Mentes Perigosas

Mentes Perigosas Ana Beatriz Barbosa Silva




Resenhas - Mentes Perigosas


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Edu-sjc 15/03/2010

A desejar
Resolvi comprar esse livro por uma indicação de um amigo. Como gosto do assunto, simplesmente entrei no site Submarino e o comprei, sem antes ler uma resenha decente.

O livro poderia ser condensado em uma matéria de revista. Os capítulos são redundantes, e o excesso de zêlo da escritora em simplificar o texto resultou em superficialidade.

Numa das historias narradas, sobre uma garota e seu namorado psicopata-, ambos no início da carreira como modelos de moda, o final é novelístico. O namorado psicopata tornou-se ator pornô, enquanto a garota continuou em sua escalada ao sucesso profissional.

As referências citadas dos casos, são invariavelmente de pesquisas na internet: Youtube, Fantástico, Veja, O Globo. A autora não referencia nenhuma publicação científica, para trazer um tom de seriedade ao trabalho.










zette 25/09/2009minha estante
Muito boa sua resenha. Descreve o livro exatamente como ele é. Parabens


Karol Vale 18/02/2011minha estante
Concordo com você absolutamente.


sarinha 09/05/2011minha estante
Concordo com você, o livro realmente deixa a desejar.


Edla 09/07/2011minha estante
Concordo com tudo o que vc falou e digo mais: em termos de psiquiatria, ela não aborda o assunto nada cientificamente aceitável. Não aguentei tanta baboseira e abandonei a leitura.


Lincoln 11/08/2011minha estante
muito boa sua resenha.


Raquel Holmes 07/09/2011minha estante
Bom saber a opinião de vocês... quase comprei. Não vou comprar, desisti... Obrigada, gente!


Jamile 03/01/2012minha estante
Concordo, muito repetitivo!


Fernanda 11/01/2012minha estante
Concordo, além de ser bem repetitivo o ar de "devemos prender todos pra sempre e não respirar o mesmo ar" me irritou muito. Esse ar tão grande de terror que ela quer impor estragou minha animação no livro.


Lucas 09/07/2012minha estante
Caraca velho, vim pra cá justamente pra fazer uma resenha metendo pau nessa merda de livro, e vi que você escreveu tudo o que eu queria expressar. Parabéns


Romulus 29/07/2012minha estante
Disse tudo!


Leo 03/08/2012minha estante
Realmente você conseguiu expressar tudo o que queria dizer sobre esta obra, achei a falta de referências absurda, esse livro poderia ser lido durante um dos programas "investigativos" que passam durante a tarde na TV, realmente é um trabalho muito mal pesquisado e até mesmo amador, o assunto é tratado como se fosse um tópico de discussão numa mesa de boteco, para quem quer se inteirar sobre o assunto é totalmente inválido já que a falta de informações precisas e confiáveis tornam o livro confuso, além das constantes contradições da autora enquanto cita seus argumentos tentando manter uma imparcialidade meio falha.


Jef 30/08/2012minha estante
Você conseguiu expressar com a sua resenha exatamente o que imaginei ao ler esse livro, parabéns.!


Carolina 09/10/2012minha estante
Excelente resenha! Nem vou me dar ao trabalho de resenhar pois você já disse tudo que eu gostaria.


Bruna Baggio 25/11/2012minha estante
Estava com muita vontade de ler,porém,desanimei com os comentários aqui...
Alguém tem algum livro,que envolva o assunto: psicopatas,etc, para indicar?


Wesley 29/12/2012minha estante
Concordo plenamente com você. O livro poderia ser resumido em um artigo de no máximo 15 páginas. Tornou-se uma leitura super cansativa. A autora poderia ter reunido todos os livros dela em um só, pois provavelmente os outros títulos devem ser assim como esse, redundantes. O interessante mesmo seria esse assunto ser abordado como um documentário de tv.


Valeska 16/01/2013minha estante
Ela viajou. Segundo ela se eu ficar com os 10 centavos de troco sem avisar minha mãe, pronto. Já posso ser uma psicopata. suahushauhsuahusahu mulher louca.


Maria Helena 22/01/2013minha estante
Dainte desses comentários por sinal ótimos e bem detalhados, desisto de ler.


Su 15/02/2013minha estante
Eu tinha interesse em ler esse, mas depois dos comentários desanimei!
Um assunto muito interessante, se alguém tiver alguma obra para indicar ;)


Giselle 26/02/2013minha estante
Exatamente o que senti quando li o livro. Já vi matéria de revista melhor que o livro todo.


Milena 04/03/2013minha estante
Concordo! Ô livro tosco! Se fosse considerar tudo o que foi citado neste livro como psicopatia não saia mais nem de casa...
Pra mim teve muito besteirol esticado pra render página e algumas boas informações que como vc muito bem falou, poderia ter sido colocado em um anuncio de revista.


nita 10/03/2013minha estante
Tenho que concordar também.
Muito conteúdo repetido para lotar paginas. E, de fato, nada é descrito e analisado profundamente. Ficamos somente com a sensação de que psicopatas existem ao terminar o livro...


Lau 30/03/2013minha estante
Eu ia fazer comentários, mas os que estão aqui já expressaram meu ponto de vista.


Cida Mello 02/08/2013minha estante
Não vou nem me dar o trabalho de ler, pois se fizermos uma busca no google sobre a autora (escrevam o nome dela e a palavra plágio), vamos encontrar uma série de links onde ela é acusada de plágio por vários autores da área. É tão cara de pau que não muda uma virgula do texto que copiou dos outros.


Andrea 10/10/2013minha estante
(nada a ver com a resenha, mas nao encontrei um outro local para perguntar) Não é mais possivel fazer resenha?


Lucas 29/01/2014minha estante
Estou terminando de ler o livro, no início por não conhecer a autora nem e não ter lido nenhuma resenha estava até me surpreendendo, depois de uma hora de leitura achei que estava lendo passagens repetidas do livro, é muito repetitivo e emocional demais pra alguém que no mínimo deve ter algum conhecimento cientifico no assunto,
Sem mais...


Dri 17/02/2014minha estante
Esperava mais.
Muito repetitivo e vazio nas justificativas.
Nada científico.


Camila 26/06/2014minha estante
Concordo com a sua resenha!


França 18/11/2014minha estante
Eu meio que senti, uma dor de cotovelo na escritora... Pois os casos que li (Não consegui terminar por raiva) me deixaram com uma sensação de que ela teria passado por algo bem dramático e "maquiado" dentre aquelas historias.


Faby 12/02/2015minha estante
Edu, concordo com você. Ainda estou lendo mas, o processo está arrastado justamente pela falta de tato com o texto. Parece tudo muito óbvio e me sinto lendo um auto ajuda ou coisa assim... Os exemplos citados têm, todos, o mesmo teor e sempre final previsível e repetitivo. Uma pena, porque eu esperava muito mais desse livro.


Annie 24/04/2015minha estante
Li o livro umas duas vezes eu acho, e concordo perfeitamente com você. Pela autora ser alguém de 'nome' esperava mais do livro. Achei muito fraco e deixa muito a desejar.


Alex Marcelo 22/05/2015minha estante
Ah, que pena! Eu vi entrevista da Ana Beatriz Barbosa no Jô e li uma citação do livro que me fez querer comprá-lo. Estou com esse livro lacrado em casa pra ler assim que terminar o que já estou lendo, e digo com veemência, desapontado! Desestimulado! Minhas expectativas foram simplesmente destruídas! É muita gente com a mesma opinião. Triste!!! Curto muito o tema da psicopatia. Lerei de qualquer forma, espero não ser tão superficial. (A minha expectativa seria de que fosse uma coisa mais séria.)


Claiton 29/06/2015minha estante
concordo com a tua critica também senti o mesmo quando li o livro


Bibliotecária Vanessa 07/07/2015minha estante
Sua resenha foi de grande ajuda, pois eu já ia solicitar esse livro para dar ao meu namorado que gosta muito do tema. Melhor ficar com Ilana Casoy mesmo...


Caroline 31/07/2015minha estante
Concordo com você. O livro não tem como ser levado a sério: é uma narração superficial que não enseja qualquer credibilidade; funciona mais como um guia pra assistir novela, do que pra aprender sobre os muitos aspectos da psicopatia (posso não entender muito do assunto, mas acho forçado rotular qualquer pessoa que não tenha muito caráter de possível psicopata, e é isso que o livro faz).


Carol Kremer 06/11/2015minha estante
Livro enjoativo, repetitivo. Alguns trechos narrados pela autora chegam a transmitir uma certa infantilidade por parte dela, além de que, penso que foram utilizadas expressões e palavras que não combinam com a seriedade e gravidade do assunto. Deixou muito a desejar.


Lucia 23/01/2016minha estante
Ótima resenha, não preciso dizer mais nada, talvez só acrescentar que a autora aproveita este livro tosco para defender a redução da maioridade penal sem nenhum argumento válido....lamentável!


Rudny 27/09/2016minha estante
Caraca Lucas, vim pra sessao de comentarios dessa resenha justamente pra fazer uma resenha metendo pau nessa merda de livro, e vi que num comentário você escreveu tudo o que eu queria expressar. Parabéns




Victor 05/01/2010

Sentimental demais para ser levado a sério. A autora passa mais tempo falando e exemplificando sobre o quanto os psicopatas são maus do que analisando as questões científicas - ou seja, psicológicas, sociológicas, neurológicas e até históricas - envolvidas. Não que ela não fale sobre esses aspectos, mas fala muito pouco e sem muita ênfase - o foco é mostrar que psicopatia e maldade sempre andam juntas (a verdade é que ela simplesmente misturou os dois conceitos), mostrar como identificar psicopatas e lamentar a insolubilidade do problema (uma postura não muito científica...) - aparentemente numa tentativa de fazer um livro simples que a maioria das pessoas alfabetizadas entenda sem problemas. Sendo, pois, um livro mais indicado para pessoas "de bem" que, por falta do que fazer, queiram ficar paranóicas achando que todos ao seu redor são psicopatas do que para pessoas realmente interessadas no assunto.

Mas que fique claro que concordo totalmente que pessoas como as chamadas neste livro de "psicopatas" de fato existem, são perigosas, e quase todo mundo já conheceu pelo menos uma, apenas acho que este livro poderia abordar a questão de uma forma mais sóbria e inteligente, e não com um monte de casos já exaustivamente abordados pela imprensa e repetidos comentários sobre o quanto psicopatas são indesejáveis.
Bia 10/02/2012minha estante
Eu vi uma entrevista com a autora no Jô Soares e tive a mesma impressão. Agora lendo os cometários desisti de vez da leitura.


Nadíly 18/04/2013minha estante
Li 55 páginas do livro até o momento e as únicas palavras que consigo pensar para descrever são "amadorismo" e "apelativo". Achei fraco, e como você sabiamente disse "sentimental demais para ser levado a sério". Minha mais recente - e talvez maior - decepção literária, travestida de revolta, por ter esperado demais do livro.


Jossi 08/01/2014minha estante
Eu já não posso concordar totalmente. Sim, o livro até pode ser mais ou menos superficial (já que é dirigido ao grande público), mas é esclarecedor. Eu fiquei realmente satisfeita, pois ela expõe ali questões que eu, intuitivamente, já imaginava... é bom esse tipo de informação. Gostei do livro!


NILTON 04/03/2017minha estante
Victor,
Muito boa a sua resenha. Parabéns! Vai ao encontro de tudo aquilo que achei do livro.
Cordialmente,
Nilton Maia




JLM 02/04/2010

3 palavras
Sensacionalista, infantil e superficial.
Dandara 10/06/2010minha estante
Concordo completamente.


Bruna 30/08/2010minha estante
Concordo plenamente.[2]




Sergio Carmach 06/04/2012

Após ler Mentes Perigosas, tive uma sensação de que algo não se encaixava no discurso da autora. O livro não me passou credibilidade técnica, assemelhando-se mais a uma conversa de bar, na qual uma amiga psiquiatra (a autora) aconselha informalmente alguém curioso ou com problemas pessoais (o leitor). Talvez esse tom de autoajuda – descompromissado e amistoso, mas com um verniz supostamente científico - é o que tenha conquistado as pessoas.

Se o subtítulo fosse trocado de "O psicopata mora ao lado" para "Aprenda a reconhecer um psicopata para proteger-se", exprimiria com exatidão aquilo que o livro pretende transmitir. Mas a “aula”, como dito, não traz elementos técnicos mais profundos para embasar as opiniões da autora. Ela inicia o texto discorrendo sobre “consciência”, diferenciando o “estar consciente” (a capacidade de manter a mente em estado de vigília) do “ser consciente” (em linhas gerais, a capacidade de amar o próximo). O psicopata, detentor de uma mente incapaz de “ser consciente”, seria um “parasita social”, um “vampiro” pronto a sugar toda a energia de suas vítimas para explorá-las egoisticamente. Foi dessa abordagem que decorreu a sensação que mencionei no início do primeiro parágrafo. Condenar, categoricamente, alguém por agir conforme sua natureza não seria um paradoxo? Não seria mais profissional uma análise serena e profunda da questão, com posteriores sugestões de como equacioná-la?

Para finalizar, concluo o seguinte: satisfeitos com o lado “amigão” de Mentes Perigosas, os leitores parecem ter abstraído tudo o que ele tem de ruim. Talvez seja o mesmo fenômeno que faz a “literatura” de Paulo Coelho vender tanto. Encantados com a “profundidade espiritual” do mago, seus fãs relevam seu português ruim, suas tramas mal urdidas, suas compilações toscas da sabedoria oriental e sua incapacidade de dar verossimilhança às narrativas (meu cérebro passou por maus bocados enquanto eu lia O Demônio e a Srta. Prym). Podem me chamar de preconceituoso, mas desconfio de superstars. Psiquiatras superstars, escritores superstars, cientistas superstars etc. me passam a impressão de pessoas realmente muito hábeis, mas apenas na arte do marketing e da sedução.
http://sergiocarmach.blogspot.com.br/2011/03/mentes-perigosas.html
Radige Hanna 20/08/2011minha estante
Concordo com tudo que disse.


NILTON 04/03/2017minha estante
Sergio,
Sua resenha é perfeita!
O livro é maniqueísta ao extremo, dividindo a humanidade em bons ("de coração", como diz a autora) e maus, em certo e errado (sob a ótica da autora), e beira o sensacionalismo ao descrever os casos de assassinato e de outras brutalidades.
A autora coloca, no mesmo saco, ladrões, falsificadores, estelionatários, e assassinos cruéis, taxando todos de psicopatas.
Enfim, esperava-se mais seriedade e embasamento científico de uma psiquiatra que se declara especialista no assunto. Em vez de esclarecer e abrir caminho para discussões, o livro faz justamente o oposto, pois as opiniões da autora são tidas com definitivas e sapientes.
Parabéns, pois, pela sua resenha.
Cordialmente,
Nilton Maia


Sergio Carmach 05/03/2017minha estante
Olá, Nilton. Obrigado por deixar suas impressões. Fico feliz em ter companhia na desconstrução desse livro nada sério. Abraços!




Nando 27/05/2009

Superficial e Alarmista
Li este livro emprestado e bem recomendado por um conhecido. Porém logo nos primeiro capítulos fiquei decepcionado. A autora erra na mão ao tratar o assunto com uma abordagem muito superficial e com tom emocional que difere da imparcialidade de trabalhos com base científica. Mais estranho ainda é quando, na introdução, justifica por questão de foro íntimo utilizar o termo psicopata sem a diferenciação que alguns estudiosos fazem. A credibilidade do texto repousa somente no currículo da autora. Em alguns momentos a sensação é de alarmismo puro. A autora abusa de exemplos captados da mídia, que ela mesma reconhece não ter condições de afirmar se tratarem de casos de psicopatia, e de realidades reportadas por pacientes, supostamente vítimas de psicopatas, o que contribui para diminuir a credibilidade do material. Em alguns momentos sua argumentação parece entrar em contradição principalmente no que se refere a influência do ambiente na exacerbação do problema. O livro tem 213 páginas sendo que 48 delas de capas entre capítulos (mais de 20% do total). Acho que de texto com informação relevante, para entender o assunto, reunido não daria para preencher 30 páginas. A parte mais interessante do livro é a que trata da cultura e as práticas da sociedade moderna que incentivam as formas "psicopáticas" de se viver alicerçadas pelo individualismo, relativismo e instrumentalismo. O livro não cumpre, no meu entendimento, ao que se propõe na capa que é de ajudar a reconhecer e se proteger deste tipo de pessoa. Estava pensando em ler outro livro da autora, "Mentes Inquietas", mas depois ler este desisti.



Clau 26/09/2010minha estante
Nossa, eu tinha muita vontade de lê-lo! Justamente por acreditar que era algo para orientar a se proteger! Mas se não é, nem vou perder meu tempo!


Juliana Gomes 27/07/2011minha estante
Eu baixei esse livro ontem,sempre tive voltade de ler mas agora desanimei...
Mesmo assim vou tentar rs


Maycon Manoel 05/10/2012minha estante
Kkkk Eu baixei o livro tbm mas achei que era relacionado ao seriado que passa nas madrugadas de quarta na Globo ou uma espécie de enciclopédia com os perfis detalhados dos "Decons". Uma pena que não é nada disso.




Blond Love 08/09/2010

Psicopatas não são gente fina, elegante e sincera.
O livro é uma obra reconfigurada em cima do livro – Meu Vizinho é um Psicopata – da PhD Marta Stout, prefiro dizer isso a dizer PLÁGIO.
A autora em vários momentos usa frases com pequenas alterações, noutras são cópias escancaradas mesmo, como por exemplo, das 13 dicas de como lidar com um psicopata.
Embora em sua biografia ela venda a imagem de ser uma pessoa largamente experiente no assunto, sua descrição é bem superficial com pouco cientificismo, usando situações empíricas para exemplificar casos de pessoas que ela sugestiona como psicopatas, como o caso de Suzana Richtofen e Daniela Perez.
Algumas características e frases sintetizam bem o caráter do psicopata e acho interessante citá-las:
Psicopatas são vampiros.
Predadores sociais.
Eles não saem a trabalho, vão à caça.
Por fim,a autora finaliza o livro dizendo: “A luta contra a psicopatia é a luta pelo que há de mais humano em cada um de nós. É a luta por um mundo mais ético, menos violento, repleto de – gente fina, elegante e sincera”
Um livro, suave, primário e simples...é o que posso dizer sem ser indelicada.
Erika 09/09/2010minha estante
Embora tenha lido "Mentes Perigosas" antes do "Meu Vizinho é um Psicopata", eu concordo contigo, de que há várias semelhanças. Notei que, a partir de certo ponto do "Mentes Perigosas", ela passou a narrar crimes famosos que ocorreram no Brasil, supondo que quem os cometeu sejam psicopatas. Isso torna a obra mais popular, mas foge um pouco do tema. O "Meu Vizinho é Um Psicopata" não tem essas curiosidades, mas é mais focado na questão.


Arrieiro 15/12/2010minha estante
Não é só isso: durante todo o texto dá a impressão de que pessoas leigas podem identificar psicopatas por meio de observar comportamentos sociais como o egoísmo. No entanto, mesmo se dizendo uma profissional, não arrisca a qualificar assassinos seriais como psicopatas. Esse tom de alarmismo pode mesmo causar maiores estragos do que benefícios para a sociedade.


Arrieiro 15/12/2010minha estante
Estou tentado a pedir que seja indelicada!
(risos)




Luis 14/03/2010

Psicopatia para leigos.
O sucesso editorial de "Mentes Perigosas" vem confirmar o enorme interesse que os dilemas da personalidade geram entre o público em geral. Ana Beatriz Barbosa Silva, aproveitando o gancho, vem publicando livros que apresentam sob o ponto de vista médico científico essa questão para o leitor comum. A iniciativa é louvável, mas o grande problema do livro, idependentemente de sua vitoriosa carreira de best seller, é o excesso de "concessões" realizado pela autora. Na ânsia de transformar a obra em um livro ao alcance da maioria do público, ela acaba por resvalar na superficialidade por diversas vezes,enfraquecendo o conteúdo. Os casos apresentados soam como uma mera coletânea de notícias, sem qualquer análise ou ligação com o que foi discutido. Mesmo com essas ressalvas, o tema é tão interessante que se sobrepõe a esses possíveis "defeitos". É razoável, poderia ser muito melhor.
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Shaftiel 21/08/2009

Muito fraco
Procurei a leitura de Mentes Perigosas para tentar entender um pouco mais sobre psicopatia. Meu objetivo era me aprofundar aos poucos em um assunto tão complexo que a mídia vem banalizando há muito. Infelizmente, acabei me deparando com um livro extremamente superficial, destinado mais à população que lê tablóides do que a leitores mais sérios. O que acontece, é que Mentes Perigosas é recheado de histórias que mais aprecem colhidas de recortes de jornais ou ouvidas no salão de beleza, com opiniões superficiais e sem embasamento técnico.

A segunda parte do livro melhora um pouco, com alguns exemplos biológicos, mas não tende a uma melhora significativa. No fim, esse parece mais um livro de auto-ajuda disfarçado de ciência. Tão bem disfarçado quanto os psicopatas que ele tenta descrever. Tão desprovido de profundidade quanto os psicopatas são de sentimento.s
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Luis 14/03/2010minha estante
Excelente resenha.




Tati 15/03/2011

HORROROSO!!!

Abandonei na metade, esse livro é um atentado ao mínimo conhecimento que se tem da mente humana.

Se, como diz a autora, psicopatas são "frios e calculistas, disfarçados de bons vizinhos, bons amigos e bons colegas de trabalho", como ela julgaria a si mesma, uma psiquiatra que diz que psicopatas não são seres humanos? O que dizer de uma psiquiatra que diz que "pessoas que têm afeto são gente de bem" e que "ter consciência é o mesmo que amar pessoas"? O que dizer de alguém que trabalha com perturbações mentais há 20 anos, e resolve escrever um livro apelativo para vender milhões entre o povão, cheio de abobrinhas, conceitos técnicos incorretos, preconceitos, linguagem pobre e superficial, senso comum, trechos repetitivos, garantindo que desse jeito o leitor vai mesmo identificar um psicopata andando por aí?

Podemos dizer que essa é uma criatura (não humana) disfarçada de bom psiquiatra? É surreal como a ganância cega, faz o profissional esquecer seu real objeto de trabalho.

Radige Hanna 20/08/2011minha estante
Li o livro e também achei superficial e preconceituoso o modo como a autora descreve.




Liby 29/04/2009

Prefiro Dexter
Tudo nesse livro atrai. A capa, o nome, o sugestivo olhar naquele fundo negro. Fiquei empolgada em lê-lo. Que decepção. Esperava um texto imparcial, a posição de uma médica que sabe muito a respeito. Ledo engano. Se todas as "patias" são doenças, a psicopatia também o é, mesmo que não tenha cura, certo? E por mais que seja impossive para o ser humano não julgar os atos de um psicopata, ainda assim, não se pode julgar uma pessoa que é doente.
Da maneira que a autora se expressa, apesar de inumeros momentos ele mencionar algo à guisa de desculpas, nos faz acreditar que todo o indivíduo que vá de encontro as leis socias (de qual sociedade, cara pálida? brasileira, chinesa, arábe?) é um psicopata. E da mesma forma induz a crer que todo o psicopata é a encrnação do demônio cristão ou de qualquer imagem que personifique o mal absoluto.
Como não acredit no diabo e sim que por trás de todas ação há um motivo que explique, por mais que não justifique, achei a experiência de ler esse livro, um verdadeiro suplício.
Por que é impressionante como o conceito de bom, bem e mau, malestão presentes.
E eu que esperava um parecer sobre, novos tratamentos, alguma revelação científica.
Obviamente não sou a fovor de qualquer ato de crueldade, seja ela física ou mental, com qualquer ser vivente. Mas fiquei com a impressão que muitos atos benéficos, no entanto duros, pode ser considerados crueis quando vistos isoladamente e seus executores considerados psicopatas. Justamente pelo fato de "psicopatas" serem pessoas comuns e seus atos muitas vezes não serem identificados como tal.
Sinceramente? Esperava mais sim. Esperava no mínimo profissionalismo. Porém, por tudo que li, parece-me que a autora sofreu nas mãos de um "psicopata" e o livro tenha sido uma forma de revanche.
Cá entre nós? Até a fantasia foi mais profissional. Prefiro Dexter:
"Não tenho sentimentos. Mas se os tivesse os teria por minha irmã." Ou algo parecido, hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaah!!!!
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Ray 28/08/2016

Encontrei esse livro na casa de uma amiga e de imediato pedi emprestado, afinal, quem não se interessa em ler sobre psicopatas, ainda mais quando se encontra na capa algo apelativo do tipo "Como reconhecer e se proteger de pessoas frias e perversas, sem sentimento de culpa, que estão perto de nós"? Bem, não foi nem de perto a melhor leitura que fiz sobre o assunto.
A autora parece ter escrito esse livro para as "massas", pela superficialidade com que tratou o assunto, usando de poucas fontes científicas e ainda citando histórias mastigadas pela mídia para tentar prender o leitor, que no final mais parecem de conteúdo novelístico. Outro ponto bastante negativo é a abundância de sentimentalismo e "alarde" que a autora faz citando com frequência que podemos estar rodeados de psicopatas no trabalho, na vida noturna e até na nossa família. Os exemplos de comportamentos psicopatas são tão triviais que as pessoas facilmente impressionáveis podem até se privar de sair de casa (permitam-me o exagero, pois isso é algo bem onipresente no livro).
As poucas passagens do livro que me interessaram foi a que abordou o tema bullying, os absurdos acerca do Estatuto da Criança e do Adolescente, o teste de psicopatia PCL, a junção de fatores neurobiológicos e sociais que podem causar a psicopatia e as razões pelas quais as psicoterapia são ineficazes.
Casos conhecidos por todos são tratados no livro, como o de Suzane von Richthofen e o de Guilherme de Pádua Thomaz, o último sendo bem descrito pela autora e para mim tornou-se o melhor momento da leitura.
Para quem nunca leu nada sobre o tema, talvez esse livro seja uma introdução adequada, embora possa causar um efeito negativo de desinteressar o leitor completamente sobre o assunto. Para quem já leu outros livros sobre psicopatia, recomendo que continuem na literatura da Ilana Casoy e lançamentos da coleção Crime Scene da Darkside Books.
Por fim, é de conhecimento de todos que psicopatas estão entre nós e muitos deles estão livres, mas a autora trata o assunto como insolúvel, uma postura bastante negativa que dificilmente atrairá um leitor e a falta de profundidade em todos os capítulos me deixou com a sensação de estar lendo algo sem muito propósito.
Fabio Vergara 03/03/2017minha estante
Tive as mesmas impressões que você descreve na sua resenha. Acho que, talvez, fosse melhor a autora não ter chamado Glória Perez como colaboradora deste livro, já que ele ficou parecendo uma novela, e bem das ruins.




Sanoli 18/10/2014

Em uma frase:
Um livro popular escrito e elaborado para leitura de pessoas imbecis.
Cah 07/04/2015minha estante
Amigo leitor, concordo. Cheguei a sentir desprezo por mim mesma por o ter lido, rs. Que perda de tempo. Enfim, jamais li um livro, cujo tema é bastante interessante e sério, tão amador e superficial.




Ítalo 16/03/2013

Puro alarmismo
É só isso mesmo. Alarmista. Por mais que os avisos sejam válidos, não é nem de longe o que eu esperava de um livro escrito por uma psiquiatra. A abordagem do tema é rasa e se limita a contar histórias de pessoas que sofreram nas mãos dos psicopatas. Sequer chegar a discutir o que é psicopatia de um ponto de vista realmente médico para levar a uma compreensão mais profunda sobre o tema, se limita a puramente demonizar os psicopatas. É uma obra incompleta.

Já li artigos sobre o assunto na Wikipedia que valeram mais a pena.
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André 17/02/2015

Se tivesse figurinhas, poderia vendê-lo como livro infantil.
Este livro é um insulto ao tema abordado! Perdi tempo e dinheiro lendo trechos de notícias de jornal.
Autora extremamente superficial e redundante em suas explanações. Abusa do amadorismo na arte de escrever, permitindo inclusive que o apelo comercial fale mais alto que o conteúdo
Se você veio até aqui no intuito de averiguar se vale a pena ler/adquirir, recomendo fortemente que esqueça essa capa e qualquer outra de mesma autoria.
Cah 07/04/2015minha estante
Concordo em todos os aspectos. Livro patético, superficial, amador!


Marcia Maria 27/04/2015minha estante
Simplicidade nem sempre é sinonimo de patético e amador...




Andrea 14/05/2014

Não aconselho
Chato, repetitivo e sensacionalista.
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