro.
Outra coisa também, os acontecimentos do livro é mega arrastado. A maioria dos acontecimentos são repetitivos e só lá pro finalzinho que temos bastante ação, mas que realmente não vale de nada. Eu sinceramente, não recomendo o livro!

Resenha postada originalmente no blog Pacto Literário.

https://www.pactoliterario.blogspot.com.br
https://www.instagram.com/pactoliterario
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Ca Agulhari @literario_universo 09/03/2019

Dramático!
Eu concordo com o subtítulo do livro: às vezes é melhor que algumas perguntas fiquem sem respostas e Sara descobre isso da maneira mais aterrorizante possível. O livro é narrado por ela, em conversas com sua terapeuta e é assim que conseguimos sentir toda a angustia da personagem durante a sua busca pelas suas origens. Há bastante drama, que foi muito bem construído. Filhos adotivos provavelmente irão se identificar com a história em alguns pontos, que tem um lado humano primoroso. Gostei do desfecho, apesar de heróico, ponto que me incomoda bastante e por isso me fez tirar um ponto da nota final. Se estou lendo uma ficção que não engloba fantasia, gosto de situações factíveis, não de heroísmo. Mas o livro mesmo assim é bom devido a todo o desenrolar dele. Senti raiva da Sara diante da sua passividade em relação ao pai e às irmãs em muitos momentos da história, mas ao mesmo tempo, senti muita empatia por ela. O tom de ansiedade que o livro traz foi na medida pra mim, me deixou vidrada em saber o desfecho. John é um ser que eu não consegui engolir. Acredito que com você seja igual. Ele é repugnante, as atrocidades que ele cometeu são difíceis de engolir. Ninguém merece um pai assim.

Resenha originalmente postada no insta literario_universo
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Fabi 19/09/2018

TINHA TUDO PRA SER MELHOR
Há muito tempo atrás queria ler este livro. E só agora que deu certo. Melhor seria se tivesse o deixado de lado.
Genteeeee que livro parado! Não acontece nada na história. Só fica melhor nos últimos capítulos. Ah e que protagonista chata! Me deu uma raiva enorme de ela aguentar calada os desaforos do pai adotivo e da irmã.
Fiquei surpresa ao perceber que eu estava gostando do John. Ele é o vilão mas cadê que o vi assim? Para mim ele se tornou uma pessoa ruim pq ñ teve um exemplo bom de família.
Depois do acontecimento principal relacionado a ele, senti um misto de injustiça. Não achei certo aquela atitude.
* Choro*
A surpresa final já meio que desconfiava
Ninguém é bonzinho 100%
E cadê o bendito Epílogo???
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leila.goncalves 31/07/2018

Irresistível Leitura
?É Melhor Não Saber", escrito por Chevy Stevens, é um suspense perturbador, assim como é "Identidade Roubada", seu outro livro já lançado em nosso país.

São vinte e quatro capítulos, na verdade vinte e quatro sessões de terapia de Sara, a protagonista, com sua psiquiatra, onde primeiramente ela expõe seus medos e dúvidas, para só depois narrar os fatos, provocando a empatia do leitor.

O desenrolar da trama possui um ritmo tenso que captura a atenção. O perigo está sempre a espreita e Sara vive no limite, dominada pelo medo, questionando suas decisões e tentando proteger a filha, a medida que descobre que suas semelhanças com o pai, vão mais além do castanho avermelhado dos cabelos. Será que suas fortes dores de cabeça estão relacionadas com ele? E sua obsessão ou as explosões de raiva, será que significam que ela é uma assassina em potencial?... Toda essa exploração psicológica é muito bem conduzida pela autora.

Numa trama cheia de reviravoltas, desconfie até de si mesmo, pois nem sempre tudo é o que aparenta ser. O próprio Assassino do Acampamento é um enigma e a personagem mais instigante desse drama. Um manipulador que conduz a filha como bem quer, assim como o próprio leitor, divididos entre suas mentiras e blefes, suas piadas e trocadilhos, só ao final, é possível avaliar o real caráter de sua participação nos fatos.

Falando em final, ele é arrepiante. Guarda uma bela surpresa, portanto não tenha pressa e contenha a curiosidade de bisbilhotar as últimas páginas. Confesso que fui enganada e todas as pistas estão disponíveis, por isso leia cada página com redobrada atenção.

"É Melhor Não Saber" é um excelente suspense, recomendadíssimo para os fãs do gênero. Entre conflitos familiares e relacionamentos conturbados, não há anjos ou demônios e difícil é para de ler!
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Mari 20/07/2018

Sara Gallagher é uma mulher que já passou por muitos momentos complicados em sua vida: foi adotada e sempre foi negligenciada pelo seu pai, o pai de sua filha não era um homem bom e morreu anos atrás, teve depressão e tem alguns pensamentos estranhos que a assombram em momentos de nervoso. Porém, ela consegue se acertar e viver um vida boa com sua filha e seu noivo, Evan. Até remexer no passado.

Quando Sara resolve procurar pelos seus pais biológicos, as coisas saem do controle. Sua mãe é muito fechada e evita todo tipo de contato com a filha. Para poder entender melhor o que está acontecendo, ela contrata um detetive particular para descobrir mais sobre sua mãe. Nesse momento, seu mundo cai.

Em poucos dias, descobre que sua mãe é a única mulher que sobreviveu ao ataque do Assassino do Acampamento e que ela tem grandes chances de ser filha desse monstro que estuprou e quase matou sua mãe. Depois de entender o motivo pelo qual sua mãe biológica não quer ter contato com ela, Sara tenta esquecer de tudo isso. Só que a notícia de sua existência vaza para a imprensa e ela começa a receber telefonemas de um homem chamado John e que diz ser seu pai e o Assassino do Acampamento.

A autora usou a narrativa em primeira pessoa e é como se Sara estivesse contando sua história para a psiquiatra. É uma forma bem legal, pois no começo de cada capítulo, ficamos sabendo de como a protagonista está se sentindo e se o caso avançou ou não. Nunca tinha lido nada da autora, mas gostei bastante da sua escrita e me envolveu desde o começo.

A premissa me chamou a atenção e posso dizer que não me decepcionou. Acompanhar o relacionamento que Sara desenvolve com seu pai e como ela usa isso para ajudar a polícia a identificar esse homem foi bem legal e fiquei torcendo por eles em vários momentos.

Não é uma leitura cheia de ação e com muitas surpresas, ao contrário do que se pode imaginar. O livro foca mais nos sentimentos da protagonista e em como todo esse acontecimento afeta sua vida e a das pessoas ao seu redor. Sem falar, em todas as dificuldades de precisar enfrentar um pai que é serial killer.

A construção dos personagens me deixou bem satisfeita, porque eu gosto de amar e/ou odiá-los ao longo da trama e foi isso que aconteceu com alguns deles. Sara me deixou dividida. Eu entendi várias ações dela e fazia sentido na minha cabeça, mas ao mesmo tempo ela agia completamente errado com sua filha e isso me incomodou bastante.

Aliás, a filha foi um dos personagens que eu tive vontade de arrastar a cara no asfalto. Sério, que menina insuportável. Mais mimada que ela, impossível. Já Evan me deixou com um pouco de dó. Ele é totalmente incompreendido e até um pouco capacho de Sara. Talvez ele merecesse alguém melhor. E John... Eu acabei me simpatizando com o vilão e acho que seu fim foi um pouco injusto. Quem leu o livro, pode me julgar que eu deixo.

Eu gostei muito de conhecer o lado escuro de Sara e de como sua família adotiva negligenciou a garota quanto era pequena. Tudo isso ajudou a construir muito bem a personalidade da personagem e a me convencer de tudo o que ela pensou quando descobriu quem era seu pai.

O final não deixou nenhuma ponta solta e teve uma reviravolta que eu desconfiei, mas não achei que aconteceria de verdade. Achei muito legal e fez todo o sentido pra mim haha Aliás, é o momento com mais ação e surpresas do livro. O que faz valer a pena a trama mais parada do restante dele.

A diagramação é bem simples, mas muito boa. As páginas são amareladas e a fonte tem um tamanho muito bom para a leitura. A capa me chamou a atenção e cada vez que eu olho para ela, gosto mais.

É Melhor Não Saber me envolveu com sua simplicidade. A autora soube me provocar sentimentos com todos os seus personagens e até me simpatizei pelo vilão. A premissa me convenceu a ler e a evolução da trama me prendeu. Vale a leitura para quem gosta de um bom livro do gênero.

site: http://galaxiadosdesejos.blogspot.com/2018/07/e-melhor-nao-saber-chevy-stevens.html
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