The Little Prince

The Little Prince Antoine de Saint-Exupéry




Resenhas - The Little Prince


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Fran.Andrighetti 04/10/2016

The Little Prince - Antoine de Saint-Exupéry
First book I read in English! As I did a review of it in Portuguese, I will not repeat it.
I can say that the translation was very well made and no important detail was lost !!
It is and always will be my favorite book! I super recommend reading it.
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Isa 28/07/2017

The Little Prince
Eu já havia lido "o pequeno príncipe" na versão português, foi o primeiro livro que eu li na minha vida. Então minha amiga me emprestou a versão em inglês, e foi o primeiro livro que eu li completamente em inglês. Ótimo livro, embora houvesse palavras que eu não sabia o significado eu consegui compreender o contexto porque já tinha lido a obra várias e várias vezes durante anos. Recomendo bastante para quem está tentando começar a ler livros em inglês.
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Rev. Peterson 19/11/2014

Se tem uma coisa que adoro (e não sabia) é ser surpreendido por um livro clássico: digo, todo mundo já ouviu falar do Pequeno Príncipe. E quando a gente ouve falar demais em alguma coisa temos a impressão de saber muito sobre aquilo e, mesmo que eu não fosse capaz de fazer pra ninguém um resumo da obra, achava que já tinha uma noção do que me esperava. Mas não! A narrativa surpreendeu, e o que eu achava que era um prefácio acabou tornando-se silenciosa introdução. Well played, Exupéry, well played.

Que livro mais encantador! É muito, muito legal achei que fosse cheio de lições de moral (e, de certa forma, é), mas não é de forma alguma enfadonho ou bobo, mesmo nas partes mais melosas. No meio de sua fantasia descompromissada, de traços fofos das aquarelas às letras dá para se emocionar sem deixar de rir. Nem de pensar.

O primeiro detalhe que me surpreendeu foi a hostilidade (leve, claro) com os baobás. É que na pesquisa para o livro conheci as árvores e, devo dizer, são impressionantes! Tadinhas, seu Exupéry, por que tanta raiva em relação a elas? Saiba que no deserto (tudo bem, não cresce no deserto do Saara, mas mesmo assim) teriam sido fonte fácil de água para você. Teria sido uma ÓTIMA inserção na história mas não se pode ter tudo, não é?

Negócio legal do livro clássico também é que você fica procurando o tempo todo pelo momento famoso; é como saber que alguém vai tentar te assustar e você fica imaginando a cada esquina quando vai acontecer. Ou como ver Matrix e ficar esperando pela hora que Neo para as balas com a mão, ou ver Titanic e esperar pela hora E agora, qual é a cena mais icônica? De qualquer forma, o que foi legal de refletir foi justamente a relação entre o famoso momento do cativar (que foi mais longo do que eu imaginava) e a forma como vivemos em sociedade (em oposição, talvez, a em comunidade?).

Porque cativar é criar laços e outra coisa que a leitura de verdade desse livro me proporcionou é clareamento quanto a isso. Eu sempre fui um pouco ranzinza quanto a essa frase feita (tu és responsável por quem cativas, etc) ora, pensava eu, cativar é criar um afeto, mas eu também não sou culpado se alguém se afeiçoa a mim. Tira essa responsabilidade de mim! Tira!

Mas a verdade é que esse é um posicionamento ético consistente com um ser-no-mundo que vivencia a empatia; que percebe que vive necessariamente em conjunto com outros seres humanos tão merecedores de carinho e atenção quanto qualquer outro. Veja, a responsabilidade é algo grande ainda mais se for por alguém. Podemos não sentir dessa forma o tempo todo, mas às vezes podemos perceber isso (especialmente, e isso é triste, quando falhamos nessa responsabilidade). Então dá para ver o caminho que nós, avessos ao apego comunitário, trilhamos: eu não quero ser responsável por ninguém. Portanto, não posso concordar que essa criação de laços me faça responsável. Em último caso até evitamos a construção de laços; é mais fácil assim, que nem nos justificarmos teoricamente precisamos.

Temos sim responsabilidade. E isso dá medo. De certa forma podemos até ter pena dos personagens tão julgados pelo Pequeno Príncipe: todos à volta ou com a impossibilidade de criar laços ou com mecanismos para lidar com essa responsabilidade: o homem de negócios, o bêbado (e achei meio cruel zombar de um dependente químico dessa forma; não lhe ocorreu perguntar por que bebia? Foi a única parte que achei verdadeiramente triste, tanto na superfície do papel como por detrás dele), o rei, o vaidoso

E aí chegamos à política, afinal de contas: a criação dos laços nos dota de responsabilidades sim, mas deveríamos mesmo querer criar laços (ou nos sentir enlaçados) com mais de 200 milhões de pessoas? Não é essa se esses laços são a condição para uma virada cultural que nos faça sentir essa responsabilidade pelo rumo do país uma expectativa nada razoável? Derrida reclama que Rousseau prioriza a fala à escrita quando repete a hierarquia metafísica básica da nossa cosmologia ocidental, mas Rousseau tinha sim um pouco de razão ao dizer que de fato as comunidades menores é que são boas, rapaz quer dizer, não só ele: de Montesquieu a qualquer teórico anarquista vemos isso. Ademais, de que serve (para além da utilidade militar mesmo, coisa de gente grande, pra usar o linguajar do livro) nossa preocupação com a responsabilidade nacional se o máximo que isso acarreta é a influência que pessoas do Rio Grande do Sul exercem sobre outras, do Rio Grande do Norte, e vice-versa, sem nunca terem se falado, sem nunca terem se cativado? Não quer dizer que Derrida esteja errado em querer reabilitar e escritura, e o trabalho dele é essencial, mas Nesse ponto Rousseau não estava idealizando nada não. Estava era bem lúcido.

Por outro lado, essa pode ser só mais uma vontade de tirar de nós a responsabilidade já vemos isso ser feito tantas e tantas vezes, não é mesmo? Todas as vezes que nossos flagelos sociais são relegados à delegacia isso é posto em marcha: temos que prender, matar, execrar, etc. Somos um pouquinho esse Príncipe, essa figura da nobreza que, mesmo que tenha se arrependido depois (acontecerá isso frequentemente entre nós?) abandonou a Rosa por causa de seus defeitos; que julgou aqueles que não estavam prontos para os laços, sem querer se envolver muito com eles, e foi embora. Só se quer ter responsabilidade com quem não precisa de cuidado: deseja-se que sobre só gente que mereça ser cativado, sem se importar (de novo, tira essa responsabilidade de mim!) com toda a conjuntura estrutural que leva a desigualdades, injustiças, etc. Mas, por outro lado, qual é o limite? Temos que nos deixar cativar só pelos brasileiros, ou pelo mundo todo? Ou só mesmo por aqueles próximos de nós (que é o que dá pra fazer), e o resto que se exploda, de modo que se todo mundo se tornasse esse Príncipe da noite para o dia mesmo assim não alcançaríamos a paz na Terra? A atitude adulta, ao invés de própria de um infante de classes privilegiadas, não seria assumir a responsabilidade de combater a injustiça e o sofrimento, especialmente o estrutural, onde quer que ele se encontre, ao invés de tornar-se responsável apenas por aquilo que se cativa?

Ou não?

Outras coisinhas:

Me preocupa um pouco uma certa preocupação com o ser único. O autor-narrador vai ser o único que terá estrelas que sabem rir. Mas se ele não fosse o único, isso mudaria de alguma maneira o que ele sentiria? Digo, se houvesse outro sentindo essa conexão também, com outras estrelas? Cada um tem que ter a sua relação única com algo especial, pelo que entendi; mas compartilhar essa fonte de felicidade não é possível, ou ela só existe enquanto há exclusividade?

Aquele rei pode ser visto sob a ótica da antropologia anarquista de Graeber / ou dos trabalhos de Pierre Clastres e, ao mesmo tempo, de um aforismo muito bom de Nietzsche, o número 124 do livro Aurora. O cara manda, manda, manda, mas não pode ser obedecido porque não tem, é claro, um aparelho coercitivo para fazer valer suas decisões. Aliás, é bom mesmo que o Príncipe não tenha dado muita bola para ele, porque toda essa conversinha de que o Rei tem direito de mandar porque manda com sabedoria, porque não exige de ninguém mais do que a pessoa pode dar, etc, é uma bela de uma bosta. Ah, e quanto a Nietzsche, aqui vai o que ele tinha a dizer:

"O que é querer? - Rimos daquele que saiu de seu aposento no minuto em que o Sol deixa o dele, e diz: Eu quero que o Sol se ponha; e daquele que não pode parar uma roda e diz: Eu quero que ela rode; e daquele que no ringue de luta é derrubado, e diz: Estou aqui deitado, mas eu quero estar aqui deitado!. No entanto, apesar de toda a risada, agimos de maneira diferente de algum desses três, quando usamos a expressão eu quero?"

Em suma, é um livro super recomendado. Não deixe de ler achando que é uma história manjada ou infantil. É mais complexa do que parece ainda que seja, talvez, por sua simplicidade que ela tanto nos cative.

site: http://pormaisuma.com/2014/09/existe-ainda-algo-de-novo-para-dizer-sobre-o-pequeno-principe/
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Fabio Michelete 23/09/2011

Cativante - delicado
Muito bom. Faz a gente sair da realidade. O mundo do pequeno príncipe é singelo, e o livro é delicioso, pois transporta o leitor para um mundo simples, em que só os sentimentos são importantes.

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Wenders0n 30/03/2019

Conseguiu superar as minhas expectativas.
O livro vai falar, muito levemente, até sobre um relacionamento abussivo. A visita dele aos outros planetas foi sencional. Incrível como autor descreveu esteriótipos humanos e até fez uma critica apenas com fantasia. Essa é uma obra que merece ser lida e que se pode tirar bastantes aprendizados com ela.
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Lui 21/07/2012

Versão em Inglês
The little Prince, versão de bolso, capa dura e páginas douradas.
Uma fascinante e conhecida história.
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Bah 12/05/2011

Que livro maravilhoso!
Eu já tinha ouvido falar muito deste livro, mas nunca havia lido.
Surgiu a oportunidade, então, e li.

O livro é incrível, nos mostra como não devemos nunca deixar de ser crianças e nos mostra o que realmente importa. Em uma visão linda e inocente, o livro nos mostra como é o mundo adulto.

Amei, vale a pena ler e reler. :)
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Dani | @aliteratar 05/09/2018

Gostei!
O livro tem uma histórica bacana e a leitura em inglês é bem fácil e cativante. Foi minha primeira experiência nessa língua e gostei de conhecer esse grande clássico da literatura!
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Cílio Lindemberg 31/12/2016

The Little Prince and the grown-ups' lives
When I got to read this literary work today, on December 31st, 2016, I was already aware it contains life lessons most people, meaning adults, usually ignore. Oh, dear! How can we forget so simple concepts we learned as kids? How wonderfully applied such concepts would be if only we used our hearts as often as we are used to use our eyes! Reading The Little Prince for the first time, at the age of 23, has made me think: what a wonderful piece of literary work the author has left to the world when we were so in need of peace - during the World War II. How I hope the world to awake for what is truly important to live. How I want those, whose decisions often define and determine our lives, to realize the time they have been losing in the pursuit of useless things and emptiness for the soul. Dear grown-ups, why hast thou loseth the child in your later dreams? Now, what a damn curse you got yourself into, and what a damn time you will lose not meeting the awareness you need to live...
From this book, I have learned and revised some of the life lessons I have already been exposed to, thank God. Taking into account what this book regards, once again, now through a different, accurate viewpoint, I happen to (re)agree with the idea that even when previously warned by the one's wisdom, being this one based on true experiences, people still go for what they consider right, even though they end up finding they were only being fooled by themselves...
A next account on this book is to be written when I get to read its Portuguese version. :)
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Gabriel 24/05/2014

Sinceramente, pelos comentários elogiosos que todos parecem ter a respeito desse livro, criei um expectativa em cima dele, mas ao termino da leitura não achei nada de mais. As metáforas me pareceram tão superficiais... A escrita é bonitinha e os momentos líricos são lindos, mas no fim das contas não mexeu comigo. Já vi as mensagens desse livro desenvolvidas de maneira bem mais eficiente em outros livros infantis, como o Jardim Secreto, por exemplo, esse sim uma obra-prima.
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Dreh 31/03/2018

Li a versão em inglês recentemente, já que a versão em português eu tinha lido quando era mais nova. E é impressionante o quanto nossa percepção da história muda conforme nós amadurecemos.

Quando li a primeira vez, tudo não passou de uma história de criança, mas depois que li a última vez parece que o significado de cada frase se torna algo importante demais para ser deixado de lado. Eu indico que todos leiam com um novo amadurecimento e perceba que não se trata apenas de uma história infantil, é uma lição para que deixemos de ter uma visão tão focada e possamos ampliá-la e perceber o mundo ao nosso redor. O quão belo e mágico pode ser as coisas mais simples da natureza. Uma bela e pura amizade.

Acho que não preciso falar nada deste livro, já que a grande maioria já deve ter lido pelo menos uma vez na vida. Mesmo que, assim como eu, não tenha captado toda a essência de primeira, deve entender um pouco da história.

“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.”
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Mari Rozario 31/05/2012

A book for those who look for beautiful words!
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Jules 04/03/2012

Best Quotation
" And the little prince said to the man: 'Grownups never understand anything for themselves, and it is tiresome for children to be always explaing things to them. "
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Lohanne.Santos 03/09/2016

O pequeno Principe

Sinopse: Publicado há mais de setenta anos, O pequeno príncipe é o segundo livro mais lido do mundo - perde apenas para a Bíblia! Traduzido em praticamente todas as línguas, foi escrito pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, que, além de escritor, foi um aviador apaixonado pelos céus, num tempo em que aviões não passavam de engenhocas e pilotar era uma espécie de hobby de gente rica ou trabalho perigoso demais. Antoine trabalhou para a primeira empresa a entregar correspondência por via aérea, a Aéropostale, e viveu grandes aventuras nos quatro cantos do globo: passou até pelo Brasil, onde ficou por quase três anos implantando novas escalas e ganhou o apelido de “Zé Perri”. Essas experiências marcaram as suas obras - inclusive O pequeno príncipe.
É por isso que, nesta edição, depois de ler a história do piloto que encontra um menino de cachos dourados no deserto do Saara, o leitor é convidado a fazer um mergulho na vida do autor e nos detalhes e curiosidades que envolvem a obra, em um posfácio recheado de fotos inéditas e informações imprescindíveis.

A Trama: É difícil imaginar que alguém pode não ter ouvido falar desse livro. Mas, se você por um acaso não conhece, por favor, conserte isso o mais rápido possível (comece lendo a resenha até o fim, haha). A história do piloto que se perde no deserto do Saara e lá encontra um principezinho com o coração mais puro do mundo é, na minha humilde opinião, um dos maiores e melhores clássicos que já existiu.
Li esse livro, pela primeira vez, com 11 ou 12 anos. Naquela época, não entendi muito bem o que as pessoas viam de tão extraordinário nessa história maluca e fantasiosa. Na segunda leitura, achei alguns quotes interessantes. Foi apenas alguns anos depois que eu tive olhos para ver o invisível. E então me apaixonei.
Realmente, não sei quantas vezes o reli, mas foram muitas. E a cada releitura, consigo encontrar mais uma lição de vida escondida nessa maluquice toda.


"O Pequeno Príncipe vai iluminar as crianças com uma luz indireta. Vai atingi-las, penetrá-las no mais secreto de si mesmas e permanecer nelas como uma luzinha que se revelará quando forem capazes de compreender." - Pamela Travers, autora de Mary Poppins.


O Posfácio: O grande diferencial dessa edição da Companhia das Letrinhas está no posfácio escrito por Mônica Cristina Corrêa, recheado de fotos e curiosidades sobre o autor. E que posfácio... Mônica fez um lindo trabalho.
Apesar de ter lido e relido diversas vezes sua obra, tenho vergonha em admitir que conhecia muito pouco da história do próprio Saint-Exupéry. E lendo-a, me senti como lendo um livro a parte. Que homem extraordinário!
Tem tanto da vida do autor no livro... Foi como se só depois de conhecer sua história eu tivesse realmente compreendido O Pequeno Príncipe - apesar de saber que nunca o decifrarei completamente.


"Perdido no espaço, não sabendo quais luzes eram as da Terra, teve de escolher entre os planetas e errou o seu..." - Léon Werth, amigo de Saint-Exupéry, para quem ele dedica O Pequeno Príncipe, sobre a morte do autor.

Capa, Diagramação e Escrita: O que dizer dessa edição maravilhosa? A capa dura, por si só, já me ganharia... Mas a editora se superou. As fotos do posfácio, os desenhos originais do autor, a folha mais grossa... Foi tudo feito com um capricho sem tamanho, resultando em uma edição perfeita.
Talvez, o que eu mudaria, seria a tradução. Foi bastante estranho ler frases tão características do livro escritas de maneira diferente. Mas, até isso foi justificado - buscou-se ser o mais fiel possível ao texto original do autor. Então, apesar de ainda estranhar, acabei compreendendo a razão disso.


Você se torna responsável para sempre pelo que cativou.
Concluindo: Esse livro é uma experiência mágica. Não encontro forma de descrever uma história que consegue ser tão simples e tão complexa ao mesmo tempo. Que consegue esconder segredos que parecem nos saltar aos olhos exatamente quando precisamos. E quantos segredos ela guarda...
Se você ainda não leu O Pequeno Príncipe, leia. Eu entendo e respeito quem não gosta do livro, apesar de não entender completamente. Mas não dou desconto nenhum para quem não o leu. É leitura obrigatória, ponto final. E para a maioria das pessoas, ele será aquele tipo de livro do qual você nunca esquece e guarda com carinho em um lugar muito especial do seu coração.


O corpo perece, o essencial não.

Quotes:
[...] se você me cativar, precisaremos um do outro. Você será para mim único no mundo. Eu serei para você única no mundo.
Eu parecerei estar morto e não será verdade...


site: http://www.fomedelivros.com/2016/04/resenha-o-pequeno-principe.html?m=1
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Rachel 25/11/2009

*-*
Foi meio trabalhoso de ler, pelo fato de ter que traduzir...Mas gotei muito, e concordo com todos: É um livro lindo.
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