Precisamos Falar Sobre o Kevin

Precisamos Falar Sobre o Kevin Lionel Shriver




Resenhas - Precisamos Falar Sobre o Kevin


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Beca 13/05/2017

Livro indescritível!
Esse livro é diferente de tudo que já li na vida. Uma historia forte, dolorosa, por vezes cansativa, mas por nenhum momento quis larga-la. Eva e Kevin, personagens que jamais vou esquecer. A forma como é apresentada o relacionamento dos dois é de tirar o folego e fazer vc passar dias pensando nesse livro. Recomendo a todos que tiverem coragem de ler uma historia forte e trágica, mas não uma historia qualquer. Uma historia onde uma mãe tem um filho assassino e pertubado, mas ate o fim ficou do seu lado, mesmo não compreendendo o porque ela estava fazendo isso.
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Leo freire 11/05/2017

Precisamos falar sobre kevim
Uma história forte, assustadora, emocionante e bela. Com uma escrita um pouco cansativa esse livro me fez refletir sobre o amor maternal. De início até senti um pouco de raiva de Eva fui aos pouco me apaixonando por ela e entendo q realmente ela amava seu filho, de uma forma estramha, mas ela o amava e foi a única q ficou de fato do seu lado.
Esdras 11/05/2017minha estante
Eu amo esse livro. Um dos meus favoritos. É muito perturbador.


Leo freire 11/05/2017minha estante
Achei o livro ótimo,mas a escrita bem cansativa.


Gabi 11/05/2017minha estante
Amo esse livro




Yago Lemos 09/05/2017

me lembrem de nunca ter um filho na minha vida
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Vanessa Pipi 02/05/2017

Uauu
Por mais escritas assim, por mais narrativas assim.... Excelente construção de história. Apesar de ser uma história pesada, densa e que exige fôlego, li com olhos vidrados para saber como terminaria ... E que final hein... Costumo dizer que o final até não me importa se o livro foi bem construído, se o durante foi bom... Mas esse foi tudo muito bem , como disse apesar do tema ser denso...
Já colocando na lista outro livros de Lionel Shriver
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Andressa 24/04/2017

Desculpe o transtorno, mas precisamos falar sobre o Kevin, sobre a maternidade, sobre a violência intrínseca, sobre a romantização da infância.

Precisamos Falar Sobre o Kevin é um livro que começamos a ler pela capa, principalmente se a edição que cair em suas mãos for a anterior ao filme. Em tons de cinza, vemos uma criança parada em meio a um bosque usando uma macabra máscara de um animal peludo. A direção da cena fotografada dá todo o clima das páginas seguintes: uma trama perturbadora e sombria que teimamos em negar sua verossimilhança para melhor dormirmos à noite, porque se encararmos o que é retratado como real, dê adeus a algumas das suas esperanças no mundo.

O livro publicado em 2003 trouxe holofotes ao nome de Lionel Shriver, embora esse não tenha sido seu primeiro – foi, na verdade, o sétimo. Mas também pudera! O romance trata de um massacre escolar fictício segundo a perspectiva da mãe do assassino, Eva Khatchadourian, que relembra o passado de seu filho, Kevin, ao mesmo tempo em que naufraga na culpa por aquilo que ele se tornou. Narrada em primeira pessoa e em tom confessional através de uma série de cartas de Eva para seu marido, a trama não obedece à linearidade temporal, indo e voltando entre passado e presente para não só contar ao leitor como Kevin chegou onde chegou, como também para apresentar a voz desconsiderada de sua mãe em relação ao acontecimento que mudou a vida de tantas pessoas, inclusive a dela própria.

Confira a resenha completa no blog Coadjuvando: https://goo.gl/1tybUX

site: https://goo.gl/1tybUX
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Gerberson 13/04/2017

Duro. Maravilhoso.
Isso não é uma resenha. É um comentário. Esse livro me balançou. E eu gostei.
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Dani_Mac 02/04/2017

Precisamos falar sobre o Kevin
Perturbador, cativante, difícil! Um livro que me fez parar a leitura várias vezes para respirar fundo antes de prosseguir. Denso, que te prende do início ao fim. Prepare suas emoções e o estômago, aperte os cintos pois é inevitável mergulhar na escuridão.
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Gleyse 25/03/2017

Mais sobre uma mãe que sobre um sociopata
Quem acompanha o blog deve ter visto o post Li Até a Página 100, onde eu falei sobre as primeiras impressões do livro. É fato, que essa era uma leitura que queria fazer a tempos e foi um pouco decepcionante quando comecei a ler e vi que a narrativa se dava em forma de cartas, escritas pela mãe do Kevin, Eva Katchadourian.

Decepcionante porque sempre esperei por uma narrativa mais imparcial, que narrasse os fatos e a tragédia causada por um adolescente, bem como seus motivos. Esperava algo mais jornalístico, sabe... Por isso, demorei um pouco a me acostumar com a forma como a trama ocorreu.

Na verdade, o início do livro é bem chato, Eva vive só,após o ocorrido e escreve cartas para o marido ausente, como forma de manter um diálogo sobre os motivos que levaram seu filho a cometer tamanho atrocidade. Ela fala de como está sua vida atual e podemos ver o quanto mudou após a "quinta-feira".

Eva, era uma mulher rica, bem casada, empresária de um guia de viagens de grande sucesso. Ela vivia viajando para conhecer lugares novos e parecia não sentir falta da maternidade, até que seu casamento pareceu estar estagnado e para agradar o esposo resolveu engravidar. Mas quando Kevin nasceu, a sombra do arrependimento parecia pairar sobre a vida antes perfeita de Eva Katchadourian, afinal, Kevin estava longe de ser uma criança comum.

Durante as cartas, eva fala sobre vários assuntos, e a cada novo capítulo ela trazia uma história sobre o Kevin, os problemas com as babás, o choro histérico e insistente, o fato de só ter começado a falar aos cinca anos e ter deixado de usar fralda somente aos seis, coisas que ele não via como natural, mas uma forma do filho de afrontá-la. Em compensação, a sintonia do Kevin com o pai é totalmente diferente, de forma que a relação do casal começa a se desgastar devido as constantes discussões sobre o comportamento inadequando do Kevin.

Esses acontecimentos começam de forma sutil, mas do meio pro final do livro, vão se tornando mais pesados e constantes e começamos a perceber a personalidade psicopata do Kevin até o desfecho. E é claro que estamos lendo a visão da mãe, e podemos achar que ela era uma mulher paranoica e problemática, mas é impossível não se colocar ao lado dela, tendo em vista todos os acontecimentos. Ela enquanto mãe, era quem estava sempre perto e conhecia bem o filho para observar suas atitudes e ao mesmo tempo, enquanto mãe, não conseguia conceber que seu filho fosse um potencial assassino.

A surpresa vem no final do livro e é bem angustiante saber o quanto Eva foi castigada por tudo que o filho fez. E percebemos, que a história não é sobre Kevin, mas sobre Eva, a mãe.

site: http://gleysevieira.blogspot.com.br/
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taah 01/05/2017minha estante
Ganhei spoiler, mas gostei da resenha




Marselle Urman 22/02/2017

The KKK took my baby away
É difícil falar sobre Kevin. Especialmente falar pouco. Mas muitas resenhas aqui já disseram mais e melhor que eu.

Agradeço ao filme por ter me possibilitado chegar ao livro. Embora o filme tenha mais perguntas e o livro mais respostas, eles são de profundidades díspares. O filme deseja manter o dilema filosófico social de Rousseau X Hobbes : Kevin nasceu assim, ou Eva teve alguma "culpa"? Simplificando muito, logicamente.

No livro pra mim essa resposta é óbvia. Mas não só isso. Eva é uma mulher profundamente inteligente, com uma percepção muito clara das pessoas por si mesmas, embora essencialmente egocêntrica. Carrega o estigma dado pela sociedade a uma mulher de quase quarenta anos sem filhos: ela não deve ser muito boa pessoa. Estigma que permanece vida afora.
Num dado momento eu pensei que seria interessante ler essa mesma narrativa escrita em primeira pessoa por Kevin - depois pensei que não, absolutamente. Não há mais mistério em Kevin, ou sequer algo a acrescentar. Eva o deu a conhecer totalmente.
É um livro não somente cheio de pensamentos íntimos que quase nunca se vê desnudados no papel. É um romance não religioso que sutilmente te leva a indagar o sentido da vida. Pra mim foi profundo e perturbador porque me identifiquei muito, diversas vezes, com a missivista.

Acho que irei reler essa estória algumas vezes enquanto eu viver.


SP, 22/02/2017
Isabela.Graziano 22/02/2017minha estante
obrigada pela sua resenha! comecei a ler o livro ontem e estava meio desanimada.. mas agora depois de ler isso, já me sinto mais motivada para continuar :)


Mariene.Boldiere 30/04/2017minha estante
Eu acho que há muito mistério no Kevin, o que a gente sabe é o ponto de vista da Eva. Verdade é um conceito muito subjetivo, as sabe do que ela viu e sentiu, não acho que o relato dela possa ser tomado como verdade absoluta.




JJ 13/02/2017

Obra de grande potencial, escrito na forma de cartas de Eva (mãe de Kevin) ao marido. Apenas uma autora como Lionel Shriver poderia mergulhar e nos trazer questão tão profundas e relevantes acerca do universo feminino - não se limitando às questões vinculadas à maternidade. Porém, o impacto da obra se perde um pouco no início do terço final. Apesar de ser a mais importante para o objeto da trama, peca por ser um pouco extenso demais, exigindo um pouco do leitor que - naquele momento - passou por quase 400 páginas bem carregadas. Por fim, não deixa de ser um tapa na cara de quem lê, apesar de sentirmos que as marcas dos dedos de Shriver poderiam ter durado um pouco mais.
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João Marcos 07/02/2017

Precisamos Falar Sobre o Kevin
Após tantas cartas falando sobre o Kevin, tudo que ainda preciso fazer é exatamente isso, falar sobre o Kevin. Eu criei uma grande expectativa sobre o livro, talvez mais do que para qualquer outro e valeu muito a pena. O fato da história ser contada através de cartas escritas por Eva após a quinta-feira que mudou sua vida despertou ainda mais a minha curiosidade pra ver como tudo seria explicado. Isso tornou a história tão real que um dos adjetivos que guardei para o livro é verossímil. Os diálogos de Eva com Kevin são incríveis, significam e acrescentam muito à história. Era neles que eu sempre buscava minhas explicações. Precisamos Falar Sobre o Kevin me surpreendeu, bruscamente, até o fim, mesmo quando eu pensava que já sabia de tudo. Não há respostas prontas, há muitas explicações e todas possíveis. Maleficência? Há espaço de sobra para pensar.
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Mandy 01/02/2017

Intrigante. É preciso fazer algumas reflexões para entendê-lo. Primeiro, se de fato as observações feitas pela mãe do Kevin (que de início não queria um filho, depois resolveu engravidar, não necessariamente pela vontade de ser mãe, mas pelo medo de não ter uma "copia" do amado marido) são de fato reais e se não há nenhum exagero por parte da visão dela. Segundo, o constante combate entre mãe e filho. Kevin é extremamente inteligente e não compreende a forma fútil de ser da sociedade. O conceito de família, diversão, aprendizado e socialização são para ele são sem sentido, justamente por ter maior percepção, raciocínio talvez. Aparentemente o garoto de dezesseis anos precisava ser visto, precisava de atenção e se incomodava com a vida perfeita dos outros. Numa tentativa de achar o sentido de sua própria existência, Kevin resolver cometer os assassinatos, matando seu próprio pai e irmã (acredito que nesse ponto kevin tenha sido um tanto "Édipo", dá para perceber em alguns momentos que apesar das provocações intermináveis ele ama a mãe e tinha ciúmes do pai e da irmã) . Não creio que a criação tenha tido alguma influência nas atitudes de Kevin, mas a forma com que ele mesmo encarava a própria vida. A mãe o enfrentava e ele não precisava mascarar-se para ela. Ela o conhecia. Acredito que por isso ele não a matou também.
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Dani 15/01/2017

Precisamos Falar Sobre O Kevin, Lionel Shriver
Precisamos Falar Sobre O Kevin aborda a violência entre os jovens, mas especificamente aqueles que, por algum motivo, abrem fogo em suas escolas. Sempre vemos casos assim, estes sempre deixando as mesmas perguntas. Por que eles fazem isso? O ambiente em que foram criados têm alguma relação?

"Quanto eu não daria, hoje, para voltar aos tempos em que não fazia ideia do que teria pela frente."

Já li alguns livros com essa temática, que exploram a maldade em crianças, e o assunto nunca deixa de me fascinar, de forma que fui ficando cada vez mais cativada por esse livro.
Ele é narrado por Eva Khatchadourian, através de cartas que ela escreve para seu ex-marido, Franklin. Essas cartas trazem assuntos do cotidiano dela, mas sempre acabam falando sobre tudo que aconteceu.

"Assim como todo relacionamento em que há compromisso de ambas as partes, a mentira tem de ser mantida, e com muito mais empenho que o dedicado à verdade, que continua sendo uma mera verdade descuidada sem ajuda de ninguém."

Kevin, filho do casal, com apenas 15 anos assassinou várias pessoas na escola, hoje cumprindo pena em uma instituição para jovens. Eva perdeu sua família, sua vida, por isso e sofre com as consequências dos rumos que sua vida tomou, onde todos parecem culpá-la pelos atos de seu filho.
A personagem revela então, aos poucos, detalhes do que aconteceu. Inicia contando sobre as visitas que faz ao filho, depois aprofundando sobre a vida de Kevin, problemático desde o nascimento.
Esse é um livro que pode parecer difícil de ler no início, por causa das voltas que a personagem dá para contar os fatos nas cartas, e também pelo excesso de detalhes, mas realmente me prendeu e me interessou.

"A culpa ensina uma lição muito clara da qual outras pessoas talvez possam obter consolo: se ao menos ela não..., e com isso torna a tragédia evitável."

Apesar de focar naquela temática, usando vários fatos durante a narrativa, Precisamos Falar Sobre O Kevin levanta vários pontos importantes, principalmente sociais. Nos leva a refletir bastante sobre o papel de uma mãe na sociedade, por exemplo, relacionamentos familiares, e outras situações sociais.
Eu só me senti estranha porque nunca havia me perguntando sobre a mãe, em especial, de alguém que fez algo como Kevin fez. Sempre penso que a pessoa é apenas perturbada e, claro, sempre haveria um preconceito com a família inteira, mas nunca enxerguei a mãe como descarga para tudo. Mesmo assim, concordo que é impossível não querer perguntar, à mesma, se ela notou algo no filho, se ela podia ter impedido. Afinal, é o que a sociedade pensa.

"Só posso presumir que essas pessoas bem-intencionadas sintam-se comovidas com a minha aflição. Mas me incomodou que quase todo esse consolo tenha sido oferecido por estranhos, o que o fez parecer sem valor; e um certo toque de vaidade deixou transparecer que essa clemência conspícua transformou-se na versão religiosa de dirigir um carro chamativo."

O livro todo, de certa forma, gira em torno dessa palavra. Como impedir tragédias como essa? Como lidar com a culpa, mesmo que não seja, especificamente, você a causa? Eva é muito atormentada por pensamentos como esses, por ter sido sempre enxergada como a pessoa que deveria ter visto os sinais. Ela me dividiu bastante; por um lado, fez coisas que não devia ter feito quando estava tão sem preparo e, por outro, não posso deixar de sentir pena dela já que ela pagou o dobro do que fez. Acho que ninguém sabe, realmente, no que está metendo quando toma alguma decisão, quando tenta algo novo. E as consequências, ás vezes, são grandes demais.

"Não há batalha mais fadada ao fracasso do que a travada com o imaginário."

São poucos personagens além dela, com Franklin também sendo esboçado aos poucos. Senti muita raiva dele por ser tão cego, mas também é fácil entendê-lo, apesar de o conhecermos pelo ponto de vista de Eva.
E, então, há Kevin. Eva tenta, em suas cartas, esmiuçar cada detalhe da personalidade do filho. Ele é realmente um personagem complexo, com uma mente que ficava louca para compreender, junto à sua mãe. Uma pessoa fria, extremamente inteligente, e capaz de coisas tão terríveis feitas de forma tão brilhante. Kevin é realmente interessante e, apesar de tudo, fiquei com pena dele também. Imaginar alguém tão, sei lá...vazio.
Essa leitura me lembrou de algo que eu havia percebido em alguns livros ou histórias e que, de certa forma faz sentido: será que as pessoas sempre manifestam assim o que são, desde o berço? Nem sei se consigo expressar bem mas, no caso do personagem, desde que nasceu ele demonstrava a mesma personalidade de adolescente. Aquela pergunta sobre o "mal" ser algo que nasce com a pessoa sempre me vem.

"Jamais teria me imaginado como alguém capaz de perder tempo com o que os outros pensam, mas quem entesoura segredos culpados acaba inevitavelmente fascinado pelas aparências."

Um livro, sem dúvidas, muito impactante e bem construído. Cada detalhe bate com o outro, tudo bastante convincente e, ás vezes, até dá para esquecer de que é ficção. Os últimos capítulos são totalmente tensos, onde é contado em detalhes o que aconteceu na tal quinta-feira. É chocante, mas não deixa de me fazer me sentir admirada pelo personagem, por ter pensado em tudo assim. Essa parte meio que traz à realidade de que é uma estória ficcional, já que é um crime incrível demais para ser real.

"Engraçado como a lembrança de um dia normal é a primeira que some."

Por ser todo focado em psicologia assim, quando iniciei a leitura pensei que haveria alguma conclusão para a tal grande pergunta. Mas a estória fecha com mais esse choque de realidade intrigante: ninguém sabe, nem irá saber. Tragédias assim acontecem porque acontecem, por mais que sejam terríveis. Não há como saber porquê, nem de quem é a culpa. No fim, não faz diferença.

site: http://cookiescreamandmint.blogspot.com.br/2017/01/precisamos-falar-sobre-o-kevin-lionel.html
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