The Perks of Being a Wallflower

The Perks of Being a Wallflower Stephen Chbosky




Resenhas - The Perks of Being a Wallflower


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isangelotti 12/12/2013

The perks of reading this book
É incrível como alguns livros conseguem realmente nos tocar de um jeito especial. Não acontece com muitos livros que leio, me considero uma pessoa difícil de ser tocada por livros (músicas me fazem sentir mais), porém As vantagens de ser Invisível conseguiu, de uma maneira que me fez pensar no sentido da minha vida. Me fez pensar em coisas pequenas, porém importantes.
Eu lia um pouco e logo em seguida refletia sobre. O professor de Charlie dizia constantemente que ele deveria participar e me peguei pensando se eu realmente participo da minha própria vida, ou se fico apenas vendo o tempo passar.
É como promessas de ano novo... Nós só prometemos e não participamos dessas promessas, elas ficam ali vagando no ar, apenas esperando que nos juntemos a elas e as cumpramos.
Depois de ler este livro decidi que quero participar mais... fazer o que tenho vontade de fazer e não colocar a vida de ninguém na frente da minha. Vou ser eu mesma e não é apenas uma promessa de ano novo, é algo concreto, algo que eu quero muito pegar no ar e fazê-lo real em minha vida.
Se eu visse Sthepen Chbosky na rua eu provavelmente o abraçaria e agradeceria por me apresentar Charlie, Sam e Patrick. São personagens incríveis. São um pouco de mim e garanto que um pouco de vocês também.

Boa leitura!
Julia Nunes 23/12/2013minha estante
Tambem adorei o livro só fico me perguntando quem achou a carta do Charlie?bjs thau


isangelotti 28/12/2013minha estante
Julia, não sei se era a intenção do autor, mas sinto que as cartas são para nós sabe? Como se elas nos fossem enviadas. Por isso nos dá uma sensação tão boa, parece que estamos recebendo essas cartas, portanto queremos mais e mais conhecer o Charlie e sua vida. Sinto saudades dele. Obrigada pelo comentário! Beijos.




UA 25/03/2011

Sinopse: “The Perks of Being a Wallflower” é um romance contado em forma de cartas endereçadas para um amigo anônimo. O personagem principal,Charlie, é sincero e sensível, e sofre de episódios de depressão provocada por uma lembrança reprimida de algo que ele sofreu quando era ainda criança.
Seu melhor amigo se suicida antes do início do ano letivo, e assim ele conhece os irmãos Patrick e Sam que apóiam a sua individualidade e amor pela literatura, música e poesia.
A história de Charlie contém pedaços da história de qualquer leitor. O estilo do romance pode tocar em vários temas como a experimentação de drogas e álcool, sexualidade, fazer amizades, relações familiares e perdas, mas não se fixam em nenhum tópico específico. Essa falta de foco é o que torna a história tão real e verdadeira para quem a lê.
Em alguns momentos você sente como se fosse o amigo anônimo para quem Charlie escreve, em outros você se sente como se fosse o próprio Charlie.

E aí?: A primeira coisa que eu devo falar é: Leia esse livro, ele é incrível. Entenda, eu sou uma pessoa que lê muito (não diga), pelo menos 4 livros por mês, então de tudo que eu leio poucos saem da categoria “leitura de passatempo” para o status de “livros que mudaram sua vida”. Perks deve ter entrado nesse status depois da segunda página.
Ok, talvez “mudar sua vida” possa soar meio estremo, mas eu não estou considerando apenas o fato do livro te trazer coisas novas (porque isso todo livro faz em menor ou maior escala), mas sim o fato de ele te fazer rever coisas antigas e enxergá-las de um novo modo.
“The Perks of Being a Wallflower” é um livro que tocante que faz o leitor sentir como se estivesse lendo sua própria história.
É impossível não se identificar com o personagem principal quando ele faz “mixtapes” (quem nunca fez isso? gravando as músicas preferidas do rádio?) ou quando ele diz coisas como “É estranho, porque às vezes, quando eu leio um livro, eu acho que eu sou a pessoa do livro”.
Na verdade, “The Perks of Being a Wallflower” é o tipo de livro que você tem vontade de transformar cada parágrafo em um quote. Ou pôster. Ou tatuagem.
Outra grande coisa são as várias referências a outros livros, filmes e músicas que ajudam ainda mais a criar um ambiente “familiar” para a história:
Literatura
To Kill a Mockingbird by Harper Lee
This Side of Paradise by F. Scott Fitzgerald
Peter Pan by J.M. Barrie
The Great Gatsby by F. Scott Fitzgerald
A Separate Peace by John Knowles
The Catcher in the Rye by J. D. Salinger
On the Road by Jack Kerouac
Naked Lunch by William S. Burroughs
Walden by Henry David Thoreau
Hamlet by William Shakespeare
The Stranger by Albert Camus
The Fountainhead by Ayn Rand
Filmes e Programas de TV
Rocky Horror Picture Show
The Graduate
Harold and Maude
My Life as a Dog
Dead Poets Society
The Unbelievable Truth
This Side of Paradise
It’s a Wonderful Life
Reds
The Producers
Hannah and Her Sisters
M*A*S*H
Saturday Night Live
Música
“Asleep” by The Smiths
“Vapour Trail” by Ride
“Scarborough Fair”, a traditional folk song popularized by Simon and Garfunkel
“A Whiter Shade of Pale” by Procol Harum
“Time of No Reply” by Nick Drake
“Dear Prudence” by The Beatles
“Gypsy” by Suzanne Vega
“Nights in White Satin” by The Moody Blues
“Daydream” by The Smashing Pumpkins
“Dusk” by Genesis
“MLK” by U2
“Blackbird” by The Beatles
“Landslide” by Fleetwood Mac
“Smells Like Teen Spirit” by Nirvana
“Another Brick in the Wall Pt. II” by Pink Floyd
“Something” by The Beatles
“School’s Out” by Alice Cooper
“Autumn Leaves” by Nat King Cole
“Broken Wings” by Mr. Mister
heyluua 04/06/2012minha estante
:D




Matt 04/05/2014

Comprei esse livro depois de assistir o filme, então as expectativas eram bem altas. Nas primeiras 100 páginas, mais ou menos, o humor ingênuo e as eventuais reflexões do Charlie conduziram tudo, e foram até suficientes. Mas desde o começo estava claro, e depois se confirmou, que os eventos do livro eram um pouco vagos e desconexos. Eu demorei muito para chegar até a página 100 porque não conseguia ler muito de uma vez; embora os eventos fossem tratados de forma superficial, acontecia muita coisa então era preciso absorver. Depois eu ignorei isso e ontem peguei da página 130 e terminei o livro hoje porque queria terminar logo mesmo.
O fato é que os acontecimentos rasos dão um tom muito realista ao livro , e isso é um mérito, mas ainda é um livro. Do que adianta frases boas se elas não têm um contexto que lhes reforçe, que lhes faça ter impacto? Eu não consegui me conectar muito com os personagens e o livro não me arrepiou nenhuma vez, o que pessoalmente é um sinal ruim. Mas a história é muito boa. Só parece que não se ateve ao essencial, e teria muito a ganhar com isso.
Parece que o Charlie não está só amadurecendo, ele está realmente descobrindo o mundo pela primeira vez. A atitude dele com a Mary Elizabeth foi tão frustrante quanto enfuriante de ler, tamanha a imaturidade. Ele poderia ter tomado uma atitude, o que seria uma evolução, mas se deixou levar; isso foi até compreensível visto a situação. Porém não deixou de ser frustrante.
Não sei se The Perks é um história boa com um livro problemático, por assim dizer, ou um livro realmente muito bom que eu ainda não estava preparado para ler. Talvez a estrutura, ser feito de cartas, tenha contribuído para essa questão. Alguém realmente leu todas as datas no começo e os "Love always, Charlie." no final?
Joao Marcos 04/05/2014minha estante
Ótima resenha. Já ouvi falar muito bem de "As Vantagens de Ser Invisivel" na escola, no meu grupo de amigos. Tenho uma amiga que amou a história, mas essa resenha foi bem esclarecedora. Continue assim! =)




15/05/2014

Sensible Chbosky
Escolhi "As vantagens de ser invisível" para ser o meu primeiro livro lido em inglês. Trabalho numa livraria e tive a oportunidade de topar com o exemplar quando estava ajudando uma colega de setor a organizar a prateleira de títulos em outras línguas.

Folheei duas ou três páginas e notei que a leitura era muito simples. Achei que seria capaz de ler.

Dito e feito.

Deu muito certo! Terminei o livro rápido. Não como uma leitura da língua nativa, mas não foi complicado. Ampliei o leque do meu vocabulário e descobri que entendo muito mais do que achava possível.

Fiquei apaixonada pela história. Me emocionei diversas vezes! No fim, me senti absolutamente satisfeita. A obra completa é dotada de uma sensibilidade e inocência absurdas! RECOMENDO ABSOLUTAMENTE!

O filme, que foi dirigido pelo autor do livro, Chbosky, também resguarda àquela atmosfera única, que perpetua, durante e depois da leitura. Fabuloso. Nota um milhão!

site: http://espelhoinverso.blogspot.com.br/2013/08/perks-of-being-wallflower-bla-bla-bla.html
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Thaís 07/01/2013

O livro que todo mundo deveria ler
Fazia muito tempo que eu não me empolgava tanto com um livro. Aliás, depois de Harry Potter, só me lembro de Orgulho e Preconceito e Morro dos Ventos Uivantes terem me deixado desesperada para continuar lendo e pensativa depois de terminar, e olha que eu li muita coisa depois. Bom, The Perks of Being a Wallflower (em português: “As vantagens de ser invisível”), de Stephen Chbosky, voltou a me despertar todos esses sentimentos e, inclusive, o de “todo mundo deveria ler isso!”.

Encontrei o livro por acaso, vendo notícias dos novos filmes que a Emma Watson estava participando, e acabei me interessando pelo trailer do filme baseado nesse romance. Com uma linguagem simples e descontraída, e escrito em forma de cartas, somos apresentados ao Charlie, um adolescente prestes a entrar na High School com suas inseguranças e inquietudes. Uma história de filme High School de Sessão da Tarde, você pode pensar, só que não. Logo no começo, Charlie nos conta que seu amigo mais próximo se suicidou no fim do último ano letivo, e esse acontecimento foi um dos motivos de ele começar a escrever as cartas. Com isso, o leitor já percebe que essa história será bem mais profunda do que a maioria dos livros para adolescentes.

Charlie nos conta da sua família: seu irmão mais velho, jogador de futebol americano e dono de um Camaro amarelo; sua irmã mais velha, muito bonita que faz sucesso com os meninos da escola; seus pais; sua tia falecida de quem ele gostava muito… Percebe-se uma distância entre ele e sua família; por mais que o Charlie ame-os (e deixe claro isso escrevendo), sentimos que o garoto parece estar ali meio que deslocado. Isso, em boa parte, se deve aos questionamentos comuns de adolescentes.

Esse deslocamento segue para a nova escola, onde entra sozinho e sem amigos, no primeiro momento. Mas, aos poucos, ele vai conhecendo algumas pessoas que fazem ele se sentir menos sozinho e ajudam-o a lidar com as suas dores. Um deles é o seu professor de Inglês, que percebe que sua capacidade na matéria é acima da média, e com isso começa a recomendar alguns livros extras para Charlie ler e depois escrever um ensaio com suas impressões de leitura. Vemos que o garoto passa a escrever melhor – percebemos isso ao longo das cartas – e, a longo prazo, ajuda a lidar com os seus sentimentos.

Charlie também faz novos amigos. Em meio a torcida num jogo da escola, conhece Patrick, um veterano aficionado por futebol americano que estava em uma de suas aulas. Patrick lhe apresenta outros amigos, dentre eles, Sam, uma moça, também veterana, por quem Charlie quase que automaticamente se apaixona. Mas Sam já deixa claro que ela é muito velha para ele, e que não é para ele “pensar nela dessa forma”.

Somos, então, mergulhados no mundo dos anos 90, onde fitas cassetes gravadas com seleções de músicas era o presente ideal e a última novidade em tecnologia. Charlie dedica várias das suas cartas comentando sobre seleções que faz aos seus amigos e as impressões deles. Na convivência com esses novos amigos, Charlie também é apresentado ao mundo das drogas, onde o menor dos males é o cigarro. Apesar de não se interessar muito por coisas mais pesadas, Charlie passa a fumar compulsivamente.

Ao longo da história, vemos a convivência de Charlie com a sua família melhorando, principalmente na sua relação com a irmã. Por outro lado, seu conflito interior passa a aumentar. Pela primeira vez, Charlie tem amigos descolados, e para não perder isso, em alguns momentos acaba anulando suas decisões, para não sair da turma. Nas experiências amorosas, também acaba trocando os pés pelas mãos e consegue magoar duas pessoas ao mesmo tempo, logo de cara. Isso tudo além de seu conflito interior em relação à tia falecida, por quem sente-se culpado, de certa forma, pela morte.

O romance trata de vários temas complicados, como violência, aborto, drogas e abuso sexual, mas temos a impressão que, pela visão ingênua de Charlie, tudo isso é meio que suavizado. Sentimos sua dor e entendemos suas dificuldades, pois muitas delas também passamos aos 15/16 anos. A frase máxima de Charlie, quando está aproveitando um dia ao lado dos mais novos amigos, poderia resumir o sentimento de todo mundo na adolescência: “somos infinitos”. Charlie faz com que a gente se apaixone por todo aquele universo e se sinta com ele: infinitos.

Em resumo, o livro é uma espécie de tributo à adolescência, que consegue encantar de uma forma única, em meio à simplicidade e ingenuidade dos sentimentos de Charlie. De certa forma, ele se torna um amigo, de quem perdemos contato ao fim das cartas e que deixa saudade.

Altamente recomendado.

(publicado originalmente em geekdama.com)
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Rodrigo 24/02/2013

Me senti "infinito"
Um livro muito bem escrito, cativante e emocionante. Que além de tudo ainda traz excelentes dicas de livros e músicas.
Charlie é um adolescente que vê o mundo de uma forma inocente, que está começando o ensino médio após uma grande perda. Começa a descobrir coisas novas e ao mesmo tempo lida com acontecimentos do passado que inconscientemente o perseguem.
O livro se desenrola através das cartas que Charlie envia a uma pessoa que não o conhece, porém ele confia. Trata de vários assuntos que nos fazem pensar, entender melhor e até ser mais tolerantes.
Você vai se sentir "infinito" ao ler essa obra prima.
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Bia 04/01/2014

And maybe I'm biased, but...
É um livro apaixonante de um jeito inexplicável, daqueles que você se relaciona.
Charlie cresce, amadurece, melhora a escrita através da história.
E com uma ótima seleção musical.
Eu honestamente nem tenho o que dizer.
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Anna 30/06/2012

As vantagens de ser invisível!
The perks of being a Wallflower foi escrito por Stephen Chbosky em 1999 pela MTV! O livro conta a história de Charlie, um garoto de 15 anos que acaba de adentrar ao ensino médio. Embora se pense que ele deve ser um garoto normal, Charlie já sofreu a perda de sua tia e de seu melhor amigos, ambos, aparentemente, sofriam de depressão por seu amigo se suicidou por conta de problemas com a família e sua tia sofreu acidente. Bem, não vou mais falar sobre a história do livro caso contrario perde a graça.
Para começo de conversar eu comecei a ler esse livro por conta de seu filme que irá para as telonas em Outubro desse ano. Devo dizer que não esperava muito do livro, achava que iria tratar de um garoto muito triste por conta das coisas que lhe aconteceram, mas se trata justamente do contrario.
Os personagens são apaixonantes. Eles fazem muitas coisas das quais não concordam, mas são muito bem desenvolvidos e conseguem te conquistar com o passar da leitura. A história não é clichê, trata-se de muitos problemas que acontecem na vida de muitos adolescentes mesmo depois de tanto tempo. Eu consegui me identificar com muitos dos problemas vividos por eles. As músicas que são citadas no decorrer do livro são ótimas, na verdade eu procurei escutar cada uma delas durante a leitura e todas elas se encaixam em determinados momentos. Decidi também por ler alguns dos livros que o Charlie lê e indica, depois farei resenhas sobre eles também.
Enfim, posso dizer que As vantagens de ser invisível é um livro maravilhoso. Quando se termina se tem vontade de ler mais e mais.Com ele temos vontade de rir e de chorar, é uma história de verdade sem muita lengalenga.
Vale a pena ler e reler, pois tenho certeza de que a cada vez que se ler haverá um ponto de vista diferente da situação de modo a qual ele se adaptará a você e a sua realidade.

Então, boa leitura.
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Lu 17/09/2012

As cartas de Charlie
Um garoto chamado Charlie escreve uma carta para você. E, acredite, lê-la (e ler todas as outras) é uma das melhores coisas que você fará na vida. Suba atrás de uma caminhonete e abra os braços quando ela atravessar um túnel, viva nessas páginas e viva fora delas, assim você se sentirá mais próximo de Charlie. Porque, invisível ou não, ele vai te ensinar a viver como ninguém jamais fez.
Uma das coisas mais cruéis que Stephen Chbosky fez foi, logo no início do livro, dizer que tudo ali é essencialmente produto da imaginação dele. Como se qualquer leitor, depois de ler The Perks of Being a Wallflower, fosse acreditar que Charlie não existe na vida real. Pois Charlie é um dos personagens mais verdadeiros e reais, no melhor sentido da palavra, que já foram postos em palavras. Charlie pode estar em cada esquina, no corpo de um garoto tímido vestido como um escritor, fazendo comprar no supermercado, andando pela rua enquanto as outras pessoas preferem usar carros. E, agora eu sei, Charlie está em mim também. Eu não me importo se, na história, ele vive nos Estados Unidos e nunca ouviu falar de mim ou de qualquer um de vocês, o fato é que Charlie é qualquer um que ousa levantar os olhos do chão e se sentir infinito.
E como não se sentir infinito?
Depois de terminar o livro eu decidi ler todos os livros que Charlie gosta (todos os que ele leu durante o período em que escrevia suas cartas)e escutar suas músicas. Pode parecer algo típico de uma fã que quer ficar mais próxima do ídolo, mas é bem mais que isso. Porque eu estou determinada a não deixá-lo ir. Não permitir que o livro acabe na última página, a buscar pelo prazer de viver todos os dias.
Então leia sobre Charlie, leia o que ele escreveu ou o que Chbosky escreveu por ele. Entre na alma desse garoto pequeno para sua idade e muito maior do que a maioria jamais ousou ser.
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Joyce.Sarmento 19/05/2020

Fantástico
A leitura é tão gostosa que consegui ler inteiro (em inglês) sem consultar o dicionário. Charlie é o personagem mais sensível e que exprime pensamentos tão incomuns (de se ver nos livros) que parecia que eu estava lendo minha própria mente. Simplesmente o melhor livro que já li!
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Sérgio 28/03/2013

As vantagens de ser admirável
Ficha Técnica

Gênero: Romance
Ano de lançamento: 1999
Ano desta edição: 2009
Editora: MTV Books / Gallery Books
Páginas: 214
Idioma: Inglês

Citação: "When I was done reading the poem, everyone was quiet. A very sad quiet. But the amazing thing was that it wasn't a bad sad at all. It was just something that made everyone look around at each other and know that they were there. Sam and Patrick looked at me. And I looked at them. And I think they knew. Not anything specific really. They just knew. And I think that's all you can ever ask from a friend."

Querido amigo,

Eu terminei de ler recentemente este livro, "The Perks of Being a Wallflower", que uma amiga me emprestou. Ele estava em inglês, e foi legal lê-lo no original, embora exista uma versão em português lançada pela editora Rocco, com tradução de Ryta Vinagre. Confesso que folheei o livro para ver qual solução a tradutora encontrou para um termo específico, e não fiquei satisfeito. Não que isso comprometa todo o trabalho dela, mas não era algo tão difícil assim, sabe?

Talvez você esteja estranhando essa resenha, portanto é melhor eu me explicar: Charlie, o protagonista do livro, narra toda a história por meio de cartas, escritas para um destinatário que nos é desconhecido. Ele inclusive troca os nomes dos personagens, para que esta pessoa não possa descobrir quem ele, Sam, Patrick, Brad e outros são na realidade. Portanto a narrativa é totalmente subjetiva (temos que acreditar que tudo aconteceu como Charlie narra), e mostra as coisas sob a perspectiva deste garoto de 15 anos, cheio de problemas. E, apesar de seus 15 anos, ele tem um jeito de escrever, de narrar as coisas, um processo lógico bastante infantilizado para alguém dessa idade, mas que até é compreensível por tudo que ele passou. Por isso estou escrevendo essa resenha/carta assim.


Charlie é uma "wallflower", termo que em inglês é usado para descrever aquela pessoa tímida, que não se destaca, e que se confunde com a mobília ou o plano de fundo; termo muito difícil de traduzir, já que não existe um termo em português para isso, mas "ser invisível" funciona quando você conhece o contexto (não, ele não tem super-poderes): Charlie é tímido, sem amigos (pelo menos no começo da história), um esquisito. Perdeu a tia de maneira traumática e isso o marcou para sempre. E, aos 15 anos, ele vive um ano de descobertas sobre si mesmo e o mundo, que tornam o livro interessante.


É um livro que fala de coisas comuns da adolescência: as amizades, as paixões, o primeiro beijo, a primeira vez. Mas também aborda assuntos muito pesados, como o uso de drogas e as bebedeiras, estupro, abuso sexual infantil, gravidez adolescente e aborto, homossexualidade e preconceito, bullying e problemas psiquiátricos. Não deve ser fácil ser esse tal Charlie.


O livro vai agradar adolescentes por ser exatamente sobre esta época turbulenta da vida deles; mas também tem a possibilidade de agradar os adultos por retratar o ano de 1992: há inúmeras referências à música dos anos 80 e 90, como Smiths, Smashing Pumpkins e Nirvana, o que acabou me remetendo à minha adolescência, além de muitas referências literárias, já que Charlie é um leitor ávido, e que lê grandes clássicos da literatura americana (sob influência do seu professor da matéria).

A maneira como Charlie vê as coisas, como ele lida com suas paixões, sua família, seus medos e sua inexperiência não são lá muito tradicionais. E talvez essa seja a grande sacada do livro, mostrar alguém tão único, que passa por situações tão diferentes (algumas extremamente traumatizantes), e ainda assim que poderia sentar ao nosso lado na escola. Apesar de sua vida não ser invejável, ela ainda assim é admirável.

Com amor,

Sérgio

Originalmente publicado em: http://catharsistogo.blogspot.com.br/2013/03/the-perks-of-being-wallflower-as.html
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Thays 13/10/2020

Nós somos infinitos
Charles é um adolescente muito especial. Ele tem uma pureza em ver as coisas, a vida, as pessoas. Mesmo sendo um adolescente cheio de traumas (que ele mesmo não entende até certo momento). E depois de tudo que passou ainda encontra forças pra seguir em frente.

A escrita em forma de cartas foi bem diferente, mas me fez sentir como se eu fosse o destinatário (acho que devia ser a intenção do autor...talvez)

Fiquei tocada com essa leitura, de forma tão simples nos ensina muito.

"Então, eu acho que somos quem somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas."
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Vero 23/09/2020

Charlie é um adolescente diferente, ele tem traumas que nem ele mesmo entende e isso faz com que as pessoas mesmo que sem a menor intenção usem ele. Ele não sente que deveria falar não as vezes e por isso se coloca em algumas situações que ele não sabe como sair. E as pessoas não percebem que ele é sensível e sente demais as coisas, só tratam ele como se tudo estivesse bem e ele não estivesse com mil coisas na cabeça. Acredito que a forma que o livro foi escrita foi o que me motivou a ler tão rápido. Queria saber o que aconteceu em certo dia ou semana.
Os assuntos são abordados de forma sutil e deixa bem claro que Charlie as vezes não se sente no direto de se meter.
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