A Revolução dos Bichos

A Revolução dos Bichos George Orwell


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Resenhas - A Revolução dos Bichos


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felipe 15/12/2018

11.2018

Premissa - 5
Personagens - 4
Andamento - 4
Escrita - 5
Final - 4
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Vic 14/12/2018

Nossa que livro
Estava me sentindo absurdamente injustiçada por ainda não ter lido este livro clássico, minha memoria é nebulosa quanto ao contexto da revolução russa. Mesmo, alguém como eu que não saiba de có e salteado é perfeito a sagada da sátira de George Orwell, definitivamente entrará na lista de favoritos e prentendo comprar o fisico o mais rapido possivel.
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Caroline.Rota 12/12/2018

Simplesmente uma metáfora perfeita
É uma metáfora não só do que aconteceu no passado mas do que pode acontecer ainda é acontece. Todos deveriam ler, pois mesmo os mais novos têm capacidade de entender a história e o sentido dela na vida real
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Marco.Escobar 07/12/2018

Genial!
A fábula é fabulosa. Trocadilho ruim, talvez pensado por alguma das ovelhas da história... toda a metáfora me fez pensar em política, identificando personagens que parecem ter sido escritos para o Brasil de hoje e sempre. Leitura rápida (o livro é curto), intensa e reflexiva. Altamente recomendável.
E não ligue se ao final você sentir ainda mais raiva das condições em que o país se encontra. Faz parte do encantamento.
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Thonga 06/12/2018

Que delicia de livro!
só vim aqui para resumi-lo em uma frase: uma alegoria política que parece ter sido escrita por Douglas Adams ??
Thonga 06/12/2018minha estante
(estas duas interrogações foram smiles que não apareceram -_-')




Gabs 29/11/2018

[...] já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco.
Em "A Revolução dos Bichos", George Orwell faz uma crítica, através de fábula, à política stalinista e ao totalitarismo em geral.

A história começa com os animais da Granja do Solar insatisfeitos com a realidade de submissão e escassez em que vivem, quando Major, um porco ancião, reúne os animais para fazer um discurso inspirador sobre um futuro onde os animais viveriam em igualdade, sem a exploração de humanos.

Um tempo depois, sob o comando de porcos jovens, os animais dão inicio a rebelião e expulsam os humanos da fazenda. É criado o slogan “Quatro pernas bom, duas pernas ruim!” e os Sete Mandamentos, garantindo a ordem e fraternidade entre os bichos. Nesse momento, todos comemoram felizes e satisfeitos a liberdade, enfim, chegada.

Dois porcos, Napoleão e Bola-de-Neve, assumem o poder por se autodenominarem mais inteligentes que os outros animais e eles concordam, convencidos de seus discursos de continuar promovendo a equidade na Granja dos Bichos. Porém, ao longo da leitura, é perceptível que neste novo regime chamado Animalismo "todos os bichos são iguais, mas alguns bichos são mais iguais que os outros."

“O que o romance na verdade nos diz, com seus amenos empréstimos de Swift e Voltaire, é que aqueles que renunciam à liberdade em troca de promessas de segurança, acabarão sem uma nem outra. Essa é a lição que transcende o momento em que foi inscrita.”
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Welton 26/11/2018

Maravilhoso
O livro permite diversas interpretações a cerca da história, desde a mais rasa, até a mais complexa.
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Kalyenne Antero 22/11/2018

George Orwell revolucionou meu coração
Foi a primeira vez que li algo do George Orwell e que grata surpresa começar pela Revolução dos Bichos. Indicado por uma amiga, resolvi embarcar nessa leitura. Que é rápida, relativamente fácil, já que é contada no ponto de vista de uma fábula.

Trata-se de um livro que fala sobre restrição de liberdade e governos autoritários. Uma crítica a todo e qualquer sistema/regime autoritário.

Vale muito a pena. De verdade. Nos permite fazer conexões com o passado histórico vivenciado na Revolução Russa, no comportamento dos animais (que em determinado momento, nos confunde com os humanos), a criação do Animalismo...

Alguns personagens deixaram marcas em mim, entre eles, Sansão. Acho só que gostaria de ter visto o lado do Bola-de-neve, não só a imagem dele criada por Napoleão.
É isso. Se tornou um dos meus livros favoritos da vida!
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joana 22/11/2018

Leitura obrigatória
A revolução dos bichos é bem mais do que uma sátira sobre animais.
Cansados da exploração dos homens, os animais se revoltam querendo uma " sociedade" com igualdade. Quatro patas e nunca duas patas. O que começa por ser uma ideia genial e com bom intuito, afinal todos devem ser iguais, mostra as fragilidades de sistemas. Uma crítica aos ideais comunistas que tem mostrado na sociedades que nunca resultam. Há sempre os priviligiados e aqueles que lutaram mas terminam em outra ditatura.
Importante reflexão para quem não conhece política e fala sem saber o que está acontecendo no mundo em países de direita e de esquerda.
Onde existe desejo, vai haver injustiça
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Ana Beatriz Rosa Alves 19/11/2018

Tudo começa em uma fazenda que fica aonde judas perdeu as botas, lá residem Jones com sua mulher, seus funcionários ociosos e os animais que são o centro da história. Esses, vendo a má condição em que seu ?dono? humano os fazia viver, resolvem fazer uma revolução e expulsar todas as pessoas da fazenda para poderem viver livremente sem a opressão do ser humano.
Tudo está indo às mil maravilhas, até que percebem que os planos começam a divergir do que havia sido previsto, levando os animais a viverem a ditadura mais horripilante que pode acontecer: a ditadura de quem antes era o oprimido.
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Fefa 19/11/2018

Enquanto o sr. Jones, dono da Granja do Solar, começava a se entregar ao alcoolismo, abandonando as atividades na fazenda, os bichos que lá viviam discutiam secretamente como se libertar do domínio opressor do homem, que só lhes causava uma vida miserável. A negligência frequente do fazendeiro e seus peões foi a gota d'água para o início de uma rebelião que terminou exitosa para os animais, novos proprietários do local.

❝O Homem é o nosso verdadeiro e único inimigo. Retire-se da cena o Homem e a causa principal da fome e da sobrecarga de trabalho desaparecerá para sempre.

Esse enredo poderia não passar de uma simples fábula se George Orwell não a tivesse escrito, ao final de 1943, como uma sátira política escancarada da Revolução Russa, o que deixou muita gente incomodada na época, já que a obra foi considerada inconveniente para o momento e quase não foi publicada.

Eis os fatos: com a aliança entre Inglaterra e URSS na Segunda Guerra Mundial, os ânimos intelectuais para silenciar críticas contra os aliados era pujante. Orwell sofreu, então, com uma espécie de censura literária por retratar de forma tão específica e "debochada" eventos, atributos e ícones do regime de Stálin.

O que Orwell pretendia, contudo, era romper o mito soviético sobre o movimento socialista. Para ele, a propaganda totalitária era responsável por encobrir os fatos, controlando a opinião pública através de mentiras e desinformação. Ou seja, o regime dos sovietes não chegou nem perto do verdadeiro socialismo, tendo como características práticas puramente tiranas.

Assim aconteceu na Granja do Solar, que tendo toda criatura humana expulsa de sua terra passou a se chamar Granja dos Bichos. Como os animais mais inteligentes da fazenda, os porcos acabaram se nomeando os líderes e pouco a pouco foram se permitindo desfrutar de uma série de privilégios que foram os igualando cada vez mais ao antigo opressor.

Dessa forma, enquanto era instalada uma ditadura disfarçada, os ideais de coletividade e cooperativismo como busca da liberdade e dignidade dos bichos se tornavam cada vez mais inalcançáveis, dando lugar a um regime de medo, violência, escassez, escravidão e fake news.

Qualquer semelhança com a realidade, portanto, não foi mera coincidência.
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Mauricio.Goncalves 16/11/2018

Simplesmente Genial
O Livro retrata a mais crua busca pelo poder e como funciona a incessável busca por sua perpetuação. O leitor irá encontrar analogias relativas à doutrinação, ideologia, militância, notícias falsas, propaganda do governo, controle de opinião e tudo mais que seja necessário para que o resultado final das mentes sórdidas no comando se realizem. O leitor irá relacionar diversos acontecimentos à situações reais e atuais do cenário político, não sendo necessário o conhecimento prévio do período histórico a qual se passa e faz alusão, o que torna a obra atemporal e de fácil entendimento. A leitura é facil, dinâmica e bem estruturada cronológicamente. Deveria ser objeto de discussão e iniciação política dos mais jovens na escola (12-14 anos). Altamente recomendado.
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Karine 15/11/2018

PORCOS FANÁTICOS E ONDE HABITAM
Obra clássica de George Orwell, finalmente lida. Escolhi um momento especial para ler e avaliar este livro: eleições 2018.

A história se trata de uma sátira política que pode ser encaixada em qualquer período que você venha a ler.
Com certeza algo revolucionário para a literatura da época. O autor repudia qualquer tipo de autoritarismo, seja este capitalista ou comunista.

Isto fica claro pelo modo como desperta revolta, tristeza, indignação e curiosidade.
Acredito que o intuito, ao menos foi o que causou em mim, seria o seguinte "quem sabe se tivéssemos feito algo antes, não chegaria neste ponto? Afinal, vamos lutar enquanto os bons ainda podem derrotar os maus em número."

Tudo se passa na Granja do Solar, em um cenário pós Segunda Guerra, onde a miséria ainda se fazia presente na Inglaterra.
Sr. Jones, dono da propriedade, onde habitam diversos animais, se mostra displicente, o que gera revolta e a necessidade de elucidação dos demais. Um porco idealista, chamado Major, no qual habita o sonho de que os animais sejam livres, respeitados e tenham condições de sobrevivência, como alimentação justa e abrigo, reúne mais uma vez seus camaradas de uma vez por todas.
No decorrer da luta, é possível correlacionar o comportamento dos animais com nós humanos.... e vice-versa.

O autor peca apenas pela narrativa com ausência de mais diálogos, o que geraria mais fluidez ao ler.
No mais, recomendo.
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Paulo Eduardo 14/11/2018

"(...) já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco."
Cansados da exploração a que são submetidos pelos humanos, os animais da Granja do Solar rebelam-se contra seus donos e tomam posse da fazenda, com o objetivo de instituir um sistema cooperativo e igualitário. Porém, não demora muito para que alguns bichos – em particular os mais inteligentes, os porcos – voltem a usufruir de privilégios, reinstituindo aos poucos o regime de opressão que eles tanto combatiam.
Essa é a premissa de A Revolução dos Bichos, instrumentalizada na época da Guerra Fria como arma anticomunista. Porém, a obra de George Orwell é muito mais do que uma propaganda anticomunista (apesar de ter sido usado com esse propósito, o próprio autor insiste em dizer repetidas vezes que o regime soviético havia desvirtuado os princípios do socialismo, e que o objetivo da obra era reviver o movimento), transcendendo as críticas ao regime soviético, e estabelecendo-se como uma das mais poderosas fábulas litrárias sobre o poder. A Revolução dos Bichos é um poderoso conto sobre o ciclo histórico ao qual estamos presos como sociedade: revolucionários que se tornam tiranos, para serem derrubados por novos revolucionários, que eventualmente se tornam novos tiranos.
O livro de Orwell possui uma narrativa gostosa e envolvente, com personagens cativantes e cheios de carisma, além de ser um livro bem curtinho. Afinal, é justo a comparação com uma fábula.
Enfim, A Revolução dos Bichos é uma das melhores obras que já li a respeito da natureza humana, principalmente por ser uma história fácil de compreender por qualquer pessoa. Talvez os mais jovens tenham apenas uma noção muita vaga da analogia história da revolução dos Bichos com a ditadura Stalinista, mas isso pouco importanta, pois como já disse, esse livro é muito mais do que uma crítica ao regime soviético. A Revolução dos Bichos continua muito atual, e nos alerta de que aqueles que renunciam à liberdade em troca de promessas de segurança acabarão sem uma nem outra. E explica um pouco do porquê as vezes nos sentimentos tão impotentes diante de questões políticas: afinal, não importa se você é de direita, de esquerda, centro, anarquista, o que for, nós, como sociedade, estamos presos no ciclo de poder da Granja do Solar.

PS: A edição nacional da Companhia das Letras vale muito a pena por conta do “Apêndice” que compila um posfácio que contextualiza todo os acontecimentos do livro, e dois prefácios escritos pelo próprio Orwell que aprofundam, e muito, a leitura e a compreensão do contexto histórico no qual a obra foi escrita.
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