Velocidade

Velocidade Dean Koontz




Resenhas - Velocidade


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E. Dantas 03/05/2009

Num fôlego só!
Koontz é daqueles escritores que tem "mania de Stephen King".

Descartando o fato de escrevem sobre os mesmos assuntos ( Fantástico / Terror / Suspense ), os dois têm o dom de estragar a segunda metade de suas estórias. Eu diria mais, eu diria que um cara que escreve sobre um palhaço assassino bizarro-sai-pra-lá-credo-em-cruz-não-vou-dormir e no final o transforma em uma aranha gigante, só pode estar de sacanagem! Prazer, este é Stephen King.

Koontz por sua vez tem Dickens na veia e traduz cenários e emoções como ninguém, por muitas vezes você se sente estranho ao dar de cara com uma bela ( juro que é ) e mórbida descrição de assassinato da qual Koontz é capaz. Mas tá lá a mania de estragar finais. Maldita mania, e com isso Koontz destrói algumas de suas boas idéias, como "a casa do mal", "intrusos", "do fundo de seus olhos" e por aí vai.

Porém, o cara resolveu ser franco, direto, preciso; sem o nhém-nhém-nhém dos pormenores, sem monstros, sem fendas no tempo, sem finais estragados.
E eis que nasce "VELOCIDADE", que talvez seja o melhor livro do cara.
Só de ler a sinopse na contra-capa ( que é apenas o bilhete que o assassino deixa para o herói ) você esquece de tudo e só uma coisa tem sentido: Ler velocidade.

O triste ( ou não ) é que o título vale também para o consumo do livro, que vai embora da nossa vista numa velocidade assustadora.

Leiam o acerto de Koontz. E fiquem querendo mais.

Beijos e inté!

OBS: Se você gostou de velocidade, leia "a promessa" de Harlan Coben


Beth 27/08/2014minha estante
Adoro quando, além de uma excelente resenha, me sugerem livros! Obrigada.




claudioschamis 10/02/2009

Autores desconhecidos (pelo menos para mim, apesar de meu bom conhecimento literário) às vezes aparecem com um enorme presente, e te fazem uma bela surpresa. E foi isso que aconteceu com Dean Koontz em Velocidade. Esse é daqueles livros que você não quer largar desde a primeira página. Um suspense maravilhoso. Um "trhiller" sem igual, com seqüências eletrizantes. Me lembrou um pouco o filme Por um Fio. Esse é o tipo de livro que acaba por trazer "um problema" desde o momento que você percebe que o livro é tudo aquilo que você esperava, ou até mais um pouco. Será que meu próximo livro terá esse mesmo efeito? Um efeito tipo hipnotizador. Há algum tempo procuro por um livro com uma história tão bem elaborada, com tudo na medida certa e que te prenda dessa maneira. Um livro que deixa o gostinho de quero mais e quero mesmo.
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PolyFlores 02/06/2010

Não gostei!
Vi esse livro na estante de meus seguidos aqui no Skoob, sempre com 5 estrelas e resenhas bombásticas... Pensei, é ele! Esse tem tudo a ver comigo mesmo. E ele chegou pelos Correios!

Uma noite, cheguei do trabalho, subi em minha estante e o escolhi com muita empolgação. Comecei a lê-lo e quase cai no sono. “Epa, é só cansaço”. Continuei no dia seguinte... "Nossa, como ando cansada!".

Enfim, não gostei do livro. A leitura não me agradou, o Billy não me seduziu, nenhum outro personagem me envolveu, achei uma história muito chata num final mais sem cabimento ainda.

Mas vale a pena que vocês leiam, com tantas resenhas positivas, eu devo estar em uma fase muito crítica ou mau-humorada... Será?


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Maurinho 17/05/2012

A leitura que faz juz ao título
Eu não conhecia esse autor. Daí, vi esse livro em uma promoção do submarino (R$ 10,00), dei uma olhada nas resenhas positivas aqui no skoob, e resolvi comprar.
E foi uma surpresa positiva! O livro é muito bom! Capítulos curtos, bons diálogos, com um toques de ironia, sarcasmo e cinismo do autor, e uma história extremamente dinâmica, que faz você virar páginas sem parar.
O mais legal aqui é que, apesar de ser uma história de serial killer, o foco não está na violência (que existe), mas no suspense, como nas histórias do mestre Alfred Hitchcock. Tem algumas situações meio forçadas, mas que não comprometem o enredo como um todo.Achei muito mais legal que os livros do Harlan Corben, por exemplo.
Recomendado.
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Nessa Gagliardi 25/05/2009

Tensão do início ao fim
O livro me conquistou desde que li a sinopse e ele não me decepcionou.
Indicadíssimo para quem curte um bom suspense! 5 estrelas!
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WallanS 31/12/2010

Velocidade... zero!
Achei o livro fraco. Lerdo ao extremo. Só terminei de ler pq os capítulos são curtíssimos,o que ajuda quando a trama não anda.

Como foi indicado em outra resenha, o livro O Analista, de John Katzenbach, é muito melhor, talvez umas 15625525272 vezes melhor.

Fraco, lento, sem graça e com um final feito as pressas, esse livro poderia, facilmente, ser tirado da minha estante.

Ainda temos nessa coisa:

* personagens completamente sem graça;
* completa falta de ação, emoção ou suspense;
* completa falta de outros personagens. A cidade é morta. Pode andar com corpos pra todo lado que ninguém vê nada. Falta vizinhos, movimento, policia, falta tudo nesse livro;
* assassino besta, motivação besta, final besta, mortes bestas.

Concluindo, tenha "Velocidade" para fugir dessa bomba.
Marselle Urman 09/06/2011minha estante
Wallan, vou procurar ler Katzenbach, tendo em vista sua ênfase neste livro. Não sou muito fã do Koontz, mas desse livro eu gostei.

Alguns outros tesouros seus, pra mim não valeram mais que 3 estrelas. Foco diferente.




Eduardo 27/01/2009

Nada excepcional
Ja li bem melhores nesse estilo. A estória não me seduziu e achei a escolha do assassino muito forçada, parece que o autor se perdeu do
meio paro fim..Quer ler um fantastico nesse estilo ? Leia ´´O Analista´´de john k.
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Bruno 15/09/2011

Dean Koontz - Velocidade
Velocidade é o primeiro livro que li de um dos mais famoso escritores de thrillers da atualidade, e estou muito contente com essa primeira impressão que tive de Dean Koontz, já que o livro cumpriu o que o título prometeu: Velocidade. E em uma narrativa cheia de surpresas e reviravoltas, dificilmente alguém vai se arrepender.

Billy Wiles é um barman que vive à margem de relacionamentos mais profundos. É um cara calmo, meio calado, que apesar de tudo tem um passado terrível. Sua vida corria assim, até que certo dia ele encontrou um bilhete no para-brisa de seu carro.

Billy não leva o bilhete a sério, e seu amigo policial, Lanny Olsen, pensa o mesmo. Sugerindo deixar a brincadeira de lado, Billy tenta voltar a sua rotina, mas seu mundo vira de cabeça para baixo quando menos de 24h depois, uma linda professora loura é morta. Isso é o suficiente para atormentar qualquer um, mas não é o fim da brincadeira para Billy, que vai recebendo outros bilhetes para a diversão do sádico monstro.


Confira a resenha completa aqui:
http://bruno-bianchi.blogspot.com/2011/09/resenha-dean-koontz-velocidade.html
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Nana 23/06/2009

Alta velocidade!
Muito suspense, ação e tensão a todo instante.

Quando vc pensa que o problema foi resolvido, é só virar a página e aparece uma nova surpresa.
É daqueles livros que dá vontade de ler sem parar.
Não conhecia o autor e foi uma ótima descoberta! Ele traça o perfil psicológico de cada personagem, detalhando muito bem cada situação e fazendo com que o leitor imagine a cena acontecendo.

Recomendo para quem gosta de um bom suspense!
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Claire Scorzi 09/01/2010minha estante
Este é um dos livros mais 'enxutos' de Dean Koontz. Em outros, ele exagera nas descrições e na construção das cenas de suspense. Mas é, no meu entender, um ótimo autor entre os contemporâneos. Tem preocupações éticas tb, como vc deve ter notado.




Debby 15/01/2011

"Movimento, velocidade, impacto"
Acabo de fechar o livro, leitura e sentimentos ainda quentes, sensações ainda vívidas.
Tudo que parece ficar, além dos horrores humanos desenvolvidos na trama, é a vida, o poder dela e o amor pelo poder da vida.
Dean Koontz em certos momentos é um grande "fdp" manipulador, carrega mesmo o leitor mais crítico e mais acostumado a tramas de cunho policial acentuado. Quanto mais se tem certeza sobre a índole deste ou daquele personagem, mais o autor te deixa incerto.
Há muito tempo um autor não confundia meus sentidos desta forma.
Velocidade é de uma velocidade e de uma brutalidade incríveis, narrativa ágil, envolve e por vários momentos deixa o leitor chegar ao ponto da claustrofobia.
Pra um leitor de vida pacata como a vida de Billy Wiles, o protagonista, é uma leitura incômoda, daquelas que te faz checar todas as portas antes de dormir para que se caia na cama seguro de não ter invasores no lar.
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Bia Machado 11/11/2011

O primeiro livro que li do Koontz
"Se você não levar este bilhete à polícia, vou matar uma linda professora loura em algum lugar do condado de Napa.
Se você levar este bilhete à polícia, matarei uma mulher idosa que faz obras de caridade.
Você tem seis horas para decidir.
A escolha é sua."
.
.
E se você recebesse um bilhete desse, o que faria? Foi o que me peguei pensando quando comecei a leitura de "Velocidade", o primeiro que li do autor. Quem recebe o bilhete datilografado é Billy Wiles, um barman, ao sair de seu turno de trabalho, no início de uma noite. E agora? Aquilo seria uma brincadeira? De qualquer forma, dependendo do que fizesse, alguém morreria. Mas aquilo realmente iria acontecer? Ou era alguém fazendo uma brincadeira de muito, muito mau gosto?

Lanny Olsen, seu amigo (que é policial), pede que ele deixe aquilo de lado. Afinal, como descobrir quem seria a tal professora? Ou a tal mulher idosa? Uma maneira um tanto fria de ver as coisas, não é? Mas Billy não consegue mais ter sossego.

Ele não vai à polícia e, horas depois, uma professora é encontrada assassinada. E outros bilhetes começam a aparecer, assim como novas vítimas. A crueldade do assassino se torna cada vez maior. Sim, é um serial killer. E Billy se vê de mãos atadas. Sofre na pele a loucura do seu algoz, que parece querer levá-lo ao extremo.

E, além de tudo isso, há Barbara, em coma desde logo após terem se tornado noivos. Um coma estranho, que a faz vez em quando dizer frases, a princípio desconexas, mas que aos poucos Billy consegue compreender o que significam. E assim, ele também parte em busca de ajudá-la de forma mais significativa. O pior é que até mesmo Barbara não estará mais segura, ela corre o risco de se tornar uma vítima do serial, que aparenta conhecer todos os pormenores do cotidiano do barman, inclusive todos os detalhes de sua casa.


Gostei da primeira experiência com Dean Koontz. Pesquisei alguma coisa sobre o autor e percebi que ele escreve tendo em vista o suspense, o terror, o sobrenatural. Esse, porém, é diferente. É um thriller policial, que mostra uma situação que poderia, sim, ser real. E por isso é mais assustadora ainda. Tem louco pra tudo nesse mundo, eu concordo com isso. Koontz faz com que o leitor se torne cúmplice de Billy, uma coisa meio dolorida, por presenciarmos todas as terríveis situações por que ele passa, mas sem poder ajudá-lo, rs. Em certos momentos, me peguei pensando: "Pega a Barbara e some no mundo com ela, o que tem a perder?" Apesar de ser barman, Billy tem uma situação estável, por ter escrito livros no passado, de relativo sucesso. Até que algo acontece e ele não consegue mais escrever. Aos poucos, Koontz também nos deixa a par de uma tragédia pessoal acontecida na adolescência do protagonista. E o título combinou bem: as coisas aconteceram de uma forma na história que foi impossível eu parar de ler. Li em menos de um dia. Só não concordo um pouco com a motivação do assassino para os crimes. Tá, qualquer que fosse a motivação, eu não concordaria, rs. Mas, pela leitura, isso até que ficou um pouco em segundo plano. Quando a identidade do criminoso foi revelada, na verdade nem era mais isso o que me interessava na história, mas sim saber se tudo aquilo terminaria bem. Ou não.
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Kleyton Lírio 10/11/2013

Respire para não perder o fôlego. Porque a velocidade é muita.
Billy Wiles é um homem comum de ambições simples que evita as interações sociais, além das vividas durante o expediente de trabalho: é garçom num bar familiar de beira de estrada. Há três anos, sua noiva Bárbara, as vésperas do casamento, entrou em coma. Desde então, está internada inconsciente no hospital. Mesmo assim, Ele ainda é fiel e jamais deixa de visitar regularmente a amada.
Depois de um dia normal de trabalho. Billy ao se aproximar do carro no estacionamento do bar percebe algo estranho preso entre o vidro e o para-brisa. Um envelope contendo um bilhete dentro.
Escrito nele:
"Se você não levar este bilhete à polícia nem envolvê-la, vou matar uma linda professora loura em algum lugar do condado de Napa. Se levar este bilhete à polícia, matarei uma mulher idosa que faz obras de caridade. Você tem seis horas pra decidir. A escolha é sua."
A partir deste momento Dean Koontz nos leva a um suspense excelente, organizado em capítulos curtos e de leitura ágil. Lotado de sequências dinâmicas e reviravoltas audaciosas. Onde Billy descobre-se pego numa armadilha mortal de um sádico psicopata. Percebendo que é muito mais forte que ousou imaginar ser. Pois, não deixou que um jogo perverso e macabro o levasse a insanidade e a total destruição daquilo que mais valorizava na vida.


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Flávio 06/07/2010

Billy Wiles é um homem de poucas palavras. Pacato e trabalhador, leva uma vida tranquila e comum como barman na pequena cidade de Napa. Mas a tranquilidade de sua vida é posta em cheque a partir do momento em que encontra um bilhete no para-brisas de seu carro, que dizia: "Se você não levar este bilhete a polícia nem envolvê-la, vou matar uma linda professora loura em algum lugar no condado de Napa. Se levar este bilhete à polícia, matarei uma idosa que faz obras de caridade. Você tem seis horas para decidir. A escolha é sua".

Billy não dá muita atenção ao bilhete e no dia seguinte vê a notícia de uma loura assassinada da forma como havia sido descrito no bilhete. Mal sabia Billy que o jogo apenas havia começado. Antes de resolver a questão do primeiro bilhete, um outro lhe é enviado, com mais vidas em suas mãos. Billy Barman então corre contra o tempo para descobrir o assassino antes que mais pessoas se machuquem. Obrigado a deixar de lado sua vida pacata, adentra em um jogo de gato e rato que poderá render sua própria vida.

Em "Velocidade", Dean Koontz contrói mais uma obra instigante e de tirar o fôlego. Como o próprio nome já diz, é velocidade pura. Ao final de cada capítulo existe uma surpresa e a cada surpresa uma vontade de engolir as páginas seguintes para descobrir o que vai acontecer.

Um fator interessante é que "Velocidade" talvez seja um dos livros mais curtos do autor, sem quaisquer descrições desnecessárias, sem enchimento de palha ou mesmo informações inúteis. É um livro direto, enxuto, onde o foco é a trama, a ação e a tensão por qual passa o personagem central. E, claro, isso contribui para a sensação de velocidade.

Este livro em absoluto, deixa claro ainda mais a relação que Koontz tem com Dickens, traduzindo cenários e emoções como ninguém, onde até mesmo a descrição de um assassinato pode ser belo, até mesmo a violência pode ser poética. É difícil explicar, mas quem é acostumado a ler coisas do autor sabe que até mesmo a morte tem seu glamour.

E esse é Koontz. Um autor que consegue aliar poesia e amor com horror, o que pode ser percebido em clássicos como "Intrusos", "Lágrimas do Dragão" e muitos outros. Isso apenas o coloca como um dos mestres da literatura contemporânea do suspense e terror e que, infelizmente, não possui o devido reconhecimento por aqui. Então, não tenha dúvidas em ler "Velocidade", que deve agradar a todos que gostam de um bom thriller, com pitadas de poesia e, claro, muito suspense.
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laura 31/01/2010minha estante
Sempre tive vontade de ler esse livro, porem nunca consegui pegá-lo em uma boa promoção, li o primeiro capitulo que a livraria cultura disponibilizou em seu site.




Marselle Urman 09/06/2011

Poutz!
O último livro de Koontz que eu havia lido, "O Guardião", mereceu minhas 2 estrelas porque estava generosa na ocasião. Que me perdoem os fãs incondicionais dele. Portanto, não foi com muita empolgação que peguei este "Velocidade".

Poutz! Nem parecem ter sido escritos pela mesma pessoa.

"Velocidade" é um thriller de suspense cinematográfico - e, sim, isso é um elogio. Está à altura de um filme de Hannibal Lecter.

Ele é veloz sem ser vertiginoso. O enredo é muito bem bolado e não ficam pontas soltas. E apesar de algumas cenas bem fortes, o livro é meramente sério, não é triste. Os capítulos curtos facilitam uma leitura rápida. É realmente envolvente.

Sei que a imagem do buraco de Pearl Olsen será recorrente na minha imaginação...
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Flávio 03/08/2011minha estante
Achei o livro incrível, um dos melhores que já li, mas como fã do autor sou suspeito a falar. "O Guardião" achei bem fraco também. Mas procura por "Intrusos" e "Meia-Noite", são dois outros livros incríveis do cara.

Agora, um outro do mesmo estilo de "Velocidade" é "O Analista", de John Katzenbach. Também um dos meus livros favoritos.




Glaucea 11/01/2011

Velocidade é um thriller cativante.
Os capitulos do livro são curtos, o que facilita a leitura ao mesmo tempo que também deixa com vontade de ler mais, já que ao fim de cada capítulo existe uma surpresa.
O começo do livro é um pouco cansativo, com descrições talvez desnecessárias, mas ao passar dos capitulos não tem como não se envolver na história e se perguntar: Afinal, quem é o assassino? e o que ele quer de Billy?
A cada capitulo Billy se vê mais envolvido no jogo doentio do assassino e os mistérios aumentam a medida que chegam novos bilhetes e telefonemas.
O final não é de todo surpreendente, pelo menos eu matei a charada bem antes, pelo menos parte dela, porque no fim ainda tive uma certa surpresa.
O que não tem como não se perguntar durante o livro é: como o assassino escolhe as vitimas e porque todo esse jogo de gato e rato? A resposta dessas questões eu achei meio fracas. As motivações do assassino me pareceram meio sem sentido.
Apesar disso, Velocidade é um livro intrigante e vale a pena ser lido.
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