Joyland

Joyland Stephen King




Resenhas - Joyland


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Carla 18/07/2015

Sensacional!
Eu ainda estou num estado altamente melancólico, aliás, nós estamos, porque arrastei a Vanessa Martins nesta jornada encantadora de Joyland. Para vocês terem ideia do tamanho da ressaca, nós simplesmente estávamos aos prantos, já no desfecho da história, e foi uma tremenda jornada de soluços para conseguirmos finalizar a última página. Que escrita fascinante! Que personagens incríveis! Que parque mágico! Aliás, o que foi isso que King escreveu? Esse livro é tudo o que há de contrário quando mencionamos o nome de Stephen King. Um livro totalmente diferente de tudo que estou acostumada a ler deste autor, pois não senti nenhum frio percorrendo a minha espinha, e nem vou precisar dormir de luz acessa por uns belos dias. E pra quem sempre teve vontade de ler Stephen King, mas nunca teve coragem, este é o momento, aliás, este é o livro. Joyland vai ganhar o seu coração!

Dev é um jovem rapaz apaixonado e sonhador. Ele encontrará nos "braços" de Joyland uma vida repleta de emoções e aprendizado. E após uma cartomante fazer previsões de seu futuro, o rapaz irá se deparar com situações altamente inesperadas... Com um sutil e leve suspense, King vai fazer você embarcar em um incrível parque mágico, Joyland... 5 Estrelas e favoritado!
Beth 28/08/2015minha estante
Só não avaliei com cinco estrelas porque SK não falou comigo, seu Fiel Leitor, no final do livro.


Jaíne @literariafarofa 30/01/2016minha estante
Concordo com tudo que vc disse, foi assim que me senti. "Não parece ser do King, mas tem que ser do King, pq é genial demais!". 5 estrelas e favoritado!


Will 08/02/2016minha estante
Acabei de ler,li sua resenha e um trecho dela resume o meu pensamento sobre a obra:"o que foi isso que King escreveu? Esse livro é tudo o que há de contrário quando mencionamos o nome de Stephen King. Um livro totalmente diferente de tudo que estou acostumada a ler deste autor"
nossa, que livro!


Cyntia 02/07/2016minha estante
Realmente não parece uma obra do King. Comecei a ler esperando algo tremendamente assustador.. terminei o livro aos prantos. De fato, genial. SK sempre me surpreende. 5 estrelas muito merecidas!




Filipe 27/08/2015

Noveleta deliciosa
Antes um aviso, se você procura uma história "tipo" Stephen King, Joyland não é o caso, procure outro. Aqui você vai encontrar apenas uma noveleta, um conto grande sobre o amadurecimento, aquela transação da juventude, como pano de fundo um parque de diversões. Fantasma e assassinos estão presentes, mas não são importantes.
Uma leitura fácil e gostosa, me diverti muito com a história de Devin Jones, para aqueles de coração mole como eu ela é fácil de agradar.
Não venha para Joyland querendo um romance policial ou um suspense aterrorizante, aqui eles não vendem isso, em Joyland se vende diversão.
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Luciano Luíz 05/08/2015

STEPHEN KING ainda é o meu escritor estrangeiro favorito. O cara tem aqueles clássicos: A COISA, CHRISTINE, O CEMITÉRIO, O ILUMINADO, FÚRIA, A LONGA MARCHA, CELULAR, NOVEMBRO DE 63 e outros tantos...
Mas, todo escritor, por mais talentoso que seja, não tem uma obra 100% impecável... nem vou subtrair o meu (e o seu) tempo falando de alguns livros que King escreveu de forma medíocre... fora os muitos contos...
Porém, existem aqueles títulos onde os altos e baixos andam de mãos dadas. Com JOYLAND foi assim...
Aqui temos um universitário de 21 anos, virgem, desiludido com o amor, e que resolve passar alguns meses distante de sua antiga vida, trabalhando em um parque de diversões. Ali, ele faz de tudo um pouco. Mas tem um apelo especial para se vestir de cachorro (o mascote do parque) e assim conquistar o sorriso das crianças e adultos. Os caipiras (Bobs) que vem procurar um tempo de desestresse nos muitos brinquedos do lugar repleto de luzinhas...
Mas, nesse parque houve um assassinato alguns anos atrás, e dessa forma, nosso jovem protagonista acaba se interessando e banca o detetive como acontece em todos os livros de King... e é isso que deixa Joyland arrastado...
É mais do mesmo... o enredo em si é simples e funcional. E não posso negar que a leitura flui de maneira rápida, pois a narrativa foi muito bem construída (e claro, agradecer a tradução de ótima qualidade).
Só que, outro livro com um menino na cadeira de rodas, que tem aquele dom do Iluminado, mais pastores que pregam a salvação, uma mãe gostosa, e o cotidiano tipicamente americano (claro...)... olha, isso cansa...
É um bom livro?! É sim. Mas nada que cause impacto. Muito dele é previsível. Porém, devido a narrativa, as páginas vão ficando pra trás rapidamente. Mas isso se deve ao fato de que os leitores e leitoras vão procurar algo com o qual se surpreender... e isso não acontece (comigo não aconteceu...)...
Tem cenas emotivas fortes. Tem bons diálogos. Mas, aquela situação de ficar procurando um assassino. E ainda ter o fantasma da vítima. Isso no caso dos livros do King, mesmo sendo comum, tá bem batido, pois não há inovação.
O livro compensa a leitura. Só que não tem como comparar com alguns dos clássicos...
Joyland é algo que te faz sorrir e até rolar algumas lágrimas. Um título que vale mais pra completar a coleção do que ser considerado como uma leitura que vá fazer falta na vida. Leitores iniciantes vão adorar a simplicidade. Porém, aqui não há muito a ser levado a sério na questão de marketing. Pois a bela ilustração da capa, a ruiva (uma das muitas Garotas Hollywood que tiram fotos em chapas preto e branco) nada tem a ver com o enredo da forma que se apresenta. Não que isso seja algo ruim, mas decepciona... e na contracapa tem uma frase destacada em vermelho...
Tanto o desenho da capa quanto a frase atrás, parecem ter sido feitos com base na leitura das primeiras páginas e nada além disso. Não é algo que vá destruir a experiência da leitura, mas ficou bem tosco...
Fora isso, Joyland é mais um pra sua estante. Mas se você quer sustos e ler algo primoroso do autor (ainda se você não leu nada dele), procure pelos títulos citados no início desse texto. Você vai se sentir bem melhor.

Nota: 7

L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/pages/L-L-Santos/254579094626804?fref=ts
SahRosa 18/08/2015minha estante
Ótima analise! Foi exatamente assim que me senti ao ler Joyland, minha nota final foi 4, pois foi um livro me deixou vidrada, li de madrugada e só parei quando chegou ao fim, mas concordo com você, para mim, faltou mais suspense, algo a mais, que impactasse o leitor, eu fiquei tensa esperando aquele medo, aquela tensão e é uma pena que não teve. Li O Iluminado e A Hora do Vampiro (Salem's Lot) e Joyland, foi uma leitura legal, mas eu esperva algo no nivel desses dois livro. :)


Glaucio 12/11/2015minha estante
Perfeita análise, também tive exatamente as mesmas impressões e só não copio integralmente o seu comentário para não sofrer ação de plágio (brincadeira), mas falou exatamente o que eu senti.
A técnica de King facilita muito a leitura, mas é só.
Também tive a expectativa de que a história iria por outro caminho tanto pela capa quanto pelos comentários e frases nela impressos.


Lia Cavaliera 03/02/2016minha estante
Sim, sim, também me senti dessa forma!
Enfim, alguém que me entende.




Queria Estar Lendo 27/11/2017

Resenha: Joyland
Joyland é um dos muitos títulos brilhantes escritos pelo mestre Stephen King. Publicado aqui no Brasil pela Editora Suma das Letras, que cedeu o exemplar em cortesia, esse livro acompanha um jovem estudante, um parque de diversões e um provável caso sobrenatural, mesclando tudo isso às emoções da vida.

Devin Jones resolve trabalhar em um parque de diversões durante o verão; Joyland é para ser uma experiência temporária antes de Dev voltar para a cidade e começar sua faculdade, mas acaba se tornando algo muito maior e importante. Joyland é quase um mundo alheio ao que Devin conhecia - é um parque pequeno, mas carregado de história e personalidade e, surpreendente, até mesmo de um mistério nunca resolvido.

Joyland foi um livro completo e simples. A coisa mais absurdamente boa dentro dessa história foi a construção dos personagens. King deu espaço a diversos nomes, colocou eles na trama de maneira exemplar e fez toda a jornada do Devin parecer o tipo de história que uma pessoa contaria à outra na vida real. É um livro curto e rápido, a narrativa tem pausas nos momentos certos para deixar aquela curiosidade no ar, e consegue equilibrar drama, suspense e o cotidiano com maestria.

"Quando se trata do passado, todo mundo escreve ficção."

Devin foi um protagonista maravilhoso. Ele não é perfeito e exatamente por isso encaixa tão bem aqui. É um jovem pré-universitário ansioso pela vida amorosa, pelos estudos e pela oportunidade de se provar. Quando uma desilusão com a garota por quem estava apaixonado acontece, Devin decide ficar por Joyland um tempo mais - aparentemente, aquele parque tem muito a oferecer para o corpo e o espírito do garoto. Existe uma ligação entre os dois; os brinquedos, as atrações e os visitantes, tudo isso dá novos ares ao Devin. Ele fica mais radiante, mais esperançoso, mais consciente do que significa realmente viver. E sua convivência com os outros personagens do núcleo de Joyland é vital para o arco de crescimento que ele enfrenta dentro da história.

Em Joyland, figuras carismáticas não faltam. Os mais importantes para começo de conversa são Tom e Erin, também jovens pré-universitários com quem o Devin passa a dividir seus dias, uma vez que eles fazem parte da mesma equipe dentro do parque. Tom é cético, divertido e cheio de energia, e Erin é o tipo de garota disposta a se arriscar em troca de uma boa aventura - fato esse comprovado quando ela e Devin começam a investigar o tal mistério envolvendo Joyland; uma jovem foi assassinada em um dos brinquedos, anos atrás, e o caso nunca foi resolvido. Dizem que esse brinquedo é assombrado pelo espírito dela. Verdade ou não, há uma energia esquisita perto do túnel do terror, e entender o que isso significa, talvez qual a a história por trás de tal atrocidade é uma das motivações do Devin.

A outra reside em uma casa à beira da praia. Devin passa por lá todos os dias, e essa rotina o aproxima dos moradores - Annie e Mike. Mãe e filho. Ela, cuidando para proteger o garoto, uma vez que, doente e frágil, Mike não pode se aventurar no mundo. Uma pipa e a promessa de uma visita ao parque aproximam Devin e Mike - e, segundo a Madame Fortuna, isso era parte do destino. O caminho do protagonista está entrelaçado ao desse garotinho, e ambas as tramas convergem junto à investigação para dar vida a tudo o que o Devin vive naquele lugar, durante todo aquele tempo.

"Só posso dizer o que você já sabe: alguns dias são preciosos. Não muitos, mas acho que em quase toda vida há alguns."

Magistral e cheio de realidade, é como eu classificaria Joyland. Por ser um livro simples, sem grandes reviravoltas, ele acaba sendo uma leitura fácil e que com certeza vai emocionar. Stephen King sabe escrever um bom drama, e sabe ainda mais como escrever bons personagens. Seja através de um mistério esquecido ou de um senhor rabugento sofrendo um ataque cardíaco, Joyland conquista com a sutileza e faz valer cada página de leitura.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2017/11/resenha-joyland.html
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Kleiton 14/03/2014

Uma história simples, mas divertida.
Com sua narrativa envolvente e afiada como sempre, Stephen King nos apresenta Joyland, um dos livros mais simples que já escreveu. Com pouco menos de 300 páginas, a história é bem curta, mas mesmo assim densa e profunda. As páginas vão passando sem ser notadas, em uma leitura fácil e extremamente prazerosa.

Sobre a história em si, embora seja bastante divertida e emocionante em partes, o final não foi tão bom quanto eu esperava. Ainda assim, é bem acima da média e eu recomendo a quem gosta de histórias sobre assassinos em série e parques assombrados.
Luz 28/06/2015minha estante
... Bom, se eu ler esse livro e achar que o final não foi de fato condizente, creio que não irá atrapalhar em nada, haja que eu tive uma expectativa para a conclusão de Sob a Redoma que não aconteceu e o mote que o autor usou foi o mesminho de outros livros que ele já escreveu.




João Luiz Ramos 08/08/2015

Um livro inesquecível para quem está iniciando a fase adulta da vida
Se tratando de Stephen King, normalmente esperamos livros sangrentos, aterrorizantes, com demônios e bastante coisas sobrenaturais ao decorrer do enredo. No entanto, Joyland é uma exceção a parte se tratando disso.

Nunca tinha lido nada do SK. Joyland foi a minha primeira experiência com o mestre (confesso, esperava um livro com todas as características citadas acima) e posso dizer com bastante convicção: NÃO ME ARREPENDI.

Joyland é uma trama envolvente, cativante, singela, linda, emocionante e um grande aprendizado pra quem, assim como eu, está iniciando a fase adulta da vida. No enredo lidamos com a primeira decepção amorosa, o sacrifício para ganhar dinheiro, a amizade verdadeira, e o drama da perda.

Esse livro, posso dizer que, marcou a minha vida de leitor. No mais.
João Luiz Ramos 09/08/2015minha estante
Vale bastante a pena *--*




Thiago Valença 11/02/2016

Diversão é o que este livro não vende...
Este é o segundo livro de Stephen King que eu me decepciono. A primeira decepção foi Os Olhos Do Dragão, meu Jesus que livro ruim, ok, ok,
"Ah, mas vc esperava terror!" Nao, eu nao esperava terror em nenhum deles....

Joyland foi MUITO previsível, em todos os níveis é fácil vc adivinhar onde o livro vai dar, quem vai matar, quem vai salvar e quem vai morrer. Tipo roteiro de filme de sessão da tarde mal escrito.
Não existe explicação plausível para os DOIS videntes do livro, um que vivia com o assassino e outro que se encontrou com ele não terem percebido (!!!!!) que ele matou 5 mulheres e planejava matar mais.
Impressionante, como a escrita foi relaxada e sem profundidade. Ele não estava inspirado na escrita desse livro, é o que eu quero acreditar, prefiro acreditar.
Asbel 14/02/2016minha estante
Dei 3 estrelas para o livro por ser bem narrado e de certa forma prender a atenção, mas realmente algumas coisas não fizeram o mínimo sentido.


Lindomario 23/02/2016minha estante
Por isso que achei bem leve.

O livro diverte sim e faz isso bem, mas não é uma história brilhante ou revolucionária.
Nem todos os livros podem ser assim.


Thiago Valença 02/03/2016minha estante
O problema é que compram pelo nome do autor. Eu não vou defender nenhum escritor quando o livro não me agrada. Ele pode ter escrito muitos livros bons, mas esse não foi. Preciso também admitir que eu amo JK Rowling mas não gostei do Chamado do Cuco, mas HP e Morte Súbita, pra mim, foram livros GENIAIS. Resumindo, apesar de carregar o nome do autor isso não garante que o livro seja bom. Como se presume por aí.




Gustavo 28/09/2016

Clássico!
A obra de Sthefen King - Joyland, superou todas as expectativas que lancei sobre a mesma.

O autor com sua história bem elaborada, personagens cativantes, cenário fantástico e recheado de adrenalina, mergulha seus leitores em uma situação apavorante e pertubadora.

Este livro consegue fazer com que seus leitores ame seus personagens e ao decorrer do tempo os odeie (como acontece com Lane- funcionário de parque). Nos transporta para um outro país, para um novo ciclo de pessoas e nos faz querer desvendar o grande mistério do parque.

Assim como sua obra Christine, o autor me surpreende em mais um dos seus livros .
Gustavo 28/09/2016minha estante
Stephen***** CORRIGINDO !!!




Carlos.Brito 31/12/2015

Perfeito!
minha primeira experiência com uma obra do King! Terminar de ler o livro me fez ter a sensação de terminar relação com algo querido na vida!
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Samuel Simões 03/08/2015

Demais! Sensacional!
Simplesmente genial!!! Stephen King faz o que poucos autores atuais conseguem fazer..LIVROS FODAS!! Leitura muito fluida,personagens marcantes e um final muito bom.. Recomendo demais esse livro!!! Favoritado sem duvidas!!
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Ca Agulhari @literario_universo 17/10/2017

Que livro lindo!
Não entendo como tem gente que acha esse livro ruim. Sério. Ele tem uma sensibilidade ímpar! Entrou pra lista dos meus preferidos!
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Blog MDL 07/02/2016

--- A História ---

Situados em Heaven’s Bay, na Carolina do Norte, no ano de 1973, partimos junto com o protagonista e narrador Devin Jones, um jovem universitário de 21 anos, que nos conta sua história naquele outono, onde, para conseguir alguns trocados durante seu período de recesso da faculdade, resolve ingressar como funcionário de um parque de diversões local, o Joyland. Naquele divertido e lúdico local, ele vai descobrir que um dos brinquedos carrega uma história trágica, sendo o local do assassinato de uma jovem há anos atrás, e, junto com um garoto bastante especial, descobrirá que esse local esconde muito mais que aventuras divertidas.

--- O Livro ---

Marcel:
Sendo minha primeira experiência com o autor em um livro narrado em primeira pessoa (Um tipo de narrador que dificilmente consegue me agradar), o livro se trata basicamente das experiências do Devin, enquanto este passa pelo seu primeiro relacionamento, que vai se esfriando até o fatídico final e como as coisas que aconteceram naquele local serviram para fazê-lo superar tal situação. Mas não se enganem! Não se trata de um livro de romance, mas de uma experiência atípica em um local que supostamente deveria trazer alegria ao público, mostrando de uma forma mais leve como crescer e envelhecer podem ser processos interessantes. Outra aspecto bem bacana da história são as referências. King enche essas duzentas e poucas páginas com diversas, tornando o livro bem divertido, pra quem consegue entender, mesmo que parte delas. Inclusive, é possível encontrar uma playlist só com as músicas e artistas mencionados pelo autor!

Mesmo assim, devo dizer que esse foi o livro do Mestre que eu menos consegui me identificar. Creio que minha estranheza com o livro foi o fato de eu não conseguir identificar exatamente o que eu estava lendo: Um romance sobrenatural com arco de identidade, uma história de terror, ou uma ficção policial...

Juliana:
O que me surpreendeu em Joyland não se encaixa exatamente no gênero terror, onde Stephen King é realmente um rei no assunto. E achei que ficou devendo na parte ficção policial, mesmo abordando o tema, já que a construção da história do mesmo está baseada nos acontecimentos pós-termino de Devin Jones com seu primeiro amor e em seu trabalho em Joyland. O mistério e o sobrenatural são apenas componentes do cenário. Trata-se mais de uma história de amadurecimento, passando da fase mais “inocente” de um jovem para entrar na vida adulta, em como lidar com situações complicadas, em como a amizade influencia os melhores momentos e em como nos achamos invencíveis aos vinte e poucos anos.

--- Personagens ---

Marcel:
Por ser um livro em primeira pessoa, o personagem mais bem desenvolvido é o protagonista. Devin é um rapaz gentil, trabalhador e sensível. Longe de uma ideia de herói clássico, que é seguro e confiante de si, ele nos conta sobre suas primeiras impressões e decepções sobre o amor, tornando bem rápido nossa identificação com o personagem, afinal, quem de nós nunca sofreu uma vez por um relacionamento que deu errado?

Os demais personagens são totalmente secundários, alguns com mais relevância que outros, mas que nós não nos aprofundamos mais do que o necessário, o que achei uma pena, pois alguns deles, em certos pontos da trama, pediam para que nós os conhecêssemos mais, até para podermos ilustrar com mais precisão todo o cenário mental. A meu ver, a escolha do narrador acabou por defasar esse ponto.

Juliana:
No começo, não estava conseguindo absorver a personalidade de Devin, pois não sabia se ele estava sendo irônico ou se ele realmente se empolgava com seu trabalho no parque de diversões. Acho que é porque eu não gosto de parques de diversões e não entendo muito como tantas pessoas acham o melhor lugar do mundo. Com o passar do livro, Devin se torna um personagem bem marcante.

Os demais personagens têm uma personalidade marcante, principalmente as pessoas que trabalham no parque há muito tempo. Podemos dizer que todos têm um lado bastante misterioso, de difícil acesso aos demais. E os personagens secundários, que acabam se tornando principais, como Mike e sua mãe. Mike tem um dom especial e, esse seu dom é que acaba por ajudar no desfecho da história.

--- A Reviravolta ---

Marcel:
Evitando spoilers, é claro, devo dizer que essa ideia me confundiu ainda mais sobre o que o autor quis passar com o livro. Ele parte de um arco de identidade, vai rumo a um conto sobrenatural, indo parar em uma descoberta de um assassino, que eu nem sabia que estávamos procurando. Talvez pela minha longa estrada com romances policiais, não foi difícil identificar logo o assassino. Entendi que serviu para movimentar a história, mas não me deixou plenamente satisfeito.

Juliana:
Nisso o Marcel e eu concordamos em discordar (risos). O assassino é realmente imprevisível, já que ele é apenas um figurante em toda a história e surge sem mais nem menos no enredo. Foi algo realmente inesperado, trazendo um novo gás para a tranquilidade dos acontecimentos.

--- Conclusão ---

Marcel:
O livro é muito mais uma lição de como crescer e de como coisas que consideramos tão importantes no começo de nossas vidas adultas pode acabar soando bobo, quando mais velhos. Mas também nos mostra que certas coisas, situações e amizades acabam fixando em nós, o que, por vezes nos define como humanos no futuro. O livro tem sua dose de terror, mas algo mais sutil e com uma abordagem que nunca tinha visto. Apesar de meus desgostos, foi sim uma experiência deveras instigante ler Joyland.

Juliana:
Este é o primeiro livro que leio de Stephen King e, mesmo não tendo lido nenhuma outra obra do autor, mas tendo conhecimento sobre tantas obras consagradas do mesmo, achei que não foi a melhor jogada do Rei do Terror. Porém, mesmo não sendo seu melhor livro, achei-o extremamente interessante, bastante intrigante. Tem uma escrita envolvente, simples e sutil, que faz com que o leitor sinta que faz parte da estória. É impressionante como King consegue transformar situações corriqueiras em acontecimentos fascinantes. Traz consigo uma dose de nostalgia realmente encantadora.

site: http://www.mundodoslivros.com/2015/10/resenha-joyland-por-stephen-king.html
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Vica 09/02/2017

Meu primeiro contato com o Rei.
Vamos lá, falar do cara que ganhou meu coração em 240 páginas.

Sou dona de um coração feito de paçoca, medrosa é meu nome do meio e por isso sempre mantive uma generosa distância entre mim e os livros do King. Entretanto, depois de mil e uma indicações para ler Joyland, acabei cedendo e me encantei pela narrativa do autor.

O livro narra a história do universitário Devin, que é contratado para um trabalho de férias no parque de diversões Joyland, situado na Carolina do Norte. Logo nas primeiras páginas do livro ficamos sabendo que o coração de Devin foi despedaçado por sua ex-namorada, e, diante disso, nosso protagonista aceita a aventura que é trabalhar num parque de diversões.

A verdade sobre Joyland é que a sinopse "estraga" a experiência do livro. Passei boa parte da leitura esperando capítulos sobrenaturais e o famoso terror do King, mas Joyland não é nada disso. E, acredito que este é o motivo de eu tê-lo amado tanto. Achei a história leve e triste, maravilhosamente bem escrita e na cena do Devin dançando Pop Pop eu podia jurar que estava dentro da história!

Joyland me envolveu profundamente, mas confesso que queria que o personagem Mike tivesse sido mais explorado, e apresentado para nós antes do que realmente foi. Queria ter lido o livro sem ler a sinopse contida na orelha do exemplar, mas, tudo bem! A leitura foi incrível e me deixou com gostinho de quero MUITO MAIS de Stephen King.
Mari 09/02/2017minha estante
Também foi meu primeiro livro do King, e amei é incrível!


... 14/03/2018minha estante
Comprei esse livro por indicação sua ??


Igorsiecz 30/06/2018minha estante
Escrevi o mesmo da parte da dança ao som de "Pop Pop", foi simplesmente a experiência mais real que já tive em algum livro. Você não sabe como eu fico feliz em saber que mais gente conseguiu sentir o mesmo




Thananda 27/10/2017

Legalziiiiiiimmm
Devin Jones é um jovem de 21 anos que, após perder a namorada decide continuar no emprego de verão que arrumara durante as férias da faculdade em um parque de diversões: Joyland.
Lá ele descobre que há alguns anos uma garota foi morta nos túneis do trem-fantasma e seu fantasma assombra o lugar, e com a ajuda de um garoto com dons especiais e alguns amigos, Devin irá desvendar os mistérios por trás da morte da jovem e com isso finalmente trazer paz para o espírito da moça.

Bem.... Uma vez tentei ler algo de Stephen King mas não passei da metade (a história não rendia. Apesar de aprovar o nível de bizarrice, não consegui me interessar por muito tempo). Dado o lançamento desta obra e o recente sucesso com o remake de uma de suas histórias mais famosas no cinema (It) aproveitei a onda e resolvi dar outra chance à ele. Não sei se comecei a ler justamente pelas obras mais fracas, mas até então não consegui enxergar o que todo mundo enxerga nesse autor. Porque se depender de Joyland, por mim ele não faria nem metade da fama que ele tem.

Joyland é uma história mediana. Não pende pro terror, nem pro policial, nem pra ação. Fica ali dando sopa mais ou menos pro lado do drama. A forma com que o personagem conta sobre a própria história, não posso negar, é até legal. King deu à Jones um tom meio patético e ao mesmo tempo hilário de enxergar a própria vida e suas desventuras. Isso deu cor à história.  O drama da defunta em si não é lá grandes coisas. A identidade do assassino é bem previsível na minha humilde opinião.

Joyland é bom pra matar o tempo. Tem uma narrativa descomplicada, apesar da história só esquentar pra valer lá da página 200 pra frente. Mesmo os que tem medo do escuro podem ler sem frescuras. Não é lá toda essa badalação. Ainda é cedo para eu desistir do Stephen. Tentarei ler mais coisas que ele escreveu. Quem sabe eu ache algo que me agrade mais?
Apesar de tudo,
Recomendo :)

PS.: quem leu vai entender o título da resenha,kkkkk
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Gus | @escritavo 30/07/2015

Lista dos favoritos
Sem palavras para descrever a capacidade do King em criar personagens incríveis em lugares mágicos com histórias fantásticas... Épico
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