Humilhados e Ofendidos

Humilhados e Ofendidos Fiódor Dostoiévski




Resenhas - Humilhados e Ofendidos


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Ana 29/03/2015

Sabe quando você termna de ler um livro e sente imediatamente a vontade de lê-lo de novo, só para saborear melhor as palavras e as situações? Foi o que aconteceu comigo ao ler "Humilhados e ofendidos". Eu me conectei com os personagens, de verdade. Sofria junto com Nelli, com Anna Andreiêvna, com Nikolai Serguiêtch, com Vânia e Natacha. Eu me senti imersa numa versão do programa "Casos de família" passada na Rússia do século XIX, e não quero diminuir o livro ao dizer isto. Amei o drama, os conflitos, as intrigas, os problemas, os diálogos, os personagens, tão maravilhosos e dignos de pena. Um escritor que só pode narrar a história que queria vivenciar, uma jovem que ama um tolo, uma menina louca de amores por um homem que só tem olhos para outra, uma velhinha que vive à espera da filha, e que atura o marido como ninguém, um velho dividido entre o orgulho ferido e o amor sem fim que clama por perdão, um homem-menino cabeça de vento que mal entende o mundo ao seu redor e o sofrimento que causa, uma história trágica que se repete. Os personagens parecem reais; durante a leitura, eu conseguia ver o rostinho enrugado e preocupado de Anna Andreiêvna e o olhar penetrante de Nelli. Quase pude sentir o desespero que sentem, a humilhação e a ofensa que lhes é imposta. Poucos escritores conseguem criar uma história, personagens, situações e diálogos tão fortes assim, que me prendem ao sofá, na ânsia de descobrir o que acontecerá a seguir, tal como num filme. Dostoiévski é maravilhoso!!!
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Jaqueline 02/08/2020

Prosseguindo na leitura em ordem cronológica da obra de Dostoiévski, encontrei nesse livro uma proposta bem diferente de "A Aldeia de Stiepântchikov e Seus Habitantes". Enquanto este possuía a comicidade como característica marcante, temos em "Humilhados e ofendidos" uma história de amores idealizados que, ao serem escolhidos, levam a ruína àqueles que acreditavam que poderiam ser felizes com as suas escolhas. Embora a história hoje (e aos meus olhos) tenha ganhado um ar novelesco, senti-me comovida com as constantes humilhações desnecessárias que muitos personagens passaram, ora por orgulho, ora por vaidade dos outros. Dentre as personagens, Ivan Petróvitch foi marcante, pois, mesmo adoentado, tentava a todo custo ajudar e proteger aqueles que via como vítimas da tirania de um príncipe egoísta e mesquinho.
Citando Dostoiévski: "É preciso sofrer pela felicidade futura, comprá-la a peso de novos tormentos. O sofrimento purifica tudo".
Cabe a nós, após lermos este livro, refletirmos se para alcançarmos a tão almejada felicidade realmente é necessário passarmos por sofrimentos, humilhações e ofensas como os apresentados no livro.
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Gláucia 19/07/2011

Humilhados e Ofendidos - Fiódor Dostoiévski
Um de meus preferidos do autor, não é tão complexo quanto os outros, sua leitura chega a ser leve quando comparada aos seus títulos mais aclamados. Talvez uma boa sugestão para se iniciar na leitura sombria dos clássicos russos.
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Afonso 11/08/2013

Gostei sim. ...é... gostei pois...
é... essa coisa de rico e de pobre....e essa coisa de amor e desamor ..e essa coisa de dar o braço ou nao pra torcer....e essa coisa de morrer na paz ou na guerra...

oras.. acabei agora mesmo o livro..isto deu lagrimas ein...

22:00 da noite. vou tomar cafe.. la fora. pra comemorar.


5 estrelas. e porque nao?
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Lucas 10/11/2019

Vítimas da sociedade existem e já existiam no século XIX: A desesperança causada pelas humilhações
Pode ser quantificada a variedade de humilhações que uma pessoa pode sofrer? Há uma humilhação pior do que a outra? Há prazer em quem a pratica? Todas essas são questões amplas, sem respostas universais, mas que em se tratando de Fiódor Dostoiévski (1821-1881) fornecem as condições mais sublimes para a elaboração de um livro excepcional.

Humilhados e Ofendidos (de 1861) adquire um caráter nevrálgico na vida e na obra de seu autor: foi o primeiro livro escrito por Dostoiévski após os pouco mais de dez anos em que ficou entre a prisão na Sibéria e posteriormente obrigado a prestar serviços ao Exército após ter sido acusado de agitação popular. É até repetitivo mencionar que esse longo período longe da sociedade e principalmente das letras russas muito contribuiu para a definição do estilo dostoievskiano de narrar, marcado por uma crueza inigualável que consegue traduzir em palavras inúmeros estados da psique humana. E estas suas peculiaridades são oriundas do extensivo desgaste físico e psicológico que este período de reclusão lhe causou, e acabaram por definir sua literatura no pós-1860 e transformar o autor num estandarte supremo da literatura russa.

Não é arriscado dizer, contudo, que Humilhados e Ofendidos não é apenas uma obra central na carreira de Dostoiévski apenas pelas circunstâncias nas quais ela foi lançada, mas também pela narrativa em si, repleta de elementos de desânimo, histeria, valores familiares e de uma permanente busca por redenção, que, se são pilares sustentadores de toda a trajetória literária do autor, aqui são expostas de uma forma mais pausada e até "florida" em alguns momentos bem pontuais. Além disso, o livro traz muitos artifícios autobiográficos, já que ele se desenrola com a narrativa em primeira pessoa de Ivan Petróvitch, um escritor desesperançado, certamente semelhante ao seu idealizador naquele momento.

Ivan era órfão e foi criado pelos Ikhmiêniev, uma família de pequenos fazendeiros do interior. O patriarca da família, Nikolai, homem muito honesto e conservador, e a mãe Anna, sentimental na medida exata, tinham uma filha, Natacha, que toma os ares de protagonista feminina da obra. Aliás, toda personagem feminina que adquire essa responsabilidade num romance de Dostoiévski merece ser analisada mais detidamente.

Isso porque uma das grandes marcas narrativas de Dostoiévski era a sua tendência estereotipada de criar personagens femininas histéricas, imprevisíveis e até mesmo repugnantes em determinados momentos. Mas aqui Natacha foge desse "preconceito", sendo uma mulher um pouco confusa, é verdade, mas sensível, correta e que passa por uma série de dilemas durante a narrativa e, de uma forma geral, não tem a sanidade geral afetada por isso, algo digno de vitória dentro dessa aptidão de Dostoiévski de tornar as mulheres desequilibradas emocionalmente. É Natacha, inclusive, quem sofre, indiretamente, boa parte das humilhações que a obra traz. Mesmo não sendo uma personagem totalmente pura, tendo alguns erros de conduta importantes, ela se torna alvo de vários julgamentos e preconceitos, que muitas vezes se sobrepõem ao seu caráter espirituoso.

Essa abordagem menos "padronizada" de Dostoiévski tratar suas personagens femininas acaba se estendo em parte à Nelli (ou Elena), jovem com cerca de treze anos, que por condições nefastas da vida, acaba sendo inicialmente inserida no círculo de Ivan Petróvitch e posteriormente centraliza um segundo núcleo narrativo próprio da obra. Se os sofrimentos de Natacha são mais voltados a questões de moral familiar, Nelli tem humilhações bem mais profundas, tanto no aspecto físico quanto psicológico. Não se pode adiantar muita coisa por aqui, mas o autor descarregou em Nelli boa parte do principal ensinamento que ele quis trazer ao escrever Humilhados e Ofendidos: a degradação moral provocada em indivíduos indefesos quando em contato com uma sociedade mesquinha, marcada pelos rótulos sociais, casamentos materialistas e que não é estritamente simbolizada pela São Petersburgo daquele tempo (onde a narrativa se passa), mas por qualquer outro local, de qualquer outra época.

Se Nelli não é a protagonista feminina de Humilhados e Ofendidos, é nela que serão vistos claramente os efeitos nefastos do abandono, da falta de estrutura familiar e da exploração infantil. Prova disso é o caráter da personagem, que vai passando por grandes transformações ao longo da narrativa, culminando em vários acontecimentos ocorridos na quarta e última parte da obra. Apesar disso, e de algumas "crises dostoiveskianas" bem pontuais, muito da espiritualidade de Nelli lembra a inesquecível Sônia, de Crime e Castigo (1866), a maior personagem feminina já concebida pelo autor. Aliás, ao se recordar disso depois da leitura dessas duas obras, percebe-se que a companheira de Raskólnikov traz muito elementos de caráter não apenas de Nelli, mas também de Natacha. Visto que muito se fala que Humilhados e Ofendidos foi um "laboratório" para a segunda fase da carreira de Dostoiévski (algo defendido pela tradutora Fátima Bianchi, na edição da Editora 34), essa construção posterior da personagem Sônia muito contribui para a validação dessa tese.

Além de Ivan Petróvitch, Natacha e seus pais e Nelli, Humilhados e Ofendidos trata também da família do príncipe Piotr Valkóvski e seu filho Aleksei (Aliócha). Desde o início percebe-se que o príncipe é o antagonista da história, e em determinado capítulo da terceira parte ele revela isso de uma forma abjeta. Talvez ele não seja um vilão icônico do mundo da literatura, mas o autor da presente resenha poucas vezes viu num livro dessa natureza um personagem tão sujo, idiota, fútil e, resumidamente, nojento. Seu filho, Aliócha, desperta sentimentos contraditórios: em alguns momentos, ele lembra seu homônimo em Os Irmãos Karamázov (1880), pela inocência e ingenuidade; em outros, a sensação que desperta é um pouco de raiva, tamanha a sua ignorância e o desconhecimento do impacto alheio que suas ações causam. Tanto o príncipe (mas principalmente este) quanto o seu filho são os gatilhos das humilhações que os personagens mais humildes passam.

Todos esses personagens citados estabelecem relações de diversas naturezas entre si, e essa é uma das características que definem a coesão da narrativa: nitidamente, há um bloco dos personagens principais (estes citados, essencialmente) e um bloco mais distante em termos de atenção do narrador, com tipos secundários. Este é um traço da narrativa em primeira pessoa que Ivan Petróvitch monta, e faz de Humilhados e Ofendidos uma obra com poucos personagens e relações claras entre eles (ao menos inicialmente), o que faz com que a leitura flua muito bem. Isso se alia a outra característica de coesão citada: o aspecto cinematográfico. Dostoiévski, quando saiu da prisão/exílio, montou com seu irmão Mikhail a revista O Tempo e nela ele publicou a obra em partes. Por isso, Humilhados e Ofendidos carrega consigo algumas nuances próprias do romance folhetinesco, como os capítulos curtos e com desfechos repletos de expectativa e turbulências, que trazem a sensação de que sempre há algo ocorrendo.

Importante detalhar melhor a edição da Editora 34, que dispensa apresentações em termos de estética e, principalmente, esmero literário, com tradução direto do russo feita pela professora da USP Fátima Bianchi. É preciso que se reconheça não só a tradução em si, que consegue transmitir toda aquela crueza que é inerente a Dostoiévski, mas principalmente pelo posfácio que a professora construiu. Sem se ater a detalhes acadêmicos ou mais eruditos, a tradutora ilustra bem toda a repercussão que o lançamento da obra causou, os problemas de saúde que Dostoiévski teve enquanto a escrevia, a influência de Humilhados e Ofendidos nos seus romances subsequentes, vários trechos de críticas da época sobre a obra, entre outras informações interessantes ao leitor comum, que valem muito a leitura.

Em Humilhados e Ofendidos, Dostoiévski retorna à cena literária em grande estilo. Trata-se de uma obra muito rica por ilustrar em suas linhas o quão triste e desolador na vida de alguém pode ser o preconceito, que é a fonte de todas as humilhações que os personagens sofrem. Seus caracteres são vitimados não por fraquezas próprias, mas por um mundo preconceituoso e material, que ainda persiste até os dias de hoje. A narrativa mostra que a desesperança pode tornar o rótulo "vítima da sociedade" válido sob este aspecto, e que merece atenção especial dessa mesma sociedade para que ele seja combatido.
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Rafael Stefano 06/06/2013

Gostei bastante do livro. É ágil, fácil de ler, e sempre tive medo de chegar na literatura russa com medo de ser complexa demais. Amei a forma como ele me fez amar e odiar as personagens ao mesmo tempo.
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Marcos 11/06/2020

Expiação do sofrimento
Narrado por um jovem romancista, Vanya (Ivan Petrovich), que acaba de lançar seu primeiro romance, que tem uma semelhança óbvia com o primeiro romance de Dostoiévski, Gente Pobre, consiste em duas linhas de enredo gradualmente convergentes. Um deles lida com a amiga íntima de Vanya e o antigo objeto de desejo, Natasha, que deixou sua família para morar com seu novo amante, Alyosha. Alyosha é o filho santo, mas tolo, do príncipe Valkovsky, que espera ganhar financeiramente casando Alyosha com uma herdeira, Katya. As maquinações cruéis de Valkovsky para acabar com Alyosha e Natasha fazem dele um dos "tipos predadores" mais memoráveis que Dostoiévski criou.

A outra trama se concentra em uma órfã de 13 anos, Nellie, que Vanya salva de uma casa abusiva ao levá-la para o apartamento dele, e cuja história da mãe falecida, de certa forma, é paralela à de Natasha.

A expiação do sofrimento é tema deste romance, com sua trama e personagens tragicamente emocionantes.
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Monique 20/04/2018

Primeiro livro de Dostoievski
Dostoievski tem supremacia em sua escrita, desenvolvimento de história, personagens e conclusões. Tenho certeza de que ele não deveria ter outra função, senão esta.
Ele tem aptidão para contar a história de cada personagem, envolvê-los numa trama, desenvolver suas historias e seus finais. Chega ser difícil pensar em uma unica palavra que o defina e o qualifique tão bem.
Já não é o primeiro livro que leio dele e sempre fico estarrecida e sem palavras com a sua desenvoltura, sua inteligência e racionalismo.
Humilhados e Ofendidos foi o primeiro livro a ser lançado por ele e já prova como o autor tem o domínio da história e de seu desenrolar sem rodeios, sem apresentar dificuldades no relato ou furos de história. Tudo é muito bem fechado.
Me emocionei no final da história, foi difícil de me conter e de não ter empatia com tal situação. As pessoas narradas nesta história são ofendidas pelo destino e humilhadas por suas condições.
Uma leitura suprema, agregando um conhecimento intelectual que nenhum autor contemporâneo é capaz de fornecer. Sem dúvida, Dostoievski é um clássico de mesma magnitude que Tolstoi, Chalamov, Tchekhov, Gogol, Bulgakov, entre outros altamente conceituados na Rússia.
Ele é o pai do Realismo.
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Viktorya Zalewski 05/06/2018

Humilhados e Ofendidos, de Fiódor Dostoiévski, me intrigou de muitas maneiras. Em primeiro lugar, é inevitável dizer: é um livro bastante romanesco. Há mocinhos, há o vilão, há cenas com um drama exagerado, especialmente para os dias de hoje, e alguns personagens sofrem de doenças causadas "pelos nervos ou por tristeza", originando cenas clássicas de livros do século XIX que nos cansam um pouco.

Mas não deixe isso te parar, pois há muitos pontos singulares na obra. E um deles, é claro, é a maestria do "psicólogo" Dostoiévski ao fazer personagens com sentimentos tão complexos e sinceros. É o caso dos pais Ikhmenev com sua filha, Natasha. De classe média, terão de enfrentar hierarquias e o orgulho social para manter o cuidado pela família.

Natasha e Alyosha, provavelmente, são os personagens mais interessantes do romance: nem heróis, nem vilões, mas pessoas com sentimentos confusos, que sofrem e fazem sofrer. No final, Natasha explica o porquê de amar Alyosha - uma descrição de sentimentos que eu achei de uma profunda complexidade. A personagem Helena também tem um desenvolvimento muito interessante.

E, com certeza, o maior tema do livro é o perdão. Quem já foi traído ou machucado, sabe como perdoar não é fácil. Dói muito. E ver os personagens nesse processo é muito lindo.
Por isso recomendo ao livro a quem ousa se deixar tocar e também consegue relevar alguns dramas exagerados. Para quem não se interessa pela complexidade humana dos sentimentos, sugiro a leitura de outra obra.
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pamypam 05/09/2020

Não entendi muito bem
Acho que um pouco mais de maturidade literária me faria bem com relação a esse livro. Mas, mesmo assim, foi incrível conhecer um pouco mais desse autor e me afeiçoar à Nelli.
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Matheus Cunha 17/04/2014

O Mestre.
Um final de matar!
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Carina 19/02/2014

A Complexidade das Classes
Humilhados e Ofendidos, talvez eu não consiga descrever o tanto que me identifico com esse livro e com os livros do Fiódor Dostoiévski. E mesmo depois de ler ele algumas vezes, sempre encontro mais alguma coisa, uma parte que passou despercebida e que quando leio novamente me surpreendo. Os livros dele são assim, tem sempre uma coisa nova nessa incrível literatura velha.
Fiódor é envolvente, faz com que a gente enxergue as duas faces da mesma moeda de um jeito que nenhum outro escritor faz. E é por causa disso que, para mim, ele foi e sempre será o melhor escritor que já existiu.

Numa narrativa atraente, o livro foi elaborado para os dois seguintes temas: "Orgulho x Perdão".

Um amor até que correspondido, mas de maneiras diferentes. Vânia (Ivan) queria Natacha como sua. Para ela, ele era um irmão. E é assim que ele se comporta durante todo o livro. Ela teve uma paixão pelo filho de um príncipe, um cabeça de vento, leviano. Uma fuga. Um pai humilhado pelo bestial príncipe e ofendido pela filha, que o abandonou. Uma mãe que chora. No meio dessa trama toda surge uma criança: Elena, mais conhecida como Nelli. Nelli, pobrezinha. Uma criança terrivelmente maltratada. Maltratada pelo infeliz destino que teve e que no decorrer do livro você descobre que ela está ligada a tudo e a todos. Nelli consegue fazer com que o pai de Natacha, Nikolai, perdoe sua filha quando ela foi deixada pelo filho do príncipe. E para conseguir fazer Nikolai perdoar sua filhinha, ela teve que vencer o seu próprio orgulho e contar a sua história de vida.
É uma história extremamente complexa, com diálogos inteligentes e envolventes, que te faz querer ler o livro de uma só vez.
Um livro para ser lido e relido.
Recomendo!

CGM
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Givaldo Júnior 13/12/2013

Uma Obra Prima
Simplesmente perfeito. Este foi o primeiro livro que me fez chorar. É simplesmente uma obra prima da literatura.
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Marcelo.Alencar 19/06/2020

Livro que te faz sentir
Não sei o que dizer: é só sentir! O livro é veia, coração! É tão grandioso que me vi em lágrimas!
Inesquecível!
Gratidão por Dostoiévski, é o que sinto agora!
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