Noite de Tempestade

Noite de Tempestade John Sandford




Resenhas - Noite de Tempestade


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Biblioteca Álvaro Guerra 12/12/2019

O investigador Virgil Flowers recebe uma ligação do chefe sobre um corpo encontrado , o que parece ser mais uma vítima de uma série de assassinatos.

Empreste esse livro na biblioteca pública.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788580411379
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Vanessa 27/09/2017

Achei o livro um pouco confuso na trama mas mesmo assim, não foi um dos seus melhores trabalhos.
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Saynne 16/05/2017

Este livro é um pouco melhor que o livro 1 da série do detetive Virgil Flowers- A Sombra da Lua, pois o autor melhora um pouco a linguagem (jargões masculinos), mas a trama é fraca.
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Rodrigo 16/12/2015

Bom
Pra quem gosta do tema "policial" é bom, interessante os momentos de ação, o autor consegue te prender e te inserir dentro da história...
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Gabi 25/04/2014

Muito bom!
A Guerra do Vietnã é até hoje uma ferida que não cicatrizou totalmente para os americanos. É considerado a maior derrota militar e moral, isso contra um inimigo não muito bem definido, com um poderio militar muito inferior. Os vietcongues, como eram chamados os soldados vietnamitas representaram em combate algo próximo do que os japoneses representaram durante a Segunda Guerra. Lutaram em seu próprio território, que conheciam bem, e com um propósito mais bem definido que foi principalmente defender o país de um invasor externo, mais do que isso eram combatentes destemidos e obstinados. Ao contrário dos americanos, que lutavam contra a expansão comunista, muitos soldados talvez nem entendessem bem a finalidade dessa guerra, muitos sabiam que o comunismo era um inimigo a ser combatido, mas não sabiam exatamente quem ou como era esse inimigo. O uso de armas não convencionais pelos Estados Unidos parecia ter uma justificativa similar à que foi usada quando bombardearam Hiroshima e Nagasaki no final da Segunda Guerra, infligir um grande número de baixas, mesmo entre a população civil para humilhar o inimigo, instaurar medo e pânico e tentar vencer a guerra. Dessa vez não deu certo.

A guerra inaugurou também o movimento de manifestações contrárias à guerra. Até então, aparentemente, os Estados Unidos só haviam entrado em guerras supostamente justas, se é que se pode chamar uma guerra de justa, mas pelo menos tinham o apoio da maioria da população. De repente as famílias passaram a questionar a finalidade de estarem enviando os filhos para lutar. E motivos não faltaram para manifestações, principalmente com a exploração pela imprensa das imagens dos soldados mortos ou mutilados que eram trazidos de volta.

Em toda guerra ocorrem vários tipos de atrocidades, mas as que ocorreram no Vietnã parecem ter sido mais bem documentadas, com filmes, fotos, documentários, e foram talvez as mais exploradas pela mídia contrária à guerra. O veterano de guerra que lutou no Vietnã, no caso o americano, também parece ser o soldado mais traumatizado, com inúmeros exemplos em livros, filmes e principalmente na vida real mostrando as consequências psicológicas devastadoras que ocorreram nos soldados. Isso por conta de uma guerra travada em um lugar inóspito e contra um inimigo que sabia técnicas de combate e guerrilha superiores. Mas mesmo isso não foi o suficiente para evitar os massacres que ocorreram em alguns vilarejos vietnamitas. O caso mais famoso é o da aldeia de Mi Lai onde quase todos os camponeses do vilarejo, homens, mulheres, idosos e crianças, foram assassinados, aparentemente pelo fato de alguns soldados terem perdido a sanidade.

O tema da guerra é um dos mais explorados em livros, filmes, documentários, música, monumentos, etc. Talvez não haja outra guerra no mundo tão largamente explorada como a guerra do Vietnã, talvez mais do que a Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Só em filmes temos "Apocalipse Now", "Bom Dia Vietnã", "Platoon", "Nascido para Matar" e muitos outros.

Virgil Flowers, investigador do Departamento de Detenção Crimonal de Minnesota, pode ser considerado uma espécie de Myron Bolitar. Claro que temos algumas diferenças, não temos Win, Esperanza, nem Mickey, nem o famoso achocolatado, mas de resto temos tudo, principalmente o humor, o mesmo humor sarcástico de alguém que se considera o tal. Não dá pra dizer que temos mais do mesmo como muitos poderiam pensar, mas um mais do mesmo diferente e bem bacana. No tema investigação temos Myron Bolitar, Alex Cross, D. D. Warren e agora Virgil Flowers em seu segundo livro. São variações de um mesmo tema, mas cada um com sua particularidade. Virgil, apesar de estarmos comparando com Myron é mais parecido com Win em relação às mulheres, é bem mais mulherengo que Myron, algo que sem ele saber pode até atrapalhar suas investigações, embora ele não sinta muito remorso ou arrependimento por isso. Seus casos vão desde ex-esposas, colegas de trabalho, e outras que aparecerem. Mas Virgil é muito perspicaz e consegue se safar de várias situações difíceis, e não são poucas.

Ele não lutou no Vietnã, mas precisa descobrir qualquer coisa relacionada com rituais da guerra, como o fato de se colocar um limão na boca de um condenado antes de sua execução. É desse modo que a polícia encontra alguns homens assassinados, com um limão na boca e ao lado de um monumento de guerra. A missão de Virgil será desvendar esses crimes, contando com a ajuda de um professor universitário e sua filha, com quem Virgil, é claro, acaba se envolvendo. A narrativa dessa vez parece mais tranquila, o autor tenta deixar bem explicada a trama, o método dos assassinos, o temor dar vítimas, a investigação de Virgil, são vários personagens e lugares, um pouco da história da guerra. Dá pra perceber a dificuldade de Virgil em descobrir algo de concreto, mas aos poucos ele vai percebendo seus erros e com a ajuda de muitos e muitos colegas põe em prática um plano para desvendar o caso.

Há muitas referências e citações, de bandas de rock a músicas, lugares e pessoas, pescaria, que é um hobby de Virgil, são muitos personagens e tudo com muito humor. Para se ter uma idéia até o nome de um colega de Virgil é digno de comentário, trata-se de Del Capslock, o nome mais informático que já apareceu em uma resenha. A trama se passa em várias cidades do estado de Minnesota, parece que quando o autor descreve um local imaginamos uma cidade americana pequena e interiorana, mas não com aquele jeito de cidade atrasada que geralmente se imagina a respeito de cidades americanas desconhecidas. Virgil Flowers já teve o livro "A Sombra da Lua" resenhado em nosso blog, e provavelmente terá mais. Como sempre, é um tipo de leitura para entreter, um tipo de leitura agradável, e muito divertida. Temos suspense, não importa se o herói vai sobreviver, sabemos que sim, o que importa é como ele vai sobreviver. Temos o mistério, quem é, ou quem são os culpados, quem matou ou quem vai morrer, e por mais que tenhamos idéia de como tudo vai acabar, há os desfechos improváveis e surpreendentes. Enquanto nossos autores tiverem imaginação, vamos tentar acompanhá-los com as resenhas de nossos detetives e investigadores preferidos.

site: http://ilusoesnoturnas.blogspot.com.br/2014/04/resenha-noite-de-tempestade-john.html
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j_almansa 08/04/2014

Muito ruim, não surpreende nunca.
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Carolina DC 29/03/2014

"Noite de Tempestade" é o segundo livro da série Virgil Flowers. O interessante dessa série é que o leitor não precisa ler os livros na ordem, pois as histórias são independentes e alguns detalhes (como a biografia do Virgil) são contados novamente no livro seguinte.
A ideia do enredo de "Noite de Tempestade" é ótima, pois liga crimes onde as vítimas são encontradas com um limão na boca e em frente à monumentos de soldados à um passado sombrio de um grupo de determinadas pessoas que inicialmente parecem não ter relação. Infelizmente a ideia poderia ter sido melhor desenvolvida.
A história se passa em Stillubter, Minnesota e é narrada em terceira pessoa, com capítulos rápidos e dinâmicos. Como no livro anterior, o leitor tem a visão da investigação, mas também do criminoso.
A primeira vítima, Chuck Utecht, foi assassinada em New Ulm. A partir das impressões preliminares levanta-se a possibilidade do atirador ser profissional. Utecht, Sanderson, Bunton, Wigge. O que esse grupo de homens poderia ter em comum.
Um dos pontos interessantes do livro é que o leitor conhece um pouco mais a vida pessoal do Virgil: temos uma breve apresentação dos seus pais e de sua segunda ex-esposa Janey Small.
O livro também desenvolve um pouco mais a história da equipe com quem Virgil trabalha: Shake, Jenkins e seu chefe Lucas Davenport, além de apresentar o chefe de polícia de Stillwater Tom matson, Darry Cunnigham, o subxerife do condado de Washington e Jim Brand, principal assistente do xerife... e uma certa repórter espertinha Daisy Jones.
Com diálogos inteligentes e sarcásticos, uma postura próxima um pouco machista, suas camisetas de bandas antigas e muitos erros e acertos, Virgil comanda mais uma investigação importante, que traz revelações impensáveis.
Como o livro anterior o leitor tem a impressão de que as investigações são no estilo menos regradas, dando a impressão de que o protagonista é um pouco caubói e cria as suas próprias regras.
Uma história interessante, com personagens intrigantes e um final inesperado.
Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um ótimo trabalho. Foram encontrados uns dois errinhos de digitação, mas nada que interferisse na leitura. A capa não é muito atrativa.

"Quando os vietnamitas executam um prisioneiro... um prisioneiro político ou mesmo um assassino... eles o sufocam enfiando um limão na boca. Prendem com uma fita adesiva. Isso impede que eles falem enquanto estão andando até o paredão". (p. 47)
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Giselle 02/03/2014

Esse é o segundo livro da série Virgil Flowers. Achei melhor do que o primeiro, A Sombra da Lua. No primeiro livro, não gostei do protagonista. Nesse livro já é possível simpatizar mais com ele e até mesmo com os outros personagens.

Virgil Flowers é investigador do Departamento de Detenção Criminal e sempre recebe os casos mais complicados. O caso do momento é o que aparenta ser uma série de assassinatos envolvendo veteranos de guerras. A história é interessante, mas é irritante ver um investigador tão competente perdendo pistas óbvias.

Apesar de já ter descoberto já no início o motivo dos crimes e ter quase certeza de quem era o assassino é um livro envolvente, quando você começa é difícil parar de ler.
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Felipe Miranda 10/01/2014

Noite de Tempestade - John Sandford por Oh My Dog estol com Bigods
O caso atual de Virgil Flowers começa quando Chuck Utecht aparece morto e mutilado com um limão na boca em um monumento aos veteranos de guerra locais. Quando outros crimes aparecem levando a mesma linha de "limões e monumentos" , algo parece se conectar. Um a um, os assassinos perseguem as vítimas em busca de nomes, são seis ao todo, eles torturarão até descobrir o nome de todos que precisam ser mortos. Virgil, precisa ser mais rápido e descobrir qual a ligação entre as vítimas, impedir suas mortes e descobrir qual o motivo dos crimes.

Sabe aquele momento em que não posso contar mais nada além do que a própria sinopse? Tudo está relacionado a um crime ocorrido em 1975 no Vietnã, na época da guerra. Um esquema perigoso antes da queda de Saigon. Pessoas inocentes foram mortas. Crianças. Mulheres estupradas. É tão complexo que envolve agências de inteligência americana, tramas da al-Qaeda, vietnamitas e até a CIA.

Admito que me vi perdido na leitura em alguns momentos, a minha ressaca de livros policiais me fez perder o ritmo para acompanhar, são tantos personagens e coisas acontecendo ao mesmo tempo que foi necessário um pouco de calma para me situar, os capítulos curtos deixam a leitura frenética algo que sempre me agradou. Virgil Flowers continua o mesmo de "A sombra da lua", com suas camisas de banda que transmitem seu humor, suas botas de cowboy e seu charme para levar mulheres para cama.

Eu torci por um final feliz no último livro mas não deu. Flowers se envolverá com Mai Sinclair, uma dançarina filha de Mead, um professor ativista de esquerda que será tão misterioso durante a leitura que foi difícil formar opinião sobre suas atitudes. Mai foi a grande surpresa de toda a trama, leiam e surpreendam-se. Já me familiarizei com a equipe do Virgil, Lucas Davenport, seu chefe, e Sandy, são carismáticos e ganham força durante o enredo. Ainda prefiro o primeiro romance policial de Sandorfd, mas esse valeu a pena ser lido.

site: http://www.ohmydogestolcombigods.com/2013/05/resenha-noite-de-tempestade-john.html
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Milla 18/09/2013

Confesso que não gostei muito do livro A sombra da lua: a história não fluía nem prendia, embora a trama fosse bem elaborada. Vejam só, o protagonista dessa série é o Virgil Flowers, um policial do DDC, que usa camisas de bandas e botas de cowboy, ou seja, foge completamente do esperado.

O protagonista não mudou. O autor não mudou. Mas eu mudei: Já comecei o segundo livro familiarizada com o cara e aproveitei bem melhor a leitura.

Alguns homens de terceira idade começam a ser assassinados e seus corpos são deixados, com um limão na boca, em monumentos à veteranos de guerra. Virgil Flowers é chamado para investigar essas mortes e encontrar algum ponto em comum entre elas.

Mas algumas coisas estão confusas, afinal, nem todos os assassinados são veteranos, um estranho professor de universidade e sua filha sedutora surgem no meio da história e o levam até dois canadenses que parecem vietnamitas, aliás, o que significam os limões da boca das vítimas?

Paralelamente, vemos o Sentinela e o Atirador executando os crimes e torturando suas vítimas para descobrir mais um nome...

Suspense do começo ao fim e me prendeu loucamente. Sim, o autor continua entrecortando os capítulos. No primeiro, isso me incomodou porque parecia que ele queria forçar o suspense, mas agora ele conseguiu enfatizar o suspense com aquelas pausas dramáticas.

Aliás, estou falando muito no primeiro livro porque, para mim, tê-lo lido influenciou diretamente no meu modo de encarar este, mas esta é uma série independente.

O autor também preservou o humor maravilhoso do Virgil e na escrita, o que quebra a tensão do livro. E o cara machista, que tinha conquistado minha antipatia à primeira vista, conseguiu me conquistar com seu jeitão. Aliás, nesse livro ele tá menos machista, tá mais filosófico (risos). Já falei antes e ressalto agora que o John Sandford não vai muito longe do possível, suas tramas são perfeitamente convincentes.

O Virgil Flowers é um bom personagem, aliás, inteligente, pouco carismático (moço, você é machista), mas não é nenhum gênio, ele é bem humano e acho que foi essa percepção que me fez gostar mais dele. Ele é limitado, passível de equívocos e atrasos, tira conclusões erradas e precisa dormir.


Recomendo muito esse livro. E, se vocês ficarem curiosos, deem uma visitada na minha opinião sobre A sombra da lua.

site: www.amorporclassico.com
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claudioschamis 15/05/2013

Ainda não foi dessa vez que o autor, John Sandford e seu protagonista, o investigador do Departamento de Detenção Criminal de Minnesota, Virgil Flowers - que nomezinho também - me conquistaram.

Não aconteceu ainda aquele "click", aquela química que o leitor sempre espera. Poderia acontecer ao longo da história, mas não, não em "Noite de Tempestade".

Às vezes o protagonista se transforma, mostra carisma, se liga em você de alguma forma, mas não foi o caso. Infelizmente.

A história é até um pouco esquisita, um assassinato em que a vítima foi deixada com um limão na boca em um memorial de veteranos de guerra. Num primeiro momento parece um ato de um serial killer, mas logo o investigador descobre que pelotões vietnamitas usavam essa técnica do limão. A partir daí a história se desenvolve e vira uma trama internacional. São muitos personagens que podem atrapalhar um pouco o leitor em fazer as conexões.
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