Precisamos Falar Sobre o Kevin

Precisamos Falar Sobre o Kevin Lionel Shriver




Resenhas - Precisamos Falar Sobre o Kevin


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Claudia.Afonso 23/06/2017

Perturbador
Se estiver grávida não leia esse livro.
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Thainá 20/06/2017

Precisamos falar sobre o Kevin e também sobre a Eva
Kevin é um adolescente que está prestes a completar 16 anos, porém, três dias antes de seu aniversário ele decide matar oito colegas de classe, uma professora e um funcionário da escola. Após ser preso por esse ato, a sua mãe Eva Khatchadourian através de uma narrativa em primeira pessoa nos conta sobre a vida e convivência da sua família, desde a sua decisão em ser mãe pela primeira vez até o momento em que seu filho mais velho ficou conhecido como um sociopata.

Eva nunca quis ser mãe. Dona de uma empresa especializada em folhetos que buscavam divulgar os restaurantes e as hospedagens mais baratas ao redor do mundo, Eva era quem viajava para todos os países atrás de informações para o seu trabalho. Suas viagens pelo mundo e o marido Franklin eram o que havia de mais importante em sua vida, e só isso bastava para se sentir completa e feliz.

Porém, Franklin queria ser pai, e imaginava que com um filho em casa faria com que Eva desistisse de suas viagens e se dedicasse exclusivamente a família. Mesmo depois de muito relutar, ela acaba por concordar com a ideia de ser mãe e imagina que isso fará com que o marido não a abandone nunca, então fica grávida de seu primogênito, o complicado Kevin.

Kevin desde pequeno nunca se relacionou bem com a mãe, ao contrário de sua relação com o pai que sempre foi carinhosa e calorosa. Os dois não suportavam a presença um do outro e quase nunca conseguiam ter uma conversa onde Kevin não rebaixasse a mãe ou destorcesse suas palavras. Era como se Kevin pressentisse desde quando estava na barriga de que não era bem vindo para Eva. A relação entre mãe e filho ficava mais conturbada ao passo de que o menino ia crescendo e se tornando quase um homem.

Uma história que divide tantas opiniões sobre a mente psicótica do Kevin, que acabei me enchendo de teorias. Será mesmo que o Kevin já nasceu com uma mente sociopata ou será que a mãe dele é a principal razão para isso? Seu pensamento psicopata resultou de uma mãe fria, desatenciosa e que dizia para ele desde que estava na barriga de que ele não era bem vindo por ela?

A história é pesada, lenta e bastante descritiva. Se você já é mãe, vai sentir ainda mais o impacto das palavras de Eva, e digo isso de uma forma não tão positiva.

Resenha completa no blog Sonhando Através de Palavras

site: http://sonhandoatravesdepalavras.blogspot.com.br/2017/06/resenha-precisamos-falar-sobre-o-kevin.html
Daya 22/06/2017minha estante
Esse livro é muito bom e por falar nele, até o filme é!


Thainá 24/06/2017minha estante
Sim, ambos são. Mas, o livro tem detalhes muito importantes que não exploraram no filme, trazendo até uma carta emotiva maior, na minha opinião.


Thainá 24/06/2017minha estante
Carga*




Eu Pratico Livroterapia 13/06/2017

Precisamos Falar Sobre o Kevin
"Só porque se acostuma com uma coisa, não quer dizer que goste".
Vamos falar sobre Kevin?

A história de Kevin poderia ser confundida como uma história real de um dos muitos massacres
que ocorrem em escolas pelo mundo afora, principalmente nos Estados Unidos. Mas a autora nos brinda como uma narrativa melancólica de uma mãe, que sozinha, tenta exorcizar sua "culpa" pelo que seu filho fez. Intercalando sua narrativa em forma de cartas para um pai ausente, e sua rotina atual, ser desprezada por todos da cidade e visitar seu filho na prisão.
"Mas quando o coelho foi atropelado? Chorou durante uma semana. Eles sabem ver a diferença.
Nós estamos criando nosso filho para saber o que é certo e o que é errado. Talvez pareça injusto, mas a gente no fim tem que se perguntar sobre os pais."
Eva era uma guia turística cheia de energia, alegre e extrovertida, que se apaixona e consequentemente casa. O casamento por si só já a fazia realizada, ela não queria filhos. Achava uma responsabilidade que ela sentia-se incapaz de cumprir. Mas então, nasce Kevin.

Desde bebê notamos sua impaciência, seu tédio por assim dizer...Ele escraviza e enlouquece sua mãe, fazendo jogos psicológicos a nível de mestre.

Ela começa a se questionar se Kevin é assim por causa dela, da falta de empatia e amor por sua parte. Sente- se péssima mãe... até que nasce o segundo filho: uma menina muito meiga e amada. E ela percebe que talvez o problema não seja realmente com ela...
"Pelo que vejo, o mundo está dividido entre os que veem e os que são vistos, e há cada vez mais plateia e cada vez menos o que ver."
Mesmo após o nascimento de sua segunda filha, as relações já estão num nível intransponível para eles. Kevin com o passar do tempo se torna mais egoísta e despótico e a única que percebe é sua mãe, seu pai é cego à essas coisas dizendo ser "normal".

Mesmo com toda a percepção de Eva, o inevitável acontece. E agora ela terá que conviver com os olhares tortos e o ostracismo social do qual sofre.
"A senhora sabe para onde vai quando morrer?
Sim, na verdade eu sei.Eu vou direto para o inferno"
Você já devem terem percebido que gosto de leituras com temas polêmicos, mas Precisamos Falar Sobre o Kevin, foi uma das leituras mais difíceis que já fiz. Aquele nó na garganta, aquele sentimento de impotência, e a forma como ela se martiriza e aceita tudo...Também vi o filme e ambos são muito bons e indico, mas não tenho nenhuma intenção de vê-lo (filme) ou ler o livro novamente.


site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/04/precisamos-falar-sobre-o-kevin-lionel.html
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Priscila 11/06/2017

Precisamos falar sobre o Outro
Que livro! Leitura densa e prazerosa, que convoca à reflexão sobre as idealizações das relações familiares (e especialmente entre pais e filhos), e sobre a maternidade.
Impossível não perceber a analogia presente no nome da mãe de Kevin, Eva, uma referência à mulher ligada ao pecado original, a primeira mãe e portanto a primeira culpada da História. Um romance em que o leitor se vê contaminado pelos sentimentos e perspectivas dos diferentes personagens, sem jamais chegar à Verdade ou à Motivação do adolescente, uma vez que pouco o ouvimos, só temos acesso a ele pelo olhar da mãe. Ao final a única conclusão possível é que não importam os caminhos, consanguineos ou não, daquilo que nos é familiar, o Outro permanecerá sempre Outro: parcialmente acessível, parcialmente compreensível, eventualmente amado.
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Priscila 11/06/2017

Que livro! Leitura densa e prazerosa, que convoca à reflexão sobre as idealizações das relações familiares (e especialmente entre pais e filhos), e sobre a maternidade.
Impossível não perceber a analogia presente no nome da mãe de Kevin, Eva, uma referência à mulher ligada ao pecado original, a primeira mãe e portanto a primeira culpada da História. Um romance em que o leitor se vê contaminado pelos sentimentos e perspectivas dos diferentes personagens, sem jamais chegar à Verdade ou à Motivação do adolescente, uma vez que pouco o ouvimos, só temos acesso a ele pelo olhar da mãe. Ao final a única conclusão possível é que não importam os caminhos, consanguineos ou não, daquilo que nos é familiar, o Outro permanecerá sempre Outro: parcialmente acessível, parcialmente compreensível, eventualmente amado.
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Giselle.Pires 28/05/2017

Posso dizer que valeu a pena ter insistido nesse livro (visto que já tinha abandonado uma vez). As primeiras paginas são difíceis, mas me senti recompensada no fim da história, confesso que chorei.
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Beca 13/05/2017

Livro indescritível!
Esse livro é diferente de tudo que já li na vida. Uma historia forte, dolorosa, por vezes cansativa, mas por nenhum momento quis larga-la. Eva e Kevin, personagens que jamais vou esquecer. A forma como é apresentada o relacionamento dos dois é de tirar o folego e fazer vc passar dias pensando nesse livro. Recomendo a todos que tiverem coragem de ler uma historia forte e trágica, mas não uma historia qualquer. Uma historia onde uma mãe tem um filho assassino e pertubado, mas ate o fim ficou do seu lado, mesmo não compreendendo o porque ela estava fazendo isso.
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Leo freire 11/05/2017

Precisamos falar sobre kevim
Uma história forte, assustadora, emocionante e bela. Com uma escrita um pouco cansativa esse livro me fez refletir sobre o amor maternal. De início até senti um pouco de raiva de Eva fui aos pouco me apaixonando por ela e entendo q realmente ela amava seu filho, de uma forma estramha, mas ela o amava e foi a única q ficou de fato do seu lado.
Esdras 11/05/2017minha estante
Eu amo esse livro. Um dos meus favoritos. É muito perturbador.


Leo freire 11/05/2017minha estante
Achei o livro ótimo,mas a escrita bem cansativa.


Gabi 11/05/2017minha estante
Amo esse livro




Yago Lemos 09/05/2017

me lembrem de nunca ter um filho na minha vida
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Vanessa Pipi 02/05/2017

Uauu
Por mais escritas assim, por mais narrativas assim.... Excelente construção de história. Apesar de ser uma história pesada, densa e que exige fôlego, li com olhos vidrados para saber como terminaria ... E que final hein... Costumo dizer que o final até não me importa se o livro foi bem construído, se o durante foi bom... Mas esse foi tudo muito bem , como disse apesar do tema ser denso...
Já colocando na lista outro livros de Lionel Shriver
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Andressa 24/04/2017

Desculpe o transtorno, mas precisamos falar sobre o Kevin, sobre a maternidade, sobre a violência intrínseca, sobre a romantização da infância.

Precisamos Falar Sobre o Kevin é um livro que começamos a ler pela capa, principalmente se a edição que cair em suas mãos for a anterior ao filme. Em tons de cinza, vemos uma criança parada em meio a um bosque usando uma macabra máscara de um animal peludo. A direção da cena fotografada dá todo o clima das páginas seguintes: uma trama perturbadora e sombria que teimamos em negar sua verossimilhança para melhor dormirmos à noite, porque se encararmos o que é retratado como real, dê adeus a algumas das suas esperanças no mundo.

O livro publicado em 2003 trouxe holofotes ao nome de Lionel Shriver, embora esse não tenha sido seu primeiro – foi, na verdade, o sétimo. Mas também pudera! O romance trata de um massacre escolar fictício segundo a perspectiva da mãe do assassino, Eva Khatchadourian, que relembra o passado de seu filho, Kevin, ao mesmo tempo em que naufraga na culpa por aquilo que ele se tornou. Narrada em primeira pessoa e em tom confessional através de uma série de cartas de Eva para seu marido, a trama não obedece à linearidade temporal, indo e voltando entre passado e presente para não só contar ao leitor como Kevin chegou onde chegou, como também para apresentar a voz desconsiderada de sua mãe em relação ao acontecimento que mudou a vida de tantas pessoas, inclusive a dela própria.

Confira a resenha completa no blog Coadjuvando: https://goo.gl/1tybUX

site: https://goo.gl/1tybUX
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Gerberson 13/04/2017

Duro. Maravilhoso.
Isso não é uma resenha. É um comentário. Esse livro me balançou. E eu gostei.
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Dani_Mac 02/04/2017

Precisamos falar sobre o Kevin
Perturbador, cativante, difícil! Um livro que me fez parar a leitura várias vezes para respirar fundo antes de prosseguir. Denso, que te prende do início ao fim. Prepare suas emoções e o estômago, aperte os cintos pois é inevitável mergulhar na escuridão.
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Gleyse 25/03/2017

Mais sobre uma mãe que sobre um sociopata
Quem acompanha o blog deve ter visto o post Li Até a Página 100, onde eu falei sobre as primeiras impressões do livro. É fato, que essa era uma leitura que queria fazer a tempos e foi um pouco decepcionante quando comecei a ler e vi que a narrativa se dava em forma de cartas, escritas pela mãe do Kevin, Eva Katchadourian.

Decepcionante porque sempre esperei por uma narrativa mais imparcial, que narrasse os fatos e a tragédia causada por um adolescente, bem como seus motivos. Esperava algo mais jornalístico, sabe... Por isso, demorei um pouco a me acostumar com a forma como a trama ocorreu.

Na verdade, o início do livro é bem chato, Eva vive só,após o ocorrido e escreve cartas para o marido ausente, como forma de manter um diálogo sobre os motivos que levaram seu filho a cometer tamanho atrocidade. Ela fala de como está sua vida atual e podemos ver o quanto mudou após a "quinta-feira".

Eva, era uma mulher rica, bem casada, empresária de um guia de viagens de grande sucesso. Ela vivia viajando para conhecer lugares novos e parecia não sentir falta da maternidade, até que seu casamento pareceu estar estagnado e para agradar o esposo resolveu engravidar. Mas quando Kevin nasceu, a sombra do arrependimento parecia pairar sobre a vida antes perfeita de Eva Katchadourian, afinal, Kevin estava longe de ser uma criança comum.

Durante as cartas, eva fala sobre vários assuntos, e a cada novo capítulo ela trazia uma história sobre o Kevin, os problemas com as babás, o choro histérico e insistente, o fato de só ter começado a falar aos cinca anos e ter deixado de usar fralda somente aos seis, coisas que ele não via como natural, mas uma forma do filho de afrontá-la. Em compensação, a sintonia do Kevin com o pai é totalmente diferente, de forma que a relação do casal começa a se desgastar devido as constantes discussões sobre o comportamento inadequando do Kevin.

Esses acontecimentos começam de forma sutil, mas do meio pro final do livro, vão se tornando mais pesados e constantes e começamos a perceber a personalidade psicopata do Kevin até o desfecho. E é claro que estamos lendo a visão da mãe, e podemos achar que ela era uma mulher paranoica e problemática, mas é impossível não se colocar ao lado dela, tendo em vista todos os acontecimentos. Ela enquanto mãe, era quem estava sempre perto e conhecia bem o filho para observar suas atitudes e ao mesmo tempo, enquanto mãe, não conseguia conceber que seu filho fosse um potencial assassino.

A surpresa vem no final do livro e é bem angustiante saber o quanto Eva foi castigada por tudo que o filho fez. E percebemos, que a história não é sobre Kevin, mas sobre Eva, a mãe.

site: http://gleysevieira.blogspot.com.br/
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spoiler visualizar
taah 01/05/2017minha estante
Ganhei spoiler, mas gostei da resenha




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