Bruxaria

Bruxaria Nancy Holder
Debbie Viguié




Resenhas - Bruxaria


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Yasmin 09/10/2013

Uma história mais sombria e adulta do que parece, que explora uma mitologia diferente.

Não conhecia a série e quando vi o livro nos lançamentos da editora Rocco fiquei muito curiosa. Não é segredo que gosto bastante de séries juvenis com essa temática e assim que tive a oportunidade comprei o livro. Para minha enorme surpresa a série escrita pelas autoras Nancy Holder e Debbie Viguié passa longe do clichê e com uma clima muito mais sombrio e pesado do que qualquer outra série juvenil que já li desenrola uma trama única, que mergulha na mitologia wicca desvendando uma história de passado e presente.

A história começa com a mudança drástica na vida de Holly Cather. As férias com a amiga e a família terminam em um acidente fatal onde apenas Holly sobrevive. Desnorteada Holly só dorme e quando a tia que ela nunca conhecer aparece para levá-la para Seattle acaba decidindo ficar com a mãe de Tina, que também está sofrendo a perda da filha. Porém Holly não terá muito escolha, Michael Deveraux a quer em Seattle de qualquer maneira. Desde que se envolveu com Marie-Claire Cathers-Anderson ele estava planejando matá-la e através de seu sangue invocar o fogo negro. Um segredo da confraria Deveraux perdido há séculos desde que um casamento com a confraria Cahors, seu rivais e inimigos de séculos, terminou em tragédia. Antes de realizar seu plano Michael descobre sobre Holly e resolve trazê-la a todo custo a Seattle. Talvez seja ela a herdeira das linhagens há muito perdida e seguindo as instruções de seu impaciente mestre Michael junto com seu filho mais novo Eli esperam atentos ao desenrolar dos acontecimentos. Mas Jer, seu filho mais velho está cansado de viver nos planos de conquistar poder do pai, cansado de seus rituais negros e sacrifícios. Quando descobre os planos do pai para Holly, Jer decide pôr um fim nesse ciclo protegendo a todo custo a vida de Holly. Enquanto isso Holly está sufocada pela sensação estranha na casa da tia. Sua prima Amanda é muito agradável, mas a iminência de que algo terrível vai acontecer junto com os sonhos vívidos que têm de Jer a fazem ficar em alerta. Holly não sabe de onde conhece Jer, mas sabe que Michael Deveraux não é quem diz. Ele quer algo e se Holly não tomar a decisão correta na hora certa o ciclo de erros e tragédias se repetirá novamente. Conseguirá ela corrigir os erros do passado?

A partir dessa premissa a história de Holly se desenvolve alternando pontos de vistas e construindo uma história diferente, mais sombria e complicada do que aparenta a primeira vista. A narrativa tem um ritmo forte, marcado por descrições e diálogos tanto na parte do presente como no passado. As autoras optaram por uma trama que desenrola ao mesmo tempo em que o pano de fundo é construído. Por um lado esse é um aspecto de que gostei bastante, o mistério e as peças do quebra-cabeça que é a história das confrarias instiga o leitor e as perguntas são interessantes, mas por outro pode confundir o leitor. Afinal nos primeiros capítulos não temos informações suficientes, mas a narrativa já mergulha dos detalhes do universo da história.

Não consegui discernir qual parte é de uma autora e qual parte é de outra, o que é um mérito das duas. Conseguiram uma história uniforme e rica por igual. Os personagens é outro detalhe que quero comentar. Holly é uma protagonista que nesse primeiro livro fica com o papel de descobrir e aprender a própria história. Já Jer é a contraparte que sabe de tudo, o melhor personagem da história, com uma personalidade curiosa que rende ótimos momentos. Como o livro é apresentado como juvenil fiquei surpresa por Jer estar na universidade e Holly se formando no ensino médio. Além disso diversas cenas fortes marcam os momentos sombrios e tensos da trama. O final é o ápice da história, abrindo a trama da série e deixando a história em um ponto angustiante. Um final triste, cruel e que deixa o leitor ansioso pelo próximo volume.

Leitura rápida, que pouco a pouco ganha ritmo em que a alternância entre passado e presente possibilita uma forma criativa de se conhecer a mitologia da história. Uma história de amor entremeada por magia, luta por poder, desconfiança, traição e mal entendidos. Que ao final deixa o leitor ansiando por respostas e torcendo pelos protagonistas. A edição da (...)

Termine o último parágrafo em:

site: http://www.cultivandoaleitura.com/2013/10/resenha-bruxaria.html

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Raiza 10/03/2013

Wicked, começa nos contando a história de Holly Cather, uma garota de apenas 16 anos, que após perder os pais e a melhor amiga em um acidente (muito bem escrito), é obrigada a se mudar para a casa de suas únicas parentes vivas, uma tia de quem ela nunca ouvira falar, Marie Clarie Cather e sua duas filhas gêmeas Nicole e Amanda.

O começo do livro é eletrizante, afinal ele já começa com Holly, Tina sua melhor amiga, e seus pais (que ultimante viviam brigando, pelo menos no ultimo ano depois de a filha acordar horrorizada por causa de um pesadelo?!) dentro de um bote praticando um esporte radical, descendo uma corredeira para irem de encontro com a morte. As inconsistências do livro também tem inicio aí. As inúmeras brigas dos pais de Holley por causa de seus pesadelos não são explicadas EM MOMENTO ALGUM DO LIVRO, claro que dá para ter uma ideia, mas mesmo assim eu gostaria de mais detalhes e talvez algumas explicações. Outro ponto muito mau explicado é: Como Holly sobreviveu se até o ultimo instante ela estava presa no cinto de segurança. Eu não sei, e vc?

Após a parte do luto, e depois de alguns contratempos Holly muda-se de cidade para viver com a tia recém descoberta, seu marido sem cor e suas filhas gêmeas. Além de conviver com a "nova" família, um amigo da tia vive rondando por perto: Michael Deveraux. Assim como seus dois filhos Eli (que namora Nicole) e Jar (Por quem Amanda é loucamente apaixonada, mas ele apenas fingi não nota-la). Embora desde o inicio ela tenha uma sensação estranha e agourenta perto de Michael ela de inicio sabe explica-la, assim como também não sabe explicar as batidas fortes de seu coração e seus lapsos estranhos sempre que Jar esta no mesmo ambiente.

O que a família Deveraux tem em comum com a sua?

Essa é fácil, eles também são uma família de bruxos, assim como as mulheres Cathers. A única coisa que nem Holly nem suas primas sabem é que existe uma guerra entre as famílias a mais de 600 anos, que são dois clãs rivais, mas Michael Deveraux sabe e ele é perigoso. Será que seus filhos também são?

A trama é EXTREMAMENTE CONFUSA. Logo após o acidente em que Holly perde os pais no primeiro capítulo já temos uma prova disso. A história simplesmente não cumpre uma ordem, te jogando sempre do passado para o presente, assim como de cena em cena, o livro é narrado em terceira pessoa, assim temos a opinião de todos os personagens, mas neste caso ficou confuso já que a narrativa muda constantemente de ambiente.

O fato da bruxaria também é muito cru. No sentido da "descoberta". Holly, Nicole e Amanda passam por varias situações complicadas e sem sentido e de uma hora para outra simplesmente descobrem serem bruxas e lidam com isso como se tivessem indo tomar café da manha. Ridículo Já a parte "explicativa" da coisa rola bem, conseguimos descobrir "os segredos" das duas famílias com detalhes e o tipo de bruxaria que elas dominam. Mas mesmo assim foi uma trama que não agradou. Mas os vilões são bons, isso não posso negar.

Outro ponto que não agradou foi o romance do livro. Estava na cara que havia um romance assim que Holly colocou os olhos em Jer. Fiquei animada com essa possibilidade, afinal, adoro romances proibidos (clãs rivais), mas não é assim que funciona, afinal Jar tem uma namorada e embora no final a personagem ache que esta vivendo um romance de contos de fadas, nada no "PRESENTE" faz o leitor crer nisso. Sim a história irá se misturar com o passado. Poderia ter sido legal se tivesse sido bem aproveitado, mas não foi.

Enfim é uma história cheia de segredos, ficamos sabendo de uns, outros não. Claro que virão mais livros da seria, mas não tenho certeza se irei ler. Wicked foi um livro no qual eu apostei muitas expectativas, talvez por isso tenha ficado tão decepcionada.

O final é legal (EEEEEEH UMA COISA BOA), sim eu gostei do final. Poderia ter aproveitado mais se tivesse mais "ligada" ao livro em si, mas não chegou a desagradar.

Leiam e tirem suas próprias conclusões, afinal o que eu posso não ter curtido outra pessoa pode vir a amar. A vida é assim =)
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Psychobooks 18/06/2013

www.psychobooks.com.br

- Premissa e gênero (a.k.a.: Afinal, qual meu gênero?)

Holly é uma garota muito bonita (contentem-se, não conseguirão nada muito além disso durante o resto da narrativa), que está em um bote inflável com seus pais, a melhor amiga e um instrutor de rafting, quando uma tempestade se aproxima! Ela é a única sobrevivente desse trágico acidente e com ele irá descobrir que sua família tem mais segredos do que ela imaginava.

Essa é a premissa, e por ela o pensamento do leitor incauto pode ser de que se trata apenas de mais um livro no gênero jovem-adulto sobrenatural, desse vez tendo em voga as bruxas e suas bruxarias - redundância proposital. Pois bem, essa é a premissa que compramos na sinopse, mas não é o enredo que conhecemos durante o decorrer do texto.

Na verdade, trata-se de um livro que envolve Bruxaria e Magia Negra. Muitos assassinatos descritos em detalhes (dessa parte, eu gostei!) e com ponto de vistas mudando seguidamente, partindo para visão até mesmo do vilão da história, que é revelado já no segundo capítulo da história.

As famílias Devereaux e Cahors são de uma linhagem de bruxos que vivem em pé de guerra há centenas de anos, por várias gerações. E é tendo em mente esse ódio inerente das famílias que as autoras Nancy Holder e Debbie Viguié desenvolvem seu enredo - ou tentam, melhor dizer.

- Romeu e Julieta - não, pera!

A ideia da narrativa é recriar um "Romeu e Julieta". Com duas famílias brigando para provar quem tem mais poder e com dois jovens no meio - claro que superpoderosos, mas apaixonados.
A ideia é essa, mas não é o que acontece.

A narrativa é em terceira pessoa, com as autoras acompanhando alguns pontos de vista durante a história. Durante a apresentação dessas histórias, as autoras criaram uma necessidade absurda de revisitarem o passado e nos provar por A+B que toda a história de ódio por trás da briga das famílias vinha por conta de algumas dessas situações. Com isso, o enredo perde completamente a dinâmica atual, com personagens revisitando o passado de seus ascendentes e repetindo suas ações. Tudo é baseado no que aconteceu anteriormente, e não na dinâmica atual da história!

- Construção dos personagens e empatia com o leitor

Os personagens são rasos, não me senti ligada a nenhum. Holly perde o pai, a mãe, a melhor amiga; é afastada da escola da única mulher que conhece e que a viu crescer, que por um acaso é a mão de sua melhor amiga morta, mas deixa tudo isso para trás com uma atitude blasé. Claro, as autoras insistem em choros ininterruptos e em uma dor lancinante que corta o peito da personagem... Mas em nenhum momento sentimos verdadeiramente sua dor. Holly simplesmente não causa empatia. Suas primas - Amanda e Nicole - e os tios também são apresentados, mas não criam verdadeiramente uma identidade. Os senti apenas como sombras durante toda a narrativa.

Do lado "Devereux" da narrativa, Michael, o patriarca da família já mostra todo seu veneno no segundo capítulo e nos conta com detalhes tudo o que é capaz. Isso faz com que as surpresas do enredo e o desenrolar da história acabem ficando óbvios. O vilão e todo o alcance de seu ódio já são apresentados logo de cara e com isso perde-se a magia da história.

Seus filhos, Eli e Jer, são manipuláveis e também sem muito acréscimo no enredo. Claro que um deles é a ponta de um romance com Holly, mas um romance fadado ao destino, manipulado e com obviedade no seu desenrolar, já que as autoras fazem questão de nos mostrar insistentemente o passado e deixar claro que a repetição dos fatos é o único caminho possível.

- Vale a pena, Alba?

Eu não gostei. Nem um pouco. A história é óbvia, a narrativa é cansativa, os personagens são insípidos... Enfim. O único fato que conseguiu me conquistar foram as descrições dos rituais e os assassinatos necessários para chegar ao nível exigido de Magia Negra. As autoras não pecaram nesse aspecto: se é pra se render à escuridão, que façam direito, sem "não me toques" ou "não me reles".
O final não me fisgou, apesar de sua "surpresa". Não darei segmento à leitura da série.
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Leticia.Lebre 17/12/2017minha estante
O pior foram as sobreposições de cenas. Até agora estou tentando entender como Holly quebrou o braço e porque Nicole não ficou chateada, ou, no mínimo, teve QUALQUER pensamento sobre o namorado tentar mata-la. Poxa, o namorado tenta mata-la, o mesmo por quem ela é apaixonada desde os 14 anos! e ela não tem nada para pensar sobre isso? Passei a maior parte da leitura perdida e me perguntando se o meu livro estava com páginas, ou parágrafos, faltando. Obrigada pela resenha, estava achando que achando fui a única a me incomodar com isso :/




Mariana 05/05/2013

Livro: Bruxaria
Ganhei esse livro como cortesia no skoob, fiquei mega feliz e criei expectativas só por ter lido a sinopse, o que foi um erro imenso. O livro em si até que é bonzinho, muito bem escrito, contando cada detalhe de tudo e de fácil entendimento, mas o que me decepcionou foi a confusão. O livro é muito confuso, acontece coisas estranhas e praticamente do nada, muda tudo. A história começa já no passeio com os pais de Holly Cather e sua melhor amiga, dentro de um bote praticando um esporte radical que tem um fim trágico, resultando na morte de todos, menos no da personagem principal. Como ela sobreviveu? Eu me perguntava, creio que foi algo sobrenatural que a salvou, mas não tenho certeza, já que ela estava presa no cinto de segurança do bote, e antes de afundar, não conseguiu se soltar.
Os pais de Holly, no último ano, não paravam de brigar, por conta de um pesadelo de Holly, que EM NENHUMA PARTE DO LIVRO, foi explicado. Eu queria muito saber sobre esse pesadelo!!!
Então, já acontece o acidente e a história muda completamente de cenário, indo para o que me pareceu um ritual de bruxaria, sim, o livro é totalmente bruxaria negra.
Ai tá, já vamos para o outro lado da história, que só depois eu fui descobrir que tinha a ver com Holly, é o momento em que apresenta a tia de Holly, Marie-Clare, e suas primas, que futuramente irá morar com elas. Mas bom, não apresenta diretamente a tia de Holly , apresenta o amante dela, que é o vilão da história, se chama Michael Deveraux, alguns outros personagens fazem parte do livro também, e são importantes como todo o resto, são eles os filhos de Michael, Eli e Jer, amigos de um dos seus filhos o Jer, e a namorada dele. Michael é um vilão bem maligno, já é um bruxo e quer todo o poder para ele, planeja matar pessoas, no caso importantes personagens, e não tem dó, só pensa no poder. E isso foi muito confuso, essa 'apresentação' de personagens, as autoras souberam apresentar cada um muito bem, dando para perceber como eram, se do bem ou do mal, mas não fizeram isso da forma correta. O livro não segue uma ordem, ele é narrado na terceira pessoa, então sabemos sobre o que os personagens estão pensando, mas daquele modo confuso de sempre. Então você está lendo o livro, acontecendo algo no presente, e, de repente começa a contar coisas do passado ?!
Pelo o que eu entendi, são dois clãs ( O dos Deveraux e o dos Cathers) são clãs rivais que vivem em guerra há mais de 600 anos. Os Deveraux estão em busca do segredo do fogo negro, para destruir os Cathers, pelo o que eu pude entender nessa confusão.
Então, quando Holly descobre que é bruxa, e suas primas também, (acho que Nicole já sabia) começa a acontecer coisas estranhas, DO NADA, simples assim, *PUF* !
O que faltou muito foi o romance, até que em algum ponto do livro, começou algo parecido com o começo de um romance (bem confusa essa parte) Jurei que teria algo entre Holly e Jer, seria algo legal já que seus clãs são rivais, mas não daria certo por Jer ter namorada, mas pelo o que pareceu, Jer e Holly tem uma estranha ligação, desde o passado. Se tivesse um romance muito bem trabalhado, acho que salvaria um pouco o livro, mas não teve, o que foi uma grande decepção.
Bom, o final, achei confuso como todo o resto, mas até que gostei, sei que virá mais livros da série Wicked, mas não sei se aguentarei mais tanta confusão assim, custei ler o livro e pensei até na possibilidade de abandoná-lo, mas não, queria saber o final.
Não recomendo esse livro, pelo motivo de ser MUITO confuso, e algumas coisas serem muito mal explicadas e exploradas.
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Helloise 02/01/2014

Confuso e enfadonho.
Considerando que Nancy Holder ganhou quatro vezes o prêmio Bram Stoker, que premia os melhores livros e contos do ano no gênero terror, supõe-se que Bruxaria foi um grande deslize, que não parece ter potencial suficiente para dar a volta por cima durante outros quatro volumes.



site: http://revista21.com.br/?p=15008
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Dannie 18/07/2013

Mal posso esperar pelas continuações *-*
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katia santos 15/11/2013

Bruxaria
Gostei mesmo, no início eu tive minhas dúvidas sabe...mas no decorrer do livro, fui me envolvendo com a leitura, foi agradável e leve. Holly a personagem principal leva no sangue o poder da magia, que é pega de surpresa com os acontecimentos, os acontecimentos são precisos e rápidos, as escritoras não enrolaram na história, o que pra mim foi bom.
O livro basicamente nos traz, o prazer de conhecer um pouquinho mas pouquinho mesmo da Wicca, bom bem de leve fala da Deusa e traz o Deus Cornífero de uma forma assustadora...nossa. Não diria que é um excelente livro, mas eu indico.
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Luciano 08/07/2016

Bruxaria: apresenta bem o que propõe
O livro trata basicamente da guerra de séculos entre duas famílias bruxas opostas. O tema, óbvio, é BRUXARIA, que aparece de um modo fantasioso, como em seriados. Tem um romance, mas é pouco convencional, do tipo amor e ódio. O livro começa confuso, mas pelo terceiro capítulo tu passa a entender tudo e até o fim do livro tu entende toda a história e não fica nada em aberto (só o final, que continua no livro seguinte). Muito é subentendido. Eu gostei muito e vou ler os próximos, estou comprando toda a série (quatro publicados no Brasil).
Eu indico pra quem gosta de O Círculo Secreto (romance proibido entre bruxos) e de Shadowhunters (a magia é explícita). Se assemelha com o filme O Pacto também. Pessoas saudosistas tipo eu que assistiram Charmed vão adorar (inclusive é mencionada)!

Pontos altos: a história é bem adulta, tem frequentes assassinatos, é um terror leve. Apresenta duas histórias paralelas (na França medieval e nos EUA presente). Várias formas de magia são apresentadas/mencionadas e eu gostei muito disso - wicca, magia negra, xamanismo, vodu. É tudo bem explicado (repetidamente até).
Ponto fraco: o final acelera muito a história, parece ter sido escrita para série televisiva.
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Loren 03/11/2019

Bruxaria
A idéiada história é realmente muito boa, duas pessoas que vivem influenciadas pelos seus antepassados, dois bruxos com uma ligação muito antiga, de outra vida, um amor proibido e a rivalidade de duas confrarias, duas famílias. Uma menina que não sabe sobre seu passado, sobre seus poderes e que começa a descobrir sobre si mesma no decorrer do livro.

Apesar da história ser boa, a escrita não me cativou. Os personagens são pouco explorados e tudo acontece meio que "rápido demais".

Algumas pontas ficam soltas do decorrer da história e algumas cenas ficaram sem conexão no meu ponto de vista.

Uma história com um grande potencial, mas que não foi muito bem manuseada. Vamos ver o que acontece nos próximos livros...
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