Sob o Céu do Nunca

Sob o Céu do Nunca Veronica Rossi




Resenhas - Sob O Céu do Nunca


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Carol 28/07/2017

Trilogia Never Sky
Vou te dizer, que esse livro estava há meses na minha lista de desejos e eu fui adiando, porque vamos combinar que para ler uma trilogia você deve estar animada não é mesmo?! Por que eu sou dessas que engato uma leitura após a outra em trilogias, fico ansiosa demais rs.
Enfim, comecei a ler Sob o Céu do Nunca na segunda feira dia 17/07/2017 e terminei quatro dia depois (obrigada pelas férias) porque a leitura foi madrugada a dentro , e depois disso li toda a trilogia em uns 12 dias e fiquei até agora pensando e lembrando do Perry e da Ária.
A Veronica Rossi conseguiu criar ambos os personagens com tanta empatia e personalidade marcante que eu me peguei pensando neles em várias situações, louco né?! Acredito que um comentário desses no mundo aí fora seria visto como loucura, mas como estamos entre amigos que amam ler, vocês entendem rs.
Amei a distopia, o mundo criado por ela, a riqueza de detalhes sobre as alterações biológicas e tecnológicas e como nos três livros ela não se contradiz, porque com tantos detalhes é fácil perder o fio.
Perry, Ária e Roar nos dois primeiros livros te deixam encantada, a amizade do Roar e a Ária é tocante, linda, simples e pura e entre o Roar e o Perry é energia, lealdade e risada, você se sente ali naquele grupo de amigos.
A autora trouxe personagens secundários marcantes, que você se lembra quando são citados, pois, ela agrega características para que o leitor não se perca e isso é tão importante em um livro desses, a leitura vai fluindo sem você ter que voltar.
Eu amei a trilogia, amei mesmo.
Leia leia!!
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Angel Sakura 26/04/2017

Resenha do Blog Eu Insisto.com.br
Eu estava de olho nessa trilogia fazia algum tempo (este é o primeiro livro da trilogia Never Sky), quando surgiu a oportunidade me agarrei com unhas e dentes. Eu só sabia de uma coisa sobre ela, era distopia e só isso já era o suficiente para eu querer ler. Então foi uma surpresa agradável quando descobri que a autora é brasileira e que eu gostei bastante da leitura. Olhando a capa eu criei uma teoria de que o livro seria no espaço, mas sendo bem sincera eu sou maluca. Não é no espaço, caso vocês estejam curiosos sobre isso. Em resumo, é uma trilogia distópica com um primeiro livro bem interessante e com personagens carismáticos que vão prender você no livro. Valeu muito a leitura.

“Ninguém em Quimera jamais morreu por um coração partido. Traição nunca levava ao assassinato. Essas coisas não aconteciam mais. Agora, eles tinham Reinos. Podiam experimentar qualquer coisa sem correr riscos. Agora, a vida era Melhor que real.”

Bem-vindo ao mundo após a destruição (que não sabemos bem qual foi), o que configura bem a distopia, mas no futuro para evitar que as pessoas sintam dor ou morram foi criado a realidade virtual completa com cheiros e gostos, que de acordo com o slogam é melhor do que o real. As pessoas possuem um olho mágico que as fazem ver as coisas da forma mais bonita e bela possível, tudo é perfeito. Inclusive a aparência das pessoas que, além de se melhorarem no virtual, ainda são aperfeiçoadas geneticamente. Ah, o futuro… como ele deve ser chato. Continuando, as pessoas vivem em núcleos, tipo os silos do livro Silo, sobrevivem enfurnados dentro da terra. Tem algo de muito assustador nessa noção de viver confinado pra mim, acho que a natureza humana é livre (mesmo que eu passe a maioria do meu tempo em casa hahahaha). Aria é a nossa protagonista, ela é uma moradora de um desses Centros. Ela é bem feliz levando a sua vida nessa realidade virtual sem dor, a vida de fantasia é boa pra ela. E tudo ia bem, até que sua mãe, uma cientista genética, que estava em outro Núcleo desaparece e ela acha uma boa ideia tentar conseguir informações com o filho da sua idade de um dos Conselheiros do Núcleo. Não foi.

“As pessoas podem ser mais cruéis para aqueles que amam.”

O guri maluco acha que é uma boa ideia hackear um dos sistemas e levá-los para uma aérea abandonada por ter dado defeito, mais alguém achou que é uma péssima ideia? Pois é, eu também. Nesse local Aria e seu grupo descobrem como é dura a realidade, como as cores não são tão perfeitas e nem o mundo é tão brilhante. Mas, o pior chega quando as coisas saem do controle e eles descobrem que a dor não é como eles conheciam: indolor. Aqui no mundo real as coisas doem pra caramba e quando as coisas saem do controle Aria conta com uma ajuda inusitada para sobreviver. Ela deu sorte, porque nem todos conseguiram. Ah sim, por sair do controle quero dizer loucura, violência e até tentativa de estupro. Vamos fazer uma pausa aqui, existem duas realidades neste mundo: os selvagens e os tatus. Os tatus são humanos mais frágeis porém com tecnologia de ponta, eles não conseguem sobreviver no mundo fora de suas paredes e ar purificado. Já os selvagens são pessoas mais fortes, algumas dotadas de um super poder, que sobrevivem no mundo fora das conchas sem tecnologia na maioria das vezes. Sabe-se que lá fora temos algumas disfunções climáticas que torna a sobrevivência muito complicada. A pessoa que salva Aria é Perry, um selvagem. Preciso nem dizer que os dois lados não se falam e sentem algo como desprezo/repulsa/nojo uns pelos outros, né? Enfim, após sobreviver Aria se sente frustrada porque.. a) pessoas morrem; b) ela não descobriu nada de sua mãe; c) um selvagem a salvou e d) as consequências pelo que fizeram vão chegar. Óbvio que Aria não foi burra e gravou parte do que aconteceu no seu olho mágico, mas a pessoa que deu causa nisso era filho de um dos Conselheiros e adivinha quem vai se dar mal no lugar? Pois é, nessa parte nada de novo no futuro… os poderosos continuam se favorecendo em cima dos mais fracos. O resumo da ópera é que Ária se ferra e é banida pro deserto, o que e uma forma bonitinha de dizer que ela recebeu uma pena de morte. Mas ela é brasileira e não desiste nunca, ela é inteligente e está certa que vai arrumar um jeito para sobreviver. Aham, claro que vai Aria, claro que vai.

“Na vida, ao menos em sua nova vida, as chances eram sua melhor esperança. Eram como suas pedras. Imperfeitas e surpreendentes, e, a longo prazo, talvez melhores que as certezas. As chances, pensou ela, eram a vida.”

Leia o restante da resenha no blog http://euinsisto.com.br/sob-o-ceu-nunca-1-veronica-rossi/

site: http://euinsisto.com.br/sob-o-ceu-nunca-1-veronica-rossi/
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lexndro 24/02/2017

Você é um tatu ou um selvagem?
Aos fãs da saga Divergente e Jogos Vorazes: paciência! Sinto que a autora que suprirá as falhas e erros cometidos nos dois enredo, ainda surgirá. Enquanto isso, preparem-se para adentrar ao universo caótico e distópico de Never Sky: sob o céu do nunca. Escrito pela autora brasileira Verônica Rossi.

Primeiras impressões e críticas:

Ao adicionar este livro a minha biblioteca de ebooks, não pensei que me surpreenderia. Ou que esta história, pudesse, de alguma forma, elevar-se aos níveis das obras distópicas de Veronica Roth e, Suzanne Collins.

Tenho um hábito feio, confesso, de julgar um livro pela capa e título. Sei que devo errar nisso e perder obras maravilhosas. Com Never Sky; sob o céu do nunca, não foi diferente. A capa pessoalmente, não despertou tanta curiosidade. É semelhante a capa de fanfic, conheço algumas que são melhores até. E o título é bem "divergente", com um "portuinglês". Mas, ainda bem que adoro me decepcionar nesse quesito, e me surpreender com a escrita, narração, história e os personagens.

Enfim, o livro tinha tudo para ficar na minha lista de espera, que é maior que a do SUS. Sabe, tem livros que você chega a tentar ler, só que não desce, por sua narração arrastada, diálogos vazios. Aquele livro que você quer abandonar. Porém, Never Sky; sob o céu do nunca, só precisou de apenas uma chance para me envolver na história, e prender a minha rara atenção.

Resenha:

Veronica Rossi, que nasceu e morou pouco tempo no Rio de Janeiro, Brasil (dãã). Vive atualmente no norte da Califórnia. Nos apresenta um mundo que sofreu uma grande Chama Solar. Na época da chamada União. Que tria corroído a esfera magnética terrestre, espalhando o Éter. A polaridade da Terra tinha sido revertida, repetidas vezes. O mundo foi consumido por incêndios. Inundações. Rebeliões. Doenças.

Os governos se apressaram em construir os Núcleos. (Habitações debaixo da terra), habitado apenas por pessoas que tinha determinada importância financeira. Conforme o Éter se intensificava, assolando constantemente. Os domos confinavam as pessoas, e elas viviam e realizavam atividades através de uma biotecnologia, o chamado; Olho Mágico. Que permitia o acesso aos Reinos; lugares criados virtualmente. Enfim, um fato interessante sobre eles é que as pessoas não sentiam dor, ou não podiam se machucar de verdade nos reinos.

Do outro lado do campo, estava o time dos forasteiros. Ou melhor, fora dos Núcleos. Viviam as pessoas mais pobres, em aldeias, sendo liberadas pelos Soberanos de Sangue; pessoas Marcadas com os Sentidos; Videntes, Olfativos e, Auditivos.

Veronica nos introduz ao ambiente de Ária, filha de uma geneticista chamada Lumina, que recebera missão de estudos e experimentos em outro Núcleo; Nirvana. Em Quiméria, nome do Núcleo em que Ária habitara, parece haver áreas restristas que dão entrada a superfície terrestre, o Ag 6. Soren, filho do Cônsul Hess - uma das pessoas mais importantes do núcleo -. Resolve aventurar-se com seus amigos e Ária.

Acontece é que tudo da errado. Com as fortes tempestades de Éter, que começa a danificar os Núcleos, surge um problema que transforma as emoções como raiva e estresse, em prazeres, pondo em risco a vida de muitas pessoas. Está é chamada de Síndrome da Degeneração Límbica (SDL).

Soren, fora de controle, põe a vida de seus amigos entre a vida e a morte. E o Edward Cullen de Ária, resolve aparecer de repente em meio a confusão e salvar a tatu. (quem leu vai entender). E isso gera mais confusão ainda. Pois Soren e Ária são os únicos a sobreviverem, e como a corda só quebra do lado mais fraco... Ária é chutada para fora dos núcleos. Mas, novamente é salva por seu super men.

Peregrine, Perry para os íntimos, que salvara a vida de Ária duas vezes, uma no domo e outra no deserto, é surpreendido quando ver seu sobrinho, filho do seu irmão Soberano de Sangue, ser raptado.

Com os seus destinos entrelaçados, eles sustentam uma aliança. Ária, que anseia por reencontrar sua mãe, uni-se com o Perry, que se culpa pelo sumiço de Talon, seu sobrinho. Enfrentam momentos de aprendizado, estresse e medo.

Diante de suas jornadas. Em um mundo distópico. Marcado pelo horror, canibais e, por um céu cheio de Éter pronto para fuminar seus corpos. Eles se veem sem esperanças, sem forças.

Em todo o desfecho final, e surpreendente. Veronica Rossi, consegue prender a atenção do leitor de capítulo a capítulo. E nos cativa com seus personagens. Com uma narração em terceira pessoa. Never Sky; sob o céu do nunca. Um livro que tinha tudo para comer poeira em minha estante, nos leva a uma leitura voraz e empolgante.

P. S 1: Adoro não criar expectativas e ser surpreendido. Aconteceu com Never Sky.

P. S 2: TEVE SEUS DIREITOS VENDIDOS PARA A WARNER BROS. GRITEM TATUS.
Bruna 06/04/2017minha estante
TEVE OS DIREITOS VENDIDOS????? QUANDO Q ISSO VAI ACONTECER MDS




Camz 06/10/2016

Uma leitura bem interessante, uma história envolvente e curiosa. Adorei cada linha lida, as experiências de Perry e Ária, a evolução da personagem principal e da rendição.
O romance acaba se tornando uma parte importante em toda a trama.

A forma como Ária descobre que haviam muitas coisas escondidas sobre ela mesma, e como o tempo que ela passa ao lado de um selvagem a faz mudar radicalmente. Ela se mostra uma mulher forte, e corajosa apesar de nunca ter vivência do nada como aquilo. Em toda a sua existência fadada a viver entre reinos virtuais, ela jamais poderia imaginar o quanto tudo era vasto lá fora.
Ela conseguiu sobreviver e se desenvolver de forma a se orgulhar, quase como vermos um filho crescer e amadurecer sozinho. Bater asas e voar para longe.

Perry é um personagem tão apaixonante.
O desenrolar da história sobre as tribos e os dons, são realmente coesos. Me senti totalmente imersa na leitura que ocorreu de forma rápida e leve. Em momento algum me senti cansada. Na verdade achei que tudo foi muito objetivo me deixando contente e satisfeita com a leitura.

Me senti conectada aos personagens, e muito presa a leitura o que foi bom, já que eu conclui ela rapidamente.

Quero muito descobrir sobre o Cinder e o que acontecerá com o casal mais fofinho que já vi.

Perry e seu cheiro de violetas, apaixonante. Encarar o amor é realmente algo difícil, mas quando ele viu que já estava totalmente rendido, foi difícil escapar.

Amo esse casal, apesar de já saber que eles vão ter uma belíssima briga por causa de coisas que a Ária não irá contar. É triste mas não há como não estar aflita desde já. Ansiosa pelo próximo livro que muito certamente será devorado.
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samellabridges 27/09/2016

Resenha exclusiva para o blog SammySacional

No futuro distópico Sob o Céu do Nunca, somos apresentados à jovem Ária, residente do núcleo de Quimera, e cuja vida até então era pacata e rotineira como a de todos os outros. Certo dia, porém, juntamente com mais três amigos, ela acaba saindo de dentro do núcleo, ficando a mercê dos seres humanos remanescentes até então vistos como selvagens e irracionais. Por muito pouco ela não é atacada por um dos rapazes de seu próprio grupo, fugindo para longe em seguida e deparando-se com Perry. Exímio caçador como ele bem é, apesar da sua natureza bruta e teimosa, acaba por reconhecer o medo e a insegurança em Ária e, sem perceber, acaba por se envolver numa jornada com a garota para resgatar seu sobrinho e recuperar o olho mágico que ela perdera durante sua fuga antes que este caia nas mãos do líder de Quimera.

O livro de estreia de Veronica Rossi fora publicado pela primeira vez aqui no Brasil ainda pelo extinto selo da Rocco, a Editora Prumo, em 2013, e desde então já havia conquistado uma boa quantidade de leitores pela abordagem de um futuro um tanto quanto distinto dos demais. Seguindo uma linha mais voltada à aventura da jornada dos protagonistas por terras selvagens então esquecidas por todos nos grandes e modernos núcleos como o de Quimera, Sob o Céu do Nunca acaba surpreendendo ao mostrar-se ágil, mas ao mesmo tempo detalhado e complexo de se entender, fluindo a leitura de forma um tanto quanto lenta, mas que definitivamente não dá vontade de largá-lo de vez. Muito pelo contrário, quanto mais se lê, mais explicações e revelações surgem, bem como novas indagações que estão apenas começando nesse primeiro volume da trilogia Never Sky.

“— Ária... todos se sentem perdidos às vezes. É a maneira de agir de uma pessoa que a distingue das demais. Nesses últimos dias você continuou seguindo em frente, apesar dos seus pés. Apesar de não saber o caminho... Apesar de mim.
— Não sei se isso é um elogio ou um pedido de desculpas.
Ele olhou para ela.
— As duas coisas. Eu poderia ter sido mais gentil com você.
— Você poderia pelo menos ter falado um pouquinho mais.
Ele sorriu.
— Isso eu já não sei.”

Com uma narrativa em terceira pessoa, em capítulos alternados entre Ária e Perry, vamos conhecendo um pouco mais sobre cada um deles à medida que a história vai se desenvolvendo, juntamente com a evolução gradual deles em meio a situação que estão vivendo. Ária principalmente, anteriormente tão acostumada a vida rotineira e fácil em Quimera, de repente se vendo obrigada a lutar e caçar para sobreviver em um território desconhecido, e nesse ponto, apesar da inicial repulsa, pavor e negação para com sua nova realidade, ela acaba migrando aos poucos da imagem de 'mocinha indefesa' e começa a ganhar mais agilidade e atitude, a participar dos eventuais embates com inimigos e a se mostrar tão mais forte e determinada do que imaginávamos no início, o que foi uma surpresa muito positiva, apesar de em alguns momentos sua personalidade parecer um tanto apagada, mas felizmente firmando-se mais ativamente com o passar dos capítulos.

“Ária olhou para as mãos que se entrelaçaram, sentindo a sensação do toque dele. Um toque morno e calejado. Macio e áspero ao mesmo tempo. Ela absorveu o terror e a beleza dele e de seu mundo. De todos os momentos vividos nos últimos dias. Tudo isso a preenchendo, como se fosse o primeiro sopro de ar a encher seus pulmões. E ela jamais amara tanto a vida.”

Perry, por outro lado, demorou a me conquistar, e, na verdade, nem conquistou tanto assim. Inclusive, apesar de amar o fato da autora criá-lo e explorá-lo como um suposto mocinho sem artifícios de beleza e gentileza extrema, afinal, a aparência é a última das suas preocupações no momento - e quem sabe até na sua vida como um todo -, não consegui gostar muito do personagem pela sua instabilidade emocional, social, pessoal, que vem a ser, ok, justificada pelos problemas que tinha com o pai desde o nascimento e a consequente morte da mãe após o parto e atualmente com seu irmão mais velho. Havia momentos em que ele era, sim, muito agradável ao apresentar uma visão tão mais diferente e profunda sobre o mundo como um todo onde eles vivem para a mente restrita de Ária, e mesmo em eventuais situações românticas que, mesmo não sendo o foco do livro, estão presentes em alguns momentos e até que se desenvolveu bem, por mais que não seja o romance mais legal de ser acompanhado, mas em outros momentos ele realmente agia na teimosia e na ignorância e ficava difícil defender o personagem.

Apesar dos eventuais altos e baixos citados anteriormente, ainda assim o primeiro volume da trilogia de Veronica Rossi consegue estrear de forma ágil e certeira, principalmente para os já leitores de uma boa distopia, principalmente após um final aparentemente corriqueiro, mas com tantas revelações a esconder e que só serão apresentadas na sequência que, felizmente, já está disponível, Pela Noite Eterna, e o qual espero poder conferir e dar continuidade à leitura de Never Sky assim que possível. Recomendo!

site: http://sammysacional.blogspot.com.br/2016/08/Resenha-NeverSky1.html
Lari 03/10/2016minha estante
Amo esse livro!




Evilyn.Ferreira 30/08/2016

Maravilhoso💞
Sabe aquele livro que você não quer parar por um momento,e devora ele em questão de horas? Esse livro é igual,a história é impressionante e o romance é bem fofo,além de ser uma distopia do futuro que é um tema que eu realmente adoro em livros.Eu indico esse livro pra todos e eu tenho certeza que ninguém vai se arrepender!
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Ariane 28/08/2016

Uma das minhas distopias favoritas!
A história se passa em um cenário pós-apocalíptico, em que as pessoas se dividem entre aquelas que se instalaram em núcleos (ocupantes) e as que sobreviveram no "mundo externo" e se tornaram primitivas. Os personagens principais são Ária (habitante de um núcleo intitulado Quimera) e Peregrine (nativo de uma tribo do mundo exterior, "Os marés"), suas realidades são totalmente opostas. A autora explora a alienação dos ocupantes nos núcleos e os riscos de seu modo de vida, bem como as dificuldades de habitar o mundo além dos muros destas cidades encapsuladas. A relação entre os dois mundos é extremamente conturbada, mas os acontecimentos ao longo da história forçam uma convivência inesperada. A história flui maravilhosamente, eu particularmente não conseguia parar de ler, e já realizei uma releitura. Recomendo muito!
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LT 24/08/2016

“Toques não tinham um propósito real, exceto dizer "Eu estou aqui e nós ainda estamos juntos”.

Num cenário pós-apocalíptico conhecemos Ária. Uma jovem que vive em Quimera que é uma dentre as várias cidades onde as pessoas vivem encapsuladas sem nunca terem visto o sol nem a vida fora dela. É como uma cúpula onde não existem doenças e nenhum mal, os habitantes vivem constantemente ligados a "mundos virtuais" através de um de olho mágico que mostra reinos onde a vida é perfeita, tudo é maravilhoso e claro... irreal.
Além das paredes blindadas de Quimera e seus "reinos perfeitos", existe um mundo onde as pessoas lutam arduamente para sobreviver a fome, a criaturas perigosas e principalmente as cruéis tempestades de éter que pode matar os moradores despreparados dessas cápsulas em pouquíssimo tempo. Mas após o desfecho trágico do que inicialmente seria uma brincadeira, Ária acaba caindo direto no mundo dos selvagens, onde conhece Perry, um forasteiro de olhos intensos, e esse encontro de mundos vai mudar a vida dela para sempre.
A partir disso, tudo o que ela sempre acreditou ser correto em Quimera vai desmoronando aos poucos à medida que ela vai conhecendo Perry, o seu lado selvagem, suas verdades e opiniões que são completamente diferentes das suas e de tudo que ela sempre imaginou ser verdade. Mas Ária é extremamente esperta e vai perceber logo que se quiser sobreviver nessa perigosa terra, vai precisar mudar muito sua maneira de encarar o mundo e se permitir viver uma vida real com todos os seus conflitos, descobertas, lutas, dor e paixão, pela primeira vez.

Eu adorei a história! O enredo é muito rico e envolvente apesar de ter muita introdução e a história demorar um pouco para pegar O ritmo, esse foi o único ponto negativo que encontrei.
Os personagens não deixaram desejar, pelo contrário, Ária que aparenta ser frágil se mostra forte e muito determinada desde o começo. Quando procura a todo custo saber notícias de sua mãe "perdida" em outro núcleo chamado Nirvana, quando é jogada para morrer na "loja da morte" e principalmente quando lutará para sobreviver e provar sua inocência...

E claro, Perry um selvagem corajoso, forte e intimidador que desde o momento em que ele apareceu na história já me deixou bocó por ele. São ótimos personagens com amadurecimento e reações coerentes e que seguiram o mesmo caminho de desenvolvimento da história, gostei muito disso. Outra coisa que te prende são as reviravoltas presentes no livro e a postura dos personagens, suas decisões e ações muitas vezes chocantes, me deixou hipnotizada e com uma ansiedade louca de devorar a história de uma vez só! E o romance foi muito natural e gostoso de acompanhar. ai ai

Sobre o éter, sua origem ainda não ficou muito clara nesse primeiro livro, mas já nos possibilita entender do que se trata e a razão de existirem esses mundos separados, onde os ocupantes, como Ária, vivem isolados, possuem altas tecnologias e mundos ilusórios e os selvagens como Perry e outras tribos, procuram sobreviver do lado de fora à destruição do éter.
A narrativa é em terceira pessoa, mas a autora divide o livro com os pontos de vista de Ária e Perry, nos dando uma visão mais íntima de cada um e o melhor dos dois mundos.
Só sei que preciso do próximo pra ontem! Maaas a Prumo nem sinal de fumaça da publicação da sequencia do livro, mas vou dá meus pulos aqui, pois não sou obrigada! :D

Resenhista: Lívia Castro.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Dani 24/06/2016

Viciante
Bem legal! Li em um dia Já vou para o segundo agora.kkkk

Essa série me surpreendeu.
Uma distopia com elementos de fantasia e ficção científica, um universo muito bem desenvolvido e ótimos personagens.
A escrita e o desenvolvimento do livro é simplesmente VICIANTE. Não consegui parar de ler e acabei fazendo uma maratona terminando os 3 livros em 4 dias.
Tem um grande foco no romance, então não recomendo para quem não gosta de muito romance na história. Mas a boa notícia é que NÃO temos aqui nenhum triângulo amoroso ( palmas para Veronica Rossi).
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Raquel Jacobina 20/02/2016

Uma das melhores distopias que já li!
A trama se inicia quando Ária,uma Ocupante, numa tentativa desesperada de saber sobre sua mãe, Lumina, acaba saindo com Soren, filho de um dos homens mais importantes de Quimera, o Consul Hess. Tudo que acontece com ela e a amiga é apenas o começo para o que vem a seguir. Toda a área onde estavam é desligada e o fogo ocasionado por eles se alastra com rapidez, todos morrem menos ela e Soren, graças a um Forasteiro que invadiu o local e a salva das mãos do outro. Antes de cair num sono profundo Ária grava um vídeo onde lhe isentaria de qualquer culpa, mas ele some junto com a mensagem de sua mãe e seu olho mágico. Sem ele, Ária não pode fazer nada, e achando que verá sua mãe entra em uma nave que a leva para a morte.
Perry foi quem invadiu a área naquele dia, quando volta para os Marés, sua tribo, os ares estão um pouco diferentes. Seu irmão, Vale, ainda está zangado após a briga que tiveram, e Talon, seu sobrinho, está piorando. Ele consegue ver isso porque é marcado desde pequeno, Perry é um Olfativo ele tem esse sentido mais aguçado que de um lobo e também é um Vidente, consegue ver muito melhor a noite. Após Talon ser levado por sua culpa pelos Ocupantes ele sai em busca do garoto.
A vida de ambos se liga quando ele a salva pela segunda vez de uma tempestade de Éter. Formando um tipo de acordo, onde ele vai ajudar a consertar seu olho mágico e ela falará com sua mãe e tentará saber onde está Talon. Mas será que eles vão gostar das respostas? E conseguirão sobreviver a dias embrenhados na mata caçando e se esquivando da morte?
Sob o Céu do Nunca é uma distopia fascinante e rica em detalhes que vai lhe deixar surpreso. Veronica conseguiu nos ambientar em um mundo completamente novo, onde as pessoas são distribuídas em tribos e o mundo transcende o que conhecemos.
Cada capítulo lhe pegando de mãos dadas, assim vamos conhecendo o passado de Perry, sobre sua família e o fardo que carrega. Ária vê que o mundo que conhecia é diferente, do lado de fora de Quimera ela pode se machucar, sentir dor e medo. Fiquei impressionada com a abundância de particularidades que tornaram o livro tão mágico. As tempestades de Éter me fascinaram por completo, e a cada parte que lia sobre elas olhava para a capa que acredito ser a imagem que a descreve, a mistura do azul com vermelho fogo e amarelo se unindo em redemoinhos.
Os personagens também são descritos com riqueza, o crescimento de Ária impressiona e o de Perry também. Além deles conhecemos Roar, marcado também, ele é um Auditivo e assim pode ouvir a quilômetros de distância; ele é apaixonado pela irmã de Perry, Liv, que foi prometida para o Soberano de outra tribo, mas fugiu antes de chegar ao seu destino. E também tem Cinder, um garoto frágil e perdido no meio do nada que tem medo de se relacionar com o outros para não causar danos permanentes. E Marron, que os ajuda com o olho mágico e com muitas outras coisas que estão ao seu alcance.
Esse livro me ganhou desde o início, não criei expectativas à toa e recomendo para quem gosta de distopias, romance e muita aventura. Tenho certeza de que você não vai conseguir se render a Perry.
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GeL 12/01/2016

Resenha do blog Garotas entre Livros
Hoje vou falar sobre o primeiro livro da trilogia distópica Never Sky. Esse livro foi uma das aquisições da última BienalRio e eu adorei completamente!
Nós estamos ainda vivendo uma febre de distopias desde Jogos Vorazes, seguido por Divergente, Legend, A Seleção e muitos outros que tiveram (e tem) bastante sucesso nesse seguimento.

Never Sky é um dos mais diferentes que já li nesse gênero, algumas pessoas vivem dentro de núcleos de proteção desenvolvidos para protege-las do mundo com suas tempestades de éter ou “loja da morte” como é chamado o espaço fora daquele dito como “seguro”. Lá as pessoas não possuem doenças, o controle de natalidade é bem rígido e etc, a diferença é que eles possuem os Reinos: ambientes criados por programas para copiar a vida como era antes de serem enclausurados. Nesse mundo é onde vive Ária.


A grande questão é que nem todas as pessoas puderam entrar nos núcleos, essas pessoas se adaptaram as mudanças na loja da morte e sofreram mutações durante a adaptação, sendo considerados pelos “de dentro” como selvagens. Entre eles está o nosso Peregrine Eu como fã do gênero fiquei um pouco louca com Never Sky (risos). Adorei a ideia e quando terminei já estava querendo (ainda quero) a continuação com urgência! Ária é a personagens com mais crescimento, a que mais se transforma, a que mais mais! Rsrsrs. Eu a adorei como amei o Perry. Eles dois se encontram em uma situação desesperadora e vêem um no outro o único aliado possível... E essa dupla é adorável (muito amor para ambos rsrs).

Quanto à história e a ideia, ambas são ótimas! A minha avaliação quanto ao livro só não foi a máxima (5 estrelas) porque vi alguns problemas de continuidade nas cenas, nada que vá prejudicar o prazer na leitura, porém não passou em branco aos meus olhinhos críticos e por isso caiu na minha avaliação. Fora esse pequeno detalhe é um ótimo livro e super indicado!

Vou deixar para vocês alguns dos meus quotes favoritos

“Mas ela concluiu que a pior morte da Loja da Morte era apodrecer sozinha” Página 69

“A tristeza é assim. Escura e densa, como uma rocha. Como se o cheiro estivesse emanando de uma pedra molhada” Página 218

“Eles se aproximaram como se alguma força invisível os impulsionasse na direção um do outro. Ária olhou para as mãos que se entrelaçaram, sentindo a sensação do toque dele. Um toque morno e calejado. Macio e áspero ao mesmo tempo. Ela absorveu o terror e a beleza dele e de seu mundo. De todos os momentos vividos nos últimos dias. Tudo isso a preenchendo, como se fosse o primeiro sopro de ar a encher seus pulmões. E ela jamais amara tanto a vida” Página 227

site: http://livrosentregarotas.blogspot.com.br/2014/03/resenha-10-never-sky-sob-o-ceu-do-nunca.html
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iccbatista 12/01/2016

Entre dois mundos
Imagine o seguinte cenário: as pessoas vivem enclausuradas. Não há qualquer contato com o mundo exterior. Tudo do lado de fora de Quimera é perigoso, inóspito e pode matá-los. Nessa cidade formada por cápsulas, as interações acontecem em ambientes virtuais conhecidos como Reinos, onde tudo é possível desde a simples troca da cor dos olhos ou dos cabelos ao controle dos ambientes e de habilidades como voar.
A narrativa começa quando um grupo de jovens decide explorar uma das áreas desativadas em Quimera. O que parecia ser uma brincadeira despretensiosa, termina com a morte de três jovens. E, com isso, Ária é banida para o mundo exterior.
Largada à esmo, suas chance de sobrevivência são mínimas. Se a garota não for morta por uma das tempestades de fogo, certamente será eliminada pelas doenças que assolam o mundo exterior ou pelas mãos de algum "selvagem".
E é a partir disso, meus amigos, que a história fica a cada página mais interessante.
A história é narrada por Ária, a garota de 17 anos, que luta para encontrar sua mãe e voltar para Quimera, e por Perry, o forasteiro que cruza o caminho de Ária nessa jornada.
Pensei, sinceramente, que ia ser mais uma história repetida sobre qualquer coisa que eu já tivesse lido anteriormente sobre um mundo dividido pós catástrofe natural, mas para a minha surpresa, o livro é muito bom!
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Nív 25/12/2015

MARAVILHOSO! Há tempos um livro não me deixava tão viciada e agoniada pela continuação!!
Vanessa Rossi - clap clap clap clap -, tá de parabéns ♥
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Jordana Martins(Jô) 10/11/2015

Sob o céu do nunca
O selo juvenil da editora Rocco apresenta mais um romance situado em um futuro distópico. Sob o céu do nunca ou Never Sky, como é tratada a Trilogia, é ambientada em um mundo assolado pela fome e pela destruição causada pelo Éter. O mundo está d divido em dois tipos: aqueles que vivem sob cúpulas, são chamados de núcleos e os que não conseguiram entrar, e vivem como podem do lado de fora e são conhecidos como selvagens, por aqueles que vivem dentro das cidades encapsuladas.

Além de personagens cativantes Sob o céu do nunca nos apresenta a dois mundos totalmente opostos. Um de extrema tecnologia, que pode até prolongar em séculos a vida humana e o outro, completamente arcaico. A história se dá inicio quando Ária, uma Ocupante dos núcleos resolve junto de outros ocupantes explorarem uma cúpula que se encontra com defeito. Nada sai como o planejado e um incêndio acaba ceifando a vida de três dos cinco jovens exploradores. Ária é salva por um selvagem o Peregrine ou Perry, como é comumente chamado.

Por conta disso, Ária leva toda a culpa pelo o que aconteceu e acaba expulsa do núcleo e jogada na Loja da Morte, termo utilizado pelos Ocupantes para o mundo exterior.

“Ela ouvira todas as histórias sobre a Loja da Morte, como todo mundo. Um milhão de maneiras de morrer.”

Ária estava propensa a morrer em questão de horas, mas o destino foi-lhe solicito e pôs em seu caminho Perry, que mesmo contra a sua vontade a ajudou para que pudesse sobreviver. Claro não sem um propósito. Ambos fariam uma aliança bem improvável para conseguirem o que almejam e nisso uma história de amor nada provável também surge assim como muitas perguntas sobre ambas as civilizações.

“- E quanto ao Éter? Ele some em algum momento?

– Nunca Tatu. O Éter nunca some.

Ela olhou para cima.

– Um mundo de nuncas sob o céu do nunca.”

O enredo é muito bem construído, assim como as peculiaridades de cada personagem. Por falar em peculiaridades, algo realmente interessante no livro é sobre os selvagens. O Éter, além de causar devastações e morte por onde suas tempestades passam também é responsável por uma mutação genética que faz com que determinados sentidos sejam extremamente apurados. Perry é tanto Olfativo como Vidente. Ele é capaz de sentir até se você está mentindo, só pelo cheiro que a pessoa exala e sua visão é muito apurada, mas somente à noite, o que faz com que seus olhos reflitam as luzes assim como os olhos dos gatos.

“-Você estava fazendo isso o tempo todo? Sabia como eu estava me sentindo? Eu o diverti? Minha infelicidade o distraiu? Por isso que não disse nada?

Ele passou as mãos nos cabelos.

-Você sabe quantas vezes me chamou de Selvagem? Acha que eu podia dizer que tenho o olfato melhor que de um lobo?”

Além de Perry, temos seu amigo Roar um Audi (Auditivo) e Cinder, um garoto magrela que possui o poder de queimar as pessoas, pois o Éter circula em suas correntes sanguíneas. No mundo dos selvagens o ideal é casar-se com pessoas que possuam o mesmo dom que você, pois do contrario eles acreditam que uma maldição pode cair sobre aqueles que misturam os sentidos. O que torna o romance entre Liv e Roar impossível. Ela é olfativa. O que acaba deixando o amor entre Perry e Ária também impreciso.

Para os humanos que vivem dentro das cúpulas tudo é aparentemente um mar de rosas. Enquanto fora todos tem que batalhar pela sobrevivência tendo que enfrentar alcateias de lobos selvagens, canibais e tempestades de Éter, os Ocupantes meio que vivem entrando por meio de um dispositivo ocular os “olhos mágicos”, que cada um possui. Estes dispositivos, os levam para reinos diversos criados para manter os sentidos dos Ocupantes, mas claro, nada é como viver no real. Tanto que isso acabou afetando o cérebro dos Ocupantes causando uma síndrome intitulada de SDL (Síndrome de Degeneração Límbica) que leva a ruína do discernimento e da cognição. O que faz com que as pessoas tenham um colapso psicótico, fazendo com que a pessoa não consiga tomar decisões em momentos de pressão e perigo.

“O que você acha, filha,que acontece com algo que passa muito tempo sem uso?

-Ele fica inutilizável – disse Ária.

-Ele se degenera. Isso tem consequências catastróficas quando temos de recorrer ao instinto. O prazer e a dor passam a se confundir. O medo pode ser emocionante.”

Mesmo com os aperfeiçoamentos genéticos essa disfunção pode causar um colapso nas pessoas que vivem nos núcleos. Os Ocupantes são criados praticamente em laboratórios e aparentemente não possuem imperfeições. Por isso quando Ária entra em contato com o ser humano em sua forma bruta sem beneficiamento genético ela os acha totalmente Selvagens.

No decorrer uma conspiração é descoberta. Pois a mãe de Ária, Lumina é uma geneticista responsável pelo estudo que pretende curar essa síndrome nos habitantes dos núcleos e para isso, ela usa crianças selvagens para estudá-las e assim encontrar um meio de restaurar essa área do cérebro dos ocupantes, já que o povo Selvagem continua fazendo o uso desta parte do cérebro para manter o seu instinto de sobrevivência.

Não é só um romance, tem outras coisas envolvidas a serem descobertas na Trilogia Never Sky, das quais estou ansiosa para descobrir. Confesso que não esperava muito pelo livro, mas fiquei muito contente quando a realidade excede as expectativas. Um livro de linguagem fácil, com temas bem construídos e com personagens muito cativantes. Não é preciso nem especular que vai ser mais um blockbuster, já que seus direitos já foram vendidos para a Warner. Tradução muito primorosa e capa bem interessante. Agora é esperar pelos próximos volumes.
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