Precisamos Falar Sobre o Kevin

Precisamos Falar Sobre o Kevin Lionel Shriver




Resenhas - Precisamos Falar Sobre o Kevin


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Erica 16/01/2018

Incrível
Um dos melhores livros que eu já li! Que história incrível, macabra, mas incrível. Mostra lados da vida que nem sempre queremos ver. Uma mãe que não queria ser mãe, sentimentos diferentes por diferentes filhos, uma vida que não é o que ela esperava. Um filho sádico, e um relacionamento entre mãe e filho terrível, que faz pensar... Com certeza merece ser lido!
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Luiza 14/01/2018

É complicado explicar o que foi esse livro. Teve momentos em que eu o amava, e outros que eu simplesmente não o suportava.
Que fique claro, é um enredo incrível, gosto muito da maneira que a história é contada, de um jeito nada linear e repleto de reflexões em diversas partes.
Porém...
Eu me via passando os olhos rapidamente ao longo de alguns parágrafos, desejando quase pular grande parte deles, pois não acrescentavam nada à historia em si. O ritmo é bastaaaante lento, e isso deixa a leitura cansativa. E a mãe do Kevin! Minha nossa senhora, que mulher mais xarope! Como personagem, ela é muito interessante, mas só. Me peguei revirando os olhos em vários de seus diálogos rs.
Mas apesar desses problemas que tive ainda decidi favoritá-lo, pois o livro é absolutamente incrível, a maneira como certas atitudes do Kevin eram descritas me deixaram tensa diversas vezes, é uma escrita obscura que mexeu comigo.
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Suellennobre23 10/01/2018

Surpreendente
Então, eu li o famoso livro "Precisamos Falar Sobre o Kevin" e agora posso ser considerada uma das pessoas que alimentam sua tão merecida fama.
A sinopse? Kevin, com 15 anos de idade assassinou nove alunos da escola onde estudava.
A estória é narrada em primeira pessoa por Eva, a protagonista, através de cartas a seu marido Franklin.
Confesso que a narrativa prolixa me desestimulou na primeira vez que tentei lê-lo, mas agradeço pelas tantas resenhas que li; estas me fizeram dar uma segunda chance.
Por mais irônico que possa parecer, é justamente por causa dessa narrativa que somos inseridos no dia-a-dia e nas lembranças de Eva, tanto do fatídico dia quanto ao longo de sua vida. É como se pudessemos nos colocar no lugar dela, sentir o que ela sentiu, ver o que ela viu e ouviu e pensar como reagiríamos a certas coisas se estivéssemos em seu lugar.
Já imaginou se seu filho ousasse fazer algo assim? Já pensou no que diria, faria, sentiria?
Talvez se sentiria culpado de alguma forma?!
A autora teve tato ao tratar dessas questões. Até quando você pode ou deve se culpar sobre as coisas que outras pessoas sob sua responsabilidade fazem?! Deve pelo menos pensar nessa hipótese?!
Enfim, só lendo para entender tudo o que eu quis dizer.

Entrou para a minha lista de favoritos, com certeza.
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Ed 08/01/2018

Perfeito
Viajar pela imaginação da Shriver é como embarcar na maior montanha russa do mundo e no final cair direto em um assustador castelo de terror da Disney. A escrita dela é desconcertante mas ao mesmo tempo instigante, não da para simplesmente parar de ler.
Precisamos falar sobre o Kevin é sem sombra de dúvidas sua obra prima, foi escrito com tanta precisão, não tem uma vírgula que não esteja no seu devido lugar, depois dele ainda vamos falar muito sobre os Kevins da vida e por mais sórdido que possa soar, todos nós temos um pouquinho de cada um dos personagens. Ela como sempre acertou em cheio.
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Mari 18/12/2017

Um tema difícil de ser discutido
Eu já havia iniciado este livro no ano de 2014, mas não estava gostando da leitura, pois não estava me prendendo. No entanto, eu fiquei com ele no pensamento e não pretendia me dar por vencida, até que neste ano de 2017 eu peguei ele novamente para ler e dessa vez foi!! O início é um pouco cansante - onde é exposto a relação dos pais do Kevin e toda aquela dúvida de ter ou não filhos - mas a medida que as páginas avançam o livro se torna melhor.
Gostei do tema proposto pela autora, já que ela foi corajosa em discutir e colocar à tona um assunto tão delicado e até mesmo desconfortável que é a questão de "filhos imperfeitos e problemáticos" de forma que o leitor reflita sobre o que é ser pai e mãe nos momentos difíceis em família.
Em relação ao final - especialmente a última carta escrita pela Eva - é ótimo, emocionante e revelador, uma vez que ao longo de todo o percurso do livro é nítido que ela o ama independentemente do que ele fez, mas no finalzinho do livro a autora nos mostra de forma verdadeira e dolorosa o amor de uma mãe pelo seu filho.
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Mey 04/12/2017

Desde que assisti ao filme "Precisamos Falar Sobre o Kevin" tive muita vontade de ler o livro de mesmo nome, uma vez que a psicopatia sempre me interessou. Já li anteriormente dois livros em que temos crianças psicopatas sendo retratadas, "Menina Má" e "Fábrica de Vespas", mesmo esses dois tendo basicamente o mesmo plot do livro de Lionel Shriver, a história do Kevin é bem diferente e me pegou desde o primeiro contato.

O livro é narrado pela mãe do Kevin, Eva, através de cartas que ela envia ao marido que se separou dela após o filho do casal cometer um massacre na escola. Ela conta desde os primeiros momentos em que eles decidiram ter um filho até o fatídico dia.

Eva não queria ser mãe, logo, não tinha nenhum extinto maternal com o bebê Kevin, que era rejeitado desde o ventre, mas o garoto também não era muito fácil de se conviver desde que nasce. A relação de Eva com o marido se deteriora, uma vez que para ele o filho foi a melhor coisa que aconteceu na vida deles. Então ao longo do livro eu fui percebendo que o motivos que levaram Kevin a cometer este ato é culpa de todos os envolvidos, da mãe relapsa, do pai super protetor e do próprio jovem dissimulado e cruel.

O que achei interessante na história é que nem todo momento o relacionamento de mãe e filho é tão tenebroso, há pequenos episódios em que os dois tem uma boa interação e você consegue ver que o garoto tem uma certa obsessão em chamar a atenção da mãe.

Kevin é um personagem muito interessante, ele é cheio de camadas e nuances e mesmo sendo muito assustador, ele me atraía, para querer saber o por quê dele ser daquela maneira, coisa que a própria Eva se questiona durante seu relato.

A escrita da Lionel Shriver neste livro é muito dura, ela não poupa palavras, então isso faz com que a leitura seja densa e pesada. Durante todo livro eu me sentia incomodada com tudo que acontecia e não conseguia vê nada de bom naquelas personagens, mas ao mesmo tempo conseguia entender o porque deles se comportarem assim.

Um livro espetacular, mas não é uma leitura que você termina bem, ela te faz refletir sobre vários assuntos e não vou negar que pode assustar aqueles que querem ter filhos algum dia. Uma das melhores leituras que fiz nos últimos tempos, com toda certeza.



site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com.br/2017/12/resenha-precisamos-falar-sobre-o-kevin.html
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Gy de Paula 01/12/2017

Um psicopata, uma mãe... Chocante!
Puta que pariu!!!!!!
Perdoem-me o palavrão. Mas foi exatamente o que me veio em mente no momento em que fechei esse livro.
Precisamos falar sobre o Kevin retrata a história de um adolescente psicopata que assassina friamente colegas de escola.
A história é narrada por Eva, a mãe dele. Ela escreve cartas para Franklin, o pai de Kevin, que dão conta de vários aspectos da vida da família, de como Kevin se tornou quem ele é.
A vontade de dar um monte de spoiler é muita. Pq a vontade que a gente tem é de comentar cada passagem do livro, trocar ideia, desenvolver... O livro traz a natureza humana, nua e crua, na sua pior versão. E nos leva a pensar nas razões de tudo isso. A ideia de ter a mãe narrando tudo foi sensacional. Ver tudo, sentir tudo do início ao fim pelo prisma da mãe de um assassino, dá toda uma nova perspectiva pro assunto.
Chocante!
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K.G 22/11/2017

PRECISAMOS FALAR SOBRE PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN!
Esse livro é tao..... tao... sla, foda nao é o suficiente pra descrever, incrivel tambem nao, maravilhoso tambem nao, precisa ser inventada uma palavra pra descrever tudo o que esse livro é.

Escrito em formato de cartas, por uma personagem INCRÍVEL, chamada Eva, para o seu marido Franklin, e aqui ela fala sobre sua vida, tanto pessoal, quanto conjugal, e principalmente a vida dela assim que descobriu que estava gravida do seu primeiro filho KEVIN. Kevin um adolescente de 16 anos que matou a flechadas 14 pessoas da escola.

ISSO NAO É SPOILER, ESTA NA CONTRA CAPA, NA ORELHA, EM TODO LUGAR.

Entao um dos primeiros e principais pontos é, O LIVRO NAO É NARRADO PELA PERSPECTIVA DO KEVIN, E SIM DA SUA MAE. e isso torna o
livro absolutamente SENSACIONAL.
A eva é uma mulher obscura, sombria, UMA PERSONAGEM EXTREMAMENTE BEM CONSTRUIDA, muito marcante, daqueles que voce se lembra pra sempre.

Terminei essa historia e ainda nao sei se eu tenho PENA, SE EU TENHO ODIO, SE ELA TEM CULPA OU NAO, EU NAO SEEEEEI SOCORRO

A autora construiu uma historia ABSOLUTAMENTE TRIDIMENCIONAL, muitos aspectos sao abordados.
Não é simplesmente a sociopatia do Kevin, é toda a sua construção, pelo ponto de vista da sua mae, e gente eu nao tenho palavras pra explicar o quanto isso é sensacional, mesmo nao sendo narrado pelo Kevin, o leitor consegue conhece-lo desde o nascimento, e como se vissemos todos esses anos pelos olhos da EVA.

o livro levanta uma questão muito forte que é, O SER HUMANO NASCI BOM OU MAL OU ELE É UM PRODUTO DO MEIO?
É abordada tambem de uma forma MUITO VICERAL A DEPRESSÃO PÓS PARTO, é tao intenso, que a gente tem que parar pra refletir.
O proprio relacionamento da Eva com o Kevin é muito impactante, é muito viceral, sombrio, inquietante.

Seria ela culpada ou vitima?

UM SUSPENSE PSICOLÓGICO PURO.

A escrita desse livro É FENOMENAL, mas NÃO É UMA LEITURA FACIL, é muito densa, descritiva, poucos dialogos, ( MAS QUANDO TEM SAO SENSACIONAIS) É uma leitura que te suga, te consome, NÃO É UM LIVRO PRA LER EM DOIS DIAS, no meu caso, foi quase uma semana, mas, pra mim, fluiu bem, a sensação de ler esse livro, e tipo, SABE AQUELAS FOTOS DE UMA PESSOA SOZINHA NO FUNDO DO OCEANO? E TIPO ISSO, é envolvente, e densa, É QUASE PALPAVEL, E eu achei isso absurdamente incrivel, cada FRASE faz diferença.

SE VOCE ACHAR DIFICIL, VOU ENSINAR O MEU TRUQUE, e de graça!
TAM
TAM
TAM

Intercale a leitura com um livro mais leve, mais divertido, assim, voce nao vai se sentir cansado.

já falei muito E TEM MUITO PRA SER FALADO, e um livro pra ser lido, e relido e discutido, COM CERTEZA SERÁ UM CLASSICO, para as gerações futuras.

Voce sabe o tempo todo como vai ser o final, MAS A FORMA COM QUE É CONTADO, É INCRÍVEL, IMPACTANTE, o ultimo capitulo desse livro é de DESTRUIR O CORAÇÃO.

Não é um livro que me deu vontade de surtar, mas e daqueles que voce vira a ultima pagina, fecha o livro, coloca no colo e fica olhando pro nada e pensando " caralho, pqp, que livrao!" te deixa maravilhado de uma forma diferente.Se eu visse essa autora na minha frente, eu pararia na frente dela e diria " voce é foda"

5 estrelas, favoritadissimo!
Viviane 11/01/2018minha estante
A melhor resenha que li até agora, parabéns!


Risa 13/01/2018minha estante
Fodastica rs




Fernando Lafaiete 18/11/2017

Precisamos falar sobre o Kevin: O que falar deste livro?

Precisamos falar sobre o Kevin é uma história perturbadoramente interessante e inteligente. É uma leitura lenta, porém, profundamente bem escrita que apresenta de maneira palpável uma narrativa emocional e pesada em um nível digerível e reflexivo.

Eva Katchadourian é a mãe, a vítima e a narradora. Ela vai apresentando aos poucos através de trechos de diário os relatos de sua vida em família antes mesmo de decidir ter um filho. A primeira coisa que devo salientar é que todo o livro é narrado exclusivamente por ela e portanto, nos deparamos com a famosa narradora não confiável. O que ou quem garante que o que ela está contando de fato aconteceu e se aconteceu, aconteceu como ela realmente está expondo a nós leitores? Estamos diante da verdade ou estamos sendo manipulados pela narradora? - Se levarmos em consideração que tudo não passa de manipulação, a pergunta que surge é: Qual o sentido de denegrir a imagem do próprio filho? Seria uma tentativa de justificar "a falta" de amor que ela sentia pelo mesmo? Ela de fato não amava o próprio filho e por isso deve ser culpada pelo que veio a acontecer? A ausência do amor deve ser usada como base para justificar as atitudes do personagem que dá nome ao livro?

São tantas questões que devem/podem ser levantadas. O fato é que eu preferi acreditar na protagonista para facilitar assim a minha leitura. E devo dizer que logo no início, a falta do verdadeiro desejo de ser mãe por parte de Eva, completada pela visão de que a gravidez era unicamente uma novidade que traria uma renovação para o casamento, me fez pensar o seguinte: Um processo de gestação "indesejável" pode causar algum impacto emocional na criança ao ponto de criar algum tipo de trantorno psicológico? - Segundo alguns especialistas, o processo de gestação negativo + o ambiente em que a criança vive pode causar o transtorno dissocial mais voltado para a sociopatia e não para a psicopatia. A sociopatia pode ser desenvolvida, diferente da psicopatia que nasce com o indivíduo e nada tem a ver com traumas ou com o ambiente que a pessoa vive. Psicopatas são manipuladores e dificilmente são identificáveis. Já os sociopatas são mais visíveis, agem mais por impulso e podem vir a sentir remorso pelas suas atitudes. Estes aspectos são bastante discutíveis dentro da psicologia... Mas muitos psicólogos consagrados defendem fortemente estas diferenças entre estes dois transtornos psicológicos. O que nos leva a grande questão: O Kevin é sociopata ou psicopata?

Confesso que ao iniciar a leitura fiquei muito desconfortável com a maneira negativa com que o Kevin foi apresentado logo ao nascer. Diferente da maioria das pessoas que leram este livro, eu não criei nenhum tipo de simpatia pelo personagem em questão. O considerei uma pessoa intragável desde o início. A repulsa entre mãe e filho é bem complicada de assimilar e de entender. O relacionamento familiar é desfigurado e a família apresentada pela autora é totalmente disfuncional. A mãe possui sentimentos quase nulos de afeição pelo próprio filho. O filho é agressivo e sente a necessidade constante de mostrar o ódio que sente pelo mundo. E o pai é um idiota complacente que prefere se fazer de cego com a única intenção falha de sustentar a visão da família perfeita.

O engraçado é que mesmo sabendo (graças a sinopse) que o Kevin acaba sendo o autor de uma chacina na escola e por isso está preso, acredito que mesmo sendo um sociopata (não consigo vê-lo como um psicopata), mesmo que ele não tivesse cometido nenhum tipo de homicídio, ele provavelmente teria se tornado ainda assim uma pessoa bastante negativa. A Eva é repleta de pensamentos negativos sobre tudo. Ela solta frases preconceituosas e crueis acerca do país em que vive e das pessoas que a cerca. E o pai não contribue em nada de maneira positiva na educação do próprio filho. Como criar um cidadão de bem em um ambiente tão nebuloso?

Entretanto, não acredito que ela não amava o filho. Não entrarei em detalhes para não dar spoilers, mas na minha humilde opinião, somente o amor verdadeiro seria capaz de justificar os atos da personagem principal. Acredito que no lugar dela eu não teria agido da mesma maneira. Não teria tido paciência e nem sangue frio pra tanto. Eu teria optado pelo distanciamento total. Como não tenho filhos, não posso dar certeza sobre este meu possível comportamento, mas me conhecendo como me conheço, acredito que agir como ela não seria uma opção.

O livro é excelente e a escrita da Lionel Shriver é espetacular... De alto nível! Os diálogos tem peso narrativo e a narrativa apesar de lenta, é bem envolvente. O livro pode ser bem pesado para alguns dependendo do tipo de leitor que você for. O desfecho é bem bonito e mostra a força do amor materno mesmo diante das adversidades.

O filme também é genial. As atuações e a direção são impecáveis. E escolha de cores para diferenciar as linhas temporais me deixaram muito surpreso. O nível da adaptação é nível Oscar. Ela peca um pouco em transpor do livro pro filme as camadas psicológicas dos personagens. Se apegar ao Kevin do filme foi bem mais fácil do que se apegar ao do livro. Ainda assim, indico demais e assim como o livro, o filme também me marcou de maneira bem positiva.

Como eu não esperava uma narrativa tão lenta assim e nem estava preparado para tal, em alguns momentos este aspecto me incomdou e por isso não darei 5 estrelas. Mas repito: O livro é excelente!!

Nascemos o que somos ou somos o que acreditamos ser? Sociopatia ou psicopatia? Como descrever o conturbado personagem Kevin? Termino a leitura com milhares de questões... Mas muito feliz por ter lido este livro.

No final das contas, percebi que o grande objetivo de Kevin era destruir emocionalmente e mentalmente a própria mãe devido a falta de um amor mais visceral.

As camadas da mente humana são tão complexas. Livros como esse servem para vermos que o ser humano é o animal mais complexo que existe!
Esdras 18/11/2017minha estante
Excelente resenha, como sempre!
Esse livro é maravilhoso. Tornei-me fã da Lionel através dele.


Fernando Lafaiete 18/11/2017minha estante
Valeu Esdras... Eu gostei bastante e pretendo ler outras coisas da autora. Estou curioso para saber de você. O que você acha do Kevin? Você o considera pscopata?


Fernando Lafaiete 18/11/2017minha estante
Valeu Esdras... Eu gostei bastante e pretendo ler outras coisas da autora. Estou curioso para saber de você. O que você acha do Kevin? Você o considera psicopata?


Beatriz.Andrade 18/11/2017minha estante
ótima resenha


Fernando Lafaiete 18/11/2017minha estante
Obrigado Beatriz!! :)


Esdras 19/11/2017minha estante
Não o considero psicopata não. Limitei toda a sua "artimanha" a um ódio particular pela mãe. Haha. Até mesmo as coisas 'alem do lar' eram com o propósito de atingi-la.


Fernando Lafaiete 19/11/2017minha estante
Penso o mesmo que você. Vejo muita gente afirmando que este livro é sobre um psicopata juvenil. Me surpreendi ao perceber que na verdade ele retrata sobre a sociopatia. Por isso fiquei curioso pra saber se você faz parte do grupo de pessoas que pensam da maneira que citei anteriormente. Enfim... Livro realmente excelente!




José Eduardo 18/11/2017

Precisamos falar sobre o Kevin - Lionel Shriver
Após o acontecimento da quinta-feira provocado por Kevin na sua escola, Gladstone, onde ele assassinou a sangue frio 9 pessoas. Eva, sua mãe, que teve sua vida arruinada, relembra por meio de cartas a Franklin, seu marido e pai de Kevin, todos os acontecimentos desde antes do nascimento de Kevin, ao mesmo tempo que conta como está sua vida atual assim como as visitas a seu filho na prisão.
Através dos relatos vamos descobrindo a origem de Kevin e tentando desvendar seus mistérios e propósitos (se é que alguma vez existiu algum). Eva sempre percebeu o jeito perverso de Kevin, ao passo que Franklin, sempre o defendeu até o fim gerando diversas brigas entre o casal.
A leitura é bastante pesada e pode ser um pouco cansativa no início, mas flui bastante no desenvolver do livro e minha busca por entender o porquê incentivou bastante. Kevin não é um garoto normal e faz muitas coisas que podemos chamar de horríveis e tudo é contado em detalhes por sua mãe, que parece ser a única que consegue entender o garoto, ou pelo menos chegar o mais próximo disso.
O livro também apresenta números assustadores sobre assassinatos em massa em escolas nos EUA, que, por incrível que pareça, são todos reais. Eva também faz muitas reflexões interessantes sobre Kevin e sua vida como mãe que nos faz refletir bastante. Um ótimo livro
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Paula Escopelli 03/11/2017

Levei muito tempo para terminar o livro. Apesar da história ser interessante, a leitura é cansativa. Parece que não sai do lugar. Mesmo assim recomendo.
Karina.Agra 04/11/2017minha estante
Pois eu gostei bastante... foi um livro que me marcou bastante!


Lua 16/12/2017minha estante
Senti o mesmo.... Comecei alguns dias atrás e leio sempre que estou no ônibus. Apesar do tema e.personagens interessantes, nooooossa que rocambolesco!




Fenix.Pires 01/11/2017

Uma bela montagem
Um dos melhores livros que li. Uma excelente montagem de personagem. Uma bela história cheia de enigmas.
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Giancarlo.Buracoff 28/09/2017

Visão geral
Muitos temas são abordados nesta incrível obra: estabilidade, sucesso, vazio, dúvida, casamento, repulsa, intransigência, maldade, maldade, maldade mais uma vez, cinismo, falsidade, infantilidade, despreparo, sufoco, medo, desconfiança, insegurança, vingança, terror, tortura, abuso, inconsequência, tragédia, culpa, pressão psicológica, surpresa, aceitação...
Junte tudo isso e o resultado é esse livro! Minha gente, simplesmente não é pra qualquer um.
Se você estiver passando por um momento delicado da vida e se você se envolve muito com suas leituras, sugiro que passe longe pois esse livro vai mexer contigo, vai te irritar, vai te fazer mal...
Mesmo assim achei incrível, primoroso.
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Fernando Henrique 27/09/2017

Assustadoramente estranho.
Kevin me mostrou um lado que sempre vejo as pessoas esconderem em si mesmas. Eva por sua vez teceu a história de forma espontaneamente incrível. Um livro que mostra um mundo paralelo que nós não nos importamos. Uma experiência de leitura que agregou muito valor, que enriqueceu minha mente de informações assustadoras, esperançosas, animadas e acima de tudo com perplexidade. Acabo essa leitura com a boca formando um O. Jamais teria previsto um final tão inesperado.
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